Taylor Sheridan Não Vende Só Séries de Sucesso: Também Vende Velas, Chili e até Corda Usada (e Nós Fomos Ver se Vale a Pena)

O showrunner milionário que transformou um rancho real numa marca de culto

Taylor Sheridan é hoje uma das figuras mais poderosas da televisão norte-americana. Yellowstone, as suas prequelas (18831923), os spin-offs anunciados, Tulsa KingLioness e Landman fizeram dele o raro autor capaz de dominar aquilo que resta da monocultura televisiva. Mas há um lado menos conhecido — e bastante mais insólito — do criador texano: Sheridan também vende produtos. Muitos produtos. Sob a marca 6666 Ranch, é possível comprar velas perfumadas, bebidas alcoólicas enlatadas, carne premium, temperos, roupa… e até uma corda de rancho usada.

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A história começa em 2022, quando Sheridan e parceiros adquiriram o lendário Four Sixes Ranch, fundado em 1870 e localizado no Texas Panhandle, com cerca de 270 mil acres. Um investimento colossal. O próprio Sheridan admitiu, numa entrevista de 2023, que parte da razão para produzir séries em catadupa foi precisamente pagar o rancho. A ficção a financiar a realidade — algo que não deixa de ser poeticamente coerente com o seu universo criativo.

Do ecrã para o carrinho de compras

Os fãs reconhecerão o Four Sixes de Yellowstone: é para lá que John Dutton envia o problemático cowboy Jimmy, numa espécie de purgatório texano onde se aprende disciplina à força de cavalos e pó. O rancho também surge, discretamente, em Landman, sob a forma de easter eggs. Um spin-off totalmente passado no local esteve em desenvolvimento, mas encontra-se actualmente em pausa.

Entretanto, o Four Sixes deixou de ser apenas cenário e tornou-se marca. No site oficial, há de tudo: cocktails enlatados, vodka, carne, T-shirts, bálsamo labial, velas e objectos de “estilo de vida”. Existe até um pop-up do Four Sixes Ranch Steakhouse no Wynn, em Las Vegas, e a carne é servida em clubes privados como o Ned’s Club, em Washington. O product placement chegou à própria série: em Yellowstone, Beth Dutton tenta pedir um Tito’s com soda e é informada de que ali só se serve vodka Four Sixes — logo, só pode pedir um “Sixes and soda”.

Velas, bálsamo e camisolas (ou: o lado doméstico do cowboy)

Comecemos pelo merchandising não comestível. A vela “Bunkhouse” promete notas de tabaco quente, bourbon envelhecido e patchouli. Tendo em conta o que um bunkhouse em Yellowstone realmente é — homens adultos em beliches, chili, guitarras e brigas —, poder-se-ia esperar algo mais… agressivo. Mas a vela é surpreendentemente suave e civilizada. Talvez demasiado limpa para quem procurava autenticidade olfactiva extrema.

O bálsamo labial de baunilha cumpre exactamente o que promete: é um bálsamo de baunilha com um rótulo do Four Sixes. Barato, funcional, perfeito como stocking stuffer para fãs da série.

Quanto à roupa, a camisola escolhida — um tank top com o logótipo — revelou um dado curioso: ninguém reconheceu a marca. Nem mesmo num ginásio às sete da manhã, território onde se esperaria encontrar o público-alvo. A única reacção veio de casa: “Isso parece MAGA”. Uma observação que, justa ou não, diz muito sobre a percepção cultural associada a este universo.

A corda usada: quando o fetiche vai longe demais

O produto mais estranho do catálogo é, sem dúvida, a corda de rancho usada. Vendida por cerca de 25 dólares, é anunciada com um poema sobre trabalho árduo e terreno agreste. A sensação inicial é clara: ninguém que não tenha vivido essa vida devia poder comprar este objecto. Mas a curiosidade vence.

A corda chega rígida, encerada, difícil de manusear. Tentativas de reutilização doméstica falham. No fim, acaba pendurada como peça decorativa sobre uma cabeça de alce de peluche. E, surpreendentemente, resulta. É inútil, mas visualmente eficaz — talvez a melhor definição possível para este produto.

Bebidas alcoólicas: o inesperado sucesso

O Four Sixes vende margaritas, cerveja e ranch water (tequila com soda e lima). Testadas por terceiros — devido a restrições de envio —, as bebidas receberam elogios inesperados. Sabores limpos, equilibrados, sem o efeito hiperactivo típico de algumas bebidas enlatadas. Um raro caso em que o branding não suplanta a qualidade do conteúdo.

A carne: o verdadeiro triunfo

O grande vencedor desta experiência é, sem discussão, a carne Four Sixes. Rib-eye, tenderloin e striploin incluídos num sampler revelam-se extraordinariamente macios, ao ponto de tornar difícil regressar à carne de supermercado comum. Segundo colaboradores do restaurante de Las Vegas, Sheridan defende uma filosofia simples: sal e pimenta, lume de lenha no exterior; ferro fundido no interior. Testada em casa, a carne confirma a reputação — e cria um problema sério: é impossível não notar a diferença.

O chili preparado com a mistura de especiarias da marca é robusto, intenso, embora a experiência tenha sido “contaminada” pela utilização de carne que não era integralmente Four Sixes. Ainda assim, o resultado foi impressionante.

Entre os rubs testados, o destaque vai para o Bunkhouse Campfire, que transforma até frango banal em algo digno de nota. O Smoky Maple revelou-se demasiado doce; o Original Cowboy funciona, mas é quase redundante quando a carne já é excelente.

Marca, mito e mercadoria

Há também produtos Yellowstone à venda — chili, feijão, mac and cheese — mas esses não são da autoria directa de Sheridan. E nota-se a diferença: os produtos Four Sixes são mais caros, mais cuidados, menos óbvios. Tal como as séries de Sheridan, nem tudo é consistente, mas quando funciona, funciona mesmo.

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Talvez seja essa a melhor conclusão. Tal como na sua televisão, comprar produtos do 6666 Ranch é um risco calculado. Pode sair algo trivial… ou algo surpreendentemente bom. Para um rewatch de 1883 neste Inverno, carne e ranch watersão escolhas seguras. A corda usada? Só se tiverem um alce de peluche à mão.

Taylor Sheridan e Peter Berg Vão Levar Call of Duty ao Cinema com a Paramount

O criador de Yellowstone e o realizador de Lone Survivor unem forças para transformar uma das maiores sagas de videojogos de sempre num épico de guerra em imagem real.

Hollywood prepara-se para mais uma ofensiva no campo das adaptações de videojogos. A Paramount confirmou que Call of Duty, a lendária série de tiros em primeira pessoa, vai finalmente ganhar uma versão cinematográfica — e nas mãos de dois pesos pesados: Taylor Sheridan (YellowstoneHell or High Water) e Peter Berg (Lone SurvivorDeepwater Horizon).

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Segundo o Deadline, Sheridan e Berg vão co-escrever o argumento, com Berg a assumir a realização e ambos a participar na produção, ao lado de David Glasser. O filme será uma parceria entre a Paramount e a Activision, com o objectivo de levar para o grande ecrã a intensidade militar e a adrenalina que tornaram Call of Duty um fenómeno global.

Uma amizade de longa data em modo de combate

Sheridan e Berg são amigos de longa data e já trabalharam juntos em filmes como Hell or High Water — nomeado para quatro Óscares, incluindo Melhor Filme e Melhor Argumento Original — e Wind River. O estúdio acredita que esta dupla tem o perfil ideal para dar vida a um universo que combina estratégia, acção e realismo militar.

Peter Berg traz consigo uma experiência sólida no género, tendo realizado Lone Survivor, baseado em factos verídicos da guerra no Afeganistão, e a série Painkiller sobre a crise dos opioides. Sheridan, por sua vez, consolidou o seu nome com produções televisivas de sucesso como YellowstoneTulsa King e Lioness, esta última também centrada em operações de elite.

Um fenómeno de 500 milhões de cópias

Lançado em 2003, Call of Duty tornou-se a franquia de videojogos mais vendida nos Estados Unidos durante 16 anos consecutivos, com mais de 500 milhões de cópias vendidas em todo o mundo. A sua popularidade atravessa gerações e plataformas, atraindo milhões de jogadores com campanhas que exploram desde a Segunda Guerra Mundial até futuros distópicos de alta tecnologia.

Com este filme, a Paramount pretende não só satisfazer os fãs mais fervorosos, mas também conquistar novos públicos através de uma narrativa cinematográfica de grande escala. Sheridan e Berg prometem uma abordagem realista e emocional, capaz de combinar espectáculo visual com o peso humano da guerra — uma marca comum no trabalho de ambos.

Sheridan muda-se para a NBCUniversal

A notícia chega pouco depois de Taylor Sheridan ter assinado um novo contrato de cinco anos com a NBCUniversal, que o afastará gradualmente dos seus projectos na Paramount. Ainda assim, o autor manteve-se empenhado em escrever e produzir Call of Duty, um dos seus últimos grandes projectos ligados ao estúdio.

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Com dois veteranos da acção e do drama à frente das operações, o filme de Call of Duty promete ser uma autêntica missão de alto risco — tanto em ambição como em escala. Se tudo correr como planeado, Hollywood pode finalmente conseguir o que muitos tentaram: uma adaptação de videojogo digna da sua legião de fãs.

Saiba porque Taylor Sheridan Abandona a Paramount

O arquitecto do universo Yellowstone prepara uma nova era longe da Paramount — mas o que significa isto para o futuro dos Dutton?

Num verdadeiro enredo digno das suas próprias séries, Taylor Sheridan, o homem por detrás do império Yellowstone, surpreendeu Hollywood ao anunciar que vai deixar a Paramount para assinar um acordo multimilionário com a NBCUniversal. Segundo o site Puck, o criador começará a desenvolver novos projetos cinematográficos para o estúdio já no próximo ano, enquanto os projetos televisivos só avançarão depois de terminar o contrato atual com a Paramount, em 2028.

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Uma mudança que já se adivinhava

Fontes próximas de Sheridan revelam que o afastamento vinha sendo preparado há algum tempo. Desde a fusão da Paramount com a Skydance, liderada por David Ellison, várias figuras que tinham apoiado o argumentista foram afastadas — incluindo Chris McCarthy, um dos principais defensores do universo Yellowstone. Paralelamente, começaram a surgir restrições orçamentais nas produções do criador, conhecido pelos seus orçamentos generosos e pela escala cinematográfica das suas séries.

Ellison chegou a dizer no verão que o seu objetivo era “ter Taylor na Paramount enquanto ele quiser contar histórias”, mas o ambiente interno mudou e Sheridan, segundo o Pucknunca se sentiu confortável com a nova administração.

Dinheiro não é tudo — mas ajuda

Embora os valores do novo contrato não tenham sido divulgados, sabe-se que o acordo com a NBCUniversal é um dos mais ambiciosos da indústria. Ainda assim, o dinheiro não terá sido o fator determinante. A NBCUniversal é atualmente o lar criativo de nomes como Steven SpielbergChristopher NolanJordan Peele e Dick Wolf — e, ao que tudo indica, o ambiente artístico e a liberdade criativa pesaram mais do que o cheque.

O que acontece ao universo Yellowstone?

A principal dúvida entre os fãs é o destino das séries que compõem o universo Yellowstone. A boa notícia: todas as produções atuais continuam na Paramount, que detém os direitos de propriedade intelectual. Isso inclui 18831923Tulsa KingMayor of KingstownLioness e a futura NOLA King, derivada de Tulsa King.

Sheridan deverá continuar envolvido em Dutton Ranch, o aguardado sucessor de Yellowstone, centrado nas personagens Rip e Beth. A nova série — ainda em fase de desenvolvimento — deverá estrear em 2026 e poderá contar com algumas temporadas sob a supervisão direta do criador antes de este mudar de estúdio.

Um império que redefine a televisão americana

Taylor Sheridan, antigo ator e agora um dos showrunners mais poderosos de Hollywood, construiu em menos de uma década um império narrativo centrado na América profunda, com histórias de honra, violência e sobrevivência rural. O seu estilo inconfundível — misto de western moderno e tragédia familiar — transformou Yellowstone num fenómeno global e fez de Sheridan o nome mais valioso da televisão norte-americana.

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Agora, ao juntar-se à NBCUniversal, o autor promete uma nova fase criativa, talvez com menos cowboys, mas certamente com o mesmo espírito de grandeza que o tornou uma figura incontornável.

Como nas suas séries, uma coisa é certa: as mudanças nunca vêm sem drama.

“Yellowstone” Chega ao Fim com Episódio Épico e Expande o Universo com Nova Série

A série Yellowstone, que conquistou milhões de fãs em todo o mundo, prepara-se para se despedir com um episódio final monumental, mas não sem prometer mais histórias no seu vasto universo. O criador Taylor Sheridan já confirmou que a saga dos Dutton continuará numa nova produção protagonizada por Kelly Reilly e Cole Hauser, cujas personagens, Beth Dutton e Rip Wheeler, são pilares centrais do enredo.

O Episódio Final: “Life Is A Promise”

O episódio final da segunda parte da quinta temporada, apelidada de 5B, será transmitido nos EUA no domingo e chegará a Portugal na quinta-feira, pela SkyShowtime. Intitulado “Life Is A Promise” (A Vida é uma Promessa), o episódio, com 86 minutos, foi escrito e realizado pelo próprio Taylor Sheridan. Mantido em completo sigilo, a única descrição oficial revela que “o destino do Rancho Yellowstone dos Dutton será revelado”.

Com o peso de encerrar a narrativa principal e responder a questões pendentes, este episódio promete ser uma despedida emocional e grandiosa para a série que redefiniu o género western moderno.

O Futuro dos Dutton: Nova Série no Horizonte

Embora Yellowstone termine a sua saga principal, os fãs podem respirar de alívio: o clã Dutton continuará a ocupar o ecrã. A Paramount Network confirmou que Kelly Reilly e Cole Hauser regressarão como Beth e Rip numa nova série, cuja história será centrada nas suas personagens. Esta será a primeira série do universo Yellowstone a manter o título original, uma decisão estratégica que visa preservar a identidade e o legado da franquia.

Um Universo em Expansão

O sucesso de Yellowstone deu origem a um universo televisivo robusto, com prequelas como 1883 e 1923, ambas criadas por Taylor Sheridan e disponíveis em Portugal na SkyShowtime. Essas produções exploram as raízes dos Dutton e o seu percurso até se tornarem donos do lendário rancho Yellowstone.

A nova série protagonizada por Reilly e Hauser marcará a transição para o presente, enquanto outro projeto contemporâneo, The Madison, estrelado por Michelle Pfeiffer, já está confirmado para estrear após a temporada 5B.

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Taylor Sheridan: O Arquitetador de uma Franquia

Taylor Sheridan continua a ser a força criativa por trás deste universo. Com o anúncio da nova série, o criador mantém a sua influência na construção de histórias profundas e cativantes. O envolvimento de membros do elenco original dependerá do desfecho das suas personagens no episódio final, mas é provável que outros nomes familiares se juntem à nova produção.

Além disso, a mudança para o streaming SkyShowtime, uma plataforma exclusiva em Portugal, reflete o compromisso da Paramount em consolidar a sua estratégia digital, evitando antigos acordos de exclusividade que vinculavam a série original à Peacock nos EUA.

“Yellowstone”: Um Legado que Continua

O final de Yellowstone marca o encerramento de um capítulo, mas também o início de novas histórias. Para os fãs, a promessa de continuar a acompanhar Beth e Rip é um lembrete de que este universo está longe de se esgotar. Com um episódio final épico e a expansão garantida, Yellowstone assegura o seu lugar como um marco na televisão contemporânea.

Yellowstone T5 Parte II: Uma saga familiar que chega ao clímax

O aclamado neo-western “Yellowstone” regressa com a segunda parte da sua quinta temporada no próximo dia 5 de dezembro, às 22h10, no TVCine Emotion e no TVCine+. Com reviravoltas emocionantes e momentos de grande intensidade, esta etapa promete fechar com chave de ouro a história épica da família Dutton.

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A luta pelo poder em Montana
“Yellowstone”, criado por Taylor Sheridan, segue a complexa jornada da família Dutton, liderada por John Dutton (Kevin Costner). Ao longo das temporadas, os Dutton lutaram para manter o controlo sobre o maior rancho contíguo dos Estados Unidos, enfrentando especuladores imobiliários, disputas com reservas indígenas e ameaças políticas. Este retrato cru e autêntico da América rural aborda temas como corrupção, ganância e sobrevivência.

Na segunda parte da quinta temporada, a narrativa atinge um ponto de viragem dramático. Aparentemente, John Dutton comete suicídio, um evento que abala profundamente a família. Com Beth (Kelly Reilly) e Kayce (Luke Grimes) à frente, como irão os Dutton enfrentar este golpe devastador?

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O adeus a Kevin Costner e o futuro da série
Com seis episódios marcados para esta fase final, “Yellowstone” apresenta não apenas uma história repleta de intrigas e emoção, mas também a despedida de Kevin Costner, cujo papel como John Dutton marcou a televisão contemporânea. Será este o encerramento definitivo da saga?

Não perca este emocionante desfecho, todas as quintas-feiras, às 22h10, no TVCine Emotion.

Kevin Costner Fala sobre o Destino de John Dutton em “Yellowstone” e a sua Saída da Série

Kevin Costner, o icónico ator que interpretou John Dutton na série “Yellowstone”, revelou recentemente que não assistiu ao episódio em que a sua personagem morre, admitindo que ficou a saber do destino de Dutton apenas no dia seguinte à exibição. Na entrevista ao programa “The Michael Smerconish Program” da SiriusXM, Costner partilhou a sua surpresa e descontentamento com a forma como a sua saída foi abordada, mencionando que não sabia da morte do seu personagem e que esta opção narrativa não reflete a sua visão para o papel.

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Em “Yellowstone”, Dutton é eliminado quando uma organização criminosa o mata, encenando a sua morte como um suicídio. Costner revelou que, durante a sua participação na série, discutiu várias possibilidades para o destino da sua personagem, mas a opção do suicídio nunca foi uma delas. Ainda assim, mencionou que respeita a decisão dos argumentistas, mesmo que esta não corresponda à sua expectativa inicial.

Costner também explicou a sua decisão de deixar a série, salientando que o conflito de agendas com o seu projeto “Horizon” levou à sua saída. Segundo o ator, ele não abandonou “Yellowstone” mas sim viu-se impossibilitado de conciliar os horários de gravação com os compromissos para “Horizon”, um épico em várias partes. Esta explicação contradiz rumores de que ele teria desistido da série e reforça que foi uma decisão profissional difícil.

Este desenlace inesperado e a morte de John Dutton deixaram os fãs em choque, pois a série tornou-se um marco cultural nos Estados Unidos, e Costner era uma das principais razões do seu sucesso. A sua saída representa um novo capítulo para “Yellowstone”, mas o ator assegura que está orgulhoso do trabalho que realizou e entusiasmado para se dedicar aos seus projetos futuros.

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A Saída de Kevin Costner de “Yellowstone” e o Futuro da Série

A popular série Yellowstone, que acompanha a história da família Dutton, dona do maior rancho do Montana, está prestes a voltar com a segunda parte da sua quinta temporada, mas sem o seu protagonista principal, Kevin Costner, que interpretava John Dutton. A saída de Costner foi uma surpresa para muitos, incluindo o próprio elenco, que só descobriu o destino da sua personagem durante as gravações dos novos episódios.

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Kevin Costner revelou recentemente que a razão para deixar Yellowstone se deve à sua dedicação ao seu projeto pessoal, o filme “Horizon: An American Saga”, um épico western que o ator está a realizar. A sua incapacidade de conciliar as filmagens de Yellowstone com o novo filme gerou tensões entre ele e o criador da série, Taylor Sheridan, resultando na decisão de Costner de não regressar à série.

Apesar de o futuro de John Dutton na série ainda ser um mistério, a ausência de Costner será notória, especialmente porque a série tem centrado grande parte da sua narrativa no personagem do patriarca da família Dutton. Até ao momento, pouco se sabe sobre como Taylor Sheridan planeia justificar a saída repentina de Dutton da história.

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A segunda parte da quinta temporada de Yellowstone, composta por seis episódios, estreia a 12 de novembro na plataforma SkyShowtime Portugal, e os fãs aguardam com expectativa para ver como a história da família Dutton vai prosseguir sem a figura central de John Dutton.