“O Pátio da Saudade”: Leonel Vieira Regressa à Comédia com um Toque de Revista e Muito Coração

🎭 Sara Matos lidera um elenco de luxo nesta nova comédia dramática sobre sonhos, memórias e… teatro de revista.

Leonel Vieira está de volta com O Pátio da Saudade, uma comédia dramática com laivos musicais que promete conquistar os espectadores portugueses já a partir de 14 de agosto. A nova longa-metragem é descrita pelo próprio realizador como “entretenimento puro” — mas com substância. Porque ninguém quer sair do cinema com a sensação de ter visto “uma tontice”, pois não?

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Protagonizado por Sara Matos, o filme segue a história de uma jovem atriz que herda um velho teatro de uma tia distante, com uma condição peculiar: para ficar com o palacete, terá de recuperar o espaço e montar uma nova revista à portuguesa. Mais do que um desafio artístico, é uma missão emocional com impacto na comunidade e na sua própria identidade.

Uma homenagem ao passado (com um olho no presente)

Para Leonel Vieira, este novo “pátio” não é um remake, mas sim uma evocação afectiva — e artística — daquilo que se fazia no tempo de ouro do cinema português. Tal como fizera com O Pátio das Cantigas (2015), O Leão da Estrela e A Canção de Lisboa, o cineasta volta a piscar o olho ao cinema dos anos 40, agora com um olhar contemporâneo sobre o teatro de revista.

“Este é um filme sobre amizade, sobre pessoas que se unem por uma causa. E isso é algo que, nos dias que correm, parece estar em risco”, afirmou o realizador durante a apresentação do filme. O Pátio da Saudade fala da importância de preservar o que é nosso, de respeitar as raízes e de lutar por aquilo em que acreditamos.

Um elenco de primeira linha

Além de Sara Matos, o filme conta com interpretações de nomes bem conhecidos do público português: José Raposo, Alexandra Lencastre, José Pedro Vasconcelos, José Pedro Gomes, Ana Guiomar e Gilmário Vemba, entre outros. Uma verdadeira constelação da comédia nacional, ao serviço de uma história que mistura emoção, música e muito humor.

O argumento é assinado por Aldo Lima, Manuel Prates, Alexandre N. Rodrigues e Leonel Vieira, enquanto a banda sonora fica a cargo de Manuel Palha e Tiago Perestrelo — elementos essenciais para dar alma a um filme que vive também da energia dos palcos e dos bastidores do teatro.

Expectativas altas, mas com os pés no chão

Depois do enorme sucesso de O Pátio das Cantigas, que se mantém como o filme português mais visto desde 2004, Leonel Vieira prefere manter as expectativas moderadas. “Foi um fenómeno pontual, que às vezes acontece”, disse, sobre o êxito anterior. Ainda assim, espera que o novo filme encontre o seu público.

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Em setembro, o realizador volta à carga com uma nova série para a HBO Max — também protagonizada por Sara Matos — e tem ainda em pós-produção a série Vitória, com Daniela Ruah no elenco. Um calendário cheio para quem, claramente, não sabe estar parado.

Sequela de O Casamento do Meu Melhor Amigo Está Oficialmente em Desenvolvimento 💍🎬

Julia Roberts, Cameron Diaz e… advogados a conversar. A comédia romântica favorita de uma geração pode mesmo estar de regresso.

Preparem os corações — e os casamentos sabotados. O Casamento do Meu Melhor Amigo, uma das comédias românticas mais icónicas dos anos 90, está prestes a ganhar uma sequela. Segundo confirma a imprensa especializada norte-americana, o estúdio Sony Pictures já tem o projeto em desenvolvimento e contratou uma argumentista de luxo: Celine Song.

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Se o nome soa familiar, é porque Song foi nomeada para o Óscar de Melhor Argumento Original por Vidas Passadas, e já este verão brilhou novamente com O Match Perfeito, uma comédia romântica fora da caixa protagonizada por Dakota Johnson, Chris Evans e Pedro Pascal. Uma escolha certeira para dar nova vida a um clássico que conquistou multidões — e provavelmente fez algumas pessoas reverem acordos feitos com “melhores amigos”.

Ainda não há realizador, mas o enredo promete

Os detalhes sobre o argumento estão a ser mantidos em segredo, mas o simples facto de Song estar a bordo já gerou expectativas. A argumentista tem-se destacado por subverter clichés românticos e criar histórias emocionalmente complexas, o que promete uma sequela que não será apenas uma repetição do original.

E, sim, Julia Roberts e Cameron Diaz são os nomes que todos queremos ver de volta. A Sony ainda não confirmou oficialmente o regresso das atrizes (nem de Dermot Mulroney), mas os rumores têm-se intensificado. Aliás, foi o próprio Mulroney quem, na semana passada, incendiou os ânimos ao dizer ao New York Post que “os advogados andavam a conversar” sobre uma sequela.

Recordar é viver: o filme que marcou os anos 90

Para quem precisa de uma rápida viagem ao passado (sem spoilers de 1997, prometemos), o filme original acompanhava Jules (Julia Roberts), que faz um pacto com o seu melhor amigo Michael (Mulroney): se chegassem aos 28 anos solteiros, casariam um com o outro. Mas, pouco antes da data fatídica, Michael anuncia que vai casar… com a radiante Kimberly (Cameron Diaz). E é então que Jules descobre que, afinal, está apaixonada pelo seu melhor amigo. Convidada para ser madrinha, decide sabotar o casamento.

O filme foi um enorme sucesso comercial e crítico, arrecadando mais de 300 milhões de dólares nas bilheteiras e conquistando um lugar permanente no coração dos fãs do género. Ainda hoje é visto como um exemplo brilhante de como uma comédia romântica pode ser divertida, emotiva e… cruelmente realista.

Expectativas em alta (e uma pontinha de nostalgia)

Com a recente onda de sequelas e reboots nostálgicos a invadir Hollywood — de Beetlejuice a Gremlins — a aposta da Sony parece certeira. E se Julia Roberts voltar mesmo a vestir a pele da inesquecível Jules, este poderá ser um dos regressos mais celebrados dos últimos tempos.

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Para já, resta esperar que os “advogados” terminem as conversas — e que Celine Song nos traga uma sequela que honre o original, mas com um toque moderno e talvez… menos sabotagem?

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Judy Hopps, Nick Wilde e um novo mistério animal chegam aos cinemas em Novembro

Depois de anos de espera, o mundo animal mais divertido do cinema está de regresso! A Disney acaba de divulgar o primeiro trailer oficial de Zootrópolis 2, a sequela do aclamado e oscarizado filme de 2016 que imaginava uma Terra habitada apenas por animais antropomorfizados. E sim, Judy Hopps e Nick Wilde voltam ao activo — mas desta vez, com uma serpente venenosa no encalço. Literalmente.

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O novo capítulo da aventura policial coloca novamente no centro da acção os inseparáveis (ou talvez não tão inseparáveis assim) Judy Hopps, a coelha-polícia mais corajosa da cidade, e o raposa-trapaceiro-que-virou-polícia Nick Wilde. A novidade? Um novo e misterioso habitante chega a Zootrópolis: uma serpente chamada Gary De’Snake, com voz de Ke Huy Quan (Everything Everywhere All At Once).

Segundo a sinopse oficial, Judy e Nick enfrentam agora desafios mais internos do que externos, quando o chefe Bogo os obriga a frequentar o programa de aconselhamento “Parceiros em Crise”. Mas não tarda a que uma ameaça real — e escorregadia — os obrigue a esquecer a terapia de casal policial e a mergulhar de novo numa investigação que promete abanar as fundações da metrópole animal.

Um elenco de vozes de luxo 🗣️

O elenco de vozes original está de regresso em força, com Ginnifer Goodwin (Judy) e Jason Bateman (Nick) à frente, acompanhados pela cantora Shakira como a sempre glamourosa Gazelle. Idris Elba, Jenny Slate, Bonnie Hunt, Alan Tudyk e novos nomes como Quinta Brunson e Fortune Feimster completam a lista de estrelas.

Mas quem promete roubar atenções é mesmo Ke Huy Quan, vencedor do Óscar, que empresta a sua voz à nova personagem reptiliana: uma serpente venenosa com intenções… escamosamente ambíguas.

De regresso ao melhor da Disney?

Com estreia marcada para 27 de Novembro nos cinemas portugueses, Zootrópolis 2 traz de volta o humor certeiro, as mensagens sociais subtis (ou nem tanto), e aquele equilíbrio raro entre acção policial, crítica social e animais em fatos bem passados a ferro. Se repetir a fórmula do primeiro filme — que venceu o Óscar de Melhor Filme de Animação e conquistou milhões de fãs em todo o mundo — a Disney pode ter aqui mais uma pérola animada para a colecção.

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E, sejamos sinceros, quem não quer voltar a ver o preguiçoso Flash em acção? 🦥

John Malkovich Cortado de Quarteto Fantástico: As Cenas Que Nunca Veremos e o Final Que Mudou Tudo

Depois de ter criticado a Marvel, Malkovich foi mesmo removido da nova aposta do estúdio… e com ele foi-se também parte da história original.

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Há apenas alguns meses, John Malkovich causou sensação ao revelar que tinha recusado várias propostas da Marvel devido às condições de trabalho pouco apelativas. “Se vou ficar pendurado numa grua durante seis meses, paguem-me”, disse, numa frase que se tornou viral e que na altura explorámos aqui no Clube de Cinema ver artigo.

Mas, como agora sabemos, Malkovich acabou mesmo por aceitar um papel no novo filme O Quarteto Fantástico: Primeiros Passos, embora a história não tenha terminado como o esperado — literalmente.

Cortado da versão final 🧤

No teaser inicial do filme, John Malkovich surgia como um dos vilões: o misterioso Red Ghost. No entanto, quando o filme estreou, o seu nome não constava nos créditos… e as suas cenas tinham desaparecido.

Segundo o site CBR, que teve acesso a detalhes do processo de edição, Malkovich teve de facto um papel relevante nas versões iniciais da história. Nessa versão, era o seu Red Ghost que surgia na fase final do enredo para travar Reed Richards (Pedro Pascal) numa tentativa desesperada de salvar a Terra de Galactus.

Mas na versão final que chegou aos cinemas, é Silver Surfer (Julia Garner) quem assume esse papel de antagonista moral, mudando por completo a dinâmica do clímax do filme.

O realizador confirma: “Era um desempenho incrível”

Matt Shakman, realizador do filme, confirmou estas alterações e lamentou o corte das cenas de Malkovich. O actor tinha direito a uma sequência inicial com o Quarteto, numa batalha que, segundo Shakman, mostrava um “desempenho incrível”.

Mas a razão do corte foi pragmática: o ritmo da narrativa. “Sentimos que era necessário chegar mais rapidamente à história principal”, explicou. Uma decisão editorial compreensível… mas que deixa um certo travo amargo para quem esperava ver Malkovich finalmente num filme da Marvel.

Uma personagem que se perdeu no espaço (e no tempo)

O Red Ghost é uma figura dos primórdios da Marvel, um cientista soviético com um trio de macacos superpoderosos (sim, é tão peculiar quanto parece). A escolha de Malkovich para o papel prometia algo especial: um vilão com carisma, intensidade e uma pitada de excentricidade — exactamente aquilo que o actor sabe fazer melhor.

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No entanto, parece que o seu conflito com a casa das ideias não ficou totalmente resolvido. Ainda que o tenha feito em nome da arte (e do ritmo narrativo), o corte das suas cenas acabou por o excluir de forma definitiva do filme. Um cameo descartado… ou talvez uma oportunidade futura adiada?

De Volta à Alta Sociedade: The Gilded Age  Renovada Para Quarta Temporada 🎩

A série histórica de Julian Fellowes conquista novos recordes e garante futuro brilhante na HBO Max

Parece que os dramas da elite nova-iorquina do século XIX ainda têm muito para dar. A HBO Max confirmou oficialmente a renovação de The Gilded Age para uma quarta temporada, numa altura em que a terceira ainda decorre — e bate recordes.

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A criação de Julian Fellowes (Downton Abbey) começou de forma modesta, mas foi crescendo em audiência e ambição. Agora, após o sucesso retumbante da terceira temporada, que termina a 11 de agosto, a série entra para a lista das grandes apostas da HBO Max.

Uma terceira temporada em alta rotação

Com episódios exibidos ao domingo nos EUA, The Gilded Age tem registado subidas consistentes de audiência, semana após semana. O quinto episódio, transmitido a 20 de julho, foi visto por quatro milhões de espectadores nos primeiros três dias — o melhor resultado de sempre da série. E, segundo o Deadline, a audiência subiu 20% em relação à temporada anterior. Não admira, por isso, que a renovação fosse apenas uma formalidade.

“A terceira temporada foi aclamada pela crítica, com a Variety e a Entertainment Weekly a proclamarem esta temporada como ‘a melhor até agora’, enquanto a Vulture a considerou ‘imperdível’”, sublinha o comunicado da HBO. Já Francesca Orsi, responsável da HBO, não esconde o entusiasmo: “Estamos muito felizes por continuar a explorar as grandes ambições destas personagens para o que prometemos ser uma quarta temporada emocionante”.

Conflitos de ópera, escândalos e… comboios

A nova temporada mergulha nos bastidores da chamada Guerra das Óperas, um verdadeiro duelo aristocrático que abalou a alta sociedade nova-iorquina. Bertha Russell, mais determinada do que nunca, procura solidificar a ascensão da sua família com um novo plano ambicioso, enquanto o marido George arrisca tudo num investimento ferroviário que pode transformar — ou destruir — o seu império.

Entretanto, do outro lado da rua, a casa dos Brook vive um turbilhão com o inesperado empoderamento de Ada, que desafia a rígida Agnes. Há também espaço para o romance, com Peggy a conhecer um médico charmoso cuja família… não aprova lá muito a sua carreira.

Tudo isto enquanto a própria cidade de Nova Iorque evolui e se industrializa, pondo à prova a moralidade, os valores e a própria identidade destas personagens. Afinal, como recorda a série, “nenhuma vitória chegou sem sacrifício”.

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Um elenco de luxo à altura da opulência

O elenco continua a ser um dos grandes trunfos da produção, com interpretações sólidas e nuances que elevam o drama aristocrático a outro nível. Carrie Coon, Christine Baranski, Cynthia Nixon, Morgan Spector, Denée Benton, Louisa Jacobson e Taissa Farmiga lideram um conjunto de talentos em plena forma, acompanhados por nomes como Harry Richardson, Blake Ritson, Ben Ahlers, Dylan Baker e Kate Baldwin.

John Cena Está de Volta: Segunda Temporada de Peacemaker Já Tem Trailer e Data de Estreia 💥


James Gunn volta a carregar na violência (e no sarcasmo) no regresso do vigilante mais politicamente incorrecto da DC Comics

James Gunn volta a carregar na violência (e no sarcasmo) no regresso do vigilante mais politicamente incorrecto da DC Comics

Com Superman a triunfar nos cinemas e a abrir alas para o novo Universo Cinematográfico da DC Studios, James Gunn não perdeu tempo a lembrar aos fãs que Christopher Smith — também conhecido como Peacemaker — continua vivo, bem e pronto para fazer explodir mais umas quantas cabeças. Literalmente.

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Foi na Comic-Con de San Diego que Gunn e o elenco da série, liderado pelo inconfundível John Cena, revelaram o muito aguardado trailer da segunda temporada. A série regressa à HBO Max a 22 de agosto com oito novos episódios, todos escritos pelo próprio Gunn, que também realiza três deles, incluindo o primeiro.

A paz justifica os meios… todos os meios

Na segunda temporada, Peacemaker confronta um mundo alternativo onde tudo aquilo com que sempre sonhou parece ao alcance da mão. Mas, como seria de esperar, esta “realidade perfeita” traz consigo demónios do passado e decisões que não se resolvem com socos ou explosivos — ou talvez se resolvam, estamos a falar do Peacemaker, afinal de contas.

O trailer revela um tom mais sombrio mas mantém o humor delirante e violento que marcou a estreia. Cena continua a demonstrar um timing cómico surpreendente (para um antigo lutador da WWE) e o elenco está mais afinado do que nunca, com destaque para Danielle Brooks, Jennifer Holland, Freddie Stroma e Steve Agee, a que se juntam agora Frank Grillo, Tim Meadows e Sol Rodriguez.

James Gunn em grande forma

O criador de PeacemakerGuardians of the Galaxy e agora o novo Superman parece imparável. Com a DC Studios a renascer das cinzas, esta segunda temporada de Peacemaker surge como a ponte ideal entre o que foi o DCEU e o que será o futuro brilhante (e um bocadinho sangrento) da DC no pequeno ecrã.

Além da ação e do humor negro característicos, espera-se uma exploração mais profunda da psique do herói com tiques fascistas e coração mole — uma combinação que apenas James Gunn conseguiria tornar empática, hilariante e explosiva ao mesmo tempo.

Preparado para mais caos?

Se ainda não viste a primeira temporada, tens até 22 de agosto para te pores em dia. E se já és fã, prepara-te para mais piadas desconfortáveis, violência estilizada e, claro, um capacete novo para o Peacemaker. Porque um herói como este merece sempre um capacete mais ridículo do que o anterior.

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Lobisomens à Solta: Frank Grillo Lidera a Luta Pela Sobrevivência na Noite de Superlua 🌕

Estreia esta sexta-feira no TVCine Top um thriller selvagem onde nem a lua é de fiar

Se acha que já viu de tudo no universo dos filmes de lobisomens, prepare-se: Lobisomens chega aos ecrãs portugueses esta sexta-feira, 2 de agosto, às 21h30, no TVCine Top e no TVCine+, com uma premissa que leva a licantropia a um novo patamar de caos absoluto. Frank Grillo lidera o elenco desta nova investida sangrenta, que promete noites de lua cheia bem agitadas e cheias de pulos no sofá.

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Quando a superlua traz mais do que poesia

A trama arranca um ano após uma devastadora superlua ter transformado milhões de pessoas em criaturas sedentas de sangue. Agora, os céus anunciam o regresso desse fenómeno cósmico… e da ameaça que vem com ele. Com o tempo a esgotar-se, Wesley Marshall (Grillo), um ex-marine com contas pessoais a ajustar, junta-se a uma equipa de cientistas numa missão desesperada: desenvolver um soro conhecido como Moon Screen, capaz de bloquear a mutação e salvar o que resta da humanidade.

Mas nada é simples quando se trata de parar uma força ancestral. Testar o soro sob a influência direta da superlua e recolher amostras torna-se um jogo de tudo ou nada — e os lobisomens não estão propriamente dispostos a colaborar.

Ação visceral, noites de tensão

Realizado por Steven C. Miller, especialista em ação de pulso acelerado (Line of Duty – O ResgatePlano de Fuga 2: Hades), Lobisomens não poupa no ritmo nem nos sustos. A acompanhar Frank Grillo, o elenco conta ainda com Katrina Law, Ilfenesh Hadera, James Michael Cummings e o veterano Lou Diamond Phillips. A combinação de suspense, criaturas ferozes e uma corrida contra o relógio garante um serão recheado de tensão.

Este é o tipo de filme ideal para ver às escuras — de preferência com o volume no máximo e a manta bem agarrada — numa noite em que até a lua parece conspirar para o terror.

Não diga que não avisámos…

Se é fã de criaturas sobrenaturais, dilemas científicos e batalhas contra monstros que já foram humanos, Lobisomens tem tudo para ser o seu novo prazer lunar. Uma superlua. Uma ameaça global. E um soro que pode ser a última esperança — ou apenas mais uma gota no oceano do horror.

Estreia sexta-feira, 2 de agosto, às 21h30 no TVCine Top e no TVCine+.

Art the Clown Está de Volta e Não Está Para Brincadeiras 🎈

Os sábados de agosto vão ser pintados de vermelho com o especial “Palhaço da Morte” no TVCine Action

Preparem-se, fãs do terror mais sangrento e impiedoso: o palhaço mais macabro do cinema está de regresso com um especial de cortar a respiração (e não só). Em agosto, o TVCine Action celebra a International Clown Week com o Especial Art the Clown: Palhaço da Morte, exibindo todos os filmes protagonizados por esta icónica figura do terror moderno — culminando com a aguardada estreia televisiva de Terrifier 3: Aterrorizante.

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O especial arranca no dia 2 de agosto e ocupa as noites de sábado até dia 23, sempre às 22h00, com uma sessão garantidamente imprópria para os mais sensíveis. Como diria qualquer sobrevivente de um filme do Art: “não vejam isto sozinhos.”


Uma breve lição de horror (gore) 🎬

A viagem começa com All Hallow’s Eve (2013), o filme que apresentou ao mundo o sorriso aterrador de Art. Aqui, uma babysitter encontra uma cassete VHS com três histórias — todas unidas por um palhaço silencioso e sádico. É o início da lenda.

Segue-se Terrifier (2016), o título que transformou Art num novo ícone do terror gore. Nesta sangrenta homenagem ao slasher dos anos 1980, o palhaço persegue duas jovens na noite de Halloween, elevando a violência a níveis que fazem Jason e Michael Myers parecerem escuteiros.

Depois, chega Terrifier 2: O Regresso (2022), onde Art ressuscita — porque claro que sim — e volta à carga com requintes ainda mais sádicos. Desta vez, foca-se em dois irmãos que só queriam um Halloween tranquilo. Coitados.

E finalmente, o grande momento: a estreia televisiva de Terrifier 3: Aterrorizante (2024), no dia 23 de agosto. Agora é Natal, mas não há espírito natalício que salve Sienna e o irmão. O filme foi um sucesso comercial e é já considerado o melhor capítulo da antologia. Art aparece mais cruel, mais criativo… e pronto para deixar o trenó do Pai Natal banhado em sangue.


A receita do sucesso? Simples: um palhaço, uma serra e zero piedade 🎪🩸

Criado por Damien Leone, Art the Clown conquistou fãs por todo o mundo pela sua estética perturbadora, silêncio sinistro e criatividade homicida. David Howard Thornton encarna o palhaço com uma fisicalidade que mistura mímica, slasher e puro sadismo cómico — tornando-o uma espécie de Charlie Chaplin satânico.

E se pensa que já viu tudo no género gore, pense novamente. Estes filmes são para os mais corajosos, os amantes de terror extremo que não se importam com litros de sangue digital e prático, vísceras e aquele tipo de tensão que não o deixa dormir durante uma semana.

Marcação obrigatória: sábados de agosto às 22h00

Este especial é mais do que uma maratona de filmes de terror — é uma celebração do cinema indie que ousa ser absolutamente repulsivo, hilariante e imprevisível. Se é fã de SawHostel ou It… está prestes a conhecer o seu novo vilão preferido.

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Especial Art The Clown: Palhaço da Morte

📅 De 2 a 23 de agosto

🕙 Todos os sábados, às 22h00

📺 Exclusivo TVCine Action e TVCine+

Gremlins 3 Está Mais Perto do Que Nunca — Falta Só Spielberg Dizer “Sim”

🐲 Gizmo pode estar prestes a regressar — e não é numa série animada!

Depois de mais de três décadas de rumores, falsas partidas e especulação nostálgica, Gremlins 3 pode finalmente tornar-se realidade. Segundo Zach Galligan, o eterno Billy Peltzer dos filmes originais, o projecto está em desenvolvimento ativo e aguarda apenas a aprovação final de Steven Spielberg. O ator revelou a novidade durante uma sessão de perguntas e respostas na Comic-Con de Manchester, deixando os fãs em êxtase.

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“Depois de 35 anos, finalmente têm um argumento”, revelou Galligan. “A Warner Bros. está incrivelmente interessada em avançar, aparentemente está agora nas mãos do Sr. Spielberg — só falta ele ler e aprovar.”

🎬 Um clássico dos anos 80 pronto para a nova geração

O primeiro Gremlins estreou em 1984, tornando-se de imediato num fenómeno de culto. Produzido por Steven Spielberg e realizado por Joe Dante, o filme equilibrou com mestria o terror e a comédia, apresentando ao mundo os adoráveis (e perigosos) Mogwai. O sucesso foi tal que acabou por contribuir para a criação da classificação PG-13, tal como Indiana Jones e o Templo Perdido.

Já a sequela, Gremlins 2: The New Batch (1990), foi uma sátira caótica ao próprio conceito de sequelas e à cultura pop da altura — embora não tenha sido um sucesso de bilheteira (ficou-se pelos 41 milhões de dólares), tornou-se com o tempo numa obra de culto, com fãs tão fiéis como o Gizmo é à sua água potável.

📺 Gremlins no século XXI

Nos últimos anos, a saga teve direito a uma prequela animada, Gremlins: Secrets of the Mogwai, que estreou na HBO Max em 2023. Galligan participou com uma voz convidada, provando que continua ligado à criatura mais fofa (e mortal) do cinema.

Mas agora, ao que tudo indica, Gremlins 3 poderá mesmo chegar ao grande ecrã — e em imagem real.

🧃 O “efeito Beetlejuice” e o regresso da nostalgia

Zach Galligan não hesitou em apontar o dedo ao filme responsável por desbloquear o projeto: Beetlejuice Beetlejuice. O sucesso inesperado da sequela de Tim Burton, com mais de 450 milhões de dólares em bilheteira mundial, reacendeu o entusiasmo por franquias oitentistas com ADN cinematográfico — e a Warner Bros. está apostada em repetir o feito com os Gremlins e até com Os Goonies, que também têm continuação em desenvolvimento.

Neste momento, o argumento de Gremlins 3 está concluído, mas ainda não se conhece o nome do realizador ou do argumentista. Também não há confirmação oficial da Warner, embora a própria co-diretora do estúdio, Pam Abdy, tenha confirmado à Deadline em Abril que estavam a trabalhar com a Amblin Entertainment (de Spielberg) em novas entradas para ambas as sagas.

✨ Gizmo Forever

Se Spielberg der luz verde ao projecto, Gremlins 3 poderá ser mais do que um mero exercício de nostalgia: poderá trazer os Mogwai a uma nova geração, com o mesmo charme anárquico e as mesmas regras sagradas (não os molhar, não os expor à luz e nunca — NUNCA — os alimentar depois da meia-noite).

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Por agora, os fãs têm apenas uma missão: cruzar os dedos e esperar que Spielberg leia o guião… e o aprove com um sorriso.

Amor, Terror e Metamorfose: O Regresso de Alison Brie e Dave Franco no Surpreendente Juntos

🖤 Eyes Wide Shut encontra A Mosca nesta intensa viagem emocional e física que estreia a 14 de Agosto em Portugal.

Preparem-se para um dos filmes mais inquietantes, íntimos e surpreendentes do ano. Juntos (Together, no original) chega aos cinemas portugueses a 14 de Agosto com distribuição da NOS Audiovisuais, trazendo consigo uma combinação explosiva de romance, body horror e realismo psicológico protagonizado por um casal real: Alison Brie e Dave Franco.

Realizado por Michael Shanks, na sua estreia em longa-metragem, Juntos acompanha a história de Tim e Millie, um casal à beira da ruptura que decide isolar-se numa casa remota no campo em busca de recomeço. Mas este refúgio transforma-se rapidamente num pesadelo visceral quando uma presença misteriosa começa a manifestar-se, afetando não só a mente mas também o corpo dos protagonistas.

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🎬 Terror na pele (literalmente)

Mais do que um filme de sustos fáceis, Juntos mergulha profundamente no body horror — um género imortalizado por David Cronenberg, que Alison Brie e Dave Franco admitem ter redescoberto durante a pandemia. As influências de A Mosca são claras, mas a dupla leva este conceito mais além ao incorporar dinâmicas relacionais reais, e a transformação física dos personagens torna-se uma metáfora crua para o desgaste emocional da relação.

Apesar da intensidade do argumento, Brie e Franco revelaram numa entrevista recente à IndieWire que trabalhar juntos neste projecto foi não só uma experiência enriquecedora, como surpreendentemente divertida. A química entre ambos — casados na vida real — é palpável, e o facto de viverem juntos permitiu-lhes ensaiar exaustivamente, chegando ao set com uma preparação rara no cinema independente.

🧟‍♀️ Monstros do quotidiano

Com um orçamento contido, filmagens apressadas em 21 dias e o recurso extensivo a próteses físicas e efeitos visuais práticos, Juntos brilha pela ousadia. Não há espaço para overthinking: os atores entregam-se de corpo e alma — literalmente — a uma narrativa que desafia a lógica e desconstrói a ideia de que os maiores monstros vivem fora de nós. Neste filme, o horror vem de dentro.

Além do seu impacto visual, o filme foi já aclamado pela crítica internacional. Após a estreia no Festival de Sundance, Juntos conquistou uma rara pontuação de 100% no Rotten Tomatoes, com muitos a considerarem-no “um dos melhores filmes de terror do ano”.

💔 Amor em decomposição… ou renascimento?

Mais do que um filme de género, Juntos é uma reflexão sobre intimidade, codependência e a natureza transformadora — por vezes corrosiva — do amor. Como Alison Brie descreveu: “Este é um verdadeiro filme de monstros… onde o monstro vive dentro de nós”.

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Se gosta de terror com substância, de personagens que sangram — por dentro e por fora — e de cinema que desafia convenções, Juntos é a proposta obrigatória deste verão.

Novo The Naked Gun é Descrito Como “Milagre Cómico” e Deixa Audiências em Lágrimas de Rir

🎬 A comédia mais absurda do ano? Tudo indica que sim. O novo The Naked Gun, reboot da mítica saga policial satírica dos anos 80 e 90, já foi exibido em sessões de antevisão nos Estados Unidos… e os críticos estão rendidos. Há quem diga que é um “milagre” que um filme assim ainda chegue ao grande ecrã em 2025.

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O filme marca o regresso da loucura slapstick que celebrizou Leslie Nielsen como o inigualável Tenente Frank Drebin. Mas desta vez é Liam Neeson que assume a liderança, no papel de Frank Drebin Jr., o filho do inesquecível detetive da Police Squad. Sim, Liam Neeson, o mesmo de TakenSchindler’s List e The Grey — só que agora a tropeçar em cadáveres, atirar-se contra janelas e dizer disparates com cara séria.

Riso em estéreo: “não se ouviam as piadas de tanto rir”

As primeiras reacções à comédia têm sido verdadeiramente entusiásticas. O crítico David Ehrlich, do IndieWire, confessou no X/Twitter que chorou de tanto rir — “Há umas seis cenas que me fizeram chorar a rir. Até o cartão do título é hilariante. Escrevi ‘TÃO ESTÚPIDO (no bom sentido)’ várias vezes no caderno”.

Dimitri Kraus, da Movie Maker, foi ainda mais longe: considerou que o filme tem a “maior média de piadas por minuto desde Jackass Forever” e chamou-lhe “um pequeno milagre num clima cinematográfico onde já não se fazem filmes destes”.

O youtuber Sean Chandler relatou que perdeu várias piadas porque… a plateia estava a rir-se demasiado alto. E o crítico David Gonzalez definiu o filme como “um sopro de ar fresco na comédia moderna”, elogiando a capacidade de “ser engraçado e sair de cena com estilo”.

Já Drew Magray, no Bluesky, não poupou: “Aquilo deitou a sala toda abaixo”.

O elenco e os cameos inesperados

A nova versão de The Naked Gun conta também com Pamela Anderson, Kevin Durand e Paul Walter Hauser, e inclui aparições especiais do ex-campeão de UFC Michael Bisping e do lutador da WWE Cody Rhodes — porque claro que sim.

Ainda sem data de estreia oficial em Portugal, o filme chega aos cinemas dos EUA a 1 de Agosto e promete reviver a tradição do humor físico, nonsense e escandalosamente exagerado que Leslie Nielsen eternizou com frases como “I am serious… and don’t call me Shirley”.

Um milagre? Talvez. Mas um que nos faz rir até doer

Em tempos de remakes sérios e reboots melancólicos, este The Naked Gun parece ter feito aquilo que muitos pensavam impossível: fazer rir com vontade. E com escândalo.

A crítica está de acordo: a comédia burra, hilariante e cheia de piadas por segundo está de volta — e está em grande forma.

Adam Sandler Dá Tacada de Mestre: Happy Gilmore 2 Bate Recordes na Netflix com a Maior Estreia de Sempre nos EUA

🏌️‍♂️🎉 A sequela mais aguardada (e improvável) da carreira de Adam Sandler chegou em força à Netflix. Happy Gilmore 2 estreou a 25 de Julho e, em apenas três dias, registou 46,7 milhões de visualizações, tornando-se na maior estreia de sempre de um filme Netflix nos EUA. Sim, leu bem: de sempre.

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Segundo os dados da plataforma, que contabiliza visualizações dividindo as horas vistas pela duração total do filme, este regresso de Happy Gilmore também se tornou no maior sucesso da carreira de Sandler no streaming, superando títulos como Murder MysteryHubie Halloween ou The Week Of.

O regresso do golfista mais desbocado de Hollywood

A nova comédia chega quase 30 anos depois do original de 1996, filme que ajudou a cimentar Adam Sandler como um dos maiores comediantes da sua geração e que arrecadou 40 milhões de dólares nas bilheteiras.

Desta vez, o enredo de Happy Gilmore 2 mostra o antigo jogador reformado, agora mergulhado no álcool e deprimido após um acidente no campo de golfe. Mas tudo muda quando precisa de voltar à competição para pagar a escola de ballet da filha em Paris — um detalhe deliciosamente absurdo que só poderia fazer sentido no universo de Sandler.

O filme está carregado de fan service: Christopher McDonald regressa como o vilão Shooter McGavin, e há participações especiais de Benny Safdie, Bad Bunny, Travis Kelce, bem como da mulher e filhas do próprio Sandler — Jackie, Sadie e Sunny. E ainda não acabou: os fãs podem contar com cameos de Guy Fieri, Rory McIlroy, Scottie Scheffler e Sean Evans, o apresentador de Hot Ones. Sim, é um delírio em forma de golfe comedy.

Nostalgia a dar cartas

O sucesso da sequela impulsionou também o interesse pelo primeiro Happy Gilmore, que subiu ao terceiro lugar da lista global de filmes da Netflix com 11,4 milhões de visualizações — mantendo-se no top pela segunda semana consecutiva.

A crítica também tem sido simpática: Happy Gilmore 2 tem uma média de 70% no Rotten Tomatoes, o que, dentro do universo Sandler, é praticamente uma ovação de pé (para comparação: Billy Madison tem 42%, Big Daddy 39% e Little Nicky uns pálidos 22%).

Na Variety, o crítico Owen Gleiberman classificou o filme como “uma orgia feliz de nostalgia barulhenta feita para fãs”, o que soa exactamente como o que todos queríamos.

O resto do top: demónios K-pop e mistérios em Yosemite

No restante top 10 da Netflix, KPop Demon Hunters ficou em segundo lugar com 26,3 milhões de visualizações na sua sexta semana, tornando-se no filme de animação mais popular de sempre na plataforma.

Na televisão, a série Untamed, passada no Parque Nacional de Yosemite, manteve o primeiro lugar entre as séries em inglês com 26,1 milhões de visualizações, e já foi renovada para uma segunda temporada. Já Squid Game continua a dominar o ranking das séries não faladas em inglês, permanecendo no topo pela quinta semana consecutiva.

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Mas esta semana pertence a Sandler. Três décadas depois, Happy Gilmore voltou a dar uma tacada certeira. E com os números que está a fazer, duvidamos que esta seja a última vez que o vemos no green.

James Cameron Quer Levar o Mundo de Avatar para a Animação — e Está a Reunir Histórias Para Isso

🌍🎬 Do fundo dos oceanos de Pandora para as séries de animação? O criador de Avatar tem planos ambiciosos para o futuro do seu universo épico.

Depois de conquistar os cinemas, os videojogos e até os parques temáticos da Disney, o universo de Avatar pode estar prestes a expandir-se para o mundo da animação — pelo menos se depender de James Cameron.

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Em entrevista à revista Empire, o realizador de Titanic e O Exterminador Implacável revelou estar a trabalhar numa série de antologia animada passada no mundo dos Na’vi, com histórias paralelas e inesperadas que não foram abordadas nos filmes. E, sim, até uma longa-metragem animada está em cima da mesa.

“Quero fazer uma série de antologia animada que decorra no mundo de Avatar, mas com histórias que ninguém está à espera”, explicou Cameron. “Pode até haver um filme animado no meio disto — talvez para streaming, talvez para os cinemas.”

Inspirado por The Animatrix

Cameron cita como inspiração directa The Animatrix — a coleção de curtas-metragens animadas que expandiram o universo de The Matrix com histórias paralelas e visões estilizadas de vários realizadores. “São excelentes exemplos de como se pode adicionar textura e detalhe barroco a um mundo ficcional já existente”, disse.

As novas histórias de Avatar poderão explorar elementos como as primeiras expedições humanas a Pandora, personagens secundárias dos filmes, ou até momentos que aconteceram fora de cena nas longas-metragens. Em suma, material rico e inexplorado, ideal para o formato de antologia.

Tudo ainda em fase inicial

Mas atenção: os projectos ainda estão em fase de desenvolvimento muito precoce. Cameron confessou que o seu foco tem estado na continuação da saga cinematográfica — com Avatar: Fire and Ash, o próximo capítulo, agendado para estrear a 19 de Dezembro — e que ainda está à procura dos criadores certos para levar a ideia para a frente.

“Ainda não fizemos muito em relação a isso. Estamos a recolher histórias e tenho de encontrar os cineastas e animadores ideais que queiram embarcar nisto”, afirmou.

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Um império em crescimento

Com um total de 5,24 mil milhões de dólares de receita acumulada entre os filmes já lançados, e o primeiro Avatar (2009) ainda a manter o recorde de maior bilheteira da história com 2,92 mil milhões, o universo criado por James Cameron mostra que está longe de esgotar o seu potencial. A série de animação poderá ser a próxima grande etapa — e uma nova porta de entrada para os fãs regressarem a Pandora de uma forma diferente.

Krysten Ritter está de volta — como Jessica Jones e como assassina de luxo em Dexter: Resurrection

✨ A actriz fala sobre o regresso a Jessica Jones, a química com Michael C. Hall e o prazer de ser uma serial killer com bom gosto vínico

Krysten Ritter está a viver um ano de sonho. Literalmente. Entre o regresso triunfal ao papel de Jessica Jones e uma reinterpretação sangrenta em Dexter: Resurrection, a actriz norte-americana confirma que está a atravessar um dos momentos mais estimulantes da sua carreira.

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Durante a San Diego Comic-Con, Ritter participou no painel dedicado a Dexter: Resurrection, onde surge como Mia Lapierre, uma sommelier com gosto refinado… por vinhos e por homicídios. Ao lado de Michael C. Hall (o eterno Dexter), David Zayas, James Remar, Jack Alcott, David Dastmalchian e os produtores Clyde Phillips e Scott Reynolds, Ritter brilhou na apresentação do episódio especial “Call Me Red”, protagonizado por um jantar requintado para serial killers — sim, leu bem — e que já está a ser celebrado como um dos melhores episódios de televisão do ano.

De regresso à heroína que veste cabedal e sarcasmo

Mas a cereja em cima do bolo para os fãs da Marvel é outra: Krysten Ritter está oficialmente de volta ao universo cinematográfico da Marvel como Jessica Jones, numa nova temporada de Daredevil: Born Again, actualmente em filmagens para a Disney+. “Foi fácil voltar a ser a Jessica”, confessou Ritter em entrevista à Deadline. “É uma personagem que vive no meu corpo, nas minhas células. Voltá-la a interpretar foi entusiasmante e divertido.”

Segundo a actriz, a expectativa dos fãs e da própria equipa criativa foi enorme. “Agora há mais camadas para explorar e novas direcções. É um privilégio revisitar esta personagem, por quem trabalhei tanto e que tantas pessoas adoram.”

Um casting secreto e bem planeado

Durante meses, Ritter manteve em segredo a sua participação em Daredevil, mesmo quando os rumores começaram a circular por ter sido vista em Nova Iorque. “Foi uma jogada para despistar toda a gente”, admite. A confirmação oficial só chegou nos Upfronts da Disney — cuidadosamente planeada para não ser “só mais um leak na Internet”.

Curiosamente, foi também por causa de Jessica Jones que Ritter chegou ao universo Dexter. Scott Reynolds, produtor executivo de Dexter: Resurrection, foi argumentista da série da Marvel. “Estávamos a trocar mensagens sobre restaurantes em Pasadena, e quando me contou o que estava a escrever, perguntei na brincadeira se havia algo para mim. Acabou por haver!”

Lady Vengeance: serial killer de alto gabarito

Com o papel de Mia Lapierre, Ritter encarna uma personagem tão elegante quanto letal. Apesar dos compromissos com o lançamento do seu livro (Retreat: A Novel) e da preparação física para Jessica Jones, Ritter aceitou o desafio. “O papel era delicioso demais para recusar. Há cenas que são verdadeiros banquetes dramáticos.”

A actriz ficou ainda mais entusiasmada ao ver os nomes que se juntavam ao elenco: Peter Dinklage, Uma Thurman, Eric Stonestreet, Neil Patrick Harris… todos a participar no já icónico episódio “Call Me Red”.

“Foi um momento marcante de carreira para todos os envolvidos. Estar naquela sala, naquele jantar fictício, foi uma experiência incrível”, revelou. E deixa o aviso: “Vêm aí mais episódios insanos esta temporada.”

Um ano em cheio — entre super-heroína e psicopata

“Criativamente, foi um sonho tornado realidade. Poder voltar a ser a Jessica, essa heroína complexa, e ao mesmo tempo dar vida a uma assassina carismática como a Mia… é como ter o melhor dos dois mundos”, resume Ritter.

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Com Daredevil: Born Again em produção e novos episódios de Dexter: Resurrection a estrear todas as sextas-feiras na Paramount+ com Showtime, 2024/25 está a ser, sem dúvida, o ano de Krysten Ritter. E os fãs só têm a ganhar.

O Último Videoclube: Diogo Morgado Celebra o Cinema em “O Lugar dos Sonhos”

🎬 Uma homenagem tocante ao poder do cinema para unir gerações

Numa era de streaming compulsivo, inteligência artificial e redes sociais omnipresentes, há ainda espaço para nos deixarmos guiar por uma velha bobina de filme? O Lugar dos Sonhos, o novo filme realizado e escrito por Diogo Morgado, responde com um sonoro “sim”. Estreia nos cinemas a 28 de agosto e promete ser uma carta de amor ao cinema — daquelas escritas com caneta de feltro, num postal amarelado pelo tempo, mas com emoção bem fresca.

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Um verão, um videoclube e o renascer de uma ligação perdida

No centro desta história está João, um miúdo de 10 anos, típico representante da Geração Z — viciado em videojogos, TikTok e (claro) pouco dado a conversas com adultos. Mas tudo muda quando é levado contra vontade pela mãe para passar uns dias com o avô Júlio, um ex-projecionista de cinema teimoso e dono de “O Lugar dos Sonhos”, o último videoclube do país. Entre prateleiras poeirentas, VHS antigos e posters de clássicos como TitanicMatrix ou Regresso ao Futuro, os dois começam a encontrar terreno comum.

O que começa por ser um verão aborrecido transforma-se numa jornada emotiva de descoberta, perdão e reencontro, onde o cinema funciona como ponte entre gerações, tempo e experiências.

Diogo Morgado ao leme de uma viagem nostálgica

Depois de se afirmar como ator e realizar projetos como Malapata e Solum, Diogo Morgado assina aqui aquele que poderá ser o seu filme mais pessoal até à data. Além de realizar, escreve o argumento, num tom que mistura nostalgia com reflexão contemporânea. É um filme que olha para trás com carinho, mas também para a frente com esperança — sem nunca esquecer o presente.

Com uma estética visual cuidada, entre Lisboa e a vila alentejana de Cabeço de Vide, O Lugar dos Sonhos equilibra-se entre o urbano e o rural, o analógico e o digital, o silêncio da memória e o som de um projetor a ganhar vida.

Elenco intergeracional com sabor português

No elenco brilham Carlos Areia como o avô Júlio, a cantora Áurea num papel surpreendente, José Fidalgo, e jovens talentos como Gonçalo Menino. Há ainda espaço para nomes como Maria Viralhada, Carmen Santos, Guilherme Filipe, Ricardo de Sá, Pedro Lacerda, José Pompeu e Mário Oliveira. O cruzamento de gerações é, afinal, também feito em frente à câmara.

A produção é da Cinemate e SLX Productions (dos irmãos Diogo e Pedro Morgado), com o apoio da TVI e distribuição pela NOS Audiovisuais.

Uma história sobre perdão, herança e o poder de sonhar

A mensagem é clara: mesmo num mundo dominado pelo imediatismo digital, há ainda espaço para sonhar — e os sonhos, por vezes, vivem nas histórias que outros já contaram. O Lugar dos Sonhos é sobre memórias, mas também sobre possibilidades. Sobre como o passado pode ensinar o futuro, e como, entre netos apressados e avôs teimosos, pode nascer uma amizade improvável.

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Se gosta de cinema que emociona sem ser piegas, que recorda sem moralizar, esta pode ser a sua próxima paragem obrigatória na sala escura. Traga lenços. E um coração pronto para lembrar o que já esqueceu.

📅 Estreia a 28 de agosto, só nos cinemas.

“Geração V”: A universidade mais caótica do universo The Boys regressa já em Setembro 🧬💥

Novo trailer revela surpresas, regressos inesperados e o início de uma guerra entre humanos e super-humanos

A série mais caótica, sangrenta e politicamente incorrecta do universo The Boys está de volta. Após uma antestreia exclusiva na Comic-Con de San Diego, o trailer oficial da segunda temporada de Geração V foi finalmente divulgado — e sim, o caos está prestes a instalar-se (ainda mais) na Universidade Godolkin.

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Geração V é o spin-off de The Boys que acompanha os jovens e ambiciosos super-alunos da Universidade Godolkin, uma prestigiada instituição onde se formam os futuros “heróis” — leia-se, super-humanos ao serviço do lucro. Depois de uma primeira temporada recheada de traições, experiências secretas e vísceras a voar pelos corredores, a segunda promete elevar ainda mais o nível de loucura.

Quando estreia a nova temporada?

A segunda temporada chega a 17 de Setembro à Amazon Prime Video, com os três primeiros episódios disponíveis de imediato. Os restantes serão lançados semanalmente, até ao “explosivo final” marcado para 22 de Outubro.

Um novo director, velhos segredos e uma guerra prestes a explodir

De acordo com a sinopse oficial, a Universidade Godolkin entra numa nova fase com a chegada de um misterioso novo director (Hamish Linklater), que introduz um currículo intensivo e duvidoso. Enquanto a América se adapta ao domínio autoritário de Homelander, os alunos enfrentam uma pressão crescente para se tornarem mais poderosos do que nunca.

Cate e Sam são agora celebrados como heróis. Já Marie, Jordan e Emma regressam ao campus a tentar lidar com os traumas do passado. Mas depressa descobrem um programa secreto com ligações ao passado da universidade — e Marie poderá estar no centro de tudo.

Elenco reforçado e rostos familiares

Entre os nomes confirmados para esta nova temporada estão Jaz Sinclair, Maddie Phillips, London Thor, Derek Luh e, claro, Hamish Linklater. O painel da Comic-Con contou ainda com uma surpresa: Chace Crawford (o mítico The Deep de The Boys) regressa como convidado especial.

Outra adição ao elenco é Ethan Slater — conhecido pelos seus papéis em musicais da Broadway como Wicked — que interpretará Thomas Godolkin, figura envolta em mistério e, possivelmente, com ligações à criação da universidade.

Uma série irreverente que continua a surpreender

Com Michele Fazekas a manter-se como showrunnerGeração V continua a expandir o universo de The Boys com um tom irreverente, violento e satírico, que vai muito além do típico drama juvenil. Esta não é apenas uma série sobre super-poderes — é uma crítica mordaz ao culto da celebridade, à manipulação corporativa e ao poder desmedido.

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E, como o trailer já deixou claro, ninguém está seguro… muito menos os próprios heróis.

Adeus, França. Olá, Espanha: The Walking Dead: Daryl Dixon chega ao fim com 4.ª temporada 💀🇪🇸

Última temporada da série spin-off foi confirmada na Comic-Con, com filmagens a arrancar em Espanha — e um trailer épico já disponível

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A aventura europeia de Daryl Dixon aproxima-se do fim, mas promete sair em grande estilo. Durante a San Diego Comic-Con, foi anunciada a renovação (e despedida) de The Walking Dead: Daryl Dixon, spin-off da eterna saga zumbi criada por Robert Kirkman, que chegará à sua quarta e última temporada.

Protagonizada pelo incansável Norman Reedus, a série receberá mais oito episódios para fechar com chave de ferro (ou talvez de machado). As filmagens arrancam já este mês em solo espanhol, com direito a elenco local de luxo e paisagens cinematográficas entre Madrid, Bilbao, Galiza, Andaluzia, Segóvia e Toledo. Apocalipse zumbi, sim — mas com tapas e arquitetura medieval à mistura.

Uma despedida com sabor a celebração

“Daryl Dixon foi uma viagem incrível”, confessou Norman Reedus, visivelmente grato no comunicado oficial. “O vosso carinho e apoio fizeram com que cada momento valesse a pena. Este final não é apenas uma despedida; é uma celebração de tudo o que partilhámos juntos.”

Ao seu lado estará novamente Melissa McBride como Carol Peletier, cuja presença tem sido essencial nesta nova fase da série. “Ainda há muita história por contar e muito para os fãs descobrirem”, revelou a atriz. “Estou entusiasmada para que vejam no que temos estado a trabalhar nestes locais incríveis.” Daryl e Carol juntos, a percorrer a Europa pós-apocalíptica? Já merecia uma comédia romântica de zombies — ou pelo menos um vinho tinto à beira de um Walker.

Terceira temporada estreia já em Setembro

Enquanto os fãs se preparam para o capítulo final, a terceira temporada já tem data marcada: 8 de Setembro em exclusivo na plataforma AMC SELEKT, com trailer oficial lançado para o mundo inteiro. O novo capítulo acompanha Carol e Daryl na sua longa (e cada vez mais atribulada) tentativa de regressar a casa. Mas quanto mais tentam reencontrar as suas raízes, mais se perdem — geográfica e emocionalmente.

Segundo a sinopse, os dois atravessam “terras distantes com condições em constante mudança e muitas vezes desconhecidas”, testemunhando os diferentes efeitos do apocalipse Walkers em diversos cantos da Europa.

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Da Louisiana para França e agora para Espanha, a odisseia de Daryl Dixon foi uma das mais arrojadas do universo The Walking Dead — e está prestes a encerrar com sangue, suor e uma boa dose de emoção.

Jamie Lee Curtis Vai Resolver Mistérios à Moda Antiga — No Papel de Jessica Fletcher 🎩🔍

“Crime, Disse Ela” regressa em grande, agora no cinema, com a vencedora de um Óscar no papel da mítica detetive amadora

Preparem as lupas e os bloquinhos de notas: Jessica Fletcher está de volta… e vem com a cara (e o talento) de Jamie Lee Curtis! A icónica série “Crime, Disse Ela” (Murder, She Wrote, no original), que fez de Angela Lansbury um fenómeno global, vai ter nova vida em formato cinematográfico — e a atriz de “Everything Everywhere All At Once” confirmou que será a nova protagonista deste clássico de mistério.

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“Vai… acontecer”, disse ela

Durante a antestreia de “Um Dia Ainda Mais Doido” em Los Angeles, Jamie Lee Curtis foi apanhada em modo meio confissão-meio-teaser. Questionada sobre os rumores do seu envolvimento com o projecto, respondeu com suspense digno da própria Fletcher: “Vai… acontecer.” E confirmou oficialmente que está mesmo ligada à nova adaptação da série dos anos 80.

Mas, calma! Ainda vai demorar. “Estamos a um minuto de distância”, avisou a atriz à Entertainment Tonight, referindo-se ao facto de que ainda há vários passos por dar antes das filmagens começarem. “Estou a controlar o meu entusiasmo até começarmos a filmar”, explicou, com aquele ar descontraído que já lhe conhecemos.

Um regresso a Cabot Cove?

O projecto está a ser desenvolvido pela Universal Pictures, e será inspirado na série que conquistou o mundo entre 1984 e 1996. A escritora de policiais Jessica Fletcher usava mais lógica e faro investigativo do que a própria polícia — e isso resultou em 264 episódios, quatro telefilmes e uma legião de fãs que se mantém até hoje.

A nova versão será escrita por Lauren Schuker Blum e Rebecca Angelo, argumentistas da série Orange Is the New Black, o que nos deixa esperançosos numa abordagem moderna com respeito pelo charme old-school do original.

E se dúvidas houvesse quanto à seriedade do projecto, saibam que a produção estará a cargo de Amy Pascal — nome forte por detrás dos filmes do Homem-Aranha e da nova saga James Bond na Amazon. Ou seja, não estamos a falar de um reboot qualquer, mas de um verdadeiro evento para os fãs do género.

Jamie Lee Curtis: herdeira natural de Angela Lansbury?

Se há alguém com estofo para pegar na herança de Angela Lansbury e dar-lhe uma nova roupagem, é Jamie Lee Curtis. Aos 65 anos, a atriz está num dos pontos mais altos da sua carreira, após vencer o Óscar por Tudo em Todo o Lado ao Mesmo Tempo e continuar a reinventar-se com papéis que misturam carisma, inteligência e uma dose generosa de irreverência.

A escolha não é apenas acertada — é quase poética. Afinal, ambas as atrizes são rainhas do mistério, com raízes profundas no cinema e na televisão, e com aquela capacidade rara de cativar gerações distintas.

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Agora só falta mesmo ouvir aquela nova versão do genérico…

Portugal, Brasil e uma Invasão de Emoções no Festival de Cinema AVANCA 🎥🇵🇹🇧🇷

“O Palhaço de Cara Limpa” foi o grande vencedor, mas houve prémios (e surpresas) para todos os gostos

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O Festival de Cinema de AVANCA voltou a afirmar-se como uma das mais ecléticas e arrojadas celebrações da sétima arte em Portugal — e a 29.ª edição não desiludiu. Entre homenagens a Vasco da Gama, inteligência artificial e poesia em forma de cinema, foram atribuídos 28 prémios e sete menções especiais. A grande vitória? Foi brasileira, claro — e com direito a palhaço.

“O Palhaço de Cara Limpa”: uma fábula triste nas ruas do Recife

O filme “O Palhaço de Cara Limpa”, de Camilo Cavalcante, conquistou o Prémio de Melhor Filme e ainda levou para casa as distinções de Melhor Banda Sonora e Melhor Atriz (para Maria da Guia de Oliveira da Silva). A produção brasileira foi descrita como “um manifesto poético e desesperado sobre o papel da arte num país em crise” — e, francamente, basta isto para nos pôr a correr para a primeira sala de cinema onde o encontremos.

AI, séries, realidades virtuais e… Vasco da Gama

Num festival cada vez mais plural, houve espaço para estreias e experiências tecnológicas. A competição dedicada à inteligência artificial arrancou com o Prémio CIAC entregue a “To the Bones”, de Cláudio Sá, com destaque ainda para “Black Sun” (Taiwan) e “Morphogenesis” (Argentina). A secção de realidade virtual distinguiu “Coded Black”, do Reino Unido.

Nas séries de televisão, “Ghosted MD”, de Jarett Bellucci (EUA), foi a escolhida, e “O Ofício da Solitude – série II”, de Fernando Augusto Rocha, recebeu Menção Especial. O melhor documentário televisivo veio da Bélgica, com “L’acier a coulé dans nos veines”.

Curtas, longas e muitos prémios com sabor lusófono

Portugal também brilhou em várias frentes. “Criadores de Ídolos”, de Luís Diogo, e “Salto”, de Ana Castro, venceram na Competição AVANCA, dedicada a produções da região de Aveiro. “Aqui, em Aveiro”, de Joaquim Pavão, arrecadou o prémio de Melhor Curta de Ficção e “The Gold Bed Deviations”, de Regina Mourisca, destacou-se na Animação.

O Brasil voltou a marcar forte presença com o filme “Bijupirá”, de Eduardo Boccaletti, distinguido com o Prémio Estreia Mundial e o de Melhor Fotografia. Nas curtas, “A Sinaleira Amarela”, de Guilherme Carravetta de Carli, venceu na categoria principal e também na de Melhor Ator, com João Carlos Castanha.

Prémios para todas as idades e latitudes

A jovem realizadora portuguesa Lívia S. Furtado venceu o Prémio de Melhor Cineasta com menos de 30 anos com o filme “A Luz do Mundo”, e Jorge Bodanzky levou o Prémio Sénior com “As cores e amores de Lore”.

O prestigiado Prémio D. Quixote, da Federação Internacional de Cineclubes, foi para o filme iraniano “They Loved Me”, de Mohammad Reza Rahmani — um dos títulos mais premiados da noite, que também brilhou em Direcção de Arte, Argumento e Melhor Atriz Secundária (Luila Bolukat).

E porque o cinema também é conhecimento, a conferência internacional do festival atribuiu o Prémio Eng. Fernando Gonçalves Lavrador aos investigadores mexicanos Jorge Humberto Flores Romero e Juan Carlos Lobato Valdespino.


Uma edição que celebrou a vida — e as suas muitas formas de ser filmada

A 29.ª edição do Festival AVANCA provou, mais uma vez, que o cinema não se esgota na tela. Com júris de nove países, obras de 27 nacionalidades, inteligência artificial em estreia e homenagens com sabor histórico, foi uma verdadeira celebração da criatividade e da diversidade.

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E se “O Palhaço de Cara Limpa” nos lembra que a arte pode ser um grito desesperado, o Festival AVANCA grita, ano após ano, que o cinema é — sempre — um acto de resistência.

🎬 Que venha a 30.ª edição!

Seth Meyers Receia Pelo Futuro dos Talk Shows: “O Ecossistema Pode Não Aguentar”

Após o fim repentino do Late Show de Stephen Colbert, o apresentador de Late Night revela receios quanto à continuidade do seu programa

Seth Meyers, uma das figuras mais carismáticas da televisão norte-americana, está preocupado. E não está sozinho. O cancelamento inesperado de The Late Show with Stephen Colbert – o talk show mais visto da televisão em sinal aberto nos Estados Unidos – lançou uma sombra sobre o futuro da programação nocturna.

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Em conversa com Dax Shepard no podcast Armchair Expert, gravado antes de se saber da decisão da CBS de terminar o Late Show, Seth Meyers revelou estar consciente de que o fim do seu próprio programa, Late Night with Seth Meyers, pode estar sempre ao virar da esquina.

“Passei de ter medo de não ser suficientemente bom para um medo que está, agora, fora do meu controlo: que o ecossistema simplesmente deixe de suportar este tipo de programa”, explicou o comediante e antigo guionista do Saturday Night Live.

Desde 2014 no ar, Late Night with Seth Meyers soma quase 1700 episódios e continua a ser produzido pela Broadway Video (de Lorne Michaels) e pela Universal Television, para a NBC. Mas mesmo com esse percurso sólido, Meyers não dá nada como garantido.

“Mostrem-me o relógio, eu apareço para trabalhar”

O apresentador confessou que a maior lição dos últimos 11 anos foi a importância da persistência:

“Se há uma grande revelação, é esta: aparece e faz o trabalho. É a única parte pela qual te pagam. O resto, temos pessoas tão boas nas suas áreas quanto tu és na tua. Não tentes controlar tudo.”

Num registo entre a resignação e o realismo, Meyers admite que “não é o melhor momento para fazer o que faço, mas ao menos consegui entrar”. E acrescenta: “O mundo conhece o nome Seth Meyers de uma forma com a qual estou satisfeito.”

Início atribulado, mas com superação

Seth também falou abertamente sobre os momentos mais difíceis no arranque do programa:

“Nos primeiros tempos, tivemos executivos da NBC a dizer-nos directamente: ‘Estamos muito preocupados com a direcção do programa.’”

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Hoje, o tom é outro. Embora a ameaça de mudanças repentinas no panorama televisivo persista, Seth Meyers parece ter encontrado um equilíbrio entre o medo e a dedicação, mantendo-se fiel ao seu estilo sarcástico, político e cerebral – uma alternativa mais ponderada ao frenesim dos talk shows convencionais.