Sally: O Documentário que Mostra Como a Primeira Mulher Americana no Espaço Teve de Esconder Quem Era

Entre o machismo da NASA e o silêncio imposto pela homofobia, o novo documentário da Disney+ revela a coragem íntima de Sally Ride — pioneira no espaço e na vida

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Em 1983, milhões de olhos seguiram o lançamento do vaivém espacial Challenger, com um detalhe histórico: entre os astronautas estava, pela primeira vez, uma mulher norte-americana. Sally Ride, física brilhante e reservada, foi catapultada para o estrelato como símbolo de progresso e inspiração para uma geração de jovens raparigas. Mas o que não se sabia — e o novo documentário Sally revela com crueza e ternura — é que por trás do sorriso público estava uma luta silenciosa contra o machismo institucional… e a homofobia.

O filme, que se estreia a 17 de Junho no Disney+ Portugal, chega num momento de particular tensão política e cultural. Realizado por Cristina Costantini (Mucho Mucho Amor), Sally é uma homenagem sentida e necessária à coragem em todas as suas formas — e a um tipo de heroína que a História tantas vezes silenciou.

“Fiz este filme para quem já teve de esconder parte de si”

Em entrevista à agência Lusa, Cristina Costantini não esconde a motivação pessoal por trás do projecto: “Fiz este filme para qualquer pessoa que já teve de esconder ou mudar parte de si para seguir os seus sonhos.” E completa: “Penso que essa é, tristemente, uma experiência mais relevante que nunca em 2025.”

Mais do que um simples retrato biográfico, Sally mergulha fundo nas contradições da era em que a NASA finalmente abriu as portas às mulheres… mas ainda não estava preparada para as receber como iguais. A agência chegou ao ponto de preparar um “kit de maquilhagem espacial” e questionar se 100 tampões seriam suficientes para seis dias no espaço — enquanto os media perguntavam se Sally ia chorar em órbita.

E, no entanto, sob essa pressão, Ride destacou-se. Brilhante, discreta, profissional ao mais alto nível. E ainda assim, durante toda a sua vida, escondeu uma parte essencial de si: a sua relação com Tam O’Shaughnessy, companheira durante 27 anos.


Uma vida dividida entre a ciência e o silêncio

Sally Ride morreu em 2012, vítima de cancro, aos 61 anos. Foi apenas no seu obituário que o mundo soube que deixava uma parceira. Até então, apenas familiares e amigos próximos sabiam da sua orientação sexual. Foi Tam quem insistiu que a verdade fosse finalmente dita — porque, como afirma no documentário, “a história não estava completa”.

O filme dá palco a Tam O’Shaughnessy, que partilha memórias íntimas, momentos de cumplicidade e frustrações silenciosas. Quando Barack Obama distinguiu Sally Ride com a Medalha Presidencial da Liberdade, foi Tam quem a recebeu. Três anos depois, o casamento entre pessoas do mesmo sexo foi legalizado nos EUA. Mas Tam, hoje, está menos optimista.

“É uma batalha humana permanente e temos de continuar a esforçar-nos pelos valores que são importantes”, afirma, lembrando os recentes retrocessos nos direitos LGBT, tanto nos EUA como noutros países. “É um momento horrível e assustador”.


Quando até a bandeira do arco-íris incomoda

O contexto de Sally tornou-se involuntariamente profético. A realizadora começou a trabalhar com o canal National Geographic e a produtora Story Syndicate sem imaginar que o lançamento coincidiria com ataques directos às políticas de diversidade e inclusão. A própria NASA foi recentemente forçada a remover bandeiras do Orgulho Gay das suas instalações.

“Não fazíamos ideia de que seria lançado num momento em que a DEI está sob ataque”, lamenta Cristina. Mas talvez por isso mesmo, o documentário se torne ainda mais urgente.

Foi ao descobrir que Sally teve uma parceira que a realizadora sentiu o clique criativo: “Pensei: Se a NASA mal estava preparada para mulheres, como terá sido amar uma mulher naquele ambiente?


Precisamos de mais Sallys. E de mais Tams.

Sally não é apenas um tributo à primeira mulher americana no espaço. É um lembrete do preço que tantas pessoas pagaram — e ainda pagam — por serem quem são. E é, acima de tudo, uma história de amor, de resiliência, e de esperança.

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A estreia está marcada para 17 de Junho no Disney+ e 21 de Junho no canal National Geographic. Se há um momento para conhecer esta história, é agora.

O regresso explosivo de Fast X aos tops de streaming 🌍💥

Com Jason Statham, Alan Ritchson e companhia, a saga continua a acelerar — até quando?

Fast X, a décima entrada da saga Velocidade Furiosa, pode ter deixado os críticos a torcer o nariz (56% no Rotten Tomatoes), mas isso não impediu o filme de conquistar o público — e agora também as plataformas de streaming. A longa-metragem, protagonizada por Jason Statham, Vin Diesel, Alan Ritchson e um elenco que parece um festival de superestrelas, está de volta aos holofotes graças à sua escalada meteórica nas tabelas de visualizações em todo o mundo.

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E não estamos a falar só dos mercados habituais. Fast X está entre os filmes mais vistos em territórios tão diversos como Hong Kong, Gana ou Moçambique. Nos Estados Unidos, está disponível na Starz, enquanto que internacionalmente domina nas vendas digitais do iTunes.

704 milhões de razões para continuar a saga

Com um orçamento gigantesco de 340 milhões de dólares, Fast X conseguiu arrecadar 704 milhões de bilheteira — o suficiente para evitar o desaire financeiro, mas longe dos números estratosféricos de capítulos anteriores. Ainda assim, o interesse não desapareceu. Pelo contrário: a presença constante da franquia no imaginário pop, aliada ao poder das suas estrelas, continua a garantir gasolina no depósito.

Alan Ritchson, o musculado protagonista da série Reacher, junta-se aqui à trupe explosiva da saga, reforçando a componente física e carismática que tantos fãs adoram. Já Jason Statham, no papel de Deckard Shaw, tem pouco tempo de ecrã, mas suficiente para garantir que regressa em força em Fast X: Part 2.

O crossover que os fãs pediram está a chegar?

Um dos momentos mais comentados de Fast X foi o regresso surpresa de Dwayne Johnson como Luke Hobbs na cena pós-créditos. A cena serve como pista para o que está para vir — nomeadamente a possibilidade de uma nova aliança entre Hobbs e Shaw. A tão falada sequela de Hobbs & Shaw continua envolta em mistério, mas esta aparição reacendeu as esperanças dos fãs.

Entretanto, o elenco de Fast X parece uma reunião de galácticos do cinema de acção: Vin Diesel, Michelle Rodriguez, Brie Larson, Jason Momoa, Charlize Theron, John Cena, Helen Mirren, Nathalie Emmanuel, Tyrese Gibson, Ludacris e até Scott Eastwood. Uma autêntica parada de estrelas que eleva o caos controlado e os carros voadores a um nível quase mitológico.

E agora?

A segunda parte de Fast X, anunciada como a última entrada da saga principal (embora isso já tenha sido dito antes…), está prevista para 2026 e deverá reunir novamente Jason Statham e Dwayne Johnson num último sprint cheio de pancadaria, explosões e frases de efeito.

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Enquanto isso, Fast X está a fazer sucesso nas plataformas de streaming — provando que, mesmo com uma década de filmes às costas e um conceito que desafia as leis da física, a saga ainda tem combustível para queimar.

Eles nunca envelhecem (literalmente): os criadores de Os Simpsons explicam porquê 🍩🕰️

Desde 1989 que Bart, Lisa e Maggie mantêm a mesma idade — e segundo Matt Groening, isso não vai mudar

Já lá vão 35 temporadas, incontáveis donuts e até um filme que arrecadou mais de 500 milhões de dólares. Mas há uma coisa que nunca mudou em Os Simpsonsas personagens continuam exactamente como estavam em 1989.

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No Festival de Animação de Annecy, Matt Groening e Matt Selman — os “pais” espirituais de Springfield — reafirmaram: Homer, Marge, Bart, Lisa e Maggie vão manter-se eternamente jovens. E não é por falta de tempo. É por escolha criativa.

“É assim que o público continua ligado a eles”

Segundo Groening, a chave está na ligação emocional que as pessoas mantêm com a série:

“Os espectadores ainda se identificam com as personagens da mesma forma que sempre o fizeram.”

Matt Selman, produtor e argumentista, acrescenta que isso permite que a série passe de geração em geração:

“Quem era fã na infância pode agora ver Os Simpsons com os filhos — e as personagens continuam iguais.”

A ideia é simples mas eficaz: mantendo Bart sempre com 10 anos e Lisa com 8, a série preserva o seu equilíbrio e espírito original, enquanto comenta o mundo real em constante mudança.


E o filme 2? Não vai acontecer (para já)

Apesar de Os Simpsons – O Filme (2007) ter sido um sucesso estrondoso, com mais de 536 milhões de dólares em bilheteira, Groening deitou um balde de água fria nos fãs que esperavam uma sequela:

“A triste verdade é que simplesmente não temos tempo para trabalhar na série e num filme ao mesmo tempo.”

É o preço de manter uma máquina criativa com mais de três décadas de produção contínua. Afinal, Springfield nunca dorme… e o Homer também não, desde que tenha uma cerveja na mão.

Uma série eterna com audiências em mutação

Os Simpsons é, de longe, a série de animação americana mais longa de sempre. Mas, apesar da longevidade e do sucesso global (é transmitida em cerca de 100 países e 26 línguas), a audiência doméstica caiu: de 13,4 milhões de espectadores na primeira temporada, em 1990, para menos de dois milhões na 35.ª, em 2023/24.

Ainda assim, continua a ser um fenómeno cultural. Ao longo dos anos, celebridades como Tony Blair, Lady Gaga, Paul McCartney, Elon Musk (e muitos mais) passaram pela série — muitas vezes a fazer de si próprios.

Envelhecer é para os outros

Enquanto muitas séries apostam no crescimento, evolução e até despedida das suas personagens, Os Simpsons escolhem o caminho oposto. E talvez por isso ainda estejam cá, três décadas depois.

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Bart continua a fazer traquinices, Lisa ainda é a criança mais inteligente de Springfield, e Maggie… bom, continua a não falar. E é assim que queremos que fiquem. Para sempre.

Miraculous Stellar Force: O Spin-off Anime Que Vai Levar Ladybug Até às Estrelas (Literalmente)

Paris fica para trás. Agora é Tóquio, kung fu e uma nova geração de heróis cósmicos

Atenção, fãs de Ladybug e Cat Noir: o universo Miraculous está prestes a explodir numa nova direção! A Disney anunciou oficialmente a aquisição de Miraculous Stellar Force, o primeiro spin-off original da saga criada por Thomas Astruc — e a promessa é clara: uma viagem até ao Japão com superpoderes, amizade, comédia kung fu… e uma arma cósmica ancestral chamada Stellar Matrix. Sim, leste bem.

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A série será lançada em 2027 no Disney Channel e Disney+, com um especial de uma hora, Miraculous World: Tokyo Stellar Force, a estrear já ainda este ano, numa ponte narrativa entre Paris e Tóquio.

🌍 De Paris para Tóquio: o universo Miraculous expande-se

Depois de conquistar o mundo com Miraculous – As Aventuras de Ladybug, Thomas Astruc leva-nos agora para Tóquio, numa série que homenageia o estilo anime clássico em 2D, com um toque visual que fará os fãs de NarutoSailor Moonou My Hero Academia sentirem-se em casa.

A história centra-se em 12 estudantes de uma escola internacional, que descobrem ser os novos guardiões da Stellar Matrix, uma arma cósmica fragmentada. Sob a liderança de Miki, Mayotte e Yu Lu, estes adolescentes têm de aprender a confiar uns nos outros, ultrapassar amizades turbulentas e derrotar inimigos galácticos como Modeler (com sede de vingança) e uma força misteriosa chamada The Supreme.

💫 Mais do que superpoderes: diversidade, identidade e trabalho em equipa

Andy Yeatman, CEO da Miraculous Corp, sublinhou que este novo capítulo da saga mantém os valores que fizeram de Miraculous um sucesso global — mas com um twist:

“As crianças de todo o mundo vão ver-se refletidas nestes heróis diversos, a navegar as suas próprias questões de amizade, identidade e colaboração em plena escala cósmica.”

Heath Kenny, responsável de conteúdos da Miraculous Corp, acrescentou:

Stellar Force reinventa o género anime de super-heróis com estilo e substância. A verdadeira força está nos laços que criamos.”


🌟 O especial que lança a nova era

Antes da série chegar em 2027, os fãs poderão ver já este ano o especial Miraculous World: Tokyo Stellar Force — uma aventura de uma hora que junta Marinette e Kagami numa missão entre Paris e Tóquio. Este será o ponto de encontro entre a geração original e os novos heróis, e prepara o terreno para a nova mitologia.

🐞 10 anos depois, Miraculous continua imparável

Completando 10 anos em 2025Miraculous continua a ser um fenómeno de audiências e merchandising — com séries, filmes, videojogos, produtos licenciados e milhões de fãs espalhados pelo mundo.

Stellar Force promete não só revitalizar a marca, mas também conquistar uma nova geração de fãs, com visuais inspirados na animação japonesa, humor mais refinado e temas contemporâneos como inclusão, diversidade cultural e identidade.

🧠 Fica a saber…

  • Criador: Thomas Astruc
  • Formato: Animação 2D inspirada em anime
  • Estreia da série: 2027 no Disney Channel e Disney+
  • Especial de lançamento: Miraculous World: Tokyo Stellar Force, estreia ainda em 2025
  • Ambiente: Escola internacional em Tóquio
  • Personagens principais: Miki, Mayotte, Yu Lu e outros nove estudantes-guardas do cosmos
  • Vilões: Modeler, The Supreme
  • Temas: Aventura, identidade, amizade, colaboração e conflito cósmico (com muito kung fu)

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“Alien: Planeta Terra” traz a saga de volta… e os Xenomorfos com ela

A icónica franquia de ficção científica invade o Disney+ com cyborgs, corporações distópicas e… híbridos com consciência humana

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Preparem-se: os Xenomorfos estão de volta. Mas desta vez, o terror espacial desce à Terra numa versão completamente nova da saga Alien, agora em formato de série. Intitulada “Alien: Planeta Terra”, a produção chega ao Disney+ a 13 de Agosto, prometendo um regresso explosivo a um universo que marcou a ficção científica desde 1979 — desta vez com cyborgs, megacorporações e novos horrores biotecnológicos.

O primeiro trailer oficial já está disponível e, para os fãs da franquia, a expectativa está em ponto de ebulição. Com Timothy Olyphant (conhecido de Justified) no elenco principal e uma estética que mistura distopia digital com pavor orgânico, esta poderá ser a expansão que muitos esperavam — ou o reinício que ninguém viu chegar.

Terra, ano 2120: um futuro dominado por empresas… e terrores escondidos

Segundo a sinopse oficial, a série situa-se no ano 2120, numa Terra controlada por cinco megacorporações: Prodigy, Weyland-Yutani (sim, a mítica da saga), Lynch, Dynamic e Threshold. Nesta nova “Era Corporativa”, humanos, cyborgs e sintéticos coexistem num equilíbrio instável, até que surge uma nova ameaça: os híbridos — robôs com consciência humana, desenvolvidos pela Prodigy Corporation.

O protótipo, Wendy, representa o auge da tecnologia e da ambição — o passo seguinte na corrida pela imortalidade artificial. Mas tudo muda quando uma nave da Weyland-Yutani colide com Prodigy City, libertando formas de vida tão antigas quanto mortais. Spoiler? Não precisamos de dizer o nome, pois os fãs já adivinharam: os Xenomorfos estão cá.

O ADN da saga está lá… mas com roupagem nova

A série não pretende ser apenas um prolongamento nostálgico. Alien: Planeta Terra mergulha em temas actuais como a identidade artificiala ética da tecnologiaa privatização da vida humana e, claro, o eterno embate entre ciência e sobrevivência. A ameaça biológica é o fio condutor, mas o subtexto distópico marca presença desde o primeiro frame.

Se os filmes anteriores exploraram o terror do desconhecido no espaço profundo, a série traz o pesadelo para o nosso quintal. E, ao que tudo indica, com uma narrativa dividida em oito episódios, sendo os dois primeiros lançados a 13 de Agosto e os restantes semanalmente às quartas-feiras.

Timothy Olyphant e um elenco internacional

Ainda sem grandes detalhes sobre as personagens, sabemos que Timothy Olyphant será um dos pilares da narrativa, acompanhado por um elenco global que promete dar profundidade às várias camadas sociais e tecnológicas do mundo de 2120. Os efeitos visuais, pelo que o trailer mostra, estão a par das melhores produções da plataforma, e os ambientes — entre cidades ultratecnológicas e zonas devastadas — mantêm o estilo visual característico da franquia.

Xenomorfos com filosofia?

Pode parecer impossível, mas a série parece caminhar entre terror corporal e existencialismo tecnológico. A introdução dos híbridos — robôs com consciência humana — pode bem ser o elemento de reflexão que distingue esta adaptação das anteriores. Até onde estamos dispostos a ir para não morrer? E o que significa estar vivo quando o corpo já não é nosso?

Se a execução corresponder à ambição, Alien: Planeta Terra pode vir a ser a reinvenção mais ousada da saga desde o original de Ridley Scott.

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“Alien: Planeta Terra” estreia a 13 de Agosto no Disney+ com dois episódios. Os restantes serão lançados semanalmente às quartas-feiras.

“Andor”: Criador Revela Orçamento Astronómico e Liberdade Criativa Dada pela Disney

💸 Tony Gilroy quebrou um dos maiores tabus de Hollywood ao dizer quanto custou a série — e parece que não houve limites (nem nas cenas de bordel).

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O universo Star Wars já nos habituou a aventuras épicas, batalhas espaciais, sabres de luz e… segredos orçamentais bem guardados. Mas Tony Gilroy, criador da aclamada série Andor, resolveu fazer aquilo que poucos em Hollywood ousam: dizer publicamente quanto a Disney pagou pelas duas temporadas da série. E não, não é um erro de digitação — são 650 milhões de dólares.


A rebelião não é barata

Durante uma conversa no ATX Television Festival, Gilroy revelou que os 24 episódios de Andor custaram aos cofres da Disney a módica quantia de 650 milhões de dólares (ou cerca de 569 milhões de euros à cotação actual). Este número impressionante confirma o que já havia sido avançado pela Forbes e Variety, colocando Andor ao lado de produções como House of the Dragon e Severance nos orçamentos mais robustos da televisão moderna.

Cada episódio terá custado perto de 20 milhões de dólares, um valor que, por si só, daria para produzir vários filmes independentes. Mas Gilroy garante que, apesar dos números colossais, nunca foi impedido de contar a história que queria.


“O Império que se f…!”

Segundo o argumentista e realizador, que também escreveu Rogue One e os filmes da saga Jason Bourne, o estúdio deu-lhe uma liberdade criativa invulgar — mesmo quando ele forçou (deliberadamente) os limites.

“Durante 24 episódios, nunca recebi uma nota [reparo]. Dissemos ‘O Império que se f***’ na primeira temporada, e a reação deles foi: ‘Por favor, podem não fazer isso?’.”

Gilroy não esconde que quis testar os limites logo à partida, ao abrir a série com uma cena num bordel — algo que, noutras eras da Disney, causaria um colapso de relações públicas. Mas não. Segundo ele, houve uma aceitação quase tranquila:

“Sim, não podemos ter pele, mas conscientemente comecei a primeira cena num bordel só para ver o que aconteceria… e acabou por ser um nada do início ao fim.”

Uma estrutura diferente, uma narrativa mais densa

A segunda temporada de Andor, lançada entre abril e maio deste ano, foi dividida em quatro arcos de três episódios, lançados semanalmente até 13 de maio. Uma estrutura pensada para permitir uma imersão mais profunda nos vários capítulos da história, mantendo a tensão narrativa ao longo de seis semanas.

Com Cassian Andor (Diego Luna) no centro da trama, a série explora o nascimento da rebelião contra o Império — muito antes de Luke, Leia e Han Solo entrarem em cena. É uma série que não se preocupa com batalhas espaciais a cada episódio, mas sim com personagens complexas, dilemas morais e uma atmosfera de thriller político que foi amplamente elogiada por críticos e fãs da saga.

A liberdade criativa… com responsabilidades

Gilroy reconhece que esta liberdade não veio sem desafios — especialmente numa altura em que o streaming enfrenta cortes orçamentais generalizados.

“Na segunda temporada, disseram: ‘O streaming está morto, não temos o dinheiro que tínhamos antes’, portanto lutámos bastante sobre o dinheiro, mas nunca nos impediram de fazer nada.”

Em tempos de incerteza para as plataformas de streaming, é reconfortante (e surpreendente) ver que ainda existem projetos onde o conteúdo, e não apenas os números, comanda as decisões.

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Andor pode não ter as explosões de The Mandalorian ou os cameos de Ahsoka, mas tornou-se um dos pilares criativos do universo Star Wars. E agora sabemos: essa qualidade teve um preço — mas, aparentemente, valeu cada crédito galáctico.

Depois do Desastre nas Bilheteiras, “Branca de Neve” com Rachel Zegler e Gal Gadot Chega ao Disney+

De polémica em polémica até ao streaming: a nova versão de Branca de Neve entra no catálogo da Disney+ a 11 de Junho, apenas 82 dias após a estreia nos cinemas — e um dos maiores desastres financeiros da história da Disney.

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Espelho meu, espelho meu… haverá fracasso maior do que o meu?

Era para ser um dos grandes eventos cinematográficos da Disney em 2024. Afinal, trata-se de uma adaptação do primeiro clássico animado dos estúdios: o lendário Branca de Neve e os Sete Anões, de 1937. Com Rachel Zegler no papel principal e Gal Gadot como a Rainha Má, o projecto reunia duas estrelas em ascensão num universo de contos de fadas. A fórmula parecia infalível.

Mas não foi.

Bilheteira desastrosa e orçamento astronómico

Com um orçamento estimado em 270 milhões de dólares (sem contar com os custos de marketing), os analistas indicavam que seriam necessários mais de 625 milhões em receitas mundiais para que a Disney começasse sequer a recuperar o investimento. O resultado? Uns magros 205,5 milhões no total mundial, com apenas 87,2 milhões nos EUA e Canadá.

Num mercado dominado por super-heróis em crise, sequelas exaustas e cansaço de remakes, Branca de Neve revelou-se um autêntico naufrágio comercial — com um percurso que levou muitos a apelidarem o filme como “o maior fracasso desde Joker: Loucura a Dois” (que, ironicamente, também teve um desempenho abaixo das expectativas em 2024).

Polémicas antes da estreia

Muito antes da estreia, Branca de Neve já era sinónimo de polémica. A começar pelas declarações de Rachel Zegler, que levantaram sobrancelhas ao afirmar que a versão original era “problemática” e que a sua Branca de Neve “não precisa de um príncipe para a salvar”.

A reinvenção da narrativa — com enfoque na independência da personagem feminina e uma abordagem mais moderna — dividiu o público. Ao mesmo tempo, o design e representação dos “sete companheiros” (que não são todos anões, nem sete no sentido tradicional) causaram desconforto e levaram até à intervenção pública de Peter Dinklage.

A recepção foi morna a nível crítico, com a realização de Marc Webb (de O Fantástico Homem-Aranha) a ser considerada insossa, e nem mesmo as músicas originais da dupla premiada Benj Pasek e Justin Paul (La La LandO Grande Showman) conseguiram gerar entusiasmo.


A grande retirada da Disney?

O impacto foi tão negativo que, segundo a imprensa especializada norte-americana, a Disney decidiu suspender indefinidamente o desenvolvimento da versão em imagem real de Entrelaçados (Tangled), que estava já em fase de pré-produção.

Com tantos remakes em produção (de Lilo & Stitch a Hércules), a derrota de Branca de Neve pode marcar uma viragem na estratégia da casa do Mickey. A pergunta impõe-se: será este o fim da era dos remakes live-action?

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Da tela grande ao conforto do sofá

Se perdeu o filme nos cinemas (ou preferiu aguardar pelo streaming), Branca de Neve chega ao Disney+ a 11 de Junho. Talvez lá, longe dos holofotes, consiga encontrar algum público disposto a redescobrir a história da jovem de pele branca como a neve… agora com menos magia e mais controvérsia.

Afinal o Dr. House enganava-se… e muito! 👨‍⚕️💊

Estudo croata desmonta o génio da medicina televisiva e revela 77 erros em 177 episódios

Ele era brilhante, rude, viciado em analgésicos e tinha uma bengala. Mas acima de tudo, era um génio… ou não? Um grupo de médicos croatas decidiu pôr o Dr. House à prova — e os resultados não são propriamente dignos de uma carta de recomendação da Ordem dos Médicos.

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Segundo um artigo científico recente, a série House M.D. — que foi transmitida entre 2004 e 2012 e tornou Hugh Laurie uma estrela mundial — está repleta de imprecisões médicas. No total, os investigadores identificaram 77 erros ao longo dos 177 episódios. E nem a bengala foi poupada.

Diagnósticos brilhantes… ou só mesmo brilharetes?

A análise foi conduzida por Denis Cerimagic, professor da Universidade de Dubrovnik, e os neurologistas Goran Ivkic e Ervina Bilic — todos fãs confessos da série, o que só torna as críticas mais saborosas.

Os erros foram agrupados em cinco categorias, desde terminologia médica incorrecta a momentos que entraram directamente na categoria de “simplesmente estranho”. Entre os exemplos, estão o uso de termómetros de mercúrio (há muito proibidos), o tratamento de uma deficiência de vitamina B12 com uma única injecção, ou o clássico tropeço entre “ataque cardíaco” e “paragem cardíaca”, como se fossem sinónimos.

Ah, e aquela cena em que um neurologista faz uma colonoscopia? Pois. Também não passou.

A bengala de House: usada do lado errado (e não é piada)

Segundo os investigadores, a maior falha de todas está mesmo debaixo dos nossos olhos: a bengala usada por Gregory House é empunhada… do lado errado. O protocolo médico é simples — deve ser usada do lado oposto à perna afectada. Mas, por razões televisivas (ou de enquadramento dramático), Laurie optou por fazê-lo ao contrário. E foi assim durante oito temporadas.

“Compreendemos a decisão, é mais eficaz visualmente. Mas está clinicamente errado”, diz Cerimagic.

Ressonâncias em tempo recorde e médicos-detectives (literalmente)

A investigação aponta também a rapidez surreal com que certos exames laboratoriais são apresentados — como se um painel completo de toxinas levasse apenas duas horas a sair. Além disso, a série adorava mostrar médicos a invadir casas dos pacientes à procura de mofo ou venenos exóticos. Na vida real, não só seria ilegal como altamente improvável.

Sem falar da ética médica… ou da falta dela. Há episódios em que House larga diagnósticos letais como se estivesse a anunciar o menu do dia: “tumor cerebral, ela vai morrer”, diz, com a subtileza de uma porta de ferro.

Crítica com fins pedagógicos

Apesar das críticas, os investigadores não estão aqui para cancelar House M.D.. Pelo contrário. Afirmam que a série pode ser uma ferramenta útil no ensino médico — precisamente por conter tantos erros. Segundo Cerimagic, os episódios poderiam ser usados para treinar estudantes a identificar falhas clínicas, fomentar o trabalho em equipa e discutir abordagens diagnósticas realistas.

“Só profissionais médicos percebem estes erros”, diz o neurologista, notando que House M.D. está longe das barbaridades médicas que se viam na televisão de há 20 anos, quando se analisavam radiografias… ao contrário.

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House M.D. continua a ser uma das séries mais icónicas da televisão — mas o seu génio era, afinal, mais televisivo do que científico. Ainda assim, como objecto de entretenimento (e agora, de estudo académico), continua a ser fascinante. Porque, mesmo a errar, o Dr. House conseguia sempre entreter. E no fim, como ele próprio dizia: “Everybody lies”. Até a série, pelos vistos.

Meryl Streep está de volta a Only Murders in the Building — e nós já estamos a preparar o alibi! 🔍🎭

A rainha do cinema não resiste a mais um mistério… nem a Steve Martin e companhia

Preparem os microfones e os casacos compridos: Meryl Streep está oficialmente de volta à série Only Murders in the Building! A confirmação chegou com pompa e circunstância — via Instagram da própria série — e os fãs não perderam tempo a celebrar o regresso da actriz mais nomeada da história dos Óscares ao universo dos homicídios no Arconia.

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Depois de uma participação inesquecível na terceira temporada, onde interpretou Loretta Durkin, uma actriz com mais segredos do que talento (ou talvez o contrário?), Meryl Streep prepara-se agora para continuar a dar cartas — e talvez umas facadas metafóricas — ao lado de Steve Martin, Martin Short e Selena Gomez.


Um elenco de luxo e um caso que nunca pára

Na temporada anterior, Only Murders in the Building elevou ainda mais a fasquia ao trazer Paul Rudd como a vítima (e estrela de teatro arrogante) Ben Glenroy, e Meryl Streep como parte do elenco da peça teatral que estava no centro do crime. A dinâmica entre os veteranos da comédia e a sempre brilhante Streep foi uma das grandes delícias da temporada — com direito a cena musical, momentos de ternura, suspeita e, claro, aquele sotaque meio indefinido que só a Meryl pode transformar em arte.

O regresso da actriz promete agitar ainda mais as águas da quarta temporada, cuja acção se vai dividir entre Nova Iorque e Los Angeles — cidade onde os nossos detectives amadores vão tentar adaptar o seu podcast à linguagem de Hollywood. Boa sorte com isso!


A série continua em alta

Criada por Steve Martin e John Hoffman, Only Murders in the Building tornou-se um sucesso imediato na Hulu (e em Portugal, na Disney+), conquistando elogios pela mistura certeira de comédia, mistério e coração. Cada temporada apresenta um novo assassinato, um novo grupo de suspeitos e novas formas de brincar com o próprio género policial.

A quarta temporada ainda não tem data de estreia anunciada, mas com Meryl Streep a bordo, as expectativas disparam — e não estamos a falar só do número de nomeações aos Emmy.

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Meryl Streep em modo série de comédia criminal é daquelas coisas que não sabíamos que precisávamos… até acontecer. E agora que sabemos, não aceitamos menos. Se vier com mais canções, melhor ainda. Mas mesmo que não venha, só o regresso da actriz já é suficiente para garantir que o próximo homicídio (ou tentativa) vai valer cada segundo de visionamento.

⚽ Disney+ vai transmitir a Liga dos Campeões Feminina da UEFA até 2030

Plataforma entra em campo e aposta forte no futebol feminino europeu com 75 jogos por época em directo

A partir da época 2025/26, a Disney+ torna-se a casa oficial da Liga dos Campeões Feminina da UEFA em toda a Europa, substituindo a DAZN como detentora dos direitos de transmissão. O acordo, com duração de cinco anos, prolonga-se até 2030 e representa uma aposta de peso no crescimento e na visibilidade do futebol feminino ao mais alto nível.

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📺 Jogos em directo e sem custos adicionais

Serão transmitidos ao vivo e na íntegra 75 jogos por temporada através da plataforma Disney+, sem custos adicionais para os assinantes. A produção ficará a cargo da ESPN, com cobertura multilingue, comentários especializados e programas de análise pré e pós-jogo.

Para além da plataforma de streaming, um jogo por semana será também emitido em canal aberto em mais de 30 países, incluindo Portugal, através da parceria com a União Europeia de Radiodifusão (UER).

🏆 Novo formato para nova era

A competição adopta igualmente um novo formato a partir da próxima temporada: uma fase de liga com 18 equipas, seguida por eliminatórias até à final. A UEFA estima que a final possa atingir mais de 200 milhões de lares europeus, cimentando a Liga dos Campeões Feminina como uma das competições desportivas mais importantes do calendário anual.

💪 Uma jogada de mestre da Disney

Este acordo reforça a estratégia da Disney+ em diversificar os seus conteúdos, alargando o catálogo para além de séries e filmes e apostando em eventos desportivos de alto perfil. É também um sinal claro do crescimento exponencial do futebol feminino e do seu potencial de audiência global.

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Com transmissões acessíveis, produção de qualidade e uma nova estrutura competitiva, tudo indica que o futebol feminino europeu está a entrar numa nova era — e com toda a pompa que merece.

🍽️ The Bear volta a servir drama intenso: quarta temporada estreia a 25 de junho

Carmy, Sydney e companhia regressam com novos episódios — e muitas decisões difíceis — no Hulu e Disney+

A cozinha mais caótica e premiada da televisão está de volta: a quarta temporada de The Bear estreia no dia 25 de junho de 2025, com os 10 episódios disponíveis de uma só vez no Hulu (EUA) e no Disney+ (internacionalmente) . 

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A série, protagonizada por Jeremy Allen White (Carmy), Ayo Edebiri (Sydney) e Ebon Moss-Bachrach (Richie), continua a explorar os desafios de transformar um restaurante familiar num espaço de alta gastronomia, enquanto lida com as complexidades das relações pessoais e profissionais. 

O que esperar da nova temporada?

A terceira temporada terminou com um cliffhanger: uma crítica do Chicago Tribune que pode definir o futuro do restaurante. Na quarta temporada, veremos as repercussões dessa crítica, com Carmy a enfrentar as consequências das suas decisões e Sydney a ponderar uma oferta para liderar outro restaurante . 

A temporada também contará com o regresso de personagens como Natalie “Sugar” Berzatto (Abby Elliott), Marcus(Lionel Boyce), Tina (Liza Colón-Zayas) e Neil Fak (Matty Matheson). Além disso, Jamie Lee Curtis deverá reaparecer como Donna Berzatto, mãe de Carmy . 

Produção e bastidores

Embora inicialmente se tenha planeado filmar as temporadas 3 e 4 consecutivamente, apenas parte da quarta temporada foi gravada junto com a terceira. As filmagens adicionais ocorreram no início de 2025 para completar a temporada . 

Onde assistir?

The Bear é uma produção original da FX e está disponível nos EUA através do Hulu. Internacionalmente, a série pode ser vista no Disney+. As três primeiras temporadas já estão disponíveis para streaming. 

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Stanley Tucci Diz que Comida Italiana Explica a Política — e Sabe Mesmo Melhor 🍝🗳️🇮🇹

O actor e apresentador da série Searching for Italy partilhou a sua visão sobre a cultura, o caos político e o poder da gastronomia como espelho da identidade nacional. E, claro, falou de massa.

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Stanley Tucci não é apenas um actor respeitado com uma carreira sólida no cinema e televisão — é também um apaixonado pela gastronomia italiana, algo que partilhou com o mundo na série documental Searching for Italy, da CNN ( em Portugal no Disney +). Agora, durante uma conversa recente no Hay Festival, no País de Gales, Tucci levou a analogia mais longe: a forma como os italianos pensam a comida pode explicar… a política do país.

E a comparação não podia ser mais saborosa.

“Cada região tem o seu molho, o seu orgulho — e ninguém se entende”

Durante o evento, Tucci afirmou que a estrutura fragmentada da política italiana reflecte o regionalismo obsessivo da sua cozinha. Segundo o actor, não é apenas uma metáfora: é uma realidade profundamente enraizada.

“Os italianos não conseguem sequer concordar sobre como fazer molho de tomate. Porque haveriam de concordar politicamente?”, brincou.

“A política italiana é confusa, mas apaixonada. Tal como o debate sobre o queijo Parmigiano em cima do peixe.”


De The Devil Wears Prada para os raviolis — uma segunda carreira?

Tucci tem cultivado ao longo dos anos uma reputação paralela como embaixador não-oficial da cozinha italiana, com livros de receitas, vídeos virais de cocktails e uma elegância natural que combina perfeitamente com massas frescas e vinhos tintos.

Em Searching for Italy, percorreu várias regiões do país explorando as ligações entre pratos tradicionais, identidade cultural e história local. O sucesso da série foi tal que lhe valeu um Emmy e um lugar especial no coração dos amantes de comida e cinema.

Entre a sátira e o afecto

Apesar do tom bem-humorado, Tucci não deixou de tocar em questões mais sérias. Referiu-se ao actual clima político em Itália como “desafiante”, mas realçou que a resiliência do povo está na sua cultura — e, claro, na comida.

“Podes ter um dia péssimo em Roma, mas assim que te sentas com um prato de carbonara, há esperança.”


Stanley Tucci: um gourmet com causas

Além do amor pela gastronomia, Tucci tem sido uma voz activa na defesa da cultura europeia, da diversidade e da importância de preservar tradições regionais, mesmo num mundo cada vez mais uniformizado.

E se para isso for preciso recorrer a pratos típicos e referências culinárias? Que venham mais entrevistas com sotaque italiano e molho de tomate.

💼 Ryan Reynolds: de estrela de cinema a magnata com fortuna de 350 milhões de dólares

O ator canadiano Ryan Reynolds, conhecido pelos seus papéis em filmes como Deadpool e Free Guy, transformou-se num dos empresários mais bem-sucedidos de Hollywood. Com uma fortuna estimada em 350 milhões de dólares, Reynolds diversificou os seus investimentos para além do cinema, envolvendo-se em negócios que vão desde bebidas alcoólicas até telecomunicações e desporto. 


🎬 Sucessos de bilheteira e salários milionários

Reynolds alcançou o estrelato com o filme Deadpool (2016), que arrecadou mais de 780 milhões de dólares em bilheteira. A sequela, Deadpool 2 (2018), superou esse valor, com mais de 785 milhões de dólares. Em Deadpool & Wolverine(2024), Reynolds não só protagonizou como também coescreveu e coproduziu o filme, recebendo cerca de 50 milhões de dólares pelo seu trabalho . 


🍸 Investimentos lucrativos: Aviation Gin e Mint Mobile

Para além do cinema, Reynolds demonstrou um acentuado sentido empresarial. Em 2018, adquiriu uma participação na marca Aviation American Gin, que foi vendida à Diageo em 2020 por até 610 milhões de dólares. Estima-se que Reynolds tenha recebido cerca de 67 milhões de dólares com esta transação . 

Em 2019, investiu na operadora de telecomunicações Mint Mobile, detendo aproximadamente 25% da empresa. Em março de 2023, a T-Mobile adquiriu a Mint Mobile por 1,35 mil milhões de dólares, resultando num ganho estimado de 131 milhões de dólares para Reynolds . 


⚽ Paixão pelo desporto: Wrexham AFC

Em 2020, Reynolds e o ator Rob McElhenney adquiriram o clube galês Wrexham AFC por cerca de 2 milhões de libras. Desde então, o clube ganhou notoriedade internacional, especialmente após o lançamento da série documental Welcome to Wrexham, que narra a jornada dos novos proprietários e a revitalização do clube . 


🏠 Vida pessoal e filantropia

Casado com a atriz Blake Lively desde 2012, o casal é conhecido pelo seu envolvimento em causas sociais e filantrópicas. Juntos, têm três filhas e frequentemente utilizam as redes sociais para promover iniciativas de caridade e sensibilização para diversas causas.


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🎬 Hayden Christensen celebra 20 anos de A Vingança dos Sith com humor e entusiasmo

Hayden Christensen, conhecido por interpretar Anakin Skywalker em Star Wars: Episódio III – A Vingança dos Sith, está a comemorar os 20 anos do filme com uma abordagem bem-humorada. Num vídeo recente, o ator aparece a preparar-se para o relançamento do filme, vestindo-se como Darth Vader e brincando com a ideia de “estar pronto” para a ocasião . 

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O relançamento de A Vingança dos Sith nos cinemas faz parte das celebrações do 20.º aniversário do filme, permitindo aos fãs reviverem a jornada de Anakin Skywalker para se tornar Darth Vader. Christensen expressou entusiasmo com a oportunidade de revisitar este capítulo icónico da saga Star Wars.

Desde o lançamento original do filme em 2005, Christensen tem sido uma figura central na franquia, tendo recentemente reprisado o papel de Anakin/Darth Vader nas séries Obi-Wan Kenobi e Ahsoka, disponíveis na Disney+ . A sua participação contínua no universo Star Wars tem sido bem recebida pelos fãs, que apreciam a profundidade que o ator traz ao personagem. 

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Além do relançamento de A Vingança dos Sith, Christensen tem participado em eventos e convenções relacionados com Star Wars, demonstrando o seu compromisso contínuo com a franquia e os seus fãs. A celebração do 20.º aniversário do filme é mais uma oportunidade para os admiradores da saga se conectarem com um dos momentos mais marcantes da história de Star Wars.

👽 Alien: Earth – Xenomorfos Invadem a Terra no Novo Teaser da Série de Noah Hawley

A icónica franquia Alien prepara-se para um novo capítulo televisivo com Alien: Earth, a primeira série da saga a trazer os temíveis xenomorfos para o nosso planeta. Para assinalar o Dia da Terra, a FX divulgou um teaser arrepiante e um novo cartaz promocional, aumentando a expectativa para a estreia prevista para o verão de 2025. 

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🌍 Uma Nova Ameaça no Nosso Planeta

Situada no ano de 2120, dois anos antes dos eventos do filme original de 1979, Alien: Earth acompanha Wendy (interpretada por Sydney Chandler), uma jovem com corpo adulto e mente infantil, e o seu mentor sintético Kirsh (Timothy Olyphant). Após a queda de uma misteriosa nave espacial na Terra, a dupla e um grupo de soldados táticos enfrentam uma ameaça letal que poderá pôr em risco toda a humanidade . 


🎥 Teaser Revela o Horror que se Aproxima

O teaser divulgado apresenta imagens inquietantes de um planeta à beira do colapso, com a silhueta de um xenomorfo refletida na atmosfera terrestre. A atmosfera sombria e a tensão crescente prometem uma abordagem mais aterradora e introspectiva da saga .


🧬 Uma Nova Perspetiva sobre os Xenomorfos

Noah Hawley, conhecido por Fargo e Legion, opta por ignorar as revelações de Prometheus e Alien: Covenant, preferindo uma origem dos xenomorfos baseada em milhões de anos de evolução natural, em vez de uma criação artificial . Esta decisão promete devolver à franquia o mistério e o terror que a tornaram célebre. 


📺 Estreia e Onde Assistir

Alien: Earth tem estreia prevista para o verão de 2025, sendo transmitida nos EUA através da FX e Hulu. Em Portugal, a série estará disponível no Disney+, embora a data exata ainda não tenha sido confirmada . 

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🕺 Hugh Jackman Fora da Dança? A “Frustração” Mais Inesperada de Deadpool & Wolverine

Pode parecer impossível imaginar uma queixa de Hugh Jackman sobre o regresso de Wolverine ao cinema… mas ela existe. E é, na verdade, adorável. Durante um evento recente em Nova Iorque, Jackman revelou que há apenas uma coisa que o deixou ligeiramente frustrado em Deadpool & Wolverine: ter ficado de fora da sequência de dança ao som de “Bye Bye Bye” dos NSYNC.

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Sim, estamos a falar da sequência musical que abre o filme e já se tornou um dos momentos mais inesperadamente icónicos da campanha de marketing. Com Ryan Reynolds como Deadpool a coreografar um número digno de musical da Broadway, muitos fãs pensaram — com razão — que Jackman, veterano dos palcos e das sapatilhas de sapateado, teria também o seu momento de dança. Mas não.


🎭 “A Dança Que Me Escapou”

Durante a apresentação do espetáculo The Music Man, Jackman contou com humor que ficou “ligeiramente magoado” por não ter participado na sequência de dança:

“A sério, Ryan teve uma grande cena de dança. Eu? Nada. Foi… estranho. Sobretudo porque já fiz isso mil vezes na Broadway.”

E como verdadeiro showman, decidiu compensar ali mesmo, no palco, com uma coreografia improvisada — com corda de saltar! O público delirou e o vídeo do momento já circula nas redes sociais como “a dança que escapou”.


🤜🤛 Deadpool & Wolverine: O filme mais caótico (e divertido?) da Marvel

Deadpool & Wolverine, com estreia marcada para 25 de julho de 2024, marca a primeira grande incursão do universo Deadpool no MCU — e o regresso oficial de Wolverine, após a despedida épica em Logan (2017). Como? Bem… ainda não sabemos. Mas o trailer já deixou claro que o multiverso permite tudo — até mesmo piadas com capas, sangue e música pop dos anos 2000.

Este novo capítulo promete ser um misto de buddy movie, meta-comédia e acção desenfreada, com o selo da irreverência total que Ryan Reynolds e o realizador Shawn Levy já demonstraram dominar.


🎬 Hugh Jackman: do adamantium ao sapateado… e de volta

Jackman, que já tinha pendurado oficialmente as garras de Wolverine, confessou que não resistiu ao convite de Reynolds — e à oportunidade de interpretar o mutante num tom mais descontraído e sarcástico. “Depois de Logan, achei que estava feito. Mas quando Ryan me explicou o conceito… percebi que seria um tipo de Wolverine que nunca fiz”, disse o actor numa entrevista recente.

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Mesmo sem dançar desta vez, Hugh Jackman continua a ser uma das presenças mais carismáticas do universo Marvel. E quem sabe se, numa eventual cena pós-créditos, ainda não o veremos dar uns passos de dança ao lado do seu parceiro de caos…

Andrew Lincoln revela porque deixou a Walking Dead

Andrew Lincoln deixou The Walking Dead após a nona temporada para passar mais tempo com a sua família no Reino Unido. A decisão foi motivada pelas longas ausências de casa devido às filmagens nos Estados Unidos. Lincoln explicou: “Tenho dois filhos pequenos e vivo noutro país. Eles tornam-se menos portáteis à medida que crescem. Foi tão simples quanto isso. Estava na hora de voltar para casa.”

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Após a sua saída, o personagem Rick Grimes foi retirado da série de forma a permitir um possível regresso. De facto, Lincoln voltou ao papel numa minissérie intitulada The Walking Dead: The Ones Who Live, que explora o reencontro entre Rick e Michonne.

Onde assistir The Walking Dead e seus spin-offs

Portugal:

  • The Walking Dead (série principal): disponível no Disney+ e no Star Channel.
  • The Walking Dead: The Ones Who Live: estreia exclusiva no canal AMC Portugal.
  • The Walking Dead: Dead City: disponível no serviço de streaming AMC Selekt. 

Brasil:

Para os fãs que desejam revisitar a série original ou explorar os novos spin-offs, as plataformas de streaming oferecem diversas opções para acompanhar o universo expandido de The Walking Dead

👹 Predator: Killer of Killers — O Regresso Implacável do Caçador Supremo… Agora em Versão Animada!

Quando pensávamos que já tínhamos visto todas as variações possíveis do lendário extraterrestre caçador, eis que o universo Predator nos prepara mais uma surpresa — e das boas. Predator: Killer of Killers estreia em exclusivo no Disney+ a 6 de junho de 2025 e promete ser a entrada mais ousada, violenta e estilizada da saga até à data… sem uma única imagem em live-action.

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Se Prey (2022) nos devolveu a fé na franquia com uma abordagem minimalista e histórica, Killer of Killers eleva a fasquia criativa: três histórias, três épocas, três guerreiros lendários — todos a enfrentarem o mesmo pesadelo intergaláctico.

Animação com sangue nas veias e dentes afiados

Desta vez, o franchise salta do ecrã tradicional para a animação adulta — e não estamos a falar de animação bonitinha e inofensiva. Estamos a falar de vísceras, violência estilizada e adrenalina em alta rotação. Um pouco como se Love, Death & Robots tivesse decidido caçar um Predator.

A direção está a cargo de Dan Trachtenberg, que nos deu o excelente Prey, agora em colaboração com Josh Wassung. A dupla promete algo muito para além de um mero spin-off animado: esta é uma verdadeira antologia de ação brutal que atravessa séculos de história e lendas — e que coloca o Predator como a ameaça intemporal que sempre foi.

Três guerreiros, um só destino

Ao estilo de uma antologia, o filme apresenta três segmentos distintos:

  • Uma guerreira viking, endurecida pela dor e movida por vingança, que enfrenta o Predator nas florestas geladas do norte;
  • Um ninja japonês, em pleno Período Sengoku, que descobre que nem todos os demónios vêm dos mitos — alguns vêm das estrelas;
  • Um piloto da Segunda Guerra Mundial, em queda livre num campo de batalha que esconde um inimigo ainda mais letal do que os nazis.

Três tempos, três atmosferas, três estilos de animação distintos — tudo envolto na mística e ferocidade do caçador mais implacável da ficção científica. Se tudo correr como prometido, este será um Predator como nunca vimos: mais experimental, mais intenso e com liberdade total para explorar violência, estética e mitologia.

Uma lufada de ar fresco no ADN do franchise

Depois de décadas de altos e baixos (sim, ainda temos pesadelos com Alien vs Predator: Requiem), parece que a 20th Century Studios está finalmente a perceber que o Predator precisa de se reinventar, não apenas repetir fórmulas. Killer of Killers faz isso mesmo: respeita as raízes — o silêncio, o suspense, a brutalidade — mas vira o jogo visual e narrativamente.

É também uma forma de manter o franchise vivo entre filmes maiores. Com a sequela de Prey já em preparação, esta entrada animada serve como aperitivo sangrento e provocador. E o melhor? Não precisa de compromisso com continuidade — cada segmento é uma cápsula, uma luta até à morte, um embate entre instinto humano e tecnologia alienígena.

Onde e quando ver

Predator: Killer of Killers chega a Portugal a 6 de junho de 2025em exclusivo no Disney+, através do hub Star. Será disponibilizado num só bloco (ou seja, nada de esperas semanais) e promete causar furor entre fãs da saga, da animação adulta e de todos os que sentem falta de uma boa dose de sobrevivência selvagem com garra.

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🎬 Se achavas que o Predator já não conseguia surpreender… prepara-te para um regresso sangrento, histórico e absolutamente alucinante. Porque há caçadores… e depois há o Killer of Killers.

🎭 A Verdadeira Dor de Jesse Eisenberg Estreia a 16 de Abril no Disney+

Depois de conquistar elogios da crítica e da indústria, e de valer um Óscar a Kieran Culkin, o comovente drama A Verdadeira Dor (A Real Pain) tem finalmente data marcada para estreia em streaming em Portugal: 16 de abril no Disney+. 🎬✨

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Escrito e realizado por Jesse Eisenberg, que também protagoniza o filme ao lado de Kieran CulkinA Verdadeira Dorfoi um dos títulos mais falados da temporada de prémios — especialmente após a sua exibição em festivais internacionais, onde foi recebido com entusiasmo quase unânime.

Uma Viagem de Emoções… e Conflitos

O filme segue dois primos americanos, David (Eisenberg) e Benji (Culkin), que embarcam numa viagem até à Polónia para fazer um circuito de memória do Holocausto. O que começa como uma peregrinação simbólica e cultural, rapidamente se transforma numa jornada de confronto familiar, culpa intergeracional e feridas não saradas.

É uma história que equilibra o drama emocional com momentos de ironia subtil e humor agridoce — muito ao estilo do trabalho anterior de Jesse Eisenberg como argumentista e realizador, como vimos em When You Finish Saving the World.

Kieran Culkin: Um Óscar Mais Que Merecido 🏆

Após se destacar em Succession, Kieran Culkin teve aqui a sua oportunidade de brilhar no grande ecrã — e não a desperdiçou. A sua interpretação como Benji, uma personagem explosiva, melancólica e profundamente humana, valeu-lhe o Óscar de Melhor Ator Secundário numa temporada recheada de talento. É uma performance que oscila entre o caos e a ternura, e que confirma Culkin como um dos actores mais interessantes da sua geração.

Jesse Eisenberg, por sua vez, além da interpretação contida e intensa, confirma-se como um realizador com uma sensibilidade autoral muito própria, capaz de explorar temas densos com subtileza e autenticidade.

Estreia no Disney+ em Abril

Depois da estreia nos cinemas portugueses em janeiro, A Verdadeira Dor chega agora ao grande público via streaming, permitindo que mais espectadores tenham acesso a este pequeno grande filme. A estreia na plataforma está marcada para 16 de abril, exactamente três meses após a estreia nas salas nacionais.

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Com apenas 90 minutos de duração, é uma obra contida mas profundamente impactante — e ideal para quem procura cinema independente com substância, emoção e uma reflexão pungente sobre a memória colectiva e as relações familiares.

“Homicídios ao Domicílio”: Renée Zellweger e Christoph Waltz juntam-se ao crime (e ao humor)

🔎🎭 O Arconia vai receber ainda mais talento de peso (e estatuetas douradas) na próxima temporada de Homicídios ao Domicílio. A quinta temporada da série de comédia policial da Hulu (em Portugal disponível via Disney+) já está em rodagem e prepara-se para ser a mais estrelada de sempre, com a entrada em cena de Renée Zellweger e Christoph Waltz.

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Sim, leste bem: dois vencedores de Óscares vão juntar-se ao trio de detetives amadores mais carismático da televisão — Steve MartinMartin Short e Selena Gomez. Depois da presença memorável de Meryl Streep nas temporadas anteriores, a fasquia estava altíssima… mas parece que continua a subir.

Estrelas com talento criminal (no bom sentido)

Renée Zellweger, que ganhou o Óscar por Cold Mountain (2003) e Judy (2019), e Christoph Waltz, vencedor por Sacanas Sem Lei (2009) e Django Libertado (2012), são os novos rostos a juntar-se ao Arconia, aquele edifício nova-iorquino onde há sempre algo a acontecer — sobretudo homicídios e gravações de podcast.

Os detalhes das suas personagens estão guardados a sete chaves, como já é tradição nesta série. Mas se a história nos ensinou alguma coisa, é que todos os que entram no Arconia têm algo a esconder… ou a descobrir.

A entrada destes dois pesos pesados foi confirmada recentemente pelas publicações Deadline e Variety, e rapidamente ecoada pelas redes sociais da série, para delírio dos fãs.

De regresso a Nova Iorque (e ao bom velho mistério)

Depois de uma incursão por Los Angeles na quarta temporada, a ação regressa ao cenário original: o Arconia. E quem também volta — desta vez com mais protagonismo — é Téa Leoni, que apareceu pela primeira vez no episódio final da última temporada como Sofia Caccimelio, esposa de Nicky “The Neck” Caccimelio, com ligações à (fictícia) máfia Caputo.

É caso para dizer: o crime compensa… se for em forma de série de comédia criminal bem escrita.

E como não há duas sem três, o humorista Keegan-Michael Key também se junta ao elenco da quinta temporada, elevando o nível de comédia (e confusão) que já era bastante alto.

Podcast, cadáveres e uma pitada de glamour

A série, que mistura mistério, humor, e o eterno fascínio por podcasts sobre crimes reais, tem mantido um equilíbrio quase perfeito entre nostalgia (com Steve Martin e Martin Short), modernidade (Selena Gomez) e convidados de luxo. Esta nova temporada parece determinada a manter esse cocktail irresistível.

Com 10 novos episódios já em produção, espera-se que a quinta temporada estreie ainda este ano. Até lá, os fãs podem ir afiando as teorias sobre quem matou quem — e se desta vez será o Christoph Waltz com uma bengala na biblioteca… ou a Renée Zellweger com um microfone no hall de entrada.

🎙️🔍 Seja como for, uma coisa é certa: o crime nunca foi tão bem vestido.

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