Michael B. Jordan mostrou esta semana o primeiro trailer de “The Thomas Crown Affair”, terceira versão deste clássico thriller de ladrões de arte — e a primeira novidade do actor desde que venceu o Óscar de Melhor Ator por “Pecadores”, já noticiado aqui. Desta vez, Jordan não se limita a protagonizar: assina também a realização e a produção do filme, ao lado de Adria Arjona.
No papel do icónico Thomas Crown, Jordan enfrenta uma ex-agente do FBI (Arjona) que o persegue assalto a assalto — mas com uma reviravolta em relação às versões anteriores da história: as verdadeiras motivações de Crown passam por devolver artefactos roubados ou vendidos aos seus criadores legítimos, transformando o ladrão de arte num anti-herói com código moral próprio, mais do que um simples sedutor oportunista. É uma escolha de argumento que actualiza o material clássico sem lhe trair a essência: elegância, jogo de gato e rato, e um romance construído sobre desconfiança mútua.
O filme, distribuído pela Amazon MGM, estreia nos cinemas em março de 2027 — mas para Jordan, que já tinha mostrado ambições de realizador antes de “Pecadores”, este é o primeiro projecto a colocá-lo simultaneamente à frente e atrás das câmaras num filme de assinatura própria.
Depois do sucesso da primeira temporada, “The Brigade” está de regresso aos ecrãs portugueses a 4 de agosto, terça-feira, às 22h10, em exclusivo no TVCine Edition e no TVCine+, com novos episódios a estrear todas as terças-feiras à mesma hora. A série, criada por Jérémie Guez (“Brothers by Blood”, “A Bluebird In My Heart”), continua a acompanhar a Brigade de Recherche et d’Intervention — B.R.I., que dá também nome original à série —, uma das unidades policiais francesas mais associadas, na ficção e na realidade, a intervenções de alto risco.
No centro da história está Saïd, ex-soldado das Forças Especiais que lidera uma equipa de agentes jovens e aguerridos. Na sequência de um tiroteio entre traficantes de droga e a polícia, a equipa vê-se arrastada para uma investigação de dimensão muito maior do que inicialmente previsto: enquanto tentam desmantelar um dos maiores traficantes da Europa, surge um bando implacável e misterioso de assaltantes armados que ameaça comprometer toda a missão — uma dupla frente que promete manter a tensão constante ao longo dos oito episódios desta segunda temporada.
O elenco reúne Sofian Khammes, Ophélie Bau, Théo Christine, Rabah Nait Oufella, Waël Sersoub, Léa Catania, Vincent Perez e Emmanuelle Devos, com estes dois últimos a trazer peso e reconhecimento internacional a uma produção que já se tinha destacado, na primeira temporada, pelo registo cru e hiper-realista — uma abordagem ao género policial que deve mais ao cinema de género francês recente do que à tradição mais estilizada do procedural americano.
Sete filmes estreiam esta semana nas salas portuguesas, e a distância entre o primeiro e o último desta lista diz tudo sobre como funciona hoje o mercado de cinema em Portugal. De um documentário sobre Sophia de Mello Breyner a um tentpole Marvel, o cartaz cobre praticamente todo o espectro possível. Vamos por ordem, do mais discreto ao que vai dominar as bilheteiras.
Sophia Setembro de 1963
Começamos pelo extremo oposto do espectáculo. Vanessa Duarte e Hugo Pereira assinam este documentário que segue os passos de Sophia de Mello Breyner na viagem que fez à Grécia em 1963, na companhia de Agustina Bessa-Luís, a partir dos fragmentos de diário que a poetisa deixou. Sessenta anos depois, os realizadores refazem o mesmo trajecto, cruzando a Grécia imaginada, a fragmentada, a de Sophia, a de Odisseu e a de ninguém. É cinema de nicho cultural no sentido mais literal: um filme dedicado a uma das figuras maiores da literatura portuguesa, distribuído pela pequena The Stone and The Plot, com apelo praticamente reservado a públicos de circuito cultural e cinéfilos ligados à poesia. Sem pretensões de bilheteira, mas com lugar garantido na programação de cineclubes e sessões temáticas.
Um Toque Familiar (Familiar Touch)
Sarah Friedland estreou-se na longa-metragem com este retrato de uma octogenária a adaptar-se à vida num lar, entre memória em fuga e uma relação cada vez mais complicada consigo própria. O resultado valeu-lhe o Leão do Futuro em Veneza e o prémio de melhor realização na secção Orizzonti, tornando “Familiar Touch” um dos filmes mais premiados de sempre nessa categoria do festival. É cinema de câmara, sensível e difícil, sobre um tema que o público em geral evita. A Alambique distribui-o com a discrição habitual dos seus lançamentos: pouco cartaz, público reduzido, mas um dos títulos mais interessantes da semana para quem gosta de cinema de autor.
O Misterioso Olhar do Flamingo
Diego Céspedes venceu a secção Un Certain Regard em Cannes 2025 logo com a sua estreia na longa-metragem, o que por si só é um feito raro. O filme acompanha Lidia, de doze anos, numa cidade mineira do norte do Chile nos anos 80, enquanto uma doença misteriosa ameaça a comunidade queer que a rodeia. Melodrama, realismo mágico e humor cruzam-se num retrato de infância que a crítica internacional recebeu com entusiasmo. A Films4You traz o filme para Portugal, mas o destino comercial é o mesmo dos títulos de autor latino-americanos premiados em festivais: cobertura crítica forte, salas praticamente vazias.
Her Private Hell
Nicolas Winding Refn regressa à longa-metragem dez anos depois de “The Neon Demon”, e o mundo do cinema estava de facto curioso para ver o que traria. A resposta dividiu tudo: a Variety chamou-lhe “um desastre à David Lynch com más drogas”, a Indiewire falou de visuais grotescos e um argumento que soa a auto-paródia, mas o Rotten Tomatoes reconhece um filme “intoxicante no estilo”, ainda que arrastado. Sophie Thatcher, Charles Melton e Havana Rose Liu emprestam rostos jovens e em ascensão a esta odisseia de neon sobre uma cidade envolta em nevoeiro e um GI à procura da filha no inferno. Não é filme para gerar filas, mas Refn continua a ter um culto fiel, e a NOS Audiovisuais garante-lhe distribuição suficiente para essa base de fãs. Vale a curiosidade da estreia, não a permanência em cartaz.
Motor City — Sede de Vingança
Aqui a conversa muda de registo. Potsy Ponciroli assina um thriller de acção ambientado na Detroit dos anos 70, com uma aposta rara para um filme de 30 milhões de dólares: praticamente sem diálogo. Alan Ritchson, hoje um dos rostos mais bancáveis da acção depois do sucesso de “Reacher”, protagoniza ao lado de Shailene Woodley e Ben Foster. A crítica reconheceu a presença física de Ritchson e a química com Woodley, mas apontou o risco do silêncio como entrave ao desenvolvimento das personagens. Mesmo com recepção mista, o nome de Ritchson sozinho já é motor comercial suficiente, e a Cinemundo dá-lhe um lançamento amplo. Um dos títulos a vigiar esta semana, sobretudo junto do público masculino habituado a thrillers de género.
Marsupilami
Philippe Lacheau já não precisa de provar nada ao público francês, e este ano superou-se a ele próprio: “Marsupilami” ultrapassou os 6 milhões de entradas em França, tornando-se o maior êxito de bilheteira do país em 2026 e o maior sucesso pessoal de Lacheau, batendo o seu próprio recorde com “Alibi.com 2”. É comédia de aventura familiar, fórmula testada à exaustão por Lacheau e que continua a funcionar. Em Portugal, onde as comédias francesas do realizador têm historicamente boa resposta junto do público jovem e familiar, a NOS Audiovisuais aposta forte. Um dos candidatos sólidos ao pódio da bilheteira nacional nas próximas semanas.
E o mais importante: Homem-Aranha — Um Novo Dia
Deixámos para o fim aquele que, sem margem para debate, vai dominar as bilheteiras portuguesas nas próximas semanas. “Spider-Man: Brand New Day” traz de volta Tom Holland ao papel que o tornou uma das maiores estrelas da sua geração, agora ao lado de Zendaya e Sadie Sink, sob a realização de Destin Daniel Cretton. É o tentpole Marvel/Sony do ano, com tudo o que isso implica: campanha de marketing global, expectativa acumulada há anos, público transversal a todas as idades e uma distribuição maciça pela Big Picture que vai garantir sessões em praticamente todas as salas do país. Não há outro filme nesta lista, nem provavelmente nas próximas semanas, capaz de rivalizar com o impacto deste lançamento. Se há um filme que resume o motivo pelo qual esta semana é das mais aguardadas do ano no calendário de estreias, é este.
Alternativa: “Scream VI lidera um agosto recheado no NOS Studios, entre MMA, fantasia e cinema português”
O NOS Studios reserva agosto para um mês particularmente equilibrado entre géneros, com onze estreias a percorrer o terror, a acção, a fantasia, o romance e o cinema português, além do habitual ciclo de animação aos domingos de manhã. O canal está disponível nas posições 17 e 81, gratuito para clientes TV UMA, com subscrição de 5€/mês para os restantes clientes NOS, e em não linear através do NOS Studios+.
Scream VI
O grande destaque do mês, sem margem para dúvidas, é “Scream VI”, a 30 de agosto, domingo, às 21h15. Depois dos acontecimentos em Woodsboro, Sam, Tara e os restantes sobreviventes tentam recomeçar a vida em Nova Iorque — mas Ghostface segue-os até lá, e os assassínios tornam-se ainda mais violentos e imprevisíveis. Melissa Barrera, Jenna Ortega, Courteney Cox, Mason Gooding e Jasmin Savoy Brown repetem papéis numa das sagas de terror mais resistentes das últimas décadas, e a mudança de cenário para Nova Iorque é, só por si, motivo suficiente para reacender o interesse de quem já viu tudo o resto da franquia.
My Spy: The Eternal City e The Smashing Machine
A 2 de agosto, domingo, Dave Bautista regressa ao papel do veterano agente da CIA JJ em “My Spy: The Eternal City”, desta vez em Itália, ao lado de Chloe Coleman, Ken Jeong, Kristen Schaal e Anna Faris, numa mistura de acção, espionagem e comédia familiar. Uma semana depois, a 8 de agosto, é a vez de “The Smashing Machine: Coração de Lutador” mostrar um Dwayne Johnson em registo completamente diferente: inspirado na história real de Mark Kerr, um dos maiores nomes do MMA, com realização de Benny Safdie e Emily Blunt no elenco — um dos papéis mais dramáticos e menos espectaculares da carreira recente de Johnson.
Hagen, Xeno e o resto do mês
O ciclo de fantasia e aventura fica por conta de “Hagen: Guerra dos Reinos” (9 de agosto), com alianças improváveis e profecias antigas a decidir o destino de um reino, e de “Xeno – Amizade de Outro Mundo” (16 de agosto), sobre a amizade entre uma adolescente e um visitante extraterrestre. O suspense sobrenatural aparece com “Sketch: Cuidado com o que Desenhas” (15 de agosto), sobre desenhos que ganham vida, e “A Melodia do Mal” (23 de agosto), sobre uma partitura que esconde uma força sobrenatural. As noites de sábado continuam reservadas ao registo romântico, com “Sorry, Baby” (1 de agosto), “Guia para o Amor” (22 de agosto) e “Pelo Amor de Lily” (29 de agosto) a completar o calendário.
Made in Portugal e animação aos domingos
Agosto marca também o regresso do ciclo Made in Portugal, com quatro produções nacionais às sextas-feiras: “Quero-te Tanto” (7 de agosto), “Gabriel” (14 de agosto), “Zeus” (21 de agosto) e “Al Berto” (28 de agosto) — uma aposta contínua do canal em dar espaço regular ao cinema português dentro de uma grelha dominada por títulos internacionais. As manhãs de domingo, por sua vez, continuam reservadas às famílias, com sessões de animação como “A Volta ao Mundo em 80 Dias”, “O Mundo Secreto dos Dragões” e “Bambi: Uma Vida nos Bosques”.
“Homem-Aranha: Um Novo Dia” estreia hoje nas salas portuguesas e norte-americanas, fechando semanas de antecipação alimentadas por trailers, aparições surpresa na Comic-Con e críticas largamente positivas. As previsões de bilheteira para o fim de semana de estreia nos Estados Unidos apontam para algo entre 230 e 250 milhões de dólares, com os modelos mais optimistas a falarem em até 274 milhões — números que, a confirmarem-se, tornariam este o segundo maior arranque de sempre da saga, atrás apenas dos 260,1 milhões de “Sem Volta a Casa”, em 2021, e a maior estreia doméstica de 2026 até à data, ultrapassando “Toy Story 5”.
Depois de anos de multiverso e reencontros geracionais, este capítulo, realizado por Destin Daniel Cretton, promete devolver Peter Parker a uma escala mais pessoal — algo que as primeiras críticas já confirmaram, elogiando Tom Holland pela interpretação “mais madura” da personagem até hoje. Zendaya e Sadie Sink repetem papéis, e o confronto entre o Punisher de Jon Bernthal e o Hulk de Mark Ruffalo, já antecipado na Comic-Con, é um dos momentos mais aguardados por quem segue a saga de perto.
Os números oficiais só ficam confirmados na segunda-feira, quando os estúdios reportarem os resultados definitivos do fim de semana — mas, à hora a que este artigo é publicado, “Homem-Aranha: Um Novo Dia” já está, oficialmente, nas salas de cinema.
Alternativa: “Debaixo das estrelas: o festival Lavadias regressa ao Pico com cinema dedicado ao mar”
O Lavadias, festival de cinema ao ar livre da MiratecArts em parceria com o Município das Lajes do Pico, chega à quinta edição entre 13 e 15 de agosto, com três noites e oito filmes exibidos debaixo das estrelas no Forte de Santa Catarina, na vila baleeira das Lajes. É mais uma peça do ecossistema de festivais de cinema que a MiratecArts tem vindo a construir nos Açores, ao lado do Montanha Pico Festival, mas com identidade própria: Lavadias dedica-se inteiramente a obras com o mar e o oceano como tema e cenário.
Este ano, com novo horário de arranque às 21h21, as sessões abrem com um bloco de curtas-metragens pensado para evocar paz interior e serenidade, com imagens inspiradoras dos nossos mares assinadas por Judith Anketell, Martin Gerigk, Afroza Hossain Sara, Pierre Breath e Kaushiik Subramaniam. O festival arranca oficialmente com “Azul”, de Pedro Varela, filmado nos Açores — mais precisamente no Faial e no Pico. A história situa-se um ano depois do último avistamento de uma baleia em todo o planeta, e segue Olívia, uma rapariga determinada com trissomia 21 e filha de um biólogo conhecido, que se junta a um grupo de activistas ambientais numa missão para trazer as baleias de volta.
A segunda noite é dedicada “à criança em todos nós”, com programação de animação: a curta “Canção das Baleias”, de Afroza Hossain Sara, vencedora do prémio Animela de melhor filme sul-asiático, antecede a longa-metragem “Capitão Dentes de Sabre e a Condessa de Gral”, aventura animada pensada para gerar nostalgia e acção em doses generosas. Já a noite de sábado muda de registo por completo, com programação de acção para adultos, encerrando com a mais recente obra do norueguês Henrik Martin Dahlsbakken, “Comboio do Ártico”, inspirada em factos verídicos do Verão de 1942.
Os filmes são exibidos em português ou com legendas em português, e a entrada é livre. Em caso de condições climatéricas adversas, as sessões transitam para o Auditório Municipal das Lajes do Pico. Mais informações e trailers estão disponíveis na página do festival no Facebook.
Agosto traz ao catálogo da Netflix um conjunto de estreias bem distribuído entre thrillers, dramas, documentários e comédia, com produções vindas de meia dúzia de países diferentes. Duas apostas destacam-se claramente do resto: “The Last House”, logo nos primeiros dias do mês, e “The Whisper Man”, a fechar agosto em grande.
“The Last House” chega a 7 de agosto com Wagner Moura, nomeado ao Óscar de Melhor Ator por “Agente Secreto”, e Greta Lee, protagonista de “Past Lives”, filme nomeado para Melhor Filme nos Óscares de 2024 — uma dupla de currículo que por si só já justifica atenção. A história segue uma família de quatro pessoas subitamente presa dentro de casa, sem qualquer via de escape, obrigada a sobreviver com recursos escassos enquanto tenta perceber a verdadeira natureza da ameaça que a mantém encarcerada. Sid Edwards completa o elenco principal, num argumento de Matthew Robinson.
Com Robert de Niro e Adam Scott e Michelle Monaghan
Já “The Whisper Man” fecha o mês a 28 de agosto, com Robert De Niro, Adam Scott e Michelle Monaghan nos papéis principais. Baseado no best-seller de Alex North, o thriller segue um escritor de romances policiais que, depois do rapto do filho de oito anos, recorre à ajuda do pai, um detective reformado de quem se tinha afastado — só para descobrir que o caso tem ligações inquietantes a um assassino em série já condenado, conhecido apenas como “o Sussurrador”. É o tipo de thriller literário adaptado que costuma funcionar bem em catálogo de streaming, e o nome de De Niro garante visibilidade extra.
Entre os dois, há espaço para praticamente todos os géneros. Do lado do documentário, destacam-se “Inside the Trustor Scandal” (5 de agosto), com a primeira entrevista de Joachim Posener desde o escândalo financeiro que o tornou um dos homens mais procurados da Europa; “Em Queda Livre: A Hora da Verdade para a Boeing” (19 de agosto), continuação da investigação de Rory Kennedy e Mark Bailey sobre a fabricante aeronáutica; e “Desaparecida e Esquecida: O Caso Chompoo” (20 de agosto), sobre o desaparecimento de uma criança na Tailândia que transformou o principal suspeito em celebridade mediática.
No território do drama, “Nando Between Two Worlds — A Sintonia Film” (12 de agosto) acompanha o regresso ao Brasil de um antigo chefe do crime que tenta reconstruir a relação com a filha adolescente; “Un Hijo Propio” (13 de agosto), da realizadora chilena Maite Alberdi, nomeada aos Óscares, segue uma mulher que finge uma gravidez depois de vários abortos espontâneos, até a mentira se transformar em escândalo nacional; e “A Mulher Secreta” (28 de agosto) traz um mistério de identidade na Noruega, quando uma mulher é confrontada com a possibilidade de ser, na verdade, uma pessoa desaparecida há três anos na Dinamarca.
Do lado mais ligeiro, “Don’t Say Good Luck” (14 de agosto) tem Sunny Sandler — filha de Adam Sandler — no papel principal de uma comédia dramática sobre um musical escolar interrompido por problemas familiares, e “Pyaar Prema Kalyanam” (21 de agosto) é uma comédia indiana sobre choques culturais depois de um casamento pouco convencional. Já “The Ribbon Hero” (8 de agosto) reinventa o clássico manga “Princess Knight”, de Osamu Tezuka, transportando a história para os dias de hoje.
Lista completa — estreias de agosto na Netflix Portugal
Inside the Trustor Scandal — 5 de agosto The Last House — 7 de agosto The Ribbon Hero — 8 de agosto Nando Between Two Worlds – A Sintonia Film — 12 de agosto Un Hijo Proprio — 13 de agosto Don’t Say Good Luck — 14 de agosto O Meu Melhor Amigo, a Namorada Dele e Eu — 14 de agosto Quinze Dias — 19 de agosto Em Queda Livre: A Hora da Verdade para a Boeing — 19 de agosto Desaparecida e Esquecida: O Caso Chompoo — 20 de agosto Pyaar Prema Kalyanam — 21 de agosto Cara a Cara com El Chapo — 21 de agosto Histórias do Desporto: O Testemunho de Vince Young — 25 de agosto A Mulher Secreta — 28 de agosto The Whisper Man — 28 de agosto
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