Jack Ryan está de volta — e desta vez a missão é maior do que nunca

Depois de quatro temporadas que transformaram um analista da CIA num verdadeiro herói de ação, o regresso era inevitável. E agora é oficial: Tom Clancy’s Jack Ryan ganha continuação em formato de filme com Jack Ryan: Ghost War, que estreia já a 20 de maio no Prime Video.

E pelo trailer… isto não é apenas mais um capítulo — é um verdadeiro evento.

De analista a herói improvável

Quando a série começou, poucos imaginavam que John Krasinski — conhecido por papéis mais leves — se tornaria num dos rostos mais credíveis da ação moderna.

Mas foi exactamente isso que aconteceu. Ao longo das temporadas, o seu Jack Ryan deixou para trás a secretária e mergulhou em operações cada vez mais perigosas, afirmando-se como sucessor digno de nomes como Harrison Ford ou Alec Baldwin.

Agora, regressa num formato mais ambicioso — e com stakes ainda mais elevados.

Uma guerra nas sombras… e um inimigo que sabe tudo

Em “Ghost War”, a história desenrola-se em tempo real, com ameaças constantes e decisões que podem custar vidas a qualquer momento.

Ryan junta-se novamente a aliados de peso, incluindo James Greer e Mike November, numa missão contra um adversário particularmente perigoso: um grupo militar radicalizado que parece antecipar todos os seus movimentos.

A grande novidade é a introdução de uma nova aliada, uma agente do MI6 interpretada por Sienna Miller, que promete trazer uma nova dinâmica à equipa.

Mais intenso, mais direto, mais cinematográfico

Se a série já era conhecida pelo ritmo acelerado e realismo político, o salto para cinema parece amplificar tudo isso.

O trailer promete explosões, combates próximos e uma narrativa mais condensada e intensa — típica de um thriller de espionagem pensado para manter o público preso do início ao fim.

A realização fica a cargo de Andrew Bernstein (Ozark), com argumento assinado por Aaron Rabin e o próprio Krasinski, o que reforça a continuidade com o espírito da série.

Um regresso que os fãs esperavam

Após o final da série, em que Jack Ryan parecia pronto para uma pausa, muitos ficaram com a sensação de que havia mais histórias por contar.

“Ghost War” surge precisamente como essa continuação — mais madura, mais perigosa e com uma escala que corresponde ao crescimento da personagem.

Para os fãs, é o regresso de um herói já conhecido. Para novos espectadores, pode muito bem ser a porta de entrada perfeita.

E se o trailer não engana… Jack Ryan está mesmo de volta. E não veio para brincadeiras.

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A série criminal de Guy Ritchie volta a subir no streaming enquanto a segunda temporada se prepara

O universo televisivo de Guy Ritchie voltou a ganhar força nas plataformas de streaming. A série MobLand regressou recentemente às tabelas de popularidade do Paramount+ (por cá SkyShowtime) , vários meses depois da exibição do último episódio da primeira temporada.

De acordo com dados recentes de audiência do agregador FlixPatrol, a série voltou a aparecer nos rankings da plataforma, um sinal de que o interesse do público está novamente a crescer — e o momento não podia ser mais oportuno.

A segunda temporada já está em produção e promete elevar ainda mais a escala da história.

Um drama criminal com ADN britânico

Criada por Ronan Bennett e com participação criativa de Jez Butterworth, “MobLand” mergulha no mundo brutal do crime organizado britânico.

Embora Guy Ritchie tenha participado como realizador em alguns episódios da primeira temporada, a série assume uma abordagem um pouco diferente da estética mais estilizada que o realizador popularizou no cinema. Ainda assim, a energia, o humor negro e a tensão constante aproximam-na do universo que o cineasta construiu em filmes como “Snatch” ou “Lock, Stock and Two Smoking Barrels”.

A narrativa acompanha Harry Da Souza, um intermediário que resolve problemas para uma poderosa família criminosa.

No centro dessa rede de poder está o clã Harrigan, um grupo instável e perigoso liderado por figuras tão carismáticas quanto imprevisíveis.

Um elenco de peso

Um dos grandes trunfos da série é o seu elenco, que reúne alguns dos nomes mais respeitados da representação britânica.

Entre os protagonistas estão Pierce BrosnanHelen MirrenPaddy Considine e Mandeep Dhillon, que dão vida aos membros da imprevisível família Harrigan.

A história inclui também personagens como Jan, esposa de Harry, interpretada por Joanne Froggatt, e Gina, a filha do protagonista.

Uma segunda temporada mais ambiciosa

As filmagens da segunda temporada já estão em curso e a produção promete ampliar o universo da série.

Embora Londres continue a ser o centro da narrativa, algumas cenas estão a ser filmadas em Espanha, o que sugere que a história poderá expandir-se para novas geografias do crime organizado.

Segundo o ator Emmett J. Scanlan, que integra o elenco, os novos episódios irão elevar a intensidade da história.

Em declarações recentes, o ator afirmou que, se a primeira temporada já impressionava, a segunda será “a mesma história em esteróides”, com uma narrativa ainda mais caótica e imprevisível.

O efeito Sherlock Holmes

O regresso de “MobLand” às tabelas de popularidade surge também num momento curioso para Guy Ritchie.

O realizador tem atualmente outro projecto em destaque: Young Sherlock, a nova série inspirada no famoso detective Sherlock Holmes.

A produção tornou-se rapidamente num sucesso global no Prime Video, ocupando o primeiro lugar entre as séries mais vistas da plataforma.

Esse sucesso poderá estar a levar muitos espectadores a explorar outros projectos ligados ao realizador — incluindo “MobLand”.

Um regresso em grande

Com uma nova temporada em produção e o interesse do público novamente em alta, tudo indica que “MobLand” poderá regressar com ainda mais impacto.

Para os fãs de dramas criminais intensos e de personagens moralmente ambíguas, a série promete continuar a explorar o lado mais sombrio do poder, da lealdade e da sobrevivência no submundo do crime.

E se a promessa do elenco se confirmar, a próxima temporada poderá ser ainda mais explosiva do que a primeira.

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Uma Thurman regressa à ação com “Pretty Lethal”, um thriller violento que junta ballet, sangue e espírito de sobrevivência

Há filmes cuja premissa parece demasiado estranha para resultar e que, precisamente por isso, despertam curiosidade imediata. “Pretty Lethal” é um desses casos. O novo thriller protagonizado por Uma Thurman parte de uma ideia invulgar — um grupo de jovens bailarinas transformadas em máquinas de sobrevivência — e cruza esse conceito com violência gráfica, estética pop e uma energia muito própria de cinema de ação contemporâneo. O resultado, ao que indicam as primeiras reacções, poderá estar longe de ser apenas um exercício de estilo. Depois da estreia no festival SXSW, o filme começou a ganhar atenção positiva e já surge como uma das propostas mais inesperadas desta fase do ano. A estreia no Prime Video em Portugal está marcada para 25 de março.  

Realizado por Vicky Jewson, “Pretty Lethal” acompanha cinco jovens bailarinas — Zoe, Princess, Chloe, Grace e Bones — que seguem viagem para uma importante competição de dança quando tudo começa a descarrilar. O autocarro avaria numa floresta isolada, obrigando o grupo a procurar abrigo numa estalagem perdida no meio do nada. Naturalmente, isto nunca acaba bem num thriller. O local é controlado por uma antiga prodígio do ballet, Devora Kasimer, agora transformada numa figura obscura e perigosa, rodeada por homens armados. É essa personagem que Uma Thurman interpreta, assumindo o lado mais sombrio do filme e funcionando como contraponto a um grupo de raparigas que, até ali, mal conseguia comunicar sem tensão, ressentimento ou rivalidade. Perante a ameaça, o que antes era competição interna passa a ser uma luta pela sobrevivência.  

O que torna “Pretty Lethal” mais curioso é a forma como tenta construir a ação a partir do universo da dança. A realizadora explicou que o filme foi pensado primeiro como uma história sobre bailarinas, e só depois como cinema de combate. Isso significa que os movimentos de luta não foram concebidos como simples coreografias de pancadaria, mas como extensões naturais da linguagem corporal do ballet. Foi dessa ideia que nasceu o conceito de “ballet-fu”, uma fusão entre disciplina clássica e combate físico. Jewson trabalhou esse lado com uma equipa de duplos experiente e com actrizes que passaram por um treino intensivo antes das filmagens, num processo que procurava tornar credível a transformação da elegância em arma. O filme parece assim apostar numa violência estilizada, mas sem abdicar da identidade das personagens nem da especificidade física do mundo em que vivem.  

Também ajuda o facto de o elenco jovem trazer perfis bastante diferentes para esse grupo. Iris ApatowLana CondorMillicent SimmondsAvantika e Maddie Ziegler interpretam personagens com tensões, fragilidades e instintos muito próprios, o que sugere que o filme tenta fazer mais do que apenas alinhar cenas de ação vistosas. Pelo que foi sendo partilhado pela equipa, existe uma forte dimensão de união, trabalho de grupo e reconstrução de confiança entre estas raparigas, num contexto em que a competitividade típica de uma companhia de dança se transforma gradualmente numa necessidade de sobrevivência coletiva. Essa parece ser, aliás, a principal ideia emocional do filme: num meio onde todos lutam pelo destaque individual, chega um momento em que só é possível continuar se houver verdadeira cooperação.  

Uma Thurman, por sua vez, aparece aqui numa posição curiosa. Não é a heroína em busca de justiça, como muitos ainda a associam desde “Kill Bill”, mas a presença ameaçadora que domina o espaço e obriga a história a ganhar tensão. A actriz terá sido atraída precisamente por essa combinação entre exagero visual, energia feminina e um tom de empowerment pouco convencional. Em vez de uma lição óbvia, “Pretty Lethal” parece querer construir uma fábula brutal sobre resistência, identidade e poder, onde a vulnerabilidade e a força convivem sem grande cerimónia. Há sangue, há confrontos, há raiva, mas também há uma ideia central de mulheres a encontrarem poder umas nas outras — mesmo quando o filme decide resolver isso com pontapés, lâminas e muito caos.

As primeiras críticas têm sido favoráveis. O filme estreou no SXSW e conseguiu uma recepção inicial positiva, com uma classificação de 90% no Rotten Tomatoes no arranque das primeiras avaliações. Isso não significa necessariamente que estamos perante um futuro clássico do género, mas indica pelo menos que o filme está a funcionar junto de quem já o viu, especialmente pela energia visual e pela forma como assume sem vergonha a sua mistura improvável de géneros.  

Em Portugal, portanto, ainda não está disponível para streaming, mas já falta pouco. “Pretty Lethal” chega ao Prime Video no dia 25 de março, e tudo indica que poderá tornar-se uma daquelas estreias que geram curiosidade imediata: pela presença de Uma Thurman, pelo conceito extravagante e por essa promessa de transformar o ballet num campo de batalha. E convenhamos: só essa ideia já vale pelo menos um clique.

Nicole Kidman e Jamie Lee Curtis Juntam-se em “Scarpetta”, Nova Série Criminal Baseada num Fenómeno Literário

Duas vencedoras do Óscar estão prestes a partilhar o ecrã numa nova série que promete conquistar os fãs de mistério. Nicole Kidman e Jamie Lee Curtis protagonizam e produzem Scarpetta, uma adaptação televisiva da popular série de romances policiais escrita por Patricia Cornwell.

A produção estreia a 11 de Março na plataforma Prime Video e promete trazer para a televisão um dos universos literários mais conhecidos do género policial contemporâneo.

Uma médica legista no centro de crimes complexos

Na série, Nicole Kidman interpreta Kay Scarpetta, uma médica legista especializada em investigação criminal que regressa ao estado da Virgínia e se vê envolvida numa série de homicídios inquietantemente semelhantes a um caso que marcou a sua carreira décadas antes.

Para preparar a personagem, Kidman passou algum tempo com um médico-legista no Tennessee, aprendendo detalhes técnicos da profissão — desde a forma correcta de manusear um bisturi até à identificação de órgãos durante autópsias.

A história cruza investigação científica, drama familiar e conspirações criminais, mantendo o espírito dos livros que venderam mais de 120 milhões de exemplares em todo o mundo.

Jamie Lee Curtis como a irmã rebelde

Jamie Lee Curtis interpreta Dorothy, irmã de Kay Scarpetta — uma figura mais impulsiva e irreverente que complica ainda mais a vida da protagonista.

Curiosamente, Curtis não planeava participar como actriz no projecto. Inicialmente estava apenas envolvida na produção, mas acabou por aceitar o papel após insistência de Kidman.

A série conta ainda com um elenco de peso que inclui Bobby CannavaleSimon Baker e Ariana DeBose, vencedora do Óscar por West Side Story.

DeBose interpreta Lucy, sobrinha de Scarpetta, uma especialista em tecnologia que enfrenta um processo de luto profundo após perder a esposa — um arco dramático que traz novas camadas emocionais à narrativa.

Uma história que atravessa duas décadas

Além da narrativa contemporânea, a série inclui uma linha temporal paralela situada nos anos 90, explorando o início da carreira de Kay Scarpetta.

A versão mais jovem da personagem é interpretada por Rosy McEwen, numa tentativa de mostrar como os acontecimentos do passado continuam a influenciar os casos e decisões do presente.

Uma aposta forte nas adaptações literárias

A plataforma Prime Video tem apostado fortemente em adaptações de romances policiais de grande sucesso. Séries como ReacherJack RyanBosch e Cross provaram que este género pode conquistar audiências globais.

Com dezenas de livros já publicados e uma base de fãs fiel, Scarpetta surge como uma das apostas mais ambiciosas do serviço de streaming neste campo.

A própria autora, Patricia Cornwell, esteve diretamente envolvida na adaptação e revelou entusiasmo ao ver as suas personagens ganharem nova vida no ecrã.

Segundo Cornwell, ver Kidman e Curtis interpretar estas figuras tem sido uma experiência surpreendente: “Quando estou a escrever agora, começo a imaginar as personagens com as vozes e os gestos delas.”

Um projecto já com futuro garantido

A confiança na série é tal que duas temporadas já foram encomendadas, antes mesmo da estreia.

Para Jamie Lee Curtis, que também produz a série através da sua produtora Comet Pictures, o projecto representa mais do que um novo papel: é também uma oportunidade para mostrar que as mulheres podem liderar grandes produções tanto à frente como atrás das câmaras.

Entre investigação criminal, drama familiar e personagens complexas, Scarpetta prepara-se para transformar um clássico da literatura policial numa das novas apostas televisivas mais aguardadas do ano.

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“God of War”: Prime Video Revela Primeira Imagem da Série Inspirada no Jogo da PlayStation

Ryan Hurst e Callum Vinson lideram a adaptação live-action como Kratos e Atreus

A produção da série God of War já está oficialmente em curso. A Sony Pictures Television e a Amazon MGM Studios anunciaram o arranque das filmagens da aguardada adaptação para o Prime Video, revelando também a primeira imagem de Ryan Hurst e Callum Vinson caracterizados como Kratos e Atreus.

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A série live-action adapta o popular videojogo da PlayStation, ambientado na mitologia antiga, e acompanha a jornada emocional e física de pai e filho. Kratos, um guerreiro marcado pelo passado, parte com Atreus numa missão profundamente simbólica: espalhar as cinzas de Faye, esposa de Kratos e mãe de Atreus, no topo da montanha mais alta dos reinos nórdicos.

Uma Jornada Entre Deuses e Humanidade

A narrativa centra-se na relação entre Kratos e Atreus, explorando o contraste entre força e vulnerabilidade. Ao longo da viagem, Kratos tenta ensinar o filho a tornar-se um deus mais justo e consciente, enquanto Atreus desafia o pai a recuperar a sua humanidade.

A adaptação promete manter o equilíbrio entre acção épica e desenvolvimento emocional que marcou o jogo lançado pela PlayStation, considerado um dos títulos mais influentes da última década.

Elenco e Equipa Criativa

O elenco inclui Ryan Hurst como Kratos e Callum Vinson como Atreus, acompanhados por Mandy Patinkin no papel de Odin, Ed Skrein como Baldur, Max Parker como Heimdall, Ólafur Darri Ólafsson como Thor, Teresa Palmer como Sif, Alastair Duncan como Mimir, Jeff Gulka como Sindri e Danny Woodburn como Brok.

A série tem como showrunner, produtor executivo e argumentista Ronald D. Moore, conhecido pelo seu trabalho em Battlestar Galactica e Outlander. A realização dos dois primeiros episódios estará a cargo de Frederick E.O. Toye, vencedor de um Emmy, que já trabalhou em séries como ShōgunThe Boys e Fallout.

Estreia Ainda por Confirmar

Para já, não foram divulgados detalhes sobre o número de episódios nem sobre a data de estreia no Prime Video. No entanto, o anúncio do início das filmagens indica que a produção avança dentro do calendário previsto.

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Com uma base de fãs sólida e uma narrativa que conjuga mitologia, drama familiar e combate visceral, God of Warposiciona-se como uma das adaptações televisivas mais ambiciosas do universo dos videojogos.

Uma América Sob o Domínio Nazi? A Série Distópica Que Vai Chegar à Netflix

“The Man in the High Castle”, com Rufus Sewell, imagina um mundo onde o Eixo venceu a Segunda Guerra Mundial

E se os Aliados tivessem perdido a Segunda Guerra Mundial? É essa a pergunta inquietante que está no centro de The Man in the High Castle, a aclamada série de história alternativa que chega à Netflix a 11 de Março.

Estreada originalmente em 2015, a produção adapta o romance homónimo de Philip K. Dick e constrói uma realidade distópica onde os Estados Unidos foram divididos entre o Reich nazi e o Império Japonês. Ao longo de quatro temporadas, a série explorou resistência, propaganda, lealdade e identidade num mundo profundamente transformado.

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Um Ponto de Partida Assustadoramente Plausível

Criada por Frank Spotnitz — conhecido pelo seu trabalho em The X-Files e pelas séries históricas Medici e Leonardo — a narrativa arranca com um acontecimento crucial: o assassinato do presidente norte-americano Franklin D. Roosevelt em 1933. Esse evento desencadeia uma cadeia de acontecimentos que culmina na vitória do Eixo na Segunda Guerra Mundial.

Produzida executivamente por Spotnitz e por Ridley Scott, a série apresenta uma América ocupada, onde Nova Iorque está sob controlo nazi e São Francisco integra a esfera japonesa.

Um Elenco de Peso Num Mundo Oprimido

Rufus Sewell lidera o elenco como John Smith, um americano que se junta ao Reich e investiga movimentos de resistência em Nova Iorque. A sua personagem é uma das mais complexas da série, dividida entre dever, ambição e consciência moral.

Alexa Davalos interpreta Juliana Crain, residente em São Francisco sob domínio japonês, que acaba por envolver-se na rebelião liderada pela misteriosa figura do “Homem no Castelo Alto”, personagem associada a Stephen Root.

O elenco inclui ainda Rupert Evans, Bella Heathcote, DJ Qualls, Joel de la Fuente, Cary-Hiroyuki Tagawa, Chelah Horsdal, Jason O’Mara e Rick Worthy.

Recepção Crítica e Evolução

A série mantém uma média de 84% de aprovação no Rotten Tomatoes. A primeira temporada alcançou o selo “Certified Fresh”, com 95% de aprovação, sendo descrita como “ambiciosa e inteligente” e “diferente de tudo o que se vê na televisão”.

Embora a segunda temporada tenha registado uma descida nas avaliações — actualmente nos 62% — a quarta e última temporada recuperou o fôlego crítico, atingindo 92%.

Um Clássico Moderno da Distopia

“The Man in the High Castle” consolidou-se como uma das produções mais marcantes da televisão da última década no campo da ficção especulativa. Ao conjugar intriga política, drama humano e uma atmosfera opressiva, constrói um retrato perturbador de um mundo alternativo que ecoa medos bem reais.

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A partir de 11 de Março, os subscritores da Netflix poderão revisitar — ou descobrir pela primeira vez — esta visão sombria de uma América que nunca existiu… mas que poderia ter existido.

Mudança Radical no Universo “Tulsa King”: Série com Samuel L. Jackson Ganha Novo Nome e Novo Estado

Taylor Sheridan assume todos os episódios de “Frisco King” após reformulação criativa

O universo de Tulsa King acaba de sofrer uma reviravolta significativa. O aguardado spin-off protagonizado por Samuel L. Jackson foi oficialmente rebatizado como Frisco King, depois de uma profunda reformulação criativa que incluiu a mudança do cenário da narrativa.

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Inicialmente conhecido como NOLA King — numa referência a Nova Orleães — o projecto abandona agora a Louisiana e instala-se no Texas, mais concretamente em Frisco. E há mais: Taylor Sheridan irá escrever os oito episódios da primeira temporada.

De Nova Orleães para o Texas

O spin-off tinha começado a ser desenvolvido com argumento-piloto de Dave Erickson, que assumiria também funções de showrunner. Contudo, Erickson deixou o projecto em Julho, e até ao momento não foi anunciado substituto. Aliás, nem é certo que venha a existir um showrunner tradicional — algo que não é inédito nas produções de Sheridan.

As filmagens arrancam no final de Março, em Fort Worth, Texas, onde Sheridan e o seu colaborador David C. Glasserinauguraram recentemente um campus de produção com o apoio da Paramount.

Sheridan Assume o Controlo Total

Taylor Sheridan não é estranho a assumir o controlo criativo absoluto das suas séries. Escreveu as primeiras temporadas de Yellowstone e Mayor of Kingstown, bem como todos os episódios dos spin-offs 1883 e 1923. Também é responsável por todos os episódios até à data de Lioness e Landman.

Curiosamente, em Tulsa King, Sheridan está creditado apenas como co-argumentista do episódio piloto. A série original, protagonizada por Sylvester Stallone, foi renovada para uma quarta temporada em Setembro.

Um Novo Rei no Texas

Samuel L. Jackson dará continuidade à personagem Russell Lee Washington Jr., introduzida na terceira temporada de Tulsa King, estreada em Setembro na Paramount+. A aposta representa mais uma expansão do universo criminal criado por Sheridan, que continua a atrair nomes sonantes da indústria.

Segundo Matt Thunell, presidente da Paramount Television Studios, a decisão de colocar Sheridan a escrever todos os episódios garante uma voz autoral consistente. Jane Wiseman, responsável pelos conteúdos originais da Paramount+, sublinhou que a entrada de Jackson neste universo demonstra a ambição crescente da plataforma.

Novo Capítulo Sob Nova Liderança

A produção de Frisco King marca também a primeira nova série de Sheridan a avançar sob a recente mudança de liderança na Paramount+. O argumentista e produtor manter-se-á ligado ao estúdio até Janeiro de 2029, altura em que deverá transitar para a NBCUniversal.

Produzida pela Paramount Television Studios e pela 101 Studios, a série conta com um leque alargado de produtores executivos, incluindo Sheridan, Stallone, Jackson e Glasser. Em Portugal a série deve estrear no SkyShowtime.

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Se o império televisivo de Taylor Sheridan já era vasto, agora ganha um novo território. E, ao que tudo indica, o Texas será o próximo palco de confrontos, lealdades e jogos de poder.

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MGM+ aposta numa reinvenção televisiva do clássico western com produção de peso

O Oeste volta a chamar — e desta vez em formato de série. Matt Dillon foi confirmado como protagonista e produtor executivo da nova adaptação televisiva de The Magnificent Seven, uma reinterpretação do clássico western de 1960. O projecto será desenvolvido para o canal e serviço de streaming MGM+ e contará com oito episódios.

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A série nasce da mente de Tim Kring, criador de Heroes, que assume a escrita e produção executiva. A produção deverá arrancar em Junho de 2026, em Calgary, no Canadá.

Chris Adams Regressa — Com Novo Rosto

Matt Dillon dará vida a Chris Adams, o líder de sete pistoleiros contratados para proteger uma aldeia indefesa de um poderoso barão da terra determinado a expulsar os seus habitantes. A personagem foi imortalizada por Yul Brynner no filme original de 1960 e teve uma espécie de sucessor espiritual interpretado por Denzel Washington na versão realizada por Antoine Fuqua em 2016.

Nesta nova abordagem, Chris Adams é descrito como estóico, firme sob pressão e guiado por um código moral silencioso mas inabalável. Não tolera hipocrisia nem crueldade, e é esse sentido de justiça que o leva a aceitar uma missão moralmente complexa.

Violência, Fé e Moralidade no Centro da Narrativa

Ambientada no turbulento Oeste americano da década de 1880, a série acompanha sete mercenários talentosos mas imperfeitos, contratados para defender uma aldeia quaker devastada por homens ao serviço de um impiedoso latifundiário. À medida que se preparam para enfrentar probabilidades esmagadoras, surge uma questão central: será legítimo recorrer à violência para proteger uma comunidade cuja fé se baseia na não-violência?

A série promete aprofundar o passado de cada um dos sete protagonistas, explorando temas como honra, redenção, sacrifício, moralidade e fé. Trata-se de um western que ambiciona ir além do confronto armado, mergulhando nos dilemas éticos que moldam as decisões das personagens.

Um Elenco e uma Estratégia com Ambição Cinematográfica

A aposta faz parte da estratégia da MGM+ de desenvolver séries com ADN cinematográfico — tanto no visual como na ambição narrativa. Michael Wright, responsável global da plataforma, elogiou a escolha de Dillon, destacando a sua capacidade de interpretar personagens complexas e moralmente ambíguas.

Matt Dillon, nomeado ao Óscar por Crash, tem construído uma carreira sólida e versátil. Recentemente participou na série High Desert e prepara-se para integrar o elenco de I Play Rocky, produção da Amazon MGM Studios realizada por Peter Farrelly. Ao longo das décadas, destacou-se em títulos como The Outsiders, Drugstore Cowboy, There’s Something About Mary e Asteroid City.

Um Clássico com Nova Vida

“The Magnificent Seven” é um dos westerns mais emblemáticos da história do cinema, ele próprio inspirado em Seven Samurai, de Akira Kurosawa. A nova versão televisiva terá o desafio de honrar esse legado enquanto encontra uma voz própria.

Num momento em que o género western conhece um renascimento em televisão, esta aposta da MGM+ (em Portugal deve ser a Prime Video ) pode marcar um ponto de viragem — especialmente se conseguir equilibrar espectáculo, densidade dramática e relevância contemporânea.

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O Oeste regressa. E desta vez, promete discutir não apenas quem dispara mais rápido, mas quem carrega o peso moral do gatilho.

Já Pode Ver em Casa “Bugonia”: O Filme Nomeado a 4 Óscares com Emma Stone

O novo delírio cinematográfico de Yorgos Lanthimos chegou ao streaming

Depois de conquistar as salas de cinema e de se afirmar como um dos títulos mais falados da temporada de prémios, Bugonia já pode ser visto em casa. O filme realizado por Yorgos Lanthimos chegou à Prime Video a 20 de Fevereiro, estando disponível para compra e aluguer.

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Nomeado para quatro Óscares — Melhor Filme, Melhor Banda Sonora Original, Melhor Actriz Principal e Melhor Argumento Adaptado — Bugonia é apontado como um dos fortes candidatos na cerimónia da Academia, que decorre na madrugada de 16 de Março.

Esta é mais uma colaboração entre Lanthimos e Emma Stone, uma dupla que tem vindo a construir uma das parcerias mais estimulantes do cinema contemporâneo. Juntos, já nos ofereceram títulos como Poor Things (Pobres Criaturas), The Favourite (A Favorita) e Kinds of Kindness, todos amplamente elogiados pela crítica.

Uma conspiração… com extraterrestres e cabelo como antena

Se há algo que caracteriza o cinema de Lanthimos é a ousadia. E Bugonia não foge à regra.

A narrativa centra-se em dois homens obcecados por teorias da conspiração que sequestram Michelle, directora-geral de uma poderosa empresa, convencidos de que ela é uma alienígena com planos para destruir a Terra. Segundo acreditam, o seu cabelo funciona como meio de comunicação com outros extraterrestres.

Emma Stone interpreta Michelle com uma ambiguidade fascinante — ora altiva, ora vulnerável, ora estrategicamente calculista. Ao seu lado surge Jesse Plemons no papel de Teddy, um apicultor consumido pela obsessão conspirativa. Alicia Silverstone interpreta a mãe de Teddy, numa prestação que também tem sido destacada pela crítica.

Para este papel, Stone teve mesmo de rapar o cabelo, numa transformação física que sublinha o compromisso da actriz com o projecto.

Crítica rendida e forte presença nos prémios

Desde a estreia mundial, Bugonia tem sido amplamente elogiado. No agregador Rotten Tomatoes, o filme apresenta actualmente uma pontuação média de 88%, confirmando a recepção positiva.

Algumas críticas sublinham a química entre Stone e Plemons, destacando a forma como ambos conseguem equilibrar absurdo e tensão psicológica. Outras apontam o olhar mordaz de Lanthimos sobre a natureza humana — explorando a linha ténue entre o impulso de cuidar e a tentação de controlar ou destruir.

O realizador mergulha, mais uma vez, numa fábula desconfortável sobre poder, paranoia e identidade, usando o absurdo como lente para observar comportamentos muito reais.

Do cinema para o sofá — e rumo aos Óscares

Em Portugal, o filme estreou nas salas a 30 de Outubro, consolidando-se como um dos lançamentos mais comentados do ano. Agora, com a chegada ao streaming, ganha uma nova vida junto do público que prefere descobrir (ou revisitar) estas obras no conforto de casa.

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Com quatro nomeações aos Óscares e uma recepção crítica sólida, Bugonia confirma que a parceria entre Lanthimos e Emma Stone continua a dar frutos — estranhos, provocadores e absolutamente hipnóticos.

Se ainda não entrou neste universo peculiar, talvez seja altura de o fazer. Porque, como o próprio filme sugere, o que parece alienígena pode ser apenas um reflexo exagerado da nossa própria humanidade.

“28 Years Later: The Bone Temple” Falhou no Cinema… Mas Pode Renascer em Casa?

A sequela que dividiu o público e desapontou nas bilheteiras

Um mês após a estreia, 28 Years Later: The Bone Temple enfrenta uma realidade difícil: críticas positivas não foram suficientes para salvar o filme nas bilheteiras. A sequela do universo iniciado por 28 Days Later arrecadou 25 milhões de dólares nos Estados Unidos e mais 31 milhões no mercado internacional, perfazendo um total mundial de 56 milhões.

O “Teste da Paixão Famosa”: A Nova Mania nos Encontros Está a Deixar Homens em Alerta

Para perceber a dimensão da quebra, basta recordar que o capítulo anterior da saga ultrapassou os 151 milhões de dólares apenas no mercado internacional. A diferença é brutal e levanta uma questão inevitável: terá o público perdido o interesse nesta história de sobrevivência pós-apocalíptica?

O mercado doméstico pode ser a salvação?

Nem tudo está perdido. A estreia digital acontece já a 17 de Fevereiro nas principais plataformas, incluindo iTunes, Fandango at Home e Prime Video. Já as edições físicas em 4K UHD e Blu-ray chegam a 21 de Abril.

O género de terror tem, historicamente, um comportamento curioso: muitos títulos encontram uma segunda vida fora das salas de cinema. O boca-a-boca positivo pode desempenhar aqui um papel decisivo, sobretudo para espectadores que hesitaram em pagar bilhete mas estão dispostos a arriscar a partir do sofá.

Além disso, a recepção crítica foi claramente mais favorável do que a do filme anterior. E há um elemento que se destacou de forma quase unânime: a interpretação de Ralph Fiennes como Dr. Kelson.

O que correu mal?

A ironia é evidente. The Bone Temple obteve um CinemaScore A–, uma classificação raríssima para um filme de terror. A crítica também se mostrou maioritariamente favorável, elogiando a abordagem mais introspectiva e moralmente ambígua da narrativa.

Mas talvez esteja aí parte do problema.

Enquanto muitos fãs esperavam um regresso ao caos visceral dos infectados, esta sequela optou por aprofundar conflitos humanos e dilemas éticos. Dr. Kelson surge como um médico à beira de uma descoberta científica crucial — potencialmente um tratamento para os infectados — mas vê-se envolvido numa guerra ideológica com o perturbado líder de culto Sir Lord Jimmy Crystal, interpretado por Jack O’Connell.

A tensão cresce quando Spike, personagem de Alfie Williams, regressa ao centro do conflito. O resultado é um filme mais contido, mais psicológico, talvez menos “evento” do que o público mainstream procura numa grande estreia de terror.

Num mercado saturado de lançamentos e com o público cada vez mais selectivo, isso pode ter pesado.

Edição caseira recheada de extras

Para os fãs da saga, a edição física traz um conjunto interessante de conteúdos adicionais:

  • Comentário áudio da realizadora Nia DaCosta
  • Documentários de bastidores: New BloodThe Doctor and the Devil e Beneath the Rage
  • Uma cena eliminada
  • Bloopers intitulados “Infected Takes”

É um pacote sólido, capaz de atrair coleccionadores e entusiastas do género.

E o terceiro filme?

A grande incógnita permanece: o anunciado terceiro capítulo da trilogia. O projecto prevê o regresso de Cillian Murphy ao papel de Jim, protagonista do filme original.

A concretização desse plano poderá depender, em larga medida, do desempenho desta sequela no mercado doméstico. Se The Bone Temple conseguir conquistar uma nova vaga de espectadores em digital e Blu-ray, o estúdio poderá ainda apostar na conclusão da trilogia.

Caso contrário, este poderá ser o momento em que uma das sagas mais marcantes do terror moderno perde definitivamente o seu fôlego.

100% no Rotten Tomatoes… Mas Quase Ninguém Está a Ver? O Novo Fenómeno Discreto da Netflix

Resta saber se o público está preparado para regressar a este mundo infectado — mesmo que seja apenas através do comando da televisão.

Em Apenas 24 Horas, Tornou-se Rei do Streaming — E Está a Chegar a Portugal

Há sequelas que chegam discretamente ao streaming. E depois há casos como Predator: Badlands, que em apenas um dia se tornou o filme mais visto da Hulu nos Estados Unidos.

A produção da Disney, que arrecadou 184 milhões de dólares nas salas de cinema em 2025 — o melhor resultado de sempre da saga Predator — estreou na plataforma norte-americana a 12 de Fevereiro e subiu imediatamente ao topo da tabela de visualizações, segundo dados da FlixPatrol. Um desempenho fulgurante que confirma que o apetite pelo universo Yautja está longe de esmorecer.

Do Cinema ao Streaming… Sempre em Alta

O percurso comercial de Predator: Badlands tem sido tudo menos modesto. A estreia em sala arrancou com 40 milhões de dólares no primeiro fim-de-semana, um recorde interno da franquia, face a um orçamento de 105 milhões. Posteriormente, também dominou o mercado PVOD mal ficou disponível nesse formato.

Realizado por Dan Trachtenberg, o filme representa um ponto de viragem criativo: pela primeira vez, um Yautja — a espécie conhecida popularmente como Predator — assume o papel de protagonista. A narrativa acompanha Dek (Dimitrius Schuster-Koloamatangi), um jovem guerreiro que tenta provar o seu valor caçando uma presa considerada impossível de matar. Ao seu lado surge Thia, uma andróide da Weyland-Yutani interpretada por Elle Fanning, numa jornada através do temível “Planeta da Morte”.

O filme surge na sequência directa do sucesso de Prey, também realizado por Trachtenberg e lançado directamente na Hulu em 2022, bem como do projecto animado Predator: Killer of Killers, estreado no início de 2025.

E Em Portugal, Quando Estreia?

Nos Estados Unidos, Predator: Badlands está disponível na Hulu, serviço que não opera em Portugal. Por cá, os conteúdos da Hulu integram normalmente o catálogo da Disney+.

De acordo com o calendário europeu da plataforma, Predator: Badlands estreia em Portugal na Disney+ a 21 de Fevereiro de 2026, integrando a secção Star do serviço. A confirmação surge após a habitual janela de exclusividade norte-americana.

Crítica Sólida e Futuro em Aberto

No agregador Rotten Tomatoes, o filme apresenta 86% de aprovação “Certified Fresh”. Não supera os impressionantes 95% de Killer of Killers ou os 94% de Prey, mas consolida a fase positiva da franquia.

Apesar de Dan Trachtenberg ter assinado recentemente um acordo com a Paramount, o realizador já garantiu que continua comprometido com o futuro da saga. Em entrevistas recentes, deixou claro que há múltiplos caminhos por explorar — tanto em live-action como em animação — incluindo novas épocas históricas e abordagens ainda não vistas numa grande franquia de ficção científica.

Se o desempenho nas salas e no streaming servir de indicador, o caçador interestelar está longe de pendurar as lâminas. Pelo contrário: parece ter encontrado um novo fôlego — e um público renovado.

Antes da Estreia Já É um Fenómeno: O Novo Sherlock de Guy Ritchie Parte Recordes na Prime Video

Ainda falta chegar à Prime Video, mas já está a fazer história. Young Sherlock, a nova série produzida e realizada por Guy Ritchie, que reinventa a juventude do detective mais famoso da literatura, quebrou um recorde impressionante antes mesmo da estreia.

O primeiro trailer, lançado a 5 de Fevereiro, alcançou 223 milhões de visualizações em apenas sete dias, segundo dados da Wavemetrix citados pela Deadline. Trata-se do trailer mais visto de sempre de uma série da Prime Video no espaço de uma semana. Um feito notável num catálogo que inclui algumas das produções mais aguardadas da última década.

Mais Visto do Que The Rings of Power

Para termos noção da dimensão do fenómeno: o trailer de The Lord of the Rings: The Rings of Power, uma das apostas mais caras da história da televisão, somou 163,6 milhões de visualizações no mesmo período. Um número gigantesco — mas ainda assim significativamente abaixo do registo de Young Sherlock.

Num mercado saturado de conteúdos e trailers lançados diariamente, ultrapassar um colosso como The Rings of Powernão é apenas um detalhe estatístico. É um sinal claro de que o público está curioso — e talvez faminto — por uma nova abordagem ao universo de Sherlock Holmes.

Um Sherlock Adolescente e um Moriarty… Amigo?

Na série, o jovem detective é interpretado por Hero Fiennes Tiffin, que encarna uma versão adolescente e ainda indomável de Sherlock Holmes. O trailer revela também um encontro inesperado: um jovem James Moriarty, vivido por Dónal Finn, que surge inicialmente como amigo de Sherlock.

Sim, leu bem — amigo.

Mas a aparente cumplicidade poderá transformar-se rapidamente em tensão quando Sherlock é acusado de um crime que não cometeu e se vê envolvido numa conspiração global. A narrativa promete mistério, intriga internacional e um confronto que moldará o destino do detective para sempre.

Guy Ritchie Regressa a um Velho Conhecido

Ritchie não é um novato no universo criado por Arthur Conan Doyle. Em 2009, realizou Sherlock Holmes, protagonizado por Robert Downey Jr. e Jude Law, filme que recebeu uma sequela em 2011, Sherlock Holmes: A Game of Shadows, onde Moriarty foi interpretado por Jared Harris.

Agora, porém, o realizador opta por regressar às origens — literalmente. A série é baseada na colecção literária Young Sherlock Holmes, do autor britânico Andrew Lane, que explora os primeiros casos do detective durante a adolescência.

“Vamos revelar uma versão electrizante do detective que todos pensam conhecer, mas como nunca o imaginaram”, afirmou Ritchie aquando do anúncio oficial da série. A promessa é clara: desconstruir o mito para perceber o que moldou o génio de Baker Street.

Um Novo Capítulo na Era Vitoriana

Descrita como uma aventura irreverente, cheia de acção e mistério, Young Sherlock transporta-nos para uma Inglaterra vitoriana vibrante, mas não se limita a Londres. A narrativa levará o protagonista além-fronteiras, numa conspiração internacional que definirá o seu percurso.

A série conta ainda com nomes como Zine Tseng, Joseph Fiennes, Natascha McElhone, Max Irons e Colin Firth no elenco, com Matthew Parkhill como showrunner.

A estreia está marcada para 6 de Março. Se o entusiasmo do trailer for indicador da recepção futura, a Prime Video pode ter nas mãos o seu próximo grande fenómeno global.

Sherlock Holmes já teve muitas encarnações. Mas poucas começaram a investigação… com números destes.

Nicolas Cage é o Spider-Noir nas Primeiras Imagens da Nova Série da Prime Video

A versão noir do universo Homem-Aranha ganha vida com atmosfera sombria e um elenco de peso

Já tínhamos ouvido falar do projecto. Agora podemos finalmente vê-lo. A série Spider-Noir revelou as primeiras imagens oficiais e confirma aquilo que já era uma das maiores curiosidades do ano televisivo: Nicolas Cage assume o papel principal na adaptação em imagem real do universo noir da Marvel.

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Depois de ter dado voz à personagem na animação Homem-Aranha: No Universo Aranha, Cage regressa agora como Ben Reilly — também conhecido como “The Spider” — numa Nova Iorque dos anos 30 mergulhada em crime, corrupção e sombras expressionistas.

Um herói caído num mundo sem esperança

Baseada na banda desenhada Spider-Man Noir, a série acompanha Ben Reilly, um detective privado experiente e em má fase, que já foi o único super-herói da cidade. Após uma tragédia pessoal devastadora, abandona a máscara e tenta sobreviver como homem comum.

Mas, como qualquer narrativa noir exige, o passado nunca fica enterrado. Um novo caso obriga-o a confrontar quem foi — e a decidir se está disposto a voltar a vestir o sobretudo e a máscara.

Quem é quem em Spider-Noir

Ao lado de Cage surge Lamorne Morris no papel de Robbie Robertson, um jornalista ambicioso que tenta afirmar-se numa cidade implacável.

Li Jun Li interpreta Cat Hardy, a estrela de um clube nocturno nova-iorquino, cuja aparente frieza esconde motivações mais complexas.

Já Karen Rodriguez assume o papel de Janet Smart, a secretária leal e determinada de Ben Reilly.

O elenco inclui ainda Brendan Gleeson, Jack Huston e Abraham Popoola, reforçando o peso dramático do projecto.

Uma equipa criativa de alto nível

Produzida pela Sony Pictures Television para a MGM+ e a Prime Video, a série conta com Harry Bradbeer na realização dos dois primeiros episódios.

O argumento é supervisionado por Oren Uziel e Steve Lightfoot, com desenvolvimento da equipa vencedora do Óscar por Homem-Aranha: No Universo Aranha: Phil Lord, Christopher Miller e Amy Pascal.

Quando estreia?

Spider-Noir estreia na Primavera. Nos Estados Unidos chegará primeiro ao canal MGM+, seguindo-se a disponibilização global na Prime Video.

Se as primeiras imagens servirem de indicador, estamos perante a versão mais adulta e atmosférica do universo aranha — e com Nicolas Cage ao centro, o imprevisível é garantido

Em Dupla Perigosa: Jason Momoa e Dave Bautista dominam a acção na nova comédia policial da Prime Video

A receita clássica do “buddy cop” com dupla explosiva

O cinema gosta de fórmulas testadas e aprovadas — e poucas são tão divertidas como a comédia de acção em que dois protagonistas completamente diferentes têm de trabalhar em conjunto. É essa a proposta de Em Dupla Perigosa, título em português de The Wrecking Crew, que estreia em exclusivo na Prime Video no dia 28 de Janeiro de 2026.  

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Realizado por Angel Manuel Soto, o filme junta duas figuras emblemáticas do cinema de acção — Jason Momoa e Dave Bautista — numa aventura que combina humor ácido, sequências de pancadaria bem coreografadas e uma conspiração que remete para o passado familiar dos protagonistas.  

Mistério familiar, Yakuza e muita acção

A história centra-se em dois meio-irmãos muito diferentes: Jonny, um polícia imprevisível e sem filtros, e James Hale, um ex-Navy SEAL disciplinado e reservado. Quando o pai deles, um investigador privado afastado da família, aparece morto numa rua de Chinatown pouco depois de enviar um pacote misterioso, os irmãos vêem-se arrastados para uma teia de perigos e segredos que os obriga a confrontar tanto criminosos implacáveis como as suas próprias feridas do passado.  

A investigação leva-os a enfrentar uma facção da Yakuza, a confrontar inimigos mortais e a navegar por uma série de reviravoltas que, apesar de nem sempre surpreenderem pelo plot twist mais sofisticado, mantêm o ritmo elevado e entretêm com eficácia.  

Momoa e Bautista: química de cinema

O grande trunfo de Em Dupla Perigosa está na energia que Momoa e Bautista trazem para o ecrã. Momoa personifica Jonny com a mesma intensidade descontrolada que tem caracterizado muitos dos seus papéis mais icónicos — uma mistura de força bruta, irreverência e carisma natural. Bautista, por seu turno, equilibra a balança como o irmão mais sério e contido, capaz de açoar qualquer plano com a sua presença física imponente e timing cómico surpreendentemente eficaz.  

A dinâmica entre ambos funciona como motor emocional e cómico para o filme, e mesmo quando a narrativa tropeça em determinados momentos — nomeadamente ao aprofundar os motivos por trás do pai e da conspiração — a presença da dupla mantém o interesse e gera momentos genuinamente divertidos.

Acompanhamento de personagens e acção cinematográfica

O elenco de apoio inclui Morena Baccarin, que empresta carisma e presença à personagem de Valentina, a parceira de Jonny. As cenas de acção foram concebidas para tirar partido do cenário luminoso e tropical do Havai, com combates físicos intensos e sequências de luta que equilibram realismo e espectáculo, sem recorrer ao exagero gráfico de filmes de terror mais extremos.  

Quando ver em Portugal

Em Dupla Perigosa estreia em Portugal na Prime Video no dia 28 de Janeiro de 2026, disponível para todos os subscritores da plataforma.  

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Com humor, adrenalina e personagens maiores-que-a-vida, o filme promete agradar aos fãs de acção e comédias com “buddy cop” no currículo — e deixa a porta aberta para um possível regresso desta dupla no futuro.

Sophie Turner Eleva Steal: Um Thriller Elegante que Sobrevive aos Próprios Clichés

A nova série da Prime Video estreia a 21 de Janeiro e prova que uma grande actriz pode carregar uma história imperfeita

À primeira vista, Steal parece seguir um manual demasiado familiar. A série da Prime Video abre com um assalto estilizado em Londres que parece um “best of” do género: planos aéreos da cidade, música electrónica pulsante, criminosos vestidos de preto e cinzento, armas automáticas, bloqueadores de sinal e a inevitável ameaça calma mas sinistra — “se fizerem exactamente o que digo, ninguém se magoa”. Naturalmente, alguém não faz o que lhe é pedido e acaba com a coronha de uma arma na cara.

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É o ponto de partida de uma minissérie de seis episódios que vai inevitavelmente lembrar títulos como The Night ManagerLa Casa de PapelSlow Horses ou The Terminal List. Um assalto que parece simples, investigadores confusos, teorias sobre ex-militares ou operações encobertas do Estado e, claro, uma conspiração que “vai até ao topo”. Nada de particularmente original — mas nem sempre é isso que interessa.

Um assalto que nunca é só um assalto

O alvo do golpe é a Lochmill Capital, uma gestora de fundos de pensões, e o roubo envolve mais de 4 mil milhões de libras pertencentes a trabalhadores da classe média e operária. É aqui que Steal começa a ganhar peso moral. Não se trata apenas de dinheiro abstracto, mas de vidas reais que ficam em risco.

Após o assalto, a narrativa fragmenta-se em vários caminhos: flashbacks que explicam como tudo foi planeado, sequências de espionagem bem coreografadas, reviravoltas constantes — algumas eficazes, outras forçadas — e longas explicações sobre esquemas financeiros, “cold wallets” e subterfúgios digitais que raramente são tão excitantes quanto a série gostaria de acreditar.

A realização e a montagem são competentes, o ritmo raramente abranda em demasia, mas o argumento tropeça quando se perde em exposição excessiva e traições que surgem mais por conveniência narrativa do que por verdadeira evolução das personagens.

Sophie Turner: o coração imperfeito da série

O grande trunfo de Steal chama-se Sophie Turner. A actriz interpreta Zara, uma funcionária da área de processamento de transacções da Lochmill Capital. À superfície, Zara parece uma jovem londrina segura, moderna e impecavelmente vestida. Mas rapidamente percebemos que é uma personagem em desequilíbrio: álcool em excesso, um emprego sem futuro, relações pessoais praticamente inexistentes e uma relação tensa com a mãe.

A primeira cena em que conhecemos Zara diz tudo: presa numa casa de banho do escritório com uma hemorragia nasal causada por ressaca. Turner constrói-a como alguém profundamente humana, cheia de falhas, irritante por vezes, mas sempre empática. Quando o assalto acontece e Zara é forçada, juntamente com o seu melhor amigo Luke (interpretado por Archie Madekwe), a autorizar transacções criminosas, a série ganha uma âncora emocional sólida.

É também Zara quem decide investigar o que realmente aconteceu, num percurso perigoso e clandestino que sustenta grande parte do interesse da narrativa.

Um mundo moralmente cinzento

O elenco de apoio cumpre, com destaque para Jacob Fortune-Lloyd, como o detective Rhys Covac, um polícia competente mas emocionalmente fragilizado, que acaba por se tornar um aliado improvável de Zara. À medida que a investigação avança, entram em cena um bilionário corrupto, os serviços secretos britânicos e outros actores de bastidores, tornando cada vez mais difícil distinguir heróis de vilões.

Nem tudo funciona. A equipa do assalto é particularmente fraca em carisma e profundidade, reduzida a arquétipos genéricos. O cérebro do golpe (Jonathan Slinger) perde protagonismo, enquanto o violento “Sniper” (Andrew Howard) parece saído de um manual de clichés. O grande “revelar” do último episódio, apesar de ambicioso, soa excessivamente mecânico e pouco orgânico.

Imperfeita, mas com potencial

Apesar dos seus tropeços, Steal é uma série eficaz, bem produzida e sustentada por uma performance central de alto nível. Sophie Turner prova que está mais do que pronta para liderar thrillers adultos e complexos, longe da fantasia épica que a tornou famosa.

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A Prime Video deixa claramente a porta aberta para uma segunda temporada. Se isso acontecer, a receita é simples: menos exposição, vilões mais interessantes e uma história à altura de Zara. Com Sophie Turner ao leme, muitos espectadores estarão dispostos a voltar.

Steal estreia a 21 de Janeiro, com a temporada completa disponível na Prime Video

Prime Video Revela Primeira Imagem de Sophie Turner como Lara Croft no Novo “Tomb Raider”

Uma nova era para a heroína mais icónica dos videojogos

A Prime Video acaba de levantar o véu sobre uma das suas apostas mais ambiciosas no universo das adaptações de videojogos. A plataforma divulgou a primeira imagem oficial da nova série Tomb Raider, confirmando Sophie Turnercomo a nova encarnação de Lara Croft. As filmagens já estão em andamento e o reboot promete dar uma nova vida à arqueóloga aventureira que marcou gerações.

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Anunciada oficialmente em Maio de 2024, a série adapta o clássico franchise de videojogos criado nos anos 90 e marca a primeira grande série televisiva em imagem real dedicada a Lara Croft. A escolha de Sophie Turner, tornada pública em Novembro, confirma a intenção da Prime Video de apostar numa abordagem mais serializada e aprofundada da personagem.

Uma heroína com legado pesado — e grandes expectativas

Sophie Turner junta-se assim a uma linhagem de actrizes de peso que já deram corpo à icónica aventureira. Angelina Jolie interpretou Lara Croft em dois filmes no início dos anos 2000, enquanto Alicia Vikander assumiu o papel no reboot cinematográfico de 2018. Agora, cabe a Turner reinventar a personagem para uma nova geração, num formato que permite explorar melhor a sua psicologia, fragilidades e evolução.

A série surge numa altura em que as adaptações de videojogos vivem um momento particularmente positivo, e Tomb Raider pretende capitalizar essa onda, apostando numa narrativa mais madura e consistente.

Um elenco de luxo e uma criadora de peso

Além de Sophie Turner, o elenco inclui nomes como Sigourney WeaverJason Isaacs, Martin Bobb-Semple, Jack Bannon, John Heffernan, Bill Paterson, Paterson Joseph, Sasha Luss, Juliette Motamed, Celia Imrie e August Wittgenstein. Um conjunto diversificado que aponta para uma narrativa global e ambiciosa.

À frente do projecto está Phoebe Waller-Bridge, que assume os papéis de criadora, argumentista principal e produtora executiva. Conhecida pela sua escrita afiada e personagens complexas, Waller-Bridge promete trazer uma nova camada emocional e narrativa ao universo Tomb Raider. Chad Hodge actua como produtor executivo e co-showrunner, enquanto Jonathan van Tulleken será realizador e produtor executivo.

De ícone dos anos 90 a franchise do futuro

O primeiro Tomb Raider chegou aos videojogos em 1996, transformando Lara Croft num verdadeiro ícone da cultura pop. O jogo mais recente, Shadow of the Tomb Raider, foi lançado em 2018, com vários títulos clássicos a receberem remasterizações. O futuro da saga continua garantido, com Tomb Raider: Legacy of Atlantis e Tomb Raider: Catalystprevistos para 2026 e 2027.

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Produzida pela Story Kitchen, Crystal Dynamics e Amazon MGM Studios, esta nova série faz parte de um acordo mais vasto para expandir o universo Tomb Raider no cinema e na televisão. Se a primeira imagem servir de indicação, a aventura está apenas a começar — e promete ser tudo menos conservadora.

Depois de Greenland 2, Estes São 8 Filmes de Catástrofe Perfeitos Para Continuar o Fim do Mundo

Do apocalipse climático a cometas assassinos, há vida (cinematográfica) depois do desastre

Greenland 2: Migration chega aos cinemas determinado a elevar ainda mais a fasquia do cinema-catástrofe. Se no primeiro filme acompanhávamos Gerard Butler numa corrida desesperada para alcançar um bunker antes do impacto de um cometa, a sequela mergulha-nos num mundo já devastado, transformado num verdadeiro deserto pós-apocalíptico. O resultado é aquilo que os fãs do género adoram: destruição em grande escala, drama familiar e uma luta constante pela sobrevivência.

Se ficou com vontade de mais depois de Greenland 2, a boa notícia é que não faltam alternativas — e a maioria pode ser vista em Portugal sem grande esforço, seja em streaming ou através de aluguer digital.

Geostorm (2017)

Mais uma vez, Gerard Butler no centro do caos. Em Geostorm, a Terra depende de uma rede de satélites capaz de controlar o clima… até que tudo corre mal. Tsunamis, terramotos e quedas abruptas de temperatura surgem em catadupa.

🎬 Onde ver em Portugal: disponível para aluguer digital em plataformas como Apple TV, Google Play e Rakuten TV.

O Dia Depois de Amanhã (2004)

Um dos títulos mais populares do género. O Dia Depois de Amanhã, de Roland Emmerich, imagina uma nova era glacial que se instala em tempo recorde, com Nova Iorque congelada e tornados a devastar cidades inteiras.

🎬 Onde ver em Portugal: disponível no catálogo da Disney+.

2012 (2009)

Quando o assunto é destruir o planeta inteiro, Roland Emmerich não conhece limites. Em 2012, a civilização colapsa sob terramotos, tsunamis e falhas tectónicas globais, enquanto uma família tenta sobreviver contra todas as probabilidades.

🎬 Onde ver em Portugal: disponível para aluguer digital (Apple TV, Google Play, Prime Video Store).

Impacto Profundo (1998)

Mais contido e emocional do que ArmageddonImpacto Profundo aposta no drama humano quando um cometa ameaça extinguir a vida na Terra. Um clássico subestimado do género, com decisões morais duríssimas.

🎬 Onde ver em Portugal: disponível para aluguer digital nas principais lojas online.

O Núcleo (2003)

Cientificamente disparatado, mas irresistível. Em O Núcleo, uma equipa de cientistas tenta salvar o mundo viajando até ao centro da Terra para reiniciar o seu núcleo com uma explosão nuclear.

🎬 Onde ver em Portugal: disponível para aluguer digital (Apple TV, Google Play).

Volcano (1997)

Los Angeles, um vulcão em erupção e lava a correr pelas ruas. Volcano não perde tempo com subtilezas e oferece destruição urbana em modo clássico dos anos 90.

🎬 Onde ver em Portugal: disponível para aluguer digital.

Presságio (2009)

Mistura de ficção científica, catástrofe e existencialismo, Presságio acompanha Nicolas Cage numa investigação que conduz a uma série de desastres inevitáveis, incluindo uma sequência de queda de avião absolutamente memorável.

🎬 Onde ver em Portugal: disponível para aluguer digital; ocasionalmente exibido em canais de cinema por cabo.

San Andreas (2015)

Terramotos, tsunamis e Dwayne Johnson em modo herói total. San Andreas é cinema-catástrofe sem pudor, feito para impressionar e entreter sem pedir desculpa.

🎬 Onde ver em Portugal: disponível em streaming na HBO Max (Max), além de aluguer digital.

O apocalipse… à distância de um comando

O cinema-catástrofe pode não ser o género mais realista do mundo, mas continua a ser um dos mais eficazes quando se trata de espectáculo puro. Entre cometas, falhas tectónicas e colapsos climáticos, estes filmes provam que o fim do mundo é sempre melhor visto do sofá — de preferência com som alto e zero preocupações científicas.

Jon Hamm: Porque Nunca Se Tornou um Nome de Bilheteira à Moda de George Clooney?

Um talento indiscutível… mas sempre à margem do estrelato cinematográfico

A pergunta surge com frequência entre cinéfilos atentos: porque razão Jon Hamm nunca se tornou um verdadeiro “actor de bilheteira” como George Clooney, apesar de ser amplamente reconhecido, respeitado e dono de um talento mais do que comprovado? A resposta parece menos relacionada com falta de capacidade e mais com as escolhas — ou ausência delas — por parte de Hollywood.

Jon Hamm tornou-se uma figura incontornável da cultura popular graças a Mad Men, onde deu vida ao icónico Don Draper. Foi um papel transformador, que lhe trouxe prémios, aclamação crítica e estatuto de actor de primeira linha. No entanto, esse reconhecimento nunca se traduziu numa carreira cinematográfica como protagonista de grandes produções ou filmes “oscarizáveis”.

O cinema viu-o sempre como secundário

Ao contrário de George Clooney, que rapidamente passou da televisão para o cinema como protagonista carismático e rentável, Hamm foi quase sempre empurrado para papéis secundários. Bons papéis, é certo — mas raramente centrais.

Em Top Gun: Maverick, Hamm está irrepreensível como o Vice-Almirante Beau “Cyclone” Simpson, uma figura rígida e institucional que funciona como contraponto perfeito ao Maverick de Tom Cruise. Curiosamente, a sua presença no filme não resultou de uma aposta estratégica do estúdio, mas sim de uma ligação pessoal: Cruise conheceu Hamm anos antes, numa conversa informal em casa de Jimmy Kimmel, e guardou o nome. Quando chegou a hora de arrancar com Top Gun: Maverick, Hamm foi chamado.

Outro exemplo claro surge em The Town, onde Hamm interpreta o agente do FBI Adam Frawley. O papel nasceu do entusiasmo de Ben Affleck, fã declarado de Mad Men, que decidiu integrá-lo no elenco enquanto a série ainda estava no ar. Mais uma vez, Hamm brilhou — mas não liderou.

Uma carreira moldada por decisões de estúdio (e talvez de agência)

Ao longo dos anos, Jon Hamm participou em vários filmes, mas nunca lhe foi confiado um projecto de grande orçamento ou prestígio artístico onde fosse o protagonista absoluto. Não um blockbuster, não um drama pensado para prémios. A responsabilidade parece recair menos sobre o actor e mais sobre os estúdios — e, possivelmente, sobre uma gestão de carreira demasiado conservadora por parte da sua agência.

Hollywood nunca pareceu disposta a “arriscar” em Hamm como cabeça de cartaz, apesar de ele reunir carisma, presença e profundidade dramática suficientes para o efeito.

A televisão continua a ser o seu território natural

Onde Hamm continua a reinar é na televisão. O seu trabalho mais recente em Your Friends and Neighbours voltou a confirmar aquilo que muitos já sabiam: quando lhe dão espaço, material e tempo, Hamm entrega performances ricas, subtis e memoráveis. A primeira temporada foi amplamente elogiada e reforçou a ideia de que os criadores televisivos sabem exactamente como aproveitar o actor — algo que o cinema, até hoje, não conseguiu ou não quis fazer.

Um actor subvalorizado à espera do papel certo

Jon Hamm continua a ser um dos actores mais subvalorizados da sua geração no grande ecrã. Falta-lhe aquele papel decisivo — o filme certo, no momento certo — que prove aquilo que a televisão já demonstrou vezes sem conta. Se esse dia chegar, não será surpresa para quem tem acompanhado a sua carreira de perto. Será apenas justiça tardia.

Magia e Sedução  Chega Hoje ao Prime Video em Portugal e Brasil — e o Filme Ganha Uma Sequela em 2026

Um clássico das bruxas finalmente disponível no streaming antes do regresso

Os fãs de magia, comédia romântica e cinema com alma têm motivos para sorrir em Portugal e no Brasil: o filme Practical Magic, protagonizado por Nicole Kidman e Sandra Bullock, acaba de ser adicionado à biblioteca do Prime Video. A estreia na plataforma acontece esta terça-feira, uma oportunidade perfeita para rever o título quase três décadas após a sua estreia original — e com um motivo extra de celebração: o filme terá uma sequela nos cinemas a 18 de Setembro de 2026.

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Embora tenha recebido críticas mistas na altura do seu lançamento em 1998, Practical Magic conquistou um lugar especial no coração de muitos espectadores, acumulando uma base de seguidores leal ao longo dos anos. Agora, a magia regressa em força, com o elenco original a retomar papéis que marcaram várias gerações.

O que é Practical Magic e por que continua tão amado

Realizado por Griffin DunnePractical Magic combina romance, humor e fantasia de um modo raro. A trama centra-se em Gillian e Sally Owens, duas irmãs provenientes de uma longa linhagem de bruxas que vivem numa pequena cidade da Nova Inglaterra. À medida que crescem, descobrem que a magia que corre nas suas veias é tão encantadora quanto perigosa — especialmente quando se trata de amor.

A sinopse clássica resume assim a essência da história: para estas irmãs, “apaixonar-se pode ser o feitiço mais complicado de todos”. A maldição da família faz com que qualquer homem por quem se apaixonem esteja fadado a uma morte prematura, obrigando as irmãs a confrontar não apenas forças sobrenaturais, mas também os medos, culpas e paixões que as definem.

Além de Kidman e Bullock, o elenco original inclui Dianne WiestStockard Channing e Aidan Quinn, contribuindo para uma narrativa rica em personagens memoráveis e relações emotivas.

A sequela que os fãs esperavam

A maior novidade não é apenas a chegada do filme ao streaming em Portugal e no Brasil, mas o facto de que Practical Magic 2 está a caminho dos cinemas. Maracado para 18 de Setembro de 2026, o projecto reúne o elenco original e novos nomes, prometendo expandir o universo mágico de Owens de forma moderna e envolvente.

Regressam aos seus papéis Nicole Kidman e Sandra Bullock, acompanhadas novamente por Dianne Wiest como Tia Jet e Stockard Channing como Tia Franny. A realização está a cargo de Griffin Dunne, que também esteve presente no filme original, com argumento de Akiva Goldsman e Georgie Pritchett.

Ao lado das estrelas veteranas, a sequela contará com um elenco contemporâneo que inclui Joey KingLee PaceMaisie WilliamsXolo Maridueña e Solly McLeod — uma mistura entre gerações que promete revitalizar a história com novas perspectivas e olhares.

Por que este é o momento certo para (re)ver o filme

A chegada de Practical Magic ao Prime Video em Portugal e Brasil não podia ser mais oportuna. Além de permitir que novos espectadores descubram a história, dá aos fãs antigos a possibilidade de se prepararem para o regresso mágico em 2026. É uma excelente porta de entrada para quem procura um filme que mistura fantasia, comédia romântica e laços familiares fortes — tudo isso com uma estética e sensibilidade que resistiram ao tempo.

Além disso, com a popularidade crescente de filmes de fantasia e adaptações modernas de clássicos, a sequência promete trazer nova vida a uma narrativa que sempre valorizou personagens femininas fortes, relações complexas entre irmãs e um olhar sensível sobre o amor e a identidade.

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Como ver em Portugal e no Brasil

O filme está agora disponível no catálogo do Prime Video tanto em Portugal como no Brasil, sem necessidade de compras adicionais, desde que faça parte da sua subscrição. Esta adição aproxima um pouco mais o público dos grandes títulos que definiram uma geração, ao mesmo tempo que serve de prelúdio perfeito para a nova aventura prevista para 2026.

“The Institute”: a série de Stephen King que começou na HBO Max e continua a conquistar público no Prime Video

As adaptações de Stephen King continuam a encontrar no formato televisivo um terreno particularmente fértil — e The Institute é mais um exemplo claro disso. A série, baseada no romance homónimo publicado em 2019, estreou originalmente na HBO Max, estando actualmente disponível também no Prime Video, incluindo em Portugal, onde tem vindo a ganhar novo fôlego junto do público.

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Longe de ser apenas mais uma história sobre crianças com poderes especiais, The Institute mergulha num dos territórios mais desconfortáveis da obra de King: o abuso de poder institucional, a instrumentalização do medo e a ideia de que fins supostamente nobres podem justificar meios profundamente desumanos.

Um pesadelo muito próximo da realidade

A narrativa centra-se em Luke Ellis, um adolescente dotado de capacidades telecinéticas que é raptado e levado para uma instalação secreta conhecida apenas como “o Instituto”. Nesse local, crianças com talentos fora do comum são sujeitas a experiências brutais, sob o pretexto de estarem a contribuir para a segurança do mundo.

Como é habitual no universo de King, o verdadeiro horror não reside apenas nos poderes sobrenaturais, mas sobretudo na frieza burocrática com que o sofrimento é normalizado. O Instituto funciona como uma máquina bem oleada, onde a crueldade é apresentada como necessidade estratégica.

À medida que Luke compreende a verdadeira dimensão do que ali acontece, começa a organizar uma resistência silenciosa com outras crianças, num jogo perigoso entre submissão aparente e rebelião interior.

Alterações felizes em relação ao romance

Um dos aspectos mais elogiados da adaptação televisiva foi a forma como reorganizou a estrutura narrativa do livro. A personagem de Tim Jamieson, um antigo polícia interpretado por Ben Barnes, surge desde cedo integrada na trama principal, aproximando o seu percurso dos acontecimentos no Instituto.

Esta decisão elimina a dispersão geográfica presente no romance e confere maior urgência dramática à série, permitindo um cruzamento mais eficaz entre os diferentes núcleos narrativos.

No elenco destaca-se ainda Mary Louise Parker, cuja presença acrescenta ambiguidade moral a uma história onde raramente existem vilões unidimensionais.

Uma série que cresce com o tempo

Embora a recepção crítica tenha sido dividida aquando da estreia, The Institute revelou uma notável capacidade de permanência. Após a sua chegada ao Prime Video, a série encontrou um novo público, beneficiando de um contexto de visualização mais descontraído e de um interesse renovado pelas adaptações de Stephen King em formato seriado.

Com oito episódios na primeira temporada, a série constrói a tensão de forma gradual, apostando mais no desconforto psicológico do que no choque imediato. É uma abordagem que pode não agradar a todos, mas que se revela coerente com o material de origem.

O sucesso sustentado levou à confirmação de uma segunda temporada, sinal claro de que a história de Luke Ellis ainda tem muito para revelar — e que o público continua disposto a enfrentar este pesadelo cuidadosamente encenado.

Stephen King em modo clássico

The Institute não é uma série para consumo apressado. É um regresso ao Stephen King mais político, mais inquietante e menos interessado em soluções fáceis. Num mundo cada vez mais obcecado com controlo, vigilância e segurança a qualquer custo, a série soa menos a ficção científica e mais a aviso.

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Disponível em Portugal tanto na HBO Max como no Prime VideoThe Institute afirma-se como uma das adaptações televisivas mais sólidas e desconfortáveis do autor nos últimos anos — e uma prova de que o verdadeiro terror, muitas vezes, não precisa de monstros visíveis.