Choque em Hollywood: mortes misteriosas num ícone do cinema americano

Um caso em investigação que abalou a indústria

Hollywood acordou em choque com a notícia de que um homem de 78 anos e uma mulher de 68 anos foram encontrados mortos numa residência de luxo em Brentwood, Los Angeles, um bairro conhecido por acolher inúmeras figuras do cinema e da televisão. As autoridades norte-americanas abriram uma investigação por homicídio, embora, até ao momento, não exista qualquer suspeito identificado nem detenções efectuadas. A polícia de Los Angeles mantém absoluto sigilo quanto às circunstâncias das mortes, remetendo todas as conclusões para o relatório do médico legista do condado.

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De acordo com informações divulgadas pelas autoridades, os serviços de emergência foram chamados à residência durante a tarde de domingo, para um pedido de assistência médica. No local estiveram elementos da polícia, bombeiros e detectives especializados em homicídios por roubo. Seis horas depois da chamada inicial, os corpos permaneciam ainda dentro da casa, o que sublinha a complexidade e sensibilidade do caso.

Identidades não confirmadas e prudência jornalística

Apesar de vários meios internacionais terem avançado com nomes conhecidos, a polícia de Los Angeles não confirmou oficialmente a identidade das vítimas nem a relação entre elas. As autoridades recusaram igualmente esclarecer se existiam sinais de violência, ferimentos visíveis ou a presença de qualquer arma no local. A causa das mortes será determinada exclusivamente pelo gabinete do legista, num processo que poderá demorar vários dias.

Um comunicado atribuído a um porta-voz da família pede respeito e privacidade num momento descrito como “inimaginavelmente difícil”, reforçando a necessidade de contenção mediática enquanto a investigação decorre.

Uma carreira ligada à história do cinema popular

Caso se confirme a identidade avançada por fontes políticas e institucionais, a perda representaria um abalo profundo para a história do cinema americano. O cineasta em causa construiu uma carreira ímpar, atravessando várias décadas com obras que marcaram gerações. Desde a televisão dos anos 70 até ao cinema dos anos 80 e 90, o seu percurso ajudou a definir a comédia, o drama e até o thriller psicológico no grande ecrã.

Filmes como This Is Spinal TapStand By MeThe Princess BrideWhen Harry Met SallyMisery ou A Few Good Mencontinuam a ser referências obrigatórias, estudadas, citadas e revisitadas por cinéfilos de todo o mundo. Um legado que vai muito além dos números de bilheteira, assente numa rara combinação de inteligência, sensibilidade popular e rigor narrativo.

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Expectativa e respeito enquanto se aguardam respostas

Para já, Hollywood permanece suspensa entre a consternação e a cautela. Num tempo em que a velocidade da informação rivaliza com a verdade, impõe-se aguardar por confirmações oficiais antes de se tirarem conclusões definitivas. O Clube de Cinema acompanhará este caso com a atenção e o rigor que a importância da figura e a gravidade da situação exigem.

🍔 “Quero o que ela está a comer”: A Verdadeira História da Cena Mais Icónica de When Harry Met Sally…

Há cenas no cinema que se tornam eternas. E depois há essa cena. Aquela que envolve Meg Ryan, um pasmado Billy Crystal, um sanduíche e um falso orgasmo — tudo no meio de um restaurante movimentado. Sim, estamos a falar da icónica sequência de When Harry Met Sally… (1989), uma das mais memoráveis comédias românticas de sempre. Mas o que talvez não saiba é que parte dessa genialidade veio… de improvisos e ideias no momento! 😲

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Numa entrevista dada à NPR em 2004, Nora Ephron — a argumentista do filme — revelou que foi Meg Ryan quem sugeriu não só que Sally fingisse um orgasmo, mas também que isso acontecesse em pleno restaurante. Segundo Ephron, a cena tornou-se um dos momentos mais audaciosos e engraçados do cinema exactamente por causa dessa ousadia. E o toque final? A famosa frase “I’ll have what she’s having” (“Quero o que ela está a comer”) foi ideia de ninguém menos que Billy Crystal. Brilhante, não é?

Katz’s Deli: Um Templo Cinematográfico 🍴

A cena foi filmada num restaurante real — o lendário Katz’s Delicatessen, em East Houston Street, Nova Iorque. Hoje, o local tornou-se ponto de peregrinação para os fãs do filme e do cinema em geral. Na mesa onde Meg Ryan protagonizou o falso orgasmo mais famoso da história, existe agora uma placa com os dizeres: “Where Harry met Sally… hope you have what she had!”.

Mas a cena não foi feita num único take. Ryan teve de repetir o seu “momento de glória” múltiplas vezes, com a câmara a filmar de diferentes ângulos e o ambiente do restaurante a ser cuidadosamente controlado. Um trabalho de fôlego… e de pulmões! 😅

A Comida, a Personalidade e Nora Ephron ✍️

Outro detalhe delicioso: os hábitos alimentares maníacos de Sally — aquela coisa de pedir pratos complicados e com mil modificações — vieram da própria Nora Ephron! O realizador Rob Reiner reparou em como Ephron pedia a sua comida e decidiu que isso tinha de entrar no argumento. Quando ele lhe disse “Tu és igualzinha à Sally!”, Ephron respondeu: “Eu só quero as coisas como eu quero”. E, claro, essa linha acabou mesmo no filme.

Anos depois, já com o filme consolidado como um clássico, Ephron contou que, ao pedir um prato num avião de forma muito específica, a hospedeira olhou para ela e perguntou: “Já viu o filme When Harry Met Sally…?” — sem sequer perceber que estava a falar com a mulher que o escreveu! ✈️😂

Um Clássico com Sabor a Realidade

Parte da magia de When Harry Met Sally… está no facto de as personagens parecerem absolutamente reais. Não são perfeitas, mas são honestas — e muito engraçadas. A contribuição espontânea dos actores, as observações pessoais de Nora Ephron e o olho clínico de Rob Reiner criaram um filme que atravessou gerações.

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E tudo começou com um orgasmo falso no meio de um pastrami. Que mais se pode pedir ao cinema?

Billy Crystal e Meg Ryan Recriam Cena Icónica de “Um Amor Inevitável / When Harry Meets Sally” em Anúncio do Super Bowl com Sydney Sweeney

Os fãs de Um Amor Inevitável (When Harry Met Sally) vão ter uma surpresa especial durante o Super Bowl 2024Billy Crystal e Meg Ryan regressam à famosa delicatessen de Nova Iorque para recriar uma das cenas mais icónicas do filme – agora numa campanha publicitária da Hellmann’s.

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O Regresso de um Clássico

O anúncio celebra os 35 anos do filme, que recentemente foi incluído no National Film Registry devido ao seu impacto cultural. A nova campanha da Hellmann’s tem como objetivo destacar a importância de aproveitar os ingredientes ao máximo, promovendo a sua maionese como um elemento essencial para uma boa refeição.

A marca, que já tinha apostado no Super Bowl em anos anteriores, decidiu desta vez unir nostalgia e humor para capturar a atenção do público. No centro da ação estão Crystal e Ryan, que regressam à mesa original do restaurante Katz’s Delicatessen, onde, no filme de 1989, a personagem Sally surpreendeu Harry com uma encenação inesperada durante o almoço.

“Nunca tinha voltado lá,” revela Meg Ryan. “Está exatamente igual!”

Crystal acrescenta que o anúncio faz parecer que as personagens voltam àquele restaurante todos os sábados ou domingos, mantendo o mesmo ritual ao longo dos anos.

O Super Bowl e a Estratégia da Hellmann’s

Esta não é a primeira vez que o Super Bowl aposta na recriação de momentos icónicos do cinema e da televisão. Em anos anteriores, marcas como a General Motors e a Chevrolet trouxeram de volta personagens de filmes como Austin PowersOs Sopranos.

A Hellmann’s tem vindo a utilizar o Super Bowl para abordar temas como o desperdício alimentar, mas este ano decidiu mudar a abordagem.

“Queremos surpreender o público e fazer algo inesperado,” explica Jessica Grigoriou, vice-presidente de marketing da Unilever.

Além da nostalgia, a marca aposta numa experiência interativa: os fãs poderão encomendar as mesmas sanduíches de peru e pastrami que aparecem no anúncio, feitas ao estilo exigente da personagem Sally – incluindo a Hellmann’s, claro.

A Participação de Sydney Sweeney

O anúncio reserva ainda uma surpresa especial: Sydney Sweeney, estrela de Euphoria, faz uma participação inesperada para dizer a famosa frase “Eu quero o mesmo que ela” (“I’ll have what she’s having”).

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A recriação deste momento mostra como a cultura popular evoluiu desde o lançamento do filme.

“Na época, era um tema pouco explorado no cinema,” comenta Billy Crystal. “Agora, há conteúdos muito mais ousados na televisão.”

Meg Ryan também destaca o desafio de condensar uma história tão icónica num anúncio de apenas 30 segundos, comparando a experiência com a de fazer um filme:

“Os anúncios exigem uma atenção ao detalhe incrível. É um desafio completamente diferente.”

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Conclusão

O regresso de Um Amor Inevitável num dos eventos televisivos mais assistidos do ano é uma jogada inteligente da Hellmann’s, que aposta na nostalgia para conquistar o público. Com a química intemporal entre Billy Crystal e Meg Ryan e um toque moderno trazido por Sydney Sweeney, o anúncio promete ser um dos momentos mais memoráveis do Super Bowl 2024.