🎥 Michael Cera Entra no Mundo Maravilhosamente Excêntrico de Wes Anderson em The Phoenician Scheme

📣 Alerta para os fãs do cinema milimetricamente simétrico e deliciosamente estranho: Michael Cera vai finalmente entrar no universo de Wes Anderson! O ator canadiano, conhecido pelo seu estilo peculiar e expressividade minimalista, junta-se ao elenco estelar de The Phoenician Scheme, o próximo filme do realizador de Asteroid CityThe Grand Budapest Hotel e The Royal Tenenbaums.

Depois de anos como fã confesso da obra de Anderson, Cera junta-se agora oficialmente ao clube. E fá-lo com um papel à medida da sua persona: excêntrico, fora do lugar… e com sotaque! 😄

Quem é quem neste novo delírio cinematográfico?

Em The Phoenician Scheme, Michael Cera interpreta Björn, um tutor norueguês contratado para educar os filhos do empresário Zsa-Zsa Korda, interpretado por Benicio Del Toro. Mas, como qualquer filme de Wes Anderson, o que começa com um plano simples rapidamente descamba numa viagem excêntrica pelo mundo. Björn acaba por se envolver numa odisseia internacional ao lado de Korda e da filha deste, Liesl — uma freira vivida por Mia Threapleton (filha de Kate Winslet, já agora).

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Com a habitual estética de paleta pastel, planos frontais e diálogos rápidos e carregados de subtexto, o filme promete mais um mergulho no universo andersoniano — onde o absurdo é tratado com a maior das elegâncias. 🎨

O sotaque norueguês (mais ou menos)

Michael Cera não quis brincar em serviço — mas também não quis soar a paródia. Para preparar o papel, trabalhou com um coach de diálogo e até pediu a um amigo norueguês para gravar as falas. O objetivo? Um sotaque “jovial, mas não ridículo”. Nas palavras do próprio:

“Não sei se os noruegueses vão vomitar quando ouvirem isto…” 😅

Mas lá está: este não é o mundo real. É o mundo de Wes Anderson, onde até o sotaque pode (e deve) ser cuidadosamente desalinhado. Como diria o próprio realizador, o realismo nunca foi o objetivo — a harmonia do absurdo, sim.

Um elenco digno de um catálogo de luxo

The Phoenician Scheme continua a tradição de reunir um elenco de sonho, misturando os suspeitos do costume (Jason Schwartzman, Tilda Swinton, Bill Murray, Adrien Brody…) com novas caras que encaixam como peças LEGO num diorama cuidadosamente encenado. A cada novo filme, Anderson parece montar uma nova família — onde os maneirismos, os figurinos e as pausas dramáticas fazem parte de uma língua própria.

A chegada de Michael Cera é mais do que natural. O seu humor seco e o ar perpetuamente deslocado fazem dele o candidato ideal para este tipo de cinema. E quem sabe se esta estreia não será apenas o primeiro de vários capítulos na colaboração entre os dois?

E quando chega?

Ainda não há data oficial de estreia para The Phoenician Scheme, mas tudo indica que o filme poderá estrear ainda em 2025, talvez com passagem por Cannes ou Veneza, como tem sido habitual nas obras de Anderson.

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Enquanto isso, resta-nos imaginar Cera de boina, blazer vintage e olhar enigmático, a recitar falas existencialistas com um sotaque norueguês inventado. E sinceramente? Já queremos ver isso no grande ecrã. 🍿

“Avatar: Fire and Ash” Chega com Fúria e Fogo – e Pode Levar James Cameron a Novo Recorde no Cinema 🔥🌊🎬

James Cameron está de volta e não veio brincar. Avatar: Fire and Ash, o terceiro capítulo da saga épica de Pandora, foi finalmente revelado na CinemaCon 2025 — e o que foi mostrado deixou a sala sem fôlego.

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Foi durante o painel da Disney que os operadores de cinema presentes em Las Vegas receberam uns óculos 3D e um convite para testemunhar o primeiro trailer da nova aventura. E que viagem! Novos clãs, batalhas aéreas, flechas em chamas e Na’vi dissidentes são apenas algumas das promessas que fazem deste Avatar talvez o mais intenso até agora.

Ar, Fogo e… uma Deusa Silenciada

O novo filme, que sucede directamente a The Way of Water, leva-nos de volta à luta da família Sully. Após a trágica perda do filho Neteyam, Jake e Neytiri procuram refúgio junto dos Metkayina, o clã aquático, mas o conflito está longe de terminar. Agora, há mais do que humanos sedentos de recursos: um novo inimigo surge das próprias fileiras Na’vi — os Ash People, um clã renegado que abandonou a sua ligação espiritual a Eywa, a deusa de Pandora.

Zoe Saldaña, presente no evento, explicou que os Wind Traders, introduzidos neste filme, são um povo pacífico e nómada que viaja pelos céus em balões de ar quente — uma estética que promete visuais arrebatadores. Mas são os Ash People, com a sua líder feminina fria e poderosa, que trazem uma nova ameaça. Uma frase ressoou na sala de CinemaCon: “A tua deusa não tem lugar aqui.”

Cameron no comando… à distância

James Cameron não esteve presente fisicamente, mas deixou uma mensagem gravada a partir da Nova Zelândia, onde está a finalizar o filme. Com o seu humor habitual, justificou: “Estou a terminar Avatar: Fire and Ash, que acho que todos concordamos é um bom uso do meu tempo.”

A estreia está marcada para 19 de Dezembro de 2025 e Cameron está confiante que o filme poderá ajudar a revitalizar o cinema numa altura em que o setor ainda recupera da pandemia e da concorrência do streaming. “Espero que este filme dê uma injeção de energia às salas de cinema”, disse.

Avatar: o Santo Graal das Bilheteiras?

O primeiro Avatar (2009) e a sequela The Way of Water (2022) ultrapassaram ambos os 2 mil milhões de dólares em receitas, tornando-se dois dos filmes mais rentáveis da história. Se Fire and Ash seguir o mesmo caminho, a saga tornar-se-á a única franquia com três filmes acima dos 2 mil milhões.

E Cameron, claro, já é o único realizador com três filmes nesse patamar, graças também a Titanic. O homem sabe o que faz — e fá-lo em grande.

De olhos postos em 2029 e 2031

Avatar 4 já tem data marcada para 21 de Dezembro de 2029 e Avatar 5 para 19 de Dezembro de 2031. Com as filmagens dos capítulos seguintes já em andamento ou finalizadas, a promessa de que as estreias não sofrerão os mesmos adiamentos intermináveis dos dois primeiros capítulos parece, desta vez, segura.

Se tudo correr bem, o Natal será, até 2031, sinónimo de Pandora.

O Futuro da Experiência Cinematográfica

Durante a apresentação, o responsável pela distribuição global da Disney, Andrew Cripps, reforçou o compromisso do estúdio com as salas de cinema: “Os nossos filmes estão nas salas por mais tempo do que os de qualquer outro estúdio. E isso não é por acaso. Acreditamos na experiência cinematográfica.”

A Disney não se limitou a mostrar Avatar: a CinemaCon incluiu também espreitadelas exclusivas a ThunderboltsFantastic Four: First StepsZootopia 2Freakier FridayTron: Ares e o remake de Lilo & Stitch. Um calendário recheado, com cheiro a pipocas e promessas de filas à porta.


Conclusão

Com Avatar: Fire and Ash, James Cameron volta a provar que não se limita a fazer filmes — constrói mundos. O novo capítulo promete emoções fortes, visuais deslumbrantes e, claro, o tipo de espectáculo que só faz sentido no grande ecrã. A guerra em Pandora está longe de terminar, e nós mal podemos esperar para voltar.

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Data de Estreia: 19 de Dezembro de 2025

Disney Põe “Tangled” em Pausa: Será o Fim da Era dos Remakes Live-Action? 🎬🌀

A longa trança de Tangled acaba de ser enrolada de novo — e desta vez, talvez por tempo indeterminado. A tão aguardada versão live-action de um dos maiores êxitos da animação da Disney foi oficialmente colocada em pausa, segundo fontes internas do estúdio.

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Esta decisão surge numa altura particularmente sensível para a casa do rato Mickey: o recente fracasso de Snow White, que continua a tropeçar nas bilheteiras, parece ter levado a um momento de reflexão profunda sobre a estratégia que durante mais de uma década foi uma das mais lucrativas da Disney.

Uma paragem estratégica… ou um sinal de alerta?

Com The Greatest Showman Michael Gracey como realizador e um argumento de Jennifer Kaytin Robinson (Thor: Love and ThunderDo Revenge), Tangled estava numa fase de desenvolvimento ativa. O filme prometia ser mais uma aposta musical grandiosa, com o selo de qualidade Disney, assente numa base segura: a adaptação da história de Rapunzel com base no filme de 2010, que continua a ser adorado por milhões.

No entanto, o timing não podia ser pior.

Com Snow White a apresentar um desempenho desastroso — apenas 145 milhões de dólares a nível global para um orçamento de 270 milhões — o estúdio está claramente a repensar a viabilidade dos seus remakes em imagem real. Tangled foi, assim, apanhado no epicentro desta crise de identidade da Disney, e o seu futuro imediato é tudo menos garantido.

A estratégia do espelho retrovisor

Desde os anos 2010, a Disney apostou forte numa estratégia de reaproveitamento do seu vasto catálogo animado. E, durante algum tempo, resultou: O Rei LeãoA Bela e o MonstroAladdin — todos bateram recordes nas bilheteiras. Mas os sinais de desgaste começaram a surgir com títulos como Dumbo ou Pete’s Dragon, e ganharam contornos de alarme com os números mornos de A Pequena Sereia (570 milhões de dólares) e o arranque lento de Mufasa: The Lion King.

Com Snow White a transformar-se num autêntico pesadelo — envolvido em polémicas desde a escolha do elenco até ao discurso nas redes sociais da protagonista Rachel Zegler — a Disney parece ter chegado a um ponto de viragem.

E agora, princesa?

O cancelamento temporário de Tangled poderá significar duas coisas: ou o projeto regressa com uma nova abordagem criativa, ou poderá mesmo desaparecer do radar, substituído por outras prioridades. A mudança na liderança do estúdio reforça essa ideia: em fevereiro, Daria Cercek assumiu o cargo de responsável pelos filmes live-action da Disney, substituindo uma equipa executiva que era considerada a força motriz desta estratégia de adaptações nostálgicas.

O novo rumo parece mais cauteloso. Os próximos 15 meses serão decisivos: Lilo & Stitch, com estreia marcada para maio, e Moana, agendada para julho de 2026, são os dois remakes em que a Disney deposita esperança renovada. E os indicadores são animadores: o teaser de Lilo & Stitch bateu recordes de visualizações digitais, e Moana conta com uma popularidade esmagadora nas plataformas de streaming, reforçada pelo sucesso estrondoso da sequela animada Moana 2, que superou 1 milhar de milhões de dólares nas bilheteiras em 2024.

Conclusão: fim da corda ou apenas um nó?

A pausa de Tangled poderá ser apenas um nó temporário numa trança que voltará a crescer. Mas poderá também marcar o início do fim de uma era em que a Disney apostou quase exclusivamente na reciclagem dos seus clássicos.

Num mercado cada vez mais saturado, com audiências divididas entre nostalgia e inovação, a Disney parece estar a perguntar-se se ainda vale a pena contar as mesmas histórias da mesma forma. A resposta virá em breve. Mas por agora, Rapunzel terá de esperar… outra vez.

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Liam Neeson Entra em Cena como Tenente Tresloucado no Reboot de “The Naked Gun”

Preparem-se para um novo festival de disparates: Liam Neeson está pronto para envergar a farda mais absurda do cinema em “The Naked Gun”, o reboot da icónica saga de comédia protagonizada por Leslie Nielsen. Desta vez, o ator de “Taken” troca os sequestros dramáticos por pastelões hilariantes ao encarnar Frank Drebin Jr., o filho do lendário detetive da série original.

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O filme, que estreia nos cinemas a 1 de agosto, é realizado por Akiva Schaffer, conhecido pelo seu trabalho em “Saturday Night Live” e pelo coletivo de comédia musical The Lonely Island. O argumento foi coescrito pelo próprio Schaffer, em parceria com Dan Gregor e Doug Mand, prometendo manter o espírito nonsense e anarquicamente brilhante da saga original.

Segundo a sinopse oficial, apenas um homem tem o conjunto de competências peculiar o suficiente para liderar a Police Squad e salvar o mundo: o tenente Frank Drebin Jr., interpretado por Neeson, segue as pisadas do pai, metendo-se numa série de investigações que, como seria de esperar, descambam rapidamente em comédia do mais absurdo.

O elenco conta ainda com Pamela Anderson, Paul Walter Hauser, CCH Pounder, Kevin Durand, Cody Rhodes, Liza Koshy, Eddie Yu e Danny Huston, compondo um conjunto diversificado de personagens para contracenar com o detetive mais trapalhão do cinema.

Pamela Anderson não poupou elogios ao colega: “Liam é histérico. Você não está à espera, mas ele é mesmo muito engraçado. Foi difícil manter a cara séria durante as filmagens.”

Já Neeson admitiu sentir-se um pouco nervoso com o desafio de liderar uma comédia tão emblemática, mas acredita no potencial do guião e no talento da equipa criativa: “É um bom argumento. Tem momentos de riso em voz alta. Agora é esperar para ver.”

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Com um tom que promete ser fiel aos filmes originais e uma nova geração de talentos a acompanhar Neeson, “The Naked Gun” pode mesmo ser a comédia surpresa do verão.

“Fantastic Four: First Steps” Traz Bebé, Batalhas e Uma Surfista Prateada que Vai Dar Que Falar! 🍼🪐

Depois de meses em que a Marvel andava a tropeçar nos próprios superpoderes, a apresentação de Fantastic Four: First Steps na CinemaCon 2025 foi como uma lufada de ar cósmico. O novo trailer da próxima grande aposta do estúdio arrancou aplausos e gritos em Las Vegas — com direito a barriga de grávida, estrelas da televisão e… uma Surfista Prateada que é tudo menos o que estávamos à espera.

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Pedro Pascal, Vanessa Kirby, Joseph Quinn e Ebon Moss-Bachrach: A Nova Família Mais Fantástica do Universo

Num cenário retrofuturista e com o charme de um velho episódio de Twilight Zone misturado com Jetsons, a Marvel apresenta-nos uma nova versão dos Quatro Fantásticos. Desta vez temos Pedro Pascal como o elástico Reed Richards, Vanessa Kirby como Sue Storm (visivelmente grávida!), Joseph Quinn a incendiar tudo como Johnny Storm e Ebon Moss-Bachrach a dar corpo (e pedra) ao melancólico Ben Grimm, aka The Thing.

Sim, leram bem: Sue Storm está grávida. Pela primeira vez num filme da Marvel, temos uma super-heroína que combate o mal e gere o stress da maternidade ao mesmo tempo — finalmente uma representação mais fiel do que é ser mãe moderna.

Celebridades com Superpoderes

Neste universo alternativo da Terra, os Quatro Fantásticos são uma espécie de estrelas de reality show misturadas com ícones da cultura pop. Aparecem em talk shows, recebem vídeos de agradecimento de crianças e bombeiros, e toda a gente parece conhecê-los. É um novo tom, mais leve e familiar, que promete atrair públicos de todas as idades — mesmo aqueles já saturados de multiversos e variantes infinitas.

A Surfista Prateada (Sim, No Feminino) Chega para Arrasar

Mas nem tudo são fraldas e palminhas nas costas. A grande surpresa do trailer — e da apresentação na CinemaCon — foi a revelação da Silver Surfer… que aqui é uma mulher imponente, enigmática e com intenções nada simpáticas. A personagem avisa que o planeta Terra foi marcado para aniquilação por uma força alienígena superior. E não parece estar a brincar.

A reacção na sala foi imediata: aplausos, gritos e até umas exclamações do tipo “finalmente algo novo!”. Se o objectivo era surpreender, conseguiram.

A Marvel Quer Voltar ao Topo — E Este Pode Ser o Bilhete de Regresso

Depois de desaires como Ant-Man and the Wasp: Quantumania e The Marvels, a Marvel tem andado à procura da sua própria “fonte da juventude cinematográfica”. E embora Deadpool & Wolverine tenha sido um sucesso brutal em 2024 (1,3 mil milhões de dólares não se ignoram), a casa das ideias precisava de uma aposta forte e renovada.

Fantastic Four: First Steps pode ser precisamente isso. Uma combinação de acção, coração e humor — as três armas secretas da Marvel em tempos de glória.

O actor Paul Walter Hauser, que integra o elenco, não tem dúvidas: “Acredito que este filme vai entrar para a história como o início de uma nova maré de sucesso para a Marvel, à semelhança do que aconteceu com Black Panther ou Guardians of the Galaxy.”

Quando Estreia?

A data de estreia ainda está a ser mantida em segredo como se fosse o código do cofre do Doutor Destino, mas com este tipo de buzz, é garantido que será um dos filmes mais aguardados de 2026. Até lá, resta-nos rever os trailers, analisar cada frame com olhar de falcão e começar a preparar as teorias sobre o novo bebé da Marvel.

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“Coyote vs. Acme”: Depois de Ser Cancelado por Ganância Fiscal, Filme de $70 Milhões Vai Finalmente Chegar aos Cinemas 🎬💥

🎯 Boas notícias para quem sempre torceu pelo eterno azarado do deserto: Wile E. Coyote vai, afinal, ter a sua merecida estreia no grande ecrã. O filme Coyote vs. Acme, uma comédia em live-action que junta animação à boa maneira Looney Tunes com os atores Will Forte e John Cena, foi salvo da gaveta por um novo estúdio e tem agora data marcada para 2026.

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E pensar que este projeto milionário esteve a um triz de ser permanentemente destruído por uma bigorna fiscal…

Cancelado Para Ser Esmagado (Fiscalmente)

Produzido com um orçamento estimado de 72 milhões de dólares, Coyote vs. Acme era um dos três filmes completos que a Warner Bros. decidiu arquivar para beneficiar de um abate fiscal de 30 milhões de dólares. A decisão, que surgiu após uma mudança de liderança e de estratégia no estúdio, foi duramente criticada por criadores, fãs e até por membros do elenco.

O ator Will Forte foi directo ao assunto: “É uma tremenda estupidez. É um filme delicioso. Merecia muito mais.” Já o argumentista e realizador Brian Duffield foi ainda mais certeiro (e cartunesco): “Espero que múltiplas bigornas lhes caiam na cabeça.”

A Warner Bros. defendeu-se na altura com um polido “foi uma decisão difícil”, mas isso pouco aliviou a indignação generalizada.

A Redenção Chega com… Ketchup

Mas agora, tal como o Coyote que nunca desiste, o filme está de volta ao jogo. A distribuidora independente Ketchup Entertainment — que só por ter este nome já merece aplausos — adquiriu os direitos globais do filme, alegadamente por cerca de 50 milhões de dólares, e confirmou uma estreia em sala para 2026.

Gareth West, CEO da Ketchup, diz que estão “entusiasmados por dar vida a um filme que é a combinação perfeita entre nostalgia e uma narrativa moderna, capturando o espírito dos Looney Tunes e apresentando-o a uma nova geração.”

Um Julgamento Inesperado no Universo Looney Tunes ⚖️

Inspirado num artigo da New Yorker de 1990, Coyote vs. Acme centra-se numa ideia genial: farto dos produtos defeituosos que o deixam constantemente à beira da morte (e nunca apanham o Road Runner), Wile E. Coyote decide processar a Acme Corporation.

Will Forte interpreta o seu improvável advogado de cartaz, Kevin Avery, que vai enfrentar em tribunal o imponente advogado da Acme, interpretado por John Cena — que, para apimentar o drama, é também o ex-patrão do nosso herói de terno e gravata.

O realizador Dave Green (de As Tartarugas Ninja: Heróis Mutantes) dirige o filme, que foi descrito por quem o viu como “divertido, encantador e surpreendentemente comovente”. O par de realizadores Phil Lord e Christopher Miller, vencedores de Óscares e especialistas em humor inteligente, também elogiaram o projeto, dizendo que esperavam que “o mundo pudesse ver o incrível trabalho ali feito”.

O Fim da Era das Bigornas Fiscais?

O caso de Coyote vs. Acme torna-se simbólico num momento em que Hollywood debate o equilíbrio entre criatividade e rentabilidade. Entre 2022 e 2023, a Warner Bros. já tinha cancelado o filme da Batgirl (com um orçamento de 90 milhões de dólares!) e um outro projeto animado de Scooby-Doo, tudo em nome de cortes e otimizações fiscais.

Mas o resgate deste filme — e o facto de The Day the Earth Blew Up: A Looney Tunes Movie, outro projeto anteriormente abandonado, ter feito mais de 8 milhões em bilheteira — pode ser um sinal de que há ainda esperança para filmes que “não servem” os algoritmos mas fazem rir miúdos e graúdos.

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E nós, claro, cá estaremos em 2026 para ver o julgamento mais animado do século — com foguetes, molas gigantes, explosivos e muito humor ao estilo ACME.

Sam Mendes Vai Lançar Quatro Filmes dos Beatles no Mesmo Mês: Uma Revolução no Cinema

🎬 O mundo do cinema prepara-se para um evento inédito e absolutamente ambicioso: Sam Mendes, realizador vencedor de Óscares, vai estrear quatro filmes sobre os Beatles no mesmo mês. Cada filme focar-se-á num membro diferente da banda, com o objectivo de contar a história do quarteto de Liverpool como nunca antes foi feita.

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Os filmes chegarão às salas de cinema em abril de 2028 e têm já um elenco de luxo confirmado: Paul Mescal interpretará Paul McCartney, Barry Keoghan dará vida a Ringo Starr, Harris Dickinson será John Lennon e Joseph Quinnencarnará George Harrison.

Cada filme será contado a partir da perspectiva de um dos Beatles, criando uma experiência cinematográfica “compulsiva e interligada”. Mendes, conhecido por filmes como Beleza Americana1917 e 007: Spectre, explicou que este formato a quatro partes foi a solução para contornar a dificuldade de condensar a história da maior banda de todos os tempos num único filme. “Uma minissérie não parecia certo. Mas quatro filmes, cada um com a sua voz, pareceu perfeito.”

Aposta de Risco ou Golpe de Génio?

🎥 O projecto foi revelado na CinemaCon em Las Vegas, uma convenção anual onde os estúdios de Hollywood tentam entusiasmar os exibidores com os seus projectos futuros. E este ano, bem precisam. Com um início de 2025 desastroso para as bilheteiras (e com bombas como Branca de Neve ou Mickey 17 a arrastarem os números para baixo), as salas de cinema vivem tempos difíceis.

A frase de ordem que ecoa entre os estúdios é clara: “Sobrevive até 2025”. A esperança é que os grandes lançamentos anunciados tragam de volta o público. E se há algo que pode despertar paixões intergeracionais, são os Beatles.

A execução deste projecto é de uma escala impressionante. A rodagem vai durar mais de um ano e promete ser um dos maiores empreendimentos logísticos e criativos da década. Cada filme terá um tom e ritmo diferente, reflectindo a personalidade e a visão do Beatle em foco. Uma obra monumental? É cedo para dizer. Mas que vai dar que falar, vai.

Beatles, Aranhas e Apocalipses

🎸 Para além do mega-projecto de Mendes, a Sony apresentou mais trunfos na CinemaCon, incluindo o novo filme de acção de Tom HollandSpider-Man: Brand New Day, com estreia marcada para 31 de Julho de 2026, e a sequela animada Spider-Man: Beyond the Spider-Verse, agendada para 4 de Junho de 2027.

Outro destaque da apresentação foi 28 Anos Depois, sequela de 28 Dias Depois, realizada por Danny Boyle e com Jodie ComerAaron Taylor-Johnson e Ralph Fiennes no elenco. Boyle brincou com os rumores em torno do próximo James Bond, insinuando que Taylor-Johnson “pode ou não ser o novo 007”.

Expectativas em Alta para o Cinema de 2028

Com os grandes estúdios a tentar recuperar do caos provocado pelas greves de 2023 e pelo abrandamento pós-pandemia, há um sentimento de expectativa redobrada em relação ao futuro do cinema. A estreia conjunta dos quatro filmes dos Beatles pode ser o téssera que a indústria precisa: nostalgia, música icónica, grandes actores e um conceito inovador.

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O desafio de Mendes não é pequeno. Mas se resultar, pode ser um marco histórico no cinema contemporâneo.

Zack Snyder Entra no Octógono: Vem Aí “Brawler”, o Filme de MMA com Selo UFC

🥊 Zack Snyder trocou as espadas de “300” e os sabres de luz de “Rebel Moon” por luvas de MMA — e a coisa promete ferver dentro e fora do octógono. O realizador norte-americano vai dirigir Brawler, um novo filme centrado no mundo das artes marciais mistas, em parceria com a poderosa UFC e com… a Arábia Saudita. Sim, leu bem.

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📸 A fotografia oficial já corre o mundo e parece retirada de uma cena de um blockbuster: Dana White, o patrão da UFC, a apertar a mão de Turki Alalshikh, ministro saudita e presidente da Autoridade para o Entretenimento, enquanto Snyder sorri com cara de “vem aí porrada da boa”.


🥋 Do submundo de LA para o topo do octógono

A sinopse já deixa antever uma jornada épica ao estilo Snyder: um jovem lutador das ruas de Los Angeles tenta entrar na UFC, enfrentando tanto adversários no ringue como os seus próprios demónios interiores. Redenção, suor e pancadaria — os ingredientes perfeitos para um drama de combate cinematograficamente estilizado.

🎬 O argumento fica a cargo do próprio Snyder, com Kurt Johnstad (que já escreveu 300) e Shay Hatten (John WickRebel Moon) ao seu lado. O trio de ferro já provou saber criar mundos intensos e personagens em rota de colisão consigo mesmos.

Atores? Datas? Estreia? Tudo isso continua guardado num “cofre de titânio” como nos filmes de Army of the Dead, mas o entusiasmo já está ao rubro.


🎥 UFC + Hollywood = relação séria (e rentável)

Esta não é a primeira vez que a UFC entra nos ecrãs grandes e pequenos com força total. Em 2023, o remake de Road House (Profissão Duro) com Jake Gyllenhaal — ex-lutador de MMA na trama — foi um sucesso na Amazon Prime Video, mostrando que o casamento entre artes marciais e cinema tem muito potencial de KO.

O que Brawler traz de novo é a assinatura de Snyder: slow-motion, composição visual musculada e heróis com dilemas morais (e abdominais de aço). E claro, o reforço da Arábia Saudita na equação sugere um investimento de peso e ambições globais.

A presença de Turki Alalshikh no anúncio oficial mostra que o filme pode integrar a crescente estratégia saudita de se afirmar como potência no entretenimento — dentro e fora do desporto.


🔮 O que esperar?

Se Brawler seguir o ADN Snyder, podemos esperar sequências de combate coreografadas como ballet violento, narrações graves e visuais dignos de painel de banda desenhada. Mas com a UFC no centro da história, o realismo e a crueza prometem ter um papel importante — talvez até mais do que os efeitos especiais.

📺 Enquanto isso, Snyder continua com pé firme na Netflix, onde já criou a saga Rebel Moon e prepara um novo projeto sobre a polícia de Los Angeles. Mas agora, com Brawler, parece apostado em dominar um novo território: o cinema de pancadaria com alma.

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Vamos a isso, mestre Snyder. Só pedimos uma coisa: não nos deixes KO de aborrecimento.

🎖️ Warfare: Alex Garland regressa com o seu filme mais brutal e intenso desde Ex Machina

O novo filme do realizador e argumentista Alex Garland, Warfare, ainda nem estreou e já está a deixar críticos sem fôlego — e espectadores de olhos bem abertos. Com uma impressionante pontuação de 94% no Rotten Tomatoes, a obra já é considerada por muitos como o melhor filme de guerra dos últimos anos, e talvez o trabalho mais impactante de Garland desde o aclamado Ex Machina (2014).

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Descrito como um verdadeiro assalto aos sentidos, Warfare é tudo menos um típico filme de guerra: é um mergulho imersivo, claustrofóbico e visceral, que acompanha em tempo real uma unidade de Navy SEALs norte-americanos numa missão infernal por território inimigo. A realização é partilhada com Ray Mendoza, ex-operacional das forças especiais cuja experiência pessoal dá à obra um realismo quase documental.

🎬 Uma experiência sensorial de cortar a respiração

A crítica tem sido praticamente unânime na aclamação do filme — tanto pela sua execução técnica como pela intensidade emocional. O The Hollywood Reporter descreve-o como:

“Garland em forma máxima e com um domínio técnico deslumbrante. Provavelmente o seu melhor filme desde Ex Machina.”

Já o jornal The Times eleva ainda mais a fasquia:

“É um filme tão difícil de ver quanto de esquecer. Um pesadelo percussivo, um blitz sensorial, um ataque direto à alma.”

A composição visual e sonora de Warfare tem sido comparada a uma experiência quase física. É cinema de combate no seu estado mais cru: sem glamour, sem heróis invencíveis, sem filtros.

🎖️ Um elenco de peso para um filme sem distrações

Garland reuniu um grupo de atores talentosos para dar corpo (e alma) à sua visão:

• Cosmo Jarvis (Shōgun),

• Will Poulter (The Bear),

• Joseph Quinn (Stranger ThingsFantastic Four),

• Noah Centineo (The Recruit).

O filme segue estes soldados ao longo de uma única e implacável missão, e é precisamente essa escolha narrativa — tempo real, sem pausas — que o distingue de outros títulos do género. Não há subplot romântico, nem diálogos moralizantes: só o caos, o medo, a adrenalina e o desgaste.

⚠️ Nem tudo são aplausos — e talvez seja mesmo essa a intenção

Apesar da aclamação, algumas críticas apontam fragilidades no argumento. EJ Moreno escreveu:

“Tantos elementos funcionam, mas o guião minimalista quase desmorona sob o seu próprio peso. Ainda assim, é um trabalho sólido e com atuações poderosas.”

FandomWire considera o filme uma experiência interessante, mas falha em alguns pontos:

“Tem o coração no lugar certo, mas nem tudo resulta como devia.”

Mas será essa ausência de estrutura clássica realmente uma falha? Ou é simplesmente mais uma prova da ambição formal e da coragem estética de Garland?

🧟‍♂️ Próximo desafio: regressar ao mundo dos infectados

Para os fãs do realizador, há mais boas notícias: Garland volta a colaborar com Danny Boyle em 28 Years Later, sequela do icónico 28 Days Later, com estreia marcada para 20 de junho. O elenco inclui Jodie ComerAaron Taylor-JohnsonRalph Fiennes, e as expectativas estão altíssimas para este regresso ao universo infetado que marcou uma geração.

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Até lá, Warfare estreia a 11 de abril, e promete ser uma das experiências cinematográficas mais intensas de 2024. Não é apenas um filme de guerra — é uma prova de resistência emocional.

🎬 Leonardo DiCaprio Transforma-se num Revolucionário Alucinado em One Battle After Another — Chegou o Trailer do Novo Colosso de Paul Thomas Anderson

Preparem os calendários e as emoções: Leonardo DiCaprio está de regresso ao grande ecrã e, desta vez, ao serviço de um dos mais respeitados e ousados cineastas da atualidade. One Battle After Another é o título do novo filme de Paul Thomas Anderson, e o trailer já está disponível — partilhado, curiosamente, através da recém-criada conta oficial de YouTube do próprio DiCaprio.

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🍿 Uma aposta artística com orçamento de blockbuster

Com estreia marcada para 26 de setembro nos cinemas e em IMAX, esta obra promete ser um dos grandes acontecimentos cinematográficos do ano — tanto pelo seu elenco de peso como pela ambição declarada que já fez soar os alarmes da Academia.

Apesar de ainda não haver uma sinopse oficial detalhada, o trailer revelou o essencial: DiCaprio interpreta Bob Ferguson, um antigo revolucionário mergulhado em delírios, agora obcecado em salvar a filha adolescente num mundo onde as batalhas do passado continuam a ressoar com fúria no presente. Entre explosões de paranoia e lampejos de ternura, o filme pinta uma América desencantada, distorcida e feroz.

A inspiração parece provir do universo literário de Thomas Pynchon, nomeadamente da obra Vineland, um romance labiríntico que mistura cultura pop, política e traumas colectivos do pós-Vietname. O tom alucinatório e a estrutura fragmentada prometem um filme exigente — e, claro, muito PTA.

⭐ Um elenco de luxo num filme com sangue, suor e Óscares

Além de DiCaprio, que aqui surge com um visual desgrenhado e um olhar desesperado, o filme conta com Benicio del ToroSean PennRegina HallTeyana TaylorWood HarrisAlana Haim e a jovem revelação Chase Infiniti.

Não é apenas um desfile de talentos: é uma convocatória de presenças magnéticas para um drama com peso político, psicológico e simbólico. Paul Thomas Anderson volta a rodear-se de intérpretes que sabem habitar a ambiguidade, construir personagens maiores do que a vida e mergulhar de cabeça na tensão do momento.

Com um orçamento que ronda os 140 milhões de dólares, este é o projeto mais caro da carreira de PTA — um risco que a indústria verá com atenção. Será este o Oppenheimer de 2025?

🎥 Um trailer enigmático, carregado de tensão

O primeiro trailer — disponível no canal oficial recém-lançado de DiCaprio — opta por sugerir em vez de explicar. Em vez de enredos, temos atmosferas: planos amplos de estradas poeirentas, edifícios em chamas, debates exaltados, rostos marcados por memórias e idealismos, e um DiCaprio a meio caminho entre um líder carismático e um pai em ruína emocional.

Há armas, há slogans, há silêncio e histeria — tudo captado com a sofisticação visual que é marca registada de Anderson. A banda sonora, densa e inquietante, promete acompanhar cada passo com vibração emocional.

🎯 Uma corrida ao Óscar anunciada?

Não há como ignorar: este filme é candidatura direta à temporada de prémios. O nome de Paul Thomas Anderson já pesa por si só, e com DiCaprio no centro de um papel visceral, temos todos os ingredientes de um candidato sério a Melhor Ator. O facto de ser também um filme com potencial de divisão crítica só aumentará o seu fascínio.

Se em Haverá Sangue víamos a construção de um império assente na ganância, em One Battle After Another poderemos estar perante a destruição de uma identidade — pessoal, política, familiar — em nome de ideais que o tempo desfigurou.


📌 One Battle After Another: O que sabemos até agora

• 🎬 Realizador: Paul Thomas Anderson

• 🖊 Argumento: Paul Thomas Anderson

• 🌟 Elenco: Leonardo DiCaprio, Benicio del Toro, Sean Penn, Regina Hall, Teyana Taylor, Wood Harris, Alana Haim, Chase Infiniti

• 🎞 Estreia nos cinemas e IMAX: 26 de setembro de 2025

• 💰 Orçamento estimado: 140 milhões de dólares

• 🧠 Inspiração literária: Vineland, de Thomas Pynchon (não oficial, mas fortemente sugerido)


🔮 Expectativas no Clube de Cinema

Há anos que aguardávamos por um reencontro entre DiCaprio e um autor de primeira linha num filme que unisse ambição, risco e densidade temática. Com One Battle After Another, tudo isso está no horizonte — e a julgar pelo que vimos, será uma viagem que não vamos esquecer.

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🏆 “Baby Reindeer” domina as nomeações dos BAFTA TV Awards 2024 — eis os grandes favoritos

A corrida ao ouro televisivo britânico começou oficialmente, e há um nome que salta imediatamente à vista: Baby Reindeer. A minissérie da Netflix, que tem causado furor junto da crítica e do público, lidera a lista de nomeações dos BAFTA Television Awards 2024 com um total de oito indicações, incluindo nas categorias de Melhor Minissérie, Melhor Ator e Melhor Atriz Secundária.

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A Academia Britânica de Artes do Cinema e Televisão anunciou esta quinta-feira os nomeados para a cerimónia que se realizará a 11 de maio no Royal Festival Hall, com apresentação do irreverente Alan Cumming. E se em edições anteriores a disputa foi renhida, este ano promete ser um verdadeiro duelo de gigantes da televisão britânica e internacional.

🐭 Baby Reindeer: da intimidade ao impacto global

Baseada na história real do ator e argumentista Richard GaddBaby Reindeer retrata a sua experiência com uma perseguição obsessiva e as complexas camadas de trauma que dela advêm. A série conquistou nomeações para Melhor Minissérie em DramaMelhor Ator Principal (para o próprio Gadd), Melhor Atriz Secundária (Jessica Gunning) e ainda para Melhor Argumento — um reconhecimento claro da sua força narrativa e impacto emocional.

O sucesso da minissérie não é apenas um triunfo pessoal de Gadd, mas um marco para a Netflix no que toca a conteúdos televisivos com uma forte marca autoral.

📺 As outras favoritas da noite

Logo atrás de Baby Reindeer, três outras produções conquistaram seis nomeações cada: Rivais (Disney+), Slow Horses(AppleTV+) e Mr. Bates vs the Post Office (ITV). Esta última destaca-se especialmente por ter reaberto feridas reais e políticas em torno de um dos maiores escândalos judiciais do Reino Unido, o que poderá pesar nas escolhas finais dos votantes.

Na categoria de Melhor Série de Drama, nomes fortes como Sherwood e Wolf Hall: The Mirror and the Light enfrentam o fenómeno Supacell (Netflix), um drama sci-fi que mistura superpoderes com questões sociais num cenário britânico contemporâneo.

Já na Melhor Série Internacional, a diversidade de estilos e proveniências geográficas é notória: desde o suspense atmosférico de True Detective: Night Country (Max), até à precisão histórica de Shōgun (Disney+), passando pelo drama político Não Digas Nada, também da Disney+.

🎭 Estrelas em confronto direto

Na disputa pelo prémio de Melhor Ator, o prestígio impera: Gary OldmanDavid TennantMartin FreemanToby Jones e o já referido Richard Gadd colocam peso dramático numa das categorias mais imprevisíveis da noite. Entre veteranos consagrados e talentos em ascensão, será difícil antecipar o vencedor.

Na comédia, séries como Alma’s Not Normal e Brassic mantêm viva a tradição britânica de humor agridoce, com personagens excêntricas e uma forte componente social.

📊 A força das plataformas

BBC, como habitualmente, lidera com 75 nomeações no total, mas vê a concorrência a aproximar-se: a Channel 4 tem 27, a Netflix surge com 26, a Sky com 23 e a ITV com 21. Um reflexo claro do equilíbrio cada vez maior entre canais tradicionais e plataformas de streaming.


📌 Nomeações principais — Destaques

Melhor Série de Drama

• Blue Lights (BBC One)

• Sherwood (BBC One)

• Supacell (Netflix)

• Wolf Hall: The Mirror and the Light (BBC One)

Melhor Série de Comédia

• Alma’s Not Normal (BBC Two)

• Brassic (ITV2)

• G’wed (ITV2)

• Ludwig (BBC One)

Melhor Minissérie

• Baby Reindeer (Netflix)

• Lost Boys and Fairies (BBC One)

• Mr. Bates vs The Post Office (ITV1)

• One Day (Netflix)

Melhor Série Internacional

• After the Party (Channel 4)

• Colin From Accounts (BBC Two)

• Não Digas Nada (Disney+)

• Shōgun (Disney+)

• True Detective: Night Country (Max)


🎥 A cerimónia promete emoções fortes, discursos poderosos e, acima de tudo, um retrato fiel da excelência televisiva que continua a florescer em terras britânicas. Para os fãs de grandes séries — e grandes histórias — o mês de maio já tem data marcada no calendário.

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🎬 The Legend of Zelda chega finalmente ao cinema — e já tem data marcada!

🎮 Uma das sagas mais amadas do mundo dos videojogos prepara-se para conquistar também as salas de cinema. A adaptação cinematográfica de The Legend of Zelda tem agora data oficial de estreia: 26 de março de 2027.

A espera foi longa — quase duas décadas de rumores, planos adiados e esperanças frustradas — mas o anúncio da Sony confirma que a lenda de Link e Zelda vai finalmente ganhar vida no grande ecrã. E não se trata de um projeto menor: o envolvimento criativo da própria Nintendo e do lendário criador Shigeru Miyamoto dá garantias de que esta será uma adaptação com ambição, respeito pela obra original e potencial para fazer história.

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Uma equipa com pedigree épico

A realização ficará a cargo de Wes Ball, conhecido pela trilogia Maze Runner e pelo muito elogiado O Reino do Planeta dos Macacos (2024). O argumento está a ser desenvolvido por Derek Connolly, coautor da saga Mundo Jurássico, o que indica uma aposta numa narrativa de aventura com escala blockbuster.

Na produção, encontramos Avi Arad, nome incontornável no universo das adaptações de banda desenhada e videojogos ao cinema — foi produtor de praticamente todos os filmes ligados ao Homem-Aranha, incluindo animações como Spider-Man: Into the Spider-Verse.

Apesar do elenco ainda não ter sido revelado, a fasquia está elevada. Os fãs já começaram a especular: quem será Link? Quem dará vida a Zelda? E que ator ousará encarnar o maléfico Ganon?

Zelda, Link e o poder da nostalgia

Criada por Shigeru Miyamoto em 1986, The Legend of Zelda tornou-se rapidamente numa das franquias mais influentes da história dos videojogos. Com mais de 150 milhões de cópias vendidas, a série não só moldou o género de aventura como definiu uma geração. Títulos como Ocarina of TimeBreath of the Wild e Tears of the Kingdom são hoje referências incontornáveis da indústria.

A saga segue Link, um jovem herói silencioso que embarca em missões épicas para salvar a princesa Zelda do vilão Ganon, num mundo fantástico onde espadas mágicas, flautas encantadas, templos antigos e criaturas místicas convivem em perfeita harmonia. É uma odisseia que mistura mitologia, ação, exploração e coração — tudo ingredientes perfeitos para um grande filme.

O peso de um legado… e o sucesso de Mario

Durante muito tempo, a Nintendo recusou ceder os direitos de adaptação de Zelda, traumatizada pelo desastre que foi o filme Super Mario Bros. de 1993. No entanto, esse bloqueio foi finalmente superado com o colossal êxito de Super Mario Bros – O Filme, lançado em 2023: com mais de 1,36 mil milhões de dólares de receitas de bilheteira, tornou-se a animação mais rentável do ano (apenas atrás de Barbie).

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Agora, com a Nintendo a cofinanciar o projeto e a Sony a liderar a distribuição, o palco está montado para um novo fenómeno cinematográfico — capaz de agradar tanto aos fãs nostálgicos como a uma nova geração que cresceu com a Nintendo Switch.

✨ Hyrule está prestes a invadir o cinema. Que comece a aventura.

🔪 I Know What You Did Last Summer está de volta: Jennifer Love Hewitt regressa no reboot que promete sangue e nostalgia

O verão nunca mais será o mesmo… outra vez. A Sony Pictures acaba de revelar o cartaz oficial do muito aguardado reboot de I Know What You Did Last Summer, a clássica saga slasher dos anos 90, e com ele a certeza de que o assassino do gancho está de volta — e com sede de vingança.

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Este novo capítulo do franchise tem estreia marcada para 18 de julho de 2025, trazendo de volta Jennifer Love Hewittno papel icónico de Julie James, agora numa nova geração de terror, mistério e segredos enterrados no passado.


Um regresso sangrento… com caras conhecidas 👀

O novo filme, ainda sem título final confirmado, será uma sequela direta do original de 1997 e da sua continuação I Still Know What You Did Last Summer (1998), ignorando as versões mais recentes que tentaram reiniciar a saga sem grande sucesso.

Além de Hewitt, também Freddie Prinze Jr. está de regresso como Ray Bronson, tornando este novo filme numa verdadeira reunião de sobreviventes do massacre de Southport. O argumento coloca estes dois personagens no centro da ação ao serem procurados por um novo grupo de jovens que se vê envolvido num acidente mortal… e num segredo partilhado.


A nova geração do terror: elenco promissor e diversificado

O novo grupo de vítimas (ou suspeitos?) inclui nomes de peso da nova geração de Hollywood:

• Chase Sui Wonders (Bodies Bodies Bodies)

• Madelyn Cline (Glass Onion)

• Sarah Pidgeon (The Wilds)

• Tyriq Withers (The Game)

• Jonah Hauer-King (The Little Mermaid)

• Lola Tung (The Summer I Turned Pretty)

• Nicholas Alexander Chavez

• Austin Nichols

• Gabbriette

• E ainda o veterano Billy Campbell

A realização está a cargo de Jennifer Kaytin Robinson, que assinou recentemente a comédia negra Do Revenge da Netflix. Já o argumento foi escrito por Leah McKendrick, argumentista de M.F.A., outro projeto que explora temas de trauma e vingança com um olhar feminista.


Um verão para não esquecer 🩸

O enredo segue uma estrutura familiar — e eficaz: cinco amigos provocam acidentalmente um trágico acidente de carro e decidem esconder o que aconteceu, fazendo um pacto de silêncio. Um ano depois, começam a ser perseguidos por alguém que sabe exatamente o que fizeram… no verão passado.

Mas há um novo elemento: estes jovens descobrem que não são os primeiros a viver este pesadelo, e acabam por procurar ajuda nos dois sobreviventes do passado. Será que Julie e Ray conseguirão ajudar antes que o assassino com o gancho acabe com todos?


Terror à moda antiga… com nova embalagem

I Know What You Did Last Summer nasceu em 1997 pelas mãos de Kevin Williamson, o criador de Scream, e foi realizado por Jim Gillespie, com base no romance de Lois Duncan. A combinação de elenco jovem carismático, um assassino icónico e o clima de paranoia adolescente tornou o filme num clássico instantâneo do terror dos anos 90.

Agora, este novo capítulo promete recuperar a essência do original, mas com um toque moderno, novos rostos e — espera-se — cenas sangrentas, mortes criativas e muito suspense. O cartaz oficial, revelado esta semana, mostra a icónica arma do assassino (o gancho) em grande destaque, ao lado de um teaser arrepiante: “O passado nunca morre.”


Expectativas? Altíssimas.

Com a recente onda de reboots e legados no cinema de terror — de Scream a Halloween, passando por Final DestinationThe Exorcist —, todas as atenções estão agora viradas para I Know What You Did Last Summer. A fórmula tem funcionado, sobretudo quando os criadores respeitam os filmes originais e introduzem novas perspetivas com inteligência.

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Se tudo correr como promete, este novo verão poderá ser o mais sangrento de sempre… e nós não vamos querer faltar.

🌬️ Steven Yeun Entra no Universo de Avatar: A Lenda de Aang com Novo Filme Animado da Paramount

Depois do enorme sucesso de Beef e das suas incursões no cinema premiado, Steven Yeun vai regressar ao mundo dos elementos com um novo papel no universo de Avatar: A Lenda de Aang. A Paramount Pictures e a Nickelodeon Movies confirmaram que o ator se juntou ao elenco vocal do próximo filme animado ainda sem título centrado em Aang, com estreia marcada para 30 de janeiro de 2026.

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Uma Nova Aventura nos Quatro Reinos

Apesar de ainda não serem conhecidos os detalhes da personagem que Steven Yeun irá interpretar — e, mais importante ainda, a que Nação Elementar ele pertence —, a sua presença no projeto já está a causar grande entusiasmo entre os fãs de Avatar.

Yeun junta-se assim a um elenco promissor que inclui:

• Dave Bautista

• Eric Nam

• Dionne Quan

• Jessica Matten

• Román Zaragoza

O filme será realizado por Lauren Montgomery, uma veterana da animação que já trabalhou em várias produções do universo Avatar, com William Mata como co-realizador.


O Regresso a um Universo Familiar

Esta não é a primeira vez que Steven Yeun dá voz a uma personagem no mundo de Avatar. Em The Legend of Korra, interpretou Wan, o primeiro Avatar da história — uma personagem profundamente ligada à mitologia da série. A escolha de Yeun para este novo projeto pode, portanto, indicar uma ligação narrativa mais profunda ou simplesmente reforçar a intenção dos criadores de manter um elenco talentoso e diversificado.

O filme, produzido pela equipa original — Michael Dante DiMartino e Bryan Konietzko — promete mergulhar novamente os espectadores no universo épico que já conquistou várias gerações. Desta vez, com Aang como figura central, o projeto poderá explorar uma fase menos abordada da sua vida adulta, algo que os fãs há muito esperam ver.


Um Momento de Ouro na Carreira de Yeun

A escolha de Steven Yeun para este novo filme acontece numa altura particularmente brilhante da sua carreira. Depois da sua nomeação ao Óscar por Minari, Yeun tem acumulado sucessos, tanto no cinema como na televisão:

🎬 Cinema:

• Mickey 17 de Bong Joon Ho

• Nope, de Jordan Peele

• Okja, de Bong Joon Ho

• Sorry to Bother You e The Humans

📺 Televisão:

• Beef (Netflix/A24), vencedor de Emmy, SAG e Globo de Ouro

• The Walking Dead

• Invincible (voz)

• Tuca & Bertie

• The Twilight Zone

Com uma carreira marcada por escolhas ousadas e papéis emocionalmente complexos, Yeun parece ser a aposta perfeita para um filme que, tal como a série original, mistura aventura, humor e profundas reflexões filosóficas e espirituais.


O Que Esperar?

Se tivermos em conta o legado da série original e o histórico da equipa envolvida, este novo capítulo da saga Avatarpoderá trazer novas personagens, conflitos e revelações sobre o ciclo dos Avatares. Mais do que nostalgia, espera-se uma expansão rica do universo narrativo que respeite a alma da série original e traga algo verdadeiramente novo ao grande ecrã.


Marca na Agenda!

📅 Estreia mundial30 de janeiro de 2026

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Até lá, só nos resta especular… e ficar atentos a mais revelações sobre o elenco e o enredo. Mas uma coisa é certa: o espírito de Aang está de volta — e Steven Yeun vai ajudá-lo a voar alto mais uma vez.

Matilda Lutz Traz de Volta a Selvagem “Red Sonja” com Classificação R e Promessa de Sangue e Espadas

A guerreira de cabelos flamejantes regressa ao grande ecrã — e desta vez, vem acompanhada de muita violência, sangue e aço. A nova adaptação cinematográfica de “Red Sonja”, protagonizada por Matilda Lutz, recebeu oficialmente a classificação R (equivalente a “maiores de 17” nos EUA), com a MPA a justificar a decisão com “violência forte e sangrenta”. Se dúvidas houvesse, esta Sonja não está aqui para dançar com dragões — está para os matar.

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🎬 Realizado por M.J. Bassett (Solomon Kane), este novo filme promete devolver à mítica personagem criada nos anos 70 pela dupla Roy Thomas e Barry Windsor-Smith o seu lugar de destaque no panteão da fantasia épica. Depois da versão de 1985 com Brigitte Nielsen, surge agora uma abordagem mais crua, intensa e fiel às raízes bárbaras da personagem.


Uma Nova Heroína Para Um Novo Mundo Selvagem

Matilda Lutz, que já demonstrou garra em Revenge (2017), encarna agora a guerreira indomável que liderará um grupo de improváveis aliados contra o tirano Imperador Draygan e a sua sinistra noiva de guerra, Dark Annisia. A narrativa desenrola-se num mundo recheado de fantasia, onde magia negra, espadas e traições são parte do menu.

“Uma história épica num mundo impregnado de fantasia”, assim é descrito o filme — e não é difícil imaginar porquê.


Um Elenco Musculado

Acompanhando Lutz está um elenco recheado de rostos conhecidos:

• Robert Sheehan (The Umbrella Academy)

• Wallis Day (Sheroes)

• Michael Bisping (Den of Thieves)

• Rhona Mitra (Underworld: Rise of the Lycans)

• Martyn FordBen RadcliffeTrevor Eve, entre outros.

O argumento ficou a cargo de Joey Soloway e Tasha Huo, sendo a expectativa que o filme una uma estética brutal e mitológica com uma crítica social subtil, algo que as mais recentes adaptações de banda desenhada têm vindo a explorar.


“Red Sonja”: A Origem de Uma Lenda

Criada em 1973, Red Sonja surgiu como uma versão feminina de Conan, com uma origem marcada pela tragédia e uma sede insaciável por justiça. Publicada originalmente pela Marvel e mais tarde por Dynamite Comics, a personagem granjeou culto próprio, sendo símbolo de força feminina, resiliência e um ícone da espada e feitiçaria.

A nova versão parece estar mais próxima do espírito das BD originais do que da adaptação campy dos anos 80. Com sangue, suor e aço, Red Sonja 2025 posiciona-se como uma resposta ao sucesso de séries como House of the Dragon e The Witcher, mas com uma protagonista que tem tanto de letal como de lendária.


Expectativas em Alta

Ainda sem trailer divulgado, espera-se que as primeiras imagens oficiais cheguem nas próximas semanas, agora que a classificação indicativa já abriu caminho para a promoção do filme. Com a promessa de um tom mais adulto e violento, este poderá ser o regresso triunfal de uma das heroínas mais icónicas da fantasia clássica.

🎥 A estreia está prevista ainda para 2025, com distribuição da Samuel Goldwyn Films.

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“Avengers: Doomsday” promete ser o maior evento Marvel de sempre – com heróis e vilões que ninguém esperava

🎬 A Marvel voltou a surpreender o mundo com um evento em direto que confirmou finalmente o que tantos fãs aguardavam: o início oficial da rodagem de Avengers: Doomsday, com uma lista de personagens absolutamente colossais. O filme tem estreia marcada para 1 de maio de 2026 e já promete reescrever as regras do jogo no Universo Cinematográfico da Marvel (MCU).

O live-stream enigmático, partilhado nas contas oficiais da Marvel, acabou por revelar uma avalanche de nomes — incluindo regressos inesperados, reforços vindos dos X-Men clássicos e até a confirmação de Robert Downey Jr. num papel bombástico… mas não como Tony Stark.

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Um elenco que parece saído de um sonho (ou de um multiverso)

O filme junta heróis da velha guarda, novatos do MCU e mutantes lendários numa formação que fará vibrar qualquer fã. Eis os nomes confirmados:

• Chris Hemsworth como Thor

• Anthony Mackie como Capitão América (Sam Wilson)

• Sebastian Stan como Bucky Barnes / Winter Soldier

• Paul Rudd como Homem-Formiga

• Letitia Wright como Shuri / Black Panther

• Simu Liu como Shang-Chi

• Florence Pugh como Yelena Belova

• Vanessa Kirby como Mulher Invisível

• Pedro Pascal como Reed Richards / Mr. Fantastic

• Ebon Moss-Bachrach como Ben Grimm / The Thing

• Joseph Quinn como Johnny Storm / Human Torch

• Kelsey Grammer como Hank McCoy / Beast

• Rebecca Romijn como Mystique

• Alan Cumming como Nightcrawler

• Patrick Stewart como Professor Xavier

• Ian McKellen como Magneto

• James Marsden como Cyclops

• Channing Tatum como Gambit

• Tom Hiddleston como Loki

• Robert Downey Jr. como Dr. Doom

Sim, leu bem: Robert Downey Jr. regressa à Marvel, mas desta vez no papel de Victor Von Doom, o icónico Doutor Destino. A confirmação causou ondas de choque entre os fãs — é uma reviravolta corajosa, mas que está a ser encarada com entusiasmo. A ideia partiu do próprio Kevin Feige e terá sido selada com o aval de Downey e dos irmãos Russo, que regressam como realizadores.


O peso dos X-Men clássicos

O filme aposta forte na nostalgia e traz consigo várias caras conhecidas da era pré-MCU. O regresso de Patrick Stewart, Ian McKellen, Alan Cumming e Rebecca Romijn é um presente para os fãs da saga X-Men da Fox, agora integrados oficialmente no MCU. Esta convergência de timelines promete transformar Doomsday numa verdadeira colisão de universos — uma estratégia semelhante à de Spider-Man: No Way Home, mas em escala cósmica.


Vilões e dilemas morais: a ameaça chama-se Victor Von Doom

Ao contrário dos Vingadores anteriores, Avengers: Doomsday não terá como foco Thanos ou Kang. A grande ameaça é Victor Von Doom — e com Downey no papel, espera-se um vilão trágico, carismático e assustadoramente humano.

A escolha é inteligente: o Doutor Destino é uma figura que mistura genialidade, tragédia pessoal e um poder praticamente ilimitado, o que poderá trazer camadas de profundidade emocional ao confronto.


Será este o momento de redenção para a Marvel?

Após um 2023 e 2024 atribulados, com várias críticas à saturação de conteúdo e ao cansaço do público, a Marvel precisa de uma vitória. O sucesso de Deadpool & Wolverine reacendeu as expectativas, mas Avengers: Doomsday será o verdadeiro teste.

Os fãs querem algo novo, mas com o ADN clássico: heróis imperfeitos, vilões memoráveis, consequências reais e ação de encher o ecrã. E com este elenco, há razões para acreditar.


Conclusão: que comece a contagem decrescente

Com um orçamento estrondoso, uma realização nas mãos dos irmãos Russo e um elenco que junta os melhores elementos de três gerações de heróis e vilões, Avengers: Doomsday tem tudo para ser o culminar épico do MCU que os fãs esperam desde Endgame.

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Agora só falta sabermos: quem viverá… e quem morrerá?

Vin Diesel Volta à Realização no Universo Fast & Furious com Novo Curta-Metragem Antes do Grande Final

🏁 “A saga começou com família… e vai terminar da mesma forma.” Vin Diesel está de volta atrás das câmaras para realizar um novo curta-metragem que antecederá o derradeiro capítulo da saga Fast & Furious. O anúncio foi feito pelo próprio ator na sua conta oficial de Instagram, e já está a gerar grande entusiasmo entre os fãs da franquia mais veloz (e furiosa) da história do cinema.

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Um regresso à realização… 15 anos depois

Vin Diesel não é novato no papel de realizador no universo Fast & Furious. Em 2009, assinou o curto Los Bandoleros, que serviu de prólogo ao quarto filme da saga, explicando o que tinha acontecido com Dominic Toretto entre o original de 2001 e o seu regresso triunfal. O projeto foi bem recebido e ajudou a consolidar o tom mais “familiar” e emocional da saga.

Agora, Diesel volta a ocupar a cadeira de realizador para um novo curta que servirá como ligação entre Fast X e o aguardado capítulo final.

“A produtora voltou a pedir-me para realizar o precursor do próximo filme. Porque esta saga já é do mundo inteiro, sinto-me encorajado a filmar noutro sítio, verdadeiramente exótico.”, escreveu Diesel.

Um destino “exótico” no deserto?

Na publicação, o ator revelou também que gostaria de regressar ao Médio Oriente, um dos cenários memoráveis de Fast & Furious 7, filme que arrecadou quase 2 mil milhões de dólares à escala global.

“O meu único arrependimento foi nunca termos filmado verdadeiramente no coração do deserto.”, afirmou, deixando no ar a possibilidade de o novo curta explorar paisagens áridas, numa ligação simbólica entre os extremos da saga.

Várias possibilidades narrativas em cima da mesa

O final de Fast X deixou Dom e o resto da equipa em situações bastante precárias. Muitos fãs especulam que este novo curta poderá servir para resolver imediatamente algumas dessas pontas soltas — ou, pelo contrário, preparar uma nova ameaça.

Entre as possibilidades discutidas nas redes:

• Um foco na personagem Gisele (Gal Gadot) e a explicação de como sobreviveu.

• Um reencontro com Hobbs (Dwayne Johnson) e a sua missão paralela.

• Uma introdução a novos vilões — ou até à possível ausência de Dante (Jason Momoa), que pode não regressar como principal antagonista.

Um adeus mais contido?

Há rumores de que o capítulo final da saga terá um orçamento “mais contido”, de cerca de 200 milhões de dólares — uma raridade para uma saga que nos habituou a carros a saltar de aviões, tanques em alta velocidade e perseguições em autênticos cenários de guerra urbana.

Apesar dessa contenção orçamental, Louis Leterrier (realizador de Fast X) já garantiu que o final será épico e, acima de tudo, emocional. O objetivo? Estrear o filme em 2026, coincidindo com o 25.º aniversário da saga.

O que esperar?

Com Vin Diesel a realizar um novo curta-metragem, a fasquia sobe para os fãs mais dedicados, que esperam algo à altura do legado da saga. Será um prólogo com ação pura? Uma história mais íntima sobre a família Toretto? Ou um teaser para algo ainda mais inesperado?

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Seja qual for a abordagem, uma coisa é certa: o universo Fast & Furious ainda tem gasolina no depósito — e Vin Diesel quer garantir que a última volta na pista seja inesquecível.

😅 Jason Momoa Quase Revela Grande Segredo da DC — e James Gunn Agradece ao PR Que o Impediu

Jason Momoa esteve a um passo de mostrar ao mundo o visual da sua nova personagem na DC, o anti-herói Lobo… mas foi salvo a tempo. O episódio, insólito e hilariante, ocorreu durante uma entrevista promocional ao lado de Jack Black e já está a fazer as delícias dos fãs — e de James Gunn.

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O deslize (quase) monumental

Durante a divulgação do filme Minecraft — que estreia a 3 de abril — Jason Momoa foi questionado pelo siteCinemablend sobre o visual do personagem que interpreta no aguardado Supergirl: Woman Of Tomorrow, com estreia marcada para 25 de junho de 2026.

Com o entusiasmo habitual e, aparentemente, a melhor das intenções, o ator respondeu à pergunta… e levantou-se prontamente para ir buscar o telemóvel e mostrar uma fotografia.

Foi nesse instante que se ouviu, fora de campo, o seu relações públicas a intervir com firmeza:

“Jason, não faças isso!”

O momento provocou gargalhadas na sala e até o próprio Momoa, apanhado a meio da ação, riu-se da situação. Percebendo que por pouco não cometeu um deslize de proporções super-heroicas, rematou:

“Vai valer a pena esperar.”

James Gunn: “Obrigado ao PR do Jason!”

O episódio foi rapidamente partilhado nas redes sociais — incluindo por James Gunn, presidente da DC Studios e realizador do novo Superman (com estreia este verão). Gunn não escondeu o alívio e agradeceu publicamente à pessoa que impediu a fuga de informação.

“Só quero agradecer profundamente ao relações públicas do Jason”, escreveu Gunn na rede Threads, com direito a emojis de gargalhadas.

Um fã brincou: “De qualquer forma, ele mostrou sem dúvida ao Jack Black”, ao que Gunn respondeu, de forma espirituosa:

“Posso viver com isso.”

O mistério à volta de Supergirl: Woman Of Tomorrow

Com realização de Craig Gillespie (Eu, Tonya), o novo filme da DC é uma adaptação do aclamado arco homónimo das comics de Tom King e Bilquis Evely. Esta versão promete uma Supergirl muito mais complexa e sombria, marcada por traumas e isolamentos — uma antítese do clássico espírito solar de Clark Kent.

A atriz Milly Alcock, conhecida por House of the Dragon, dará vida à nova Supergirl, enquanto Jason Momoa assumirá o papel de Lobo, um dos personagens mais irreverentes e brutais do universo DC. Matthias Schoenaerts e Eve Ridley completam o elenco.

James Gunn já tinha avisado que o visual de Lobo — uma mistura de motard intergaláctico com caçador de recompensas de moral duvidosa — não seria revelado em breve, uma vez que o filme ainda está em rodagem. Com este “quase deslize”, a curiosidade dos fãs aumentou exponencialmente.

Uma nova fase para a DC… com mais humor?

Se há algo que distingue esta nova era da DC sob a liderança de James Gunn é o equilíbrio entre o épico e o excêntrico. A própria reação ao episódio com Momoa — partilhada com humor e leveza — mostra um estúdio mais descontraído e próximo dos fãs.

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É certo que Supergirl: Woman Of Tomorrow será um dos pilares da nova cronologia da DC. E se Lobo for tão explosivo como o entusiasmo de Momoa sugere, então sim: vai mesmo valer a pena esperar.

🎬 Gwyneth Paltrow Criticada por Declarações “Irresponsáveis” Sobre Cenas de Sexo com Timothée Chalamet

As declarações recentes de Gwyneth Paltrow sobre a sua experiência em cenas íntimas com Timothée Chalamet voltaram a lançar combustível para o debate sobre coordenadores de intimidade em Hollywood — e não agradaram a todos no setor.

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A atriz, vencedora de um Óscar por A Paixão de Shakespeare (1998), está de regresso ao grande ecrã com Marty Supreme, descrito por si como o seu “primeiro trabalho a sério” desde Country Strong (2010). Mas o que gerou mais ruído não foi o filme — previsto para estrear no Natal — mas sim os comentários feitos numa entrevista à Vanity Fair, em que Paltrow abordou o papel dos coordenadores de intimidade, figuras cada vez mais presentes nos sets de filmagem desde o movimento #MeToo.

“Miúda, sou da era em que se ficava nua, ia-se para a cama e se punha a câmara a trabalhar”, disse a atriz de 52 anos, referindo-se à sua reação quando a coordenadora de intimidade a abordou para discutir detalhes de uma cena sexual com Timothée Chalamet, de 29 anos. “Foi algo do género ‘Muito bem, eu tenho 109 anos. Tu tens 14.’”, brincou, num tom que nem todos acharam apropriado.

“Bastante irresponsável”, diz produtora britânica

Uma das reações mais contundentes veio de Caroline Hollick, antiga responsável de drama do canal britânico Channel 4 e produtora reconhecida no panorama europeu. Durante um painel no prestigiado festival Series Mania, dedicado ao tema “Vamos falar sobre sexo! (E consentimento)”, Hollick considerou as palavras de Paltrow “irresponsáveis”.

“Como uma mulher poderosa em Hollywood, a representar com um homem muito mais jovem do que ela… tenho certeza de que [com Chalamet] é tranquilo, mas achei que foi uma coisa bastante irresponsável de se dizer.”

Hollick lamentou ainda que os coordenadores de intimidade — profissionais cuja função é garantir o conforto e o consentimento em cenas sensíveis — “tenham sido apanhados nas franjas das guerras culturais”, e reforçou que a sua presença é essencial para proteger os atores dentro da complexa hierarquia de poder nos sets.

“Os produtores têm objetivos, os argumentistas têm objetivos, os realizadores têm objetivos. Trazer um coordenador de intimidade para o set dá poder ao ator, porque há alguém ao lado para lutar por ele.”

Sexo na ficção: cortar ou fazer melhor?

Um dos pontos mais relevantes levantados por Caroline Hollick foi o perigo de, em resposta ao desconforto ou polémica, as cenas de sexo desaparecerem pura e simplesmente das narrativas audiovisuais — um movimento que já se começa a notar, sobretudo em televisão. Para a produtora, isso seria um erro.

“Não desejo que exista menos sexo na TV. A alternativa é que tudo o que as pessoas verão em termos de representação é pornografia.”

A proposta é clara: filmar sexo com a mesma atenção e profissionalismo com que se filma uma cena de ação. Criar uma linguagem cinematográfica que respeite os envolvidos, que seja verdadeira para a história, e que — acima de tudo — não perpetue dinâmicas de poder nocivas.

Entre o humor e a responsabilidade

Se as declarações de Paltrow foram apenas uma tentativa de humor ou uma expressão legítima de frustração artística, é algo que o público e a indústria continuam a debater. Mas o episódio serve como lembrete de que, mesmo entre atores veteranos, a sensibilidade no que toca à representação da intimidade está longe de ser consenso.

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Em tempos de mudança, há quem peça prudência — e há quem peça coragem. Talvez o desafio esteja em encontrar uma nova forma de contar histórias íntimas com autenticidade, consentimento… e cinema.

🎬 “A Working Man”: Jason Statham entra em modo “exército de um só homem” numa ode aos clássicos de ação dos anos 80

Se cresceste ao som de balas a voar em Rambo, socos no estômago à Commando e frases icónicas em filmes como Hard Target ou Cobra, então prepara-te: Jason Statham está de volta ao seu melhor em “A Working Man”, o novo filme de David Ayer que já está a incendiar as redes sociais com primeiras reações entusiasmadas.

Com estreia esta sexta-feira, 28 de março, o filme tem sido descrito como “um delírio de ação à moda antiga”, daqueles em que o protagonista resolve tudo com os punhos e uma expressão carregada de testosterona. E pelos vistos… é mesmo isso que vamos ter. E ainda bem.

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O regresso do herói silencioso (mas letal)

A Working Man segue a história de Levon Cade, um ex-operacional das forças especiais que deixou a violência para trás para trabalhar em construção civil. Mas quando a filha do seu patrão — que considera família — desaparece, Cade volta à ação. E o que começa como uma missão pessoal de resgate rapidamente se transforma numa batalha contra uma rede de corrupção muito mais profunda do que parecia.

Com um argumento de David Ayer (realizador de End of Watch e Fury) escrito em parceria com Sylvester Stallone, e baseado no romance Levon’s Trade de Chuck Dixon, este é um filme que não pede desculpa pela sua violência exagerada nem pela sua nostalgia desavergonhada.

As primeiras reações: um banho de sangue delicioso

As reações iniciais são unânimes em apontar para um festival de murros, explosões e frases de efeito:

• Chris Bumbray (JoBlo) chamou-lhe um “campy B-movie blast”, ou seja, um filme de série B camp, explosivo, que começa com calma mas rapidamente entra em território insano.

• Courtney Howard (Variety / AV Club) elogia a “ação carregada de vingança” com uma dose inesperada de sinceridade emocional.

• Bill Bria (Slash Film) diz que não é The Beekeeper 2 (o recente sucesso de Statham), mas que entrega “porrada à estilo Reacher”, com uma pitada de Rambo e Hard Target.

Ou seja, A Working Man é exatamente aquilo que promete: puro entretenimento de ação, com um Jason Statham implacável, ao melhor estilo dos heróis de VHS dos anos 80.

Um elenco recheado de caras conhecidas

Além de Statham, o filme conta ainda com Michael PeñaDavid Harbour (Stranger Things), Jason FlemyngMerab NinidzeMaximilian Osinski e Cokey Falkow, entre outros. Um verdadeiro cocktail de talento para uma história que não precisa de grandes artifícios para cumprir o seu propósito: entreter com violência coreografada e adrenalina pura.

O renascimento da ação prática?

Num tempo em que muitos blockbusters se rendem aos efeitos especiais e à estética digital, A Working Man parece apostar na fisicalidade crua e prática, com Statham a liderar a carga como um dos últimos grandes heróis de ação física em Hollywood. E com a realização de David Ayer, conhecido pelo seu estilo mais sujo e realista, este filme poderá marcar uma nova fase nos filmes de ação “à moda antiga”, onde o suor e os hematomas são mais importantes do que o CGI.

A frase de ouro? “Começa como um drama… e acaba como uma carnificina!”

Entre vingança pessoal, redes de tráfico humano, conspirações e toneladas de pontapés, A Working Man parece ter todos os ingredientes para ser o novo favorito dos fãs hardcore de ação. E se estás à procura de algo para dar uma sacudidela ao marasmo dos lançamentos atuais, este poderá ser mesmo o filme ideal para sair do sofá e voltar à sala de cinema.


Veredito: um regresso triunfante ao ADN dos filmes de ação

Se és fã de Stallone, Schwarzenegger ou Jean-Claude Van Damme, vais sentir-te em casa com este novo título. Jason Statham continua a provar que tem carisma, presença e o físico necessários para manter viva a tradição do “herói de ação à antiga” — e com um realizador como David Ayer ao leme, há esperança para o futuro do género.

“A Working Man” estreia esta sexta-feira, 28 de março, nas salas de cinema internacionais. Ainda sem data oficial confirmada para Portugal, mas será certamente uma prioridade para os amantes do género.

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