“Lume”: a nova série da RTP e Max que promete incendiar o verão… mas só no ecrã 🔥

Thriller luso-galego mergulha no mistério dos incêndios florestais e estreia já a 19 de Junho

O verão ainda nem começou e já temos calor garantido — pelo menos nas televisões e nos ecrãs de streaming. Chama-se Lume e é a mais recente aposta da RTP e da plataforma Max, uma série de ficção ibérica que transforma o drama dos incêndios florestais num thriller envolvente e carregado de mistério.

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Criada pelas argumentistas Irene Pin (Espanha) e Sara Rodi (Portugal), Lume estreia a 19 de Junho na Max e no dia seguinte, a 20, na RTP1 e RTP Play. E promete muito mais do que labaredas e sirenes: há conspirações, redes especulativas e crimes por desvendar.


Uma aldeia na Raia Seca, um fogo que não se explica

A acção decorre numa pequena aldeia da Raia Seca, onde os incêndios parecem repetir-se com uma frequência suspeita. Por entre as cinzas, começa a desenhar-se um enredo que aponta para uma teia de interesses obscuros — e uma pergunta incómoda: será que todos os fogos começam por acidente?

Cristina Castaño interpreta uma jornalista obstinada e Albano Jerónimo dá vida a um cabo da GNR determinado em descobrir a verdade. Juntos, embarcam numa investigação que não só os leva a questionar as causas dos incêndios, como os arrasta para um mundo onde o poder económico pode queimar tanto quanto o fogo real.

A série foi filmada em pleno verão de 2024, entre o norte de Portugal e a Galiza, num esforço de coprodução entre a Coral Europa (Portugal) e a Setemedia (Galiza), com apoio da RTP, Televisión de Galicia, Max e ainda 250 mil euros do programa europeu Eurimages.


Entre o português e o galego, entre o drama e a verdade

O elenco, verdadeiramente ibérico, conta ainda com Ricardo Pereira, Lúcia Moniz, João Pedro Vaz, Isabel Naveira, Xúlio Abonjo e Afonso Agra, numa produção onde se ouvem tanto o português como o galego — duas línguas próximas que, aqui, se unem para dar voz a uma narrativa de fronteiras difusas, tanto geográficas como morais.

Com seis episódios, Lume segue a tradição de outras coproduções bem-sucedidas entre Portugal e Espanha, como Auga SecaCrimes Submersos ou Operação Maré Negra. Mas aqui, a grande protagonista é a floresta — ou melhor, aquilo que se faz com ela.


Uma série que promete aquecer as noites… e a consciência

Mais do que um drama policial, Lume é uma chamada de atenção sobre o problema crónico dos incêndios florestais, que todos os anos assolam o norte de Portugal e a Galiza. A série recusa soluções simplistas e não se contenta com “culpados habituais”. Quer ir ao fundo da questão — e levar-nos com ela.

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Se procura uma série que misture mistério, crítica social e paisagens arrepiantes (pelas melhores e piores razões), Lumepode ser a estreia certa para o seu verão. Prepare-se para suar… mas não só por causa do calor.

Amanda Seyfried diz que a Paramount ainda lhe deve por… T-shirts de Mean Girls

A actriz não esconde a nostalgia pelo clássico teen… mas também não esquece o cheque que (ainda) não recebeu

Há quem diga que Mean Girls envelheceu como um bom vinho rosé com glitter. E Amanda Seyfried parece concordar — com um pequeno travo amargo.

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Numa nova conversa no Actors on Actors com Adam Brody (sim, o eterno Seth Cohen de The O.C.), Seyfried voltou a demonstrar carinho pela comédia de 2004, onde interpretava a icónica Karen Smith, a loirinha meteorologista intuitiva. Mas entre elogios e memórias, houve também espaço para um desabafo: a Paramount ainda lhe deve dinheiro. E não é por falta de camisolas com a sua cara espalhadas pelo mundo!

“Amo ver a minha cara nas T-shirts… mas quero ser paga!”

Questionada por Brody se costuma rever o filme, Seyfried respondeu com um sorriso: “Não, não revejo. Mas passa tantas vezes que não preciso.” E acrescentou, com aquele toque agridoce: “Adoro ver a minha cara nas T-shirts das pessoas. Mas fico um bocadinho ressentida porque a Paramount ainda me deve dinheiro.”

A dívida, segundo Amanda, prende-se com os direitos de imagem: “Todas as lojas vendem T-shirts do Mean Girls com as nossas caras. Fotografias mesmo!” — sublinha, em tom entre divertido e revoltado. Quando Brody lhe pergunta se é por causa das T-shirts, ela responde sem rodeios: “Pela imagem. Pela semelhança.”

Com apenas 17 anos aquando das filmagens, Amanda reconhece que talvez não estivesse ainda desperta para os meandros dos direitos comerciais. “É por ter sido burra e ter 17 anos?” — questiona-se, meio a brincar, meio a sério. Mas acaba por suavizar a crítica com um sincero “Mas adoro!” — referindo-se ao carinho que os fãs ainda nutrem pela obra.

De Karen a Nina: novos desafios no cinema

Enquanto espera (ou não) por o tão desejado pagamento retroactivo da Paramount, Amanda Seyfried continua activa no cinema e com projectos entusiasmantes.

Em breve, poderá ser vista em The Housemaid, o novo thriller de Paul Feig, onde contracena com Sydney Sweeney (Euphoria) e Brandon Sklenar. Baseado no best-seller de Freida McFadden, o filme acompanha Millie (Sweeney), uma jovem com um passado misterioso que começa a trabalhar como empregada doméstica para Nina (Seyfried) e Andrew. Mas depressa descobre que os segredos daquela casa são bem mais perigosos do que os seus próprios. Um toque de suspense à la Gone Girl, com um elenco de luxo.

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T-shirts, royalties e ícones pop

O que fica claro nesta conversa é que Mean Girls continua a marcar gerações — e que Amanda Seyfried, mesmo com algumas contas por acertar, ainda tem orgulho em ter feito parte do fenómeno. E nós também, Amanda. Só esperamos que, da próxima vez que vires alguém com a tua cara numa T-shirt, já tenhas recebido a devida compensação por isso. 💸

Eddie Murphy e Pete Davidson em “The Pickup”: assalto, confusão e uma ex mal-intencionada! 💥😂

O novo trailer da comédia de acção da Amazon Prime Video promete gargalhadas, perseguições e uma ex com planos muito perigosos

Imagina esta cena: és um condutor de carrinha blindada, estás a fazer mais uma daquelas rotinas tranquilas (ou pelo menos previsíveis), quando de repente dás por ti no meio de um assalto… e a líder dos criminosos é uma ex com quem tiveste um “casual encounter”. Pois é, Travis, a vida dá muitas voltas — e nenhuma delas parece boa neste caso.

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Vem aí The Pickup, a nova comédia de acção com Eddie Murphy e Pete Davidson, e o trailer oficial já nos deixa com vontade de marcar na agenda o dia 6 de Agosto de 2025, quando estreia globalmente na Amazon Prime Video. 🎬

O golpe (muito) mal parado

Eddie Murphy é Russell, o experiente condutor da carrinha de valores, e Pete Davidson é Travis, o mais impulsivo e desastrado parceiro de rota. O que devia ser um simples levantamento de dinheiro transforma-se num pesadelo digno de heist movie… mas com muitas gargalhadas pelo meio.

A responsável por todo o caos é Zoe (Keke Palmer), uma criminosa carismática e implacável, que lidera um plano de roubo de 60 milhões de dólares. Como se isso não bastasse, ela também ameaça a esposa de Russell, interpretada por Eva Longoria — o que coloca ainda mais pressão na dupla protagonista.

Ah, e claro, Zoe é também a tal ex com quem Travis teve um caso de uma noite. Porque a vida tem sempre sentido de humor. Ou talvez não.

Humor à Murphy, caos à Davidson

O trailer deixa claro que o filme vai apostar forte na química entre Eddie Murphy e Pete Davidson. O primeiro continua a mostrar porque é uma lenda da comédia, com aquele timing impecável e olhar de “não tenho paciência para isto”. Davidson, por outro lado, é o perfeito caos ambulante, sempre prestes a meter os pés pelas mãos — o que, para nós, é óptimo sinal.

Realizado por Tim Story (BarbershopRide Along), The Pickup conta ainda com um elenco recheado: Jack Kesy, Marshawn Lynch (sim, o ex-NFL!), Roman Reigns (sim, o wrestler!) e Andrew Dice Clay juntam-se à festa para dar mais cor, músculo e nonsense à narrativa.

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Quando e onde podemos ver?

The Pickup estreia a 6 de Agosto de 2025 no Amazon Prime Video, tanto em Portugal como no Brasil — por isso não há desculpa para perder esta aventura. Se gostas de filmes de assaltos com twists inesperados, personagens exageradas e humor a cada esquina… esta é a tua próxima paragem.

Se preferir ver o trailer original clique aqui

“Os Incríveis 3” têm novo realizador — e não, não é o Brad Bird! Mas calma…

Peter Sohn, o homem por detrás de Elemental e O Bom Dinossauro, vai assumir o leme da nova aventura da super-família Pixar

Depois de dois filmes absolutamente incríveis (perdoem-nos o trocadilho fácil), parecia quase impensável imaginar um terceiro capítulo da saga da família Parr sem Brad Bird ao comando. Mas a Pixar está a preparar-se para mudar as regras do jogo — e o novo realizador escolhido para The Incredibles 3 é um velho conhecido da casa: Peter Sohn.

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Sim, o mesmo Peter Sohn que nos levou de volta à pré-história com O Bom Dinossauro e que recentemente nos fez mergulhar num mundo de elementos com Elemental, em 2023.

Mas atenção: Brad Bird não vai desaparecer por completo do projeto. Bird continua envolvido como argumentista e produtor, ao lado de Dana Murray (Soul), o que significa que a essência criativa original da franquia ainda estará bem presente — só que, desta vez, é Sohn quem vai sentar-se na cadeira de realizador.


Os Parr estão de volta… e nós mal podemos esperar!

A família mais super do cinema — Bob/Mr. Incrível (Craig T. Nelson), Helen/Elasticgirl (Holly Hunter), Violet (Sarah Vowell), Dash (Spencer Fox) e o adorável mas caótico Jack-Jack (Eli Fucile) — vai regressar para mais uma missão de alto risco. A ação voltará a desenrolar-se em Metroville, e os nossos heróis vão, como sempre, contar com a ajuda do inconfundível Frozone (Samuel L. Jackson) e da génia da moda com sotaque europeu indeterminado, Edna “E” Mode (sim, ainda com a voz de Brad Bird 😎).

Depois do sucesso colossal dos dois primeiros filmes — que arrecadaram, juntos, 1,8 mil milhões de dólares nas bilheteiras — a fasquia está altíssima. Mas Sohn parece ser uma aposta segura: além da experiência, tem um estilo visual muito próprio e uma sensibilidade narrativa que equilibra emoção, humor e criatividade — três ingredientes fundamentais para Os Incríveis.

Pixar em modo galáxia cheia 🚀

A Pixar continua imparável e já tem mais estreias na calha. A próxima grande aventura será Elio, com estreia marcada para 20 de Junho de 2025. Um jovem terrestre confundido com o líder da Terra por uma organização intergaláctica? Sim, lemos bem — e já estamos rendidos ao conceito.

Com vozes de Yonas Kibreab, Zoe Saldaña, Brad Garrett e Jameela Jamil, Elio promete continuar a tradição Pixar de contar histórias arrojadas com coração e gargalhadas. Mas enquanto não chega, é bom saber que The Incredibles 3 está oficialmente em marcha.

O veredicto final: confiança no plano!

Sim, pode soar estranho ter Os Incríveis sem Brad Bird como realizador, mas com Peter Sohn ao volante, o argumento ainda nas mãos do criador original, e um elenco de vozes que nunca desilude, há todas as razões para acreditar que The Incredibles 3 vai ser… bem, verdadeiramente incrível.

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Metroville, prepara-te. A família Parr está a caminho. E nós vamos estar na primeira fila. Com capa. (Mesmo que a Edna nos mande tirá-la.)

Titus Welliver troca a gabardina de Bosch pelo manto de Van Helsing num novo filme de terror… e promete arrepios! 🧛‍♂️🩸

Depois de uma década a caçar criminosos, o actor estreia-se agora a caçar vampiros num dos filmes mais curiosos e sombrios da temporada

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Titus Welliver é daquelas presenças que impõem respeito. Seja como detective Harry Bosch nas duas séries da Amazon ou como o “Homem de Preto” em Lost, o actor tem aquele olhar que diz: “não te metas comigo”. Pois bem, agora vai usar esse mesmo olhar — e uma boa dose de estaca e água benta — para enfrentar o maior dos pesadelos: o legado de Drácula. Bem-vindos a Abraham’s Boys: A Dracula Story, a sua primeira grande aposta cinematográfica depois do final de Bosch: Legacy.

Um novo Van Helsing… e não é o Wolverine

O filme, produzido pelo canal de terror Shudder, é realizado por Natasha Kermani e inspirado num conto de Joe Hill (sim, o filho de Stephen King e autor de Locke & Key e The Black Phone). Aqui, Welliver interpreta Abraham Van Helsing — mas este não é o caçador de vampiros heróico que conhecemos. Este Van Helsing vive nos EUA em 1915, consumido pela culpa, paranoico e, aparentemente, à beira de um colapso.

Pais e filhos… e monstros

Abraham’s Boys segue os filhos de Van Helsing, Max e Rudy, enquanto crescem sob a rígida disciplina de um pai que esconde um passado sombrio. Ao início, acham que as suas paranoias são apenas traumas mal resolvidos. Mas rapidamente percebem que o papá tem mesmo razões para manter crucifixos e estacas de madeira por todo o lado.

A história leva-nos por caminhos diferentes da habitual narrativa de Drácula — aqui não estamos em castelos góticos nem em Londres vitoriana, mas sim na América do início do século XX, com um subtexto de trauma familiar intergeracional que promete dar um novo fôlego à lenda vampírica.

O terror está de volta… com estilo

Com a recente onda de novas versões de Drácula (Nosferatu, de Robert Eggers, foi um sucesso de bilheteira), Abraham’s Boys pode muito bem surfar essa vaga e surpreender os fãs de terror mais exigentes. E se depender da performance de Welliver, estamos em boas mãos. A sua voz grave, a postura tensa e os olhos carregados de medo e determinação fazem dele um Van Helsing verdadeiramente assombrado.


Um novo capítulo para Titus Welliver

Depois do cancelamento de Bosch: Legacy (snif, snif) e da recusa da CBS em avançar com um spinoff de The Equalizer, Welliver podia ter optado por um papel mais seguro. Mas não: mergulhou de cabeça num thriller sobrenatural com a promessa de sangue, terror e emoção — e nós aplaudimos a ousadia.

Este papel permite-lhe mostrar uma nova faceta como actor, bem longe do detective racional e pragmático que o celebrizou. Aqui, é um homem dilacerado por segredos, à beira da loucura… ou da redenção?

Conclusão: uma aposta ousada que merece atenção

Se és fã de horror com substância e de interpretações intensas, Abraham’s Boys merece estar na tua lista. Titus Welliver mostra que há vida (e morte…) para além de Bosch, e Joe Hill continua a provar que o talento corre mesmo no sangue.

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Fica atento ao lançamento — Abraham’s Boys: A Dracula Story estreia em breve no Shudder. E sim, cá por casa já estamos preparados com alho e crucifixo.

Chris Evans fora de Avengers: Doomsday: “É triste não estar de volta com a banda” 😢🛡️

O eterno Capitão América está de fora do próximo capítulo dos Avengers… e sente-se (como todos nós) com FOMO de super-herói.

Chris Evans, o nosso querido Steve Rogers, partilhou aquilo que muitos fãs já estavam a suspeitar: vai mesmo ficar de fora do mega-reencontro em Avengers: Doomsday. E, verdade seja dita, está tão nostálgico quanto nós.

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Numa entrevista ao ScreenRant, o actor confessou:

“É triste estar afastado. É triste não estar de volta com a banda.”

E acrescentou com um sorriso agridoce:

“Tenho a certeza de que estão a fazer algo incrível, e vai ser ainda mais difícil quando o filme estrear e sentires que não foste convidado para a festa.”

Ui. Alguém que leve um escudo ao homem. 💔


O elenco dos sonhos… mas sem Steve

Avengers: Doomsday, que tem estreia marcada para 18 de Dezembro de 2026, promete ser uma autêntica bomba atómica de heróis e regressos épicos. Entre os nomes já confirmados temos Chris Hemsworth (Thor), Paul Rudd (Ant-Man), Florence Pugh (Yelena Belova) e Vanessa Kirby como a nova Susan Storm. Ah, e não esqueçamos Pedro Pascal, que se junta oficialmente ao MCU como Mister Fantastic — e que, por coincidência (ou não), contracena com Evans no seu novo filme Materialists.

Mas a maior novidade? A chegada oficial dos X-Men ao universo Avengers!

Preparem-se para rever Patrick Stewart como Professor X, Ian McKellen como Magneto, Alan Cumming como Nightcrawler, Rebecca Romijn como Mystique, James Marsden como Cyclops e Kelsey Grammer como Beast. Tudo indica que o multiverso vai mesmo rebentar pelas costuras.

Chris Evans e a era dourada da Marvel

Evans estreou-se como Capitão América em The First Avenger (2011) e continuou a liderar o universo cinematográfico da Marvel até ao final de Avengers: Endgame (2019). Foi nesse último capítulo que Steve Rogers passou o escudo ao Sam Wilson de Anthony Mackie, encerrando simbolicamente o seu arco… ou será?

Sabemos que, no mundo Marvel, “fim” é uma palavra muito relativa. E embora Chris Evans não esteja (ainda) confirmado para o regresso, com os Russo Brothers novamente na realização (os mesmos de Winter SoldierCivil WarInfinity War e Endgame), há sempre esperança de uma boa surpresa nos créditos finais. 👀

Fica a dúvida: há festa sem o Capitão?

Avengers: Doomsday tem tudo para ser o próximo grande fenómeno de bilheteira. Mas para muitos fãs, a ausência de Chris Evans será sentida — como uma festa de aniversário onde o aniversariante não aparece. Será que o “Cap” vai resistir ao apelo? Ou teremos um cameo épico à última da hora?

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Uma coisa é certa: Chris Evans continua a ser o coração do MCU para muitos de nós. E enquanto ele estiver por aí, a fazer omeletes e a treinar português para surpreender Alba Baptista, a esperança… é a última a morrer.

Chris Evans Pediu Alba Baptista em Casamento… em Português! 💍🇵🇹

O nosso Capitão América é, afinal, também um romântico incurável. E sim, treinou a pergunta “Queres casar comigo?” em português durante uma semana inteira!

Chris Evans, o eterno Steve Rogers do Universo Marvel, revelou agora como foi o momento em que decidiu dar o grande passo e pedir a actriz portuguesa Alba Baptista em casamento. E se já gostávamos dele antes, agora ficámos oficialmente derretidos.

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Num ambiente descontraído durante a estreia nova-iorquina do filme Materialists, Evans contou à The Knot que quis tornar o momento especial ainda mais íntimo — pedindo a mão da actriz portuguesa… na sua língua materna.

“Aprendi a dizer ‘Queres casar comigo?’ em português. E estive a praticar isso a semana inteira”, confessou entre risos.

Mas a dedicação quase o traiu. Evans admite que andava a repetir tanto a frase que por pouco não deixava escapar o plano antes da hora. “Estava a fazer o pequeno-almoço e quase comecei a dizer aquilo em voz alta. Tipo, ‘Oh não!’. Isto não é uma música que ficou na cabeça, é o pedido de casamento!”


Nervos, prática… e (talvez) um pequeno erro

Apesar da prática intensiva, o actor de 43 anos admite que, no momento do pedido, ficou tão nervoso que acha que até se enganou nas palavras. Ainda assim, garantiu que Alba percebeu — e o que importa é que o coração falou mais alto. ❤️

A proposta foi feita antes do casal dar o nó em setembro de 2023, numa cerimónia discreta numa propriedade privada em Massachusetts.

Evans e Baptista mantiveram o romance longe dos holofotes durante o primeiro ano de relação, mas foram fotografados juntos pela primeira vez em 2022 e, desde então, os fãs têm acompanhado com carinho esta história de amor transatlântica.

@theknot it would’ve worked on us 💍🥰 we were thrilled to talk proposals with Chris Evans on the red carpet for #Materialists! #ChrisEvans #proposal #a24 ♬ original sound – The Knot

Alba e Chris: um casal improvável… ou perfeito?

O realizador Jimmy Warden, que trabalhou com Alba Baptista em Borderline, também comentou recentemente sobre os dois, dizendo à People:

“Às vezes conheces pessoas e percebes que ninguém teve de fazer de cupido. Eles são mesmo feitos um para o outro.”

Warden e a sua esposa, a actriz Samara Weaving, chegaram a fazer um duplo encontro com o casal e confirmaram o que já suspeitávamos: Chris é tão simpático quanto parece — e sim, continua a ser “o mais fixe”, porque afinal… é o Capitão América.


Família à vista?

Evans já deixou escapar em entrevistas anteriores que o papel de “pai” é algo que o entusiasma, tendo até mencionado numa conversa com a Access Hollywood em 2024:

“O título de pai é entusiasmante. Quero ser um pai super-herói.”

Por agora, o casal já partilha um cão, mas parece que os planos de família estão no horizonte.

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Conclusão?

Chris Evans não só roubou os corações dos fãs com o escudo da Marvel, como agora o faz com ternura, gestos em português e uma relação que parece saída de um guião romântico. E sim, temos inveja. Mas da boa.

“Os Sobreviventes”: o mistério australiano que conquistou o top da Netflix 🌊🕵️‍♂️

Um melodrama familiar disfarçado de thriller policial? Sim — e está a dar que falar.

Chegou à Netflix no dia 6 de Junho e não precisou de muito tempo para se destacar: Os Sobreviventes, série australiana baseada no bestseller de Jane Harper, conquistou o topo do ranking da plataforma durante o fim de semana de estreia. Mas o que tem esta série de tão especial?

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Segundo o criador Tony Ayres, “é um melodrama familiar disfarçado de mistério policial” — uma combinação inusitada que está a prender o público ao ecrã episódio após episódio. E sim, há um cadáver na praia, segredos enterrados há muito e uma investigação policial. Mas no centro da narrativa está algo mais íntimo: a dor, o luto e a complexidade das relações humanas.

Fantasmas do passado numa vila costeira

Protagonizada por Charlie Vickers (The Rings of Power) e Yerin Ha, a série acompanha Kieran Elliott, um homem marcado por uma tragédia antiga que regressa à vila costeira de Evelyn Bay, acompanhado pela mulher e o filho. Quinze anos depois de ter fugido daquele lugar assombrado por memórias dolorosas, Kieran volta… mas as águas da baía continuam turvas.

Duas mortes por afogamento e o desaparecimento de uma jovem continuam sem explicação. Quando um novo homicídio agita a comunidade, a investigação reabre feridas antigas e ameaça revelar segredos que muitos preferiam manter enterrados.

Um drama íntimo com roupagem de crime

Apesar da aparência de thriller, Ayres insiste: o verdadeiro mistério não está apenas em descobrir quem matou quem, mas em desvendar as emoções soterradas entre pais e filhos, amigos de infância, casais marcados pela dor. “Um filho que quer o amor da mãe. Uma mãe que não o consegue dar porque o seu mundo pode desmoronar.” Eis o verdadeiro cerne da série, segundo o criador.

Os Sobreviventes mergulha profundamente em temas como culpa, perda, luto e redenção, e nas formas — por vezes desajeitadas — como tentamos dar sentido ao caos. O passado, esse espectro omnipresente, nunca é enterrado tão fundo quanto se pensa.

Do livro para o ecrã

A série adapta o romance homónimo de Jane Harper, autora já conhecida pelas suas histórias carregadas de tensão e paisagens intensas do interior australiano, como em The Dry (também adaptado ao cinema). Em Os Sobreviventes, o cenário muda para o litoral, mas a densidade emocional mantém-se. E não é por acaso que Evelyn Bay se torna quase uma personagem — com as suas praias traiçoeiras, falésias imponentes e silêncios desconfortáveis.

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Com apenas alguns dias no catálogo da Netflix, Os Sobreviventes já mostrou que é muito mais do que um típico policial. É um retrato atmosférico de como o passado molda o presente, envolto em suspense, mas com o coração na dor das pequenas grandes perdas.

Kim Novak, a rebelde de Hollywood, vai receber o Leão de Ouro em Veneza 🦁✨

Ícone de Vertigo será homenageada com prémio de carreira e estreia de documentário dedicado à sua vida e legado

Kim Novak — a musa de Hitchcock, a mulher que viveu duas vezes, a estrela que recusou ser moldada — vai ser homenageada no Festival Internacional de Cinema de Veneza com o prestigiado Leão de Ouro de Carreira. A distinção será atribuída durante a 82.ª edição do certame, que decorre de 27 de Agosto a 6 de Setembro, e celebra uma carreira que fugiu a todas as convenções da era dourada de Hollywood.

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A decisão foi tomada pelo Conselho de Administração da Bienal de Veneza, sob recomendação do director artístico Alberto Barbera, que definiu Novak como uma figura “independente e inconformista” e, talvez por isso mesmo, “uma lenda do cinema — quase sem querer”.

Uma mulher à frente do seu tempo

Desde que encantou o público com Picnic (1955) ou O Homem do Braço de Oiro (1955), Kim Novak destacou-se por uma beleza singular e um talento contido, magnético, que rapidamente a colocaram entre as maiores estrelas de bilheteira do mundo. Mas nunca quis ser apenas mais uma estrela. Em 1958, fundou a sua própria produtora — um acto revolucionário para uma mulher em Hollywood — e entrou em greve para renegociar salários injustos face aos colegas masculinos.

Refusou ser manipulada pelos estúdios e protegia ferozmente a sua privacidade, tornando-se uma figura tão admirada pela sua coragem como pela sua imagem de “deusa melancólica”. Ficou para sempre associada a Vertigo (A Mulher que Viveu Duas Vezes, em Portugal), a obra-prima de Alfred Hitchcock, onde a sua dualidade interpretativa — entre o ingénuo e o misterioso — se tornou antológica.

Um prémio e um documentário muito aguardado

Ao aceitar o prémio, Kim Novak confessou: “Estou profundamente comovida por receber o prestigioso Leão de Ouro de um festival de cinema tão respeitado. Ser reconhecida pelo meu trabalho nesta fase da vida é um sonho tornado realidade. Irei valorizar cada momento em Veneza. Encherá o meu coração de alegria.”

Como parte da homenagem, o festival irá apresentar, em estreia mundial, o documentário Kim Novak’s Vertigo, de Alexandre Philippe — uma colaboração exclusiva com a própria atriz. O filme irá mergulhar na sua vida e obra, revelando bastidores, lugares icónicos e o impacto duradouro que Novak teve na indústria cinematográfica.

Mais do que uma estrela — uma artista

Kim Novak nasceu em Chicago, em 1933, e afastou-se de Hollywood ainda nos seus trinta e poucos anos. Viveu uma vida mais autêntica, entre cavalos, cães e pincéis. Casou-se com o veterinário equino Robert Malloy e juntos construíram um rancho no sul do Oregon, onde viveram até à morte dele, em 2020.

Desde então, Kim tem-se dedicado à pintura e à poesia — e as suas obras visuais foram expostas em museus dos EUA e da Europa, incluindo o Museu Nacional de Praga e o Butler Museum of American Art.

A actriz, que no início foi subestimada pela crítica, foi redescoberta e celebrada nas últimas décadas, recebendo homenagens nos festivais de Cannes, Toronto, Berlim e Praga. Em 2003, foi distinguida com o Eastman Kodak Archives Award pelo seu contributo para o cinema.

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Hoje, é considerada uma das grandes lendas vivas de Hollywood — não apenas pelo que fez no ecrã, mas pelo modo como escolheu viver fora dele. Com o Leão de Ouro de Carreira, Veneza reconhece não apenas a estrela, mas a mulher, a artista e a rebelde que desafiou a máquina de Hollywood… e venceu.

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Obras inéditas do mestre sueco estreiam-se finalmente no nosso país — e sem precisar sair do sofá

Se o cinema é uma forma de arte, então Ingmar Bergman é um dos seus pintores mais profundos, meticulosos e intensos. Agora, pela primeira vez, grande parte da sua obra vai estar disponível — legalmente e em versão restaurada — para o público português. E não é numa sala escura de cinema, mas sim no conforto do lar.

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A partir desta quinta-feira, a plataforma Filmin estreia 32 filmes de Ingmar Bergman, muitos deles inéditos no circuito comercial português, numa coleção cuidadosamente restaurada que promete fazer as delícias de cinéfilos e curiosos. A iniciativa é mais do que uma estreia: é uma reparação histórica.

Bergman em todo o seu esplendor (e angústia)

Entre os títulos mais conhecidos da coleção estão alguns dos clássicos imortais do sueco: Mónica e o Desejo (1953), O Sétimo Selo (1957), Morangos Silvestres (1957), A Hora do Lobo (1968), Lágrimas e Suspiros (1972), Cenas da Vida Conjugal (1973), A Flauta Mágica (1975) e o majestoso Fanny e Alexandre (1982).

Mas o verdadeiro trunfo está nas raridades: filmes que, apesar do prestígio internacional de Bergman, nunca chegaram a ser exibidos comercialmente em Portugal. Entre eles, destacam-se Cidade Portuária (1948), A Sede (1949), Mulheres que Esperam (1952) e Depois do Ensaio (1984). Para os mais aficionados, isto é equivalente a encontrar um manuscrito perdido de Shakespeare numa arrecadação.

Um olhar íntimo sobre o génio

Para complementar esta maratona bergmaniana, a Filmin disponibiliza ainda o documentário Ingmar Bergman – A Vida e Obra do Génio (2018), realizado por Margarethe von Trotta. Nesta homenagem íntima e informada, von Trotta percorre os lugares simbólicos da vida e carreira do realizador — da Suécia à França e Alemanha — e junta testemunhos de colaboradores, familiares e realizadores da nova geração influenciados pelo seu legado.

Com excertos emblemáticos, reflexões sobre os temas obsessivos da sua obra (a morte, a fé, o silêncio de Deus, o amor, a crise conjugal…), o documentário é a porta de entrada ideal para quem ainda não se aventurou pelos labirintos psicológicos e existenciais de Bergman.

Um mestre eterno

Ingmar Bergman (1918–2007) realizou 41 longas-metragens, 12 curtas e centenas de peças de teatro. Morreu com 89 anos na ilha báltica de Fårö, que tão frequentemente serviu de cenário para os seus filmes — um local que ele transformou num território mental, cinematográfico e espiritual.

Se nunca viu O Sétimo Selo, agora é a altura certa para conhecer a morte mais icónica da história do cinema. Se já viu, talvez esteja na hora de descobrir Mulheres que Esperam ou Cidade Portuária, títulos que agora finalmente chegam a Portugal — ainda que com décadas de atraso.

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Mas como bem nos ensinou Bergman, nunca é tarde demais para encarar os fantasmas — ou o génio.

Um Céu Amazónico Brilha em Lisboa: filme brasileiro conquista o FESTin ☁️🌳

“Enquanto o Céu Não Me Espera” vence Melhor Longa-Metragem e destaca-se como um grito poético vindo da floresta

Lisboa foi, durante vários dias, o palco onde o cinema em língua portuguesa celebrou as suas múltiplas vozes, paisagens e resistências. E no encerramento da 16.ª edição do FESTin – Festival de Cinema Itinerante da Língua Portuguesa, foi o Brasil a erguer bem alto o troféu mais cobiçado.

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O filme Enquanto o Céu Não Me Espera, da realizadora Christiane Garcia, conquistou o prémio de Melhor Longa-Metragem, mas não ficou por aí: Irandir Santos e Priscilla Vilela arrecadaram os galardões de Melhor Ator e Melhor Atriz, respetivamente. Um feito triplo que coloca a obra no centro das atenções e confirma o talento multifacetado que pulsa nas margens do Amazonas.

Um rio que respira e um cinema que resiste

O júri não poupou nas palavras ao justificar a distinção: “Em um gesto cinematográfico raro, o filme premiado pelo júri se impõe como uma força da natureza: intenso, urgente e poético.” Ambientado na Amazónia, o filme transforma a paisagem num corpo vivo, onde o rio ganha alma e o próprio ato de respirar se torna resistência. Nas palavras do júri, a realizadora — descrita como “filha da floresta” — não usa o território apenas como pano de fundo, mas sim como matéria-prima da própria narrativa.

Enquanto o Céu Não Me Espera apresenta-se assim como uma experiência sensorial e política, onde a natureza é tanto personagem como metáfora. Um cinema que pulsa, grita e canta.

FESTin: um festival de encontros e confluências

A edição deste ano do FESTin decorreu em diversos espaços de Lisboa, incluindo o Cinema City Campo Pequeno, o Fórum Lisboa, o Liceu Camões e o Avenidas, integrando a rede “Um Teatro em Cada Bairro”. Mas o cinema não foi o único protagonista. Na Galeria Graça Brandão, está patente até ao final do mês a mostra de videoarte Territórios Confluentes, com curadoria de César Meneghetti e Miguel Petchkovsky, reunindo obras breves de artistas oriundos de países lusófonos.

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O FESTin continua a afirmar-se como um ponto de encontro essencial para o cinema de língua portuguesa, oferecendo uma janela para realidades tão diversas como a floresta amazónica, os subúrbios lisboetas ou as ilhas atlânticas. Um festival onde as imagens falam em português — com sotaques múltiplos, mas com a mesma paixão pela arte de contar histórias.

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Filme lituano conquista prémio de Melhor Ficção no festival que celebra o cinema da Europa Central e de Leste

O Festival Beast chegou ao fim este domingo na cidade do Porto, mas não sem deixar uma marca firme e criativa — escrita com a Caneta Canhota. O filme lituano de Adas Burksaitis arrebatou o prémio de Melhor Ficção, destacando-se entre as propostas audazes e pouco convencionais que compuseram a programação do festival deste ano.

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Realizado por Burksaitis, Caneta Canhota confirmou o talento emergente do cinema da Lituânia, cuja estética e narrativa ousada conquistaram o júri e o público presente nas várias salas que acolheram o evento: do Batalha Centro de Cinema ao Cinema Trindade, passando pelo Passos Manuel, OKNa e a Reitoria da Universidade do Porto.

Uma celebração de vozes distintas

O Beast — festival dedicado exclusivamente ao cinema da Europa Central e de Leste — não se ficou por uma única revelação. A Tarte de Maçã da Ludmila, documentário da realizadora cipriota Loukia Hadjiyianni, conquistou o prémio de Melhor Documentário, com uma abordagem sensível e poética a temas de identidade e memória.

Já Hollowgram, da romena Laura Iancu, levou para casa o prémio de Melhor Filme Experimental, destacando-se pela sua ousadia formal e proposta estética singular. E porque a animação também tem o seu espaço neste ecossistema criativo, Consegues ouvir-me?, do polaco Anastazja Naumenko, foi distinguido como Melhor Filme de Animação, num registo intimista e comovente.

Menções honrosas e um novo calendário

O júri não se ficou apenas pelos prémios principais e decidiu atribuir menções honrosas em todas as categorias, reconhecendo assim a qualidade surpreendente dos filmes apresentados. O festival, que continua a crescer na cena cinematográfica portuguesa, anunciou ainda que a partir deste ano se fixa definitivamente no primeiro semestre, tornando o Porto num ponto de encontro anual para as cinematografias emergentes da Europa de Leste e Central.

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