Super Mario Galaxy: O Filme — Quando Mario deixa o chão… e o cinema cresce com ele 🚀🍄

Depois de conquistar o mundo em 2023, Mario regressa ao cinema com uma ambição clara: deixar de ser apenas um fenómeno nostálgico e tornar-se num verdadeiro universo cinematográfico. Super Mario Galaxy: O Filme não é só uma sequela — é uma mudança de escala.

Desta vez, a história afasta-se do Reino Cogumelo e leva-nos para o espaço, num cenário muito mais vasto e imprevisível. Inspirado diretamente nos jogos Super Mario Galaxy, o filme coloca Mario, Luigi e companhia numa viagem por planetas e galáxias, onde cada mundo tem regras próprias e uma identidade visual distinta.  

Depois de conquistar o mundo em 2023, Mario regressa ao cinema com uma ambição clara: deixar de ser apenas um fenómeno nostálgico e tornar-se num verdadeiro universo cinematográfico. Super Mario Galaxy: O Filme não é só uma sequela — é uma mudança de escala.

Desta vez, a história afasta-se do Reino Cogumelo e leva-nos para o espaço, num cenário muito mais vasto e imprevisível. Inspirado diretamente nos jogos Super Mario Galaxy, o filme coloca Mario, Luigi e companhia numa viagem por planetas e galáxias, onde cada mundo tem regras próprias e uma identidade visual distinta.  

E isso muda tudo.

Se o primeiro filme funcionava como uma introdução — quase uma carta de amor aos fãs — este parece querer ir mais longe, com uma narrativa mais expansiva e um tom mais épico. A presença de personagens como Rosalina e Bowser Jr. reforça essa ideia de crescimento e de aposta num universo mais rico e interligado.  

Mas há um elemento que, para o público português, continua a ser absolutamente decisivo: a dobragem.

Uma dobragem portuguesa que dá identidade ao filme

Tal como no primeiro filme, a versão portuguesa volta a apostar na continuidade — e isso nota-se. Luís Barros regressa como Mario, acompanhado por Eduardo Frazão (Luigi), Laura Dutra (Peach), Pedro Bargado (Bowser) e Alexandre Carvalho (Toad), entre outros.  

Mais do que nomes, é a consistência que faz a diferença. As vozes já são reconhecíveis, já fazem parte da experiência, e isso ajuda a criar uma ligação imediata com o público. Não soa a “versão alternativa” — soa a versão nossa.

Num país onde a dobragem em animação é dominante, este detalhe não é menor. Pelo contrário: é muitas vezes o que transforma um filme divertido numa experiência memorável para famílias inteiras.

Um passo lógico… mas arriscado

Levar Mario para o espaço faz todo o sentido do ponto de vista criativo. Os jogos Galaxy são dos mais celebrados da saga precisamente por essa liberdade visual e mecânica.

Mas no cinema, essa mesma liberdade pode ser um risco. Um mundo demasiado fragmentado pode tornar a narrativa dispersa — e o desafio do filme será precisamente equilibrar espectáculo com coesão.

Ainda assim, há sinais positivos. A equipa criativa mantém-se — com Aaron Horvath e Michael Jelenic na realização e Matthew Fogel no argumento — e isso garante continuidade no tom e na abordagem.  

E depois há a ambição. Este não é um filme feito “para cumprir calendário”. É um filme feito para crescer.

Mais do que Mario

O mais interessante em Super Mario Galaxy: O Filme talvez não seja apenas o que mostra… mas o que sugere.

O espaço abre portas. A novas personagens. A novas histórias. A possíveis cruzamentos com outras propriedades da Nintendo.

E pela primeira vez, isso começa a parecer real.

Se o primeiro filme provou que Mario podia funcionar no cinema, este pode ser o momento em que percebemos que o universo Nintendo pode mesmo tornar-se algo maior.

Super Mario Galaxy: O Filme tem um desafio simples de enunciar — mas difícil de cumprir: ser maior, melhor e mais ousado do que o anterior.

Tem a vantagem da base construída.

Tem a força de uma marca global.

E tem, acima de tudo, a liberdade criativa que o espaço permite.

Agora resta saber se consegue fazer aquilo que os melhores filmes fazem: transformar ambição em algo memorável.

Se conseguir… Mario não vai apenas conquistar galáxias.

Vai consolidar-se como uma das maiores franquias do cinema moderno.

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Os Minions Estão de Volta — e Desta Vez Trazem Monstros no Reboque

Trailer do Super Bowl revela primeiras imagens e título oficial de Minions & Monsters

Os Minions nunca sabem entrar em cena de forma discreta — e o Super Bowl foi, mais uma vez, o palco ideal para provar isso. Durante a edição de 2026 do maior evento televisivo norte-americano, a Universal apresentou o primeiro vislumbre do novo capítulo protagonizado pelas pequenas criaturas amarelas, revelando oficialmente o título Minions & Monsters.

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O spot exibido durante o jogo foi curto, simples e deliberadamente caótico: um Minion corre em direcção à câmara, sobre um fundo branco imaculado, gritando “Minions!”… seguido de um inesperado “Monster!” e de um rugido ameaçador vindo de fora de campo. Antes de desaparecer, a mensagem final é clara: “Watch the trailer”. Pouco depois, o trailer completo foi disponibilizado online, confirmando que a loucura está longe de terminar.

Um novo filme, o mesmo caos controlado

Universal Pictures estreia Minions & Monsters nos cinemas a 1 de Julho, apostando novamente numa das propriedades mais rentáveis da animação moderna. A realização fica a cargo de Pierre Coffin, figura incontornável do universo Gru – O Maldisposto, responsável pelos três primeiros filmes da saga principal e pelo primeiro spin-off dedicado aos Minions.

Coffin não só realiza como volta a dar voz aos icónicos personagens, agora a partir de um argumento escrito por Brian Lynch. A produção pertence à Illumination, com Chris Meledandri e Bill Ryan como produtores.

De ajudantes de vilão a fenómeno global

Os Minions surgiram pela primeira vez em Gru – O Maldisposto, como ajudantes do ex-supervilão Gru, personagem com voz de Steve Carell. O que começou como um elemento cómico secundário rapidamente se transformou no verdadeiro motor da franquia.

Desde então, a saga expandiu-se com vários filmes spin-off, incluindo Minions: A Ascensão de Gru, e mais recentemente Gru – O Maldisposto 4. No total, entre filmes de Gru e Minions, a franquia soma perto de 5 mil milhões de dólares em receitas de bilheteira a nível mundial — um número que fala por si.

Para onde podem ir os Minions a seguir?

A resposta curta é: praticamente para qualquer lado. Em entrevista concedida em 2024, aquando da estreia de Gru – O Maldisposto 4, o realizador Chris Renaud admitiu que a equipa criativa está constantemente a explorar novas possibilidades para as personagens.

“Há sempre conversas sobre o que podemos fazer e para onde podemos levar estas figuras”, explicou. “Como mantê-las frescas, excitantes e diferentes.” Minions & Monsters parece ser precisamente o resultado dessa vontade de mexer na fórmula, introduzindo novos elementos — neste caso, monstros — sem abdicar da anarquia infantil que tornou os Minions um fenómeno transversal a gerações.

Um sucesso anunciado… com gargalhadas garantidas

Ainda que o trailer completo revele pouco sobre a história, uma coisa parece segura: Minions & Monsters não pretende reinventar a roda, mas sim fazê-la girar mais depressa e com mais barulho. O Super Bowl serviu para lembrar ao público que estes personagens continuam vivos, populares e prontos para dominar mais um Verão nas salas de cinema.

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Se haverá monstros verdadeiramente assustadores ou apenas mais uma desculpa para caos absoluto? Isso ficará para Julho. Mas, conhecendo os Minions, o desastre é garantido — e as gargalhadas também.