Os fãs de James Bond têm motivos para celebrar: a Prime Video adicionou todos os 25 filmes da icónica saga ao seu catálogo, permitindo aos subscritores em Portugal e no mundo assistir à jornada completa do agente secreto mais famoso da história do cinema. Desde os primeiros dias com Sean Connery até à despedida de Daniel Craig em “No Time to Die”, os fãs poderão reviver todas as aventuras de 007 com apenas um clique.
A saga de James Bond é uma das franquias mais duradouras e bem-sucedidas da história do cinema, e esta adição ao catálogo da Prime Video inclui todos os clássicos, como “Dr. No” (1962), “Goldfinger” (1964), “The Spy Who Loved Me” (1977), até aos mais recentes “Skyfall” (2012) e “Spectre” (2015). Esta é uma oportunidade imperdível para os fãs mais novos conhecerem a evolução do personagem, assim como para os veteranos revisitarem as aventuras de espionagem que marcaram gerações.
A Prime Video continua a apostar forte em conteúdos de grande qualidade e, além da saga James Bond, também disponibiliza outros sucessos como “The Equalizer 3”, “Mulholland Dr.” e as populares séries “The Boys” e “O Senhor dos Anéis: Os Anéis do Poder”. Com esta adição de James Bond, a plataforma reforça a sua oferta com um dos maiores ícones do cinema de ação e espionagem.
Jason Statham consolidou-se como uma das figuras mais icónicas do cinema de ação, com uma carreira que abrange quase três décadas. A Collider elaborou uma lista com os 10 melhores filmes da sua carreira, que mostra o melhor do seu trabalho. Aqui está a lista em ordem decrescente:
10. The Expendables (2010)
The Expendables foi um verdadeiro sonho para os fãs de filmes de ação, ao juntar várias gerações de estrelas icónicas do género, incluindo Sylvester Stallone, Arnold Schwarzenegger e Bruce Willis. Statham, no papel de Lee Christmas, traz uma energia inigualável às cenas de combate e é um dos principais destaques do filme.
9. Operation Fortune: Ruse de Guerre (2023)
Realizado por Guy Ritchie, Operation Fortune reúne Statham com o realizador que ajudou a lançar a sua carreira. A história de um grupo de agentes secretos que recruta uma estrela de cinema para uma missão perigosa é cheia de humor e ação, com Statham a liderar um elenco talentoso. Apesar de ser subestimado, o filme é um dos melhores no portefólio recente de Statham.
Outra colaboração entre Guy Ritchie e Statham, Wrath of Man é um thriller sombrio que mostra Statham no papel de H, um homem que trabalha para uma empresa de transporte de dinheiro e que está em busca de vingança. As cenas de ação intensas e o enredo cheio de suspense tornam este filme uma adição impressionante à filmografia de Statham.
7. The Beekeeper (2024)
The Beekeeper é uma história de vingança brutal, onde Statham interpreta um homem que luta contra uma organização corrupta que explora idosos. Com David Ayer na direção, este filme leva a ação a novos extremos, e Statham brilha como um herói implacável e determinado a fazer justiça, num dos papéis mais intensos da sua carreira.
6. Crank (2006)
Com um dos conceitos mais loucos da carreira de Statham, Crank coloca-o no papel de Chev Chelios, um homem que precisa de manter a adrenalina elevada para sobreviver. O ritmo frenético do filme, combinado com a ação absurda e o humor negro, faz de Crank um clássico de culto entre os fãs de ação.
Se o primeiro Crank já era surreal, Crank 2 leva a premissa ao extremo. Statham regressa como Chev Chelios, desta vez forçado a manter a eletricidade a fluir no seu corpo para continuar vivo. O filme é ainda mais exagerado do que o original, e a performance de Statham mostra a sua capacidade de equilibrar ação intensa com momentos de humor excêntrico.
4. Furious 7 (2015)
Em Furious 7, Statham assume o papel de Deckard Shaw, um vilão determinado a vingar o seu irmão. A sua presença ameaçadora e as cenas de ação de cortar a respiração fazem de Furious 7 um dos melhores filmes da franquia Fast & Furious. Além disso, o filme é notável pela forma emocional como lida com a despedida do personagem de Paul Walker.
3. The Italian Job (2003)
The Italian Job é um remake do clássico de 1969, e Statham interpreta Handsome Rob, o motorista do grupo de ladrões. O filme é recheado de ação e perseguições de carros, com Statham a mostrar a sua habilidade para combinar humor com sequências de ação emocionantes. É um dos filmes mais divertidos da sua carreira.
2. Lock, Stock and Two Smoking Barrels (1998)
O filme que deu a Statham o seu primeiro grande papel no cinema, Lock, Stock and Two Smoking Barrels, realizado por Guy Ritchie, é uma comédia de crimes que mistura personagens peculiares com diálogos afiados. O papel de Bacon, um criminoso envolvido num esquema que corre mal, mostrou ao mundo o talento de Statham e lançou a sua carreira.
1. Snatch (2001)
No topo da lista está Snatch, outro clássico de Guy Ritchie. O filme é uma comédia de crimes ambientada no submundo londrino, com Statham a interpretar Turkish, um promotor de boxe que se vê envolvido num esquema criminoso. O ritmo acelerado, o humor negro e a narrativa intrincada fazem de Snatch um dos melhores filmes da carreira de Jason Statham.
Jason Statham continua a ser uma das maiores estrelas de ação de Hollywood, e estes filmes representam o melhor da sua carreira. Seja em papéis de vilão ou herói, Statham trouxe energia, carisma e talento físico para o cinema de ação, deixando uma marca indelével no género.
A Netflix voltou a conquistar os corações dos espectadores com a sua mais recente comédia romântica, “Ninguém Quer Isto”, lançada a 26 de setembro. A série, que conta com apenas 10 episódios, rapidamente se tornou no conteúdo mais visto da plataforma, ultrapassando até séries de peso como “Monstros: A História de Lyle e Erik Menendez”.
Protagonizada por Adam Brody e Kristen Bell, “Ninguém Quer Isto” conta a história de Noah, um rabino recém-solteiro, e Joanne, uma podcaster agnóstica que fala abertamente sobre sexo e relações. O enredo explora o romance improvável entre estas duas personagens de mundos muito diferentes, abordando temas como choque cultural, amor e religião de forma leve e divertida.
A série, criada por Erin Foster, é inspirada na própria experiência da autora ao conhecer o seu marido, embora não tenha como objetivo ser uma recriação exata da sua história. O seu objetivo é, acima de tudo, mostrar que um homem “bonzinho” pode ser o amor da nossa vida, contrariando os clichés de comédias românticas mais tradicionais.
Com piadas universais e uma narrativa envolvente, “Ninguém Quer Isto” tornou-se um sucesso tanto entre o público como entre a crítica, com avaliações muito positivas em plataformas como o Rotten Tomatoes e o IMDb. Se procura uma série leve para descontrair, esta nova aposta da Netflix é imperdível.
O mais recente romance de Nicholas Sparks, “À Espera de Um Milagre”, vai ganhar vida no grande ecrã, e o ator Alan Ritchson, famoso pelo seu papel como Jack Reacher na série da Amazon, será o protagonista e também o produtor do filme. O projeto foi anunciado pouco tempo após o livro, que foi publicado a 24 de setembro, se ter tornado um bestseller do The New York Times.
A adaptação cinematográfica faz parte de um acordo de três filmes que Ritchson assinou com os Amazon MGM Studios, dando continuidade à sua ascensão como uma das estrelas mais promissoras de Hollywood. O filme contará com a produção de Denise Di Novi, a produtora por trás de outros sucessos de Sparks, como “As Palavras Que Nunca Te Direi” e “Um Amor Para Recordar”.
“À Espera de Um Milagre” narra a história de Tanner Hughes, um antigo ranger que volta à sua cidade natal à procura do pai que nunca conheceu. Ao chegar, conhece Kaitlyn Cooper, uma médica e mãe solteira, com quem rapidamente desenvolve uma ligação intensa. O enredo explora temas de amor, redenção e a busca de sentido, numa típica história emocionante de Nicholas Sparks.
Este será mais um projeto ambicioso para Alan Ritchson, que já tem a terceira temporada de “Reacher” em produção, além de outros projetos como “War Machine”, para a Netflix, e a comédia “The Man With The Bag”, ao lado de Arnold Schwarzenegger.
Os fãs de Billy Crystal vão vê-lo de uma maneira completamente diferente em “Before”, a nova minissérie dramática e de terror psicológico da Apple TV+, com estreia marcada para 25 de outubro. Longe das comédias que marcaram a sua carreira de mais de 50 anos, Crystal assume o papel de Eli, um psiquiatra infantil que, após a morte da sua esposa, se depara com um jovem problemático que parece ter uma ligação assustadora ao seu passado.
O elenco da série é estrelado, incluindo nomes como a vencedora dos Emmy e Tony, Judith Light (“Transparent”, “Chefe… Mas Pouco”), Jacobi Jupe (“Peter Pan & Wendy”) e Rosie Perez (“The Flight Attendant”). Esta será uma das produções mais esperadas da Apple TV+ este outono, com dois episódios a serem lançados no dia de estreia, seguidos de um novo episódio semanalmente até 20 de dezembro.
A trama acompanha Eli à medida que tenta ajudar Noah (Jupe), um jovem com comportamentos estranhos que, à medida que a história avança, parece trazer à tona fantasmas do passado do próprio Eli. A série promete uma narrativa envolvente e sombria, com momentos de tensão que irão surpreender os fãs de Billy Crystal, conhecido sobretudo pela sua versatilidade no género da comédia.
“Before” promete ser um grande destaque da temporada de Halloween para os subscritores da Apple TV+, explorando os segredos sombrios que ligam as suas personagens.
Se ainda não ouviu falar de Filipe Cates, prepare-se, porque este ator português está a dar que falar em Hollywood — e por um motivo bastante interessante! Cates, de 27 anos, vai interpretar o papel de Vlad, o novo marido da personagem de Jenna Ortega, na mais recente produção de Tim Burton, o tão aguardado filme “Beetlejuice”.
Sim, leu bem! Filipe Cates será o novo “marido” de Jenna Ortega, a estrela em ascensão que tem conquistado o público com a série “Wednesday”. Na trama de “Beetlejuice”, Cates interpreta Vlad, um vampiro que se casa com Astrid, a personagem interpretada por Ortega. Este papel está a colocar o nome do ator português na ribalta, especialmente por contracenar com uma das estrelas mais faladas de Hollywood.
Cates não é um novato nas grandes produções internacionais. O ator, formado na prestigiada Royal Central School of Speech and Drama em Londres, já tinha dado nas vistas ao integrar o elenco da série da Apple TV, “Masters of the Air”, uma produção de Steven Spielberg e Tom Hanks. Contudo, este papel no novo filme de Tim Burton pode ser o verdadeiro ponto de viragem na sua carreira, especialmente considerando a popularidade de Jenna Ortega e o vasto grupo de fãs de Beetlejuice.
O enredo do filme promete trazer de volta o estilo excêntrico e característico de Tim Burton, e com Filipe Cates no papel de um vampiro ao lado de Ortega, as expectativas estão altas. Além de representar um grande salto na carreira do ator português, este papel é uma oportunidade única de Cates mostrar o seu talento a uma audiência global.
Ao que tudo indica, o sucesso de Cates em Hollywood está apenas a começar. O ator, que já conquistou o título de estrela em ascensão com o prémio Emerging Actors Initiative 2020 da Warner Bros. Television, tem agora a oportunidade de brilhar ainda mais num dos projetos mais aguardados do ano.
Se ainda não conhecia Filipe Cates, agora tem um bom motivo para o seguir de perto. Afinal, o “marido” da talentosa Jenna Ortega no mundo cinematográfico é um talento português que promete deixar a sua marca.
O cinema francês está de luto pela morte de Michel Blanc, um dos atores mais icónicos do cinema cómico e dramático. Conhecido pelo seu papel inesquecível como o insuportável Jean-Claude Dusse nos filmes “Barracas na Praia” (Les Bronzés), Michel Blanc faleceu aos 72 anos, na noite de quinta para sexta-feira, vítima de um ataque cardíaco. A notícia foi confirmada pelo seu assessor de imprensa, Laurent Renard, à France-Presse (AFP).
Michel Blanc começou a sua carreira no cinema cómico nos anos 1980, mas ao longo da sua vida foi muito mais do que um ator de comédia. Com o tempo, diversificou a sua carreira, tornando-se também realizador e aceitando papéis dramáticos que lhe valeram vários prémios. Foi vencedor de dois Césares e de dois prémios no Festival de Cannes, onde se destacou pelo seu talento multifacetado.
Apesar do sucesso nos papéis cómicos, foi no drama que encontrou um novo caminho. Destaca-se o papel de Antoine, um travesti no filme “Traje de Noite” (Tenue de Soirée), ao lado de Gérard Depardieu, que lhe valeu o prémio de Melhor Ator em Cannes em 1986. Outro momento marcante da sua carreira foi o perturbador Monsieur Hire, que o consagrou com o prémio César de Melhor Ator.
Ao longo da sua vida, Blanc manteve-se um ator perfeccionista, explorando as suas próprias inseguranças para moldar personagens complexas e cativantes. Os seus últimos anos de carreira foram dedicados a filmes como “Pequenas Grandes Vitórias” (2023), que ainda está em exibição em Lisboa.
A morte de Michel Blanc marca o fim de uma era no cinema francês, mas o seu legado perdurará por muitos anos.
A Festa do Cinema está de volta! A iniciativa, que permite aos amantes da sétima arte assistir a filmes em sala por um preço reduzido, regressa entre os dias 21 e 23 de outubro em mais de 500 salas por todo o país, incluindo os arquipélagos da Madeira e dos Açores. Durante este período, os bilhetes para dezenas de filmes custarão apenas 3,50 euros, uma oportunidade imperdível para ver grandes estreias e filmes de todos os géneros.
A Associação Portuguesa de Empresas Cinematográficas (APEC) anunciou que esta edição, a segunda do ano, vai incluir filmes de animação, drama, comédia, documentário, terror e ação, proporcionando algo para todos os gostos. Contudo, ficam de fora as sessões premium, como IMAX, 4DX, Screen X e lugares VIP, que terão preços regulares.
Entre as grandes estreias que marcam esta edição estão filmes como “Megalopolis”, de Francis Ford Coppola, o thriller “The Apprentice – A História de Trump”, com Sebastian Stan e Jeremy Strong, e o filme de terror “Sorri 2”, que promete arrepiar os espectadores.
Esta será a 11ª edição da Festa do Cinema, que teve início em 2015 e que visa promover o gosto pelo cinema em sala. Depois de uma interrupção forçada devido à pandemia de COVID-19, a iniciativa voltou a reunir grande adesão, sendo um dos eventos mais aguardados pelos cinéfilos.
A série “Sugar”, protagonizada por Colin Farrell, vai regressar para uma segunda temporada na Apple TV+, conforme confirmado pela plataforma. A primeira temporada, exibida entre abril e maio, trouxe um detetive privado de volta a Los Angeles para investigar o desaparecimento de uma jovem, e conquistou os espectadores com uma trama envolvente e cheia de suspense.
Realizada por Fernando Meirelles, cineasta brasileiro conhecido por filmes como “Cidade de Deus” e “O Fiel Jardineiro”, a primeira temporada deixou o público intrigado com o mistério do desaparecimento da neta de um produtor de Hollywood. Agora, Colin Farrell está de volta ao papel de John Sugar, que continua a investigar o desaparecimento da sua própria irmã, enquanto resolve outros casos paralelos.
A segunda temporada promete mais ação e mistério, com Farrell a liderar um elenco que inclui nomes como Amy Ryan, Kirby Howell-Baptiste, Anna Gunn, Dennis Boutsikaris e James Cromwell. Embora o ator tenha recentemente revelado estar cansado da caracterização necessária para outro projeto de peso, “The Penguin”, parece entusiasmado com o regresso de “Sugar”.
A série recebeu críticas positivas pela sua narrativa complexa e pelo desempenho de Farrell, sendo uma das grandes apostas da Apple TV+ no género thriller.
As filmagens do icónico filme “MIB – Homens de Negro” de 1997 ficaram marcadas por um momento inusitado que forçou a equipa a interromper a produção por várias horas — e tudo por causa de uma situação de flatulência protagonizada por Will Smith. O realizador do filme, Barry Sonnenfeld, revelou recentemente este incidente cómico que envolveu Smith e o seu colega de elenco Tommy Lee Jones durante a rodagem de uma cena crítica.
O episódio foi partilhado por Sonnenfeld no podcast “Let’s Talk Off Camera With Kelly Ripa”, onde descreveu o momento em que Will Smith e Tommy Lee Jones estavam a filmar uma cena num carro modificado, que viajava em hipervelocidade e acabava por capotar. Para filmar a cena, os dois atores foram “hermeticamente fechados” numa cápsula que simulava o veículo, com o objetivo de recriar o ambiente de alta velocidade. O problema surgiu quando o espaço confinado e a flatulência de Smith se tornaram uma combinação desastrosa.
De acordo com Sonnenfeld, enquanto as câmaras estavam a rolar, Will Smith rapidamente percebeu o embaraçoso problema e pediu desculpa ao seu colega de cena: “Oh, Jesus, lamento muito. Tommy, lamento muito. Lancem a escada.” Ao que Tommy Lee Jones, num gesto de camaradagem, respondeu: “Está tudo bem, Will. Não te preocupes.” Contudo, o realizador revelou que, embora não tivesse compreendido de imediato o que se passava, tudo ficou claro quando viram Jones a sair rapidamente do espaço confinado, enquanto a equipa se apressava a trazer uma escada para libertar os atores.
Sonnenfeld continuou a relatar o incidente: “O Tommy estende a perna enquanto a escada está a subir e desce os degraus a correr. E o que aconteceu foi que Will Smith tem gases. Algumas pessoas são assim. E não queremos estar dentro de um espaço muito pequeno e hermeticamente fechado com os gases do Will Smith.”
O resultado foi uma evacuação do estúdio durante cerca de três horas, enquanto todos se recuperavam do inusitado incidente. O realizador acrescentou ainda de forma bem-humorada: “Ele é um tipo adorável. Só que lança gases. Alguns fazem-no, outros não.”
Este momento embaraçoso, no entanto, não prejudicou o sucesso do filme. “Homens de Negro” tornou-se um dos maiores êxitos de bilheteira de 1997, consolidando Will Smith como uma das maiores estrelas de cinema a nível mundial. O filme originou duas sequelas, lançadas em 2002 e 2012, que, embora não tenham alcançado o mesmo impacto comercial do original, mantiveram o charme e a química entre Smith e Tommy Lee Jones.
Apesar de este incidente ter ficado nos bastidores, é uma história divertida que acrescenta uma camada de humor aos já cómicos e bem-sucedidos “Homens de Negro”, mostrando que até as maiores estrelas de Hollywood têm momentos inesperados.
Em 2002, Julia Roberts subiu ao palco da cerimónia dos Óscares para receber o prémio de Melhor Atriz pelo seu papel em Erin Brockovich, um filme baseado na verdadeira história de uma mulher que lutou contra uma empresa responsável pela poluição das águas de uma região. A sua performance foi amplamente aclamada, e a vitória parecia ser um dos momentos mais memoráveis da carreira da atriz. No entanto, o seu discurso de aceitação tornou-se igualmente inesquecível — mas não pelos melhores motivos.
Ao contrário da norma estabelecida, que dá aos vencedores cerca de 45 segundos para o seu discurso, Julia Robertspermaneceu no palco por mais de quatro minutos, desrespeitando o tempo habitual concedido. Logo no início, a atriz fez questão de se dirigir ao maestro da cerimónia, dizendo: “Senhor, está a fazer um trabalho maravilhoso, mas puxa a batuta demasiado depressa, por isso sugiro que se sente, porque tenho coisas para dizer e pode ser que nunca tenha outra oportunidade de estar aqui!” Esta afirmação arrancou risos da plateia, mas já sinalizava o que estava para vir: um discurso muito mais longo do que o permitido.
Durante esses quatro minutos, Roberts agradeceu a uma vasta lista de pessoas, desde os seus colegas de elenco e outros nomeados até ao realizador do filme, o seu namorado na altura e a sua mãe. No entanto, cometeu um erro notável e embaraçoso — esqueceu-se de agradecer a Erin Brockovich, a mulher cuja história real foi a inspiração para o filme e com quem Roberts passou bastante tempo durante a produção. Dado que o seu desempenho premiado se baseava na vida de Brockovich, o esquecimento não passou despercebido.
Foi apenas depois de sair do palco e enfrentar os jornalistas nos bastidores que Julia Roberts se deu conta da omissão. Ao perceber o erro, Roberts desculpou-se imediatamente e com humildade, afirmando: “Cometi um grande erro. Estava tão emocionada que me esqueci de agradecer a Erin. Que vergonha, que vergonha! Humildemente, agradeço-te mil vezes.”
O lapso de Roberts tornou-se rapidamente um dos principais tópicos de discussão, quase tanto quanto a extensão do seu discurso. Apesar disso, Erin Brockovich não viu o erro como algo grave e, em vez de se sentir ofendida, mostrou compreensão ao refutar as críticas que surgiram. Brockovich afirmou: “Foi o momento dela, não o meu. Não vi nada de errado nisso, não me incomodou de todo!”
Este incidente, embora embaraçoso para Julia Roberts, não afetou negativamente a sua relação com Erin Brockovich, mas ficou para a história como um dos discursos mais longos e discutidos da história dos Óscares.
Em 1997, Brad Pitt encontrou-se preso num contrato de filmagem para o filme “Inimigos Íntimos” (Close Enemies), que inicialmente parecia ser um projeto de sonho, mas que rapidamente se transformou num pesadelo. O ator aceitou o papel principal ao lado de Harrison Ford, atraído por um guião sombrio e promissor e pela oportunidade de trabalhar com Ford. Contudo, à medida que o projeto avançava, surgiram vários problemas que acabariam por comprometer a experiência de Pitt no set e a qualidade final do filme.
O primeiro grande obstáculo surgiu logo na escolha do realizador. Nem Brad Pitt nem Harrison Ford conseguiam concordar sobre quem deveria dirigir o filme. Diversos nomes foram sugeridos e rejeitados, até que ambos finalmente aceitaram Alan J. Pakula como o realizador. No entanto, a aprovação do realizador não foi suficiente para resolver os problemas da produção.
O guião, que inicialmente tinha cativado Brad Pitt, passou por uma série de alterações substanciais que diluíram a intensidade e o tom escuro que tanto atraíam o ator. Foram escritas sete versões diferentes do guião, com alterações a serem feitas até mesmo durante as filmagens, o que enfureceu Pitt. Pakula, o estúdio e Harrison Ford exigiram diversas mudanças, e o que inicialmente havia entusiasmado Pitt transformou-se numa história muito diferente da que ele queria contar.
Com Harrison Ford a receber um salário de $20 milhões, contra os $12 milhões de Pitt, ficou claro quem era a verdadeira estrela da produção. Ford impôs a sua visão criativa, o que gerou um ambiente de tensão no set. Brad Pitt, frustrado por sentir que a sua opinião não era respeitada e que o filme estava a desviar-se do que originalmente o tinha motivado, chegou a um ponto de exaustão. Pediu para ser substituído e queria abandonar o projeto.
Em entrevista à Newsweek, pouco antes do lançamento do filme, Pitt não poupou críticas. Chamou o filme de “desastre” e afirmou: “Nunca vi uma falta de seriedade como esta. Não conseguia acreditar no que estava a ver. O guião é um desastre. A versão original desapareceu, substituída por algo muito mau.”
Quando Brad Pitt tentou sair do filme, foi confrontado com uma dura realidade: o estúdio ameaçou processá-lo por uma soma exorbitante. Segundo o ator, o chefe do estúdio foi claro: “Se queres sair, nós deixamos. Mas vai custar-te $63 milhões.” Este valor representava os custos associados ao início da produção e as perdas que o estúdio enfrentaria se Pitt abandonasse o projeto. Perante a ameaça de uma batalha judicial e um prejuízo milionário, Pitt viu-se forçado a permanecer no filme, apesar do seu descontentamento.
Este episódio é um dos exemplos mais notáveis de um ator preso num projeto indesejado devido a pressões contratuais e financeiras. No final, Brad Pitt cumpriu as suas obrigações e concluiu as filmagens de “Inimigos Íntimos”, mas deixou claro o seu desagrado, algo raro de se ver em estrelas de Hollywood.
Uma das curiosidades menos conhecidas sobre a atriz Jennifer Connelly é a história romântica por trás do seu casamento com o também ator Paul Bettany. O que torna esta história tão singular é que Bettany já tinha uma paixão por Connelly muito antes de a conhecer pessoalmente. O ator confessou publicamente que, desde adolescente, era fã de Connelly após a ver no filme Labirinto (1986), onde a atriz protagonizou o papel de Sarah. Connelly, na altura com 15 anos, conquistou não só o público como também o jovem Bettany, que desenvolveu uma grande admiração por ela.
Bettany, então adolescente, admitiu que desde que a viu no filme tinha decidido que Jennifer Connelly seria a mulher com quem gostaria de casar. Apesar de ser uma afirmação ousada, especialmente considerando que ainda não a conhecia, Bettany manteve este sentimento ao longo dos anos, sempre com Connelly em mente.
Catorze anos depois, o destino reuniu os dois. Em 2001, Paul Bettany e Jennifer Connelly contracenaram juntos no filme Uma Mente Brilhante, que viria a ser um enorme sucesso. Durante as filmagens, apesar de uma atração mútua evidente, ambos mantiveram uma relação estritamente profissional, uma vez que estavam em relacionamentos com outras pessoas na altura.
No entanto, após os trágicos acontecimentos de 11 de setembro de 2001, Paul Bettany percebeu que os seus sentimentos por Connelly eram mais profundos do que um simples fascínio adolescente. Durante a crise, o primeiro pensamento de Bettany foi saber se Jennifer Connelly estava bem, o que o levou a refletir sobre os seus sentimentos. Este momento revelou-lhe que ele a amava e que ela era a pessoa com quem queria passar o resto da sua vida.
Sem hesitar, Bettany conseguiu o número de Connelly e fez uma chamada impulsiva mas decisiva: “Estou a caminho. Vamos casar.” Sem terem tido um relacionamento formal antes, Bettany mudou-se para Nova Iorque e o casal casou-se pouco tempo depois, sem nunca realmente terem namorado como seria habitual. Esta história única de amor entre dois grandes nomes de Hollywood é um verdadeiro conto de fadas moderno, que surpreende muitos dos fãs de ambos.
Desde então, Jennifer Connelly e Paul Bettany têm mantido uma relação forte e estável, e são pais de dois filhos. O casal continua a ser um dos mais admirados e respeitados no mundo do cinema, tanto pela sua vida pessoal quanto pelas suas brilhantes carreiras.
Os fãs da icónica saga “Indiana Jones” enfrentam agora um contratempo inesperado: os quatro filmes realizados por Steven Spielberg desapareceram subitamente do serviço de streaming Disney+ a nível global, a partir de 1 de outubro de 2024. Com esta mudança, apenas o mais recente filme da franquia, “Indiana Jones e o Marcador do Destino”(2023), realizado por James Mangold, permanece disponível na plataforma. Os restantes filmes, considerados clássicos do cinema de aventura, foram removidos devido a questões de direitos de distribuição.
A saída dos quatro filmes — “Os Salteadores da Arca Perdida” (1981), “Indiana Jones e o Templo Perdido” (1984), “Indiana Jones e a Grande Cruzada” (1989) e “Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal” (2008) — deve-se à sua ligação à Paramount Pictures, que mantém os direitos sobre estas produções, apesar da aquisição da Lucasfilm pela Disney em 2012. Para aqueles que desejam (re)ver as aventuras de Harrison Ford no papel do famoso arqueólogo, a única solução agora é subscrever o serviço de streaming SkyShowtime, que detém os direitos de exibição dos filmes.
Esta remoção ocorre após um período de 16 meses em que os cinco filmes da franquia estiveram disponíveis no Disney+, como resultado de um acordo temporário que permitiu a exibição da saga a partir de 31 de maio de 2023. O prazo de exibição terminou a 30 de setembro de 2024, deixando o catálogo da Disney sem a maioria dos títulos da saga, para desgosto dos fãs que esperavam poder revisitar os clássicos.
Além dos filmes, a série televisiva “Indiana Jones – Crónicas da Juventude”, que foi exibida entre 1992 e 1993 no canal ABC (e em Portugal na RTP-1), também desapareceu do Disney+. A série, que explora as aventuras de um jovem Indiana Jones entre os 9 e os 21 anos, não está disponível em nenhuma outra plataforma de streaming, nem mesmo no SkyShowtime, dificultando ainda mais o acesso dos fãs à saga completa.
O Futuro dos Filmes de Indiana Jones no Streaming
A retirada dos quatro filmes da saga de Indiana Jones do Disney+ está relacionada com o facto de a Paramount Pictures ainda deter os direitos sobre os filmes originais. Embora a Disney possua a Lucasfilm e tenha lançado o mais recente capítulo da franquia, os primeiros filmes continuam a pertencer ao catálogo da Paramount. Esta situação pode mudar no futuro, uma vez que as pressões financeiras da Paramount podem levar a novos acordos para redistribuir os filmes noutras plataformas de streaming.
Para já, os fãs que desejem ver ou rever os primeiros quatro filmes de Indiana Jones terão de recorrer à SkyShowtime, o que implica a subscrição de dois serviços de streaming diferentes se quiserem aceder à saga completa. No entanto, dada a importância cultural e comercial destes filmes, é provável que novos acordos de licenciamento possam surgir no futuro, permitindo uma eventual reunificação da saga numa única plataforma.
Enquanto isso, a ausência destes filmes no Disney+ representa uma perda significativa para a plataforma, que apostou na reunião da saga para capitalizar o entusiasmo gerado pelo lançamento de “Indiana Jones e o Marcador do Destino”. Com a remoção dos filmes clássicos, muitos subscritores podem reconsiderar a sua fidelidade ao serviço, à espera de que um novo acordo permita o regresso da franquia.
Os fãs do aclamado realizador dinamarquês Thomas Vinterberg, conhecido pelo seu trabalho premiado em “Mais Uma Rodada”, têm motivos para se entusiasmarem. A sua primeira incursão na televisão, intitulada “Families Like Ours”, vai estrear em novembro nos canais TVCine Edition e TVCine+. A série, que promete ser um drama intenso e emotivo, transporta os espectadores para um futuro próximo, onde a Dinamarca enfrenta uma evacuação total devido à subida do nível das águas.
Recentemente foram revelados o trailer e o poster oficiais, aumentando ainda mais a expectativa para a estreia. Com uma narrativa que combina temas de sobrevivência, esperança e amor, “Families Like Ours” segue a jornada de uma jovem, Laura, que enfrenta o dilema de escolher entre os seus pais divorciados e o rapaz por quem se apaixonou, enquanto o seu país se desmorona à sua volta.
A série promete uma reflexão sobre como as pessoas lidam com a perda, as despedidas e os novos começos. Produzida pelos mesmos criadores de sucessos como “Melancolia” e “Mais Uma Rodada”, esta será uma obra a não perder, exibida em exclusivo em Portugal pelos canais TVCine.
A história foca-se nas mudanças drásticas que a subida do nível das águas impõe à sociedade dinamarquesa, separando famílias e amigos, e forçando uma nação inteira a abandonar as suas raízes. Esta emocionante série, dirigida por um dos grandes nomes do cinema europeu, promete trazer um olhar poderoso e profundo sobre as capacidades humanas de resiliência em tempos de crise.
A comédia “Amigos Passageiros” está de volta com uma sequela hilária! “Amigos Passageiros 2” estreia no próximo dia 5 de outubro, às 21h30, nos canais TVCine Top e TVCine+, prometendo uma noite de diversão e caos. A história segue os casais Marcus e Emily, e os seus amigos Ron e Kyla, enquanto partem para umas férias de sonho num resort nas Caraíbas. Mas, como qualquer boa comédia, os planos rapidamente saem do controlo.
O que deveria ser uma viagem tranquila muda de rumo quando o pai de Kyla, recentemente libertado da prisão, aparece sem aviso no resort, transformando a escapadela relaxante num verdadeiro pandemónio. O filme, que conta com um elenco estelar liderado por Lil Rel Howery, Yvonne Orji, John Cena e Meredith Hagner, ganha ainda mais brilho com a adição do veterano ator Steve Buscemi, cuja presença promete trazer momentos ainda mais delirantes.
Com muito humor, situações absurdas e personagens desinibidas, “Amigos Passageiros 2” é a escolha perfeita para quem procura uma comédia leve e divertida para o fim de semana. Dirigido por Clay Carver, o filme promete arrancar muitas gargalhadas e proporcionar uma noite de entretenimento inesquecível.
A trilogia “Before”, composta pelos filmes “Before Sunrise” (1995), “Before Sunset” (2004) e “Before Midnight”(2013), realizados por Richard Linklater, é uma obra cinematográfica única que explora de forma íntima e profunda os temas do amor, do tempo e do crescimento pessoal. Ao longo de 18 anos, acompanhamos a evolução do relacionamento entre Jesse (interpretado por Ethan Hawke) e Céline (interpretada por Julie Delpy), à medida que se encontram, reconectam e enfrentam as complexidades de uma relação ao longo do tempo.
A trilogia começa com “Before Sunrise”, onde Jesse e Céline se conhecem casualmente num comboio e, num impulso, decidem passar a noite a vaguear por Viena. O filme é marcado por conversas profundas e filosóficas, onde ambos exploram as suas visões sobre a vida, o amor e o destino. Há uma certa magia nesta simplicidade: dois estranhos que se apaixonam ao longo de uma noite através do poder do diálogo e da conexão emocional. A juventude e o idealismo romântico estão no centro deste primeiro encontro, tornando-o uma experiência carregada de curiosidade e esperança.
Nove anos depois, em “Before Sunset”, Jesse e Céline reencontram-se em Paris, após terem perdido o contacto. As suas visões idealistas sobre o amor estão agora moldadas pelas desilusões e desafios da vida adulta. A química entre os dois permanece evidente, mas o peso das oportunidades perdidas e das escolhas feitas no passado leva-os a questionar se ainda é possível construir algo real a partir dos momentos fugazes que partilharam anos antes. O filme captura a profundidade emocional de uma segunda oportunidade e a complexidade de lidar com o “e se” que permeia as suas vidas.
Finalmente, “Before Midnight”, passado mais nove anos, coloca Jesse e Céline como um casal estabelecido, agora em Grécia, a lidar com as realidades mundanas do quotidiano, como a parentalidade, as pressões profissionais e os desafios de um compromisso de longo prazo. Este terceiro filme é mais cru e confrontacional, despido do romantismo idealizado dos primeiros dois capítulos. Em vez disso, o foco está nas dificuldades de manter uma relação viva ao longo do tempo, com as frustrações e os sacrifícios que acompanham o amor duradouro.
O que torna a Trilogia Before tão especial é a sua autenticidade. Os filmes são profundamente ancorados em conversas realistas e numa honestidade emocional rara, oferecendo uma visão íntima sobre como os relacionamentos evoluem com o passar dos anos. Ethan Hawke e Julie Delpy entregam atuações naturais e comoventes, enquanto a direção paciente de Richard Linklater permite que os personagens cresçam e mudem de forma orgânica, refletindo as transformações que o tempo impõe a todos nós.
Esta trilogia é mais do que uma história de amor; é uma meditação sobre o tempo, as oportunidades e a resistência do amor face aos desafios da vida. É um retrato profundo e comovente de como a intimidade entre duas pessoas pode evoluir, desvanecer e, às vezes, ser redescoberta ao longo das décadas.
Os fãs de “Sherlock”, a popular série da BBC que trouxe Benedict Cumberbatch ao papel do icónico detetive, poderão ter razões para se entusiasmar com um possível regresso da série. De acordo com Sue Vertue, produtora do programa, há esperanças de que a série possa voltar, apesar de não haver ainda uma data concreta.
Em entrevista ao Deadline, Vertue afirmou: “Adoramos essa série e há um futuro para ela. Um dia. Talvez. Se todos quiserem fazê-la.” Embora a declaração deixe claro que o regresso de Sherlock Holmes ainda está distante, é uma pista de que os criadores e atores não descartam a possibilidade de dar continuidade à história.
Vertue revelou ainda que o cenário da série, onde grande parte da ação se desenrolou, ainda está guardado, embora com algum desgaste pelo tempo. “Ainda tenho o cenário guardado algures, mas provavelmente está podre a esta altura, para ser honesta. O grande desafio é alinhar toda a equipa, é fazer com que os atores queiram voltar.”
O Impacto e Sucesso de “Sherlock”
Transmitida entre 2010 e 2017, “Sherlock” tornou-se um enorme sucesso a nível mundial, impulsionando as carreiras de Benedict Cumberbatch e Martin Freeman, que interpretou John Watson, o fiel parceiro de Holmes. A série contou com 13 episódios, distribuídos em quatro temporadas, além de um especial que gerou uma resposta positiva entre os fãs e a crítica.
Cumberbatch ganhou imensa popularidade ao assumir o papel do detetive excêntrico e genial, e a química com Freeman foi uma das razões para o sucesso da série. Com histórias baseadas nas obras clássicas de Arthur Conan Doyle, mas adaptadas para o cenário contemporâneo de Londres, “Sherlock” capturou a imaginação de milhões de fãs ao redor do mundo.
A especulação sobre um possível regresso tem sido um tema recorrente entre os fãs desde o final da quarta temporada, em 2017. A produção final deixou algumas pontas soltas que poderiam ser exploradas em futuras temporadas, aumentando a expectativa em torno do retorno da série.
Desafios para o Regresso
Apesar das esperanças de um possível retorno, a realidade de alinhar todos os envolvidos é um desafio. Benedict Cumberbatch e Martin Freeman têm atualmente agendas bastante preenchidas com outros projetos, o que pode dificultar a organização para filmar novos episódios de “Sherlock”.
No entanto, a declaração de Sue Vertue mostra que, pelo menos, o desejo de continuar com a história ainda existe, e os fãs poderão manter a esperança de ver Cumberbatch envergar mais uma vez o casaco icónico de Sherlock Holmes.
#Sherlock producer Sue Vertue on the future of the Benedict Cumberbatch brand and her hopes for making a movie starring the beloved detective at the Prime Video Presents Trailblazers event: "We love that show and there is a future for it" @primevideoukpic.twitter.com/mr4CSb1W7m
A atriz Millie Bobby Brown, estrela da popular série Stranger Things, partilhou recentemente nas redes sociais as primeiras imagens do seu casamento com Jake Bongiovi, filho de Jon Bon Jovi. O casal deu o nó numa cerimónia privada, após Millie ter anunciado o seu noivado em abril de 2022, quando tinha apenas 19 anos. As notícias sobre o casamento começaram a circular em maio deste ano, mas foi apenas agora que Millie decidiu revelar oficialmente as fotos do evento.
Na passada quarta-feira, 2 de outubro, a atriz publicou uma série de fotografias no seu perfil de Instagram, onde é possível ver detalhes do deslumbrante vestido de noiva que usou. O vestido, decorado com pormenores de renda, foi complementado por um longo véu, transmitindo uma imagem clássica e elegante. Para a festa com os convidados, Millie optou por trocar para um look mais simples, mas igualmente encantador. Na legenda da publicação, escreveu uma mensagem tocante: “Para sempre, a tua esposa”, numa demonstração de amor e compromisso.
Um Casamento Privado e Intimista
De acordo com a revista People, a cerimónia foi realizada nos Estados Unidos e terá sido mantida em segredo. Inicialmente, foi reportado que apenas os pais dos noivos estariam presentes, mas as fotografias partilhadas agora por Millie revelam que mais convidados marcaram presença no dia especial do casal.
Millie, agora com 20 anos, tem mantido uma relação discreta com Jake Bongiovi, apesar da atenção dos media. A jovem atriz, que conquistou o público com o seu papel como Eleven em Stranger Things, tem mostrado uma maturidade notável ao longo dos anos, e o casamento com o filho de Jon Bon Jovi é mais um marco na sua vida pessoal.
Carreira e Futuro
Millie Bobby Brown tem-se destacado não só pela sua carreira em ascensão, mas também pelo seu impacto fora do mundo do cinema. Com uma legião de fãs e seguidores, a atriz tornou-se um ícone de estilo e inspiração para muitos jovens. Com vários projetos em curso, incluindo o lançamento do seu próximo filme e a temporada final de Stranger Things, Millie continua a ser uma das jovens atrizes mais promissoras de Hollywood.
As fotos do casamento rapidamente captaram a atenção das redes sociais, com milhões de seguidores a elogiar a atriz pelo seu vestido de “cortar a respiração” e pela elegância do evento. Embora tenha optado por manter a cerimónia íntima, as imagens partilhadas mostram que foi um dia repleto de amor e celebração.
“The Deer Hunter”, realizado por Michael Cimino e lançado em 1978, é um dos filmes mais icónicos sobre a guerra e as suas consequências psicológicas. Mais do que apenas um filme de guerra, esta obra-prima é uma profunda meditação sobre amizade, sacrifício e as marcas indeléveis que o trauma pode deixar nas vidas daqueles que o vivenciam. Situado no contexto da Guerra do Vietname, o filme explora a jornada de um grupo de amigos de uma pequena cidade industrial na Pensilvânia, cujas vidas são irrevogavelmente transformadas após serem recrutados para a guerra.
Os três personagens centrais – Michael (interpretado por Robert De Niro), Nick (interpretado por Christopher Walken) e Steven (interpretado por John Savage) – representam a inocência e camaradagem que existia antes da guerra, em contraste com as suas versões pós-Vietname, marcadas pela devastação emocional e física. A estrutura do filme é composta por três atos bem definidos: a vida pacata antes da guerra, o caos brutal no Vietname e as consequências dolorosas quando os personagens tentam reajustar-se à vida civil após regressarem da guerra.
Um dos momentos mais memoráveis e perturbadores do filme é a sequência da roleta russa, em que Michael e Nick são forçados, enquanto prisioneiros dos Viet Cong, a jogar com as suas vidas. Esta cena icónica não só simboliza a aleatoriedade e a brutalidade da guerra, como também serve como uma metáfora para a destruição emocional que a guerra impõe aos sobreviventes. É neste momento que o filme atinge o seu ponto máximo de tensão e angústia, imortalizando-o como uma das sequências mais chocantes da história do cinema.
A interpretação de Robert De Niro como Michael é contida, mas poderosa. Ele desempenha o papel de um homem determinado a manter o seu grupo unido face ao trauma esmagador, embora o impacto emocional da guerra seja demasiado forte para evitar as suas consequências. Christopher Walken, no papel de Nick, entrega uma atuação que lhe valeu o Óscar de Melhor Ator Secundário, ao retratar de forma devastadora a descida do personagem à loucura, uma consequência direta da guerra e da experiência como prisioneiro.
“The Deer Hunter” vai muito além dos clichés dos filmes de guerra. Em vez de focar-se apenas nas batalhas, é uma exploração introspectiva das feridas invisíveis da guerra – as cicatrizes emocionais e psicológicas que deixam marcas indeléveis. A lentidão deliberada do filme, especialmente na sua primeira parte, permite ao espectador imergir nas vidas dos personagens antes do caos, criando um impacto ainda mais devastador à medida que o horror da guerra os desfigura tanto física como emocionalmente.
Este filme é um retrato profundo da fragilidade humana face à violência e ao sacrifício, e continua a ser um dos mais emocionantes e reflexivos estudos sobre os efeitos da guerra no cinema. A sua profundidade emocional e a capacidade de suscitar uma reflexão intensa sobre a guerra tornam “The Deer Hunter” um clássico intemporal.