Gremlins 3 Está Oficialmente a Caminho: Chris Columbus Regressa com Apoio de Spielberg e dos Criadores de Final Destination: Bloodlines

O clássico de 1984 vai ganhar nova vida. Chris Columbus regressa ao comando com Steven Spielberg como produtor executivo — e o lançamento já tem data marcada: Novembro de 2027.

Preparem-se para esconder os Mogwais e desligar as luzes — os Gremlins estão de volta. A Warner Bros. confirmou que Gremlins 3 está oficialmente em desenvolvimento, com Chris Columbus (argumentista do original de 1984) a assumir a realização e o argumento, numa colaboração que reúne novamente Steven Spielberg e a Amblin Entertainment.

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A grande novidade é a entrada de Zach Lipovsky e Adam B. Stein, a dupla responsável pelo sucesso de Final Destination: Bloodlines (2024), que agora se junta a Columbus na escrita do guião. O estúdio já marcou a data de estreia para 19 de Novembro de 2027, prometendo uma nova geração de caos, humor e nostalgia.

O regresso dos monstros mais travessos do cinema

Gremlins marcou a cultura popular dos anos 80 ao lado de Ghostbusters, com uma mistura irresistível de terror, comédia e criaturas adoravelmente destrutivas. O filme original, realizado por Joe Dante, contava a história de Billy, um jovem que recebe de presente um Mogwai — o fofinho Gizmo — acompanhado de três regras essenciais:

  1. Não o exponhas à luz forte.
  2. Não o deixes molhar.
  3. E, sobretudo, nunca o alimentes depois da meia-noite.

Como seria de esperar, todas essas regras acabam por ser quebradas, dando origem a uma invasão de pequenos monstros que semeiam o pânico numa pequena cidade americana.

A sequela, Gremlins 2: The New Batch (1990), levou o conceito para territórios ainda mais loucos e satíricos, mas desde então a franquia ficou adormecida — até agora.

Columbus e Spielberg juntos outra vez

Chris Columbus mostrou-se entusiasmado com o regresso ao universo que ajudou a criar:

“Sinto uma enorme inspiração e paixão ao embarcar nesta nova jornada cinematográfica. É uma honra voltar a colaborar com Steven Spielberg e com a Warner Bros. para apresentar esta aventura a uma nova geração de espectadores.”

Spielberg regressa como produtor executivo, enquanto a produção ficará a cargo de Kristie Macosko Krieger e Holly Bario, pela Amblin Entertainment, e de Michael Barnathan e Mark Radcliffe pela 26th Street Pictures.

O presidente da Warner Bros., Jesse Ehrman, reforçou a importância do projeto:

“Poucos títulos são tão amados e icónicos como Gremlins. Estamos entusiasmados por trazer de volta esta saga, combinando magia, caos e coração — tudo o que tornou o original inesquecível.”

Do sucesso de 

Bloodlines

 à nostalgia dos anos 80

A dupla Lipovsky e Stein chega ao projeto com prestígio renovado após revitalizar a série Final Destination com Bloodlines, que arrecadou mais de 315 milhões de dólares em bilheteira mundial e se tornou o capítulo mais lucrativo e bem recebido da saga. Para os dois, que cresceram fãs de Gremlins e de clássicos como The Goonies e Home Alone, trabalhar com Columbus é “um sonho de infância tornado realidade”.

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Com o aval de Spielberg, o regresso de Columbus e o toque moderno dos novos argumentistas, Gremlins 3 promete recuperar o espírito do original — com novas criaturas, nova tecnologia e, claro, a mesma advertência de sempre: não alimentem o Gizmo depois da meia-noite.

Primeiro Trailer de Michael Revela a Transformação de Michael Jackson no Rei da Pop

Realizado por Antoine Fuqua e protagonizado pelo sobrinho de Michael Jackson, o aguardado biopic promete uma viagem íntima e grandiosa pela vida de um dos maiores ícones da música.

A Lionsgate divulgou o primeiro trailer oficial de Michael, o muito aguardado filme biográfico sobre Michael Jackson, realizado por Antoine Fuqua. O teaser será exibido nos cinemas antes de Now You See Me: Now You Don’t e oferece um primeiro olhar sobre a ascensão do Rei da Pop — desde os dias de infância até à consagração global.

O papel principal é interpretado por Jaafar Jackson, sobrinho do próprio cantor, cuja semelhança física e vocal com o tio impressionou os fãs nas redes sociais. O vídeo começa com Michael no estúdio, ao lado do lendário produtor Quincy Jones (interpretado por Kendrick Sampson), que lhe diz:

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“Sei que esperaste muito tempo por isto. As faixas estão prontas. As canções estão feitas. Vamos começar do topo.”

Enquanto o tema “Wanna Be Startin’ Somethin’”, de 1982, embala o trailer, surgem imagens da infância de Michael, das atuações lendárias com os Jackson 5 e dos vídeos que definiram gerações, como Thriller.

Um elenco à altura da lenda

Além de Jaafar Jackson, o elenco conta com Miles Teller como John Branca, advogado e conselheiro de Jackson; Colman Domingo no papel do exigente patriarca Joe Jackson; Nia Long como Katherine Jackson, a matriarca da família; Jessica Sula como LaToya Jackson; Larenz Tate como o fundador da Motown, Berry Gordy; Laura Harrier como Suzanne de Passe; e Kat Graham como Diana Ross.

Outros nomes incluem Liv Symone como Gladys Knight, Kevin Shinick como Dick Clark e KeiLyn Durrel Jones como Bill Bray, o antigo segurança e amigo de longa data de Michael Jackson.

Uma visão íntima e cinematográfica

Segundo a sinopse oficial, Michael “explora a jornada do superastro global para se tornar o Rei da Pop, apresentando um olhar íntimo sobre a vida e o legado duradouro de um dos artistas mais influentes e inovadores de sempre.”

O argumento foi escrito por John Logan (Alien: CovenantRango), e a produção ficou a cargo de Graham KingJohn Branca e John McClain — este último, um dos executores do espólio de Jackson.

Estreia adiada para 2026

Inicialmente previsto para Outubro de 2025, Michael chegará agora aos cinemas a 24 de Abril de 2026. As filmagens terminaram em Maio de 2024, mas o projeto passou por novas filmagens e ajustes criativos, após rumores de que o filme poderia ser dividido em duas partes — algo que o trailer parece desmentir.

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Com a assinatura de Antoine Fuqua (Training DayEmancipation) e a bênção da família Jackson, Michael promete ser uma homenagem cinematográfica à altura da sua estrela — com música, emoção e, claro, moonwalks.

Elizabeth Olsen Recorda Cena Íntima com Josh Brolin em Oldboy: “Sim, Já Vi o Corpo Dele — Tivemos Uma Cena de Sexo no Filme”

A atriz, hoje conhecida como Feiticeira Escarlate da Marvel, relembrou com humor a sua colaboração com o intérprete de Thanos antes do Universo Cinematográfico da Marvel os reunir como inimigos.

Elizabeth Olsen voltou a mostrar o seu habitual sentido de humor durante uma passagem pelo programa Jimmy Kimmel Live!. A atriz, que deu vida à Feiticeira Escarlate nos filmes da Marvel, foi questionada sobre a sua relação com Josh Brolin, o ator que interpretou Thanos — o temido vilão que acabou por eliminar o par romântico da sua personagem, Vision.

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Kimmel perguntou-lhe se já tinha pedido desculpa a Brolin por o “matar” em Avengers: Endgame, ao que Olsen respondeu, entre risos:

“Aposto que ele está muito chateado por ter deixado o universo Marvel.”

Mas a conversa rapidamente tomou um rumo mais divertido quando o apresentador lembrou que os dois já tinham trabalhado juntos antes, no remake de Oldboy (2013), realizado por Spike Lee. Kimmel elogiou Brolin, dizendo que era “um homem em boa forma”, e perguntou se Olsen já tinha visto o corpo do colega.

A resposta da atriz foi direta e hilariante:

“Na verdade, sim… porque tivemos uma cena de sexo no filme do Spike Lee.”

O comentário gerou gargalhadas no estúdio, com a própria Olsen a rir-se do momento.

Um reencontro inesperado no Universo Marvel

Oldboy foi um dos primeiros papéis mais ousados da carreira de Elizabeth Olsen. No filme, Josh Brolin interpreta Joe Doucett, um homem que é sequestrado e mantido em cativeiro durante 20 anos, antes de partir em busca de vingança. Olsen dá vida a Marie Sebastian, uma mulher que o ajuda — e com quem acaba por ter uma relação íntima.

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No entanto, o enredo reserva uma reviravolta chocante: Marie é, afinal, a filha perdida de Joe, o que transforma a relação entre as personagens numa tragédia de proporções perturbadoras.

Anos mais tarde, Olsen e Brolin voltariam a cruzar-se no grande ecrã, desta vez em lados opostos do campo de batalha em Avengers: Endgame, num cenário bem menos íntimo, mas igualmente intenso.

Jennifer Lawrence Defende Autenticidade em Die My Love e Elogia Respeito de Robert Pattinson

A atriz, elogiada pelo novo filme de Lynne Ramsay, falou sobre a confiança nas filmagens com Pattinson e sobre a decisão de manter a naturalidade nas cenas mais íntimas.

Jennifer Lawrence revelou novos detalhes sobre a rodagem de Die My Love, o drama psicológico realizado por Lynne Ramsay que chega aos cinemas a 7 de Novembro, pela Mubi. Em entrevista ao podcast Las Culturistas, a atriz explicou que não sentiu necessidade de recorrer a um coordenador de intimidade durante as filmagens das cenas mais delicadas com Robert Pattinson — e destacou a relação de confiança entre ambos.

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“Senti-me sempre segura com o Rob. Ele é muito respeitador e está completamente focado na sua vida pessoal e profissional. Passávamos o tempo a conversar sobre os nossos filhos e relações”, contou Lawrence. “Nunca houve qualquer desconforto.”

Em Die My Love, Lawrence interpreta uma mulher que enfrenta uma crise emocional profunda após o nascimento do filho, enquanto Pattinson dá vida ao marido, um homem incapaz de lidar com o colapso da companheira. O filme tem recebido elogios da crítica e a interpretação da atriz já é apontada como uma das mais intensas da sua carreira.

Um olhar sem filtros sobre o corpo e a maternidade

Jennifer Lawrence também falou sobre a forma como encarou as cenas de nudez, filmadas durante a gravidez do segundo filho. Segundo a atriz, esse momento de vida mudou a sua relação com a imagem.

“Não me preocupei com o aspeto físico. Quis dar total liberdade à Lynne Ramsay para filmar como achasse melhor. Estava cansada e concentrada no trabalho, não em parecer perfeita”, explicou.

Lawrence acrescentou que recusou qualquer retoque digital nas imagens, defendendo a naturalidade como parte da personagem e do processo criativo.

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Uma nova fase na carreira

Depois da comédia No Hard Feelings, Jennifer Lawrence regressa aqui a um registo mais dramático, explorando temas como a maternidade, a solidão e a perda de identidade. A atriz volta a colaborar com uma realizadora reconhecida pela sensibilidade visual e emocional, num filme que promete ser um dos grandes destaques da temporada de prémios.

John Carpenter Surpreende Fãs ao Sugerir Que The Thing 2 Pode Estar em Desenvolvimento

Quarenta anos depois do clássico de terror que redefiniu o género, o realizador de culto deixou no ar a possibilidade de uma continuação — mas sem confirmações oficiais.

Os fãs de The Thing voltaram a ter motivos para arrepiar os cabelos — e não apenas por causa dos efeitos práticos lendários. John Carpenter, o realizador da obra-prima de 1982, deixou escapar durante a sua participação num evento da Fan Expo que uma sequela pode estar, de facto, em andamento.

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Quando questionado sobre o tema, Carpenter respondeu de forma breve, mas suficiente para incendiar a imaginação dos fãs:

“Sim, estamos a trabalhar nisso agora. Não sei, veremos.”

A declaração, embora vaga, foi suficiente para gerar uma onda de especulação online. Ainda não há qualquer confirmação oficial de estúdio, elenco, argumento ou data de estreia — mas o simples facto de Carpenter reconhecer a existência de movimentações em torno do projeto já bastou para reacender o entusiasmo em torno de um dos filmes mais influentes da história do terror.

Um clássico que não envelhece

Lançado em 1982, The Thing (em Portugal, A Coisa) foi inicialmente recebido com frieza, mas com o tempo transformou-se num dos pilares do cinema de horror e ficção científica. Com Kurt Russell no papel principal, o filme combinava paranoia, isolamento e efeitos especiais práticos que ainda hoje impressionam — mérito do lendário Rob Bottin.

O seu ambiente claustrofóbico na Antártida e a constante dúvida sobre quem seria “a coisa” infiltrada no grupo de cientistas tornaram-no num ícone do terror psicológico e corporal. Em 2011, foi lançada uma prequela realizada por Matthijs van Heijningen Jr., que explorava os eventos que antecedem o filme original.

Um regresso possível… mas sem garantias

Apesar do entusiasmo gerado pelas palavras de Carpenter, o realizador não revelou mais detalhes. Não há, até ao momento, qualquer confirmação de que o projeto tenha luz verde, e a própria natureza ambígua da sua resposta (“veremos”) deixa espaço para dúvidas.

Mesmo assim, a possibilidade de Carpenter revisitar o universo de The Thing — nem que seja como consultor ou produtor executivo — é suficiente para fazer tremer os fãs de terror.

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Por agora, resta esperar para ver se a criatura voltará a emergir do gelo.

Glen Powell Mostra a Sua Nova Casa no Texas — e Tem Até uma Casa de Banho Dedicada aos Longhorns!

O actor de Top Gun: Maverick e Twisters abriu as portas da sua nova casa em Austin e revelou o seu orgulho texano: uma decoração inspirada na Universidade do Texas — incluindo uma casa de banho com azulejos laranja e brancos.

Glen Powell pode ter conquistado Hollywood, mas o coração continua a bater no Texas.

Em entrevista à Texas Monthly, o actor revelou detalhes curiosos sobre a sua nova casa em Austin, que mais parece um santuário ao seu amor pela Universidade do Texas e pela equipa Longhorns.

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Entre as excentricidades mais faladas: uma casa de banho com o tema dos Longhorns — decorada com azulejos laranja e brancos e um toque de design retro universitário — e até uma campainha personalizada com o logótipo da equipa.

“É meio abobadada, com azulejos laranja e brancos”, contou, rindo. “Está brutal.”

Uma garagem, um carro… e uma mesa feita de um camião

Powell, que protagonizou o recente sucesso Twisters, também revelou outro pormenor inesperado da decoração: fez uma mesa com a grelha do camião usado nas filmagens do filme.

“É claro que também é temática dos Longhorns”, confessou.

A devoção à universidade não é recente. Powell frequentou a Universidade do Texas em Austin durante um ano, antes de se mudar para Los Angeles e apostar tudo na representação.

“Foi o melhor ano da minha vida”, recorda. “Lembro-me de pensar: ‘Vou deixar o sítio com que sempre sonhei para ir ser um actor falido numa cidade onde não conheço ninguém.’”

De aluno a estrela — e de volta à universidade

Apesar da carreira de sucesso, Powell decidiu retomar os estudos e matriculou-se novamente no programa de Rádio, Televisão e Cinema da Universidade do Texas. Está a completar o curso online e planeia terminar em 2027.

“Disse numa entrevista que estava a tirar o curso, e agora sinto que tenho um relógio a contar o tempo até ao diploma”, brincou recentemente no Jimmy Kimmel Live!

Um legado texano partilhado com McConaughey

Powell segue os passos de outro ícone texano: Matthew McConaughey, que também se formou em Austin em 1993 e é hoje “Ministro da Cultura” da universidade — um título honorário que reflete o seu papel como embaixador da instituição.

Os dois actores são vistos frequentemente juntos nos jogos dos Longhorns, a torcer pelo seu estado natal com o mesmo entusiasmo que levam ao cinema.

“Sou de outra geração, mas olho para o Matthew como um exemplo”, confessou Powell. “Ele é uma lenda. Eu sou apenas um tipo trabalhador que quer mostrar que Austin também pode sonhar grande.”

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Se há algo que Glen Powell prova, é que o sucesso pode ser global — mas as raízes continuam, literalmente, gravadas nas paredes da casa de banho.

Predator: Badlands Conquista a Crítica e Estreia com 86% no Rotten Tomatoes

O novo capítulo da saga de ficção científica surpreende fãs e críticos com uma abordagem ousada: desta vez, o Predador é o herói.

A selva voltou a tremer — mas, desta vez, o monstro está do lado certo da luta. Predator: Badlands, o mais recente filme do realizador Dan Trachtenberg, chegou à crítica e já é apontado como uma das melhores surpresas do ano.

Com uma pontuação de 86% no Rotten Tomatoes, baseada em 51 críticas, o filme foi elogiado por reinventar a fórmula da saga e dar-lhe um toque inesperado de aventura, emoção e humor.

Segundo o consenso dos críticos, Badlands “mantém o sangue e a brutalidade característicos, mas adiciona coração e propósito ao caos.”

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Um Predador com alma (e propósito)

Na nova história, o centro da ação deixa de ser o humano em fuga. Aqui, o protagonista é Dek, um jovem Yautja (a espécie alienígena dos Predadores), interpretado por Dimitrius Schuster-Koloamatangi, que parte numa missão para provar o seu valor — e, curiosamente, salvar mais do que destruir.

Acompanhado por um androide meio-destruído (com ecos do universo Alien) e um companheiro não verbal que muitos já comparam a uma mascote de desenho animado, Dek enfrenta uma criatura ainda mais feroz do que qualquer caçada anterior.

“Trachtenberg arrisca e ganha — transforma o terror em aventura sem perder o impacto,” escreveu Eric Goldman, da MovieWeb, elogiando o filme como “uma direção nova e delirantemente divertida para a saga.”

Do terror à aventura pulp

Críticos do Bloody Disgusting destacam o tom “mais leve e aventureiro”, onde o ritmo e o humor lembram “um sábado de manhã com monstros e explosões.”

Já o The Film District descreveu Badlands como “o episódio piloto de um desenho animado clássico — mas no melhor sentido possível.”

Essa mudança de tom divide opiniões, mas é precisamente o que dá frescura ao filme: Badlands deixa de ser apenas um jogo de caça e sobrevivência e transforma-se numa odisseia espacial cheia de criaturas, ironia e adrenalina.

Nem todos ficaram convencidos

Nem todas as reações foram entusiásticas. O The Playlist classificou o filme como “uma mutação meio bem-sucedida”, argumentando que o realizador tenta “transcender o instinto primal da franquia” e, no processo, “esquece-se do que a tornou icónica.”

Deadline também lamentou que o novo Predador pareça “ter perdido o mojo ameaçador”, considerando que as cenas de ação “nunca galvanizam como antes.”

Ainda assim, a maioria das críticas reconhece o mérito de arriscar num formato novo, algo que poucas franquias com quase quatro décadas de existência se atrevem a fazer.

A evolução do caçador

Depois do sucesso de Prey (2022), também de Dan Trachtenberg, Predator: Badlands confirma o realizador como o nome certo para revitalizar o universo. A crítica parece concordar: a saga encontrou uma nova forma de rugir — e, quem diria, até de emocionar.

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Os fãs vão poder tirar as próprias conclusões quando o filme chegar às salas de cinema ainda esta semana.

Preparem-se: o Predador voltou. Só que, desta vez, ele é o herói.

Jonathan Bailey Eleito “Homem Mais Sexy do Mundo” pela People — e, Desta Vez, Acertaram em Cheio

O actor britânico de Bridgerton e Wicked conquistou o título de 2025 — e fez história como o primeiro “Sexiest Man Alive” abertamente gay.

People já revelou o seu veredito anual — e, para surpresa geral, ninguém parece querer contestar. O título de “Sexiest Man Alive 2025” vai para Jonathan Bailey, o carismático actor britânico de 37 anos que se tornou conhecido como o elegante Lord Anthony Bridgerton na série da Netflix e, mais recentemente, brilhou no musical Wicked e no novo Jurassic Park.

Sim, é oficial: a People acertou em cheio.

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O charme de um verdadeiro gentleman

Bailey junta-se a uma galeria que inclui nomes como Idris ElbaMichael B. Jordan e Channing Tatum — mas, convenhamos, também a algumas escolhas menos consensuais (Blake Shelton, estamos a olhar para ti*).*

Natural de Oxfordshire, cresceu com três irmãs mais velhas e pais que o apoiaram desde cedo na paixão pela representação.

Segundo a People, tudo começou aos cinco anos, quando assistiu a uma peça de Oliver! com a avó.

“Naquela noite decidi que queria ser actor”, recorda Bailey.

O resultado, décadas depois, é uma carreira em ascensão meteórica — e uma legião de fãs que vai muito além de Bridgerton.

Um “Sexiest Man” com propósito

Além do charme e do talento, a escolha de Bailey tem um peso histórico: é o primeiro homem abertamente gay a receber o título em quase quatro décadas de tradição da revista.

Num ano em que a indústria continua a discutir representatividade e autenticidade, a nomeação é mais do que um reconhecimento físico — é um sinal de mudança cultural.

Bailey, conhecido pela elegância discreta e humor afiado, tornou-se também um símbolo de visibilidade e naturalidade, sem recorrer ao cliché de “modelo de perfeição” que tantas vezes acompanha este tipo de prémio.

O consenso improvável

Nas redes sociais, o consenso foi imediato:

“Finalmente, a People acertou”, escreveu um utilizador do X (Twitter).

“Ele tem talento, charme e um sorriso que podia arruinar impérios”, brincou outro.

É raro ver o público e a imprensa em sintonia sobre este título — mas talvez o segredo esteja precisamente aí: Jonathan Bailey parece tão genuinamente simpático quanto irresistível.

Entre Bridgerton e Broadway

Enquanto o mundo o aclama, Bailey prepara-se para o lançamento global de Wicked, onde interpreta Fiyero, o par romântico de Elphaba, e para regressar ao universo Bridgerton na pele do visconde que ensinou o mundo a dançar e a suspirar.

Pelo menos por um ano, Jonathan Bailey tem a última palavra — e o título mais cobiçado da cultura pop.

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E sejamos honestos: ninguém parece querer disputar-lhe o trono.

Liam Hemsworth Quebra o Silêncio Sobre Substituir Henry Cavill em The Witcher: “Quero Honrar o Que Ele Construiu”

O actor australiano falou pela primeira vez sobre o desafio de assumir o papel de Geralt de Rívia, depois da saída de Henry Cavill, e garante estar pronto para trazer nova energia à série da Netflix.:

O manto — ou melhor, a espada — de Geralt de Rívia tem novo dono. Liam Hemsworth falou pela primeira vez sobre a responsabilidade de substituir Henry Cavill em The Witcher, uma das séries de fantasia mais populares da Netflix.

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Durante uma visita ao programa The Tonight Show Starring Jimmy Fallon, Hemsworth recordou o momento em que recebeu a proposta que lhe mudaria a carreira:

“Estava na Austrália, a filmar Land of Bad, quando o meu agente me ligou do nada. Fiquei completamente apanhado de surpresa”, revelou o actor.

O telefonema trazia o convite para interpretar o lendário caçador de monstros durante as duas próximas temporadas da série, depois de Cavill ter decidido abandonar o papel que desempenhou com grande sucesso nas três primeiras.

“Sou um enorme fã do Henry e do que ele fez com o personagem”, confessou Hemsworth. “Quando me perguntaram se queria pegar no papel para as últimas duas temporadas, fiquei entusiasmado. É uma grande honra.”

Entre respeito e reinvenção

A saída de Cavill deixou os fãs divididos, mas Hemsworth mostra-se determinado a honrar o legado do seu antecessor, ao mesmo tempo que promete dar um toque pessoal à personagem. O actor recordou que já conhecia bem o universo de The Witcher:

“Joguei os videojogos há anos. Já era fã do mundo, da mitologia, de tudo aquilo.”

Durante a entrevista, Fallon surpreendeu o público ao mostrar a primeira imagem oficial de Hemsworth caracterizado como Geralt — e o aplauso foi imediato. O actor aparece com o cabelo branco característico, a armadura renovada e um olhar que parece dizer que o Lobo Branco está pronto para caçar novamente.

Uma nova era para The Witcher

Com a quarta temporada atualmente em produção, a Netflix aposta nesta nova fase como um recomeço energético para a saga. Hemsworth protagonizará não apenas a próxima temporada, mas também a quinta, que deverá encerrar a história principal da série.

Entre o entusiasmo dos fãs e o peso das comparações, o actor australiano mostra-se sereno — e consciente do desafio que tem pela frente:

“Quero respeitar o que o Henry construiu, mas também quero trazer a minha própria verdade para o personagem. É um papel incrível, e estou a dar tudo de mim.”

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Se a transição correr bem, The Witcher pode provar que nem todos os feitiços se quebram quando muda o feiticeiro — e que Geralt de Rívia ainda tem muitas batalhas por vencer.

Paramount em Revolução: O Plano Ambicioso (e Perigoso) de David Ellison para Dominar Hollywood

Do cortejo a Tom Cruise às ligações à Casa Branca, passando por demissões em massa e ambições de IA: o novo patrão da Paramount quer um império que misture dados, franquias e músculo político. Hollywood treme — e a próxima presa pode chamar-se Warner Bros. Discovery.

Aos 42 anosDavid Ellison assumiu a Paramount e acelerou como se estivesse a produzir uma sequela de Top Gun. Em pouco mais de três meses, a nova direcção abriu a carteira, sacudiu organigramas, comprou media, convocou talentos… e, segundo várias fontes citadas no sector, posicionou-se para tentar comprar a Warner Bros. Discovery. O plano é claro: deixar de ser “um estúdio tradicional” e transformar a companhia num híbrido media-tecnologia, com dados no centro e franquias na linha da frente.

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O golpe de teatro na relva da Casa Branca

Enquanto reorganiza a casa, Ellison cultiva relações no poder político. Fontes internas descrevem planos aprovados pelo Presidente Donald Trump para um evento da UFC nos jardins da Casa Branca, sob o guarda-chuva do acordo de 7,7 mil milhões com a liga de MMA — transmissão encabeçada por Trump e Dana White e com data falada para 14 de Junho de 2026 (80.º aniversário de Trump). A Casa Branca vende-o como celebração dos 250 anos dos EUA. Entre a plateia, “dignitários” e câmaras. Entre as linhas, a mensagem: a Paramount quer estar onde está a atenção.

“Mais, não menos”: 8 filmes por ano hoje, 18 até 2028

No lado industrial, a ordem é acelerar a produção: de cerca de 8 estreias anuais para 15 em 202617 em 2027 e 18 em 2028. A lógica é recuperar bilheteira e assinantes com grandes marcas. O estúdio corteja Tom Cruise para novos Top Gun e Days of Thunder, procura um novo fôlego para Star Trek (sem o elenco do reboot de J.J. Abrams) e injeta gasolina em projectos “América-cêntricos”, pensados para o público do meio do país. Ao mesmo tempo, Cindy Holland(ex-Netflix) recebe mandato para robustecer o Paramount+.

O evangelho do “quem tem mais dados, vence”

Ellison define a nova Paramount como “media & tecnologia” e promete que a experiência e o “arsenal” da Oracle (do pai, Larry Ellison) transformarão o Paramount+ numa plataforma competitiva. Fala-se em modelos preditivosgrandes volumes de dados e IA aplicada a desenvolvimento e marketing. Céticos no mercado lembram, porém, que Netflix, Amazon e Apple têm anos de vantagem algorítmica e de infraestrutura. A resposta Ellison? Escala e velocidade.

Aquisições, demissões e a viragem cultural

O sprint veio acompanhado de cortes duros (um primeiro pacote de ~1000 despedimentos a 29 de Outubro, com mulheres entre as mais atingidas em cargos de topo de TV e alguns cortes na redacção de CBS News), e de operações de compra pouco ortodoxas para um estúdio: The Free Press, de Bari Weiss, por cerca de 150 milhões de dólares. A segurança da jornalista e co-fundadora Nellie Bowles terá sido reforçada com uma equipa diária de guarda-costas, e as posições pró-Israel da cúpula ficaram mais visíveis — num contexto em que a empresa diz manter listas de talentos a evitar por comportamento considerado antissemita, xenófobo ou homofóbico. Internamente, há relatos de debate aberto(e quente) sobre estratégia e cultura.

Nem tudo são vitórias: a fuga de Taylor Sheridan

O criador de Yellowstone e Tulsa KingTaylor Sheridansaltou para a NBCUniversal com novo acordo — duro golpe para uma plataforma onde o “universo Sheridan” pesava fortemente na audiência. Ainda assim, antes de sair, Sheridan escreverá o argumento de Call of Duty, longa de acção patriótica a realizar por Peter Berg — alinhada com a estética que Ellison quer imprimir.

Tom Cruise ao telefone, Mangold na box, Chalamet de viseira

Ellison terá cortejado James Mangold (que desenvolve A Complete Unknown, com Timothée Chalamet) e autorizado até $100 milhões para o high-concept motorizado High Side (o estúdio diz que será menos). Em paralelo, projectos como Winter Games (Miles Teller) foram para turnaround. A palavra de ordem: foco em títulos que metem gente nas salas.

O elefante na sala: Warner Bros. Discovery

“No topo três, não no fundo três.” O mantra de Ellison sustenta duas propostas para a WBD já feitas (segundo fontes do mercado), com Netflix a rondar a jogada (talvez para inflacionar o preço). Se resultar, o grupo herdará HBO, DC, partes de Harry Potter e uma biblioteca de outro planeta. A WGA já avisou: seria “um desastre para os escritores, consumidores e a concorrência” e promete lutar junto dos reguladores. Analistas mais frios deixam a cautela clássica: “quase todos os megamergers de media acabam mal” — integração lenta, sinergias que não aparecem, três anos de digestão.

O risco regulatório… e o trunfo político

Críticos sublinham que a aprovação do negócio Paramount-Skydance pelo actual governo, bem como o conforto com a compra parcial de TikTok por um consórcio onde está Larry Ellison, mostram uma janela política favorável. O próprio Presidente terá dito, em voo de imprensa, que os Ellison “farão a coisa certa”. Mas história e antitrust não costumam ser indulgentes com consolidações gigantes — sobretudo quando noticiários e entretenimento se cruzam.

O que isto significa para o Cinema (e para nós, espectadores)

No curto prazo, mais filmes e mais marcas reconhecíveisTop GunDays of ThunderStar TrekCall of Duty e afins. No médio prazo, uma aposta total em dados e IA para calibrar conteúdos e campanhas. No longo prazo, se a WBD cair, duas bibliotecas colossais sob a mesma égide — com vantagens claras de escala… e riscos sérios de concentração, homogeneização criativa e impacto laboral (já visível nos cortes).

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No meio de tudo, Tom Cruise aparece como termómetro do box office (e Ellison sabe isso). Se o actor embarcar em novas missões com a Paramount, a mensagem é inequívoca: as salas ainda mandam — e a Paramount quer voltar a ser a casa dos eventos cinematográficos.

The Mummy Regressa com Brendan Fraser e Rachel Weisz — A Dupla Original Está de Volta à Aventura

Depois de décadas de rumores e tentativas falhadas, a Universal confirmou o regresso dos protagonistas da saga de 1999 para um novo capítulo realizado pela dupla de Radio Silence. A múmia desperta — e desta vez, com os verdadeiros heróis.

Preparem o pó do deserto e o livro dos mortos: Rick O’Connell e Evelyn Carnahan estão de volta.

Mais de 25 anos depois de The Mummy (1999) e The Mummy Returns (2001) terem conquistado o público com ação, humor e romance à moda antiga, Brendan Fraser e Rachel Weisz estão oficialmente em negociações para regressar à saga que os tornou ícones de uma geração.

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Segundo o The Hollywood Reporter, a nova aventura será realizada pela dupla Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett, conhecidos como Radio Silence (Scream VReady or Not), com argumento de David Coggeshall (Orphan: First Kill).

O novo filme irá continuar a história dos protagonistas originais, ignorando as sequelas posteriores — incluindo The Mummy: Tomb of the Dragon Emperor (2008), onde Fraser regressou sem Weisz.

Um regresso pedido pelos fãs

Ao longo de mais de duas décadas, várias tentativas foram feitas para ressuscitar a franquia, mas nenhuma conseguiu igualar o charme da dupla original. O caso mais notório foi o reboot de 2017 com Tom Cruise, um fracasso monumental que levou a Universal a suspender o seu ambicioso “Dark Universe”.

A mensagem foi clara: os fãs não queriam apenas outra múmia — queriam aqueles heróis.

Fraser, que nos últimos anos viveu uma poderosa revalorização de carreira com The Whale (que lhe valeu o Óscar de Melhor Ator), e Weisz, vencedora do mesmo prémio por The Constant Gardener, reúnem-se agora para um regresso que promete equilibrar nostalgia e reinvenção.

“O público quer voltar àquela mistura única de aventura, humor e terror sobrenatural. E ninguém o faz como Brendan e Rachel”, comentou uma fonte próxima da produção ao THR.

O que esperar deste novo The Mummy

Embora os detalhes de enredo permaneçam em segredo, tudo indica que o novo capítulo retomará a história dos O’Connell, explorando as consequências das suas antigas aventuras no Egito e reintroduzindo o misticismo e a atmosfera pulp que definiram a trilogia original.

O projeto junta-se à crescente lista de filmes da Universal dedicados aos seus monstros clássicos, agora revitalizados com abordagens modernas e autorais — uma linha que inclui o sucesso recente de The Invisible Man (2020).

De regresso ao deserto (e ao cinema de aventura clássico)

A promessa é clara: voltar à essência do cinema de entretenimento que marcou o final dos anos 90 — épico, divertido e filmado com o coração.

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Entre rumores de múmias, maldições e o inevitável “Book of the Dead”, os fãs só pedem uma coisa: que este regresso tenha a alma dos originais.

E se há algo que Fraser e Weisz provaram ao longo dos anos, é que algumas aventuras merecem ser desenterradas.

Diane Ladd Morre aos 89 Anos, Três Meses Depois da Morte do Marido Robert Charles Hunter

A veterana actriz, mãe de Laura Dern e três vezes nomeada ao Óscar, morreu em casa na Califórnia. A perda chega pouco depois da morte do seu companheiro de 26 anos, o ex-CEO da PepsiCo Food Systems, Robert Charles Hunter.

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O cinema americano despede-se de uma das suas figuras mais queridas. Diane Ladd, lendária actriz nomeada três vezes ao Óscar e mãe de Laura Dern, morreu este domingo, aos 89 anos, na sua casa em Ojai, Califórnia — apenas três meses após a morte do maridoRobert Charles Hunter, com quem partilhou 26 anos de casamento.

A notícia foi confirmada pela própria Laura Dern, que prestou homenagem à mãe através de um comunicado emocionado:

“A minha mãe faleceu esta manhã, comigo ao seu lado, na nossa casa. Foi a melhor filha, mãe, avó, actriz, artista e alma empática que alguém poderia sonhar. Tivemos a bênção de tê-la connosco. Agora está a voar com os anjos.”

Um amor de 26 anos, interrompido por duas despedidas

Diane Ladd e Robert Charles Hunter casaram-se em 1999, o mesmo ano em que fundaram juntos a sua produtora, Excel Entertainment. Hunter, antigo CEO da PepsiCo Food Systems, morreu em 31 de julho, aos 77 anos, durante uma visita aos filhos no Texas.

Ladd partilhou então uma imagem da notícia da morte de Hunter nas redes sociais, mas sem comentário — um gesto discreto, revelador de uma dor íntima. O casal manteve sempre uma relação marcada por cumplicidade e por uma parceria criativa: Hunter chegou mesmo a participar como actor em Inland Empire (2006), de David Lynch, onde contracenou com Ladd e Laura Dern.

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Um percurso lendário no grande ecrã

Nascida no Mississippi em 1935, Diane Ladd construiu uma das carreiras mais sólidas e respeitadas de Hollywood. Foi nomeada ao Óscar por Alice Doesn’t Live Here Anymore (1974), Wild at Heart (1990) e Rambling Rose (1991) — este último, ao lado da filha Laura Dern, num dos raros casos em que mãe e filha foram nomeadas na mesma cerimónia.

Colaborou várias vezes com David Lynch, brilhou na série Alice (baseada no filme de Scorsese), e deixou a sua marca tanto no cinema independente como nas grandes produções televisivas. Entre 2011 e 2013, voltou a partilhar o ecrã com Laura em Enlightened, da HBO.

Laura Dern: uma herança de talento e ternura

A relação entre mãe e filha foi tão intensa fora como dentro do ecrã. Em 2023, publicaram juntas o livro Honey, Baby, Mine: A Mother and Daughter Talk Life, Death, Love (and Banana Pudding), um registo de conversas íntimas sobre família, doença, envelhecimento e fé.

Foi durante longas caminhadas que Ladd e Laura fortaleceram o vínculo entre si — depois de a actriz ter sido diagnosticada com fibrose pulmonar idiopática, uma doença grave do pulmão.

Nos Óscares de 2020, quando Laura Dern venceu a estatueta de Melhor Actriz Secundária por Marriage Story, dedicou-a aos pais:

“Alguns dizem ‘nunca conheças os teus heróis’, mas eu digo: se tiveres sorte, eles serão os teus pais.”

Um último filme e um legado eterno

Antes da sua morte, Diane Ladd tinha concluído a rodagem de Blue Champagne, filme de Blaine Novak ainda em pós-produção, onde contracena com Jennifer Nicholson, filha de Jack Nicholson.

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O seu legado, contudo, já está gravado no coração de Hollywood: uma mulher de força, talento e compaixão, que atravessou décadas de cinema com a mesma intensidade com que viveu — e amou.

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A estrela de The Morning Show tornou público o relacionamento com Jim Curtis, um especialista em bem-estar e autor de 50 anos, ao partilhar uma foto carinhosa no Instagram que já conquistou milhões de fãs.

Jennifer Aniston acaba de confirmar o que muitos suspeitavam: o coração da eterna Rachel Green tem novo dono.

A actriz, de 56 anos, publicou no domingo uma fotografia a preto e branco onde aparece abraçada ao namorado Jim Curtis, tornando o romance “oficial” nas redes sociais.

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Na legenda simples mas cheia de ternura, escreveu:

“Feliz aniversário, meu amor. Cherished ❤️.”

A publicação ultrapassou um milhão de gostos em menos de 24 horas, com fãs e celebridades a encherem a caixa de comentários com mensagens de carinho — um verdadeiro coro digital a celebrar o novo capítulo da vida amorosa da actriz.

Quem é Jim Curtis?

Curtis, de 50 anos, é um nome respeitado no mundo da saúde e do bem-estar. Segundo o seu site oficial, foi líder em empresas como a WebMD e a Everyday Health, além de ter um papel de destaque no Institute for Integrative Nutrition (IIN).

Descrito como hipnoterapeuta e autor, Jim dedica-se a orientar “empreendedores, criativos e figuras públicas através de um trabalho interior profundo”, combinando neurociência, reprogramação subconsciente e cura emocional.

O novo companheiro de Aniston também assinalou o aniversário nas redes sociais, partilhando imagens da celebração e a legenda:

“50 e a sentir-me bem! Obrigado por todas as mensagens e amor. Sou grato pela minha família, amigos e comunidade.”

Um novo amor depois de um percurso mediático

Jennifer Aniston tem sido uma das figuras mais mediáticas de Hollywood no que toca à vida amorosa — uma realidade que a actriz sempre encarou com humor e elegância. Foi casada com Brad Pitt entre 2000 e 2005, viveu uma relação com Justin Theroux de 2011 a 2017, e foi anteriormente ligada a nomes como John MayerVince Vaughn e Tate Donovan.

Desta vez, porém, a relação parece menos hollywoodiana e mais serena — longe dos flashes e próxima de um estilo de vida equilibrado, muito em linha com a filosofia de bem-estar de Curtis.

Um gesto simples, um grande significado

A decisão de tornar o relacionamento público surge num momento em que Aniston se encontra num dos períodos mais estáveis da sua carreira. Com The Morning Show a caminho de uma nova temporada e a sua produtora a consolidar-se, o toque de romantismo nas redes sociais foi recebido como um sopro de normalidade — e de alegria — na vida de uma das mulheres mais admiradas da indústria.

Uma foto discreta, uma legenda breve, e milhões de corações conquistados.

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Às vezes, bastam apenas duas palavras e um abraço para contar uma história inteira.

Lionsgate Assume o Comando de Rambo e Os Mercenários: Novo Acordo com a Millennium Abre Caminho para Prequela e Expansão do Universo de Ação

O estúdio responsável por franquias como John Wick e The Hunger Games reforça o seu império de ação ao adquirir os direitos de Os Mercenários e liderar a produção de John Rambo, a aguardada prequela da saga imortalizada por Sylvester Stallone.

O músculo cinematográfico da Lionsgate acaba de ganhar novos reforços de peso. O estúdio fechou um acordo estratégico com a Millennium Films que lhe garante os direitos para desenvolver e produzir todos os derivados de Os Mercenários (The Expendables), além de assegurar a distribuição mundial de John Rambo — o sexto capítulo da lendária saga criada por Sylvester Stallone.

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O acordo, confirmado esta semana, consolida a Lionsgate como estúdio líder e parceira principal da Millennium em todos os futuros projetos relacionados com Rambo — tanto no cinema como na televisão — e inclui ainda o direito de criar novas séries, videojogos e experiências imersivas inspiradas no universo de Os Mercenários.

Com esta jogada, a Lionsgate reforça a sua presença num género que domina há anos: a ação com ADN de blockbuster.


“John Rambo”: o passado antes da guerra

O primeiro fruto deste acordo é John Rambo, uma prequela que promete mostrar a origem do herói mais icónico dos anos 80.

Segundo o Deadline, o protagonista será Noah Centineo, conhecido por Black Adam e To All the Boys I’ve Loved Before, que está em negociações finais para assumir o papel do jovem Rambo. O realizador será Jalmari Helander, o cineasta finlandês responsável por Sisu, uma das surpresas mais brutais e estilizadas do cinema recente.

As filmagens estão previstas para 2026 na Tailândia, e o argumento é assinado por Rory Haines e Sohrab Noshirvani(The MauritanianBlack Adam). A produção ficará a cargo da Millennium Media e Templeton Media, com Kevin King TempletonLes Weldon e Jonathan Yunger à frente do projeto.


Uma jogada estratégica de milhões

O acordo dá à Lionsgate os direitos de distribuição global não só da nova prequela, mas também de todos os futuros projetos televisivos baseados em Rambo. O estúdio já detinha a distribuição dos filmes anteriores nos EUA, Canadá e Reino Unido, além de vários territórios na América Latina e no Sudeste Asiático — agora, assume o controlo total da marca.

No caso de Os Mercenários, a Lionsgate torna-se responsável pelo desenvolvimento de filmes e séries derivados, videojogos e extensões digitais da saga que, ao longo de quatro filmes, já arrecadou quase 700 milhões de dólares em bilheteira mundial.

Entre as possibilidades em cima da mesa estão spin-offs focados em personagens secundárias, séries limitadas e até experiências interativas inspiradas nos explosivos mercenários liderados por Stallone e Jason Statham.


Um novo ciclo para dois clássicos da ação

O acordo, negociado por Charlotte Koh e Christopher Davis (Lionsgate) e Trevor Short e Jonathan Yunger(Millennium Media), simboliza um novo fôlego para duas das franquias mais rentáveis do cinema de ação moderno.

Com John Wick e Os Jogos da Fome a garantirem uma base sólida de fãs, a Lionsgate posiciona-se agora como a principal guardiã dos mitos musculados de Hollywood — e prepara-se para reintroduzir Rambo e os Mercenários a uma nova geração de espectadores.

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Se o plano correr bem, podemos estar prestes a assistir à fusão de duas eras do cinema de ação: a dos heróis clássicos e a dos novos rostos que prometem continuar a luta… e as explosões.

As 18 Mentiras de Trump no 60 Minutes: CBS Paga para Reconciliar-se com o Ex-Presidente, que Transforma o Regresso num Festival de Falsidades

Depois de um acordo milionário entre a CBS e a equipa de Donald Trump, o ex-presidente voltou ontem ao 60 Minutes— e respondeu com 90 minutos de distorções, números inventados e ataques às instituições. Hoje, a imprensa independente contabiliza pelo menos 18 mentiras ditas em direto.

60 Minutes voltou ontem a receber Donald Trump, quatro anos depois do confronto tenso com Lesley Stahl, que terminou com o então presidente a abandonar a entrevista a meio. Desta vez, porém, o ambiente foi bem diferente — e não por acaso.

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Em 2024, a CBS celebrou um acordo judicial confidencial com a equipa de Trump, resolvendo um processo movido pelo ex-presidente que acusava o canal de difusão enganosa e “corte manipulativo” da sua entrevista de 2020. O settlement, segundo fontes citadas por vários meios americanos, envolveu uma compensação financeira substancial e o compromisso da CBS em conceder uma nova entrevista “sem interferências editoriais”.

Ontem à noite, essa entrevista foi finalmente para o ar — e o resultado foi, no mínimo, paradoxal: o programa histórico de jornalismo de investigação converteu-se num palco de desinformação televisiva, com Trump a repetir pelo menos 18 afirmações falsas ou enganosas, segundo as análises publicadas esta manhã por CNN, BBC, The Guardian, PolitiFact e Associated Press.

O regresso da desinformação em horário nobre

Durante cerca de 90 minutos de conversa (dos quais 28 foram emitidos em antena), Norah O’Donnell tentou manter o tom cordial e seguir o guião de uma entrevista “neutra”. Trump, por sua vez, aproveitou a ocasião para repetir narrativas falsas e teorias conspiratórias já desmentidas há anos.

Logo no arranque, afirmou que:

  • “A eleição de 2020 foi roubada”, sem apresentar provas;
  • “A inflação desapareceu”, embora os dados oficiais mostrem uma taxa homóloga de 3%;
  • “Os preços das compras estão a descer”, quando o índice de preços dos alimentos subiu 2,7% no último ano;
  • e que “17 biliões de dólares” estariam a ser investidos nos EUA, o dobro do número publicado pela própria Casa Branca.

Em poucas frases, Trump conseguiu distorcer a economia, a política externa e a história recente — e fez tudo isso sem interrupções significativas.

O momento mais surreal: “Cada barco abatido mata 25 mil americanos”

Entre as pérolas mais notórias, o ex-presidente declarou que cada barco de tráfico de droga destruído pelo exército norte-americano equivalia a “25 mil mortes americanas”.

CNN Fact Check classificou a frase como “absurda”: em 2024, os EUA registaram 82 mil mortes por overdose, e os barcos visados nas operações não transportavam fentanil (nem são essa a rota habitual). Como resumiu um professor da Johns Hopkins University:

“É como dizer que quatro barcos equivalem a resolver quatro anos de crise de opioides. Não tem qualquer ligação com a realidade.”

Guerras imaginárias e factos reinventados

Trump afirmou também que “acabou com oito guerras” — listando conflitos que nunca existiram, como “Egipto e Etiópia”, ou que continuam ativos, como “Israel e Hamas”.

Outras declarações falsas incluíram:

  • Que “Joe Biden deu 350 mil milhões à Ucrânia” (quando o total auditado é inferior a 100 mil milhões).
  • Que “25 milhões de migrantes” entraram nos EUA sob Biden (o número real é menos de 11 milhões de encontros, muitos com expulsão imediata).
  • Que “os democratas querem 1,5 biliões de dólares para apoiar imigrantes ilegais”, confundindo um pacote orçamental geral com programas de imigração que nem sequer abrangem indocumentados.

Também garantiu que quase “50% dos presidentes” invocaram o Insurrection Act, quando o Brennan Center for Justice confirma que apenas 17 em 45 o fizeram — e que a Presidential Records Act lhe permitiria guardar documentos da Casa Branca, o que é legalmente falso.

A CBS entre a diplomacia e o dano reputacional

A emissão de ontem foi, em teoria, parte de um esforço da CBS para “normalizar relações” com Trump — mas acabou por gerar críticas severas à postura da estação.

Jornalistas e académicos consideraram que a entrevista “decorreu num tom quase deferente”, sem o habitual contraponto incisivo do 60 Minutes, e que o canal “subestimou a capacidade de Trump em usar o palco mediático como megafone político”.

Apesar disso, a CBS publicou a transcrição integral e 73 minutos de vídeo não editado no seu site, num gesto de transparência que procura mitigar a controvérsia. Norah O’Donnell, por sua vez, descreveu o encontro como “intenso, imprevisível e exaustivo”.

A lição do dia seguinte

Hoje, praticamente toda a imprensa independente nos EUA fala da mesma coisa: as 18 mentiras de Trump em horário nobre. Não é apenas uma contagem simbólica — é um retrato do estado atual da política americana, onde o discurso factual disputa espaço com o espetáculo e a retórica.

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A ironia é que, num programa célebre por entrevistas históricas, Trump conseguiu transformar o 60 Minutes num exercício de fact-checking em tempo real — e a CBS, talvez sem querer, num palco de desinformação supervisionada.

Christy: A Força de Uma Campeã — Sydney Sweeney Entra no Ringue Para Contar a História Real da Mulher que Mudou o Boxe

O novo drama biográfico protagonizado por Sydney Sweeney chega aos cinemas portugueses a 13 de novembro e revela a vida inspiradora — e dolorosa — de Christy Martin, a pugilista que lutou dentro e fora do ringue.

Nem todos os combates se travam no ringue. Christy: A Força de Uma Campeã, com estreia em Portugal a 13 de novembro, é um retrato poderoso da vida de Christy Martin, a mulher que desafiou convenções e preconceitos para se tornar um ícone do boxe feminino — ao mesmo tempo que enfrentava, em silêncio, um inferno pessoal.

Interpretada por Sydney Sweeney (EuphoriaReality), Christy é apresentada como uma força da natureza, movida por uma ambição feroz e um talento inato para o pugilismo. Criada numa pequena cidade da Virgínia Ocidental, nunca imaginou que um par de luvas a levaria tão longe — até descobrir que tinha um murro capaz de mudar a história do desporto.

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Sob o treino de Jim Martin (interpretado por Ben Foster), que se tornaria seu marido e agente, Christy tornou-se a pugilista mais famosa dos anos 90, uma verdadeira celebridade num universo dominado por homens. Mas por detrás das luzes, dos títulos e dos contratos milionários, escondia-se uma vida marcada por violência doméstica, abuso psicológico e uma profunda luta pela própria identidade.

Muito mais do que um filme de boxe

Estreado mundialmente no Festival Internacional de Cinema de Toronto, o filme foi aplaudido pela crítica internacional pela sua intensidade emocional e pela entrega total de Sweeney ao papel. O desempenho da actriz norte-americana tem sido descrito como “brutalmente honesto e fisicamente arrebatador”, conferindo à história uma autenticidade rara.

Realizado com sensibilidade e sem recorrer ao melodrama fácil, Christy: A Força de Uma Campeã não é apenas um filme sobre desporto — é um retrato sobre resiliência, sobrevivência e o poder de recomeçar, mesmo quando tudo parece perdido.

Uma história de coragem e libertação

Ao longo da narrativa, o público acompanha a ascensão meteórica de Christy e as batalhas que travou fora do ringue: a rejeição da família, o peso das expectativas, a violência conjugal e a luta por afirmar a própria voz num mundo que tentava silenciá-la.

Mais do que vencer combates, Christy Martin teve de reconquistar o direito de ser dona da sua história — e é essa jornada, simultaneamente trágica e inspiradora, que o filme leva ao grande ecrã.

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Com distribuição da NOS AudiovisuaisChristy: A Força de Uma Campeã promete emocionar o público português com uma mensagem universal: a de que a verdadeira vitória está em resistir — e levantar-se, mesmo depois do golpe final.

Demi Moore Brilha no LACMA e Reescreve as Regras do Envelhecimento em Hollywood

Aos 62 anos, a actriz de Ghost voltou a dominar o tapete vermelho — e a conversa — com um vestido transparente da Gucci e uma mensagem poderosa sobre liberdade, beleza e longevidade feminina.

Demi Moore voltou a fazer história — e não apenas pela moda. A actriz de 62 anos foi uma das grandes estrelas da LACMA Art+Film Gala 2025, em Los Angeles, onde surgiu deslumbrante com um vestido transparente da Gucci, provando que o tempo é apenas um número quando se fala de estilo, confiança e presença.

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O modelo, uma peça em tule fino com gola halter, estava ricamente bordado com motivos florais multicoloridos em missangas, criando um equilíbrio entre sensualidade e elegância. A acompanhar, brincos de diamantes, uma pulseira tipo ténis e vários anéis discretos completaram o visual.

O cabelo — longo, brilhante e solto em ondas naturais — e a maquilhagem minimalista deram o toque final a um dos looks mais comentados da noite.

“Não acreditei nessa ideia de que mulheres mais velhas não devem ter cabelo comprido”

Demi Moore tem falado abertamente sobre o envelhecimento e a forma como o encara com serenidade e liberdade. Em entrevista à Glamour, a actriz recordou a fase em que rapou o cabelo para G.I. Jane (1997):

“Foi uma experiência muito poderosa em vários níveis. Depois disso, simplesmente comecei a deixar o cabelo crescer — talvez também por preguiça, confesso. Não gosto de estar horas na cadeira do cabeleireiro.”

Mas a decisão acabou por se tornar um manifesto pessoal.

“Ouvimos tantas vezes que, à medida que as mulheres envelhecem, devem cortar o cabelo. Eu nunca acreditei nisso. Notei até que muitas mulheres, especialmente na menopausa, cortavam o cabelo quase de forma masculina, como se se dessexualizassem. Eu não quis seguir esse caminho.”

Um novo olhar sobre o futuro

Moore tem partilhado a sua visão inspiradora sobre envelhecer com propósito. “Sinto-me mais energizada agora do que há 20 anos”, afirmou à Esquire. “Olho para alguém como Helen Mirren, que tem mais de 80 anos e continua a fazer papéis desafiantes, e penso: ‘Ainda há tanto para fazer.’”

A actriz reconhece que Hollywood ainda é um espaço exigente com as mulheres, mas recusa ceder ao conformismo:

“Se quero continuar a fazer o tipo de projectos que me interessam, terei de trabalhar de forma diferente — talvez mais arduamente. Mas não acabou até decidirmos que acabou.”

O regresso em grande

Depois de um período afastada dos holofotes para se dedicar às três filhas que tem com Bruce Willis, Demi Moore regressou em força com o filme The Substance, elogiado pela crítica e celebrado como o seu melhor desempenho em anos.

Em entrevista ao Today Show, em Setembro de 2024, deixou uma mensagem que parece resumir o seu estado de espírito actual:

“Quero que as minhas filhas saibam que não há um fim. Este é o momento mais entusiasmante da minha vida.”

Entre a elegância intemporal, a confiança tranquila e a recusa em aceitar os limites que Hollywood impõe às mulheres, Demi Moore continua a provar que a verdadeira beleza está em nunca deixar de evoluir — nem de brilhar.

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James Cameron Presta Tributo a Adam Greenberg: “Não Poderia Ter Feito Terminator Sem Ele”

O realizador de Avatar e Titanic homenageou o lendário diretor de fotografia Adam Greenberg, falecido aos 88 anos, recordando-o como “um mestre” e “uma inspiração que iluminou toda uma geração de cineastas”.

O cinema perdeu uma das suas grandes luzes. O diretor de fotografia Adam Greenberg, nomeado para o Óscar por Terminator 2: Judgment Day, morreu aos 88 anos, e James Cameron — o homem que o dirigiu em dois dos filmes mais icónicos do século XX — prestou-lhe uma sentida homenagem.

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Num comunicado divulgado à Deadline, Cameron descreveu Greenberg como “um mestre da luz e da cor” e confessou que aprendeu com ele lições que ainda hoje o acompanham:

“Aprendi tanto com o Adam — não apenas sobre cinematografia, mas sobre o espírito de fazer cinema de forma independente. Ele nunca deixou que as limitações orçamentais o impedissem de criar arte. Tinha uma energia lutadora, um espírito prático e criativo que me inspirou desde o primeiro dia.”

De The Terminator à perfeição técnica de Judgment Day

Greenberg, nascido em Israel, começou a sua carreira a filmar produções locais antes de se mudar para os Estados Unidos, onde se tornaria diretor de fotografia de The Terminator (1984) — o filme que lançou James Cameron para a ribalta e redefiniu a ficção científica moderna.

Sete anos mais tarde, o reencontro entre os dois em Terminator 2: Judgment Day elevou o patamar técnico e estético da saga, valendo a Greenberg uma nomeação ao Óscar de Melhor Fotografia. Cameron recorda-o como “um perfeccionista da luz e da precisão cromática”:

“Estávamos a rever a versão 3D de T2 e eu discutia com o colorista porque achava que os azuis estavam demasiado roxos. O Adam chegou, olhou e disse: ‘Jim, não achas que precisa de um ponto de ciano?’ — vinte anos depois, ele lembrava-se da cor exacta de uma cena noturna. Isso é precisão. Hoje, vejo cores com os olhos dele.”

O mestre da luz e da noite

Cameron acrescentou que Greenberg o ensinou a usar a cor como narrativa visual e que ninguém filmava cenas noturnas com tanta mestria:

“Ninguém fazia fotografia nocturna como o Adam. Eu orgulho-me da minha câmara de mão, mas aprendi tudo isso sentado ao lado dele. Ele era o mestre.”

O realizador de Avatar e Titanic destacou ainda que Greenberg inspirou toda uma geração de cineastas:

“Houve uma geração inteira que foi influenciada por ele, e um pequeno grupo de nós teve o privilégio de aprender diretamente ao seu lado. O seu talento e espírito farão muita falta.”

Um legado de luz

Ao longo da carreira, Adam Greenberg trabalhou em dezenas de filmes, sempre com a mesma dedicação artesanal. Do cinema israelita à Hollywood dos anos 80 e 90, foi um dos responsáveis por traduzir o olhar de realizadores como Cameron, J. Lee Thompson e Kathryn Bigelow em imagens inesquecíveis.

O também diretor de fotografia Avraham Karpick, que trabalhou com Greenberg em The Ambassador (1984), confirmou a sua morte e lembrou-o como “um artista meticuloso, generoso e apaixonado pela imagem”.

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A sua partida deixa uma sombra profunda — mas, como bem diria James Cameron, a luz de Adam Greenberg continuará a brilhar em cada fotograma que ajudou a criar.

Anthony Hopkins: “A Raiva e a Vingança Foram o Meu Combustível”

Em entrevista à BBC, o lendário actor britânico reflete sobre a infância difícil, a solidão e as lições que moldaram uma das carreiras mais marcantes da história do cinema — de O Silêncio dos Inocentes a The Father.

Sir Anthony Hopkins, hoje com 87 anos, continua a provar que a grandeza artística nasce muitas vezes das feridas mais profundas. Numa entrevista concedida à BBC, o actor galês falou sobre o lançamento da sua autobiografia, We Did OK, Kid, e revisitou um passado marcado pelo isolamento e pelo bullying — experiências que, segundo o próprio, acabaram por alimentar a sua determinação.

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“Fui um miúdo solitário, sempre posto de parte. A raiva e a vingança foram o meu combustível”, confessou Hopkins, lembrando-se dos tempos de infância no País de Gales.

O rapaz que se tornou lenda

Hoje, é difícil imaginar que esse rapaz tímido se tornaria num dos actores mais respeitados da história do cinema. Com duas estatuetas da Academia e papéis icónicos como Hannibal Lecter em O Silêncio dos Inocentes, o mordomo devastado de As Asas do Silêncio (The Remains of the Day) ou o pai com demência em The Father, Hopkins é um exemplo vivo de reinvenção e longevidade artística.

Na entrevista, o actor afirmou que nunca planeou o sucesso:

“Não posso levar crédito por nada disto. Não planeei nada. Acordo de manhã e penso: ‘Ainda cá estou’. E continuo sem perceber porquê.”

Essa humildade, porém, contrasta com a lucidez e o fascínio com que fala sobre a condição humana:

“É um milagre estar vivo. Como é possível que o mesmo ser humano seja capaz de criar Beethoven e Bach… e também Auschwitz? Essa dualidade sempre me fascinou.”

De O Leão no Inverno a O Silêncio dos Inocentes

A carreira cinematográfica de Hopkins começou graças a Peter O’Toole, que o recomendou para O Leão no Inverno(1968). A contracenar com Katharine Hepburn, recebeu dela o conselho que moldaria o seu estilo para sempre:

“Não actues. Apenas diz as falas. Sê verdadeiro.”

Essa abordagem — discreta, contida, quase minimalista — viria a definir o seu método. O próprio Hopkins explicou à BBC:

“Ser calmo. Ser económico. Não mostrar nada. Simplificar, simplificar, simplificar.”

Foi esse domínio do silêncio e da subtileza que tornou o seu Hannibal Lecter ainda mais assustador: um monstro que não precisava de gritar para ser aterrador.

Um artista completo

Além de actor, Anthony Hopkins é também pintor e compositor, e continua a tocar piano regularmente. A BBC descreveu-o como “um homem de arte total, em quem música, poesia e cinema se misturam naturalmente”.

Mesmo à beira dos 88 anos, o actor sente-se mais vivo do que nunca:

“A vida é simples. Fui movido pela raiva e pelo medo, mas aprendi a rir disso tudo. O que vem a seguir? Não sei. Mas estou pronto.”

Hopkins não gosta de se perder em discursos grandiosos sobre “a arte de representar” — prefere resumir tudo a um princípio: autenticidade. E talvez seja por isso que, ao longo de décadas, o público continua a acreditar em cada gesto e cada olhar seu.

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Toy Story 5: Jessie Assume o Papel Principal e Woody Ganha Visual Renovado no Regresso Mais Nostálgico da Pixar

Novas imagens promocionais revelam o visual atualizado de Woody, três novos brinquedos e detalhes surpreendentes sobre o enredo — incluindo uma ilha cheia de Buzz Lightyears perdidos e uma vilã tecnológica chamada Lilypad.

A Pixar prepara-se para regressar ao que melhor sabe fazer: fazer-nos chorar, rir e voltar a acreditar que os brinquedos têm alma. Depois de alguns tropeções de bilheteira, a Disney confirmou que Toy Story 5 chegará aos cinemas em 19 de Junho de 2026, e as primeiras imagens promocionais já estão a fazer vibrar os fãs de todas as idades.

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As ilustrações, reveladas pelo site Toonado.com, mostram Woody com um novo visual: o cowboy de sempre, mas agora com um poncho elegante, num estilo meio “western spaghetti” que promete render uma nova vaga de bonecos nas prateleiras.

Mas as surpresas não ficam por aqui — a grande protagonista desta nova aventura será Jessie, a destemida cowgirl que ganha finalmente o destaque merecido.

Jessie em Missão de Liderança

Segundo Tim Allen, a voz original de Buzz Lightyear, o novo filme será “um reboot dentro da própria saga”, centrado em Jessie:

“É tudo sobre ela. Está em apuros e precisa de ajuda. Estamos todos espalhados, e ela tem de reunir o grupo outra vez.”

Allen adiantou ainda um dos momentos mais delirantes da história: um acidente de avião numa ilha deserta, onde cem bonecos Buzz Lightyear ficam perdidos, todos em modo de demonstração. “É hilariante”, disse o actor. “Espero que mantenham essa parte no filme.”

A Nova Ameaça: A Tecnologia

Em Toy Story 5, os brinquedos terão de enfrentar o maior inimigo dos tempos modernos — a tecnologia. Jessie começa o filme como líder no quarto de Bonnie, mas a chegada de Lilypad, um tablet falante em forma de sapo, ameaça a harmonia.

Woody regressa à ação quando os brinquedos percebem que Lilypad quer substituir todos eles por jogos digitais. O confronto promete ser tanto emocional quanto visualmente explosivo.

Novas Caras no Quarto de Bonnie

O filme introduz também três novos brinquedos: AtlasSmarty Pants (voz de Conan O’Brien) e Snappy, que devem juntar-se à turma de Bonnie e trazer o habitual humor que equilibra drama e aventura.

O elenco original regressa quase completo: Tom Hanks volta a dar voz a Woody, Tim Allen a Buzz, Joan Cusack a Jessie, Tony Hale a Forky, Ernie Hudson a Combat Carl — e Anna Faris junta-se como a voz da vilã Lilypad.

O Regresso de Andrew Stanton

A realização e o argumento estão a cargo de Andrew Stanton, um dos nomes mais respeitados da Pixar, responsável por clássicos como Procurando Nemo e WALL·E. A promessa é de uma história com a mesma alma e sensibilidade que tornaram Toy Story um fenómeno cultural há quase três décadas.

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E, se há algo que a Pixar sabe fazer, é transformar finais definitivos em novos começos — porque, aparentemente, o adeus de Toy Story 4 foi só um “até já”.