Um nome vindo da Marvel pode estar a caminho de Gotham — e isso muda tudo

O universo de The Batman continua a crescer — e a próxima peça deste puzzle pode vir de um território inesperado. Segundo informações avançadas pela imprensa internacional, Sebastian Stan está em negociações para integrar o elenco de The Batman Part II, juntando-se a Robert Pattinson na aguardada sequela realizada por Matt Reeves.

Para já, o papel permanece totalmente envolto em segredo. Não há pistas oficiais, nem sequer rumores sólidos sobre que personagem poderá interpretar — o que, no contexto do universo criado por Reeves, é quase garantia de que estamos perante uma escolha pensada ao detalhe.

A possível entrada de Stan ganha ainda mais relevância por surgir pouco depois da notícia de que Scarlett Johanssontambém estará ligada ao projecto. Caso ambas as negociações se confirmem, estaremos perante um reencontro curioso entre dois actores que marcaram o universo da Marvel durante mais de uma década, agora transportados para um Gotham muito mais sombrio e realista.

Esse contraste é, aliás, uma das marcas mais fortes do trabalho de Reeves. Longe do espectáculo mais colorido e expansivo de outros filmes de super-heróis, The Batman construiu uma identidade própria, mais próxima do thriller policial do que do blockbuster tradicional. Foi precisamente essa abordagem que ajudou o filme a tornar-se um dos maiores sucessos da Warner Bros. no período pós-pandemia, ultrapassando os 772 milhões de dólares em receitas globais.

A sequela, com estreia marcada para 1 de outubro de 2027, tem início de produção previsto para a primavera e contará novamente com Reeves na realização e no argumento. Na produção estarão James Gunn e Peter Safran, os actuais responsáveis da DC Studios, numa fase particularmente importante para o futuro do estúdio.

No caso de Sebastian Stan, este possível salto para o universo DC surge numa fase interessante da sua carreira. Depois de anos associado ao papel de Bucky Barnes — o Soldado do Inverno — o actor tem procurado diversificar os seus projectos. A sua recente interpretação de Donald Trump em The Apprentice, que lhe valeu uma nomeação ao Óscar, mostrou um registo bem mais dramático e complexo, alinhado com o tom que Reeves procura para Gotham.

É precisamente essa evolução que torna esta escolha particularmente interessante. Stan já provou que consegue trabalhar personagens ambíguas, intensas e emocionalmente carregadas — exactamente o tipo de figura que encaixa neste universo.

Para já, tudo depende da conclusão das negociações. A DC Studios não comentou oficialmente a informação, mantendo o habitual silêncio estratégico. Ainda assim, a simples possibilidade já é suficiente para aumentar a expectativa em torno de um filme que, mesmo a mais de um ano da estreia, continua a gerar conversa.

Se há algo que este novo capítulo de The Batman está a deixar claro, é que Gotham está longe de ficar mais tranquila.

Questlove Abre Tribeca 2026 com Documentário Sobre Earth, Wind & Fire

O vencedor do Óscar por Summer of Soul regressa ao formato documental que o consagrou, contando a história de uma das bandas mais icónicas do século XX. A estreia mundial será seguida de um concerto histórico.

A 25.ª edição do Tribeca Festival, que decorre em Nova Iorque entre 10 e 21 de junho de 2026, terá uma abertura em grande estilo. O festival anunciou nas últimas 24 horas que a sua noite inaugural será dedicada a The Mighty Elements: The Untold Story of Earth, Wind & Fire, o novo documentário realizado por Ahmir “Questlove” Thompson.

A escolha não podia ser mais simbólica. Questlove, baterista e líder dos The Roots, tornou-se num dos documentaristas musicais mais respeitados da atualidade depois de ter vencido o Óscar de Melhor Documentário com Summer of Soul (2021), um filme que resgatou do esquecimento as imagens do Harlem Cultural Festival de 1969. Agora, o realizador volta a mergulhar nos arquivos da música negra americana para contar a história dos Earth, Wind & Fire, a banda fundada por Maurice White que redefiniu os limites do soul, funk e R&B.

Uma Noite de Cinema e Música ao Vivo

A sessão de estreia está marcada para 10 de junho de 2026, ao ar livre, no The Battery — um dos locais mais emblemáticos de Manhattan, com vista para o porto de Nova Iorque. Mas o Tribeca não se ficará pela projeção. Após o filme, o público assistirá a um momento raro e histórico: um concerto conjunto dos Earth, Wind & Fire e dos The Roots, celebrando ao vivo o legado de uma banda que marcou gerações com temas como SeptemberBoogie WonderlandLet’s Groove e After the Love Has Gone.

Robert De Niro, co-fundador do festival, comentou a escolha em comunicado: “A música sempre foi uma parte essencial da identidade do Tribeca. Ter o Questlove a regressar connosco para contar a história de uma banda que definiu uma era — e fazê-lo com um concerto ao vivo — é a forma perfeita de celebrar os nossos 25 anos.”

O Que Esperar do Documentário

De acordo com as informações reveladas pela produção, The Mighty Elements terá acesso exclusivo aos arquivos pessoais de Maurice White, o visionário fundador da banda que faleceu em 2016. O filme contará ainda com entrevistas aos membros sobreviventes, incluindo Philip Bailey(vocalista), Verdine White (baixista e irmão de Maurice) e Ralph Johnson (baterista e percussionista).

Questlove promete um retrato íntimo e profundo, que vai além dos êxitos radiofónicos. Em declarações à imprensa, o realizador afirmou: “Os Earth, Wind & Fire não foram apenas uma banda de sucesso. Foram um fenómeno cultural que combinou música, espiritualidade e uma visão artística única. O Maurice White era um místico, um filósofo e um génio musical. Este filme é uma tentativa de fazer justiça a esse legado.”

A banda, que já vendeu mais de 90 milhões de discos em todo o mundo, é conhecida tanto pela sua sofisticação musical — que fundia jazz, funk, soul, pop e elementos eletrónicos — como pelos seus espetáculos ao vivo visualmente deslumbrantes, repletos de pirotecnia, coreografias e figurinos exuberantes.

O Contexto do Documentário Musical

The Mighty Elements insere-se num momento particularmente fértil para o documentário musical. Nos últimos anos, títulos como The Beatles: Get Back (Peter Jackson, 2021), Becoming Led Zeppelin (Bernard MacMahon, 2025) e o próprio Summer of Soul provaram que há um apetite voraz do público por histórias bem contadas sobre os gigantes da música popular.

A escolha do Tribeca como plataforma de lançamento também não é inocente. O festival nova-iorquino tem-se afirmado como um espaço privilegiado para estreias de documentários musicais de alto perfil. Foi no Tribeca que estrearam, por exemplo, Clive Davis: The Soundtrack of Our Lives(2017) e The Go-Go’s (2020).

Estreia Mundial: 10 de junho de 2026, Tribeca Festival.
Distribuição em Portugal: Ainda não anunciada. Espera-se que o filme seja adquirido por uma plataforma de streaming nas próximas semanas.

🎬 Estreias da Semana: Há terror, autores consagrados e regressos inesperados — mas há um filme que vai dominar as conversas

Uma semana surpreendentemente diversa nas salas portuguesas

A semana de 16 de abril de 2026 chega às salas de cinema em Portugal com uma mistura invulgarmente rica: desde o terror de grande estúdio a cinema de autor europeu, passando por animação familiar e até reposições de clássicos japoneses que merecem redescoberta. É daquelas semanas em que tanto o espectador casual como o cinéfilo mais exigente encontram motivos para sair de casa.

Mas, no meio desta diversidade, há claros destaques — e um deles promete mesmo ser o filme mais falado dos próximos dias.

👁️ O grande destaque: o terror regressa em força com 

A Múmia

Entre todas as estreias, “A Múmia”, realizado por Lee Cronin, surge como a aposta mais comercial e mediática da semana. Depois do sucesso no género com Evil Dead Rise, Cronin mergulha agora num clássico do terror, trazendo uma nova abordagem à icónica figura da múmia.

Com um elenco liderado por Jack ReynorLaia Costa e May Calamawy, o filme aposta numa narrativa mais sombria e misteriosa, afastando-se do tom aventureiro que marcou versões anteriores da história.

A duração de 136 minutos sugere uma ambição épica — algo que poderá dividir audiências, mas que reforça a ideia de que este não é apenas mais um filme de sustos rápidos.

🎭 Cinema de autor europeu em destaque

Se o terror domina o lado mais comercial, o cinema europeu traz algumas das propostas mais interessantes da semana.

🇮🇹 La grazia, de Paolo Sorrentino

O novo filme de Paolo Sorrentino chega com expectativas elevadas. Conhecido pelo seu estilo visual sofisticado e narrativas introspectivas, Sorrentino volta a explorar temas humanos com um toque de humor e melancolia.

No elenco encontramos Toni Servillo, colaborador habitual do realizador, acompanhado por Anna Ferzetti. Com 133 minutos, “La grazia” promete ser uma experiência densa, provavelmente mais contemplativa do que narrativa.

🇮🇹 Fuori, de Mario Martone

Outro destaque italiano é “Fuori”, realizado por Mario Martone. Com Valeria Golino e Matilda De Angelis, o filme posiciona-se entre o drama e o retrato histórico.

Martone é conhecido por trabalhar temas sociais e políticos com rigor, o que faz deste um título particularmente interessante para quem procura cinema mais exigente.

🇫🇷 Mektoub, Meu Amor: Canto Segundo

O regresso de Abdellatif Kechiche à sua saga continua a dividir espectadores. Com quase 2h20 de duração, este segundo capítulo mantém o foco nas relações humanas, no desejo e na passagem do tempo.

Com Shaïn Boumedine e Salim Kéchiouche, é um filme que exige paciência — mas que recompensa quem entra no seu ritmo.

😂 Comédia e entretenimento: alternativas mais leves

Nem só de introspecção vive esta semana.

🇫🇷 Queridos Pais

Com André Dussollier e Miou-Miou, esta comédia francesa promete momentos leves e acessíveis, centrados nas dinâmicas familiares. Realizado por Emmanuel Patron, é uma opção segura para quem procura uma sessão descontraída.

🇬🇧 Fackham Hall

Misturando comédia com contexto histórico, o filme de Jim O’Hanlon junta Thomasin McKenzie e Emma Laird num registo potencialmente satírico. Um título curioso, ainda que menos mediático.

🎬 Ação e animação para todos os públicos

💥 Perseguição em Taipei

Para quem prefere ação, “Perseguição em Taipei”, de George Huang, junta Luke Evans e Sung Kang num thriller com cenário asiático. Um filme direto, pensado para entretenimento puro.

🐒 Jungle Beat 2: Viagem ao Passado

A única grande aposta familiar da semana é esta sequela animada realizada por Sam Wilson. Colorido, leve e acessível, é claramente direcionado para o público mais jovem.

🎞️ Reposições e cinema clássico: uma oportunidade rara

Uma das surpresas desta semana é a presença de várias reposições de filmes de Hiroshi Shimizu, incluindo:

  • “A Dançarina”
  • “Crianças à Procura de Mãe”
  • “O Idiota Sentimental”

Estas sessões são uma oportunidade rara para ver cinema japonês clássico em sala — algo cada vez menos comum, mas essencial para quem quer conhecer as raízes do cinema moderno.

🎥 Documentário nacional: um olhar íntimo

“¿De qué casa eres?”, realizado por Ana Pérez-Quiroga, representa a presença portuguesa na semana. Com 73 minutos, posiciona-se como uma proposta documental que deverá explorar identidade e pertença — temas recorrentes no trabalho da autora.

📊 Conclusão: uma semana para todos os gostos — mas com um claro protagonista

A diversidade é, sem dúvida, a palavra-chave desta semana. No entanto, tudo aponta para que “A Múmia” seja o filme que vai dominar as atenções do grande público.

Ainda assim, ignorar propostas como “La grazia” ou “Fuori” seria um erro para qualquer amante de cinema. E as reposições de Shimizu são um verdadeiro presente para os mais atentos.

Ou a minha recomendação pessoal o Fackham Hall

No fundo, esta é uma semana que prova algo simples: o cinema continua vivo — e recomenda-se.

🎬 Billie Eilish leva a sua digressão ao cinema em 3D — e promete uma experiência imersiva sem precedentes

A música de estádio chega ao grande ecrã com tecnologia de James Cameron

O fenómeno global Billie Eilish vai chegar aos cinemas portugueses de uma forma totalmente diferente do habitual. O novo filme-concerto “HIT ME HARD AND SOFT: THE TOUR (LIVE IN 3D)” estreia nas salas nacionais a 7 de maio, com pré-vendas a arrancarem já a 16 de abril, segundo comunicado oficial da NOS Audiovisuais.

Mais do que um simples registo de digressão, trata-se de uma experiência cinematográfica pensada para o grande ecrã, captada ao longo da digressão mundial esgotada da artista.

🎥 Um projeto assinado por James Cameron e Billie Eilish

Um dos grandes destaques deste projecto é a realização conjunta de dois nomes de peso: James Cameron e Billie Eilish.

Cameron, conhecido pelo seu trabalho em cinema de grande escala e inovação tecnológica, junta-se à artista para criar uma experiência em formato 3D imersivo, com o objectivo de transportar o espectador directamente para o centro do espectáculo.

Segundo o comunicado, o filme foi gravado ao longo da digressão mundial Hit Me Hard And Soft, permitindo capturar diferentes momentos de um espectáculo que esgotou salas em vários países.

🌍 Uma das artistas mais influentes da sua geração

Com nove prémios Grammy e duas estatuetas dos Óscares, Billie Eilish consolidou-se como uma das figuras mais influentes da música contemporânea.

Este novo projecto reforça essa posição, ao transformar a experiência de concerto num evento cinematográfico pensado para salas IMAX e formatos imersivos, onde som e imagem procuram recriar a energia da digressão original.

A aposta em 3D e em tecnologia de ponta sugere um produto desenhado não apenas para fãs, mas também para quem procura uma experiência audiovisual diferenciada no cinema.

🎬 O que esperar do filme-concerto

De acordo com a sinopse oficial, “HIT ME HARD AND SOFT: THE TOUR (LIVE IN 3D)” oferece uma nova leitura da digressão mundial da artista, combinando performance ao vivo com linguagem cinematográfica.

O objectivo é claro: aproximar o público da intensidade emocional dos concertos, mas com o detalhe visual e sonoro que apenas o cinema pode proporcionar.

A produção aposta numa abordagem sensorial, onde o espectador deixa de ser apenas observador para se tornar parte da experiência.

🎟️ Pré-vendas arrancam a 16 de abril

Os bilhetes para as sessões especiais começam a ser disponibilizados já a partir de 16 de abril, antecipando a estreia oficial marcada para 7 de maio nos cinemas portugueses.

A distribuição em Portugal está a cargo da NOS Audiovisuais, reforçando a aposta crescente em conteúdos musicais e experiências cinematográficas diferenciadas nas salas nacionais.

🎧 Quando o cinema e a música se encontram

Este tipo de projecto não é novo, mas continua a ganhar força: concertos filmados com tecnologia avançada têm vindo a aproximar o público da experiência ao vivo, sobretudo em tempos em que os espectáculos internacionais nem sempre são acessíveis a todos.

No caso de Billie Eilish, o factor diferenciador está na combinação de uma artista de topo com uma realização de grande escala, que promete elevar o formato a outro nível.

🔎 Conclusão

Entre o espectáculo ao vivo e a linguagem do cinema, este novo filme-concerto posiciona-se como uma das apostas mais ambiciosas do ano no cruzamento entre música e sétima arte.

Para fãs de Billie Eilish — e para curiosos pelo futuro do cinema imersivo — esta poderá ser uma experiência a não perder.

Aronofsky Troca o Drama pela Porrada: “Apanhado a Roubar” Chega Esta Sexta ao TVCine

Austin Butler e Zoë Kravitz protagonizam o regresso caótico e violento do realizador de O Cisne Negro à Nova Iorque dos anos 90. Um policial cult que passou despercebido nos cinemas e que merece uma segunda vida no sofá.

Se havia uma crítica que perseguia Darren Aronofsky nos últimos anos era a de um alegado “excesso de solenidade”. Depois da angústia existencial de A Baleia e do delírio psicológico de Mãe!, o realizador nova-iorquino decide dar uma guinada de 180 graus. “Apanhado a Roubar” (Caught Stealing), que estreia em exclusivo nos Canais TVCine esta sexta-feira, 17 de abril, às 21h30, é a resposta de Aronofsky a quem lhe pedia mais ritmo: um thriller de ação com humor negro, gatos indefesos e muitos, muitos ossos partidos.

Um Gato, um Ex-Jogador e a Máfia Russa

O filme adapta o romance homónimo de Charlie Huston e tem como cenário uma Nova Iorque suja e analógica dos anos 1990. No centro da confusão está Hank Thompson, interpretado por Austin Butler (num registo muito distante do glamour de Elvis). Hank é um ex-jogador de basebol caído em desgraça que agora trabalha num bar e cuja única ambição é sobreviver ao dia seguinte.

O problema começa com um favor aparentemente inofensivo: tomar conta do gato do vizinho. O vizinho em questão é Russ, um britânico excêntrico interpretado por Matt Smith (House of the Dragon), que desaparece misteriosamente deixando para trás algo muito mais valioso do que ração para gato. Quando Hank é brutalmente interrogado por gangsters que acreditam que ele sabe onde está o “tesouro” de Russ, a sua vida transforma-se numa fuga desenfreada.

O Elenco e o Regresso à Podridão Urbana

Além de Butler, o filme conta com a presença de Zoë Kravitz como Yvonne, a namorada de Hank que se vê arrastada para o olho do furacão, e um leque de personagens secundárias que parecem saídas de um filme dos irmãos Safdie ou de um primórdio de Scorsese.

Este é um território novo (e ao mesmo tempo familiar) para Aronofsky. Se visualmente o filme promete a crueza claustrofóbica que o realizador domina, o tom é surpreendentemente ligeiro e caótico. As críticas internacionais descrevem a obra como uma “comédia negra de ação” que evoca o melhor do cinema policial pulp — com perseguições de carro, gangsters russos, reviravoltas constantes e uma violência estilizada que não se leva demasiado a sério.

Uma Segunda Oportunidade no Sofá

Apesar de ter agradado à crítica especializada (conquistou 84% de aprovação no Rotten Tomatoes), Apanhado a Roubar teve uma passagem discreta pelas salas de cinema portuguesas no verão passado. Com um orçamento na casa dos $40 milhões, o filme arrecadou pouco mais de $31 milhões a nível global — um resultado comercial modesto que o torna ainda mais apetecível como descoberta cult para o espectador caseiro.

É precisamente aqui que o TVCine entra em campo. “Apanhado a Roubar” é daqueles filmes que pedem uma segunda oportunidade longe da pressão dos blockbusters de verão: um policial sujo, divertido e com uma energia contagiante que funciona na perfeição numa noite de sexta-feira no sofá.

Porquê Ver?

A oportunidade perfeita para ver Austin Butler a sujar as mãos como nunca, para testemunhar Darren Aronofsky a divertir-se como não o víamos há anos e para descobrir um dos filmes de género mais injustamente ignorados de 2025.

Estreia: Sexta-feira, 17 de abril, 21h30, no TVCine Top e TVCine+ .