“The Morning Show” já tem 5.ª temporada confirmada — antes mesmo da estreia da 4.ª ☕📺

Apple TV+ aposta forte no seu drama estrela

A Apple TV+ decidiu não esperar para ver. Antes mesmo de a 4.ª temporada estrear — marcada para quarta-feira, 17 de Setembro — o serviço de streaming anunciou oficialmente que “The Morning Show” terá uma 5.ª temporada. A decisão reforça a confiança da plataforma na série protagonizada por Jennifer Aniston e Reese Witherspoon, um dos títulos mais populares e comentados do catálogo desde a estreia em 2019.

Segundo Matt Cherniss, responsável pela programação da Apple TV+, a produção tem sido “um destaque desde o primeiro momento” e conseguiu não só entreter como também ressoar junto de audiências em todo o mundo.

O que esperar da 4.ª temporada

A nova temporada situa-se quase dois anos após os eventos da terceira. Com a fusão entre a UBA e a NBN concluída, a redação enfrenta agora novos dilemas: responsabilidades acrescidas, motivos ocultos e o desafio de perseguir a verdade numa América cada vez mais polarizada.

O elenco ganha sangue novo com nomes de peso:

  • Marion Cotillard e Jeremy Irons, ambos vencedores de Óscar, juntam-se ao projeto;
  • Boyd Holbrook, que interpreta um podcaster à la Joe Rogan;
  • Aaron Pierre e William Jackson Harper, que trazem novas dinâmicas à redação.

Entre os veteranos, regressam Billy Crudup, Mark Duplass, Nestor Carbonell, Karen Pittman, Greta Lee, Nicole Beharie e Jon Hamm.

Aniston continua a interpretar Alex Levy, agora a partir de uma nova posição de poder, enquanto Witherspoon regressa como Bradley Jackson, que lida com as consequências de ter protegido o irmão após os eventos de 6 de Janeiro em Washington.

Intriga, família e poder nos bastidores da TV

Tal como nas temporadas anteriores, os bastidores do jornalismo televisivo servem de palco para temas que misturam política, escândalos mediáticos e dilemas pessoais. Entre furos jornalísticos, novos romances e tensões familiares, “The Morning Show” mantém a fórmula que conquistou público e crítica.

A showrunner Charlotte Stoudt regressa para liderar a produção, que continua a contar com a realização de Mimi Ledere com a dupla Aniston e Witherspoon também no papel de produtoras executivas.

Conclusão: confiança total no futuro

Com a 4.ª temporada prestes a estrear e a 5.ª já confirmada, a Apple TV+ mostra que vê em “The Morning Show” não apenas uma série de sucesso, mas uma das suas grandes bandeiras na guerra do streaming. Para os fãs, fica a certeza: ainda há muito drama, segredos e reviravoltas para acompanhar ao pequeno-almoço.

Stephen Colbert Brinca com a Falta de Emmys de Trump Após Primeira Vitória de The Late Show

Uma estreia tardia, mas saborosa

Depois de anos de nomeações, The Late Show With Stephen Colbert conquistou finalmente o Emmy de Melhor Talk Show na cerimónia de 2025, superando rivais como Jimmy Kimmel Live! e The Daily Show. Para Colbert, a vitória foi não só um motivo de celebração, como também uma oportunidade para voltar a provocar o seu velho adversário: Donald Trump.

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No primeiro programa após a cerimónia, Colbert exibiu a estatueta dourada perante o público com ironia: “Devíamos ter sido cancelados há anos.” A piada foi uma referência direta ao anúncio da CBS, feito em julho, de que The Late Showterminará em maio de 2026.

Uma equipa de 200 pessoas atrás das câmaras

O apresentador aproveitou o momento para agradecer à sua vasta equipa, sublinhando o papel dos argumentistas, técnicos de palco, editores, músicos e até estagiários. “Este prémio pertence às 200 pessoas que fazem este programa todos os dias. Mas vou ficar com ele”, brincou.

Numa nota mais mordaz, Colbert avisou que “se alguém tocar no Emmy, enfio-lhe as asas pelos olhos adentro”, arrancando gargalhadas da plateia.

A piada inevitável a Trump

O momento mais comentado chegou no final do seu monólogo, quando Colbert atirou: “Falando em Emmys… Donald Trump não tem nenhum.” A alfinetada deu continuidade a uma rivalidade de longa data.

O atual presidente dos EUA, recorde-se, já tinha gozado com o cancelamento do programa, escrevendo na rede Truth Social: “Adoro que o Colbert tenha sido despedido. O seu talento era ainda menor do que as audiências.” Trump aproveitou ainda para atacar outros apresentadores noturnos, elogiando Greg Gutfeld e criticando Jimmy Kimmel e Jimmy Fallon.

Apesar da provocação de Colbert, Trump não saiu totalmente em branco nos Emmys: The Apprentice foi nomeado em 2004 e 2005 para Melhor Programa de Competição, mas nunca venceu.

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Uma vitória com sabor especial

Para Colbert e a equipa de The Late Show, a conquista do primeiro Emmy chega numa altura agridoce: às portas do fim do programa, mas com a consagração que há muito lhes escapava. E, claro, com material fresco para mais uma piada à custa de Trump.

Robert Pattinson Já Leu o Argumento de The Batman: Part II  — e Matt Reeves Garante Surpresas Nunca Vistas

Um novo mistério em Gotham

Os fãs do Cavaleiro das Trevas podem começar a erguer os olhos para o céu: o sinal de Batman ainda não brilhou, mas já não falta muito. Matt Reeves confirmou que o argumento de The Batman: Part II está finalmente concluído e entregue, depois de uma longa espera desde o sucesso do primeiro filme em 2022.

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Em declarações à The Hollywood Reporter durante os Emmy Awards, o realizador revelou que a equipa entra agora em pré-produção e que as filmagens estão previstas para a primavera de 2026. “Foi um percurso mais longo do que eu gostaria, por várias razões pessoais, mas o mais importante era chegar ao ponto em que sentíssemos que tínhamos o melhor guião possível”, explicou Reeves.

Um argumento guardado a sete chaves

Proteger os segredos da sequela foi uma prioridade quase obsessiva. O argumento foi enviado a Robert Pattinson através de um sistema de alta segurança digno de Bruce Wayne: uma bolsa com código, enviado separadamente. O ator, no entanto, acabou por tropeçar no dispositivo. “O Rob disse: ‘Não consigo abrir’. E eu respondi: ‘Eu sei, aqui está o código’”, contou Reeves, entre risos.

Após decifrar o enigma tecnológico, Pattinson leu o guião e partilhou as suas impressões com o realizador numa chamada de FaceTime. A reação foi entusiástica: “Ele é o Batman. Se não gostasse, estávamos mal. Mas adorou, e isso foi incrivelmente encorajador”, revelou Reeves.

A promessa de algo inédito

Sem revelar detalhes da trama, o realizador garantiu que a nova história será novamente um mistério policial, fiel ao tom que marcou The Batman. No entanto, deixou no ar a promessa de algo verdadeiramente novo: “O que este filme faz com a personagem, tanto com Batman como com Bruce, nunca foi feito antes desta forma.”

O regresso de um fenómeno

Lançado em março de 2022, The Batman arrecadou 772 milhões de dólares em bilheteira mundial, reinventando a mitologia do herói e consolidando Robert Pattinson como um Bruce Wayne mais sombrio e introspectivo. A sequela será novamente escrita por Reeves em colaboração com Mattson Tomlin, e tudo indica que continuará a explorar o lado detetivesco do Cavaleiro das Trevas, enquanto expande a sua complexidade psicológica.

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Até ao próximo sinal no céu de Gotham, resta aos fãs esperar — mas com a garantia de que The Batman: Part II pretende levar o herói por caminhos inéditos.

Morreu Robert Redford: O Último Grande Ícone de Hollywood e Guardião do Cinema Independente

Um rosto romântico que se tornou uma lenda

Robert Redford, ator, realizador e ativista que atravessou gerações como símbolo do charme masculino e da integridade artística, morreu. Tinha 89 anos. A notícia marca o desaparecimento de uma das figuras mais emblemáticas do cinema americano, cuja carreira se estendeu por mais de cinco décadas e que deixou uma marca indelével tanto em Hollywood como no cinema independente.

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Entre os anos 1960 e 1980, Redford foi um dos rostos mais reconhecidos do grande ecrã, admirado em igual medida por homens e mulheres. Mas nunca se contentou em ser apenas o “menino-bonito” de Hollywood: construiu uma filmografia que unia êxitos comerciais e obras de risco, sempre com um olhar atento às questões políticas e sociais do seu tempo.

Do basebol ao estrelato

Nascido a 18 de agosto de 1936 na Califórnia, Redford começou por sonhar com uma carreira no basebol, mas acabou por enveredar pelas artes. Depois de estudar pintura, escolheu o teatro e cedo brilhou na Broadway com Descalços no Parque, em 1963. A transição para o cinema foi quase imediata: em 1965 já dava que falar em O Estranho Mundo de Daisy Clover, e poucos anos depois tornava-se uma estrela mundial com Dois Homens e Um Destino (1969), ao lado de Paul Newman.

Seguiram-se clássicos incontornáveis como A Golpada (1973), que lhe valeu o Óscar de Melhor Filme, Os Três Dias do Condor (1975), Os Homens do Presidente (1976), sobre o escândalo Watergate, e África Minha (1985), ao lado de Meryl Streep.

Realizador premiado e fundador de Sundance

Redford também se destacou atrás das câmaras. A sua estreia como realizador em Gente Vulgar (1980) foi um triunfo imediato, conquistando o Óscar de Melhor Realização. Seguiram-se títulos como Quiz Show (1994) e Regra de Silêncio(2012), sempre pautados pela inquietação moral e pelo comentário político.

Mas talvez o seu maior legado esteja no apoio ao cinema independente. Em 1981 fundou o Sundance Institute, que viria a transformar o Festival de Sundance no maior certame do mundo dedicado ao cinema independente. Ao longo de quatro décadas, Sundance revelou cineastas como Quentin Tarantino, Steven Soderbergh, Kelly Reichardt ou Chloé Zhao, e tornou-se uma rampa de lançamento para vozes fora do sistema de estúdios.

Uma despedida discreta

Nos últimos anos, Redford afastou-se das câmaras, mantendo apenas uma breve participação simbólica em Avengers: Endgame (2019). Já em 2018 tinha anunciado a reforma após O Cavalheiro com Arma, filme em que contracenou com Sissy Spacek. Apesar do mediatismo da declaração, preferiu depois o silêncio, preservando a sua privacidade.

A sua última aparição pública aconteceu em outubro de 2021, na cerimónia de prémios da Fundação Alberto II do Mónaco. Ainda assim, continuava a acompanhar o destino do festival que criou, tendo reagido este ano à anunciada mudança de Sundance para Boulder, no Colorado, em 2027: “A mudança é inevitável”, disse, sublinhando que o festival deve continuar a assumir riscos e a apoiar histórias inovadoras.

O fim de uma era

Com a morte de Robert Redford, desaparece um dos últimos grandes ícones românticos de Hollywood clássica, mas também o arquiteto de um espaço fundamental para o cinema independente. Entre o glamour de A Golpada, a tensão política de Os Homens do Presidente e a revolução cultural de Sundance, o seu legado permanece intocado.

A próxima edição do Festival de Sundance, marcada para 22 de janeiro a 1 de fevereiro de 2026 — a última na sua cidade de origem, antes da mudança para Boulder —, terá inevitavelmente um peso simbólico acrescido: será não só uma celebração do cinema independente, mas também uma homenagem ao homem que o tornou possível.

The Texas Chainsaw Massacre: A24 Prepara Série Televisiva da Lendária Franquia de Terror

A guerra pelo massacre já tem vencedor

Quase cinco décadas depois de Tobe Hooper ter lançado ao mundo o perturbador The Texas Chain Saw Massacre (1974), um dos filmes que definiu o género slasher, a saga prepara-se para renascer… desta vez na televisão. Segundo o site Deadline, a produtora A24 venceu a feroz disputa pelos direitos da franquia e já tem em desenvolvimento uma série que promete devolver Leatherface ao centro do medo.

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A equipa criativa por trás do projeto

A24, que nos últimos anos se afirmou como uma das casas mais respeitadas do terror contemporâneo, junta nomes de peso a esta nova incursão televisiva. Entre eles estão JT Mollner (Strange Darling), Roy Lee (WeaponsIt) e Glen Powell (Hit Man), que assumem a produção da série. Embora Powell esteja envolvido apenas atrás das câmaras, a sua participação reforça o peso criativo do projeto.

A disputa pelos direitos foi intensa: Bryan Bertino (The Strangers) chegou a propor um novo filme, Oz Perkins (Longlegs) estava ligado como produtor, Taylor Sheridan (Yellowstone) apresentou um pitch, e até Jordan Peele esteve em cima da mesa, embora tenha desistido sem explicação. No final, foi a A24 quem levou a melhor, mesmo que o acordo ainda esteja sujeito a confirmação oficial.

Do grande ecrã para a televisão

The Texas Chainsaw Massacre junta-se assim a uma vaga crescente de franquias de terror a darem o salto para a televisão. Chucky transformou-se em fenómeno de culto, Alien: Earth conquistou fãs e críticos, e este ano estreiam It: Welcome to Derry (HBO Max) e uma série-prequela de The Conjuring (HBO). A própria A24 prepara também uma série ligada a Friday the 13th, focada na enigmática Pamela Voorhees, mãe de Jason.

A oportunidade para recuperar o terror puro

Apesar do estatuto icónico, a franquia Texas Chainsaw Massacre tem atravessado tempos difíceis. Desde o remake de 2003, que alimentou a onda de reinterpretações do género, as tentativas de prolongar a saga resultaram em filmes mal recebidos como Texas Chainsaw 3D (2013), Leatherface (2017) e a sequela-tributo Texas Chainsaw Massacre (2022).

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Com o selo A24 e uma equipa criativa que sabe equilibrar ousadia e reverência, a nova série pode ser a oportunidade de devolver dignidade a uma das sagas mais influentes do terror. A questão que fica no ar: estará o público preparado para enfrentar, novamente, a motosserra mais temida da história do cinema?

Emmys 2025: The Studio Brinda ao Recorde, Mas Houve Mais Surpresas na Noite da Televisão

A sátira que virou carta de amor a Hollywood

A 77.ª edição dos Emmys, os “Óscares da Televisão”, coroou The Studio como a grande vencedora da noite. A série da Apple TV+, criada e protagonizada por Seth Rogen, conquistou 13 estatuetas — um recorde absoluto para uma série de comédia — e transformou a sua visão satírica e apaixonada sobre Hollywood num fenómeno televisivo.

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Com 23 nomeações, já partia como favorita. No fim, arrecadou os troféus mais cobiçados, incluindo Melhor Série de Comédia e Melhor Ator numa Série de Comédia para Rogen, que igualou o recorde de mais Emmys ganhos por uma só pessoa numa noite. A série confirma-se como um retrato mordaz das inseguranças e falhas morais da indústria que retrata… mas com um toque de autoironia que encantou votantes e público.

A força britânica de Adolescência

Se Hollywood celebrou com Rogen, também houve sotaque britânico na festa. A minissérie Adolescência, da Netflix, conquistou oito Emmys, incluindo o de Melhor Minissérie. Stephen Graham brilhou como Melhor Ator, enquanto Owen Cooper entrou para a história como o mais jovem vencedor masculino de sempre numa categoria de interpretação, ao levar para casa o prémio de Melhor Ator Secundário. Erin Doherty, por sua vez, confirmou o estatuto de revelação ao vencer Melhor Atriz Secundária.

Drama com sabor a vitória: The Pitt

O drama também teve os seus heróis. The Pitt, da HBO Max, sagrou-se Melhor Série Dramática, derrotando pesos pesados como The Last of UsSeparação e The White Lotus. Noah Wyle arrebatou o Emmy de Melhor Ator em Drama, e Katherine LaNasa surpreendeu ao vencer na categoria de Melhor Atriz Secundária, impondo-se a quatro nomeadas de The White Lotus.

Outros destaques da noite

Nem só de recordes viveu esta edição. The Penguin arrecadou nove estatuetas, sobretudo em categorias técnicas, mas também deu a Cristin Milloti o prémio de Melhor Atriz numa Minissérie. Já Separação, apesar das 27 nomeações, ficou-se por oito vitórias — mas ainda assim entrou para a história: Tramell Tillman tornou-se o primeiro homem negro a conquistar o Emmy de Melhor Ator Secundário em Drama, e Britt Lower venceu Melhor Atriz Dramática.

Houve ainda momentos de nostalgia: os 25 anos de Gilmore Girls, o 50.º episódio de Survivor, os 40 anos de Golden Girls e até os 20 de Anatomia de Grey. A cerimónia foi conduzida pelo comediante Nate Bargatze, que prometeu discursos curtos com uma “chantagem solidária”: doar 100 mil dólares a uma instituição de caridade, com o valor a decrescer sempre que alguém se alongasse. Resultado? Uma noite mais ágil e focada na celebração da televisão.

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A festa da televisão continua

Do brilho da passadeira vermelha às homenagens sentidas, os Emmys de 2025 confirmaram que a televisão continua a ser terreno fértil para grandes histórias e interpretações memoráveis. Se The Studio ficará para a história como a rainha da sátira televisiva, Adolescência e The Pitt provaram que há sempre espaço para novas vozes e dramas marcantes.

Avengers: Doomsday já tem primeira sinopse – e deixou muitos fãs desiludidos

Disney China Expo confirma detalhes de Doctor Doom

Disney China Expo revelou a primeira sinopse oficial de Avengers: Doomsday, mas o entusiasmo rapidamente deu lugar à frustração. O texto, vago e pouco revelador, confirmou apenas alguns pontos já esperados, levando vários fãs a criticar nas redes sociais a falta de novidades.

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O que realmente chamou a atenção foi a confirmação de que o Doctor Doom de Robert Downey Jr. será apresentado como um “mestre da ciência de ponta e da magia poderosa”, reforçando rumores de que esta será uma das versões mais temíveis do vilão.

No evento, foi ainda exibido um standee de Doom e um segmento no espetáculo de luzes da Marvel, onde o antagonista surge a manipular feitiços semelhantes aos de Doctor Strange em Spider-Man: No Way Home. Entre as imagens, destacavam-se também símbolos de Wakanda, dos Avengers, dos X-Men e dos Thunderbolts, sugerindo a dimensão épica da história.

Expectativas para o futuro do MCU

Depois de anos em que cada filme Marvel era considerado obrigatório, a saturação de lançamentos, a chegada do Disney+ e algumas produções apenas medianas abalaram o entusiasmo. 2023 foi mesmo apontado como o pior ano do estúdio.

Mas o regresso com Deadpool & Wolverine em 2024 reacendeu a chama, e agora todas as atenções estão viradas para 2026, com duas estreias cruciais:

  • Spider-Man: Brand New Day em julho
  • Avengers: Doomsday em dezembro

Enquanto o sucesso de Spider-Man parece garantido — continua a ser o herói mais lucrativo da Marvel —, Avengers: Doomsday terá o peso de provar que o MCU ainda consegue entregar um evento à escala de Infinity War.

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Com um elenco massivo, o regresso de estrelas dos X-Men e a promessa de uma narrativa devastadora que prepara terreno para Secret Wars, a fasquia está mais alta do que nunca. Resta saber se a Marvel corresponderá às expectativas dos fãs.

Frankenstein: Guillermo Del Toro diz que a Criatura de Jacob Elordi é “de uma beleza estonteante”

Um monstro diferente do que conhecemos

Guillermo Del Toro está prestes a estrear a sua versão muito aguardada de Frankenstein, e já deixou claro que o seu olhar sobre a icónica Criatura vai surpreender. Em entrevista à Entertainment Weekly, o realizador vencedor de três Óscares explicou que a interpretação de Jacob Elordi como o monstro é “de uma beleza estonteante, de uma forma quase sobrenatural”.

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Del Toro sublinha que não queria que a audiência sentisse que estava a ver “uma vítima de acidente remendada de forma descuidada”. Pelo contrário, o Criador — o Dr. Frankenstein — trata o seu projeto como a obra máxima da sua vida:

“Victor é tanto um artista como um cirurgião, e se sonhou com esta criatura toda a vida, ia fazê-la perfeita. Parece um recém-nascido, uma criatura de alabastro. As cicatrizes são belas, quase aerodinâmicas.”

Detalhes visuais da Criatura

Segundo Del Toro, a pele do monstro resulta de diferentes corpos, o que cria uma paleta de tons variados:

“As cores são pálidas, quase translúcidas. Dá a sensação de uma alma recém-nascida.”

Ou seja, longe da imagem clássica do ser grotesco e remendado, aqui temos um ser que mistura inocência, fragilidade e estranheza hipnótica.

Um elenco de luxo

Na nova adaptação, Oscar Isaac interpreta o brilhante — mas egocêntrico — Dr. Victor Frankenstein, cuja obsessão leva ao inevitável desastre. Jacob Elordi dá vida à Criatura, num papel que promete redefinir a forma como o público encara esta figura histórica do terror.

O filme tem estreia marcada para 17 de outubro em cinemas selecionados e 7 de novembro na Netflix, garantindo que também o público português poderá assistir à mais recente visão gótica de Del Toro.

Uma obsessão de infância

Na estreia mundial em Veneza, Del Toro confessou que este projeto é quase religioso para si:

“Desde criança, criado de forma muito católica, nunca percebi bem os santos. Mas quando vi Boris Karloff no ecrã, percebi o que era um santo ou um messias. Sigo esta criatura desde pequeno e esperei pelas condições certas, criativas e de escala, para reconstruir este mundo da forma como sempre imaginei.”

Com esta paixão e detalhe obsessivo, Del Toro promete nada menos do que a versão definitiva de Frankenstein para o século XXI.

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Antes de The Rip, vale a pena ver este thriller subestimado de Ben Affleck na Netflix

A Netflix já revelou o primeiro trailer de The Rip, o novo thriller policial que junta novamente Ben Affleck e Matt Damon como dois polícias de Miami cuja vida se complica depois de encontrarem milhões em dinheiro vivo escondidos numa casa. O filme só chega em janeiro de 2026, mas os fãs que ficaram entusiasmados com a prévia podem desde já revisitar outro título da plataforma que partilha muito do ADN de The Rip — o intenso e pouco valorizado Triple Frontier.

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Triple Frontier: um comentário sobre moralidade e ganância

Lançado em 2019, Triple Frontier apresenta um enredo clássico e intemporal: um grupo de antigos operacionais das Forças Especiais reúne-se para um último grande golpe na América do Sul, esperando sair rico com milhões. Mas o plano rapidamente se transforma num pesadelo de sobrevivência, testando não só a sua perícia militar, como também a lealdade entre amigos.

Com Ben AffleckOscar IsaacCharlie HunnamPedro PascalGarrett Hedlund e Adria Arjona, o filme foi elogiado por críticos e público. No Rotten Tomatoes, soma 71% de aprovação, com destaque para o elenco e para o argumento ambicioso. Apesar de não ser perfeito, o filme acerta em cheio no retrato da corrosão causada pelo medo e pela ganância, que destrói até as alianças mais fortes.

The Rip

: o reencontro de Affleck e Damon

Tal como Triple FrontierThe Rip aposta num elenco de luxo, com nomes como Steven Yeun (Minari), Teyana TaylorKyle ChandlerScott AdkinsSasha CalleNéstor Carbonell e Catalina Sandino Moreno.

O realizador e argumentista Joe Carnahan (Smokin’ AcesBoss Level) revelou que a história se inspira em parte na vida de um amigo seu da polícia de Miami-Dade e no seu amor pelos thrillers policiais dos anos 70, como Serpico ou Prince of the City. Também mencionou Heat de Michael Mann como referência direta.

Além de protagonistas, Affleck e Damon assinam The Rip através da sua produtora conjunta, Artists Equity, fundada em 2022. Para Damon, este regresso ao trabalho em equipa é natural:

“O que mais gostamos de fazer é isto, e a única coisa melhor é fazermos juntos.”

Onde ver

  • Triple Frontier já está disponível na Netflix em Portugal.
  • The Rip estreia mundialmente a 16 de janeiro de 2026, também na Netflix.

Enquanto a espera por The Rip continua, Triple Frontier é a escolha perfeita para perceber como Affleck já explorou, de forma crua, os dilemas entre amizade, sobrevivência e a tentação do dinheiro fácil.

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A Mulher Que Fez História:  Chega Aos Cinemas e Promete Borbulhar Emoções -Viúva Clicquot

Uma história de coragem, resiliência e champanhe

No dia 25 de setembro, chega às salas portuguesas Viúva Clicquot, o filme que traz para o grande ecrã a vida extraordinária de Barbe-Nicole Ponsardin Clicquot – a mulher que ousou desafiar convenções, enfrentar guerras e revoluções e transformar um pequeno negócio de vinhos num império mundial do champanhe.

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Inspirado na biografia best-seller do New York Times, este retrato íntimo e inspirador mostra como uma jovem viúva se recusou a aceitar o papel que a sociedade do século XIX lhe reservava. Em vez disso, assumiu o comando da adega que fundara com o marido e, contra todas as probabilidades, revolucionou o processo de produção de champanhe, transformando o nome Veuve Clicquot num símbolo global de inovação e audácia.

Um elenco de luxo e uma produção com alma francesa

Haley Bennett brilha no papel principal, dando corpo e emoção à figura marcante de Barbe-Nicole. A seu lado estão Tom Sturridge e Sam Riley, enquanto a realização fica a cargo de Thomas Napper. A produção é assinada por Joe Wright, cineasta aclamado por obras como Orgulho e Preconceito e A Hora Mais Negra.

Rodado inteiramente em França, o filme mergulha-nos na autenticidade dos locais históricos: desde a região de Chablis, na Borgonha, até Reims, no coração da produção de champanhe. O majestoso Château de Béru serve de cenário para a propriedade da família Clicquot, reforçando o ambiente histórico e a atmosfera da época.

O rigor histórico esteve sempre em primeiro plano, graças ao apoio direto dos arquivos da Maison Clicquot, que ajudaram a garantir não só a fidelidade da narrativa, mas também a riqueza visual da recriação.

Uma celebração do espírito feminino

Viúva Clicquot não é apenas uma história sobre negócios ou vinho espumante. É sobretudo um tributo à coragem feminina e à visão transformadora de uma mulher que se recusou a ser definida pelas circunstâncias. É um filme sobre perda, perseverança e legado — e, claro, sobre a capacidade de brindar à vida, mesmo quando tudo parece perdido.

Prepare-se para levantar a sua taça no cinema: a 25 de setembro, Viúva Clicquot estreia nas salas nacionais.

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The Long Walk: Stephen King, Distopia e a Relevância que Chega Agora ao Cinema

O romance mais sombrio de King finalmente no grande ecrã

Escrito em 1966, quando ainda estava na universidade, The Long Walk foi o primeiro romance de Stephen King, mas só viu a luz do dia em 1979, sob o pseudónimo Richard Bachman. Agora, quase meio século depois, a obra mais pessimista do mestre do terror chega finalmente aos cinemas — e com uma atualidade assustadora.

A premissa é simples e brutal: 100 rapazes são escolhidos por sorteio para participar numa maratona sem fim, vigiados por soldados e transmitida para todo o mundo. Quem andar abaixo dos 6,5 km/h recebe avisos. Ao terceiro, é executado. O último sobrevivente ganha um prémio à escolha.

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Francis Lawrence à frente da adaptação

O filme é realizado por Francis Lawrence, nome já associado a competições distópicas graças aos últimos quatro filmes de The Hunger Games. Em entrevista, o realizador garantiu que não quis suavizar a violência nem o desespero do livro:

“É preciso sentir os quilómetros e a degradação — emocional, psicológica, física. Não ia diluir isso para deixar o estúdio confortável.”

A obra passou décadas nas mãos de cineastas como George A. Romero e Frank Darabont, que nunca conseguiram avançar. Coube a Lawrence finalmente levar a adaptação à meta.

Um livro sombrio, mas cheio de humanidade

Especialistas lembram que The Long Walk é considerado por muitos como o romance mais cruel de King, rivalizando apenas com Pet Sematary. Ainda assim, como lembra o investigador Simon Brown, a obra está cheia de solidariedade entre os rapazes:

“Eles não se voltam uns contra os outros. Há amizade e fraternidade. O que interessa não é a caminhada, são as pessoas na caminhada.”

É esta capacidade de King de usar o terror para explorar a natureza humana que fez do livro um modelo para tantos outros: The StandUnder the Dome ou The Mist.

Influências e legado

King admitiu ter sido inspirado por 1984, de Orwell, e Lord of the Flies, de William Golding, além do conto The Lotteryde Shirley Jackson. Mas a originalidade de The Long Walk foi tal que o livro acabou por influenciar gerações de obras distópicas, de Battle Royale a The Hunger Games, passando por Squid Game.

Mais do que protótipo, é a origem de um subgénero: o do “jogo mortal” que hoje domina a cultura popular.

Relevância em 2025

Se na época a história parecia uma fantasia negra, hoje lê-se como uma metáfora para a cultura da competição extrema e da exploração mediática. A crítica já destacou como o livro antecipou a lógica de reality shows e até da voragem das redes sociais.

Lawrence sublinha que não quis fazer um filme político, mas sim relacionável:

“Queria que qualquer pessoa, de qualquer lado do espectro político, se visse nisto. É sobre a pressão financeira, o desespero, a luta pela sobrevivência.”

A caminhada chega a Portugal

Com estreia mundial neste fim de semanaThe Long Walk prepara-se também para chegar às salas portuguesas. Será uma oportunidade para ver no grande ecrã o que muitos consideram o romance mais perturbador de Stephen King, agora transformado em cinema por um realizador habituado a dar forma a distopias brutais.

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Sydney Sweeney Brilha como Pioneira do Boxe no Trailer de Christy

A história real de Christy Martin chega ao grande ecrã

Foi divulgado o primeiro trailer de Christy, a cinebiografia da lendária pugilista norte-americana Christy Martin, com Sydney Sweeney no papel principal. O filme, realizado por David Michôd, estreia em novembro e promete trazer para o grande ecrã a história de uma das figuras mais marcantes do boxe feminino.

Uma vida de glória… e de luta fora do ringue

Nascida na Virgínia Ocidental, Christy Martin tornou-se um fenómeno ao conquistar títulos e ao ser promovida pelo icónico Don King (interpretado por Chad L. Coleman). No ringue, surgia sempre vestida de rosa e com uma energia imparável. Mas fora das luzes da ribalta, enfrentava uma vida marcada por violência doméstica e pela luta para assumir a sua sexualidade.

No filme, vemos a relação tumultuosa com o seu treinador e futuro marido, Jim Martin (Ben Foster), 25 anos mais velho, que viria a abusar dela. A sinopse resume: “Baseado em acontecimentos verídicos, a história de Christy Martin é uma de resiliência, coragem e da luta por recuperar a própria vida.”

Sydney Sweeney em transformação

Para interpretar a campeã, Sweeney passou por um processo físico intenso: meses de treinos, aumento de massa muscular e até ganhou 13 quilos para encarnar a atleta no auge da sua carreira.

Estreia em Portugal

Christy estreia nos cinemas norte-americanos a 7 de novembro, e deverá chegar a Portugal no mesmo período, embora ainda não tenha data confirmada pela distribuidora.

O filme promete ser não apenas um retrato desportivo, mas também um drama humano poderoso, com foco na luta de uma mulher que enfrentou tanto no ringue como na vida pessoal.

Spinal Tap II: The End Continues — A Paródia do Rock Está de Volta, Entre Gargalhadas e Melancolia

O regresso da banda mais desastrada do rock

Quarenta anos depois de This Is Spinal Tap (1984) ter redefinido o conceito de “mockumentary”, os lendários falsos rockers regressam em Spinal Tap II: The End Continues, realizado novamente por Rob Reiner. O filme, que estreia esta semana em Portugal, junta de novo Christopher Guest (Nigel Tufnel), Michael McKean (David St Hubbins) e Harry Shearer (Derek Smalls), para uma última reunião tão absurda quanto inevitável.

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A premissa é deliciosa: os músicos, separados desde 2009 após uma misteriosa zanga entre David e Nigel, são obrigados a regressar aos palcos por imposição legal da filha do seu falecido manager. O resultado? Uma digressão de um só concerto em Nova Orleães, cheia de tropeções, egos frágeis e piadas à altura da lenda.

Uma piada que ainda funciona — mas com outro sabor

Segundo a crítica internacional, a comédia mantém o espírito original: há reboots inteligentes de velhas piadas, reaparições de personagens esquecidas e até algumas surpresas que piscam o olho aos fãs de longa data. O riso é garantido, incluindo uma piada final com Bruce Springsteen que muitos destacam como o momento mais hilariante do filme.

Mas, desta vez, há também uma inesperada nota agridoce. Em 1984, os Spinal Tap eram já “rockeiros envelhecidos”. Hoje, não há como fugir: o envelhecimento é real e palpável — tanto nos personagens como no público. Essa melancolia atravessa o filme, trazendo uma dimensão emocional que o primeiro nunca teve.

De volta às origens (quase)

O filme reitera o talento musical dos seus criadores: as canções continuam a ser pastiches rock eficazes, tão ridículas quanto surpreendentemente competentes. No entanto, nem tudo corre de feição: algumas personagens secundárias soam forçadas, e a tentativa de humor romântico com a nova baterista é apontada como um dos pontos mais fracos.

Ainda assim, a narrativa conduz a um final épico centrado em Stonehenge, que fecha a história com a ironia cataclísmica que os fãs esperavam — o chamado Tapocalypse.

A Tapaissance em curso

Entre lojas de queijos e guitarras, podcasts de true crime e negócios bizarros (um antiquário de colas, alguém?), os membros da banda vivem agora vidas pateticamente banais. Mas basta um empurrão do destino para que tudo descambe outra vez. E, como sempre, Marty DiBergi (Rob Reiner) está lá para registar o desastre.

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Com direito a cameos de lendas reais do rock e piadas que se atualizam sem perder a essência, Spinal Tap II: The End Continues prova que a chama da sátira musical ainda não se apagou. Continua a ser uma das comédias mais queridas e autoreflexivas sobre a música e o envelhecimento, mesmo quando as notas finais têm mais melancolia do que outrora.

Líderes do Cinema Israelita Reagem a Boicote Internacional: “É Contraproducente”

Quase 4.000 artistas recusam colaboração com Israel

O boicote cultural contra instituições cinematográficas israelitas continua a ganhar força: já são quase 4.000 profissionais do cinema e televisão que assinaram um compromisso a recusar colaboração com entidades do país consideradas “implicadas em genocídio e apartheid contra o povo palestiniano”.

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A lista, que começou a circular a 8 de setembro, inclui nomes de peso como Joaquin Phoenix, Emma Stone, Mark Ruffalo, Lily Gladstone, Tilda Swinton, Ava DuVernay e Yorgos Lanthimos, entre outros vencedores de Óscares, Emmys e Palmas de Ouro.

Vozes críticas dentro de Israel

Líderes do setor audiovisual israelita consideram, no entanto, que o boicote é “mal orientado e autodestrutivo”, por atingir precisamente a comunidade artística que, dentro do país, tem dado voz às críticas ao governo e demonstrado maior solidariedade com os palestinianos.

“Durante décadas, criadores e artistas israelitas — eu incluído — dedicaram-se a refletir a complexidade da nossa realidade. Nestes tempos, o papel da arte deve ser amplificar a luz, não aprofundar a escuridão”, afirmou Nadav Ben Simon, presidente do sindicato de argumentistas israelita, ao The Guardian.

Numa posição conjunta, Merav Etrog Bar (Guilda de Realizadores de Israel) e Lior Elefant (Fórum de Documentário de Israel) recordaram que “muitos filmes e séries produzidos em Israel têm abordado a crise palestiniana com sensibilidade e pensamento crítico”.

“Precisamos de ajuda, não de silenciamento”

CEO da Associação de Produtores de Cinema e TV de IsraelTzvi Gottlieb, reforça a mesma ideia:

“Não há grupo em Israel que tenha trabalhado tanto contra a violência e contra este governo. Esta indústria — já pequena e vulnerável — mostra as cicatrizes da ocupação. Precisamos de ser ajudados, não prejudicados.”

A produtora Liat Benasuly, membro da associação e responsável por títulos como a série Fauda (Netflix), foi ainda mais dura:

“Sou extremamente de esquerda e contra este governo horrível. O que o boicote faz é silenciar as vozes que estão a tentar mudar a realidade. É perfeito para quem está no poder, que preferia que ficássemos calados.”

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Comparações e contradições

Os críticos do boicote lembram ainda que não houve movimentos semelhantes contra a indústria russa (apesar da guerra na Ucrânia) nem contra a chinesa (acusada de violações de direitos humanos contra a minoria uigur). Para Gottlieb, “Israel é o alvo fácil”.

Channing Tatum Reinventa-se em Roofman: Da Síndrome do Impostor à Nova Vida como Ator

Estreia mundial em Toronto com Kirsten Dunst

Channing Tatum regressou em grande ao Festival Internacional de Cinema de Toronto, apresentando Roofman, a comédia romântica inspirada na história verídica de Jeffrey Manchester, um ex-militar que assaltou dezenas de restaurantes McDonald’s nos anos 90, entrando sempre pelos telhados.

Ao lado de Kirsten Dunst, que interpreta a funcionária de uma loja de brinquedos com quem Manchester se envolve, Tatum confessou que este filme o fez superar um dos maiores bloqueios da sua carreira: a síndrome do impostor.

“Já conseguia trabalhos como ator antes mesmo de saber o que estava a fazer. Pela primeira vez, talvez até neste filme, sinto que realmente conquistei o meu lugar à mesa”, disse o ator de 45 anos.

O homem por trás da lenda

Conhecido pela alcunha de Roofman, Manchester regressou à vida civil após servir no Exército dos EUA, mas acabou mergulhado em dificuldades financeiras. Nos assaltos, era notado pela forma quase cortês como tratava os funcionários: chegava a garantir que tinham casacos antes de os trancar nas câmaras frigoríficas.

Preso e condenado a várias décadas, fugiu em 2004 e passou meses escondido numa loja Toys “R” Us, em Charlotte, Carolina do Norte, onde sobreviveu a bolachas e M&Ms, lavava-se nas casas de banho e saía apenas de noite. Foi durante esse período que conheceu a funcionária que inspirou o romance retratado no filme.

O tom do filme: comédia romântica com um toque agridoce

O realizador Derek Cianfrance (Blue ValentineThe Place Beyond the Pines) optou por dar à história um tom mais leve, quase jovial, em vez de focar apenas nos crimes. “A sociedade já o julgou com severidade, e ele está a cumprir 45 anos de prisão. No nosso filme, quisemos olhar para ele com um pouco mais de graciosidade”, explicou.

Entre a vida e o papel

Para se preparar, Tatum falou diversas vezes com Manchester por telefone a partir da prisão. Apesar dos erros do homem que interpreta, mostrou empatia: “Olhem, eu era stripper. Às vezes, a ladeira escorregadia fica cada vez mais escorregadia, e depois damos por nós lá em baixo sem saber como voltar a levantar.”

A experiência pessoal de Tatum acabou por ser chave para dar humanidade ao personagem. “Consegui ver nele um homem que tomou decisões terríveis, mas sempre com o objetivo de sustentar os seus três filhos”, disse o ator.

Estreia marcada

Com estreia mundial em Toronto e chegada aos cinemas prevista para 16 de outubroRoofman apresenta-se como uma mistura ousada de romance, humor e drama humano, e pode muito bem redefinir a carreira de Channing Tatum, marcando o início de uma fase mais madura e consciente na sua filmografia.

AKA Charlie Sheen: A Verdade por Trás do Colapso — e a Recuperação

Um retrato cru, mas sem verdadeira expiação

O documentário em dois episódios AKA Charlie Sheen, agora disponível na Netflix, é descrito como uma experiência emocionalmente extenuante — e não exclusivamente pela duração de mais de três horas. Segundo a crítica da The Guardian, a série oferece “deixa pouco espaço para arrependimento genuíno”, com Sheen muitas vezes se vangloriando dos seus dias de festa em vez de assumir todas as suas ações, particularmente no que toca às consequências sobre as pessoas à sua volta  .

Apesar de entrevistas com ex-mulheres, amigos e colegas — como Heidi Fleiss, que não escondeu a sua raiva, e Jon Cryer, visivelmente exausto pelo ciclo de destruição — o filme acaba por dar demasiado controlo à narrativa do próprio Sheen, suavizando partes mais sombrias e dolorosas da sua trajetória  .

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Revelações chocantes, mas a superfície permanece

Aka Charlie Sheen traz à tona factos sensacionais — ele pilotou um avião embriagado na sua lua-de-mel, cresceu numa casa de nudistas, teve encontros sexuais com homens durante fases de dependência, teve overdoses, e sofreu do HIV — mas muitos críticos apontam que a sua honestidade é calculada, contemplando destempero e glamour como parte do mesmo pacote de sofrimento e redenção  .

Tratando-se de um relato belamente cronometrado, há momentos poderosos, como o telefonema de Clint Eastwood a convencê-lo a ir para a reabilitação, e a intervenção familiar que quase não aconteceu. “Foi realmente poderoso”, admite Sheen sobre essa viragem decisiva  .


O homem por trás da lenda — ainda escapando à autocrítica

A narrativa atravessa as fases “Festas”, “Festas com problemas” até aos “Puros problemas”, com um arco que culmina na sobriedade desde 2017. Mas, como nota o The Guardian, a série enfatiza recordações nostálgicas em vez de responsabilização, com pouca contrição palpável  .

A omissão de Martin Sheen e Emilio Estevez, que recusaram participar, foi tratada de forma respeitosa — Sheen insiste que mantêm um vínculo firme — e descreve o filme como uma espécie de “carta de amor” ao pai  .


Um sobrevivente que ainda não se perdoa

Apesar dos deslizes grotescos que entraram para a história — como relatar que já “voou um avião enquanto estava bêbado” — ou usar cubos de gelo em locais inusitados para se manter acordado em cena  , Sheen parece ambivalente: aliviado por expor tudo, mas ainda relutante em encarar integralmente quem feriu. Como ele próprio descreve sobre a vergonha, “a vergonha sufoca… mas pode tornar-se uma Estrela do Norte, ou da Morte” — uma frase que oscila entre reflexão e confusão  .

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Em síntese:

AKA Charlie Sheen é uma viagem brutal e barulhenta pela queda e ressurgimento de uma estrela danoosa, exibindo-se mais como um espetáculo do que como uma rendição emocional. Existem momentos genuínos de remissão e humor negro revelador, mas a falta de verdadeira autocrítica aprofunda o desconforto em vez de oferecer reconciliação — tanto para Charlie como para quem o rodeia.

Baz Luhrmann Descobre Filmagens Perdidas de Elvis em Minas de Sal no Kansas

EPiC: Elvis Presley in Concert estreia em Toronto

Baz Luhrmann e Elvis Presley parecem estar ligados para sempre. Depois do sucesso mundial de Elvis (2022), filme que rendeu mais de 288 milhões de dólares e oito nomeações para os Óscares, o realizador regressa ao universo do Rei do Rock com o documentário EPiC: Elvis Presley in Concert, que acaba de estrear no Festival de Toronto 2025.

A produção traz à luz filmagens inéditas da residência de Elvis em Las Vegas nos anos 70, restauradas por Luhrmann a partir de material há muito considerado perdido. O filme será distribuído pela Warner Bros., incluindo em IMAX e outros formatos premium

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Tesouro escondido no subsolo

As primeiras pistas sobre as gravações chegaram ainda durante a preparação de Elvis. A existência dos registos era quase um mito, até que a equipa de Luhrmann foi investigar os arquivos da MGM, armazenados em minas de sal no Kansas.

“O cofre era como Indiana Jones e os Salteadores da Arca Perdida. Não estou a exagerar”, contou o realizador. O achado: 35 horas de negativo sem som magnético. Para reconstruir o áudio, Luhrmann contou com a colaboração de Peter Jackson e a sua equipa da Park Road, especialistas em restauro de material histórico, que já tinham trabalhado em documentários dos Beatles.

O processo implicou misturar gravações originais de palco, registos alternativos e novas orquestrações, criando o que o cineasta descreve como “um sonho audiovisual”.

Elvis em Las Vegas: glória e prisão

Para Luhrmann, as filmagens revelam o paradoxo da carreira de Presley nos anos 70: “Las Vegas foi um ponto de viragem. Ele tinha ambições de ir a Inglaterra e ao Japão. Mas ficou preso, como um pássaro a bater contra o vidro. Nunca devia ter ficado em Las Vegas mais do que uma vez. E lá esteve até ao dia da sua morte.”

O documentário recupera também imagens nunca vistas de outros projetos, como Elvis: That’s the Way It Is (1970) e Elvis on Tour (1972), e inclui um concerto completo em Hampton Road que, segundo Luhrmann, custaria meio milhão de dólares a preparar para exibição.

Do cinema ao palco

Além do documentário, Luhrmann confirmou que está em desenvolvimento uma adaptação musical de palco de Elvis, prolongando ainda mais a relação do realizador com a figura do cantor.

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Atualmente, Luhrmann encontra-se já em pré-produção do seu próximo projeto, um filme sobre Joana d’Arc, mas reconhece: “Melhor ou pior, Elvis vai fazer parte da minha vida para sempre. De alguma forma, estamos inextricavelmente ligados.”

Chris Evans Alimenta Rumores de Regresso Como Capitão América em Avengers: Doomsday

Físico em destaque no Festival de Toronto

Bastaram algumas fotografias recentes para incendiar a internet. Durante a passagem pelo Festival de Cinema de Toronto 2025, onde apresentou o filme de ação e aventura Sacrifice (com Anya Taylor-JoySalma Hayek e John Malkovich), Chris Evans surgiu em excelente forma física. O detalhe não passou despercebido aos fãs da Marvel, que rapidamente começaram a especular sobre um possível regresso do ator como Capitão América em Avengers: Doomsday.

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Um dos presentes no festival, o crítico Brandon Lewis, escreveu nas redes sociais: “Estava muito musculado na vida real, de uma forma surpreendente. Toda a gente à minha volta ficou de boca aberta. Sim, Chris Evans voltou para Doomsday/Secret Wars.”

O peso da nostalgia

Evans deixou o escudo em Avengers: Endgame (2019), quando Steve Rogers decidiu regressar aos anos 50 para viver com Peggy Carter (Hayley Atwell). No entanto, rumores de produção indicam que tanto Evans como Atwell poderão regressar em Doomsday, desta vez com a felicidade do casal em risco.

Histórias por contar

Os próprios irmãos Joe e Anthony Russo, realizadores de Endgame, já tinham sugerido em 2021 que ainda havia histórias por explorar sobre o período em que Rogers viajou para devolver as Gemas do Infinito. Essa deixa alimentou esperanças de uma possível continuação ou até de um projeto derivado em Disney+.

O regresso de Evans seria não só um trunfo nostálgico para o público que vibrou com Endgame, mas também uma oportunidade de ouro para o reencontro com Robert Downey Jr.. Só que, desta vez, o confronto não seria entre Capitão América e Iron Man, mas sim entre Steve Rogers e o Doutor Doom, papel que Downey Jr. vai interpretar no novo filme.

Expectativas para 2026

A lista de estrelas confirmadas para Avengers: Doomsday já é extensa, reunindo veteranos e novos rostos do MCU. Ainda assim, o sexto mês de rodagem deixa em aberto a possibilidade de mais surpresas no elenco.

Por agora, tudo não passa de rumores e análises ao físico de Evans — mas o entusiasmo dos fãs mostra que o Capitão continua a ser um dos pilares emocionais da saga.

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Avengers: Doomsday tem estreia prevista para 18 de dezembro de 2026. Até lá, a grande questão permanece: estará Steve Rogers pronto para regressar?

Nuremberg: O Tribunal Que Definiu a História Chega ao Cinema com Elenco de Luxo

Um thriller histórico sobre a natureza do mal

Quase 80 anos após o fim da Segunda Guerra Mundial, Nuremberg, escrito e realizado por James Vanderbilt, traz para o grande ecrã o primeiro tribunal internacional da História, onde os líderes nazis sobreviventes foram julgados pelos seus crimes. Mais do que uma recriação judicial, o filme explora a própria natureza do mal e a forma como este se manifesta através de pessoas e sistemas.

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O elenco reúne nomes de peso: Rami Malek como o psiquiatra militar Douglas Kelley, encarregado de avaliar os réus nazis; Russell Crowe como Hermann Göring, o braço-direito de Hitler; Michael Shannon como o juiz do Supremo Robert H. Jackson, chefe da acusação norte-americana; Richard E. Grant como um dos juízes do tribunal; John Slatterycomo oficial dos EUA; e Leo Woodall como tradutor.

Russell Crowe a aprender alemão e intensidade nos bastidores

Russell Crowe e Leo Woodall tiveram de aprender alemão para os seus papéis, um desafio que Vanderbilt sublinha como prova do empenho do elenco. Crowe, em particular, mergulhou no estudo da figura histórica de Göring, procurando recriar o seu carisma perturbador.

Rami Malek recorda a intensidade das filmagens nas celas: “Quando se está frente a frente com Russell naquele ambiente, nada fica por dizer. Foi um confronto destrutivo e humano ao mesmo tempo. Magnífico de interpretar.”

Relevância atual de um julgamento histórico

John Slattery destaca que, apesar de ser um filme histórico, Nuremberg é antes de tudo um thriller com pertinência para o presente: “Foi o primeiro tribunal internacional alguma vez organizado e a primeira vez que imagens em filme foram usadas como prova. É impossível não pensar nos desafios democráticos de hoje ao revisitar este momento.”

Richard E. Grant elogia a autenticidade da produção, desde os cenários recriados ao detalhe até aos figurantes húngaros que carregavam memórias familiares ligadas ao nazismo ou ao comunismo: “Sentia-se o peso da História na sala.”

Michael Shannon, com a sua habitual ironia, confessou que nunca foi bom aluno, mas que a representação lhe deu uma nova forma de aprender: “Entrar nesta História e vivê-la é um enorme privilégio.” Sobre o papel de Robert Jackson, Shannon realça a mensagem central: “Para lidar com o mal, temos de o investigar, dissecar e compreender porque é que ele existe.”

Entre a História e o entretenimento

Para Vanderbilt, Nuremberg não é apenas uma lição de História, mas um filme construído como thriller, no espírito de clássicos como JFKApollo 13 ou Glory: “É sobre algo sério, mas deve emocionar e prender o espectador. Assim que o filme estrear, a história passa a pertencer ao público.”

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Com interpretações intensas e um tema que continua a ecoar na atualidade, Nuremberg promete ser não só um retrato do passado, mas também uma reflexão urgente sobre o presente.

Warner Bros. Faz História: Sete Estreias Consecutivas Acima dos 40 Milhões de Dólares

“The Conjuring: Last Rites” abre caminho para um recorde inédito

A Warner Bros. acaba de entrar para a história do cinema ao tornar-se o primeiro estúdio a lançar sete filmes consecutivos com estreias acima dos 40 milhões de dólares nas bilheteiras norte-americanas. O feito foi consolidado com The Conjuring: Last Rites, que alcançou 83 milhões nos EUA e 187 milhões globalmente no fim de semana de estreia — o melhor arranque de sempre para a saga.

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De fracassos a sucessos estrondosos

O estúdio vinha de um período difícil, marcado pelos desaires de Joker: Folie a Deux (2024), Mickey 17 e The Alto Knights, que causaram perdas milionárias. A reviravolta começou em abril com A Minecraft Movie, que surpreendeu com uma abertura de 162 milhões de dólares e já acumula quase 957 milhões globalmente, tornando-se o título mais rentável do ano.

Seguiram-se sucessos consecutivos:

  • Sinners, thriller de vampiros de Ryan Coogler e Michael B. Jordan (48M de estreia);
  • Final Destination: Bloodlines (51,6M);
  • F1: The Movie, com Brad Pitt (57M);
  • Superman (125M);
  • Weapons, mistério de terror de Zach Cregger (43,5M).

Todos estes filmes conseguiram resistir além do primeiro fim de semana, algo que muitos blockbusters recentes — incluindo The Fantastic Four: First Steps e Thunderbolts, da Disney — não conseguiram.

Lucros e apostas de risco

Segundo a Franchise Entertainment Research, o estúdio terá gerado já cerca de 600 milhões de dólares em lucros teatrais este ano, antes de contar com os resultados de The Conjuring: Last Rites. Filmes como Superman (com cerca de 125M de lucro previsto) e Final Destination: Bloodlines (75M) estão entre os destaques.

O analista David A. Gross resumiu: “A Warner Bros. está numa fase fantástica. O estúdio fez escolhas ousadas e criativas — e estão a compensar.”

O futuro imediato: Paul Thomas Anderson e 2026 recheado

O próximo grande teste será One Battle After Another, épico de Paul Thomas Anderson protagonizado por Leonardo DiCaprio, com estreia ainda em setembro. O projeto custou pelo menos 130 milhões e precisa de cerca de 300 milhõespara equilibrar contas — uma fasquia elevada, tendo em conta que o maior sucesso do realizador até hoje foi There Will Be Blood (2007), com 76,4 milhões.

Já em 2026, o calendário da Warner promete ser igualmente ambicioso, com títulos como Wuthering Heights de Emerald Fennell (com Margot Robbie e Jacob Elordi), The Bride de Maggie Gyllenhaal, SupergirlClayfaceFlowervale Streetcom Anne Hathaway e Ewan McGregor, Mortal Kombat II, um projeto de Alejandro G. Iñárritu com Tom Cruise e ainda Dune: Part Three.

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Se a atual maré de sorte continuar, a Warner poderá transformar mais uma vez riscos calculados em sucessos de bilheteira.