Eric Dane ausente de gala sobre ELA devido à doença, mas emociona com mensagem poderosa

Actor distinguido pela ALS Network apesar das limitações físicas

A luta de Eric Dane contra a Esclerose Lateral Amiotrófica voltou a ganhar destaque público este fim-de-semana, depois de o actor ter sido forçado a cancelar, à última hora, a sua presença na Champions for Cures and Care Gala, organizada pela ALS Network. A ausência foi motivada pelas limitações físicas impostas pela doença, diagnosticada em Abril de 2025.

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Apesar de não ter conseguido marcar presença na cerimónia, Eric Dane foi homenageado com o prémio Advocate of the Year, distinção que reconhece o seu envolvimento activo na sensibilização e defesa da causa da ELA. O galardão foi recebido em seu nome por Aaron Lazar, também ele diagnosticado com a mesma doença.

“Não me senti bem o suficiente para comparecer”

Em comunicado, a organização explicou que o actor cancelou a participação poucas horas antes do evento, devido às “realidades físicas” da Esclerose Lateral Amiotrófica. Ainda assim, a ALS Network fez questão de sublinhar o impacto do seu trabalho: “Continuamos profundamente gratos pela sua coragem, defesa da causa e compromisso contínuo com a comunidade ELA, e homenageamo-lo esta noite com o nosso mais profundo respeito e apoio.”

Mesmo ausente fisicamente, Dane fez-se ouvir através de uma mensagem pré-gravada, exibida durante a gala, que acabou por ser um dos momentos mais emocionantes da noite.

Uma mensagem de gratidão e esperança

No vídeo, o actor deixou claro que o prémio ultrapassa a sua própria história pessoal. “Este prémio não é apenas para mim. É para a minha bela família e entes queridos, para cada pessoa que enfrentou a ELA com coragem, para cada cuidador que dá o coração todos os dias e para cada defensor que se torna uma voz pelo progresso”, afirmou.

Eric Dane destacou ainda o papel fundamental da ALS Network na articulação entre cuidados médicos e investigação científica, reforçando uma mensagem de esperança: “Com a ajuda da ALS Network, finalmente vamos derrotar esta doença.”

A luta diária contra a ELA

Conhecido mundialmente pelo papel de Mark Sloan na série Anatomia de Grey, Eric Dane falou publicamente sobre o impacto do diagnóstico numa entrevista a Diane Sawyer, no Good Morning America. “Acordo todos os dias e sou imediatamente lembrado de que isto está a acontecer. Não é um sonho”, confessou, num testemunho marcado pela frontalidade.

O actor é pai de duas filhas, Billie e Georgia, fruto do casamento com a actriz Rebecca Gayheart. Apesar de um pedido de divórcio em 2018, o casal reconciliou-se anos mais tarde e tem enfrentado a doença em conjunto. Em declarações anteriores, Gayheart explicou que a família vive o processo “dia a dia”, com apoio profissional, procurando lidar com a situação com “esperança, dignidade, graça e amor”.

Uma carreira celebrada, uma causa reforçada

A gala incluiu ainda um vídeo emotivo com momentos marcantes da carreira de Eric Dane, bem como depoimentos de colegas como Ellen Pompeo e Jacob Elordi, celebrando não apenas o percurso artístico do actor, mas também o seu compromisso humano e social.

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Mesmo longe dos holofotes nessa noite, Eric Dane voltou a provar que a sua voz continua presente — e profundamente relevante.

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Quando o inferno são os outros… numa ilha deserta

Há filmes que partem de uma ideia simples e outros que pegam nessa ideia e a levam até ao limite da loucura. Send Helppertence claramente à segunda categoria. O novo filme de Sam Raimi, mestre do terror com sentido de humor perverso, junta Rachel McAdams e Dylan O’Brien num thriller de sobrevivência que troca a tensão romântica pelo desejo muito real de homicídio.

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A premissa é tão simples quanto cruel: Linda Liddle, uma funcionária apagada e constantemente humilhada numa empresa de consultoria, vê-se presa numa ilha deserta com o seu chefe abusivo, Bradley Preston, após a queda de um avião. O que começa como mais um exercício de poder corporativo transforma-se rapidamente num jogo psicológico e físico onde as hierarquias se invertem — e ninguém sai ileso.

Rachel McAdams como nunca a vimos

McAdams surge completamente despida de glamour, num papel que subverte tudo aquilo a que a actriz habituou o público ao longo da sua carreira. Linda é inicialmente submissa, invisível e desprezada, mas revela-se rapidamente uma sobrevivente nata, capaz de construir abrigo, caçar e enfrentar javalis selvagens sem pestanejar. A transformação da personagem é um dos grandes trunfos do filme e McAdams abraça o desafio com entrega total, tornando cada viragem narrativa credível e, acima de tudo, divertida.

O’Brien acompanha-a com igual energia. Primeiro como o chefe arrogante e desprezível que remindinga tudo o que está errado no mundo corporativo, depois como alguém que parece aprender humildade — embora, em Send Help, as aparências sejam sempre perigosas.

Sam Raimi em modo festa macabra

Este é o primeiro mergulho de Raimi no terror desde Drag Me to Hell (2009), e nota-se que o realizador está claramente a divertir-se. As sequências do desastre aéreo e do confronto com o javali são filmadas com uma exuberância quase caricatural, combinando gore, humor negro e um ritmo que nunca deixa o espectador respirar demasiado fundo. Raimi sabe exactamente quando chocar, quando provocar riso nervoso e quando baralhar completamente as expectativas.

O argumento de Damian Shannon e Mark Swift aposta numa sucessão de reviravoltas que mantêm o filme constantemente imprevisível. Nem todas são essenciais, é verdade, e o último acto perde algum fôlego, mas o desfecho surpreendente e um epílogo mordaz compensam largamente.

Datas de estreia: o que já se sabe

Send Help tem estreia marcada nos Estados Unidos a 30 de Janeiro de 2026.

Como sempre, estas datas poderão ser actualizadas nas próximas semanas, sobretudo tendo em conta a distribuição internacional da Disney, que está a acompanhar de perto a recepção crítica muito positiva do filme.

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Uma coisa é certa: Send Help não é um simples thriller de sobrevivência. É uma experiência cruel, divertida, excessiva e assumidamente louca — exactamente aquilo que se espera quando Sam Raimi decide brincar com os nervos do público

Protestos contra o ICE marcam Sundance: estrelas de Hollywood denunciam “o pior da humanidade”

Cinema, activismo e indignação em Park City

Sundance Film Festival, que decorre actualmente em Park City, no estado do Utah, ficou este fim-de-semana marcado por um forte momento de activismo político. Para lá das estreias e debates cinematográficos, centenas de participantes juntaram-se numa manifestação contra o ICE (Immigration and Customs Enforcement), na sequência de dois homicídios recentes atribuídos a agentes federais nos Estados Unidos.

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O protesto, intitulado “Sundancers Melt ICE”, teve lugar ao pôr-do-sol na Main Street de Park City e foi pensado como um momento “respeitoso” de homenagem a Renee Good, morta a 7 de Janeiro por um agente do ICE, e a Alex Pretti, abatido no sábado por um agente do Departamento de Segurança Interna. Durante cerca de dez minutos, os participantes ergueram os telemóveis iluminados e entoaram o cântico “love melts ICE”, enquanto alguns elementos das forças de segurança observavam à distância.

Elijah Wood junta-se à manifestação

Entre os presentes esteve Elijah Wood, conhecido mundialmente pela saga O Senhor dos Anéis. Em declarações à Deadline, o actor sublinhou a dimensão simbólica do protesto num festival dedicado à diversidade e à empatia: “As pessoas que foram ilegalmente abatidas no Minnesota… é terrível. Estamos aqui num festival que serve para unir pessoas e contar histórias de todo o mundo. Não estamos divididos; estamos a unir-nos.”

As palavras de Wood reforçaram a ideia de que, para muitos profissionais do cinema presentes em Sundance, o silêncio deixou de ser uma opção num contexto político cada vez mais polarizado nos Estados Unidos.

Natalie Portman e Olivia Wilde endurecem o discurso

Uma das vozes mais contundentes foi a de Natalie Portman, que apareceu em compromissos de imprensa com pins onde se lia “ICE out” e “Be Good”. A actriz foi directa nas suas críticas: “O que está a acontecer neste país neste momento é absolutamente horrível. O que o governo federal, o governo de Donald TrumpKristi Noem e o ICE estão a fazer é realmente o pior do pior da humanidade.”

Também Olivia Wilde se pronunciou, em declarações à Variety, classificando a situação como “ultrajante” e recusando aceitar a violência como uma nova normalidade. Para Wilde, apoiar movimentos que visem “delegitimar” o ICE é uma responsabilidade cívica.

Um festival que volta a ser palco político

O Sundance Film Festival tem um longo historial de cruzamento entre cinema independente e intervenção social, e este episódio confirma que o evento continua a ser um espaço privilegiado para debates políticos e culturais. Num momento em que a imigração, o papel das forças federais e os direitos humanos estão no centro da discussão pública nos EUA, a tomada de posição de figuras influentes do cinema dá maior visibilidade internacional ao tema.

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Entre filmes, protestos e declarações inflamadas, Sundance 2026 mostra que, para muitos dos seus protagonistas, contar histórias no ecrã não é dissociável de tentar mudar a realidade fora dele.

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Um regresso pouco consensual antes do Super Bowl

Matthew McConaughey voltou a juntar-se à Uber Eats para um novo anúncio promocional, mas aquilo que deveria ser mais um momento leve de entretenimento pré-Super Bowl acabou por gerar uma onda inesperada de indignação entre os fãs da NFL. O spot, exibido pela primeira vez durante uma pausa publicitária de uma das transmissões decisivas da pós-temporada, foi rapidamente apelidado de “atroz” e “insuportável” nas redes sociais.

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O actor, conhecido por filmes como Interstellar, já tinha protagonizado um anúncio da Uber Eats durante o Super Bowl de 2025, ao lado de nomes como Kevin Bacon, Greta Gerwig e Martha Stewart, num conceito humorístico que sugeria — em tom conspirativo — que a NFL teria sido criada para incentivar as pessoas a comer mais. Na altura, a campanha foi recebida com curiosidade e até alguma simpatia.

De piada recorrente a motivo de revolta

A edição de 2026, no entanto, parece ter cruzado uma linha para muitos espectadores. Após a estreia do novo anúncio durante uma pausa publicitária de um jogo decisivo do campeonato da AFC, as reacções não tardaram. Comentários nas redes sociais multiplicaram-se, com vários adeptos a manifestarem frustração extrema.

“Este anúncio da Uber Eats com o McConaughey consegue ser mais irritante do que o próprio jogo”, escreveu um utilizador. Outro foi ainda mais longe: “O anúncio da Uber Eats com o Matthew McConaughey pode muito bem ser o mais irritante que já vi na vida.” Houve até quem ameaçasse boicotar a marca durante o Super Bowl LX, como forma de protesto simbólico.

O efeito colateral da saturação publicitária

A reacção negativa levanta uma questão recorrente em torno da publicidade associada ao Super Bowl: quando uma campanha regressa com a mesma estrela e uma variação mínima do conceito original, o risco de saturação é elevado. O que num ano é visto como engenhoso, no seguinte pode parecer forçado — sobretudo quando exibido perante uma audiência já emocionalmente carregada por jogos decisivos.

Apesar das críticas, é improvável que a polémica tenha impacto real na estratégia da Uber Eats ou na presença de McConaughey no grande evento. Afinal, a conversa gerada — mesmo negativa — mantém o anúncio no centro da atenção mediática, um dos principais objectivos de qualquer campanha associada ao Super Bowl.

Super Bowl LX está marcado para 8 de Fevereiro de 2026, nos Estados Unidos.

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Gostem ou não do anúncio, uma coisa é certa: Matthew McConaughey e a Uber Eats já garantiram o que todas as marcas procuram nesta altura do ano — atenção total antes do apito inicial.

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A receita clássica do “buddy cop” com dupla explosiva

O cinema gosta de fórmulas testadas e aprovadas — e poucas são tão divertidas como a comédia de acção em que dois protagonistas completamente diferentes têm de trabalhar em conjunto. É essa a proposta de Em Dupla Perigosa, título em português de The Wrecking Crew, que estreia em exclusivo na Prime Video no dia 28 de Janeiro de 2026.  

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Realizado por Angel Manuel Soto, o filme junta duas figuras emblemáticas do cinema de acção — Jason Momoa e Dave Bautista — numa aventura que combina humor ácido, sequências de pancadaria bem coreografadas e uma conspiração que remete para o passado familiar dos protagonistas.  

Mistério familiar, Yakuza e muita acção

A história centra-se em dois meio-irmãos muito diferentes: Jonny, um polícia imprevisível e sem filtros, e James Hale, um ex-Navy SEAL disciplinado e reservado. Quando o pai deles, um investigador privado afastado da família, aparece morto numa rua de Chinatown pouco depois de enviar um pacote misterioso, os irmãos vêem-se arrastados para uma teia de perigos e segredos que os obriga a confrontar tanto criminosos implacáveis como as suas próprias feridas do passado.  

A investigação leva-os a enfrentar uma facção da Yakuza, a confrontar inimigos mortais e a navegar por uma série de reviravoltas que, apesar de nem sempre surpreenderem pelo plot twist mais sofisticado, mantêm o ritmo elevado e entretêm com eficácia.  

Momoa e Bautista: química de cinema

O grande trunfo de Em Dupla Perigosa está na energia que Momoa e Bautista trazem para o ecrã. Momoa personifica Jonny com a mesma intensidade descontrolada que tem caracterizado muitos dos seus papéis mais icónicos — uma mistura de força bruta, irreverência e carisma natural. Bautista, por seu turno, equilibra a balança como o irmão mais sério e contido, capaz de açoar qualquer plano com a sua presença física imponente e timing cómico surpreendentemente eficaz.  

A dinâmica entre ambos funciona como motor emocional e cómico para o filme, e mesmo quando a narrativa tropeça em determinados momentos — nomeadamente ao aprofundar os motivos por trás do pai e da conspiração — a presença da dupla mantém o interesse e gera momentos genuinamente divertidos.

Acompanhamento de personagens e acção cinematográfica

O elenco de apoio inclui Morena Baccarin, que empresta carisma e presença à personagem de Valentina, a parceira de Jonny. As cenas de acção foram concebidas para tirar partido do cenário luminoso e tropical do Havai, com combates físicos intensos e sequências de luta que equilibram realismo e espectáculo, sem recorrer ao exagero gráfico de filmes de terror mais extremos.  

Quando ver em Portugal

Em Dupla Perigosa estreia em Portugal na Prime Video no dia 28 de Janeiro de 2026, disponível para todos os subscritores da plataforma.  

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Com humor, adrenalina e personagens maiores-que-a-vida, o filme promete agradar aos fãs de acção e comédias com “buddy cop” no currículo — e deixa a porta aberta para um possível regresso desta dupla no futuro.

Gritos 7 regressa aos cinemas com novo poster e promessa de terror mais pessoal do que nunca

Uma saga que recusa morrer (e ainda bem)

O regresso de uma das franquias mais influentes do cinema de terror contemporâneo já tem data marcada. Gritos 7 estreia nos cinemas portugueses a 26 de Fevereiro, trazendo consigo um novo poster oficial que reforça aquilo que os fãs da saga já aprenderam ao longo de décadas: quando se trata de Ghostface, o passado nunca fica verdadeiramente enterrado.

Mais do que apenas um novo capítulo, Gritos 7 assume-se como uma reafirmação da vitalidade de um universo que ajudou a redefinir o género slasher. A imagem agora divulgada recupera o legado visual da série e coloca novamente a icónica máscara no centro da ameaça, num tom sombrio que sugere um confronto directo entre memórias antigas e horrores renovados.

O peso emocional de uma saga que cresceu com o público

Um dos aspectos mais sublinhados nesta nova entrada é o aprofundamento emocional da narrativa. Sem abdicar da violência, do suspense e da ironia que sempre caracterizaram a saga, Gritos 7 aposta numa abordagem mais íntima, onde o perigo se torna mais próximo e pessoal. A presença ameaçadora de Ghostface volta a funcionar como espelho dos traumas acumulados ao longo de gerações.

Essa dimensão emocional ganha especial força com o regresso de Neve Campbell ao papel de Sidney Prescott. Agora mãe, Sidney construiu uma nova vida longe do horror que marcou o seu passado, mas o surgimento de um novo assassino obriga-a a enfrentar, uma vez mais, os seus piores pesadelos — desta vez para proteger aquilo que tem de mais precioso.

Sinopse: quando o terror bate à porta de casa

Segundo a sinopse oficial, a tranquilidade da nova vida de Sidney é abruptamente interrompida quando um novo Ghostface surge na cidade onde vive. A sua filha, interpretada por Isabel May, torna-se o próximo alvo, forçando Sidney a regressar ao campo de batalha emocional e físico que pensava ter deixado para trás. O confronto promete ser definitivo, num esforço para pôr fim à matança “de uma vez por todas”.

Kevin Williamson volta a comandar o pesadelo

Outro elemento de peso neste novo capítulo é o regresso de Kevin Williamson à realização. Criador das personagens originais da saga, Williamson assume também o argumento, em parceria com Guy Busick, garantindo uma ligação directa às raízes do franchise. A produção fica a cargo de William Sherak, James Vanderbilt e Paul Neinstein.

O elenco reúne vários nomes já conhecidos do público, como Courteney Cox, Jasmin Savoy Brown e Mason Gooding, ao lado de novas adições como Anna Camp, Joel McHale e Mckenna Grace, reforçando a ideia de continuidade entre gerações — dentro e fora do ecrã.

Estreia em grande nos cinemas portugueses

Gritos 7 chega às salas nacionais a 26 de Fevereiro, com exibição também nos formatos IMAX e 4DX, prometendo uma experiência imersiva para os fãs mais corajosos. A distribuição em Portugal está a cargo da NOS Audiovisuais, que aposta forte num título com um legado sólido e uma base de fãs fiel.

Se o novo poster serve de indicador, o terror está longe de perder fôlego. Pelo contrário: em Gritos 7, o medo volta a ser pessoal — e talvez mais cortante do que nunca.