Deadpool & Wolverine: Um dos Filmes Mais Lucrativos do Ano Já Pode Ser Visto em Casa

O aguardado “Deadpool & Wolverine”, estreado nos cinemas em julho de 2024, rapidamente se consolidou como um dos maiores sucessos do ano, quebrando recordes de bilheteira e revitalizando o género de super-heróis. O filme, protagonizado por Ryan Reynolds como Deadpool e Hugh Jackman como Wolverine, tornou-se o segundo filme mais lucrativo de 2024, ficando apenas atrás de outro sucesso da Disney, Inside Out 2. Agora, já é possível assistir a esta obra-prima do cinema de ação a partir do conforto de casa, embora ainda não esteja disponível nas plataformas de streaming convencionais.

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Desde 1 de outubro, que  “Deadpool & Wolverine” está disponível para compra digital em serviços como Prime Video e Apple TV, sendo uma opção para quem não quer esperar pelo lançamento em streaming. Para os fãs mais colecionadores, o filme estará disponível em suporte físico, como DVD e Blu-ray, a partir de 22 de outubro. No entanto, ainda não há uma data oficial para a chegada ao Disney Plus, embora seja expectável que isso aconteça em breve, dado o histórico de lançamentos da Marvel.

Deadpool & Wolverine nos Óscares?

As surpresas não acabam por aqui. De acordo com a Variety, a Disney está a preparar uma grande campanha para levar Deadpool & Wolverine até aos Óscares, propondo Ryan Reynolds na categoria de Melhor Ator Principal e Hugh Jackman como Melhor Ator Secundário. A ambição da Disney passa ainda por candidatar o filme à recém-criada categoria de “Cinematic and Box Office Achievement”, que visa premiar os filmes mais lucrativos do ano.

Além disso, o filme estará na corrida por outros prémios prestigiados, como os Golden Globes, onde será submetido à apreciação nas categorias de Comédia. Reynolds pode disputar um dos lugares na categoria de Melhor Ator (Comédia ou Musical), enquanto Jackman deverá ser proposto para Melhor Ator Secundário em vários dos principais prémios da indústria, como os Golden GlobesScreen Actors Guild Awards e Critics Choice Awards.

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Com o seu humor irreverente, ação desenfreada e química inegável entre os protagonistas, Deadpool & Wolverinepromete ser um dos grandes destaques da temporada de prémios e já é considerado um dos filmes mais emblemáticos do ano.

Deadpool and Wolverine

“Deadpool & Wolverine” Conquista as Bilheteiras e Revitaliza o Verão de Hollywood

A temporada de verão em Hollywood terminou com um estrondo, graças ao grande sucesso de “Deadpool & Wolverine”. Este filme de comédia de super-heróis, protagonizado por Ryan Reynolds e Hugh Jackman, mostrou-se um verdadeiro campeão de bilheteiras, arrecadando aproximadamente 152 milhões de dólares no seu fim de semana de estreia. Ao longo de cinco das seis semanas desde a sua estreia, o filme liderou as bilheteiras norte-americanas, elevando o seu total doméstico para 603,8 milhões de dólares. Este feito notável torna “Deadpool & Wolverine” apenas o 16º filme a ultrapassar a marca dos 600 milhões de dólares nos Estados Unidos, um marco que apenas 11 outros filmes da Disney já alcançaram.

O filme, que é o segundo maior sucesso mundial de 2024, arrecadou 1,26 mil milhões de dólares globalmente, ficando atrás apenas de “Divertida-Mente 2”, que conseguiu 1,66 mil milhões. A popularidade de “Deadpool & Wolverine” deve-se não só à química inegável entre Reynolds e Jackman, que são amigos na vida real, mas também ao apelo contínuo dos personagens da Marvel entre os fãs de cinema.

Este sucesso foi um alívio bem-vindo para Hollywood após uma série de fracassos de grandes produções ao longo do verão, incluindo “O Reino do Planeta dos Macacos”, “Profissão: Perigo”, e “Furiosa: Uma Saga Mad Max”. A capacidade de “Deadpool & Wolverine” para atrair grandes públicos semana após semana ajudou a elevar os totais de bilheteiras de agosto para níveis superiores aos do período pré-pandemia, sugerindo uma recuperação gradual da indústria cinematográfica após os desafios impostos pela COVID-19 e pelas greves de argumentistas e atores.

Além disso, outros filmes contribuíram para esta recuperação, como o thriller de terror de ficção científica “Alien: Romulus” e o drama romântico “Isto Acaba Aqui”, ambos com desempenhos sólidos nas bilheteiras. “Alien: Romulus”, situado décadas após o filme original de 1979, trouxe um toque de nostalgia aos cinemas, enquanto “Isto Acaba Aqui”, baseado no romance popular de Colleen Hoover, surpreendeu com o seu apelo duradouro e sucesso inesperado.

“Deadpool & Wolverine” destaca-se como um dos maiores sucessos de bilheteiras do ano, revitalizando a confiança dos estúdios de Hollywood na capacidade das grandes produções de atrair audiências em massa. Com a chegada iminente de novos lançamentos como “Beetlejuice Beetlejuice” de Tim Burton, espera-se que a tendência positiva continue.

“O Cinema Está Muito Mal”: Brian Cox Critica Domínio dos Super-Heróis e Fala Sobre Hugh Jackman e Ryan Reynolds

A sinceridade característica de Brian Cox, conhecido pelo seu papel em “Succession”, voltou a marcar presença durante um painel no Festival Internacional de Cinema de Edimburgo. Tal como o implacável Logan Roy, a sua personagem na série aclamada, o ator escocês não poupou nas palavras ao abordar o estado atual do cinema.

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Brian Cox, que já tinha dado que falar com as suas opiniões controversas no livro de memórias “Putting the Rabbit in the Hat” em 2021 e mais recentemente ao criticar a interpretação de Joaquin Phoenix em “Napoleão” (2023) e os erros históricos em “Braveheart” (1995), voltou a fazer declarações contundentes. Desta vez, o alvo das suas críticas foi o impacto das franquias de super-heróis no cinema.

Durante o painel, quando questionado sobre o sucesso global das séries de TV, Cox afirmou: “A televisão está a preencher o papel que o cinema costumava ter. Acho que o cinema está em maus lençóis. Perdeu o seu espaço, em parte, devido à grandiosidade da Marvel, DC e afins. E, na verdade, parece que isso está a começar a implodir. Estamos a perder o fio à meada”. Estas declarações foram citadas pela revista The Hollywood Reporter.

Cox prosseguiu criticando os grandes blockbusters de Hollywood, destacando que, embora gerem enormes receitas e deixem muitos felizes, acabam por diluir a qualidade do trabalho cinematográfico. “É sempre a mesma coisa… quer dizer, eu também participei em projetos assim,” referiu o ator, recordando o seu papel como William Stryker Jr. em “X-Men 2”.

Com humor, Cox comentou: “Quando esses filmes aparecem, há sempre uma parte de mim [como Stryker] presente, mas nunca recebo o devido reconhecimento”. No entanto, a conversa ganhou um tom mais sério quando expressou o seu desejo de ver colegas atores a explorar outros géneros, referindo-se particularmente a Hugh Jackman e Ryan Reynolds, estrelas de “Deadpool & Wolverine”.

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“O sucesso destes filmes tornou-se uma espécie de celebração para alguns atores. Sabemos que Hugh Jackman é capaz de muito mais, tal como Ryan Reynolds, mas eles seguem esse caminho porque é onde está o sucesso de bilheteira. Ganham muito dinheiro com isso. Não se pode criticar”, concluiu Cox, numa análise crítica mas realista sobre o atual panorama cinematográfico.

Deadpool & Wolverine: Uma Homenagem Irónica ao Legado da Marvel

O tão aguardado filme Deadpool & Wolverine finalmente chegou, trazendo consigo uma mistura explosiva de nostalgia e irreverência, características já conhecidas do universo de Deadpool. Desde a aquisição da Fox pela Disney, os fãs de Deadpool questionavam como o irreverente mercenário se encaixaria no mais “família” universo da Disney. A resposta vem com este filme que, ao mesmo tempo que faz rir, celebra duas décadas de cinema da Marvel com um toque de autocrítica e saudosismo.

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O filme, realizado por Shawn Levy e protagonizado por Ryan Reynolds, traz de volta o icónico Hugh Jackman no papel de Wolverine. Depois do emocionante adeus à personagem em Logan (2017), Jackman retorna numa versão ainda mais desencantada e reticente, num esforço para redimir-se dos acontecimentos que levaram ao fim dos X-Men no seu universo. No entanto, é arrastado por Deadpool numa missão multiversal, que mais parece uma viagem caótica por vários momentos e referências do passado da Marvel sob a Fox.

Trailler Final

Deadpool & Wolverine navega pelas complexas águas do multiverso do MCU, proporcionando uma avalanche de referências e participações especiais que oscilam entre a galhofa e a nostalgia. Embora o filme se esforce para manter o tom desrespeitoso e caótico característico de Deadpool, fica claro que agora ele opera sob o olhar atento da Disney. Isso reflete-se na forma como o humor é balanceado com a necessidade de agradar a um público mais amplo, muitas vezes evitando ultrapassar certos limites que poderiam alienar a audiência “família” da Disney.

Ryan Reynolds, que além de protagonista é também produtor e colaborador no roteiro, consegue manter a essência do personagem ao mesmo tempo que explora novas camadas, especialmente nas interações com Wolverine. Este equilíbrio delicado entre a irreverência e a nostalgia é o que dá ao filme o seu charme único, embora por vezes as inúmeras referências e participações especiais façam a trama perder o foco, questionando-se se está a contar uma história ou apenas a divertir-se com ela.

No entanto, apesar das suas inconsistências, Deadpool & Wolverine consegue entregar uma experiência divertida e, em certos momentos, emocionante. Não é o filme que revolucionará o MCU, mas é certamente uma obra que celebra o passado, enquanto prepara o terreno para futuras aventuras. Com uma excelente banda sonora repleta de clássicos dos anos 2000, o filme é um presente para os fãs que têm seguido este universo desde o início, agora com a promessa de mais irreverência no horizonte, mas sempre com um toque de nostalgia.

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O filme também se destaca pela química inegável entre Ryan Reynolds e Hugh Jackman. A dupla, que há anos mantém uma amizade cheia de provocações públicas, traduz essa dinâmica para o ecrã de forma brilhante. A interação entre Deadpool e Wolverine é o coração pulsante do filme, com diálogos afiados e cenas de ação que equilibram brutalidade com humor, algo que os fãs esperavam ansiosamente.

O diretor Shawn Levy, conhecido por trabalhos anteriores com Reynolds em Free Guy e Projeto Adam, traz novamente o seu toque característico, misturando ação e comédia com uma pitada de drama. Levy consegue, com habilidade, manter o tom do filme em sintonia com a natureza caótica de Deadpool, sem perder o fio condutor da história. No entanto, alguns críticos apontam que, em certos momentos, o filme parece hesitar entre seguir uma narrativa coesa e ceder à tentação de se perder em homenagens e referências ao passado da Marvel.

Outro ponto de destaque é a forma como o filme lida com o legado dos X-Men e da própria Marvel sob a Fox. Deadpool & Wolverine não se esquiva de abordar o fim da era Fox, mas faz isso com uma mistura de respeito e zombaria. O filme consegue ser, ao mesmo tempo, uma despedida e uma celebração dos momentos mais icónicos dos X-Men no cinema, algo que certamente ressoará com os fãs de longa data.

Apesar de não ser um filme revolucionário, Deadpool & Wolverine cumpre a sua promessa de entregar entretenimento puro, recheado de nostalgia e momentos inesquecíveis. Para os fãs, é uma oportunidade de revisitar personagens e histórias que ajudaram a moldar o universo dos super-heróis no cinema, agora sob uma nova luz. Para a Marvel, é um passo em direção ao futuro, com a promessa de que, mesmo sob a asa da Disney, Deadpool continuará a ser o mercenário boca-suja que todos conhecem e amam.

O filme também deixa algumas questões em aberto, especialmente sobre como Deadpool e Wolverine se integrarão no futuro do MCU. Embora o filme funcione bem como uma aventura autônoma, é impossível não especular sobre o que está por vir. Com o multiverso agora uma realidade consolidada no MCU, as possibilidades são infinitas, e os fãs certamente estão ansiosos para ver como esses personagens se encaixarão nas próximas fases do universo Marvel.

Em suma, Deadpool & Wolverine é um filme que, embora não livre de falhas, consegue ser uma celebração divertida e nostálgica do legado da Marvel. Com performances sólidas, uma trilha sonora cativante e uma dose saudável de humor e ação, o filme é uma adição digna ao catálogo crescente do MCU e uma prova de que, mesmo sob novas diretrizes, Deadpool continua a ser um dos personagens mais únicos e amados do universo Marvel.

Ryan Reynolds e Blake Lively Dominam as Bilheteiras com “Deadpool & Wolverine” e “It Ends With Us”

O casal de Hollywood, Ryan Reynolds e Blake Lively, alcançou um feito notável nas bilheteiras com os seus mais recentes filmes, “Deadpool & Wolverine” e “It Ends With Us”. Os dois filmes, embora distintos em género e público-alvo, conseguiram capturar a atenção do público global, criando um fenómeno de bilheteiras comparável ao “Barbenheimer”.

“Deadpool & Wolverine” da Marvel Studios e Disney, que se destaca pela sua mistura de humor irreverente e ação desenfreada, continua a quebrar recordes. No seu terceiro fim de semana, o filme arrecadou 54,2 milhões de dólares na América do Norte, elevando o total doméstico para 494,3 milhões e os ganhos internacionais para 535,2 milhões de dólares. Com um total global que ultrapassa a marca de 1,029 mil milhões de dólares, o filme está prestes a destronar “Joker” como o filme R-rated mais lucrativo de sempre nas bilheteiras mundiais.

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Por outro lado, “It Ends With Us”, protagonizado e produzido por Blake Lively, teve uma estreia impressionante, arrecadando 50 milhões de dólares apenas no mercado doméstico, superando todas as expectativas. O filme, baseado no romance best-seller de Colleen Hoover, explora temas de amor, trauma e superação, e captou especialmente o público feminino, com 84% dos bilhetes vendidos a mulheres. A nível global, o filme já arrecadou 80 milhões de dólares, com destaque para os mercados europeus, onde liderou as bilheteiras no Reino Unido.

Este sucesso não só é um marco para o casal, mas também representa um renascimento das bilheteiras de agosto, com as receitas domésticas a subirem 35% em comparação com o mesmo período do ano passado. Além disso, é a primeira vez na história que dois filmes de agosto ultrapassam os 50 milhões de dólares no mesmo fim de semana.

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Ryan Reynolds e Blake Lively têm promovido ativamente os filmes um do outro, evitando qualquer competição direta. Este apoio mútuo e a proximidade das datas de lançamento resultaram no que muitos já chamam de um “momento Barbenheimer”, com ambos os filmes a dominarem as conversas e as bilheteiras.