Mudança Histórica na Lucasfilm: Dave Filoni Assume o Comando Criativo Após Saída de Kathleen Kennedy

Uma nova era começa numa das casas mais icónicas da história do cinema

A Lucasfilm entra oficialmente numa nova fase da sua história. Após 14 anos à frente do estúdio, Kathleen Kennedydeixa o cargo de presidente da Lucasfilm para regressar em exclusivo à produção, abrindo caminho a uma nova liderança que promete moldar o futuro de Star Wars e muito mais. A transição foi anunciada pela própria Lucasfilm em conjunto com The Walt Disney Studios, confirmando Dave Filoni como Presidente e Chief Creative Officer, ao lado de Lynwen Brennan, que assume o cargo de Co-Presidente.

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Não se trata apenas de uma mudança administrativa. É, acima de tudo, uma redefinição criativa num estúdio que gere um dos universos mais influentes da cultura popular contemporânea.

Kathleen Kennedy: o fim de um ciclo decisivo

Kathleen Kennedy assumiu a presidência da Lucasfilm em 2012, no mesmo ano em que a Disney adquiriu o estúdio fundado por George Lucas. Ao longo de mais de uma década, liderou uma expansão sem precedentes do universo Star Wars, tanto no cinema como na televisão, enfrentando elogios, polémicas e expectativas colossais.

Sob a sua liderança nasceram fenómenos como Star Wars: The Force Awakens, que quebrou recordes de bilheteira, e Rogue One: A Star Wars Story, que não só superou mil milhões de dólares como deu origem à aclamada série Andor. Kennedy foi também a grande impulsionadora da aposta em séries de imagem real para o streaming, abrindo caminho a títulos como The MandalorianObi-Wan Kenobi e Ahsoka.

Agora, regressa à produção a tempo inteiro, mantendo-se ligada a projectos-chave como The Mandalorian and Grogu e Star Wars: Starfighter, realizado por Shawn Levy.

Dave Filoni: o discípulo assume o legado

A escolha de Dave Filoni para liderar criativamente a Lucasfilm é tudo menos surpreendente. Presença central no estúdio desde 2005, Filoni trabalhou directamente com George Lucas em Star Wars: The Clone Wars, ajudando a definir o tom moderno da saga. Mais tarde, foi uma peça-chave na transição para a televisão de imagem real, ao lado de Jon Favreau, com The Mandalorian.

Filoni tornou-se, aos olhos de muitos fãs, o grande guardião do espírito de Star Wars, equilibrando mitologia, emoção e coerência narrativa. Actualmente, é showrunner de Ahsoka, cuja segunda temporada já se encontra em produção, e prepara-se para estrear o filme The Mandalorian and Grogu nos cinemas a 22 de Maio de 2026.

Nas suas primeiras declarações, Filoni fez questão de sublinhar a influência determinante de Kathleen Kennedy e George Lucas na sua formação, assumindo o novo cargo com um tom de humildade pouco comum em posições desta dimensão.

Lynwen Brennan: estabilidade e inovação nos bastidores

Se Filoni representa a visão criativa, Lynwen Brennan simboliza a continuidade operacional e tecnológica. Na Lucasfilm desde 1999, começou na Industrial Light & Magic, onde chegou à liderança em 2009. Mais tarde, assumiu funções executivas centrais no grupo Lucasfilm, guiando o estúdio por profundas transformações tecnológicas.

O seu percurso foi reconhecido com distinções como o Lifetime Achievement Award da Visual Effects Society e o título de Comendadora da Ordem do Império Britânico. A sua nomeação como Co-Presidente garante equilíbrio entre criatividade, inovação e gestão — uma combinação essencial num estúdio com esta dimensão.

Um legado que atravessa gerações

Para lá da Lucasfilm, o nome de Kathleen Kennedy confunde-se com a própria história do cinema moderno. Co-fundadora da Amblin Entertainment ao lado de Steven Spielberg e Frank Marshall, esteve ligada a clássicos absolutos como E.T.Jurassic ParkBack to the Future e Schindler’s List. Ao longo de uma carreira de 50 anos, produziu mais de 70 filmes, responsáveis por 25 Óscares e centenas de nomeações.

A sua saída da liderança da Lucasfilm não representa um adeus, mas antes uma passagem de testemunho cuidadosamente preparada.

O futuro da Força

Com Dave Filoni e Lynwen Brennan ao leme, a Lucasfilm entra num novo capítulo com uma promessa clara: respeitar o legado, mas olhar em frente. Entre novos filmes, séries e abordagens narrativas mais coesas, a expectativa é elevada — e a responsabilidade também.

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Como o próprio Filoni diria: a Força continua a estar presente. Resta saber como será usada.

Dave Filoni Prepara-se para Assumir o Comando Criativo de Star Wars — E a Galáxia Está em Suspense

A sucessão em Lucasfilm começa finalmente a ganhar forma

Durante anos, falou-se da eventual saída de Kathleen Kennedy e do futuro da liderança criativa de Star Wars. Agora, um novo relatório da imprensa norte-americana indica que o momento está cada vez mais próximo — e que o nome destinado a assumir o leme da saga é praticamente inevitável. Segundo a Puck NewsDave Filoni estará prestes a tornar-se co-presidente da Lucasfilm, ficando responsável por toda a vertente criativa do universo Star Wars.

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A estrutura será partilhada: Filoni assumirá o lado criativo, enquanto Lynwen Brennan ficará com a gestão executiva. Na prática, porém, as grandes decisões narrativas e estratégicas da galáxia muito, muito distante passarão inevitavelmente pelas mãos de Filoni.

Um nome que dispensa apresentações aos fãs

Para os fãs de longa data, Dave Filoni não é apenas um executivo — é um autor. O criador esteve por trás de sete temporadas de Star Wars: The Clone Wars e quatro temporadas de Star Wars Rebels, somando mais de 200 episódios que redefiniram o potencial narrativo de Star Wars na televisão.

Nos últimos anos, Filoni tornou-se também peça central da transição para live-action. Esteve profundamente envolvido em The Mandalorian, colaborou em The Acolyte e liderou o seu projecto mais pessoal: Ahsoka, que trouxe personagens-chave da animação para o cânone oficial da era Disney.

Boa notícia ou risco criativo?

A possibilidade de Filoni liderar Star Wars divide opiniões. Para muitos fãs, é uma escolha lógica — e desejada. Poucos conhecem tão bem o ADN da saga, o seu tom mitológico e o equilíbrio entre aventura, tragédia e esperança. Os seus melhores momentos em The Clone Wars são frequentemente citados como alguns dos pontos altos de Star Wars no século XXI.

Outros, no entanto, levantam reservas. A principal crítica passa pela tendência de Filoni em centralizar excessivamente a narrativa em personagens e acontecimentos ligados à era Clone Wars/RebelsAhsoka, apesar de ambiciosa, teve uma recepção morna junto do público mais generalista, precisamente por depender fortemente desse conhecimento prévio.

O legado (injustamente) controverso de Kathleen Kennedy

Curiosamente, Kathleen Kennedy continua a ser apontada como a grande vilã da era Disney, sobretudo pelos projectos menos bem recebidos. No entanto, foi também sob a sua liderança que surgiram apostas arriscadas e aclamadas como Andor — hoje vista como uma das melhores produções de Star Wars de sempre.

A sucessão não acontece, portanto, num vazio criativo, mas num contexto fragmentado, onde muitas séries foram canceladas, encerradas ou pensadas como eventos únicos.

Um futuro ainda envolto em nevoeiro

Actualmente, Ahsoka é a única série com continuidade confirmada no Disney+. No cinema, o regresso da saga passa por The Mandalorian and Grogu, um spin-off directo da televisão — algo impensável há uma década.

Há ainda projectos em desenvolvimento como Starfighter e Dawn of the Jedi, rodeados por um verdadeiro cemitério de filmes cancelados.

A galáxia precisa de uma direcção clara

O grande desafio de Filoni será libertar Star Wars da dependência eterna da era Skywalker. O futuro da saga passa, inevitavelmente, por avançar no tempo — ou recuar milhares de anos. Permanecer preso ao mesmo período histórico é um risco criativo que a franquia já não pode correr.

Nada disto é ainda oficial, mas tudo indica que Dave Filoni assumirá um papel central na liderança da saga. Se trouxer consigo uma visão clara, corajosa e menos autocentrada, poderá ser o estabilizador que Star Wars precisa desesperadamente numa fase marcada pelo caos pós-Andor.

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A Força, desta vez, parece mesmo estar com ele. ✨

Hayden Christensen Quer Voltar a “Star Wars” Para Além de Ahsoka

De Anakin a fantasma orientador

Hayden Christensen, que regressa na 2.ª temporada de Ahsoka, não esconde que adoraria voltar ao universo Star Warspara além da série. O actor interpretou Anakin Skywalker na trilogia-prequela entre 2002 e 2005, e voltou a vestir a pele do personagem em Ahsoka (2023), surgindo como presença fantasmagórica para a sua antiga Padawan.

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Christensen já tinha feito pequenas participações em Star Wars: The Rise of Skywalker (2019) e na série Obi-Wan Kenobi(2022), mas a sua presença continuada em Ahsoka reacendeu a conversa sobre um possível novo projecto centrado no personagem.


“Estaria lá num piscar de olhos”

Durante um painel no Fan Expo Boston, citado pela Screen Rant, Christensen foi claro: “Cem por cento… adorava, sim. Se as entidades responsáveis decidirem que é algo que querem ver, eu estaria lá num piscar de olhos”.

Embora sublinhe que a decisão não está nas suas mãos, o actor mostrou-se entusiasmado com a hipótese de voltar a interpretar Anakin — seja como Jedi, seja na sua temível encarnação como Darth Vader.


Possibilidades para o futuro

A ligação de Anakin a Ahsoka é evidente, mas o seu impacto no universo Star Wars vai muito além disso. Como Darth Vader, foi responsável por devastar mundos e mudar o destino de inúmeras personagens.

Caso viesse a liderar uma produção própria, não faltaria material para explorar. As histórias em banda desenhada e romances oficiais poderiam servir de base para aprofundar os primeiros anos de Vader, permitindo ao director criativo Dave Filoni expandir ainda mais o arco do personagem.


Entre a nostalgia e a nova era de Star Wars

Christensen não confirmou envolvimento noutros projectos, mas também não fechou a porta a surpresas. Com várias produções da saga em desenvolvimento — nem todas ainda reveladas ao público — existe sempre a possibilidade de um regresso mais ambicioso.

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Para muitos fãs que cresceram com o Anakin de Christensen, ver o actor liderar uma série ou filme centrado em Vader seria um verdadeiro evento. Resta saber se a nova estratégia da Lucasfilm, focada mais na qualidade do que na quantidade, vai abrir espaço para concretizar esse desejo.

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🪐 Stewjon: O Planeta Nascido de uma Piada

Durante uma entrevista em 2010 no evento Star Wars Celebration V, George Lucas foi questionado por Jon Stewart sobre o planeta natal de Obi-Wan Kenobi. Com o seu humor característico, Lucas respondeu que Obi-Wan vinha de “Stewjon”, uma combinação dos nomes “Stewart” e “Jon” . Embora inicialmente dita em tom de brincadeira, a resposta foi posteriormente oficializada no cânone de Star Wars, com Stewjon sendo reconhecido como o planeta natal do Mestre Jedi . 

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📺 O Retorno de Obi-Wan em “Ahsoka”

A segunda temporada da série “Ahsoka”, prevista para 2026, promete explorar mais profundamente as origens de Obi-Wan Kenobi. Com flashbacks ambientados durante as Guerras Clónicas, os fãs poderão conhecer mais sobre a juventude de Obi-Wan e a sua relação com Anakin Skywalker . Esta abordagem permitirá uma compreensão mais rica do personagem e do seu desenvolvimento ao longo da saga. 

🧙‍♂️ George Lucas e a Evolução de Obi-Wan

George Lucas sempre teve uma visão clara para Obi-Wan Kenobi, concebendo-o como o mentor de Luke Skywalker. Inicialmente, Lucas planeava que Obi-Wan continuasse a treinar Luke em “O Império Contra-Ataca”, mas decidiu que a morte de Obi-Wan em “Uma Nova Esperança” seria mais impactante para a narrativa . Esta decisão permitiu que Obi-Wan se tornasse uma figura espiritual, guiando Luke mesmo após a morte. 

🧩 Curiosidades do Cânone

  • Stewjon é descrito como um planeta com atmosfera respirável e paisagens predominantemente cobertas de relva. 
  • Obi-Wan foi levado de Stewjon ainda criança para ser treinado como Jedi, o que explica a sua fraca ligação ao planeta natal. 
  • O planeta também é mencionado em materiais do universo expandido, como nos quadrinhos da Marvel.

🌌 Conclusão

A revelação do planeta natal de Obi-Wan Kenobi como sendo Stewjon é um exemplo fascinante de como o universo de Star Wars continua a evoluir, incorporando até mesmo momentos de humor do seu criador. Com a promessa de novas explorações do passado de Obi-Wan na próxima temporada de “Ahsoka”, os fãs têm muito a antecipar nesta galáxia muito, muito distante.

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🌌 4 de Maio: O dia em que a Força está mais viva do que nunca — A história por detrás do feriado extraoficial de Star Wars

“May the Force be with you.” Poucas frases têm o poder de unir gerações de fãs como esta. Todos os anos, a 4 de Maio, milhões de pessoas em todo o mundo celebram o universo criado por George Lucas com entusiasmo quase religioso. Mas como é que este dia se tornou o feriado não-oficial mais celebrado da cultura pop moderna?

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📅 Uma piada que virou tradição

O trocadilho é irresistível: “May the Fourth be with you” soa quase igual a “May the Force be with you” (Que a Força esteja contigo). Foi este jogo de palavras que, nos anos 2000, ganhou vida própria nas redes sociais, até se transformar num movimento mundial de celebração. Mas o primeiro uso registado da expressão ocorreu bem antes — a 4 de maio de 1979, quando o London Evening News publicou um anúncio de parabéns a Margaret Thatcher, recém-eleita primeira-ministra do Reino Unido, com a frase: “May the Fourth Be With You, Maggie. Congratulations.”

Ao longo dos anos, os fãs de Star Wars — sempre criativos e organizados — adotaram a data como pretexto para homenagens, maratonas de filmes, cosplay e eventos especiais em todo o planeta.


🛸 A força do marketing (e do carinho)

Embora tenha nascido de forma espontânea, a Disney e a Lucasfilm não tardaram a reconhecer o potencial do 4 de Maio como ferramenta de envolvimento com os fãs. Desde que a Disney adquiriu a Lucasfilm em 2012, o Star Wars Daypassou a ser oficialmente celebrado com lançamentos, descontos, anúncios de novos projetos, conteúdos exclusivos no Disney+, e até eventos ao vivo.

É neste dia que os estúdios gostam de revelar novidades sobre as séries do universo expandido — como The MandalorianAhsoka ou Andor — e os novos filmes em desenvolvimento. Também é comum que os fãs aproveitem para rever a saga completa ou destacar as suas cenas preferidas nas redes sociais. O amor por Star Wars transcende gerações, e a Força, aparentemente, continua a crescer.


🌠 A Força ainda está connosco

Mais de 45 anos após a estreia do primeiro filme (Uma Nova Esperança, de 1977), o legado de Star Wars está mais vivo do que nunca. Novas gerações descobrem a saga todos os dias, e personagens como Darth Vader, Luke Skywalker, Leia Organa, Yoda, Rey e Grogu (também conhecido como Baby Yoda) continuam a inspirar debates, paixões e… memes, claro.

O 4 de Maio é mais do que uma data engraçada. É uma homenagem à criatividade, à mitologia moderna, ao poder da narrativa e, sobretudo, à comunidade global que encontra em Star Wars muito mais do que entretenimento: encontra sentido, pertença e, claro… Força.