The Testaments — A Continuação de The Handmaid’s Tale Que Todos Esperavam Chega a 8 de Abril

Gilead está de volta. E desta vez com Margaret Atwood mais presente do que nunca no universo que criou. The Testaments, a sequela directa de The Handmaid’s Tale, chega à Hulu a 8 de Abril — exactamente quando o mundo parece precisar mais do que nunca de distopias bem escritas para tentar perceber o presente.

A série é a adaptação do romance homónimo que Atwood publicou em 2019, mais de trinta anos depois do original, e que ganhou o Prémio Booker no mesmo ano. A acção decorre vários anos após os acontecimentos de The Handmaid’s Tale, explorando o colapso interno de Gilead a partir de três perspectivas femininas: a da implacável Tia Lydia — a personagem que a série original tornou num dos vilões mais fascinantes da televisão recente —, a de uma jovem criada dentro do regime sem conhecer outro mundo, e a de uma refugiada no Canadá que cresceu a ouvir histórias sobre Gilead sem as ter vivido. São três vozes, três gerações, três formas completamente diferentes de sobreviver ao mesmo sistema.

A série original — protagonizada por Elisabeth Moss numa das performances televisivas mais premiadas da última década — tornou-se num fenómeno cultural raro: um programa que entrou directamente no discurso político contemporâneo, com o hábito vermelho das Aias a surgir em manifestações de direitos das mulheres em todo o mundo, de Washington a Lisboa. The Testaments carrega assim o peso enorme de estar à altura dessa herança — e de encontrar algo novo para dizer num mundo que, entretanto, forneceu material de sobra para a ficção distópica.

A pergunta que toda a gente faz é inevitável: Elisabeth Moss regressa? A resposta oficial ainda não chegou, mas o especial de bastidores prometido pela Hulu para as próximas semanas deverá esclarecer. Em Portugal, a série deverá estar disponível através dos parceiros locais da plataforma. Para quem seguiu a saga até ao fim — e para quem ficou a meio e nunca se perdoou — este é o momento de apanhar o comboio.

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Os Bastidores da Nova Série de Harry Potter Revelam-se Hoje na HBO — E a Espera Está Quase a Acabar

Para os fãs da saga mais mágica da literatura — e são muitos em Portugal —, hoje é um dia com sabor especial. A HBO emite esta noite o especial Finding Harry: The Craft Behind The Magic, um programa dedicado exclusivamente aos bastidores da nova série de Harry Potter que está em produção para a plataforma Max. Estreia hoje, 5 de Abril, às 20h no Reino Unido e às 15h nos Estados Unidos.

Trata-se de uma primeira janela real para o interior de uma das produções mais aguardadas da televisão mundial. Uma série que promete fazer aquilo que os filmes originais — adorados como são por gerações inteiras — nunca conseguiram por razões óbvias de tempo e formato: adaptar todos os sete livros de J.K. Rowling com o detalhe, a profundidade e o espaço que as histórias sempre mereceram. A lógica é simples e tentadora: cada livro corresponde a uma temporada completa, o que significa que há finalmente espaço para os personagens secundários, para as histórias paralelas, para os momentos que os filmes cortaram a custo e que os leitores nunca perdoaram completamente.

À frente do projecto está John Tiffany, encenador britânico de teatro aclamado internacionalmente — o mesmo responsável pela produção original de Harry Potter e a Criança Amaldiçoada no West End de Londres, que ganhou o Olivier Award para Melhor Peça. Não é um nome de Hollywood, e é precisamente por isso que a escolha é interessante: Tiffany conhece o universo por dentro e tem demonstrado, ao longo da carreira, uma capacidade rara de conjugar espectáculo visual com emoção genuína.

O elenco da série ainda não foi revelado na totalidade, e o especial de hoje deve trazer novidades nessa frente — que será, previsivelmente, um dos momentos mais comentados do dia nas redes sociais. Quem vai ser o novo Harry? Quem vai ser Hermione? Quem vai ser Dumbledore desta vez? São perguntas que Portugal vai fazer em conjunto com o resto do mundo.

Em Portugal, a série estará disponível na plataforma Max quando estrear. Data ainda sem confirmação oficial — mas depois de hoje, a conversa vai ser inevitável.

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Wuthering Heights Chega ao Streaming — O Filme Mais Quente do Ano Já Pode Ser Visto em Casa

Se perdeu Wuthering Heights no cinema — ou simplesmente quer reviver a experiência no sofá, com pausa e tudo —, a boa notícia chegou a 31 de Março: o filme de Emerald Fennell está disponível para aluguer e compra digital, e vai certamente alargar ainda mais uma audiência que já fez 239 milhões de dólares em bilheteiras mundiais desde a estreia a 13 de Fevereiro.

Fennell — a realizadora de Promising Young Woman e Saltburn — decidiu abandonar qualquer pretensão de adaptação fiel ao texto de Emily Brontë. A sua Wuthering Heights é visceral, visualmente deslumbrante e deliberadamente provocatória. Margot Robbie é Cathy, Jacob Elordi é Heathcliff, e a tensão entre os dois é do tipo que faz as pessoas colocarem o telemóvel para baixo e prestar atenção ao ecrã. O director de fotografia é Linus Sandgren — o mesmo de La La Land e No Time to Die —, e nota-se em cada plano a obsessão com cor, luz e composição. É um filme feito para ser visto numa sala grande, mas que também funciona em ecrã de televisão, desde que a divisão esteja escura e o som esteja ligado.

As críticas dividiram-se de forma quase cirúrgica. Uns chamaram-lhe uma obra-prima sensorial e uma das adaptações literárias mais corajosas dos últimos anos. Outros acharam-na excessivamente focada na carnalidade em detrimento da profundidade literária que Brontë merecia. Ambos têm razão — o que, ironicamente, é o melhor sinal possível para uma obra de arte. Um filme que toda a gente adora da mesma forma raramente é um filme interessante.

A banda sonora original de Charli XCX é, por si só, um argumento para ver o filme. O álbum — lançado no mesmo dia da estreia — foi um dos discos mais escutados do início do ano, com o single House a tornar-se um hino involuntário para pessoas que nunca leram Brontë na vida. Ao lado da actriz portuguesa Hong Chau, do sempre sólido Martin Clunes e de Ewan Mitchell, Robbie e Elordi constroem uma história de amor que é também uma história de destruição — e que fica na cabeça muito depois de os créditos terminarem.

O filme está disponível para aluguer a 19,99 dólares ou compra a 24,99 dólares nas plataformas Prime Video e Apple TV. E em Portugal pode ser visto por quem tem a subscrição do Filmin. A edição física em 4K, Blu-ray e DVD chega a 5 de Maio. Para quem já viu no cinema, há razões de sobra para uma segunda visita. Para quem ainda não viu, já não há desculpa.

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Dois dos actores mais adorados da sua geração, uma comédia azeda sobre um casamento que começa a desmoronar-se antes de acontecer, e um realizador norueguês com um olhar completamente distinto de tudo o que Hollywood costuma produzir. The Drama é a surpresa agradável desta Páscoa cinéfila — o filme que ninguém esperava que funcionasse tão bem e que está a conquistar exactamente as pessoas certas.

Kristoffer Borgli, o realizador, chegou ao radar internacional com Dream Scenario — o filme em que Nicolas Cage começava a aparecer nos sonhos de estranhos e isso corria, previsível e magnificamente, muito mal. Borgli tem uma assinatura inconfundível: começa com uma premissa quase cómica, deixa-a respirar até ao absurdo, e vai apertar o nó até que o espectador já não sabe bem se está a rir ou a sentir desconforto. The Drama segue a mesma lógica, com menos fantástico e mais crueldade emocional.

Zendaya e Robert Pattinson interpretam Emma e Charlie, um casal noivo, intelectual e aparentemente perfeito — o tipo de casal que frequenta vernissages e tem opiniões sobre arquitectura brutalista. Nos dias que antecedem o casamento, a história de amor começa a revelar fissuras que nenhum dos dois estava preparado para ver. O filme não é sobre se vão ou não casar. É sobre o que as pessoas escolhem não dizer enquanto ainda podem. Borgli filma com precisão cirúrgica, alternando entre o humor incómodo e o drama emocional com uma facilidade que irrita — no bom sentido.

O filme abriu em terceiro lugar na tabela norte-americana, com pouco mais de 14 milhões de dólares na estreia, ficando atrás de Super Mario Galaxy e Project Hail Mary. Não é um número explosivo, mas para uma comédia dramática de autor — sem explosões, sem universos partilhados, sem sequelas anunciadas — é um resultado que sustenta uma carreira longa. As críticas são genuinamente entusiastas, e o boca-a-boca está a trabalhar a favor do filme de uma forma que os blockbusters raramente conseguem.

Em 2026, Zendaya tornou-se literalmente a actriz do ano: entre Euphoria na terceira temporada, Dune: Parte Três a caminho e este filme nas salas, é impossível não cruzar com ela. Pattinson, por seu lado, continua a escolher projectos que ninguém espera e a acertar quase sempre — de O Farol ao Batman, passando por Good Time e agora isto. A dupla tem química real e isso vê-se no ecrã sem precisar de se anunciar. The Drama chega em breve às plataformas digitais. Para quem gosta de cinema com substância e um toque de crueldade elegante, é uma escolha segura.

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The Boys Diz Adeus: A Última Temporada Chega Esta Semana e Promete Destruir Tudo

Há séries que terminam com um suspiro delicado e uma última cena cheia de simbolismo poético. The Boys não vai ser uma delas — e toda a gente que acompanhou a série desde o início sabe exactamente porquê. A quinta e última temporada chega à Prime Video a 8 de Abril, e pelas primeiras indicações, Butcher e companhia vão sair pela porta grande. Ou pela janela. A explodir.

Criada por Eric Kripke e produzida por Seth Rogen e Evan Goldberg, The Boys chegou em 2019 como uma série de super-heróis diferente de tudo o que existia. O que começou como uma história sobre super-poderes corrompidos pelo dinheiro e pela fama transformou-se rapidamente numa das sátiras políticas mais afiadas e desconfortáveis da televisão contemporânea. Homelander — interpretado por um Antony Starr que merecia todos os prémios do mundo — tornou-se um dos vilões mais perturbadores da ficção recente: um espelho partido da América, em collants azuis e capa vermelha. Karl Urban, Erin Moriarty, Jack Quaid e todo o elenco principal regressam para este capítulo final.

A temporada final coloca Butcher numa posição que os fãs não esperavam: de volta com um vírus capaz de eliminar todos os super-heróis de uma só vez. Do outro lado, Homelander empurra o mundo para um confronto total, cada vez mais próximo da loucura que sempre existiu por baixo do sorriso perfeito. É o duelo que a série construiu ao longo de quatro temporadas — e desta vez não há caminho de volta para nenhum dos lados.

Ao longo dos anos, The Boys foi muito mais do que entretenimento. Foi comentário social em tempo real, com episódios que chegavam às plataformas e entravam directamente no noticiário pela forma como antecipavam ou espelhavam acontecimentos políticos reais. Essa capacidade de ser simultaneamente absurda e profundamente séria é o que a distingue de tudo o resto no catálogo do streaming mundial.

Em Portugal, a série tem uma base de fãs entusiasta e fiel. Para quem acompanhou a jornada desde o início, esta última temporada é obrigatória. Para quem ficou pelo caminho ou nunca começou, há quatro temporadas disponíveis na Prime Video e tempo suficiente para uma maratona épica antes do fim. Os episódios serão disponibilizados semanalmente — a forma mais cruel e mais justa de despedir uma série desta dimensão.

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Era uma vez uma série que toda a gente achava que nunca mais voltava. Quatro anos, uma greve histórica em Hollywood, contratempos de produção atrás de contratempos, e a morte devastadora de Angus Cloud em 2023 — a terceira temporada de Euphoria parecia amaldiçoada. Mas a 12 de Abril chega finalmente à HBO, e pelos primeiros sinais, valeu mesmo a pena esperar.

Sam Levinson, o criador da série, não ficou parado à espera que os astros se alinhassem. Aproveitou o tempo para redesenhar a temporada do zero, literalmente. A nova temporada foi filmada num novo stock de película Kodak em 35mm e 65mm — sendo a primeira série narrativa de televisão a filmar uma quantidade significativa de material em película de 65mm, um formato normalmente reservado a grandes produções cinematográficas. O resultado visual, segundo quem já viu, é de tirar o fôlego. Levinson colaborou de perto com a Kodak para desenvolver o novo stock, e a decisão de expandir a imagem reflecte a viagem das personagens para fora do liceu e para dentro de um mundo mais vasto e mais complicado.

A nova temporada dá um salto de cinco anos. Rue está no México, endividada com a traficante Laurie, a tentar encontrar formas pouco ortodoxas de pagar o que deve. Cassie e Nate estão noivos — e vão casar nesta temporada, com Cassie a tentar construir uma carreira como influencer. Jules está numa escola de artes, nervosa com o futuro e a fugir de responsabilidades. Toda a gente cresceu. Os problemas também. A temporada vai seguir um grupo de amigos de infância a debater-se com fé, redenção e o problema do mal — que é uma forma muito Euphoria de dizer que as coisas vão ficar complicadas.

Do lado da música, a aposta é monumental: Hans Zimmer juntou-se a Labrinth para assinar a banda sonora, numa colaboração que Levinson descreve como inspirada nas partituras de Interestelar e True Romance. Se a música das temporadas anteriores já era um elemento central da experiência, desta vez promete ser uma personagem por direito próprio. A cantora espanhola Rosalía entra também no elenco, ao lado de Sharon Stone, Adewale Akinnuoye-Agbaje e Toby Wallace — uma mistura de talento dramático e nomes do universo pop que é, claramente, intencional.

Zendaya regressa como Rue Bennett, claro — e em 2026 a actriz é literalmente omnipresente. Entre EuphoriaDune: Parte Três e The Drama nas salas, é impossível escapar-lhe. Também não há razão para querer. Os oito episódios serão emitidos semanalmente ao domingo na HBO, com o último a 31 de Maio. Em Portugal, a série estará disponível na plataforma Max.

Para os fãs que esperaram quatro anos: a Rue voltou. Para os que ainda não viram Euphoria: há tempo suficiente para ver as duas primeiras temporadas antes do dia 12. Não há desculpa.

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Há fins-de-semana que ficam na história do cinema. Este foi um deles — e o culpado tem bigode, fato-macaco vermelho e um chapéu que já valeu mais dinheiro do que a maioria dos estúdios de Hollywood alguma vez sonhou.

The Super Mario Galaxy Movie, a nova aventura animada da Nintendo em parceria com a Illumination, fez uma abertura de outro mundo nas bilheteiras internacionais durante a semana da Páscoa. Nos primeiros cinco dias de exibição, o filme somou 190 milhões de dólares apenas no mercado norte-americano e chegou aos 370 milhões a nível mundial — tornando-se o maior êxito cinematográfico do ano até à data e o maior lançamento desde Avatar: Fogo e Cinzas, em Dezembro passado.

Os números são esmagadores, mas têm contexto. O primeiro filme, lançado em 2023, abriu com 377 milhões de dólares mundialmente — um resultado que na altura deixou toda a indústria de queixo caído. Esta sequela fica ligeiramente abaixo dessa marca, mas entra para um clube muito restrito: o das franchises de animação com múltiplas aberturas acima dos 100 milhões de dólares. Até agora, apenas Shrek, o Gru Maldisposto e o Frozen da Disney tinham conseguido essa proeza. Mario acabou de se sentar à mesa.

A história desta vez leva o encanador mais famoso dos videojogos muito além do Reino dos Cogumelos. A aventura decorre em mundos cósmicos e desafios galácticos que a Illumination — a mesma casa criativa do Gru Maldisposto e do Sing — construiu com o cuidado visual que já é marca da casa. Há espectáculo para os mais novos, nostalgia para os adultos que cresceram com a consola na mão, e humor que funciona para ambos ao mesmo tempo. A fórmula não mudou — e continua a funcionar na perfeição.

Em Portugal e no Brasil, o filme entrou nas salas a 1 de Abril e liderou imediatamente as tabelas nacionais com folga. No Brasil, o primeiro dia rendeu cerca de 3,2 milhões de reais, com mais de 150 mil espectadores nas salas — um resultado sólido, ainda que ligeiramente abaixo do primeiro filme de 2023, que tinha conquistado 184 mil espectadores logo no arranque. Não é uma quebra preocupante — é a diferença natural entre um fenómeno inédito e uma sequela muito bem-vinda. O público voltou, e voltou em força.

Com um orçamento estimado em 110 milhões de dólares e 370 milhões já no bolso, a rentabilidade é indiscutível. E falta ainda o lançamento no Japão, previsto para 24 de Abril — o mercado onde a Nintendo é literalmente uma religião. O primeiro bilião parece uma questão de semanas, não de meses. Neste momento, Mario está invencível — como quando apanha uma estrela dourada. E ninguém parece querer que o efeito passe.

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Depois de Lisboa, foi a vez do Porto conquistar uma das atrizes mais faladas de Hollywood. Sydney Sweeney passou pela Invicta e não resistiu a partilhar — e os portugueses não resistiram a reagir.

A estrela de Euphoria e The White Lotus explorou a Ribeira, percorreu as escadas e corredores da icónica Livraria Lello e parou para contemplar a cidade a partir do Jardim do Morro, em Gaia, com o Douro a fazer de pano de fundo. O resultado foi uma série de fotografias partilhadas nas redes sociais com uma legenda que mistura ironia britânica com afecto disfarçado: “still not sure about these dumps but here we go” — traduzindo livremente, qualquer coisa como “ainda não tenho a certeza sobre estes sítios, mas cá vamos nós”. Ninguém ficou ofendido. Toda a gente percebeu.

Nos comentários, o designer de moda Nuno Miguel Ramos deixou um “PORTO” com coração azul — e resumiu o que muitos sentiram. A actriz portuguesa Rita Pereira reagiu com emojis da bandeira nacional. A internet portuguesa, como se sabe, não precisa de muito para entrar em êxtase.

Uma Visita com Trabalho Incluído

Sweeney não está em Portugal apenas de férias. A actriz encontra-se no país para as filmagens de Custom of the Country, adaptação do romance de 1913 de Edith Wharton, no qual interpreta Undine Spragg — uma jovem ambiciosa do Midwest que parte para Nova Iorque em busca de estatuto social. Do lado oposto nas cenas está Leo Woodall, conhecido pelo papel principal na série One Day.

Entre rodagens, Sweeney protagonizou ainda uma campanha da marca de produtos capilares Kérastase nos jardins do Palácio Nacional de Queluz — o chamado “Versalhes Português” —, revelando um lado descontraído e bem-disposto que os seus seguidores adoram ver fora do ecrã.

Portugal de Ponta a Ponta

Esta não é a primeira aparição da actriz por terras lusas. No final de Fevereiro, Sweeney esteve no Estádio José de Alvalade a ver o jogo entre o Sporting CP e o Estoril — e a fotografia correu o mundo. Desde então, foi avistada no Festival do Chocolate em Óbidos e numa despedida de solteira de amigas espanholas no Bairro Alto, em Lisboa. Ao ritmo a que vai, Sydney Sweeney conhece Portugal melhor do que muita gente que cá vive.

A ascensão da actriz tem sido vertiginosa: o seu património terá passado de 8,5 milhões de euros em 2024 para cerca de 30 milhões actualmente, impulsionado por projectos como a comédia romântica Todos Menos Tu e o thriller A Criada, pelo qual terá recebido quase 9 milhões de euros. Em 2026, com Euphoria na terceira temporada e Custom of the Countrya caminho, o nome Sydney Sweeney não vai desaparecer dos cartazes — nem das ruas de Lisboa e do Porto — tão cedo.

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