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	<title>Prime &#8211; Clube de Cinema</title>
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		<title>&#8220;Citadel&#8221; T2 estreia amanhã: a série mais cara da Amazon tem uma última oportunidade de provar que o dinheiro não foi em vão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 May 2026 20:27:58 +0000</pubDate>
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<p>Em 2023, o Prime Video lançou&nbsp;<em>Citadel</em>&nbsp;com uma fanfarra proporcional ao investimento — e o investimento era de cerca de 300 milhões de dólares para a primeira temporada, um valor que colocava a série entre as produções mais caras da história da televisão. A recepção foi morna: a crítica encontrou uma série de espionagem tecnicamente impecável mas narrativamente sobrecarregada, com demasiada mitologia, demasiados saltos temporais e pouco espaço para que as personagens respirassem. O público foi suficiente para justificar uma segunda temporada — mas a conversa em torno da série nunca atingiu a dimensão que a Amazon esperava.</p>



<p>A segunda temporada estreia amanhã, 6 de Maio, e chega com uma proposta diferente. Priyanka Chopra Jonas e Richard Madden regressam como Nadia Sinh e Mason Kane — os agentes da organização de espionagem independente Citadel, amnésicos restaurados em guerra com a rede criminosa Manticore — mas a produção prometeu um argumento mais contido, com menos dependência da mitologia estabelecida e um ritmo que a primeira temporada reconhecidamente não conseguiu manter. Os showrunners mudaram: David Weil, responsável pela primeira temporada, saiu, e a segunda foi desenvolvida por uma equipa que estudou o que não funcionou antes de escrever uma linha de argumento.</p>



<p>O contexto da franchise importa para perceber o que está em jogo.&nbsp;<em>Citadel</em>&nbsp;é o laboratório da estratégia de universo global da Prime Video: há uma versão italiana —&nbsp;<em>Citadel: Diana</em>&nbsp;— e uma indiana —&nbsp;<em>Citadel: Honey Bunny</em>&nbsp;— a correr em simultâneo, com histórias autónomas que se cruzam com a série principal. É um modelo sem precedentes na televisão de streaming e a Amazon investiu nele com uma seriedade que vai além de uma única série. Se a segunda temporada de&nbsp;<em>Citadel</em>&nbsp;não convencer, o modelo todo é posto em causa.</p>



<p>Para quem não viu a primeira temporada — disponível na íntegra no Prime Video — a segunda foi concebida para funcionar como ponto de entrada, com um episódio de contexto que recapitula o essencial sem exigir que o espectador tenha visto tudo. É uma concessão inteligente que diz muito sobre as lições aprendidas.</p>



<p><a href="https://clubedecinema.pt/demi-moore-chloe-zhao-e-stellan-skarsgard-completam-o-juri-de-cannes-e-a-composicao-diz-muito-sobre-o-que-o-festival-quer-premiar/">Demi Moore, Chloé Zhao e Stellan Skarsgård completam o júri de Cannes — e a composição diz muito sobre o que o festival quer premiar</a></p>



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<p><a href="https://clubedecinema.pt/ralph-fiennes-colin-farrell-e-wagner-moura-num-filme-sobre-um-quadro-branco-fernando-meirelles-realiza/">Ralph Fiennes, Colin Farrell e Wagner Moura num filme sobre um quadro branco — Fernando Meirelles realiza</a></p>
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		<title>&#8220;Mission: Impossible — The Final Reckoning&#8221; está no Prime Video e Tom Cruise merece uma despedida em condições</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Nuno Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 May 2026 20:06:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Em Casa]]></category>
		<category><![CDATA[Prime]]></category>
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					<description><![CDATA[Há filmes que chegam ao streaming de forma silenciosa e merecem mais do que isso.&#160;Mission: Impossible — The Final Reckoning, o oitavo e último filme da saga de Ethan Hunt, estreou nos cinemas em Maio de 2025, chegou ao Prime Video a 3 de Abril e está disponível em Portugal desde então — sem grandes [&#8230;]]]></description>
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<p>Há filmes que chegam ao streaming de forma silenciosa e merecem mais do que isso.&nbsp;<em>Mission: Impossible — The Final Reckoning</em>, o oitavo e último filme da saga de Ethan Hunt, estreou nos cinemas em Maio de 2025, chegou ao Prime Video a 3 de Abril e está disponível em Portugal desde então — sem grandes anúncios, sem campanha de regresso, apenas ali, à espera.</p>



<p>O filme divide a crítica de forma invulgar para um blockbuster desta escala. Com 78% no Rotten Tomatoes, há quem o considere uma conclusão digna de trinta anos de missões impossíveis — o Guardian deu-lhe cinco estrelas, a Rolling Stone chamou-lhe &#8220;o fim de uma era&#8221; — e quem o ache demasiado longo, demasiado expositivo e estruturalmente inferior a&nbsp;<em>Fallout</em>, o ponto alto da série. O que ninguém contesta é Tom Cruise: aos 62 anos, o actor continua a fazer as suas próprias acrobacias, desta vez incluindo uma sequência subaquática que exigiu meses de preparação e uma cena num avião que redefine o que se entende por &#8220;filmado em condições reais&#8221;.</p>



<p>O elenco de regresso inclui Ving Rhames, Simon Pegg, Hayley Atwell e Pom Klementieff. Angela Bassett interpreta a Presidente dos Estados Unidos. Henry Czerny regressa do filme original de 1996 numa função crucial para o segundo acto. A premissa continua a partir de&nbsp;<em>Dead Reckoning</em>: a Entidade — uma inteligência artificial rogue com capacidade de controlar sistemas nucleares globais — ameaça a sobrevivência da civilização, e Ethan Hunt é, uma vez mais, a única pessoa disposta a fazer o que é necessário.</p>



<p>É um filme imperfeito. É também, muito provavelmente, o último de um tipo de blockbuster que deixará de existir quando Cruise decidir parar — cinema de acção filmado em localizações reais, com stunts reais, por um actor que recusa o greenscreen por princípio. Por essa razão, e independentemente das suas imperfeições,&nbsp;<em>The Final Reckoning</em>&nbsp;merece ser visto. Está no Prime Video. Não há desculpa.</p>



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		<title>&#8220;A Casa dos Espíritos&#8221; no Prime Video: Isabel Allende tem finalmente a adaptação que merecia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luisa Jorge]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 16:03:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Em Casa]]></category>
		<category><![CDATA[Prime]]></category>
		<category><![CDATA[A Casa dos Espíritos Prime Video]]></category>
		<category><![CDATA[Isabel Allende série 2026]]></category>
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		<category><![CDATA[série chilena Prime Video]]></category>
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					<description><![CDATA[Havia algo de errado na adaptação de 1993. Não nas intenções — o filme de Bille August era tecnicamente competente, respeitoso até — mas no elenco. Meryl Streep como Clara del Valle, Glenn Close como Férula, Winona Ryder como Blanca, Jeremy Irons como Esteban Trueba: actores excelentes, escolhas desastrosas. O romance de Isabel Allende, publicado [&#8230;]]]></description>
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<p>Havia algo de errado na adaptação de 1993. Não nas intenções — o filme de Bille August era tecnicamente competente, respeitoso até — mas no elenco. Meryl Streep como Clara del Valle, Glenn Close como Férula, Winona Ryder como Blanca, Jeremy Irons como Esteban Trueba: actores excelentes, escolhas desastrosas. O romance de Isabel Allende, publicado em 1982 e há décadas considerado um dos pilares da literatura latino-americana, merecia vozes e rostos do seu próprio mundo. Trinta e três anos depois, o Prime Video entregou exactamente isso.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<div class="jupiterx-oembed"><iframe title="A Casa dos Espíritos | Trailer Oficial | Prime Video" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/nLZgEw4fXMI?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
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<p><em>A Casa dos Espíritos</em>&nbsp;estreia hoje na plataforma da Amazon com os três primeiros episódios, disponíveis em simultâneo em mais de 240 países e territórios. Os restantes cinco episódios serão lançados semanalmente às quartas-feiras, com o episódio final previsto para 13 de Maio. A série de oito partes é a primeira adaptação televisiva em língua espanhola do romance, filmada no Chile — exigência que as realizadoras Francisca Alegría e Fernanda Urrejola impuseram desde o início das negociações com o Prime Video e a FilmNation Entertainment, a produtora por detrás de&nbsp;<em>Anora</em>&nbsp;e&nbsp;<em>Conclave</em>.</p>



<p>A história é conhecida de quem leu o livro ou viu o filme: a saga da família Trueba ao longo de meio século numa nação sul-americana sem nome, mas inconfundivelmente Chile, onde três gerações de mulheres — Clara, Blanca e Alba — navegam entre o amor, o poder, a violência política e o realismo mágico que Allende ajudou a definir enquanto género literário. Nicole Wallace e Dolores Fonzi partilham o papel de Clara em diferentes fases da vida; Alfonso Herrera interpreta Esteban Trueba. A própria Isabel Allende é produtora executiva, ao lado de Eva Longoria e Courtney Saladino.</p>



<p>A recepção crítica tem sido calorosa. A Variety descreve a série como &#8220;espectacular e de partir o coração&#8221;, enaltecendo a autenticidade que vem de ser rodada em castelhano e nas paisagens que Allende descreveu. O RogerEbert.com fala de uma das adaptações literárias mais ambiciosas que o streaming prometeu e finalmente cumpriu. A série não esquiva o lado mais sombrio do romance — violência sexual, tortura, abuso doméstico — mas faz-o com a mesma seriedade com que Allende os abordou na página.</p>



<p>Em Portugal, onde o romance de Allende tem uma base de leitores consolidada, a chegada desta série preenche uma lacuna há muito sentida. É o tipo de produção que justifica a existência das plataformas de streaming enquanto veículo para histórias que o cinema de estúdio raramente tem paciência — e orçamento — para contar com rigor.</p>
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		<title>Como 16 Minutos Foram Suficientes Para Criar Um Monstro Imortal no Cinema</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 16:43:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Há um dado que continua a surpreender, mesmo para quem já viu The Silence of the Lambs dezenas de vezes: Anthony Hopkins aparece em cena durante pouco mais de 16 minutos. Não é uma figura omnipresente, não domina o tempo de ecrã, nem sequer conduz a narrativa no sentido clássico. E, no entanto, quando pensamos [&#8230;]]]></description>
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<p>Há um dado que continua a surpreender, mesmo para quem já viu The Silence of the Lambs dezenas de vezes: Anthony Hopkins aparece em cena durante pouco mais de 16 minutos. Não é uma figura omnipresente, não domina o tempo de ecrã, nem sequer conduz a narrativa no sentido clássico. E, no entanto, quando pensamos no filme, tudo converge inevitavelmente para ele. O Dr. Hannibal Lecter não é apenas uma personagem marcante — é a presença que contamina o filme inteiro, mesmo quando não está lá.</p>



<p>O que torna isto verdadeiramente fascinante é que essa intensidade não nasce de um processo pesado ou de uma construção académica da personagem. Hopkins nunca escondeu que abordou o papel de forma quase desarmantemente simples. Em vez de mergulhar durante meses em estudos sobre psicopatia ou de adoptar um método de imersão total, fez algo muito mais directo: decorou o texto de forma obsessiva e apareceu preparado para o dizer com precisão. O resto aconteceu no momento.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://images.openai.com/static-rsc-4/biZuHxaTxTfC-yP43jSvog-Zs73DnN7gg1E74X1lR_qehmU6-nrWY4X8FzPvKeoc5lglVBF5xK8YfM6zgPbuihAT7Pofwe6apbVwNIlRHZchP12p-XkysuKCMvGJ0KZwGp4bfJ448Z2N_0YhKYAQYvAauHzotSXGvMOfvnfkGewt-gJ0Fd2J5D-iFd1GZGvz?purpose=fullsize" alt="Image"/></figure>



<p>Há detalhes que ajudam a perceber essa construção aparentemente espontânea. A imobilidade quase absoluta de Lecter — aquele corpo que parece nunca desperdiçar energia — nasceu da observação de répteis. Hopkins viu lagartos num jardim zoológico e ficou impressionado com a forma como permaneciam quietos, atentos, prontos para agir. Transportou essa qualidade para a personagem, criando uma presença que inquieta precisamente porque não reage como um ser humano comum. Ao mesmo tempo, procurou uma referência vocal inesperada: HAL 9000, o computador de 2001: A Space Odyssey. A voz calma, controlada, quase mecânica, serviu de base para aquele tom educado e assustador que nunca precisa de subir para se impor.</p>



<p>E depois há o pormenor que se tornou lendário: o som sibilante na fala dos “fava beans”. Não estava no guião, não foi planeado com antecedência, não resultou de qualquer método elaborado. Surgiu ali, no momento, como um impulso. Esse instante — que podia facilmente ter sido descartado — acabou por se transformar num dos gestos mais reconhecíveis da história do cinema.</p>



<p>Talvez seja aqui que reside o verdadeiro enigma de Anthony Hopkins. Numa indústria que tantas vezes valoriza o sofrimento, o excesso de preparação e a ideia de que grandes desempenhos exigem grandes sacrifícios, ele segue uma lógica quase oposta. Não há romantização do processo, nem a necessidade de transformar cada papel numa prova de resistência emocional. Há, isso sim, uma confiança absoluta na técnica — saber o texto, compreender o ritmo — e depois uma disponibilidade total para o que surgir no momento da filmagem.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://images.openai.com/static-rsc-4/kDSImPUbr20OwexsKC1mxgNg7zwJkWvd3ywx_8KQ5vEPJgEVLArBOJqfscOnrMasRRZzlIElikY6ePj7kHe3Sx7wLNc3HUer5Fv0HAAk5A0R04WD5QinYpmIrzFk1Ayxyyn4bSADb3iIzhWS-kHtYLPGy1rUYFZsM8W9buOtu59-oUrvjXaN75xKbr2BmGNW?purpose=fullsize" alt="Image"/></figure>



<p>Essa abordagem não é fruto de desleixo, como por vezes se poderia pensar, mas sim de uma disciplina muito particular. Hopkins sempre falou da importância da memorização como base do seu trabalho. Saber as falas ao detalhe permite-lhe libertar-se durante a performance, reagir, ajustar, encontrar nuances que não estavam planeadas. É uma espécie de paradoxo: quanto mais controlada é a preparação, mais livre se torna a execução.</p>



<p>O contraste com o chamado <em>method acting</em> é inevitável. Enquanto muitos actores procuram desaparecer dentro da personagem através de processos longos e, por vezes, extenuantes, Hopkins faz quase o contrário: mantém uma distância clara, não tenta “ser” a personagem fora de cena e evita prolongar o trabalho para além do necessário. Para ele, a interpretação acontece ali, naquele espaço delimitado, entre o “acção” e o “corta”. E é precisamente essa leveza que dá às suas performances uma naturalidade difícil de replicar.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://images.openai.com/static-rsc-4/dlCRFEvoHyxoADV0BSbUsm2RHfO-ZvOTAPveCesxyIcFm8beC4vLVbxFy2cl-vexRXsiVGYgL0hw1Zrtk-QmITnIt0Zksg8pzpx4IfzWKLBdNhbBpfN1yIc888LGzD0Biow4JlDjbiF3JU1Ftg1mamG2cwAiXywKXel-bhjyfeZQcWL0n8KJu625pGLb3KqH?purpose=fullsize" alt="Image"/></figure>



<p>Nada disto significa que o percurso tenha sido simples. Antes de alcançar o estatuto que hoje lhe é reconhecido, Hopkins passou por um período profundamente instável, marcado pelo alcoolismo e por uma sensação constante de descontrolo. Nos anos 70, quando a carreira começava a ganhar forma, essa luta pessoal ameaçou deitar tudo a perder. O ponto de viragem surgiu em 1975, quando acordou num quarto de hotel no Arizona sem qualquer memória de como lá tinha chegado. Esse episódio tornou-se decisivo: abandonou o álcool de forma definitiva e passou a encarar tudo o que veio depois como uma segunda vida.</p>



<p>É nessa segunda fase que surgem alguns dos seus trabalhos mais marcantes. De The Remains of the Day a The Father, onde interpreta um homem a perder-se na própria mente, há uma consistência impressionante na forma como constrói personagens profundamente humanas sem nunca parecer que está a “mostrar serviço”. Há sempre contenção, precisão, uma economia de gestos que torna cada olhar ou cada pausa mais significativa.</p>



<p>No caso de Hannibal Lecter, essa economia atinge um nível quase desconcertante. Não há explosões emocionais, não há grandes discursos inflamados. Há silêncio, controlo e uma sensação permanente de que tudo está a ser calculado. E talvez seja precisamente por isso que a personagem continua a ser tão perturbadora: porque nunca nos oferece o alívio de uma explicação ou de uma emoção evidente.</p>



<p>No fim, o impacto daqueles 16 minutos não se explica apenas pelo talento de Anthony Hopkins, mas pela forma como ele encara o próprio acto de representar. Sem excessos, sem mitologias desnecessárias, sem transformar o trabalho num ritual pesado. Apenas preparação, atenção e a capacidade rara de confiar no momento.</p>



<p>E, pelos vistos, isso chega — e sobra — para entrar na história do cinema.<br /><br />Silêncio dos Inocentes pode ser visto ou revisto no Prime Video.</p>
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		<title>Spider-Noir: Nicolas Cage é um Homem-Aranha de fedora e o trailer final já veio provar tudo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 26 Apr 2026 10:26:28 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Prime]]></category>
		<category><![CDATA[Nicolas Cage série]]></category>
		<category><![CDATA[Prime Video maio 2026]]></category>
		<category><![CDATA[série Marvel Amazon]]></category>
		<category><![CDATA[Spider-Man Noir]]></category>
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					<description><![CDATA[Há um momento no novo trailer de&#160;Spider-Noir&#160;em que Nicolas Cage, envolto na penumbra da Nova Iorque dos anos 30, murmura qualquer coisa sobre os impulsos que tenta suprimir — na maior parte do tempo. O que se segue é uma pancadaria num bar, uma teia disparada entre arranha-céus e a confirmação de que este pode [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Há um momento no novo trailer de&nbsp;<em>Spider-Noir</em>&nbsp;em que Nicolas Cage, envolto na penumbra da Nova Iorque dos anos 30, murmura qualquer coisa sobre os impulsos que tenta suprimir — na maior parte do tempo. O que se segue é uma pancadaria num bar, uma teia disparada entre arranha-céus e a confirmação de que este pode ser o projecto mais estranho e mais interessante do universo Marvel em anos. O trailer foi lançado ontem, 25 de Abril, durante um painel da CCXP México, em duas versões — a preto-e-branco e a cores completas — e o efeito imediato é difícil de ignorar.</p>



<p><em>Spider-Noir</em>&nbsp;estreia a 27 de Maio na Prime Video, em todo o mundo incluindo Portugal, com os oito episódios disponíveis de uma só vez. Nos Estados Unidos, o primeiro episódio é lançado dois dias antes, a 25 de Maio, no canal linear MGM+. A série é produzida pela Sony Pictures Television exclusivamente para as duas plataformas.</p>



<p>O que o trailer deixa finalmente claro é a lógica narrativa da série: Ben Reilly — e não Peter Parker, por razões que os criadores prometem explicar — é um detetive particular envelhecido e com dinheiros contados na Nova Iorque de 1930, que foi outrora o único super-herói da cidade antes de uma tragédia pessoal o afastar do papel. Quando Cat Hardy, interpretada por Li Jun Li, lhe bate à porta à procura de um amigo desaparecido, Reilly é forçado a regressar ao que foi. Os vilões em cena incluem Silvermane (Brendan Gleeson), Sandman (Jack Huston) e Tombstone (Abraham Popoola), e o trailer mostra-os em dose suficiente para perceber que a série não vai ser leve em termos de ameaças.</p>



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<div class="jupiterx-oembed"><iframe title="SPIDER-NOIR | Teaser Trailer &#039;Colorido&#039; (2026) Legendado" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/baW9u2COxsU?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
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<p>A equipa criativa é tudo menos aleatória. Os realizadores Phil Lord e Christopher Miller — os mesmos por trás de&nbsp;<em>Spider-Man: Into the Spider-Verse</em>&nbsp;— estão na produção executiva, ao lado de Amy Pascal. Os showrunners são Oren Uziel e Steve Lightfoot, conhecido do universo Marvel pela série&nbsp;<em>The Punisher</em>. Os dois primeiros episódios foram dirigidos por Harry Bradbeer, o realizador responsável por&nbsp;<em>Fleabag</em>&nbsp;e&nbsp;<em>Killing Eve</em>, o que explica a atenção evidente ao detalhe visual e à textura emocional do que se viu até agora. Lord e Miller descreveram Ben Reilly como alguém com o seu &#8220;momento de Chinatown já consumado&#8221;, um detetive que perdeu as ilusões antes de a série começar — o que, no fundo, é a premissa perfeita para o noir clássico.</p>



<p>A dupla de versões — preto-e-branco &#8220;autêntico&#8221; e cores saturadas ao estilo Technicolor — é uma das apostas mais ousadas da série. Cage comparou a versão colorida ao quadro&nbsp;<em>Nighthawks</em>&nbsp;de Edward Hopper; do lado da crítica especializada, a Esquire já sugeriu que cada versão oferece uma experiência distinta, com a versão a cores mais próxima de&nbsp;<em>Dick Tracy</em>&nbsp;e a preto-e-branco mais sombria, à Raymond Chandler. A ideia de um único produto disponível em dois registos visuais completamente diferentes não tem precedentes em televisão mainstream — e pode ser precisamente o tipo de conversa que&nbsp;<em>Spider-Noir</em>&nbsp;precisa de gerar antes de chegar às plataformas.</p>



<p>Cage, que emprestou a voz ao personagem no&nbsp;<em>Into the Spider-Verse</em>&nbsp;de 2018, assume aqui o primeiro papel principal numa série de televisão de toda a sua carreira. O showrunner Uziel revelou que o actor assistiu à temporada completa e reagiu com entusiasmo às suas próprias falas — o que, conhecendo Cage, provavelmente quer dizer exactamente o que parece.&nbsp;<em>Spider-Noir</em>&nbsp;chega a 27 de Maio. Um mês é pouco tempo para uma espera tão longa.</p>



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		<title>Gen V Cancelada — A Spinoff de The Boys Fecha com Dois Alunos a Menos e uma Promessa de Regresso</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Apr 2026 20:17:46 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Gen V cancelada Prime Video]]></category>
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					<description><![CDATA[A Universidade de Godolkin está a fechar as portas. A Prime Video confirmou que Gen V — a spinoff de The Boyscentrada nos estudantes com superpoderes da universidade mais perigosa do mundo — foi cancelada após duas temporadas. A segunda e agora última temporada tinha concluído em Outubro de 2025, sem que na altura houvesse qualquer indicação de [&#8230;]]]></description>
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<p>A Universidade de Godolkin está a fechar as portas. A Prime Video confirmou que <em>Gen V</em> — a spinoff de <em>The Boys</em>centrada nos estudantes com superpoderes da universidade mais perigosa do mundo — foi cancelada após duas temporadas. A segunda e agora última temporada tinha concluído em Outubro de 2025, sem que na altura houvesse qualquer indicação de que seria a final.</p>



<p>O cancelamento não é propriamente uma surpresa para quem acompanhou os números da série. A primeira temporada beneficiou do halo de&nbsp;<em>The Boys</em>&nbsp;e de uma recepção crítica sólida — 82% no Rotten Tomatoes —, mas a segunda temporada registou uma quebra de audiências considerável e críticas mais divididas. A Prime Video nunca divulgou números concretos de visualizações para a série, mas a ausência de renovação rápida após o final da segunda temporada já era um sinal de que a decisão estava a ser ponderada.</p>



<p>Eric Kripke e Evan Goldberg, produtores executivos da série, fizeram questão de enquadrar o cancelamento com uma promessa de continuidade. &#8220;Enquanto gostaríamos de poder continuar a festa mais uma temporada em Godolkin, estamos comprometidos em continuar as histórias dos personagens de&nbsp;<em>Gen V</em>&nbsp;em&nbsp;<em>The Boys</em>&nbsp;temporada cinco e noutros projectos do universo VCU no horizonte. Vão vê-los de novo&#8221;, disseram em comunicado conjunto. A promessa tem substância: o final da segunda temporada de&nbsp;<em>Gen V</em>&nbsp;mostrava os personagens principais a serem recrutados para a resistência contra a Vought e o Homelander — uma saída narrativa que foi deliberadamente construída para uma fusão com a série-mãe.</p>



<p>O timing do cancelamento é sintomático do estado actual do universo de&nbsp;<em>The Boys</em>&nbsp;na Prime Video. A série principal está em curso com a sua quinta e última temporada, o que significa que a plataforma está a concentrar recursos e atenção no encerramento da história central. Em paralelo, há dois novos projectos em desenvolvimento:&nbsp;<em>Vought Rising</em>, uma série prequel prevista para 2027, e&nbsp;<em>The Boys: Mexico</em>, ainda nas fases iniciais. É um universo que a Amazon quer manter activo — mas com uma estrutura diferente da que Gen V representava.</p>



<p>Jaz Sinclair, Lizze Broadway, Maddie Phillips e London Thor — os rostos centrais de&nbsp;<em>Gen V</em>&nbsp;— devem aparecer nos episódios finais de&nbsp;<em>The Boys</em>, o que torna o cancelamento menos um fim do que uma absorção. Para os fãs que investiram nas duas temporadas da spinoff, é uma consolação parcial: os personagens continuam, mesmo que a série não. Para a Prime Video, é uma racionalização de um universo que cresceu rapidamente e precisa agora de uma arquitectura mais sustentável.</p>



<p><em>Gen V</em>&nbsp;era, no fundo, a versão universitária de uma pergunta que&nbsp;<em>The Boys</em>&nbsp;faz desde o início: o que acontece quando o poder não tem supervisão, quando os heróis são produtos de uma corporação, quando a admiração é fabricada? A resposta da spinoff era mais desordenada e menos afiada do que a da série original — mas tinha momentos de genuína coragem criativa, especialmente na forma como explorava a cumplicidade institucional e a toxicidade dos sistemas de poder sobre os mais novos. Fecha com dignidade suficiente.</p>
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		<title>Diogo Alves: o “Assassino do Aqueduto” regressa à luz em Lisbon Noir</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Apr 2026 18:10:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Um serial killer do século XIX que continua a assombrar Lisboa Lisboa volta a revisitar um dos seus capítulos mais sombrios com a chegada de&#160;Lisbon Noir, nova coprodução entre a Prime Video e a TVI. A série, protagonizada por&#160;Pêpê Rapazote, inspira-se livremente na figura de Diogo Alves, o chamado “Assassino do Aqueduto”, cuja história continua [&#8230;]]]></description>
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<h2 class="wp-block-heading"><strong>Um serial killer do século XIX que continua a assombrar Lisboa</strong></h2>



<p>Lisboa volta a revisitar um dos seus capítulos mais sombrios com a chegada de&nbsp;<em>Lisbon Noir</em>, nova coprodução entre a Prime Video e a TVI. A série, protagonizada por&nbsp;Pêpê Rapazote, inspira-se livremente na figura de Diogo Alves, o chamado “Assassino do Aqueduto”, cuja história continua a alimentar o imaginário criminal da capital.</p>



<p>A produção estreou esta segunda-feira, 13 de Abril, na TVI, com exibição às 22h35, enquanto os quatro episódios já estão disponíveis na Prime Video. Mais do que uma simples adaptação histórica, a série transforma um caso real num thriller contemporâneo, onde o passado parece recusar-se a permanecer enterrado.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<div class="jupiterx-oembed"><iframe title="Lisbon Noir | Trailer | Prime Video Portugal" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/bUpLCYsxpGI?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
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<h2 class="wp-block-heading"><strong>Entre a ficção e a sombra de um crime real</strong></h2>



<p>A narrativa de&nbsp;<em>Lisbon Noir</em>&nbsp;começa com a queda de um diplomata espanhol do topo do Aqueduto das Águas Livres, em Lisboa. Inicialmente, a Polícia Judiciária considera tratar-se de suicídio ou de um incidente isolado. No entanto, rapidamente se percebe que há algo muito mais perturbador em curso: um assassino em série está a actuar na cidade, inspirado pelos crimes de Diogo Alves.</p>



<p>O novo criminoso escolhe as suas vítimas e atira-as dos pontos mais altos da capital, começando precisamente pelo Aqueduto. A investigação fica a cargo dos inspetores Daniel e Laura, personagens de personalidades opostas que são obrigados a colaborar numa corrida contra o tempo para travar uma ameaça que coloca Lisboa sob tensão máxima.</p>



<p>O elenco conta ainda com nomes como Beatriz Godinho,&nbsp;Mina El Hammani, Luís Filipe Eusébio, Cleo Diára, Teresa Tavares e Paulo Pires, entre outros.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O homem por trás do mito: Diogo Alves</strong></h2>



<p>No centro da inspiração histórica está Diogo Alves, figura que marcou o imaginário criminal português no século XIX. Nascido em 1810, na Galiza, em Espanha, emigrou jovem para Portugal, onde trabalhou como criado em casas abastadas, levando inicialmente uma vida discreta.</p>



<p>Tudo mudaria na década de 1830, quando começou uma série de crimes que lhe valeram o nome de “Assassino do Aqueduto”. O seu método tornou-se particularmente temido: assaltava vítimas que atravessavam o Aqueduto das Águas Livres — então utilizado como passagem pedonal — e empurrava-as de uma altura de cerca de 65 metros.</p>



<p>Durante algum tempo, os crimes foram confundidos com suicídios ou acidentes, devido ao isolamento do local e à ausência de testemunhas. No entanto, o número crescente de mortes levantou suspeitas e levou a uma investigação mais profunda.</p>



<p>Estima-se que Diogo Alves tenha sido responsável por cerca de 70 homicídios, embora o número exacto nunca tenha sido confirmado.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Do medo à captura e a um destino singular</strong></h2>



<p>O reinado de terror de Alves terminou não diretamente pelos crimes no aqueduto, mas após o envolvimento num violento assalto a uma casa de um médico, onde várias pessoas foram assassinadas. Esse episódio acabou por permitir às autoridades identificar e deter o grupo responsável.</p>



<p>Condenado à morte, Diogo Alves foi executado em 1841. Contudo, a sua história não terminou aí. Num dos episódios mais bizarros da criminologia portuguesa, a sua cabeça foi preservada para estudo científico, no contexto das teorias da frenologia — uma corrente que procurava identificar traços de criminalidade através do crânio.</p>



<p>Até hoje, a cabeça encontra-se conservada na Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa, perpetuando o fascínio e o desconforto em torno da sua figura.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Pêpê Rapazote e o desafio de dar vida ao crime</strong></h2>



<p>Antes das filmagens,&nbsp;Pêpê Rapazote&nbsp;admitiu não conhecer em detalhe a história de Diogo Alves, descobrindo-a apenas durante a preparação da série. O actor mergulhou depois num universo que mistura facto histórico, especulação científica e interpretações psicológicas do comportamento criminoso.</p>



<p>Na sua leitura, o mal não se explica apenas pela biologia. Rapazote aponta para factores mais complexos, como traumas e experiências de infância, recusando uma explicação puramente física para a violência extrema.</p>



<p>A sua personagem, o inspetor Daniel, também é marcada por um passado traumático, nomeadamente uma fobia profunda de alturas, o que cria uma ligação simbólica com o cenário dos crimes: o abismo do Aqueduto.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Uma Lisboa entre o passado e o medo contemporâneo</strong></h2>



<p><em>Lisbon Noir</em>&nbsp;aposta num cruzamento entre história e ficção, recuperando uma das figuras mais temidas da Lisboa oitocentista para construir uma narrativa contemporânea de suspense e investigação criminal.</p>



<p>Ao trazer Diogo Alves de volta ao centro da ficção televisiva, a série recorda que certos crimes, mesmo passados quase dois séculos, continuam a projectar sombras longas sobre a cidade.<br /><br />Curiosamente o primeiro episódio também já pode ser visto online aqui <a href="https://tviplayer.iol.pt/programa/lisbon-noir/69b028e2d34edcee7c61b5b1/video/69ddfbb20cf21fcd8377242c" data-type="link" data-id="https://tviplayer.iol.pt/programa/lisbon-noir/69b028e2d34edcee7c61b5b1/video/69ddfbb20cf21fcd8377242c" target="_blank" rel="noopener">no site da TVI</a></p>



<p></p>
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		<title>Wuthering Heights Chega ao Streaming — O Filme Mais Quente do Ano Já Pode Ser Visto em Casa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Apr 2026 16:38:21 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Filmin]]></category>
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		<category><![CDATA[Prime Video aluguer Abril 2026]]></category>
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<p>Se perdeu&nbsp;<em>Wuthering Heights</em>&nbsp;no cinema — ou simplesmente quer reviver a experiência no sofá, com pausa e tudo —, a boa notícia chegou a 31 de Março: o filme de Emerald Fennell está disponível para aluguer e compra digital, e vai certamente alargar ainda mais uma audiência que já fez 239 milhões de dólares em bilheteiras mundiais desde a estreia a 13 de Fevereiro.</p>



<p>Fennell — a realizadora de&nbsp;<em>Promising Young Woman</em>&nbsp;e&nbsp;<em>Saltburn</em>&nbsp;— decidiu abandonar qualquer pretensão de adaptação fiel ao texto de Emily Brontë. A sua&nbsp;<em>Wuthering Heights</em>&nbsp;é visceral, visualmente deslumbrante e deliberadamente provocatória. Margot Robbie é Cathy, Jacob Elordi é Heathcliff, e a tensão entre os dois é do tipo que faz as pessoas colocarem o telemóvel para baixo e prestar atenção ao ecrã. O director de fotografia é Linus Sandgren — o mesmo de&nbsp;<em>La La Land</em>&nbsp;e&nbsp;<em>No Time to Die</em>&nbsp;—, e nota-se em cada plano a obsessão com cor, luz e composição. É um filme feito para ser visto numa sala grande, mas que também funciona em ecrã de televisão, desde que a divisão esteja escura e o som esteja ligado.</p>



<p>As críticas dividiram-se de forma quase cirúrgica. Uns chamaram-lhe uma obra-prima sensorial e uma das adaptações literárias mais corajosas dos últimos anos. Outros acharam-na excessivamente focada na carnalidade em detrimento da profundidade literária que Brontë merecia. Ambos têm razão — o que, ironicamente, é o melhor sinal possível para uma obra de arte. Um filme que toda a gente adora da mesma forma raramente é um filme interessante.</p>



<p>A banda sonora original de Charli XCX é, por si só, um argumento para ver o filme. O álbum — lançado no mesmo dia da estreia — foi um dos discos mais escutados do início do ano, com o single&nbsp;<em>House</em>&nbsp;a tornar-se um hino involuntário para pessoas que nunca leram Brontë na vida. Ao lado da actriz portuguesa Hong Chau, do sempre sólido Martin Clunes e de Ewan Mitchell, Robbie e Elordi constroem uma história de amor que é também uma história de destruição — e que fica na cabeça muito depois de os créditos terminarem.</p>



<p>O filme está disponível para aluguer a 19,99 dólares ou compra a 24,99 dólares nas plataformas Prime Video e Apple TV. E em Portugal pode ser visto por quem tem a subscrição do Filmin. A edição física em 4K, Blu-ray e DVD chega a 5 de Maio. Para quem já viu no cinema, há razões de sobra para uma segunda visita. Para quem ainda não viu, já não há desculpa.</p>



<p><a href="https://clubedecinema.pt/the-boys-diz-adeus-a-ultima-temporada-chega-esta-semana-e-promete-destruir-tudo/">The Boys Diz Adeus: A Última Temporada Chega Esta Semana e Promete Destruir Tudo</a><br /><a href="https://clubedecinema.pt/euphoria-de-volta-depois-de-quatro-anos-zendaya-cresceu-hans-zimmer-chegou-e-rosalia-tambem/">Euphoria de Volta Depois de Quatro Anos: Zendaya Cresceu, Hans Zimmer Chegou e Rosalía Também</a><br /><a href="https://clubedecinema.pt/pascoa-de-outro-mundo-super-mario-galaxy-faz-370-milhoes-de-dolares-e-ja-aponta-ao-biliao/">Páscoa de Outro Mundo: Super Mario Galaxy Faz 370 Milhões de Dólares e Já Aponta ao Bilião</a><br /><a href="https://clubedecinema.pt/sydney-sweeney-rendida-ao-porto-still-not-sure-about-these-dumps-e-nos-adoramos/">Sydney Sweeney Rendida ao Porto: “Still Not Sure About These Dumps” — E Nós Adorámos</a></p>



<p></p>
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		<title>The Boys Diz Adeus: A Última Temporada Chega Esta Semana e Promete Destruir Tudo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Apr 2026 16:23:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Há séries que terminam com um suspiro delicado e uma última cena cheia de simbolismo poético. The Boys não vai ser uma delas — e toda a gente que acompanhou a série desde o início sabe exactamente porquê. A quinta e última temporada chega à Prime Video a 8 de Abril, e pelas primeiras indicações, Butcher e [&#8230;]]]></description>
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<p>Há séries que terminam com um suspiro delicado e uma última cena cheia de simbolismo poético. <a href="https://clubedecinema.pt/?s=The+Boys"><em>The Boys</em> </a>não vai ser uma delas — e toda a gente que acompanhou a série desde o início sabe exactamente porquê. A quinta e última temporada chega à <a href="https://clubedecinema.pt/?s=Prime+Video" data-type="link" data-id="https://clubedecinema.pt/?s=Prime+Video">Prime Video</a> a 8 de Abril, e pelas primeiras indicações, Butcher e companhia vão sair pela porta grande. Ou pela janela. A explodir.</p>



<p>Criada por Eric Kripke e produzida por Seth Rogen e Evan Goldberg,&nbsp;<em>The Boys</em>&nbsp;chegou em 2019 como uma série de super-heróis diferente de tudo o que existia. O que começou como uma história sobre super-poderes corrompidos pelo dinheiro e pela fama transformou-se rapidamente numa das sátiras políticas mais afiadas e desconfortáveis da televisão contemporânea. Homelander — interpretado por um Antony Starr que merecia todos os prémios do mundo — tornou-se um dos vilões mais perturbadores da ficção recente: um espelho partido da América, em collants azuis e capa vermelha. Karl Urban, Erin Moriarty, Jack Quaid e todo o elenco principal regressam para este capítulo final.</p>



<p>A temporada final coloca Butcher numa posição que os fãs não esperavam: de volta com um vírus capaz de eliminar todos os super-heróis de uma só vez. Do outro lado, Homelander empurra o mundo para um confronto total, cada vez mais próximo da loucura que sempre existiu por baixo do sorriso perfeito. É o duelo que a série construiu ao longo de quatro temporadas — e desta vez não há caminho de volta para nenhum dos lados.</p>



<p>Ao longo dos anos,&nbsp;<em>The Boys</em>&nbsp;foi muito mais do que entretenimento. Foi comentário social em tempo real, com episódios que chegavam às plataformas e entravam directamente no noticiário pela forma como antecipavam ou espelhavam acontecimentos políticos reais. Essa capacidade de ser simultaneamente absurda e profundamente séria é o que a distingue de tudo o resto no catálogo do streaming mundial.</p>



<p>Em Portugal, a série tem uma base de fãs entusiasta e fiel. Para quem acompanhou a jornada desde o início, esta última temporada é obrigatória. Para quem ficou pelo caminho ou nunca começou, há quatro temporadas disponíveis na Prime Video e tempo suficiente para uma maratona épica antes do fim. Os episódios serão disponibilizados semanalmente — a forma mais cruel e mais justa de despedir uma série desta dimensão.</p>
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		<title>🎬 Invincible: a série que redefine o género dos super-heróis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 17:31:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Disponível no Prime Video, Invincible afirma-se como uma das propostas mais ousadas e surpreendentes do panorama actual da animação para adultos. Criada por Robert Kirkman, a série parte de uma premissa aparentemente familiar — a jornada de um jovem a descobrir os seus poderes — para rapidamente subverter expectativas e mergulhar em territórios mais densos e emocionalmente complexos. A [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Disponível no <a href="https://clubedecinema.pt/?s=prime+video" data-type="link" data-id="https://clubedecinema.pt/?s=prime+video">Prime Video</a>, <em>Invincible</em> afirma-se como uma das propostas mais ousadas e surpreendentes do panorama actual da animação para adultos.</p>



<p>Criada por <a href="https://clubedecinema.pt/?s=Robert+Kirkman" data-type="link" data-id="https://clubedecinema.pt/?s=Robert+Kirkman">Robert Kirkman</a>, a série parte de uma premissa aparentemente familiar — a jornada de um jovem a descobrir os seus poderes — para rapidamente subverter expectativas e mergulhar em territórios mais densos e emocionalmente complexos.</p>



<p>A qualidade da produção é reforçada por um elenco de vozes de grande nível, com destaque para <a href="https://clubedecinema.pt/?s=Steven+Yeun" data-type="link" data-id="https://clubedecinema.pt/?s=Steven+Yeun">Steven Yeun</a> no papel principal e <a href="https://clubedecinema.pt/?s=J.K.+Simmons" data-type="link" data-id="https://clubedecinema.pt/?s=J.K.+Simmons">J.K. Simmons</a> numa interpretação particularmente marcante.</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f449.png" alt="👉" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> No nosso vídeo exploramos o que torna&nbsp;<em>Invincible</em>&nbsp;uma experiência tão singular e porque continua a conquistar fãs em todo o mundo.</p>



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