“Memento Mori”: a última temporada estreia já esta sexta-feira na Prime Video 🔪🧠

A série de culto espanhola chega ao fim com apenas quatro episódios… mas promete deixar marcas profundas.

O fim está à vista. A terceira e última temporada de Memento Mori estreia-se esta sexta-feira, 1 de agosto, na Amazon Prime Video — e promete um desfecho intenso para esta história de vingança, obsessão e conspiração. A série, que tem conquistado fãs em Portugal e Espanha, despede-se com apenas quatro episódios, mas tudo indica que serão suficientes para fazer explodir o já complexo jogo psicológico entre Augusto, Sancho e Érika.

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Vingança, amor e cadáveres acumulados

Na nova temporada, Augusto (Yon González) leva avante o seu plano de vingança — mas há uma fraqueza que poderá pôr tudo em causa: Érika (Olivia Baglivi). Ao mesmo tempo, o inspetor Sancho (Francisco Ortiz) consegue penetrar na mente do assassino e tenta antecipar-lhe os passos, numa corrida contra o tempo que se complica a cada nova revelação.

Segundo a Prime Video, esta temporada final mergulha ainda mais fundo nos traumas das personagens, revelando que a morte da mãe de Érika esconde uma conspiração antiga, que ela decide investigar até às últimas consequências.

O elenco volta a contar com Anna Favela, Daniel Muriel, Fernando Soto, Carlota Baró, Rodrigo Poisón e Juan Fernández, entre outros nomes do panorama espanhol.

Um triângulo mortal

A grande força de Memento Mori tem sido sempre o seu jogo psicológico entre caçador e presa — mas nesta temporada final, os papéis baralham-se. Augusto, outrora uma figura misteriosa e distante, surge agora mais vulnerável, enquanto Sancho se torna cada vez mais obsessivo na sua missão. No meio, Érika ganha protagonismo e torna-se o elo instável deste triângulo.

Cada personagem segue a sua própria lógica, os seus segredos e os seus limites — e é precisamente essa ambiguidade moral que torna a série tão viciante.

Quatro episódios, zero misericórdia

A temporada final é composta por apenas quatro episódios de 45 minutos cada, o que significa que não há tempo para encher chouriços: tudo será rápido, denso e, suspeita-se, emocionalmente devastador.

A produção executiva é de Jose Velasco, Sara Fernández-Velasco, Luis Arranz, Marco A. Castillo e Ibón Celaya. A realização está a cargo de Marco A. Castillo e Fran Parra, com argumento de Luis Moreno, Cristina Pons e Luis Arranz.

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Se é fã de thrillers intensos, finais imprevisíveis e personagens que vivem no limite da sanidade, prepare-se: Memento Mori vai fechar o ciclo… com sangue.

“Geração V”: A universidade mais caótica do universo The Boys regressa já em Setembro 🧬💥

Novo trailer revela surpresas, regressos inesperados e o início de uma guerra entre humanos e super-humanos

A série mais caótica, sangrenta e politicamente incorrecta do universo The Boys está de volta. Após uma antestreia exclusiva na Comic-Con de San Diego, o trailer oficial da segunda temporada de Geração V foi finalmente divulgado — e sim, o caos está prestes a instalar-se (ainda mais) na Universidade Godolkin.

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Geração V é o spin-off de The Boys que acompanha os jovens e ambiciosos super-alunos da Universidade Godolkin, uma prestigiada instituição onde se formam os futuros “heróis” — leia-se, super-humanos ao serviço do lucro. Depois de uma primeira temporada recheada de traições, experiências secretas e vísceras a voar pelos corredores, a segunda promete elevar ainda mais o nível de loucura.

Quando estreia a nova temporada?

A segunda temporada chega a 17 de Setembro à Amazon Prime Video, com os três primeiros episódios disponíveis de imediato. Os restantes serão lançados semanalmente, até ao “explosivo final” marcado para 22 de Outubro.

Um novo director, velhos segredos e uma guerra prestes a explodir

De acordo com a sinopse oficial, a Universidade Godolkin entra numa nova fase com a chegada de um misterioso novo director (Hamish Linklater), que introduz um currículo intensivo e duvidoso. Enquanto a América se adapta ao domínio autoritário de Homelander, os alunos enfrentam uma pressão crescente para se tornarem mais poderosos do que nunca.

Cate e Sam são agora celebrados como heróis. Já Marie, Jordan e Emma regressam ao campus a tentar lidar com os traumas do passado. Mas depressa descobrem um programa secreto com ligações ao passado da universidade — e Marie poderá estar no centro de tudo.

Elenco reforçado e rostos familiares

Entre os nomes confirmados para esta nova temporada estão Jaz Sinclair, Maddie Phillips, London Thor, Derek Luh e, claro, Hamish Linklater. O painel da Comic-Con contou ainda com uma surpresa: Chace Crawford (o mítico The Deep de The Boys) regressa como convidado especial.

Outra adição ao elenco é Ethan Slater — conhecido pelos seus papéis em musicais da Broadway como Wicked — que interpretará Thomas Godolkin, figura envolta em mistério e, possivelmente, com ligações à criação da universidade.

Uma série irreverente que continua a surpreender

Com Michele Fazekas a manter-se como showrunnerGeração V continua a expandir o universo de The Boys com um tom irreverente, violento e satírico, que vai muito além do típico drama juvenil. Esta não é apenas uma série sobre super-poderes — é uma crítica mordaz ao culto da celebridade, à manipulação corporativa e ao poder desmedido.

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E, como o trailer já deixou claro, ninguém está seguro… muito menos os próprios heróis.

“Instinto Fatal” Vai Ter Remake Anti-Woke — E o Argumentista Original Está de Volta

Joe Eszterhas regressa aos 80 anos para escrever nova versão do clássico erótico de 1992. Sharon Stone pode voltar como Catherine Tramell.

O descruzar de pernas mais célebre da história do cinema poderá ganhar nova vida — com a mesma caneta e um espírito declaradamente “anti-woke”. A Amazon MGM Studios acaba de fechar um acordo milionário para desenvolver um remake de “Instinto Fatal”, e contratou ninguém menos que Joe Eszterhas, o argumentista do filme original de 1992, para o escrever.

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O novo projecto, ainda envolto em segredo, será produzido pela United Artists, e pretende marcar um regresso às origens do thriller erótico, apostando numa abordagem “sem filtros” e “não politicamente correcta”, segundo avançou o site The Wrap.

Um regresso provocador

“Para aqueles que questionam o que um homem de 80 anos está a fazer a escrever um thriller sexy e erótico: os rumores sobre a minha impotência cinematográfica são exagerados e preconceituosos”, brincou Eszterhas, autor de sucessos como Flashdance, O Fio do Suspeito e o polémico Showgirls.

O argumentista explicou ainda que trabalha em parceria com o seu “homenzinho retorcido interior”, que tem 29 anos e “vive no fundo de mim”. Juntos, prometem criar “uma viagem selvagem e orgástica”.

O novo argumento foi vendido como spec script — um guião não encomendado — e já valeu dois milhões de dólares à partida, podendo atingir os quatro milhões caso o filme avance para produção, tornando-se o maior acordo do género em 2025.

Curiosamente, o primeiro Instinto Fatal também nasceu como spec script, escrito em apenas 13 dias e vendido por três milhões, um recorde à época.

Sharon Stone de volta?

Outra grande novidade: Sharon Stone poderá regressar ao papel de Catherine Tramell, a enigmática escritora com instintos perigosamente sedutores. A actriz protagonizou o original ao lado de Michael Douglas, tornando-se instantaneamente numa estrela global.

Apesar de ter repetido o papel numa sequela em 2006 (sem o envolvimento de Eszterhas e sem sucesso), fontes próximas da produção indicam que o regresso de Stone está a ser considerado seriamente — talvez até como passagem simbólica de testemunho.

Uma cena, duas versões

A cena mais icónica do filme — o interrogatório policial e o descruzar de pernas — tornou-se, com o tempo, motivo de controvérsia. Sharon Stone tem uma versão muito clara dos acontecimentos, revelada na sua autobiografia: Verhoeven, o realizador, pediu-lhe que retirasse a roupa interior e garantiu que nada seria visível na versão final. Mais tarde, na sala de montagem, descobriu que a promessa não tinha sido cumprida.

Ainda assim, Stone decidiu deixar a cena, “porque era o melhor para o filme”, mesmo que essa decisão tenha demorado a amadurecer. Já Paul Verhoeven nega essa narrativa e garante que “ela sabia exactamente o que estávamos a fazer”.

Um remake com intenções claras

O novo filme é descrito como uma resposta ao actual clima cultural de Hollywood. “Anti-woke” é a palavra de ordem — num género que, nos últimos anos, praticamente desapareceu do grande ecrã. A Amazon quer recuperar o espírito ousado e provocador dos anos 90, com Eszterhas de volta ao leme.
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O original foi um sucesso de bilheteira e gerou polémica, críticas de grupos LGBTQ+ e feministas, mas também uma legião de fãs e uma marca indelével na cultura pop. Agora, mais de 30 anos depois, os produtores parecem determinados em reacender esse mesmo fogo — ou, quem sabe, incendiá-lo ainda mais.

“Grantchester” Está de Volta: Mistérios, Segredos e Chá Quente na Nova Temporada da Série Britânica

A 10.ª temporada estreia agora em Portugal, com episódios disponíveis na Filmin e no Prime Video

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Preparem as chávenas de chá e os sentidos dedutivos: Grantchester está de regresso — e os fãs portugueses já podem acompanhar a nova temporada, com estreia simultânea na Filmin e no Prime Video. A popular série policial britânica, ambientada nos anos 50, chega à sua 10.ª temporada com mais mistérios, dramas familiares e aquele charme irresistivelmente campestre que conquistou o público ao longo da última década.

Se nos Estados Unidos a estreia aconteceu a 15 de Junho, em Portugal os episódios já começaram a chegar às plataformas de streaming — uma excelente notícia para quem não quer esperar pelas emissões televisivas ou andava a adiar o reencontro com o detetive mais educado de Inglaterra.

Geordie e Alphy: uma dupla improvável com muito para resolver

A nova temporada traz de volta Robson Green, no papel do incansável DI Geordie Keating, e Rishi Nair como o carismático Reverendo Alphy Kottaram, sucessor espiritual (e não só) das figuras religiosas que desde o início da série têm ajudado a resolver os homicídios que teimam em surgir na idílica vila de Cambridgeshire.

Segundo a sinopse oficial, a dupla vai continuar a enfrentar os seus demónios pessoais enquanto tenta manter a ordem em Grantchester. Alphy, agora mais integrado na comunidade, é obrigado a confrontar segredos do passado que têm estado cuidadosamente escondidos. Será que conseguirá abrir o coração — ou vai ter de enfrentar a verdade sobre si próprio?

O que esperar desta temporada?

Para lá dos crimes, a série continua a explorar temas como a fé, a sexualidade, os traumas de guerra e as tensões sociais do pós-guerra. A nova temporada promete “ainda mais mistério, desventura e romance”, nas palavras do próprio canal ITV, que renovou a série com entusiasmo.

A criadora e argumentista Daisy Coulam mostrou-se orgulhosa pelo regresso da equipa: “Este programa é um testemunho do nosso elenco e equipa maravilhosos. Estou muito grata e orgulhosa por podermos voltar para uma 10.ª temporada e mais um verão glorioso em Grantchester.”

No elenco regressam também Al Weaver como Leonard Finch, Tessa Peake-Jones como Mrs C, Kacey Ainsworthcomo Cathy Keating, Oliver DimsdaleNick BrimbleBradley Hall e Melissa Johns.

A longevidade de um clássico moderno

Estreada originalmente em 2014 e baseada nas personagens criadas por James Runcie, Grantchester conseguiu manter-se relevante ao longo de dez temporadas, reinventando-se com novas personagens sem perder o seu ADN. A troca de protagonistas — com Alphy a suceder ao carismático Sidney Chambers (James Norton) e depois a Will Davenport (Tom Brittney) — provou ser um sucesso junto dos fãs, mantendo os índices de audiência elevados tanto no Reino Unido como nos EUA.

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Se ainda não se rendeu aos encantos de Grantchester, talvez esteja na altura. E se já é fã, então sabe que o verdadeiro prazer da série não está apenas nos crimes — está nos olhares trocados ao som do sino da igreja, nas conversas à sombra de uma macieira e nas tensões que fervilham sob a superfície de uma comunidade aparentemente pacífica.

Ice Road: Vengeance — Liam Neeson Está de Volta (Mas Já Não Há Gelo Que Aguente)

O regresso do herói dos 70, ou do herói de 70 anos… é uma descida acidentada por estradas de montanha… e pela repetição cansada de fórmulas que já deram o que tinham a dar.

Confesso: ainda gosto de ver Liam Neeson a dar uns murros bem dados, com aquele ar de quem já devia estar em casa a beber chá e a ver documentários da BBC. Mas Ice Road: Vengeance leva essa fidelidade ao template do “homem em sofrimento com passaporte para a pancadaria” a um novo extremo — e não necessariamente pelos melhores motivos.

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A primeira coisa a assinalar: apesar do título, não há uma única estrada de gelo no filme. Nada. Zero. Neve há alguma, vá, mas gelo traiçoeiro por baixo de camiões a ranger? Esqueçam. O que temos aqui é Liam Neeson a tentar escalar o Evereste com um pote de cinzas do irmão falecido e a tropeçar numa conspiração internacional com tiroteios, políticos corruptos e um autocarro turístico transformado em Mad Max dos Himalaias.

Neeson, sempre em sofrimento, agora com cinzas num Tupperware

Mike McCann (Neeson), o camionista traumatizado do primeiro Ice Road, volta aqui consumido pela culpa e determinado a cumprir o último desejo do irmão: espalhar as suas cinzas no topo do mundo. Mas, claro, antes de chegar ao campo base, já está metido numa luta dentro de um autocarro colorido, ao lado de uma guia de montanha interpretada por Fan Bingbing, que surpreendentemente tem mais habilidades de artes marciais do que o currículo de alpinista deixaria prever.

Daí em diante, o filme transforma-se num desfile de clichés dignos de um direct-to-DVD da década passada. Há vilões genéricos com nomes exóticos, um professor americano com mais contactos do que o James Bond e até uma adolescente insuportável que passa de influencer mimada a justiceira de mochila às costas. Tudo isto embrulhado num guião que parece ter sido escrito por uma IA viciada em filmes de acção de domingo à tarde.

É tudo muito tonto, mas sem a graça que podia ter

O grande problema de Ice Road: Vengeance não é ser ridículo — isso até podia jogar a seu favor. O problema é ser aborrecidamente ridículo. As cenas de acção não têm energia, os murros parecem ensaiados em câmara lenta e os efeitos especiais têm o ar plastificado de quem gastou o orçamento todo a alugar um drone e esqueceram-se das balas digitais.

A fotografia é claustrofóbica, com aquele brilho de telenovela que nem a paisagem do Nepal consegue salvar. E, por mais que Neeson se esforce, já se nota o cansaço. Há flashbacks com de-aging do irmão Gurty tão embaraçosos que mais valia terem usado uma máscara de Halloween e dizer “aceitem, é ele em jovem”.

Talvez esteja na hora de pendurar o casaco de cabedal

No fundo, este Ice Road: Vengeance é mais um capítulo na longa saga do “Liam Neeson Cansado Mas Letal™”. Só que o cansaço já começa a sobrepor-se à letalidade. Com quase duas horas de duração e muito pouco a acontecer que não tenhamos visto antes (e melhor), este é o tipo de filme que se esquece mal acaba. A não ser, claro, que estejam a fazer maratonas de filmes de acção por inércia.

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Talvez o próximo projecto, a tal comédia Naked Gun em modo paródia, seja o descanso que o nosso herói merece — e o refrescar da carreira que todos nós precisamos. Porque por este caminho, nem o Evereste salva.

Idris Elba e John Cena Salvam o Mundo (e o Streaming) em Heads of State : O Filme de Acção que Está a Dominar a Prime Video

Explosões, piadas secas e rivalidades diplomáticas: Heads of State  não reinventa a roda, mas acelera sobre ela como um tanque em fúria.

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Duas cabeças pensam melhor do que uma… mesmo quando uma pertence ao Presidente dos EUA e a outra ao Primeiro-Ministro do Reino Unido. Heads of State, o novo filme de acção da Prime Video, junta Idris Elba e John Cena numa improvável (mas eficaz) aliança diplomática explosiva. E o público parece ter adorado o caos: o filme lidera o top de visualizações global da plataforma e tem surpreendido pela recepção positiva.

Realizado por Ilya Naishuller (Hardcore HenryNobody) e com um elenco recheado de caras conhecidas — Priyanka Chopra Jonas, Jack Quaid, Paddy Considine, Stephen Root e Carla Gugino — Heads of State é um daqueles casos raros em que a fórmula do “buddy action movie” funciona mesmo. À boa maneira de Máquina Mortífera ou Bad Boys, aqui temos um par disfuncional com armas, sarcasmo e problemas diplomáticos para resolver… a tiro.

Um avião presidencial, dois líderes e zero paciência

Na história, Sam Clarke (Idris Elba) é o durão Primeiro-Ministro britânico, veterano do exército e estratega imperturbável. Will Derringer (John Cena) é o Presidente americano em fim de carreira, ex-estrela de acção e egocêntrico profissional. Os dois estão em plena rivalidade política quando são forçados a unir esforços após serem abatidos a bordo do Air Force One.

O que se segue? Um festival de perseguições, tiroteios e piadas secas por meio mundo, enquanto os dois líderes tentam escapar a um inimigo global e salvar aquilo a que se costuma chamar… “o mundo livre”. Nada de novo — mas aqui, feito com ritmo, charme e uma química irresistível entre os protagonistas.

E a crítica… gostou?

Surpreendentemente, sim. Apesar de o filme assumir sem vergonha os tiques de uma action comedy de série B, Heads of State arrecadou uns respeitáveis 82% de aprovação do público no Rotten Tomatoes, com a crítica a ficar-se pelos 68%. O consenso resume bem a coisa:

Heads of State aborda a geopolítica com leveza talvez excessiva, mas a parceria cómica entre Elba e Cena mantém-se firme neste entretenimento cheio de estilo.”

Will Sayre, da MovieWeb, não ficou totalmente convencido, mas não poupou elogios ao humor seco de Elba, considerando-o “o grande trunfo do filme” e sugerindo que da próxima vez o actor merecia um guião “com mais frases matadoras”.

Sequência à vista?

Com o sucesso estrondoso no streaming, a pergunta inevitável é: vamos ter Heads of State 2? A resposta, ao que parece, depende mais da Amazon do que de falta de vontade. O realizador Ilya Naishuller já mostrou interesse em regressar:

“Se as pessoas virem o filme, se gostarem e se a Amazon achar que faz sentido fazer uma sequela… absolutamente!”

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Tendo em conta a recepção calorosa, as probabilidades de vermos Elba e Cena a salvar novamente o mundo parecem bem reais. E honestamente? Que venham mais balas, mais sarilhos diplomáticos e mais piadas sobre protocolos internacionais.

“Heads of State”: Cena e Elba em Modo Ação-Buddy Movie, Mas o Roteiro Fica Aquém da Promessa

O Presidente dos Estados Unidos e o Primeiro-Ministro do Reino Unido caminham juntos por uma Europa em chamas, mas o maior fogo vem das piadas – nem sempre certeiras – de um argumento que desperdiça o seu elenco estelar.

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No novo filme de Ilya Naishuller (Nobody), Heads of State, o grande trunfo é mesmo o elenco: John Cena como um presidente americano saído diretamente de um franchise de ação, e Idris Elba como um primeiro-ministro britânico digno de Cambridge, sério e sisudo. A química entre ambos faz centelha, mas a faísca raramente se transforma em incêndio.

A premissa até promete: Will Derringer (Cena), um ex-ator de filmes de ação transformado em Presidente dos EUA, com a campanha “Se o fizemos no box office, faremos na Sala Oval”, vê-se forçado a embarcar numa viagem diplomática com Sam Clarke (Elba), um primeiro-ministro em queda nas sondagens. O objetivo? Uma ação de charme conjunta. O resultado? Um voo em Air Force One transformado num atentado violento, com os dois a saltarem de paraquedas para trás da Cortina de Ferro.

O início tem sabor a sátira: um presidente showbiz com bom coração mas sem treino político, e um líder europeu desencantado com o estado da geopolítica. O sarcasmo está lá (“Não és um DJ em Las Vegas, és o Comandante Supremo”, diz Clarke com desdém), mas rapidamente dá lugar à fórmula.

Depois da queda do avião, os líderes tornam-se fugitivos e improváveis parceiros numa travessia por países do Leste europeu, enquanto o mundo acredita que morreram. O filme assume aqui a sua verdadeira identidade: uma buddy comedy de ação com tiroteios, perseguições e frases de efeito. O melhor momento? Uma fuga em marcha-atrás pelas ruas de Varsóvia a bordo da limousine presidencial “The Beast”.

No entanto, a estrutura previsível e o argumento pouco inspirado tiram força ao filme. O humor dilui-se nas sequências de ação, e a suposta sátira política é deixada para segundo plano – até surgir, num momento quase perdido, uma vilania “America First” que tenta colar o vilão ao trumpismo, mas sem grande subtileza ou impacto.

Priyanka Chopra Jonas é introduzida como agente dupla MI6-CIA, mas desaparece durante grande parte do filme. Quando regressa, revela-se mais eficiente do que os protagonistas, embora o clímax final pareça retirado de um genérico de videojogo – repleto de duplos à vista.

O resto do elenco, com Paddy Considine, Jack Quaid e Carla Gugino, é competente mas pouco explorado. O realizador Naishuller entrega cenas de ação bem coreografadas, mas a sensação é de déjà vu constante.

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Heads of State é um filme que tinha potencial para algo mais ousado – uma comédia política afiada, uma sátira explosiva sobre o estado das democracias modernas. Em vez disso, joga pelo seguro e entrega entretenimento passageiro, sustentado pelo carisma dos protagonistas. Não é um desastre diplomático… mas também não é memorável.

O Lado Negro de Stanley Ipkiss: Porque Está na Hora de Dar à Máscara a Reboot que Merece

🎭💥 Jim Carrey a dançar “Cuban Pete” é uma imagem gravada na retina de qualquer criança dos anos 90. The Mask(1994) foi um sucesso instantâneo, misturando humor desenfreado, efeitos visuais revolucionários e uma performance inesquecível de Carrey. Mas poucos sabem que por detrás do filme PG-13 existe uma origem muito mais sombria — e surpreendentemente fascinante.

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Na verdade, a personagem The Mask nasceu nas páginas de uma banda desenhada da Dark Horse Comics… e era tudo menos fofinha. Decapitações, caos urbano, professores aterrorizados e mísseis disparados sobre polícias corruptos. Sim, é verdade: o Stanley Ipkiss original não era um palhaço adorável. Era uma bomba de loucura homicida à espera de explodir. E há provas disso – num obscuro jogo de PC de 1994 que poucos se lembram de ter existido.

“The Mask: The Origin”: Uma Joia Digital Esquecida

Em plena era do CD-ROM, a Softkey aliou-se à Dark Horse para lançar uma adaptação digital dos cinco primeiros volumes da BD original. O resultado? The Mask: The Origin, uma espécie de motion comic com narração completa, efeitos visuais e cenas sangrentas animadas com um nível de empenho que ultrapassa muitos projetos independentes actuais.

Disponível hoje no YouTube (sim, já lá anda desde 1994!), esta versão da história é um vislumbre do que The Maskpoderia ser se Hollywood tivesse tido coragem de abraçar o seu lado mais negro. Em vez de um excêntrico super-herói ao estilo Tex Avery, temos um vigilante vingativo e instável que personifica a raiva reprimida de um homem humilhado — e que não hesita em usar métodos brutais para se impor.

Porque o Cinema Está Pronto Para Esta Versão

Desde Deadpool a Venom, o público já se habituou a protagonistas ultra-violentos com um sentido de humor distorcido. O que antes parecia demasiado arriscado para o grande público, agora é uma aposta segura. E The Mask, com o seu ADN anárquico e irreverente, encaixa perfeitamente neste novo cenário.

Ao contrário do filme com Jim Carrey, que termina com uma nota alegre e quase romântica, a história original mergulha nas consequências psicológicas de usar a máscara. A personagem do tenente Kellaway, por exemplo, torna-se uma figura trágica, consumida pela raiva e pela perda de controlo. Há espaço aqui para explorar temas como identidade, loucura e violência justificada — e isso dá pano para mangas no cinema actual.

Jim Carrey Foi Brilhante — Mas a Máscara Pode Ter Outra Cara

Não estamos a sugerir substituir ou apagar a versão de 1994. Aquela performance permanece lendária. Mas e se agora, passados 30 anos, revisitássemos o mito com novos olhos? Um reboot sombrio, com classificação para maiores de 18 anos, inspirado directamente nos comics, poderia transformar The Mask num fenómeno de culto para uma nova geração. Um filme que misture o caos do Joker, o humor negro de The Boys e o visual desvairado de um Sin City.

Seria o regresso triunfal de uma das personagens mais malucas — e mal interpretadas — dos anos 90.

Sunshine: O Filme de Ficção Científica Que Antecipou o Futuro (E Que o Público Ignorou)

📺 The Mask (1994) está disponível em streaming no Tubi, Prime Video e YouTube. O motion comic The Mask: The Origin pode ser visto gratuitamente no YouTube aqui

Jude Law Quase Trocava Oscar por Baionetas: O Dia em Que Quase Entrou em The Patriot

🎬 E se Jude Law tivesse trocado a sua elegância britânica por um uniforme vermelho e um sotaque maníaco ao serviço do império? Por pouco isso não aconteceu. O galã de olhos claros que nos deu The Talented Mr. Ripley e Cold Mountainesteve mesmo perto de se juntar a Mel Gibson em The Patriot, o épico da Guerra da Independência realizado por Roland Emmerich. E, convenhamos, a história teria sido muito diferente…

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O Patriota com Sotaque de Oxford?

Em 2000, The Patriot era uma superprodução com cheiro a Oscar e sabor a pipoca. Mel Gibson estava no auge da carreira (antes de… bem, sabermos o que sabemos hoje) e foi pago uns estonteantes 25 milhões de dólares para liderar o filme como Benjamin Martin — uma espécie de Braveheart americano, agricultor de dia e máquina de vingança de noite. Do outro lado da barricada, como o infame coronel britânico William Tavington, entrou Jason Isaacs, hoje conhecido por muitos como Lucius Malfoy, mas que por pouco não ficou sem o papel.

Segundo o próprio Isaacs, numa entrevista recente ao Collider, a produção estava a aguardar resposta de… Jude Law. Sim, o eterno Dickie Greenleaf de Ripley tinha sido o primeiro nome a quem ofereceram o papel do vilão. Durante semanas, o estúdio esperou que Law se decidisse. E, só depois da bênção de Gibson, Law recusou. Isaacs entrou e, com uma gargalhada maquiavélica e muito bigode metafórico, tornou-se num dos vilões mais detestáveis do cinema da época.

O que teria acontecido se Law tivesse dito “sim”?

A pergunta é boa. The Patriot foi filmado antes de The Talented Mr. Ripley estrear e levar Jude Law à sua primeira nomeação ao Óscar. Na altura, era apenas uma aposta promissora, com o charme aristocrático e um talento dramático evidente, mas ainda não a estrela incontornável em que se tornou nos anos seguintes. A presença de Law no papel de Tavington teria provavelmente adicionado uma sofisticação sinistra à personagem. Mas também corria o risco de o colar a papéis de vilão europeu refinado ao serviço de heróis norte-americanos musculados — algo que poderia ter limitado a sua carreira criativa.

Ainda assim, há quem diga que teria sido um passo lógico. Afinal, Heath Ledger, outro actor em ascensão na altura, foi escolhido para interpretar Gabriel, o filho idealista de Mel Gibson. Imaginem só: Ledger e Law, lado a lado, a representar os dois lados de uma guerra — um com caracóis dourados e esperança no olhar, o outro com sotaque cortante e uma baioneta nas costas. Teria sido icónico? Possivelmente. Mas também teria afastado Law de papéis mais subtis e complexos.

Tudo acabou por correr bem (para quase todos)

Jason Isaacs agarrou o papel com unhas e dentes (e dentes afiados, já agora) e ofereceu-nos um vilão absolutamente detestável, como manda a tradição dos filmes de guerra de Hollywood. Jude Law, por sua vez, trocou a guerra de independência americana pela guerra civil americana em Cold Mountain, onde brilhou ao lado de Nicole Kidman e voltou a ser nomeado ao Óscar. E Mel Gibson… bem, o Mel Gibson dessa época já é outra história.

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The Patriot continua a ser visto como um dos grandes épicos do início dos anos 2000, ainda que recheado de licenças históricas e com um tom de bandeira ao vento. Mas agora sabemos que, num universo paralelo, esse vilão impiedoso podia ter sido Jude Law, com a sua beleza melancólica a fazer-nos duvidar de que lado deveríamos realmente estar.

O Patriota pode ser visto em streaming no Netflix e no Prime Video, e pode ser alugado no AppleTV

O regresso explosivo de Fast X aos tops de streaming 🌍💥

Com Jason Statham, Alan Ritchson e companhia, a saga continua a acelerar — até quando?

Fast X, a décima entrada da saga Velocidade Furiosa, pode ter deixado os críticos a torcer o nariz (56% no Rotten Tomatoes), mas isso não impediu o filme de conquistar o público — e agora também as plataformas de streaming. A longa-metragem, protagonizada por Jason Statham, Vin Diesel, Alan Ritchson e um elenco que parece um festival de superestrelas, está de volta aos holofotes graças à sua escalada meteórica nas tabelas de visualizações em todo o mundo.

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E não estamos a falar só dos mercados habituais. Fast X está entre os filmes mais vistos em territórios tão diversos como Hong Kong, Gana ou Moçambique. Nos Estados Unidos, está disponível na Starz, enquanto que internacionalmente domina nas vendas digitais do iTunes.

704 milhões de razões para continuar a saga

Com um orçamento gigantesco de 340 milhões de dólares, Fast X conseguiu arrecadar 704 milhões de bilheteira — o suficiente para evitar o desaire financeiro, mas longe dos números estratosféricos de capítulos anteriores. Ainda assim, o interesse não desapareceu. Pelo contrário: a presença constante da franquia no imaginário pop, aliada ao poder das suas estrelas, continua a garantir gasolina no depósito.

Alan Ritchson, o musculado protagonista da série Reacher, junta-se aqui à trupe explosiva da saga, reforçando a componente física e carismática que tantos fãs adoram. Já Jason Statham, no papel de Deckard Shaw, tem pouco tempo de ecrã, mas suficiente para garantir que regressa em força em Fast X: Part 2.

O crossover que os fãs pediram está a chegar?

Um dos momentos mais comentados de Fast X foi o regresso surpresa de Dwayne Johnson como Luke Hobbs na cena pós-créditos. A cena serve como pista para o que está para vir — nomeadamente a possibilidade de uma nova aliança entre Hobbs e Shaw. A tão falada sequela de Hobbs & Shaw continua envolta em mistério, mas esta aparição reacendeu as esperanças dos fãs.

Entretanto, o elenco de Fast X parece uma reunião de galácticos do cinema de acção: Vin Diesel, Michelle Rodriguez, Brie Larson, Jason Momoa, Charlize Theron, John Cena, Helen Mirren, Nathalie Emmanuel, Tyrese Gibson, Ludacris e até Scott Eastwood. Uma autêntica parada de estrelas que eleva o caos controlado e os carros voadores a um nível quase mitológico.

E agora?

A segunda parte de Fast X, anunciada como a última entrada da saga principal (embora isso já tenha sido dito antes…), está prevista para 2026 e deverá reunir novamente Jason Statham e Dwayne Johnson num último sprint cheio de pancadaria, explosões e frases de efeito.

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Enquanto isso, Fast X está a fazer sucesso nas plataformas de streaming — provando que, mesmo com uma década de filmes às costas e um conceito que desafia as leis da física, a saga ainda tem combustível para queimar.

Eddie Murphy e Pete Davidson em “The Pickup”: assalto, confusão e uma ex mal-intencionada! 💥😂

O novo trailer da comédia de acção da Amazon Prime Video promete gargalhadas, perseguições e uma ex com planos muito perigosos

Imagina esta cena: és um condutor de carrinha blindada, estás a fazer mais uma daquelas rotinas tranquilas (ou pelo menos previsíveis), quando de repente dás por ti no meio de um assalto… e a líder dos criminosos é uma ex com quem tiveste um “casual encounter”. Pois é, Travis, a vida dá muitas voltas — e nenhuma delas parece boa neste caso.

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Vem aí The Pickup, a nova comédia de acção com Eddie Murphy e Pete Davidson, e o trailer oficial já nos deixa com vontade de marcar na agenda o dia 6 de Agosto de 2025, quando estreia globalmente na Amazon Prime Video. 🎬

O golpe (muito) mal parado

Eddie Murphy é Russell, o experiente condutor da carrinha de valores, e Pete Davidson é Travis, o mais impulsivo e desastrado parceiro de rota. O que devia ser um simples levantamento de dinheiro transforma-se num pesadelo digno de heist movie… mas com muitas gargalhadas pelo meio.

A responsável por todo o caos é Zoe (Keke Palmer), uma criminosa carismática e implacável, que lidera um plano de roubo de 60 milhões de dólares. Como se isso não bastasse, ela também ameaça a esposa de Russell, interpretada por Eva Longoria — o que coloca ainda mais pressão na dupla protagonista.

Ah, e claro, Zoe é também a tal ex com quem Travis teve um caso de uma noite. Porque a vida tem sempre sentido de humor. Ou talvez não.

Humor à Murphy, caos à Davidson

O trailer deixa claro que o filme vai apostar forte na química entre Eddie Murphy e Pete Davidson. O primeiro continua a mostrar porque é uma lenda da comédia, com aquele timing impecável e olhar de “não tenho paciência para isto”. Davidson, por outro lado, é o perfeito caos ambulante, sempre prestes a meter os pés pelas mãos — o que, para nós, é óptimo sinal.

Realizado por Tim Story (BarbershopRide Along), The Pickup conta ainda com um elenco recheado: Jack Kesy, Marshawn Lynch (sim, o ex-NFL!), Roman Reigns (sim, o wrestler!) e Andrew Dice Clay juntam-se à festa para dar mais cor, músculo e nonsense à narrativa.

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Quando e onde podemos ver?

The Pickup estreia a 6 de Agosto de 2025 no Amazon Prime Video, tanto em Portugal como no Brasil — por isso não há desculpa para perder esta aventura. Se gostas de filmes de assaltos com twists inesperados, personagens exageradas e humor a cada esquina… esta é a tua próxima paragem.

Se preferir ver o trailer original clique aqui

“Geração V” já tem data de regresso — e o trailer promete sangue, superpoderes e segredos obscuros 💥🩸

A segunda temporada da série do universo “The Boys” estreia a 17 de Setembro na Prime Video… com muitas perguntas por responder

Amazon Prime Video confirmou finalmente aquilo que os fãs esperavam ansiosamente: a segunda temporada de “Geração V” estreia-se já no próximo 17 de Setembro, com direito a três episódios de rajada logo no arranque. Os restantes serão lançados semanalmente até ao grande final, agendado para 22 de Outubro.

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Juntamente com o anúncio, foi divulgado um trailer teaser na CCXP México, que deixou o público entre o entusiasmo e a inquietação.


Um regresso marcado pela ausência de Andre Anderson

Um dos grandes momentos do teaser foi a confirmação da ausência de Andre Anderson, personagem interpretado por Chance Perdomo, falecido tragicamente num acidente de mota em Março do ano passado. A série aborda esse desaparecimento de forma misteriosa: no trailer, ficamos a saber que Andre está desaparecido, e o seu pai, o antigo super-herói Polarity (Sean Patrick Thomas), está à sua procura.


Bem-vindos novamente à Universidade Godolkin… onde nada é o que parece

Situada no universo diabólico de “The Boys”, “Geração V” continua a explorar os corredores pouco recomendáveis da Universidade Godolkin, onde jovens superpoderosos são moldados para servir interesses bem mais sombrios do que salvar o mundo.

Nesta nova temporada, a narrativa ganha novas camadas com a chegada de um novo directorDean Cipher (interpretado por Hamish Linklater), que introduz um plano de estudos mais ambicioso — e perigoso — do que nunca.


Heróis celebrados… mas traumas que não desaparecem

Cate e Sam são agora aclamados como heróis nacionais, enquanto MarieJordan e Emma regressam ao campus com o peso emocional da temporada anterior. As festas, aulas e romances universitários dão rapidamente lugar a uma tensão crescente entre humanos e super-humanos, com a descoberta de um programa secreto que remonta à fundação da Universidade Godolkin.

E como se isso não bastasse, Marie descobre que pode estar no centro de tudo


Elenco reforçado e promessas de caos

O elenco volta a reunir Jaz SinclairLizze BroadwayMaddie PhillipsLondon ThorDerek LuhAsa Germann e Sean Patrick Thomas. A novidade deste ano é a entrada de Hamish Linklater como o misterioso e carismático director da universidade.

“Geração V” está de volta com a mesma energia irreverente, violenta e satírica que conquistou os fãs de “The Boys”. Com a promessa de revelações, conspirações e conflitos à escala global, a série promete ser uma das grandes apostas da Prime Video neste segundo semestre.

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Se ainda não viste a primeira temporada… tens até Setembro para entrar nesta universidade onde se aprendem as piores lições de poder.

The Accountant 2 chega esta semana ao Prime Video — Ben Affleck de volta ao papel mais letal da contabilidade 📊🔫

Depois do sucesso nas salas de cinema, a sequela protagonizada por Ben Affleck e Jon Bernthal estreia em streaming a 5 de Junho

A espera acabou: The Accountant 2, a muito aguardada sequela do thriller de acção com Ben Affleck, chega finalmente ao Prime Video já esta quarta-feira, 5 de Junho — com estreia simultânea em Portugal e no Brasil. Depois de um sólido desempenho nas bilheteiras (com mais de 101 milhões de dólares de receita mundial), o filme prepara-se agora para conquistar o público de sofá.

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De regresso aos números… e às armas

Ben Affleck volta ao papel de Christian Wolff, o enigmático génio da contabilidade que, além de lidar com balanços e auditorias, também sabe lidar com armas e conspirações mortais. Ao seu lado está novamente Jon Bernthal, no papel de Brax, o irmão distante e altamente perigoso, numa dupla que promete elevar o conceito de “buddy action movie” a novos níveis de brutalidade.

A realização volta a estar nas mãos de Gavin O’Connor, com argumento de Bill Dubuque, o mesmo da primeira longa-metragem. No elenco destacam-se ainda Cynthia Addai-RobinsonDaniella PinedaAllison Robertson e o veterano J.K. Simmons.


Contabilidade de alto risco

A sinopse oficial é clara:

“Christian Wolff tem um talento único para resolver problemas complexos. Quando um conhecido é assassinado e deixa para trás uma mensagem críptica — ‘encontra o contabilista’ —, Wolff é forçado a investigar. Para lidar com a crescente ameaça, recruta o seu irmão Brax. Em parceria com a directora-adjunta do Tesouro dos EUA, Marybeth Medina, desvendam uma conspiração mortal, tornando-se alvos de uma rede de assassinos dispostos a tudo para manter os segredos enterrados.”


Um clássico moderno do cinema de acção?

A crítica especializada já elogiou o tom “old-school” do filme. Para Chris Bumbray, do JoBloThe Accountant 2 é um “buddy movie” explosivo:

“Ben Affleck e Jon Bernthal estão no seu melhor. Para quem cresceu com os filmes de acção dos anos 90, este é um banquete. E o foco extra na caracterização só adoça o prato. Que venha The Accountant 3!”.


E sim… há planos para o terceiro

Segundo o próprio Gavin O’Connorhá vontade de continuar a história — e até de trazer de volta Anna Kendrick, que interpretou Dana Cummings no primeiro filme, uma das poucas ligações humanas verdadeiras de Christian Wolff.

“Talvez esteja na hora de Christian ter o amor que merece”, disse o realizador. Kendrick, ao que parece, já confirmou que estaria totalmente disponível para regressar.


Conclusão

Se gostaste do primeiro The Accountant, esta sequela não é para adiar — é para ver logo que estrear. Com cenas de acção intensas, humor seco, irmãos disfuncionais e uma trama de conspiração à escala governamental, The Accountant 2confirma que o contabilista mais letal do cinema ainda tem muito para ajustar… e, quem sabe, encontrar o seu próprio equilíbrio.

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Carrie está de volta — agora em versão série na Prime Video, com elenco já confirmado

Mike Flanagan lidera a nova adaptação do clássico de Stephen King, com Summer Howell no papel da adolescente com poderes telecinéticos e Samantha Sloyan como a sua aterradora mãe

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Preparem-se para mais sangue, prom e vingança sobrenatural: Carrie, o romance que lançou Stephen King ao estrelato em 1974, vai regressar — desta vez como série da Prime Video, com Mike Flanagan ao leme criativo e um elenco de peso já confirmado.

As protagonistas: Summer Howell e Samantha Sloyan

No papel da icónica Carrie White, a adolescente ostracizada que descobre poderes telecinéticos com resultados devastadores, estará Summer Howell, actriz que já passou por títulos como Cult of Chucky e produções Hallmark.

A seu lado estará Samantha Sloyan, habitual colaboradora de Mike Flanagan, no papel de Margaret White, a mãe fanática religiosa que representa o verdadeiro terror doméstico da história.

O resto do elenco (e há nomes surpreendentes)

A acompanhar as protagonistas, a série contará ainda com:

  • Alison Thornton (School Spirits) como Chris Hargensen
  • Thalia Dudek (Doctor Who) como Emaline
  • Siena Agudong (Sidelined: The QB and Me) como Sue Snell
  • Amber Midthunder (PreyLegion) como Miss Desjardin
  • Josie Totah (The Buccaneers) como Tina
  • Arthur Conti (Beetlejuice Beetlejuice) como Billy
  • Joel Oulette (My Life With the Walter Boys) como Tommy
  • Matthew Lillard (The Life of ChuckGood Girls) como Director Grayle

Um regresso aos clássicos… com toque moderno

A Prime Video descreve a série como uma “reinterpretação arrojada e actual” da história de King. Com o envolvimento de Flanagan, conhecido pelas suas adaptações sensíveis e sombrias (Doctor SleepGerald’s GameMidnight Mass), espera-se que esta nova versão explore não só o horror visceral da obra, mas também temas contemporâneos como bullying, repressão, identidade e empoderamento feminino.

A produção está a cargo dos estúdios Amazon MGM, com Flanagan e o produtor Trevor Macy a assumirem a produção executiva através da sua Intrepid Pictures.

A herança de Carrie

Publicada em 1974, Carrie foi o primeiro romance de Stephen King e deu origem à célebre adaptação de Brian De Palma, em 1976, com Sissy Spacek e Piper Laurie. O filme original tornou-se um clássico absoluto do terror, sendo ainda hoje uma referência incontornável do género.

A nova versão de Carrie tem tudo para ser um dos grandes eventos televisivos do ano: elenco talentoso, criador de culto ao leme e uma história que continua a ressoar em cada geração. Se a série for tão intensa quanto promissora, vai ser impossível desviar o olhar… mesmo quando tudo começar a arder.

Afinal o Dr. House enganava-se… e muito! 👨‍⚕️💊

Estudo croata desmonta o génio da medicina televisiva e revela 77 erros em 177 episódios

Ele era brilhante, rude, viciado em analgésicos e tinha uma bengala. Mas acima de tudo, era um génio… ou não? Um grupo de médicos croatas decidiu pôr o Dr. House à prova — e os resultados não são propriamente dignos de uma carta de recomendação da Ordem dos Médicos.

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Segundo um artigo científico recente, a série House M.D. — que foi transmitida entre 2004 e 2012 e tornou Hugh Laurie uma estrela mundial — está repleta de imprecisões médicas. No total, os investigadores identificaram 77 erros ao longo dos 177 episódios. E nem a bengala foi poupada.

Diagnósticos brilhantes… ou só mesmo brilharetes?

A análise foi conduzida por Denis Cerimagic, professor da Universidade de Dubrovnik, e os neurologistas Goran Ivkic e Ervina Bilic — todos fãs confessos da série, o que só torna as críticas mais saborosas.

Os erros foram agrupados em cinco categorias, desde terminologia médica incorrecta a momentos que entraram directamente na categoria de “simplesmente estranho”. Entre os exemplos, estão o uso de termómetros de mercúrio (há muito proibidos), o tratamento de uma deficiência de vitamina B12 com uma única injecção, ou o clássico tropeço entre “ataque cardíaco” e “paragem cardíaca”, como se fossem sinónimos.

Ah, e aquela cena em que um neurologista faz uma colonoscopia? Pois. Também não passou.

A bengala de House: usada do lado errado (e não é piada)

Segundo os investigadores, a maior falha de todas está mesmo debaixo dos nossos olhos: a bengala usada por Gregory House é empunhada… do lado errado. O protocolo médico é simples — deve ser usada do lado oposto à perna afectada. Mas, por razões televisivas (ou de enquadramento dramático), Laurie optou por fazê-lo ao contrário. E foi assim durante oito temporadas.

“Compreendemos a decisão, é mais eficaz visualmente. Mas está clinicamente errado”, diz Cerimagic.

Ressonâncias em tempo recorde e médicos-detectives (literalmente)

A investigação aponta também a rapidez surreal com que certos exames laboratoriais são apresentados — como se um painel completo de toxinas levasse apenas duas horas a sair. Além disso, a série adorava mostrar médicos a invadir casas dos pacientes à procura de mofo ou venenos exóticos. Na vida real, não só seria ilegal como altamente improvável.

Sem falar da ética médica… ou da falta dela. Há episódios em que House larga diagnósticos letais como se estivesse a anunciar o menu do dia: “tumor cerebral, ela vai morrer”, diz, com a subtileza de uma porta de ferro.

Crítica com fins pedagógicos

Apesar das críticas, os investigadores não estão aqui para cancelar House M.D.. Pelo contrário. Afirmam que a série pode ser uma ferramenta útil no ensino médico — precisamente por conter tantos erros. Segundo Cerimagic, os episódios poderiam ser usados para treinar estudantes a identificar falhas clínicas, fomentar o trabalho em equipa e discutir abordagens diagnósticas realistas.

“Só profissionais médicos percebem estes erros”, diz o neurologista, notando que House M.D. está longe das barbaridades médicas que se viam na televisão de há 20 anos, quando se analisavam radiografias… ao contrário.

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House M.D. continua a ser uma das séries mais icónicas da televisão — mas o seu génio era, afinal, mais televisivo do que científico. Ainda assim, como objecto de entretenimento (e agora, de estudo académico), continua a ser fascinante. Porque, mesmo a errar, o Dr. House conseguia sempre entreter. E no fim, como ele próprio dizia: “Everybody lies”. Até a série, pelos vistos.

Segredos, irmãs e um cadáver à mistura: Jessica Biel e Elizabeth Banks brilham em The Better Sister

Nova série da Prime Video adapta bestseller de suspense e promete mexer com os nervos dos espectadores

Preparem-se para dramas familiares, revelações explosivas e aquele tipo de tensão que se sente logo no primeiro olhar entre duas irmãs que claramente têm contas por ajustar. The Better Sister, a nova série da Amazon Prime Video, estreia com Jessica Biel e Elizabeth Banks como protagonistas — e a premissa já nos deixa desconfiados de toda a gente.

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Baseada no romance de Karin Slaughter (autora de Pieces of Her, também adaptada para televisão), a série mergulha num thriller psicológico sobre duas irmãs afastadas pela vida… e reunidas pela morte de um homem que ambas conheceram muito bem.

O enredo: quando a tragédia obriga a escavar o passado

Jessica Biel interpreta Chloe, uma mulher de carreira aparentemente bem-sucedida que vive com o filho adolescente e o marido — até que este é misteriosamente assassinado. Quem reaparece do passado? A irmã, Nicky (Elizabeth Banks), com quem Chloe cortou relações há muitos anos.

O reencontro forçado traz à tona segredos enterrados, traições antigas e verdades incómodas. Nada é o que parece, e o passado de cada uma começa a colidir com o presente, enquanto a investigação do homicídio se adensa.

Jessica Biel no seu território favorito: o lado negro do quotidiano

Depois do sucesso de The Sinner, Jessica Biel volta a mergulhar em personagens atormentadas por segredos e culpa. A atriz, também produtora executiva da série, tem-se revelado uma força silenciosa no mundo das séries criminais e dramáticas — e aqui volta a provar porquê.

Elizabeth Banks, conhecida tanto pela comédia como por papéis mais intensos (Mrs. AmericaLove & Mercy), assume um registo mais sombrio e contido, que contrasta com o ar aparentemente controlado de Biel. O resultado? Uma dinâmica tensa, ambígua e absolutamente viciante.

Aposta forte da Prime Video

The Better Sister junta-se à linha de thrillers de prestígio da Prime Video, com produção da Tomorrow Studios (a mesma de Snowpiercer e Let the Right One In). A série mistura mistério policial com drama psicológico, e aposta forte na atmosfera e na construção lenta — ideal para quem gosta de histórias que se desenrolam como um novelo cheio de nós.

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Ainda não há confirmação oficial sobre o número de episódios ou renovação para segunda temporada, mas os ingredientes estão todos lá: crime, família disfuncional, actrizes de peso e uma história cheia de reviravoltas.

☢️ Fallout Renova para Terceira Temporada — E a Segunda Ainda Nem Estreou!

Prime Video aposta forte no universo pós-apocalíptico da Bethesda, com mais uma temporada já confirmada antes do regresso da série em dezembro

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Parece que o apocalipse está para durar — e os fãs agradecem. A Prime Video confirmou oficialmente que Fallout, a série inspirada no aclamado franchise de videojogos da Bethesda, vai ter terceira temporada, mesmo antes da estreia da segunda, marcada para dezembro de 2025.

A série, produzida por Jonathan Nolan e Lisa Joy (os mesmos de Westworld), conquistou público e crítica com o seu tom irreverente, violento e absurdamente bizarro — fiel ao espírito dos jogos, mas com personalidade própria.

Uma aposta nuclear da Prime Video

“Estamos muito entusiasmados com o facto de os nossos clientes poderem mergulhar ainda mais neste mundo maravilhoso, surreal e fascinante”, declarou Vernon Sanders, responsável máximo pela televisão da Amazon MGM Studios. A decisão de avançar com a terceira temporada antes mesmo da estreia da segunda prova o enorme sucesso da série — e a confiança total da plataforma no seu potencial.

Produção de luxo, elenco de peso

Fallout é protagonizada por:

  • Ella Purnell (Yellowjackets)
  • Aaron Moten (Emancipation)
  • Walton Goggins (The Righteous Gemstones)
  • Kyle MacLachlan (Twin Peaks)
  • Moisés Arias (The King of Staten Island)
  • Frances Turner (The Boys)

A produção mantém-se nas mãos da Amazon MGM Studios, em parceria com a Kilter Films, a Bethesda Game Studios e a Bethesda Softworks. Os showrunners Geneva Robertson-Dworet e Graham Wagner também regressam, agora com ainda mais liberdade para explorar o caos radioativo das Wastelands.

“Sobrevivemos ao apocalipse por mais uma temporada!”

Foi assim que Robertson-Dworet e Wagner celebraram a renovação, num comunicado entusiasmado onde agradeceram à equipa, ao elenco e aos fãs que embarcaram na aventura. Jonathan Nolan e Lisa Joy, por sua vez, garantiram que “as férias chegaram mais cedo este ano” e prometeram “trazer o fim do mundo mais uma vez”.

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Para quem ainda não mergulhou no Vault

Fallout decorre 200 anos após o apocalipse nuclear, e acompanha um grupo de habitantes que viveu toda a vida num abrigo subterrâneo de luxo. Quando são forçados a regressar à superfície, descobrem um mundo grotescamente violento, inesperadamente complexo… e bizarro q.b.

Ou, como descreve a própria Amazon, é a “história dos que têm e dos que não têm, num mundo onde não há quase nada para ter”.

🎄 Michelle Pfeiffer Foge do Caos Familiar em Oh. What. Fun. — A Nova Comédia de Natal da Prime Video

Realizado por Michael Showalter – The Idea of You, o filme chega à Prime Video a 3 de dezembro e promete dar um novo significado à expressão “espírito natalício”

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Este Natal, Michelle Pfeiffer troca os enfeites, a cozinha e as prendas pelo maior luxo de todos: tempo para si própria. A Amazon MGM Studios anunciou a estreia de Oh. What. Fun., comédia natalícia realizada por Michael Showalter, marcada para 3 de dezembro de 2025 na Prime Video.

Inspirado num conto de Chandler Baker (publicado originalmente pela Amazon Original Stories), o filme mostra o que acontece quando a matriarca de uma família disfuncional decide, pela primeira vez, não ser a heroína anónima da quadra festiva. E claro, o caos instala-se — mas agora, sem ela para resolvê-lo.

A matriarca que desaparece… e deixa o Natal em pânico

Pfeiffer interpreta Claire Clauster, aquela mãe que faz tudo: bolachas impecáveis, presentes com laços dignos de loja de luxo e uma casa que parece saída de um catálogo. Mas este ano, enquanto os filhos adultos e o marido andam ocupados com os seus próprios dramas, há um pequeno problema… esquecem-se dela.

Quando finalmente se apercebem que Claire desapareceu, já ela está numa aventura festiva por conta própria — uma que não envolve limpar confettis nem preparar peru. E no meio da fuga natalícia, Claire redescobre o prazer de se priorizar e viver o Natal à sua maneira.

Elenco de luxo com espírito natalício

Para além de Pfeiffer, o elenco é recheado de nomes de peso e talento diversificado, incluindo:

  • Felicity Jones
  • Chloë Grace Moretz
  • Denis Leary
  • Dominic Sessa
  • Danielle Brooks
  • Devery Jacobs
  • Havana Rose Liu
  • Maude Apatow
  • Jason Schwartzman
  • Eva Longoria
  • Joan Chen

O argumento é assinado por Michael Showalter e Chandler Baker. A produção fica a cargo da Semi-Formal Productions, de Showalter e Jordana Mollick (The Eyes of Tammy FayeThe Dropout), em colaboração com a Tribeca Productions, de Jane Rosenthal e Berry Welsh (The Irishman), e ainda Kate Churchill.

Uma comédia natalícia com uma mensagem inesperada

Num mar de filmes natalícios centrados em reconciliações e milagres sazonais, Oh. What. Fun. parece oferecer algo diferente: uma comédia sobre o que significa, realmente, celebrar o Natal — não por obrigação, mas por escolha.

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E se a quadra for, afinal, o melhor momento para desaparecer um bocadinho?

Nicolas Cage é o Novo Homem-Aranha… com Rugas e Gabardina 🕷️🕵️‍♂️

Spider-Noir estreia em 2026 e traz Cage como um super-herói envelhecido e atormentado, num universo noir à la anos 30

Se achavas que já tinhas visto tudo no multiverso do Homem-Aranha, prepara-te: Nicolas Cage é o novo Spider-Man, mas numa versão noir, envelhecida e existencialmente à beira do colapso. O primeiro vislumbre da personagem foi revelado durante a apresentação anual da Amazon, e o impacto foi imediato: Cage está irreconhecível e absolutamente perfeito no papel de um super-herói decadente nos anos 30.

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A série chama-se Spider-Noir e tem estreia marcada para 2026, em exclusivo no canal MGM+ (nos EUA) e no Prime Video à escala global. E sim, será possível vê-la tanto a preto e branco como a cores — o que, segundo Vernon Sanders, chefe da divisão televisiva da Amazon MGM Studios, “é provavelmente a primeira vez que se faz algo deste género”.

Um detetive com teias e trauma

Baseada na banda desenhada Spider-Man Noir da Marvel, a série acompanha um investigador privado envelhecido e desiludido com a vida, que vive na Nova Iorque dos anos 30 e é forçado a confrontar o passado — mais concretamente, o tempo em que foi o único super-herói da cidade. Ou seja, um Homem-Aranha com chapéu fedora, monólogos internos e uma quantidade considerável de remorsos.

Nicolas Cage — que já tinha emprestado a voz à versão animada de Spider-Man Noir em Spider-Man: Into the Spider-Verse — assume agora a personagem em carne e osso. E não vem sozinho: o elenco conta ainda com Lamorne Morris, Brendan Gleeson, Abraham Popoola, Li Jun Li, Karen Rodriguez e Jack Huston, além de um alinhamento de convidados de luxo que inclui Lukas Haas, Cameron Britton e Amanda Schull.

Uma produção com pedigree

Spider-Noir é uma produção da Sony Pictures Television em exclusivo para MGM+ e Prime Video. A realização dos dois primeiros episódios estará a cargo de Harry Bradbeer, conhecido por séries como Fleabag e Killing Eve, enquanto o argumento e a produção executiva ficam nas mãos de Oren Uziel (The Lost City22 Jump Street) e Steve Lightfoot(The PunisherShantaram), que também serão os showrunners.

Mas o maior trunfo criativo talvez esteja no trio de peso que ajudou a desenvolver a série: Phil Lord, Christopher MillerAmy Pascal, a equipa vencedora de Óscar por Spider-Man: Into the Spider-Verse. O selo de qualidade está garantido.

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Um Homem-Aranha como nunca viste

Mais do que mais uma variação do super-herói da Marvel, Spider-Noir promete ser uma reinterpretação ousada e atmosférica da lenda aracnídea — com ecos de cinema noir, dilemas morais, e um protagonista que parece ter saído de um romance policial de Raymond Chandler… com poderes.

🎥 Keanu Reeves e Sandra Bullock juntos novamente — novo thriller romântico marca reencontro 30 anos depois de Speed

É oficial: uma das duplas mais queridas de Hollywood está de volta. Keanu Reeves e Sandra Bullock vão voltar a contracenar num novo filme produzido pela Amazon MGM Studios, quase duas décadas depois da última colaboração em A Casa do Lago (2006) e a impressionantes 30 anos do clássico de acção Speed (1994). O reencontro acontece num projecto ainda envolto em mistério, mas que promete combinar romance e suspense com a maturidade de duas estrelas que nunca perderam a química.

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🚨 Um thriller romântico com pedigree

O novo filme, ainda sem título divulgado, está a ser desenvolvido com argumento de Noah Oppenheim, argumentista de Jackie e cocriador da minissérie Zero Day, protagonizada por Robert De Niro. Segundo fontes próximas da produção, a história será “impulsionadora e emocionalmente densa”, sugerindo uma trama que vai muito além do reencontro nostálgico, apontando antes para uma exploração adulta das segundas oportunidades e dos limites da confiança.

Keanu Reeves e Sandra Bullock assumem igualmente funções como produtores do filme, juntamente com Mark Gordon (que produziu Speed), Bibby Dunn, Sarah Bremner e o próprio Oppenheim. Trata-se, portanto, de um projecto com peso emocional e envolvimento criativo direto das suas estrelas principais.


🕰️ Um reencontro há muito desejado

A decisão de voltar a trabalhar juntos foi amadurecendo ao longo dos anos, mas reacendeu-se em força durante o Beyond Fest 2024, em Los Angeles, que celebrou os 30 anos de Speed com uma sessão especial e conversa entre os dois actores. Ambos confessaram, no palco, que continuavam à procura de um projecto que justificasse o regresso — algo que “valesse a pena e fosse verdadeiramente especial”.

Segundo a própria Bullock, o desafio era “encontrar algo que respeitasse o que fizemos no passado, mas que mostrasse quem somos agora”. Já Keanu, como habitual, foi mais enigmático: “Se for com a Sandy, eu digo sim. Sempre.”


💫 A promessa de uma química intacta

Apesar do segredo em torno do enredo, o anúncio já está a causar entusiasmo entre fãs e críticos. A química entre Bullock e Reeves, elogiada como genuína, comedida e cheia de tensão emocional, foi um dos trunfos de Speed e deu novo fôlego ao romance de A Casa do Lago. A expectativa é que este novo thriller romântico mantenha essa ligação — mas com o peso do tempo e da experiência a torná-la ainda mais rica.

Para a Amazon MGM Studios, o filme representa também uma jogada estratégica: resgatar o poder das estrelas e das histórias humanas numa era dominada por efeitos visuais e propriedades intelectuais recicladas. Não se trata de um remake, reboot ou spin-off, mas de uma história original com duas lendas vivas do cinema contemporâneo.


🎬 O que se sabe para já

  • O filme será filmado entre o final de 2025 e o início de 2026.
  • A realização ainda não foi atribuída, mas o nome de Denis Villeneuve chegou a ser especulado (sem confirmação oficial).
  • Estreia prevista para o segundo semestre de 2026, em salas de cinema e posteriormente no Prime Video.

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Keanu Reeves está neste momento a desenvolver John Wick 5 e uma nova adaptação de Constantine, enquanto Sandra Bullock regressa após uma breve pausa, focada na produção executiva de vários projectos independentes.