Patrick Stewart regressa ao comando… agora num DeLorean elétrico

O eterno Capitão Picard lidera a nova campanha futurista da DeLorean

Sir Patrick Stewart, conhecido mundialmente como o Capitão Jean-Luc Picard de Star Trek, voltou a assumir o leme — desta vez, não de uma nave estelar, mas sim do relançamento do icónico DeLorean. Num anúncio intitulado “DeLorean – Next Frontier”, Stewart empresta a sua voz e presença para apresentar o Alpha5 EV, o primeiro novo modelo da marca em mais de 40 anos.  

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O vídeo promocional começa com uma música reminiscentemente espacial e a mensagem “Target acquired. Location: Mars”, seguida por um DeLorean a atravessar a superfície vermelha do planeta. Stewart, sentado numa ponte de comando futurista, declara:

“Dizem que a melhor forma de prever o futuro é criá-lo. E assim, após décadas, encontramo-nos perante a evolução da ciência automóvel, onde a inovação encontra um ícone. O sonho continua enquanto uma nova fronteira nos espera.”


⚡ Alpha5 EV: o regresso do ícone com tecnologia de ponta

O Alpha5 EV mantém o design clássico das portas em asa de gaivota, agora combinado com uma plataforma totalmente elétrica. Além disso, a DeLorean está a introduzir um sistema de reservas baseado em blockchain, permitindo que entusiastas adquiram “build slots” tokenizados para o Alpha5 EV. Estes tokens, disponíveis por $2.500 em USDC, garantem uma posição na fila de produção e podem ser negociados entre utilizadores.  

Com esta iniciativa, a DeLorean pretende redefinir a experiência de aquisição de veículos, oferecendo transparência, segurança e uma abordagem futurista ao mercado automóvel. A colaboração com Stewart reforça a ligação entre o legado da marca e a inovação tecnológica, apelando tanto a fãs de ficção científica como a entusiastas de automóveis. 

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Tradução em Português do filme:

” Eles dizem que a melhor forma de prever o futuro é cria-lo. E então, depois de décadas, encontramo-nos em frente à evolução da ciência automotiva, a inovação encontra um icon. O Sonho continua enquanto uma nova fronteira aguarda…Onde a DeLorean Aguarda!”

🎬 The Salt Path: Gillian Anderson e Jason Isaacs dão rosto à crise da habitação no Reino Unido

Filme baseado em memórias reais alerta para o crescimento do sem-abrigo e a dignidade na adversidade

A actriz Gillian Anderson fez um alerta contundente: a crise de sem-abrigo no Reino Unido “vai piorar” — sobretudo se o país entrar em recessão. As declarações foram feitas no contexto de The Salt Path, filme onde interpreta uma mulher que, a par do marido (interpretado por Jason Isaacs), enfrenta a perda de tudo: casa, estabilidade e saúde.

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O filme adapta o livro de memórias de Raynor Winn, sucesso literário de 2018 que passou quase dois anos na lista de bestsellers do Sunday Times e vendeu mais de um milhão de cópias.


🥾 Uma caminhada de 630 milhas contra o desespero

Em The Salt Path, Ray e Moth são forçados a abandonar a sua quinta depois de uma acção judicial e vêem-se, com um diagnóstico terminal à perna, a dormir ao relento. Sem apoio do Estado, pegam numa tenda e duas mochilas e partem à descoberta do South West Coast Path, caminhando 630 milhas ao longo da costa de Somerset, Devon, Dorset e Cornualha.

A viagem torna-se uma meditação sobre a resistência, a natureza e o amor — com a própria paisagem a assumir um papel central, como explica Gillian Anderson: “A natureza tornou-se um terceiro personagem do filme.”

Jason Isaacs partilha essa visão, revelando que Raynor Winn o surpreendeu ao dizer: “Não é apenas a natureza, é o caminho. Aquele caminho.”

🏠 Um drama que reflecte o presente

Num Reino Unido onde uma em cada 200 famílias vive em situação de sem-abrigo, segundo dados recentes do Financial Times, a mensagem do filme não podia ser mais urgente.

Anderson afirma que a realidade nas ruas britânicas mudou radicalmente nos últimos anos, e que agora se aproxima daquilo que costumava ver em Vancouver ou na Califórnia. Já Isaacs destaca que espera que o filme ensine o público a olhar novamente — e com compaixão — para quem vive nas margens.


🎥 Filmado no terreno — e com impacto real

Rodado em 2023 nos próprios locais descritos nas memórias, o filme beneficia da beleza natural da costa britânica, mas sem nunca romantizar a precariedade dos seus protagonistas. Pelo contrário: o filme é um lembrete brutal e poético de que a dignidade pode sobreviver à exclusão.

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The Salt Path estreia nas salas de cinema do Reino Unido a 30 de Maio de 2025, com distribuição internacional ainda por anunciar.

“Não estou mais em negação”: Barry Keoghan revela vício, trauma e redenção

O ator irlandês Barry Keoghan revelou recentemente a sua luta contra o vício em drogas, uma batalha profundamente enraizada na sua infância marcada por tragédias familiares. Em entrevistas recentes, Keoghan partilhou que perdeu a mãe devido ao vício em heroína quando tinha apenas 12 anos. Após a morte da mãe, ele e o irmão passaram por 14 casas de acolhimento antes de serem criados pela avó. O ator também mencionou que perdeu outros membros da família, incluindo o pai, dois tios e um primo, devido ao abuso de substâncias.  

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Apesar de se tornar pai em 2022, Keoghan admitiu que continuou a lutar contra o vício. Ele reconheceu que a curiosidade o levou a experimentar drogas, mesmo sabendo dos riscos envolvidos. Em declarações, afirmou: “Não estou mais em negação. Entendo que tenho um vício e sou um viciado.”  

Keoghan também falou sobre as pressões de Hollywood e como isso contribuiu para o seu consumo de drogas. Ele revelou que tem cicatrizes físicas como resultado do uso de substâncias. No entanto, agora sente-se em paz, presente e responsável pela sua vida. O ator expressou gratidão pelo apoio recebido durante o processo de reabilitação, destacando a importância de aceitar o vício para iniciar a recuperação. 

Além de abordar o seu passado, Keoghan está focado no futuro, incluindo o seu papel como Ringo Starr nos próximos filmes biográficos dos Beatles dirigidos por Sam Mendes.  

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A coragem de Barry Keoghan em partilhar a sua história serve como um lembrete poderoso da importância da aceitação, do apoio e da recuperação na luta contra o vício.

👗 Juliette Binoche encerra Cannes 2025 com estilo descontraído e elegância à francesa

A presidente do júri surpreendeu na cerimónia de encerramento com um visual inesperado, depois de doze dias de moda arrojada e sofisticada na Croisette

Juliette Binoche, uma das figuras mais queridas e respeitadas do cinema europeu, voltou a provar que o seu estilo é tão versátil quanto o seu talento. Na cerimónia de encerramento do Festival de Cannes 2025, que decorreu no dia 24 de Maio, a actriz e presidente do júri apresentou-se com um visual inesperado: descontraído, desportivo, mas irrepreensivelmente elegante.

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🧥 Um look “chic casual” para fechar com leveza

Para a grande noite, Binoche optou por uma longa saia plissada azul noite, salpicada de pérolas e pequenos cristais. A peça foi complementada por um cinto preto com fivela prateada, a evocar os mesmos tons dos detalhes da saia.

O destaque maior, no entanto, foi o inesperado bomber com capuz, da mesma cor da saia, que cobria um t-shirt branco com gola vermelha — uma combinação ousada e confortável que desafiou os códigos formais habituais da passadeira vermelha. As mangas do casaco foram arregaçadas até aos cotovelos, conferindo à actriz um ar ligeiramente desportivo, quase irreverente, sem perder classe.

No que toca a acessórios, minimalismo absoluto: apenas uns pequenos brincos prateados. Sem relógio. Sem pulseiras. Sem pretensões.


🎨 Cores, texturas e assinatura: o estilo de uma presidente com personalidade

Ao longo das doze noites do festival, Juliette Binoche mostrou-se entusiasta pelas cores ousadas e pelos contrastes. Vestiu Jacquemus em tons de amarelo manteiga, arrasou com um conjunto Gucci que misturava vermelho vivo, verde e roxo, e brilhou com um clássico vestido de seda escarlate no jantar de abertura.

Mas foi no dia 13 de Maio, durante a cerimónia de abertura do festival, que encantou todos os presentes com uma vestido branco imaculado da Dior, a lembrar os tempos de Trois Couleurs: Bleu, onde se afirmou como um ícone do cinema europeu.


✨ Aos 61, estilo intacto — e autoridade incontestada

Juliette Binoche encerrou Cannes 2025 como o começou: com graça, confiança e autenticidade. A sua escolha de roupas revelou não só sensibilidade estética, mas também uma recusa em se submeter às convenções do que “deve” vestir uma presidente do júri. Como sempre, fez à sua maneira. E brilhou.

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Margaret Qualley lidera elenco de luxo em filme que mistura humor negro, culto religioso e romance lésbico

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Ethan Coen, conhecido pelo seu trabalho com o irmão Joel, regressa ao Festival de Cannes com Honey Don’t!, uma comédia noir que marca a sua segunda longa-metragem a solo. O filme, protagonizado por Margaret Qualley, Aubrey Plaza e Chris Evans, teve a sua estreia mundial na secção de Sessões da Meia-Noite do festival, recebendo uma ovação de pé de 6,5 minutos.  


🕵️‍♀️ Uma detective privada em terras áridas

Em Honey Don’t!, Margaret Qualley interpreta Honey O’Donahue, uma detective privada de língua afiada que investiga uma série de mortes misteriosas ligadas a uma igreja em Bakersfield, Califórnia. A trama desenrola-se num cenário menos glamoroso que o habitual Los Angeles, oferecendo uma nova perspectiva ao género noir.  


🎭 Elenco estelar e personagens marcantes

O filme conta com um elenco de peso:

  • Aubrey Plaza como MG Falcone, interesse romântico de Honey; 
  • Chris Evans no papel de Reverend Drew Devlin, um pregador corrupto; 
  • Charlie Day como o detective Marty Metakawich. 

Esta é a segunda colaboração de Coen com Qualley e a co-argumentista Tricia Cooke, após Drive-Away Dolls (2024).  


🎬 Uma abordagem inovadora ao género noir

Coen e Cooke procuraram reinventar o género noir, introduzindo uma protagonista lésbica e ambientando a história numa região desértica da Califórnia. O filme apresenta cenas de violência estilizada, inspiradas nos primeiros trabalhos de Sam Raimi, com o objectivo de serem impactantes mas não gratuitamente sádicas.  

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📅 Estreia nos cinemas

Honey Don’t! tem estreia marcada nos cinemas dos Estados Unidos a 22 de Agosto de 2025. Ainda não há confirmação para a estreia em Portugal. 

🕶️ Aaron Taylor-Johnson será o próximo James Bond? Tudo aponta nessa direcção

Actor britânico torna-se embaixador da Omega e reacende os rumores de que sucederá a Daniel Craig como 007

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O mistério em torno de quem irá assumir o papel de James Bond depois de Daniel Craig está a aquecer — e Aaron Taylor-Johnson volta a liderar a corrida. Depois de meses de especulação, o actor britânico foi agora anunciado como o novo embaixador global da Omega, a prestigiada marca de relógios associada ao agente secreto desde GoldenEye (1995).

🕵️ Um teste secreto e uma performance memorável

Segundo o jornal The Sun, Taylor-Johnson realizou um teste secreto nos Estúdios Pinewood em 2022, onde terá impressionado os produtores da EON Productions com a sua postura, presença física e elegância — três ingredientes fundamentais para vestir o icónico smoking.

Desde então, os rumores não pararam, com diversas fontes a indicarem que o actor de Kick-Ass e Bullet Train terá recebido uma oferta formal para assumir o papel de 007.

⌚ O poder de um relógio

Se há objecto simbólico que define Bond, para além do martíni e do Aston Martin, é o seu relógio. A ligação histórica entre a Omega e o universo 007 torna a nomeação de Taylor-Johnson como embaixador da marca num sinal quase inequívoco de que algo está a cozinhar nos bastidores.

Na história da publicidade cinematográfica, nunca um relógio disse tanto.

🎬 O apoio dos antigos e o silêncio dos actuais

O antigo Bond Pierce Brosnan elogiou publicamente Taylor-Johnson, afirmando que este tem “carisma e intensidade” suficientes para assumir o legado. Ao mesmo tempo, nomes como Theo James e Henry Cavill continuam a surgir em listas de favoritos, mas perderam força nas últimas semanas.

Até agora, Barbara Broccoli, produtora da saga, mantém o silêncio habitual, prometendo novidades apenas quando o novo projecto estiver solidificado.

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🧨 O que esperar do próximo Bond?

Com a guerra na Ucrânia, a ascensão da extrema-direita e o colapso de figuras de poder tradicionais, o mundo mudou desde No Time to Die. Os produtores já disseram que o próximo Bond será “uma reinvenção” — o que, para muitos, faz de Taylor-Johnson, com o seu ar simultaneamente clássico e rebelde, o candidato perfeito.

🎭 Cleo Diára Faz História em Cannes: Primeira Atriz Portuguesa a Vencer na Secção Un Certain Regard

Distinção internacional para a protagonista de “O Riso e a Faca” consagra o talento lusófono e dá novo impulso ao cinema português

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Foi uma noite histórica para o cinema português e lusófono. A atriz Cleo Diára conquistou o prémio de Melhor Atriz na secção Un Certain Regard do Festival de Cannes 2025, graças à sua interpretação arrebatadora em O Riso e a Faca, realizado por Pedro Pinho. É a primeira vez que uma intérprete portuguesa vence este prestigiado prémio no maior festival de cinema do mundo.


Uma interpretação de corpo inteiro

Cleo Diára dá vida a Diára, uma mulher que vive num território africano onde se cruza com um engenheiro ambiental português envolvido num projeto de construção de uma estrada. Entre o calor do deserto e os silêncios da selva, a sua personagem carrega o peso do passado, do corpo colonizado e da intimidade como terreno de resistência.

A performance de Diára foi amplamente elogiada pela crítica internacional pela sua intensidade contidapresença magnética e uma rara capacidade de comunicar emoções complexas sem recorrer ao óbvio. A entrega física e emocional da atriz imprimiu uma marca indelével num filme já de si ousado na forma e no conteúdo.


Uma vitória partilhada (mas distinta)

O prémio foi atribuído ex aequo com Frank Dillane, protagonista de Urchin, mas isso não retira o brilho à conquista: trata-se de um reconhecimento sem precedentes para uma atriz com origens cabo-verdianas e carreira feita maioritariamente em Portugal. Cleo Diára junta-se assim a um restrito grupo de talentos nacionais que já deixaram marca em Cannes — mas com um feito inédito no feminino e na representação.


Impacto para além do troféu

O prémio de Melhor Atriz em Un Certain Regard é mais do que uma medalha: é uma afirmação de que o cinema português pode competir ao mais alto nível, com histórias que cruzam geografias, identidades e feridas históricas. E é também uma validação do percurso artístico de Cleo Diára, que se afirmou como uma das atrizes mais promissoras e comprometidas da sua geração.

Num festival onde estrearam filmes realizados por nomes como Scarlett Johansson e Kristen Stewart, foi a voz serena mas poderosa de Cleo Diára que ficou gravada na memória do júri.


E agora?

Com O Riso e a Faca ainda a iniciar o seu circuito internacional, a vitória em Cannes promete abrir portas — tanto para a atriz como para o filme. Distribuidores, festivais e críticos de todo o mundo estarão agora atentos ao próximo passo de Cleo Diára, que provou não apenas ter talento, mas ser capaz de o projectar num dos palcos mais exigentes do mundo.

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Evil Dead Burn: Novo capítulo da saga promete terror visceral em 2026

Hunter Doohan, Luciane Buchanan e Tandi Wright juntam-se ao elenco do próximo filme da franquia, que será realizado por Sébastien Vaniček

A saga Evil Dead prepara-se para regressar aos cinemas com Evil Dead Burn, um novo filme que promete levar o terror a novos patamares. Com estreia marcada para 24 de julho de 2026, o projeto conta com a realização de Sébastien Vaniček, conhecido pelo seu trabalho em Infested (2023), e um elenco que inclui Hunter Doohan (Wednesday), Luciane Buchanan (The Night Agent) e Tandi Wright (Pearl) . 

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Uma nova abordagem ao universo Evil Dead

Vaniček, que coescreveu o argumento com Florent Bernard, descreve o filme como “um filme desagradável, um filme que dói, do qual se sai testado” . Esta nova entrada na franquia será produzida por Sam Raimi e Robert Tapert, com Bruce Campbell e Lee Cronin como produtores executivos . 


🧟‍♂️ O que esperar de Evil Dead Burn

Embora os detalhes do enredo permaneçam em segredo, espera-se que o filme continue a tradição da franquia de explorar o terror sobrenatural, possivelmente introduzindo novos elementos e personagens. A produção está a decorrer na Nova Zelândia, com distribuição a cargo da Warner Bros. Pictures e New Line Cinema .


🎭 Elenco promissor

  • Hunter Doohan: Conhecido pelo seu papel em Wednesday, Doohan traz uma nova energia à franquia.
  • Luciane Buchanan: Após o sucesso em The Night Agent, Buchanan junta-se ao elenco para enfrentar os horrores do Necronomicon.
  • Tandi Wright: Com experiência em filmes de terror como Pearl, Wright promete uma performance memorável. 

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🔮 O futuro da franquia

Além de Evil Dead Burn, está em desenvolvimento outro projeto da franquia, liderado por Francis Galluppi, embora ainda não tenham sido divulgados detalhes adicionais . 

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Aos 62, o ator recusa a reforma e promete continuar a fazer cinema — ação, drama, comédia e, quem sabe, até musicais

Tom Cruise não tem planos para abrandar. Aos 62 anos, o ator declarou recentemente que pretende continuar a fazer filmes até aos 100 anos, afirmando:

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“Nunca vou parar. Nunca vou deixar de fazer ação, nunca vou deixar de fazer drama, filmes de comédia — estou entusiasmado” . 

Estas declarações foram feitas durante a estreia de Missão: Impossível – O Acerto Final em Nova Iorque, onde Cruise enfatizou a sua paixão contínua pelo cinema. 


🏃‍♂️ O segredo da longevidade cinematográfica

Conhecido por realizar as suas próprias acrobacias, Cruise mantém uma rotina rigorosa de treino físico e dieta equilibrada, o que lhe permite continuar a desempenhar papéis exigentes fisicamente. Atualmente, está envolvido em vários projetos, incluindo possíveis sequelas de Top GunDias de Tempestade e No Limite do Amanhã, bem como uma colaboração com o realizador Alejandro G. Iñárritu . 

🎭 Mais do que um herói de ação

Embora seja amplamente reconhecido pelos seus papéis em filmes de ação, Cruise expressou interesse em explorar outros géneros, incluindo musicais. Em 2012, demonstrou as suas capacidades vocais em Rock of Ages, e recentemente manifestou vontade de voltar a esse tipo de projetos . 

🌟 Inspirado, mas não insubstituível

Apesar de ser uma das últimas grandes estrelas de cinema, Cruise rejeita essa designação, afirmando:

“Há tantos outros atores talentosos por aí, e quero vê-los brilhar” . 

Demonstrando apoio a colegas mais jovens, expressou entusiasmo por trabalhar com talentos emergentes como Michael B. Jordan e o realizador Ryan Coogler. 

🎥 O legado continua

Com Missão: Impossível – O Acerto Final a estrear nos cinemas a 23 de maio de 2025, Cruise encerra uma era, mas não a sua carreira. O filme, que marca o seu último desempenho como Ethan Hunt, é apenas mais um capítulo na sua trajetória cinematográfica . 

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🤖 Visão Branco regressa aos quadradinhos — e a Feiticeira Escarlate está por trás disso

A nova série da Marvel Comics aproxima-se do MCU e reacende a ligação entre Wanda e Visão

A Marvel Comics acaba de lançar The Vision & The Scarlet Witch #1, e os fãs do Universo Cinematográfico Marvel (MCU) vão reconhecer algo familiar: o Visão Branco está de volta — e desta vez, nos quadradinhos. A série, escrita por Steve Orlando e ilustrada por Lorenzo Tammetta, traz uma reinterpretação emocionante da relação entre Wanda Maximoff e Visão, com ecos diretos da série WandaVision da Disney+. 

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🧟‍♂️ A morte (e renascimento) de Visão

Na nova história, Visão é mortalmente ferido pelo vilão Grim Reaper. Nos seus últimos momentos, pede a Wanda que cuide dos seus filhos, Wiccan e Speed. Mas a Feiticeira Escarlate recusa-se a aceitar a perda e, com um sussurro — “Recuso este momento” —, utiliza a sua magia do caos para ressuscitar Visão. O resultado? Um Visão com aparência branca, semelhante ao que vimos no MCU, mas com todas as memórias e emoções restauradas.  


🔄 MCU e quadradinhos: uma dança sincronizada

Esta transformação de Visão nos quadradinhos reflete a sua evolução no MCU. Em WandaVision, vimos a criação do Visão Branco pela S.W.O.R.D., sem memórias ou emoções, até que uma versão “Hex” de Visão lhe devolve as lembranças, levando-o a desaparecer para parte incerta.  

Agora, nos quadradinhos, Wanda não só restaura Visão, como também reacende a esperança de reconciliação entre os dois. Este desenvolvimento pode ser um prenúncio do que veremos na próxima série da Disney+, Vision Quest, centrada no Visão Branco e com estreia prevista para 2026.  


🧙‍♀️ Wanda: a Feiticeira do destino

A nova série também destaca o poder e a complexidade de Wanda Maximoff. Ao recusar a morte de Visão e utilizar a sua magia para o ressuscitar, Wanda demonstra uma vez mais a profundidade dos seus poderes e a intensidade das suas emoções. Esta narrativa reforça o papel central de Wanda no universo Marvel, tanto nos quadradinhos quanto no ecrã. 


📚 O que esperar nos próximos capítulos?

Com The Vision & The Scarlet Witch #1, a Marvel oferece uma história que entrelaça habilmente os quadradinhos e o MCU, proporcionando uma experiência enriquecedora para os fãs de ambas as mídias. À medida que a série avança, será interessante ver como esta nova dinâmica entre Wanda e Visão se desenvolve e como influenciará futuras histórias, tanto nos quadradinhos quanto no ecrã. 

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Marvel Adia Avengers: Doomsday e Secret Wars: O Multiverso Vai Esperar

Robert Downey Jr. regressa como Doutor Destino, mas só em dezembro de 2026. E a conclusão épica? Só em 2027.

Os fãs da Marvel terão de aguardar um pouco mais para testemunhar o próximo grande evento do Universo Cinematográfico Marvel (MCU). A Disney anunciou o adiamento das estreias de Avengers: Doomsday e Avengers: Secret Wars. Inicialmente previstas para maio de 2026 e 2027, respetivamente, as novas datas são 18 de dezembro de 2026 para Doomsday e 17 de dezembro de 2027 para Secret Wars . 


🎬 Uma Nova Ameaça: Doutor Destino

Um dos destaques destas produções é o regresso de Robert Downey Jr. ao MCU, não como Tony Stark, mas sim como o icónico vilão Doutor Destino. Esta escolha marca uma reviravolta significativa na narrativa, introduzindo um dos antagonistas mais complexos e poderosos do universo Marvel . 


🧑‍🤝‍🧑 Um Elenco Estelar

Além de Downey Jr., os filmes contarão com a participação de Chris Hemsworth, Paul Rudd e membros do elenco original dos X-Men, como Patrick Stewart e Ian McKellen. Esta reunião de personagens de diferentes franquias promete uma experiência cinematográfica sem precedentes . 


🎥 Produção em Grande Escala

As filmagens de Avengers: Doomsday começaram em abril de 2025 no Pinewood Studios, em Inglaterra, sob a direção dos irmãos Russo. A produção está prevista para durar cerca de seis meses, com Secret Wars a iniciar as gravações em meados de 2026 . 


🎶 Música e Efeitos Visuais

Alan Silvestri, conhecido pelo seu trabalho em Infinity War e Endgame, regressa como compositor para ambos os filmes, garantindo uma trilha sonora épica à altura das expectativas . 


🗓️ Calendário Atualizado do MCU

  • 25 de julho de 2025The Fantastic Four: First Steps
  • 31 de julho de 2026Spider-Man: Brand New Day
  • 18 de dezembro de 2026Avengers: Doomsday
  • 17 de dezembro de 2027Avengers: Secret Wars

Este adiamento permite à Marvel Studios dedicar mais tempo ao desenvolvimento das histórias e à produção, visando entregar filmes que satisfaçam as altas expectativas dos fãs . 

“Actuar é uma profissão inútil”: Marlon Brando, o Génio que Desprezava o Cinema

Em 1976, o actor mais influente da sua geração desdenhava do ofício que o imortalizou. Brando odiava Hollywood — e nunca teve pudor em dizê-lo.

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Poucos nomes têm tanto peso na história do cinema como Marlon Brando. Revolucionou a arte da interpretação com Um Elétrico Chamado Desejo, redefiniu o poder do silêncio em O Padrinho e marcou para sempre o cinema com Apocalypse Now. E, no entanto, Brando odiava tudo isto.

Numa entrevista memorável à TIME, publicada a 24 de maio de 1976, o actor descreveu a profissão que o tornou mito como “vazia e inútil”, declarando que só atuava “pelo dinheiro”. Para muitos, foram palavras chocantes. Para quem conhecia o homem por detrás da lenda, foi apenas mais uma prova da sua frustração com um sistema que o aprisionava criativamente — mesmo enquanto o celebrava.


🎬 O artista que desprezava a indústria

“Estou convencido de que quanto maior for a bilheteira, pior é o filme”, afirmou Brando. Para ele, a indústria cinematográfica era uma máquina de fazer “glop” — entretenimento processado e sem valor artístico.

O actor não poupava críticas: ridicularizava os papéis que aceitava (“Brando faz de índio que ataca uma diligência”), desvalorizava os autores contemporâneos e lamentava a inexistência de verdadeiros clássicos modernos. Só Bergman e Buñuel escapavam à sua ira. “São visionários, artesãos maravilhosos”, disse. “Mas quantas pessoas no mundo já viram um filme deles?”


🎥 Último Tango em Paris e o trauma do impacto forçado

Ao falar de Último Tango em Paris, um dos seus papéis mais controversos, Brando foi claro: não gostava do filme. Achava-o “calculado, feito para chocar e não para dizer algo verdadeiro”. A relação com o realizador Bernardo Bertolucci foi tensa, especialmente quando este sugeriu uma cena de sexo real entre Brando e Maria Schneider.

Brando recusou:

“Disse-lhe: ‘Se fizermos isso, os nossos órgãos sexuais tornam-se o centro do filme’. Ele nunca concordou comigo.”

Décadas depois, Maria Schneider denunciaria a violência emocional que sofreu no set — uma revelação que lançou uma nova sombra sobre o filme e a sua receção crítica.


🕴️ O Padrinho… sem saber o que fazia

E quanto ao papel que lhe valeu um Óscar e o consagrou junto do público? Para Brando, Don Vito Corleone era uma figura estranha, distante.

“O que raio sei eu sobre um italiano de 65 anos que fuma charutos enrolados com merda de cabra?”, disse, com o desdém de quem nunca se importou em construir ídolos — nem mesmo a sua própria imagem.


💭 Rebelde até ao fim

A entrevista de Brando em 1976 não foi apenas um desabafo. Foi o reflexo de um artista atormentado pela distância entre o potencial transformador da arte e a sua banalização comercial. Foi também um grito contra o sistema que o consagrou — e o destruiu lentamente.

“Atuar é uma profissão inútil. Não me dá prazer”, disse.

E mesmo assim, ninguém a fez como ele.

🎬 Julian Assange Reaparece em Cannes com Documentário-Choque: 

The Six Billion Dollar Man
O fundador do WikiLeaks marca presença no Festival de Cannes, promovendo um documentário que retrata a sua saga judicial e reacende o debate sobre a liberdade de imprensa

Julian Assange, figura central na luta pela liberdade de informação, fez uma aparição pública no Festival de Cannes para a estreia de The Six Billion Dollar Man, documentário realizado por Eugene Jarecki. O filme, apresentado na secção de Sessões Especiais, oferece uma visão intensa sobre a batalha legal de Assange contra a extradição e o seu papel como símbolo da liberdade de imprensa.  

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🎥 Um Thriller Documental de Alta Tensão

Dirigido pelo premiado cineasta Eugene Jarecki, The Six Billion Dollar Man adota o estilo de um thriller tecnológico para narrar a trajetória de Assange. Com acesso exclusivo a arquivos do WikiLeaks e material inédito, o documentário destaca a importância de Assange como um “canário na mina de carvão” para os direitos da imprensa, alertando para os perigos que ameaçam a liberdade de informação global.  

🧑‍⚖️ Assange: Do Isolamento à Reativação Política

Após um acordo judicial com autoridades norte-americanas, Assange, de 53 anos, retornou à Austrália, encerrando um período de cinco anos de encarceramento no Reino Unido. Sua esposa, Stella Assange, revelou que ele está em processo de recuperação e considera retomar atividades políticas, motivado por preocupações com o estado atual do mundo.  

🧥 Uma Mensagem no Vestuário

Durante o festival, Assange foi visto usando uma t-shirt com os nomes de crianças palestinianas falecidas em Gaza, demonstrando solidariedade com as vítimas do conflito. Embora não tenha concedido entrevistas, sua presença silenciosa transmitiu uma mensagem poderosa sobre seu contínuo compromisso com causas humanitárias.  

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🎞️ Um Filme Necessário para os Tempos Atuais

The Six Billion Dollar Man não apenas documenta a vida de Assange, mas também serve como um alerta sobre os desafios enfrentados pela liberdade de imprensa. Ao destacar a importância de proteger o direito à informação, o documentário convida o público a refletir sobre o papel crucial do jornalismo independente na sociedade contemporânea. 

🎬 Kristen Stewart em Cannes: “Ser mulher é uma experiência violenta”

Atriz estreia-se como realizadora com The Chronology of Water, um retrato visceral da sobrevivência feminina

No Festival de Cannes 2025, Kristen Stewart apresentou a sua estreia na realização com The Chronology of Water, uma adaptação das memórias de Lidia Yuknavitch. O filme, exibido na secção Un Certain Regard, aborda temas como abuso, trauma e a busca por identidade, através de uma narrativa sensorial e fragmentada. 

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🎥 Uma estreia audaciosa

Stewart, conhecida por papéis em filmes como Crepúsculo e Spencer, assume agora a cadeira de realizadora, trazendo à tela a história de Yuknavitch, uma nadadora e escritora que enfrentou abusos na infância e encontrou na arte uma forma de redenção. A atriz Imogen Poots interpreta Yuknavitch, oferecendo uma performance intensa e comovente. 

💬 “Ser mulher é uma experiência violenta”

Em entrevista à AFP, Stewart afirmou: 

“Ser mulher é uma experiência realmente violenta (…) mesmo que não se tenha o tipo de experiência extrema que retratamos no filme ou que a Lidia suportou e da qual saiu lindamente.”  

A realizadora destacou que, embora não tenha vivido as mesmas experiências de Yuknavitch, compreende profundamente a sensação de ter a voz silenciada e a luta para recuperar a confiança em si mesma. 


🎞️ Uma narrativa sensorial

The Chronology of Water é descrito como um filme que mergulha o espectador numa experiência sensorial, utilizando imagens oníricas e uma montagem não linear para transmitir as emoções da protagonista. A crítica tem elogiado a abordagem ousada de Stewart, que opta por sugerir em vez de mostrar explicitamente, criando um impacto emocional profundo. 


🌊 Um projeto pessoal

Stewart revelou que lutou durante anos para concretizar este projeto, enfrentando dificuldades em obter financiamento devido à natureza do tema e à sua falta de experiência como realizadora. Apesar dos obstáculos, ela manteve-se fiel à sua visão, resultando num filme que é tanto uma obra de arte quanto um ato de resistência. 

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🖖 Simon Pegg Diz que Star Trek Está “Para Sempre Tocado” Pela Perda de Anton Yelchin

O ator e argumentista de Star Trek Beyond  reflete sobre o legado da saga e a improbabilidade de um regresso à linha temporal Kelvi

O universo de Star Trek sempre foi sobre esperança, união e o desconhecido — mas para Simon Pegg, há um ponto de não retorno. O ator britânico, que deu vida ao engenheiro Montgomery “Scotty” Scott nos filmes da linha temporal Kelvin e co-escreveu Star Trek Beyond (2016), confessou numa recente entrevista que duvida que Star Trek 4 alguma vez venha a acontecer.

E a razão, segundo Pegg, vai além dos obstáculos financeiros e logísticos que têm assombrado o projeto: tem um nome, e um vazio impossível de preencher — Anton Yelchin.


🚀 O Fim da Linha Para a Linha Kelvin?

Star Trek Beyond, realizado por Justin Lin, foi a terceira entrada da chamada linha temporal Kelvin — um reboot jovem e energético iniciado por J.J. Abrams em 2009, com Chris PineZachary QuintoZoe SaldañaKarl UrbanJohn Cho e Anton Yelchin nos papéis dos tripulantes da mítica USS Enterprise. Mas apesar de críticas positivas e do carinho dos fãs, o filme não teve o desempenho comercial que a Paramount esperava. Desde então, Star Trek 4 tornou-se um projeto fantasma: anunciado, adiado, reformulado, cancelado e… adiado novamente.

“Adorava fazer mais. Mas ficou para sempre marcado pela perda do Anton, e isso foi muito duro para todos nós,” confessou Pegg.

“Se acontecer um regresso, seria por amor — não por dinheiro.”


💔 A Ausência de Anton

Anton Yelchin, que interpretava o jovem e brilhante Chekov, faleceu tragicamente em 2016, vítima de um acidente automóvel. Tinha apenas 27 anos. A sua ausência, diz Pegg, “toca para sempre” qualquer tentativa de voltar ao universo Kelvin, onde a camaradagem dos bastidores era tão importante quanto a ficção.

Pegg destaca que adora o elenco e que seria uma alegria reunir-se novamente com os colegas — mas que o espaço vazio de Anton seria impossível de ignorar.


📉 O Cansaço da Franquia

A hesitação da Paramount em avançar com Star Trek 4 também tem raízes mais pragmáticas. Desde a criação da plataforma Paramount+, o estúdio apostou tudo numa overdose de Star Trek: com múltiplas séries a estrearem quase em simultâneo, o franchise passou por um processo de saturação.

Nos últimos anos, no entanto, várias dessas séries foram canceladas e o estúdio está agora a repensar a sua estratégia. A verdade é que Star Trek, enquanto universo, talvez precise de respirar — e de encontrar uma nova forma de existir.


⭐ Uma Galáxia de Memórias

Mesmo sem um novo filme no horizonte, os três filmes da linha Kelvin deixaram uma marca importante: conseguiram reinventar personagens clássicas com frescura, humor e coração — e apresentar o universo de Star Trek a uma nova geração.

Para Pegg, o verdadeiro legado está nesse espírito de descoberta e de amizade, dentro e fora do ecrã. E talvez seja isso que mantém Star Trek vivo: não a promessa de novos filmes, mas a certeza de que — uma vez explorado — o espaço nunca deixa de nos tocar.

🍻 Adeus a George Wendt: Morre aos 76 Anos o Eterno Norm de Cheers

Um Ícone da Televisão que Fez do Bar um Lar para Milhões

George Wendt, o ator norte-americano eternizado como Norm Peterson na sitcom Cheers, faleceu pacificamente no sono aos 76 anos, no dia 20 de maio de 2025, em sua residência em Los Angeles.  

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Norm, o contador bem-humorado e amante de cerveja, tornou-se uma figura emblemática da televisão americana, aparecendo em todos os 275 episódios de Cheers entre 1982 e 1993. Sua entrada no bar, saudada com um uníssono “Norm!”, tornou-se uma das marcas registradas da série.  


🎭 Uma Carreira Além do Bar

Nascido em Chicago em 17 de outubro de 1948, Wendt iniciou sua carreira no renomado grupo de improvisação Second City. Além de Cheers, atuou em filmes como FletchForever Young e The Little Rascals, e teve participações em séries como FrasierThe Simpsons e Family Guy. No teatro, brilhou em produções da Broadway como HairsprayElf e Art.  

Em 1991, participou do videoclipe “Black or White” de Michael Jackson, demonstrando sua versatilidade artística.  


🧡 Homenagens e Legado

Colegas e fãs prestaram homenagens emocionadas. Ted Danson, co-estrela de Cheers, expressou profunda tristeza, lembrando Wendt como um amigo querido e talentoso. Outros colegas destacaram sua generosidade, humor e impacto duradouro na comédia televisiva.  

Wendt era casado desde 1978 com a atriz Bernadette Birkett, que deu voz à esposa invisível de Norm em Cheers. Ele deixa três filhos e dois enteados. Seu sobrinho é o ator Jason Sudeikis, conhecido por Ted Lasso.  

📺 Onde Rever George Wendt

Para os que desejam relembrar sua atuação, Cheers está disponível no Paramount+, com episódios selecionados em outras plataformas de streaming. Seus esquetes no Saturday Night Live podem ser encontrados no Peacock e no YouTube.  

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✈️ Top Gun 3 Confirmado: Tom Cruise Prepara Novo Voo nas Alturas

Actor revela que já está a trabalhar em ideias para a próxima missão de Maverick — e promete mais velocidade, adrenalina e nostalgia

Depois do sucesso estrondoso de Top Gun: Maverick em 2022, Tom Cruise acaba de confirmar aquilo que muitos já suspeitavam: a terceira entrada na saga está oficialmente em desenvolvimento. Em entrevista ao programa australiano Today, o ator revelou que está “a pensar e a falar sobre várias histórias diferentes” para o futuro de Pete “Maverick” Mitchell.

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“Estamos a explorar o que podemos fazer e o que é possível. Estou constantemente envolvido em filmagens, desenvolvimento, pós-produção… nunca paro.”

Uma franquia de voo contínuo

A confirmação de Top Gun 3 surge num momento em que Cruise se mostra mais ativo do que nunca. Ao mesmo tempo que promove o último capítulo de Missão: Impossível, o ator afirmou que também está a considerar novas sequências para outros clássicos, incluindo Days of Thunder.

Com Top Gun: Maverick a ultrapassar os mil milhões de dólares nas bilheteiras mundiais e a tornar-se o maior sucesso da carreira de Cruise, o regresso a este universo era quase inevitável. A questão era apenas quando — e como.

Reencontros esperados?

Embora a produção esteja ainda numa fase inicial, tudo indica que Miles Teller (Rooster) e Glen Powell (Hangman) deverão regressar para o terceiro capítulo, ao lado de Cruise. O trio conquistou o público com a sua dinâmica carismática, e o realizador Joseph Kosinski poderá também voltar a assumir os comandos, embora nada esteja ainda confirmado oficialmente.

E agora, para onde voamos?

Com o final de Top Gun: Maverick a deixar Maverick mais em paz consigo próprio — mas a abrir espaço para novas aventuras aéreas —, os fãs podem esperar mais desafios pessoais, voos supersónicos e uma possível passagem de testemunho entre gerações.

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Seja como for, Cruise não mostra sinais de abrandar. E a julgar pelo entusiasmo do ator, podemos esperar mais uma dose de ação clássica com o selo inconfundível de quem vive para o grande ecrã.

🎬 Cannes em Modo Wes Anderson: Estreia de “The Phoenician Scheme” Deslumbra e Ganha Fôlego para a Palma de Ouro

Comédia de espionagem assente no estilo visual inconfundível do realizador norte-americano é um dos filmes mais aplaudidos da edição

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Wes Anderson voltou a conquistar a Croisette com o seu novo filme The Phoenician Scheme, apresentado em competição no Festival de Cannes 2025. A comédia estilizada, passada entre o Médio Oriente e a Europa dos anos 50, junta Benicio del ToroMia ThreapletonScarlett JohanssonMichael CeraTom Hanks e Benedict Cumberbatch num enredo de espionagem, heranças familiares e delírios geopolíticos com assinatura 100% andersoniana.

O magnata, a noviça e uma conspiração

A história segue Zsa-Zsa Korda (del Toro), um magnata libanês que sobrevive a múltiplas tentativas de assassinato e decide entregar o seu império à filha distante Liesl (Threapleton), agora freira, que se vê arrastada para um negócio de infraestruturas num país fictício do norte de África. O resultado? Uma sátira sobre poder, legado, decadência colonial e… plantas com emoções.


Excentricidade com substância?

Com a sua habitual paleta de cores vibrante, composições simétricas e personagens que falam como se estivessem sempre a ensaiar uma peça de teatro, Anderson leva a sua estética ao limite. E desta vez, com ecos mais sombrios: a crítica internacional destaca The Phoenician Scheme como um dos seus filmes mais politicamente audaciosos — mesmo sem abandonar o tom lúdico.

“É como se Jacques Tati tivesse realizado O Terceiro Homem… com plantas falantes e em tons pastel”, escreveu um crítico da Sight & Sound.

Cannes rendido… mas dividido

O filme teve uma das ovações mais longas do festival até agora, mas a receção não foi unânime. Enquanto muitos apontam The Phoenician Scheme como um dos favoritos à Palma de Ouro, outros alertam para a sensação de fórmula esgotada.

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O que é certo é que Wes Anderson continua a dividir, mas nunca a desiludir quem entra no seu universo de olhos bem abertos.

🎞️ Billy Woodberry em Lisboa: Cinema Negro, Resistência e Memória na Cinemateca Portuguesa

O cineasta da L.A. Rebellion é o convidado de junho e apresenta uma programação marcada por política, poesia e imagens que perduram

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Billy Woodberry, uma das vozes mais influentes do cinema negro norte-americano, é o cineasta convidado de junho na Cinemateca Portuguesa, em Lisboa. Radicado em Portugal desde 2018, o realizador de Bless Their Little Heartsregressa agora à ribalta com um ciclo que cruza a sua obra com a de autores que moldaram a sua visão — e a de muitos outros.

“Triunfar é ter a oportunidade de partilhar o meu trabalho com os outros”, disse recentemente numa entrevista. E é isso mesmo que vai acontecer ao longo de junho em Lisboa.

L.A. Rebellion em Portugal

Woodberry foi uma das figuras fundadoras do movimento L.A. Rebellion, surgido na Universidade da Califórnia nos anos 70, que pretendia reivindicar novas narrativas para a comunidade afro-americana no cinema. As suas obras exploram temas como desigualdade, invisibilidade e resistência cultural.

Entre os filmes a exibir estão:

  • Bless Their Little Hearts (1984), um clássico do realismo social afro-americano;
  • And When I Die, I Won’t Stay Dead (2015), um retrato vibrante do poeta beat Bob Kaufman;
  • Mário (2024), uma abordagem documental sobre Mário Pinto de Andrade, figura central da luta anticolonial em Angola.

Arquivos, afeto e sessões especiais

A sessão de abertura está marcada para 3 de junho, com a exibição de A Story from Africa (2019), curta-metragem construída a partir de imagens de arquivo que reconstituem a ocupação militar portuguesa do Cuamato, em Angola. A noite incluirá também a projeção do filme mudo Voyage en Angola (1929), acompanhado ao vivo por Filipe Raposo ao piano.

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Uma programação escolhida com o coração e a memória

Woodberry também escolheu filmes de outros realizadores que considera essenciais:

  • As Vinhas da Ira (1940), de John Ford;
  • Tempos Modernos (1936), de Charlie Chaplin;
  • Cabra Marcado para Morrer (1984), de Eduardo Coutinho.

A programação reflete um cinema de causas, mas também de emoções, memória e humanidade.

🌍 Magalhães: Gael García Bernal Encabeça Épico Histórico com Selo Português Estreado em Cannes

Lav Diaz reinterpreta a figura de Fernão de Magalhães numa coprodução luso-hispano-filipina que desafia a narrativa colonial

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O Festival de Cannes 2025 acolheu a estreia mundial de Magalhães, a mais recente obra do realizador filipino Lav Diaz, protagonizada por Gael García Bernal no papel do navegador português Fernão de Magalhães. Apresentado na secção Cannes Première, o filme é uma coprodução entre Portugal, Espanha e Filipinas, com a participação da portuguesa Rosa Filmes


Uma Perspectiva Descolonizadora

Diferenciando-se das abordagens tradicionais, Diaz oferece uma visão crítica da presença europeia no Sudeste Asiático, centrando-se na chegada de Magalhães às Filipinas no século XVI. O realizador questiona a figura de Lapu-Lapu, considerado herói da resistência filipina, sugerindo que possa ter sido uma invenção de Humabon, rajá de uma ilha vizinha, como parte de uma armadilha para Magalhães . 


Rodagem em Território Nacional

A produção contou com filmagens em Portugal, nomeadamente em BelémÉvoraBorba e Vila Viçosa, além de Espanha e Filipinas. A versão apresentada em Cannes tem cerca de duas horas e quarenta minutos, embora Diaz tenha mencionado planos para uma versão mais extensa, possivelmente com nove horas de duração . 


Gael García Bernal no Papel de Magalhães

O ator mexicano Gael García Bernal assume o papel de Fernão de Magalhães, trazendo uma nova dimensão à figura histórica. Durante a apresentação em Cannes, Bernal agradeceu em português, demonstrando a sua dedicação ao papel e à produção . 

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Uma Produção Internacional

Magalhães é uma coprodução entre Rosa Filmes (Portugal), Andergraun Films (Espanha), BlackCap Pictures(Filipinas) e Volos Films (Taiwan). A cinematografia ficou a cargo de Artur Tort, colaborador habitual de Albert Serra, e de Larry Manda, parceiro frequente de Diaz .