O Regresso do Horror ao Espaço: Alien: Romulus Chega à Televisão Portuguesa

Um novo capítulo que olha directamente para as origens da saga

A saga Alien está de volta — e desta vez sem rodeios, sem filosofias excessivamente explicadas e sem desvios estilísticos. Alien: Romulus assinala um regresso claro às raízes do terror espacial que fizeram do filme original de 1979 uma obra incontornável do cinema de ficção científica. A estreia em televisão acontece a 16 de Janeiro, às 21h30, em exclusivo no TVCine Top, trazendo para casa dos espectadores portugueses uma experiência intensa, claustrofóbica e desconfortável… no melhor sentido possível.

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Situado cronologicamente após os acontecimentos de Alien, o filme decorre no ano de 2142 e acompanha um grupo de jovens colonizadores presos a uma existência sem futuro na colónia Jackson’s Star, no planeta LV-410. Rain e Andy, irmãos marcados pelo isolamento e pela ausência de qualquer esperança real de fuga, acreditam ter encontrado uma oportunidade de mudança ao descobrirem a Renaissance, uma estação espacial abandonada, dividida em dois módulos com nomes carregados de simbolismo: Romulus e Remus.

Terror claustrofóbico, corredores escuros e más decisões

Como qualquer fã da saga sabe, quando algo parece seguro no universo Alien, é porque não é. A exploração da estação rapidamente se transforma num pesadelo, quando uma presença mortal emerge das sombras. A ameaça não é apenas física — é psicológica, sufocante e constante. Cada corredor mal iluminado, cada porta que se abre lentamente e cada silêncio prolongado servem para reforçar a sensação de que a morte pode surgir a qualquer segundo.

Ao contrário de entradas mais recentes da franquia, Alien: Romulus aposta claramente no horror visceral e na tensão contínua, recusando grandes explicações ou ambições filosóficas desnecessárias. O medo nasce da espera, do desconhecido e da fragilidade humana perante algo que não pode ser controlado.

Fede Álvarez: um realizador que sabe como assustar

A realização está a cargo de Fede Álvarez, um nome bem conhecido entre os fãs de terror moderno. Depois de ter provado o seu talento em títulos como Evil Dead e Don’t Breathe, Álvarez traz para Alien: Romulus uma abordagem segura, eficaz e profundamente respeitadora do ADN da saga.

O realizador compreende que Alien nunca foi apenas sobre monstros, mas sobre ambientes hostis, corpos vulneráveis e decisões tomadas sob pressão extrema. O resultado é um filme que recupera o suspense claustrofóbico, o desconforto físico e o horror cru que tornaram a franquia um marco do género.

Um elenco jovem para uma luta pela sobrevivência

O filme é protagonizado por Cailee Spaeny e David Jonsson, que lideram um elenco jovem e convincente, distante das figuras heróicas clássicas. Aqui não há salvadores predestinados — há apenas pessoas normais, presas num cenário impossível, obrigadas a enfrentar os seus medos mais básicos para sobreviver.

Essa opção reforça a identificação do espectador e aproxima Romulus do espírito do filme original: gente comum confrontada com algo absolutamente extraordinário… e letal.

Uma estreia a não perder no TVCine Top

Alien: Romulus é o sétimo filme da saga Alien e funciona simultaneamente como porta de entrada para novos espectadores e como uma carta de amor para os fãs de longa data. Sem depender excessivamente de nostalgia, o filme entende o que fez da franquia um fenómeno duradouro e aplica essa lição com rigor e inteligência.

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A estreia acontece sexta-feira, 16 de Janeiro, às 21h30, no TVCine Top e também disponível no TVCine+. Para quem sente falta de terror espacial puro, desconfortável e sem concessões, este é um regresso mais do que bem-vindo.

“Dog Man” Lidera Bilheteiras nos EUA com Estreia Impressionante 🎬🐶

DreamWorks Animation começou 2025 com um estrondo! Dog Man, a adaptação cinematográfica da popular série de novelas gráficas de Dav Pilkey, arrecadou 36 milhões de dólares no seu fim de semana de estreia, tornando-se o maior lançamento do ano até agora nos cinemas norte-americanos.

Com uma produção modesta de 40 milhões de dólares, o filme rapidamente garantiu o seu caminho para o sucesso financeiro, impulsionado por um CinemaScore “A”, refletindo o entusiasmo do público. Apesar da receção morna no mercado internacional (apenas 4,2 milhões arrecadados em 29 países), a animação protagonizada por Pete Davidson, Lil Rel Howery e Isla Fisher provou ser um enorme sucesso doméstico.

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Animação Continua a Dominar as Bilheteiras 🎥✨

O sucesso de Dog Man confirma a tendência de filmes de animação a liderarem as bilheteiras nos últimos anos. Em 2024, os filmes para a família representaram cerca de 33% da receita total de bilheteira nos EUA, gerando 2,9 mil milhões de dólares.

Em janeiro, Mufasa: The Lion King (lançado pela Disney em dezembro) manteve-se durante três semanas consecutivasno topo da tabela, tendo agora caído para terceiro lugar, mas ainda adicionando mais 6,1 milhões de dólares à sua receita total, que já atinge 653 milhões de dólares globalmente

🔹 O único filme animado que teve um lançamento maior em janeiro foi Kung Fu Panda 3 (2016).

“Companion” Surpreende e Conquista a Crítica 🔪🤖

A outra grande estreia da semana foi Companion, um thriller sci-fi de terror, produzido pela Warner Bros. e New Line Cinema, que arrecadou 9,5 milhões de dólares no seu primeiro fim de semana.

Dirigido por Drew Hancock, o filme segue um grupo de amigos num retiro à beira do lago, onde descobrem que um dos presentes não é humano, mas sim um robô companheiro sinistro.

💯 Críticos e público estão de acordo sobre a qualidade do filme:

✅ 94% de aprovação no Rotten Tomatoes (selo Certified Fresh)

✅ B+ no CinemaScore

Com um orçamento modesto de 10 milhões de dólaresCompanion tem um excelente potencial para se tornar mais um sucesso de terror sci-fi, aproveitando o crescente interesse do público por este subgénero.

“One of Them Days” Continua Forte nas Bilheteiras 🎭🎟

Outro destaque do início de 2025 tem sido a comédia One of Them Days, protagonizada por Keke Palmer e SZA.

Lançada há três semanas, a produção da Sony Pictures já arrecadou 34,5 milhões de dólares, um número impressionante considerando o seu orçamento de 14 milhões de dólares.

Apesar das dificuldades que as comédias têm enfrentado nos cinemas nos últimos anos, One of Them Days provou ser uma exceção, beneficiando do boca a boca positivo e boas críticas.

Top 10 das Bilheteiras nos EUA (2-4 de fevereiro) 🎬💰

1️⃣ Dog Man – $36 milhões

2️⃣ Companion – $9,5 milhões

3️⃣ Mufasa: The Lion King – $6,1 milhões

4️⃣ One of Them Days – $6 milhões

5️⃣ Flight Risk – $5,6 milhões

6️⃣ Sonic the Hedgehog 3 – $3,2 milhões

7️⃣ Moana 2 – $2,8 milhões

8️⃣ A Complete Unknown – $2,2 milhões

9️⃣ The Brutalist – $1,9 milhões

🔟 Den of Thieves: Pantera – $1,6 milhões

🎞 Conclusão: O ano de 2025 arrancou com força para a animação, enquanto Companion prova que o terror sci-fi continua em alta. Será que estes filmes manterão o fôlego nas próximas semanas?

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📌 Diz-nos nos comentários: Qual destes filmes te deixa mais curioso? És fã de animação ou preferes os thrillers de terror?

“Companion” – O Novo Thriller de Jack Quaid que Está a Conquistar a Crítica e o Público 🎬🔪🤖

O género de terror sci-fi tem vivido tempos de ouro nos últimos anos, com filmes como M3GAN e Five Nights at Freddy’s a provarem que há um grande apetite do público por histórias de horror que misturam tecnologia, sustos e humor. Agora, 2025 traz um novo sucesso ao género: Companion, protagonizado por Jack Quaid (The Boys) e Sophie Thatcher (The Boogeyman).

Estreado a 31 de janeiro nos Estados Unidos, Companion rapidamente se tornou um dos grandes fenómenos do início do ano, conquistando críticos e audiências com um enredo que, à primeira vista, parece seguir a fórmula clássica dos slashers, mas esconde um twist sombrio e inovador.

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O Que Torna “Companion” Tão Especial?

Desde a estreia nos cinemas norte-americanos, Companion tem acumulado críticas altamente positivas. No Rotten Tomatoes, o filme já ostenta duas das distinções mais cobiçadas da plataforma:

✅ 94% de aprovação da crítica, conquistando o selo Certified Fresh 🍅

✅ 91% de aprovação do público, garantindo o Verified Hot Badge no Popcornmeter 🍿

O que começou como um modesto thriller de baixo orçamento (custou apenas 10 milhões de dólares), rapidamente demonstrou um potencial de lucro sólido, arrecadando 9,5 milhões no primeiro fim de semana, segundo a Deadline.

Sinopse: Quando a Inteligência Artificial Se Transforma em Pesadelo

Em Companion, Jack Quaid interpreta Josh, que planeia um fim de semana romântico com a namorada Iris (Sophie Thatcher) e alguns amigos numa cabana remota. O que começa como um retiro pacífico transforma-se num verdadeiro pesadelo, quando os protagonistas descobrem que um dos convidados não é humano, mas sim um robô companheirocom intenções desconhecidas… e potencialmente mortais.

Com elementos de ficção científica, horror psicológico e mistério, o filme mantém os espectadores em tensão enquanto explora o papel da tecnologia na nossa sociedade e os perigos das máquinas ultrapassarem os seus limites programados.

Jack Quaid: De Estrela de “The Boys” a Novo Ícone do Horror?

Jack Quaid tem-se afirmado como um dos atores mais versáteis e certeiros de Hollywood. Filho de Meg Ryan e Dennis Quaid, o ator conseguiu afastar-se da sombra dos pais e construir um percurso sólido, equilibrando projetos de grande apelo comercial com filmes bem recebidos pela crítica.

Desde 2018, todos os filmes em que participou receberam o selo “Certified Fresh” no Rotten Tomatoes, com exceção de Rampage (2018), que mesmo assim teve uma boa receção do público. Além do sucesso em filmes como Scream (2022) e Oppenheimer (2023), Quaid brilhou em animações como Star Trek: Lower Decks e My Adventures with Superman, onde dá voz ao icónico Clark Kent.

Com Companion, o ator reforça a sua capacidade de escolher papéis que ressoam com o público e a crítica, consolidando o seu estatuto como uma estrela em ascensão no cinema de género.

“Companion” Estreia em Portugal?

Embora ainda não tenha uma data confirmada para PortugalCompanion deverá chegar aos cinemas nacionais nos próximos meses. Com a receção calorosa nos EUA e a sua premissa intrigante, este poderá ser um dos grandes sucessos do terror sci-fi em 2025.

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