“Stranger Things”: a batalha final começa — última temporada estreia em três partes ⚡🧨

A Netflix revelou as datas e o primeiro teaser da quinta e última temporada da série que redefiniu a cultura pop dos anos 80 (e não só)

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O fim está a chegar a Hawkins — e, desta vez, não haverá volta a dar. A Netflix confirmou durante o evento Tudum que a muito aguardada quinta temporada de Stranger Things será também a última… e virá dividida em três partes. Sim, o adeus aos nossos heróis será em prestações — mas parece que cada uma delas promete ser mais intensa do que a anterior.

Calendário do fim do mundo (de Hawkins)

A primeira parte da temporada final estreia-se a 27 de Novembro de 2025. A segunda chega logo a seguir, no dia 26 de Dezembro (prenda de Natal um pouco sombria, diga-se), e os episódios finais serão lançados no primeiro dia de 2026. Uma despedida com direito a fogo-de-artifício, monstros e muito synth-pop.

De acordo com a Netflix, os episódios estreiam-se ao mesmo tempo no mundo inteiro — mas convém verificar o fuso horário local. Afinal, não queres correr o risco de apanhar spoilers antes de tempo, pois não?


“Outono de 1987”: a última luta contra Vecna

A sinopse oficial partilhada no site Tudum leva-nos ao outono de 1987. Hawkins está a definhar com a abertura das Fendas, e os nossos protagonistas — Eleven, Mike, Will, Dustin, Lucas, Hopper e Joyce — unem forças uma última vez para enfrentar Vecna, o vilão que quase os destruiu.

“Mas como desapareceu, o seu paradeiro e os seus planos permanecem desconhecidos”, avisa a Netflix. Para complicar ainda mais a situação, o governo impõe quarentena militar à cidade e intensifica a perseguição à Eleven, forçando-a a voltar a esconder-se.

Enquanto isso, aproxima-se o aniversário do desaparecimento do Will — e com ele, regressa aquele velho sentimento de inquietação que todos os fãs conhecem. A escuridão está a chegar e promete ser mais letal do que nunca.

Um último grito de guerra em Hawkins

O teaser agora divulgado confirma o tom épico e emocional desta última jornada. A batalha final será travada por todos os sobreviventes — literalmente todos. O elenco original está de regresso:

Winona Ryder, David Harbour, Millie Bobby Brown, Finn Wolfhard, Gaten Matarazzo, Caleb McLaughlin e Noah Schnapp prometem deixar tudo no campo de batalha sobrenatural que é Stranger Things.

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É o culminar de uma série que marcou uma geração, ressuscitou a estética dos anos 80 e nos deu um dos elencos mais adorados da televisão moderna. Depois disto, nada será igual — e, ao que tudo indica, também ninguém sairá incólume.

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A Netflix lançou o trailer final da série sul-coreana que se tornou fenómeno global — e prepara-nos para a batalha mais violenta até agora

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O fim está à vista. A Netflix confirmou que a terceira e última temporada de Squid Game — a série mais popular de sempre da plataforma — estreia-se a 27 de Junho. E não vem sozinha: há um novo trailer e uma promessa inquietante — todos os jogos têm um fim.


Gi-hun no limite: o regresso do Jogador 456

O novo trailer lançado no evento Tudum deixa claro que Gi-hun (Lee Jung-jae) está a entrar na fase mais sombria da sua jornada. Num ambiente de desespero absoluto, o Jogador 456 enfrenta decisões impossíveis e desafios letais. O jogo continua, mais cruel do que nunca, e a questão impõe-se: irá Gi-hun manter-se fiel a si mesmo ou ceder à pressão brutal do sistema?


Traições, VIPs e confrontos sangrentos

Para além do protagonista, os novos episódios trazem de volta o enigmático Front Man, que volta a receber os misteriosos VIPs sedentos de entretenimento macabro. Enquanto isso, o seu irmão, Jun-ho, continua determinado a encontrar a ilha secreta — sem saber que há um traidor entre os seus aliados.

Netflix garante que esta temporada será um verdadeiro teste de resistência para todos:

“A cada ronda, as escolhas dos jogadores tornam-se mais letais. O jogo não pode parar. Gi-hun terá de decidir até onde está disposto a ir, perante a ameaça de ser completamente desmoralizado pelo apresentador.”


O fim de um fenómeno global

Com milhões de fãs por todo o mundo, Squid Game tornou-se um símbolo da nova era do entretenimento global, misturando crítica social com suspense, violência estilizada e personagens intensamente humanas. Para o criador da série, Hwang Dong-hyuk, esta terceira temporada será sobre “o que o Gi-hun pode — e vai — fazer depois de todos os seus esforços falharem”.

Depois de duas temporadas a sobreviver num sistema sádico que transforma vidas em apostas, a pergunta final impõe-se: será possível vencer um jogo onde todas as regras estão contra nós?

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Benoit Blanc regressa para o seu “caso mais perigoso” num mistério com tons góticos e um elenco de luxo

Preparados para mais um crime impossível de resolver… excepto por Benoit Blanc? O detetive mais excêntrico do cinema contemporâneo — interpretado por Daniel Craig — regressa em grande estilo no terceiro capítulo da saga Knives Out, com estreia marcada na Netflix para 12 de Dezembro de 2025. O título? Wake Up Dead Man: A Knives Out Mystery. E se o nome soa sombrio, é porque esta história vai ser mesmo a mais negra de todas

Um caso mais sinistro, mais sombrio… e (espera-se) mais brilhante

Depois do clima satírico de Knives Out (2019) e do ambiente solarengo e luxuoso de Glass Onion (2022), Rian Johnsonmuda de tom. O próprio teaser já deixa antever uma atmosfera mais gótica, com tons de preto, prata e mistério, e uma narração que anuncia: “Este será o caso mais perigoso da minha vida.”

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O título do filme, Wake Up Dead Man, é uma referência directa à canção dos U2, o que reforça a ideia de uma história mergulhada em temas de morte, decadência e, claro, traição.

Elenco de luxo? Sempre — e melhor do que nunca

Como já é tradição na saga, o elenco parece ter saído directamente de uma gala dos Óscares. Ao lado de Daniel Craig teremos:

  • Glenn Close
  • Josh O’Connor
  • Kerry Washington
  • Mila Kunis
  • Jeremy Renner
  • Josh Brolin
  • Andrew Scott
  • Cailee Spaeny
  • Daryl McCormack
  • Thomas Haden Church

Nomes grandes e variados, perfeitos para um enredo onde todos têm algo a esconder — e onde todos são suspeitos até prova em contrário (e mesmo assim…).

Filmagens em Londres e segredo absoluto sobre a história

A produção decorreu em Londres durante o Verão de 2024, mas pouco se sabe sobre o enredo. Como sempre, Rian Johnson mantém a carta fora da manga. Sabemos apenas que Benoit Blanc irá enfrentar uma ameaça mais séria do que nunca — e que a investigação o levará para territórios bem mais sombrios do que os de aventuras anteriores.

Este será o terceiro filme do universo Knives Out e o segundo lançado pela Netflix, depois de a plataforma ter adquirido os direitos para duas sequelas por uns impressionantes 469 milhões de dólares.

Wake Up Dead Man não é apenas mais um mistério para Benoit Blanc. É uma afirmação clara de que o género policial clássico está mais vivo do que nunca — mesmo quando é sobre mortos. Com um tom mais negro, um elenco de primeira linha e a assinatura estilística de Rian Johnson, este poderá muito bem ser o episódio mais arrojado e impactante da série.

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A pergunta agora é: quem vai morrer? E, mais importante… porquê?

Afinal o Dr. House enganava-se… e muito! 👨‍⚕️💊

Estudo croata desmonta o génio da medicina televisiva e revela 77 erros em 177 episódios

Ele era brilhante, rude, viciado em analgésicos e tinha uma bengala. Mas acima de tudo, era um génio… ou não? Um grupo de médicos croatas decidiu pôr o Dr. House à prova — e os resultados não são propriamente dignos de uma carta de recomendação da Ordem dos Médicos.

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Segundo um artigo científico recente, a série House M.D. — que foi transmitida entre 2004 e 2012 e tornou Hugh Laurie uma estrela mundial — está repleta de imprecisões médicas. No total, os investigadores identificaram 77 erros ao longo dos 177 episódios. E nem a bengala foi poupada.

Diagnósticos brilhantes… ou só mesmo brilharetes?

A análise foi conduzida por Denis Cerimagic, professor da Universidade de Dubrovnik, e os neurologistas Goran Ivkic e Ervina Bilic — todos fãs confessos da série, o que só torna as críticas mais saborosas.

Os erros foram agrupados em cinco categorias, desde terminologia médica incorrecta a momentos que entraram directamente na categoria de “simplesmente estranho”. Entre os exemplos, estão o uso de termómetros de mercúrio (há muito proibidos), o tratamento de uma deficiência de vitamina B12 com uma única injecção, ou o clássico tropeço entre “ataque cardíaco” e “paragem cardíaca”, como se fossem sinónimos.

Ah, e aquela cena em que um neurologista faz uma colonoscopia? Pois. Também não passou.

A bengala de House: usada do lado errado (e não é piada)

Segundo os investigadores, a maior falha de todas está mesmo debaixo dos nossos olhos: a bengala usada por Gregory House é empunhada… do lado errado. O protocolo médico é simples — deve ser usada do lado oposto à perna afectada. Mas, por razões televisivas (ou de enquadramento dramático), Laurie optou por fazê-lo ao contrário. E foi assim durante oito temporadas.

“Compreendemos a decisão, é mais eficaz visualmente. Mas está clinicamente errado”, diz Cerimagic.

Ressonâncias em tempo recorde e médicos-detectives (literalmente)

A investigação aponta também a rapidez surreal com que certos exames laboratoriais são apresentados — como se um painel completo de toxinas levasse apenas duas horas a sair. Além disso, a série adorava mostrar médicos a invadir casas dos pacientes à procura de mofo ou venenos exóticos. Na vida real, não só seria ilegal como altamente improvável.

Sem falar da ética médica… ou da falta dela. Há episódios em que House larga diagnósticos letais como se estivesse a anunciar o menu do dia: “tumor cerebral, ela vai morrer”, diz, com a subtileza de uma porta de ferro.

Crítica com fins pedagógicos

Apesar das críticas, os investigadores não estão aqui para cancelar House M.D.. Pelo contrário. Afirmam que a série pode ser uma ferramenta útil no ensino médico — precisamente por conter tantos erros. Segundo Cerimagic, os episódios poderiam ser usados para treinar estudantes a identificar falhas clínicas, fomentar o trabalho em equipa e discutir abordagens diagnósticas realistas.

“Só profissionais médicos percebem estes erros”, diz o neurologista, notando que House M.D. está longe das barbaridades médicas que se viam na televisão de há 20 anos, quando se analisavam radiografias… ao contrário.

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House M.D. continua a ser uma das séries mais icónicas da televisão — mas o seu génio era, afinal, mais televisivo do que científico. Ainda assim, como objecto de entretenimento (e agora, de estudo académico), continua a ser fascinante. Porque, mesmo a errar, o Dr. House conseguia sempre entreter. E no fim, como ele próprio dizia: “Everybody lies”. Até a série, pelos vistos.

MobLand: Quando o estilo encontra a substância (e leva um estalo da Helen Mirren) 🎩🔫

Uma série mafiosa cheia de charme, com Tom Hardy em modo diamante bruto e Helen Mirren a mandar em tudo — com classe e uma pistola na carteira

Em 2025, poucas séries conseguiram agarrar-nos logo nos primeiros minutos como MobLand. E não foi só pela música, mas que ajuda, ajuda — que arranca com os Fontaines D.C. a gritar “Starburster” aos nossos ouvidos — mas pelo ambiente, pelas personagens e, acima de tudo, pela elegância com que mistura o velho e o novo no mundo do crime organizado.

Guy Ritchie — o mesmo de Snatch e The Gentlemen — traz aqui a sua marca registada: diálogos rápidos, estética afiada como uma navalha de barbear e violência com estilo. Mas em MobLand, há mais do que isso. Há personagens com alma. Há actores em estado de graça. E há um ritmo narrativo que, mesmo com alguns tropeções, nos obriga a querer sempre ver mais um episódio.


Tom Hardy: o homem, o mito, o fixer

O centro de gravidade da série é Harry Da Souza, o enigmático “fixer” interpretado por Tom Hardy. Num papel que em mãos erradas poderia ter sido só mais um cliché ambulante, Hardy entrega uma performance subtil, densa e magnética. O olhar, os silêncios, a contenção — tudo nele grita poder e trauma ao mesmo tempo. Há algo de trágico em Harry, e Hardy esculpe-o como quem transforma carvão em diamante. E, neste caso, consegue mesmo o milagre.


Helen Mirren: rainha do crime

Mas se Hardy é o coração sombrio da série, Helen Mirren é, sem dúvida, a sua alma imperial. Como Maeve Harrigan, a matriarca da família criminosa irlandesa, Mirren não apenas rouba cenas — ela dá-lhes um upgrade. Com uma presença majestosa e uma ameaça sempre implícita, a actriz domina o ecrã com a mesma facilidade com que domina os seus subordinados. Não há um único momento em que a sua personagem pareça secundária, mesmo quando o guião não lhe dá muito para fazer. Ela FAZ acontecer.


Pierce Brosnan: sim, está mesmo bem

Ao contrário de algumas críticas que torceram o nariz ao sotaque de Pierce Brosnan, aqui no Clube de Cinema dizemos: deixem o homem brilhar! O seu Kevin Harrigan é um patriarca contido, estratega e perigosamente ambíguo. Brosnan não precisa de gritar para impôr respeito — basta-lhe um olhar, um gesto, uma pausa bem colocada. É uma performance sólida, elegante e, sim, credível. E sejamos honestos: é bom vê-lo fora do smoking de 007 e a fazer algo com mais textura.


Realização, música e o prazer de ver televisão com estilo

Se há algo que distingue MobLand da maioria das séries do género, é a sua realização estilizada e trilha sonora imaculada. A câmara dança pelos corredores, salta entre tempos narrativos, e constrói tensão como um maestro em ensaio geral. A música, com escolhas certeiras (sim, The Prodigy também aparece), amplifica a experiência — dando-lhe um pulso vibrante e moderno, sem nunca trair o espírito clássico do drama mafioso.


O ponto menos forte: a história já vista

Sim, é verdade. A originalidade do argumento não é o ponto mais forte da série. Vemos muitos dos arquétipos clássicos do crime familiar: o filho rebelde, a matriarca implacável, o aliado ambíguo, o traidor inevitável. Mas aqui, o que importa não é tanto o quê, mas como. E MobLand sabe contar bem, com estilo, ritmo e actores que elevam o material.


Conclusão

MobLand é uma das grandes séries de 2025. Não porque revolucione o género, mas porque pega no que já conhecemos — e gostamos — e apresenta-o com sofisticação, energia e um elenco de luxo. É um banquete para quem gosta de histórias de crime com personagens complexas, boa música e uma realização que não subestima a inteligência do espectador.

Tom Hardy transforma o carvão em diamante. Helen Mirren reina como só ela sabe. E Guy Ritchie? Mostra que, mesmo depois de tantos anos a filmar bandidos com sotaque, ainda tem cartas novas para jogar.

MobLand chega ao SkyShowtime no próximo dia 9 de Junho e é definitivamente uma série a não perder!

Meryl Streep está de volta a Only Murders in the Building — e nós já estamos a preparar o alibi! 🔍🎭

A rainha do cinema não resiste a mais um mistério… nem a Steve Martin e companhia

Preparem os microfones e os casacos compridos: Meryl Streep está oficialmente de volta à série Only Murders in the Building! A confirmação chegou com pompa e circunstância — via Instagram da própria série — e os fãs não perderam tempo a celebrar o regresso da actriz mais nomeada da história dos Óscares ao universo dos homicídios no Arconia.

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Depois de uma participação inesquecível na terceira temporada, onde interpretou Loretta Durkin, uma actriz com mais segredos do que talento (ou talvez o contrário?), Meryl Streep prepara-se agora para continuar a dar cartas — e talvez umas facadas metafóricas — ao lado de Steve Martin, Martin Short e Selena Gomez.


Um elenco de luxo e um caso que nunca pára

Na temporada anterior, Only Murders in the Building elevou ainda mais a fasquia ao trazer Paul Rudd como a vítima (e estrela de teatro arrogante) Ben Glenroy, e Meryl Streep como parte do elenco da peça teatral que estava no centro do crime. A dinâmica entre os veteranos da comédia e a sempre brilhante Streep foi uma das grandes delícias da temporada — com direito a cena musical, momentos de ternura, suspeita e, claro, aquele sotaque meio indefinido que só a Meryl pode transformar em arte.

O regresso da actriz promete agitar ainda mais as águas da quarta temporada, cuja acção se vai dividir entre Nova Iorque e Los Angeles — cidade onde os nossos detectives amadores vão tentar adaptar o seu podcast à linguagem de Hollywood. Boa sorte com isso!


A série continua em alta

Criada por Steve Martin e John Hoffman, Only Murders in the Building tornou-se um sucesso imediato na Hulu (e em Portugal, na Disney+), conquistando elogios pela mistura certeira de comédia, mistério e coração. Cada temporada apresenta um novo assassinato, um novo grupo de suspeitos e novas formas de brincar com o próprio género policial.

A quarta temporada ainda não tem data de estreia anunciada, mas com Meryl Streep a bordo, as expectativas disparam — e não estamos a falar só do número de nomeações aos Emmy.

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Meryl Streep em modo série de comédia criminal é daquelas coisas que não sabíamos que precisávamos… até acontecer. E agora que sabemos, não aceitamos menos. Se vier com mais canções, melhor ainda. Mas mesmo que não venha, só o regresso da actriz já é suficiente para garantir que o próximo homicídio (ou tentativa) vai valer cada segundo de visionamento.

“A Rapariga da Agulha” estreia no TVCine: um conto de fadas sombrio sobre sobrevivência e moralidade 🧵🖤

Nomeado para o Óscar de Melhor Filme Internacional, o novo drama dinamarquês mergulha no submundo da adopção clandestina no pós-guerra

Esqueçam os contos de fadas açucarados. A Rapariga da Agulha, que estreia a 1 de Junho, às 22h, no TVCine Edition, é um mergulho corajoso, sombrio e emocionalmente devastador na vida de uma jovem que procura ternura num mundo que a empurra para o abismo. Com realização de Magnus von Horn, este filme foi nomeado para o Óscar de Melhor Filme Internacional em 2025 e conta com um elenco liderado por Vic Carmen Sonne e Trine Dyrholm.

Copenhaga, pobreza e desespero

A acção decorre na Copenhaga do pós-Primeira Guerra Mundial, onde a promessa de uma vida melhor é, na melhor das hipóteses, uma miragem. Karoline, uma jovem operária fabril, vê-se grávida e sem apoio, tentando sobreviver à dura realidade da pobreza extrema. É então que conhece Dagmar, uma figura carismática que gere uma agência de adopção clandestina disfarçada de loja de doces.

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Neste ambiente ambíguo, onde os gestos de ajuda escondem intenções sombrias, desenvolve-se uma relação inesperada entre duas mulheres à beira do colapso moral. A descoberta de um segredo terrível vem, no entanto, destruir esse frágil equilíbrio.

Um conto de fadas… mas escuro como carvão

Descrito como “um conto de fadas sombrio sobre a busca de uma mulher por ternura e moralidade num mundo cruel”A Rapariga da Agulha não tem medo de sujar as mãos com os dilemas éticos do seu tempo. E do nosso. O filme apresenta-se como um retrato de sobrevivência feminina, de escolhas impossíveis e da ténue fronteira entre amor e desespero.

A estética depurada, a luz crua e o silêncio denso compõem um retrato tão belo quanto perturbador. E com mais de vinte prémios internacionais arrecadados, incluindo a presença em competição no Festival de Cannes, o filme confirma von Horn como um dos autores mais interessantes do cinema europeu contemporâneo.

Uma estreia a não perder

Com um elenco de excelência — que inclui ainda Besir Zeciri, Joachim Fjelstrup e Avo Knox Martin — e uma história que se entranha como agulha na pele, esta é uma das estreias mais marcantes do ano na televisão portuguesa.

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A Rapariga da Agulha estreia em exclusivo no TVCine Edition, no dia 1 de Junho, às 22h, e ficará igualmente disponível no TVCine+.

Helen Mirren, Pierce Brosnan e Ben Kingsley são reformados detectives no novo filme da Netflix 🔍🎩

O Clube do Crime das Quintas-Feiras junta estrelas veteranas para resolver homicídios… e matar o tédio

Netflix acaba de divulgar o primeiro trailer de O Clube do Crime das Quintas-Feiras, e só o elenco já dá vontade de puxar da lupa e do chá das cinco. Helen MirrenPierce BrosnanBen Kingsley e Celia Imrie formam um quarteto de reformados britânicos que, para combater o aborrecimento, dedica-se a resolver casos antigos de homicídio. E parece que a brincadeira vai tornar-se bem mais séria.

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Com estreia marcada para 28 de Agosto, o filme baseia-se no best-seller de Richard Osman, um verdadeiro fenómeno literário que já gerou duas sequelas — e uma terceira a caminho. Se o sucesso for o esperado, não faltarão crimes (e sarcasmo britânico) para mais capítulos.

Reformados sim, mas imparáveis

A premissa tem tanto de excêntrica como de irresistível: quatro idosos carismáticos, num lar para seniores, decidem usar o tempo livre para investigar homicídios arquivados. O passatempo ganha um novo fôlego quando, inesperadamente, se deparam com um crime verdadeiro — e as suas vidas ganham uma nova adrenalina.

“O Clube do Crime das Quintas-Feiras” promete misturar humor britânico afiado, mistério clássico e muito charme geriátrico, num tom que pisca o olho a quem cresceu a ver Murder, She Wrote, mas com produção moderna e elenco de luxo.

Uma realização com selo nostálgico

Ao leme está Chris Columbus, realizador de títulos inesquecíveis como Sozinho em CasaPapá Para Sempre e os dois primeiros Harry Potter. É a sua primeira longa-metragem como realizador desde Pixels (2015), e tudo indica que regressa em boa forma.

O elenco secundário reforça a aposta britânica, com nomes como David TennantJonathan PryceNaomi AckieDaniel MaysPaul Freeman e Richard E. Grant — uma verdadeira montra de talentos do teatro, cinema e televisão do Reino Unido.

Mistério com sotaque, elegância e um toque de loucura

Com a mistura de nomes sonantes, argumento literário de sucesso e realização com assinatura clássica, O Clube do Crime das Quintas-Feiras pode muito bem tornar-se um novo favorito da Netflix, especialmente junto de um público que valoriza histórias bem contadas, com personagens que não precisam de super-poderes para cativar.

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E sim, o título pode soar a chávena de porcelana e bolachas digestivas… mas há cadáveres e reviravoltas à espreita.

O regresso do karaté à televisão portuguesa: Cobra Kai  estreia finalmente no canal AXN 🥋📺

A série que ressuscitou a rivalidade de Karate Kid vai poder ser vista em sinal aberto… e em grande estilo

Os fãs de karaté, nostalgia dos anos 80 e rivalidades épicas têm motivos para celebrar: Cobra Kai, a série que continua a história dos filmes Karate Kid, vai estrear no canal AXN. Depois de conquistar o YouTube e a Netflix, a série chega agora à televisão por cabo em Portugal, onde poderá alcançar ainda mais público.

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Para quem ainda vive debaixo de uma pedra (ou de um tatami), Cobra Kai retoma a rivalidade lendária entre Johnny Lawrence (William Zabka) e Daniel LaRusso (Ralph Macchio), décadas depois do famoso torneio de karaté que marcou uma geração.

Um sucesso improvável que virou fenómeno global

Criada em 2018, Cobra Kai começou como uma aposta nostálgica da plataforma YouTube Premium, mas rapidamente conquistou crítica e audiência. O seu sucesso explosivo levou à migração para a Netflix, onde se tornou um fenómeno de popularidade — tanto junto dos fãs do clássico original como de uma nova geração de espectadores.

O segredo? Um equilíbrio quase perfeito entre ação, humor, drama adolescente e um profundo respeito pelo legado dos filmes originais. A série não só trouxe de volta os protagonistas históricos, como conseguiu desenvolver personagens novas que deram uma nova vida à franquia.

Mais do que nostalgia: é mesmo boa televisão

Sim, há fan service. Sim, há montagens de treino ao som de rock vintage. Mas Cobra Kai vai além da nostalgia fácil. A série explora temas como redenção, rivalidade, paternidade, bullying e identidade, sempre com um pé na comédia e outro no drama.

Johnny Lawrence, outrora o vilão, surge agora como uma figura tragicómica, perdida num mundo que já não entende. Daniel LaRusso, o eterno “bom rapaz”, nem sempre é o herói que pensamos. O resultado é uma inversão de perspetivas que torna tudo mais interessante — e humano.

Agora em português, agora no AXN

A chegada de Cobra Kai ao canal AXN representa uma oportunidade para quem ainda não viu a série — ou quer revê-la com dobragem ou legendas em português. Não foram ainda divulgadas as datas e horários exatos da emissão, mas a estreia está prometida para breve.

Com seis temporadas já lançadas (e uma sétima e última a caminho), Cobra Kai tornou-se um caso raro: uma sequela de um clássico dos anos 80 que não só faz justiça ao original como o ultrapassa em muitos aspetos.

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Preparem-se: o dojo está de volta, os socos também… e a rivalidade nunca esteve tão viva.

Segredos, irmãs e um cadáver à mistura: Jessica Biel e Elizabeth Banks brilham em The Better Sister

Nova série da Prime Video adapta bestseller de suspense e promete mexer com os nervos dos espectadores

Preparem-se para dramas familiares, revelações explosivas e aquele tipo de tensão que se sente logo no primeiro olhar entre duas irmãs que claramente têm contas por ajustar. The Better Sister, a nova série da Amazon Prime Video, estreia com Jessica Biel e Elizabeth Banks como protagonistas — e a premissa já nos deixa desconfiados de toda a gente.

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Baseada no romance de Karin Slaughter (autora de Pieces of Her, também adaptada para televisão), a série mergulha num thriller psicológico sobre duas irmãs afastadas pela vida… e reunidas pela morte de um homem que ambas conheceram muito bem.

O enredo: quando a tragédia obriga a escavar o passado

Jessica Biel interpreta Chloe, uma mulher de carreira aparentemente bem-sucedida que vive com o filho adolescente e o marido — até que este é misteriosamente assassinado. Quem reaparece do passado? A irmã, Nicky (Elizabeth Banks), com quem Chloe cortou relações há muitos anos.

O reencontro forçado traz à tona segredos enterrados, traições antigas e verdades incómodas. Nada é o que parece, e o passado de cada uma começa a colidir com o presente, enquanto a investigação do homicídio se adensa.

Jessica Biel no seu território favorito: o lado negro do quotidiano

Depois do sucesso de The Sinner, Jessica Biel volta a mergulhar em personagens atormentadas por segredos e culpa. A atriz, também produtora executiva da série, tem-se revelado uma força silenciosa no mundo das séries criminais e dramáticas — e aqui volta a provar porquê.

Elizabeth Banks, conhecida tanto pela comédia como por papéis mais intensos (Mrs. AmericaLove & Mercy), assume um registo mais sombrio e contido, que contrasta com o ar aparentemente controlado de Biel. O resultado? Uma dinâmica tensa, ambígua e absolutamente viciante.

Aposta forte da Prime Video

The Better Sister junta-se à linha de thrillers de prestígio da Prime Video, com produção da Tomorrow Studios (a mesma de Snowpiercer e Let the Right One In). A série mistura mistério policial com drama psicológico, e aposta forte na atmosfera e na construção lenta — ideal para quem gosta de histórias que se desenrolam como um novelo cheio de nós.

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Ainda não há confirmação oficial sobre o número de episódios ou renovação para segunda temporada, mas os ingredientes estão todos lá: crime, família disfuncional, actrizes de peso e uma história cheia de reviravoltas.

Flow: À Deriva — o filme de animação premiado que vai emocionar no Dia da Criança 🐾🌊

Vencedor do Óscar e do Globo de Ouro estreia-se na televisão portuguesa a 1 de Junho, em exclusivo no TVCine Top

No Dia Mundial da Criança, a televisão portuguesa recebe um verdadeiro tesouro da animação contemporâneaFlow: À Deriva, o filme que conquistou o Óscar e o Globo de Ouro de Melhor Animação em 2025, estreia-se em exclusivo nos canais TVCine no dia 1 de Junho, com duas sessões especiais no TVCine Top: uma para os mais pequenos, às 9h40, e outra para toda a família, às 21h40. Nesse mesmo dia, ficará também disponível no TVCine+.

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Um barco, um gato e o fim do mundo

Realizado por Gints Zilbalodis, o visionário autor de AwayFlow apresenta-nos um mundo submerso e silencioso, onde um gato preto solitário é forçado a deixar a sua casa destruída por uma cheia devastadora. Refugiado num barco à deriva, partilha agora espaço com outras espécies — numa viagem inesperada rumo à cooperação, resiliência e (quem diria?) amizade.

Sem diálogos, mas com uma força visual arrebatadoraFlow: À Deriva é uma experiência cinematográfica rara que se expressa através da animação fluida, da música e da contemplação. O cenário pós-apocalíptico é apenas o pano de fundo para uma narrativa profundamente humana (e animal), sobre a sobrevivência num mundo em transformação.

Da Letónia para o mundo — e agora para Portugal

Apontado como uma das grandes revelações do cinema de animação independente, o filme percorreu prestigiados festivais internacionais como Cannes e Annecy, onde foi aplaudido por crítica e público. A sua estética tem sido comparada à de Hayao Miyazaki, mestre do Studio Ghibli, não só pela beleza visual mas também pela sensibilidade ecológica e narrativa.

The Hollywood Reporter escreveu: “Flow é uma alegria de experienciar, mas também uma história profundamente tocante – o trabalho de um talento único que merece estar entre os grandes artistas de animação do mundo”.

Uma estreia perfeita para miúdos… e graúdos

Seja para celebrar o Dia da Criança em família, para revisitar o prazer do cinema contemplativo, ou simplesmente para descobrir uma nova pérola da animação, Flow: À Deriva é a escolha ideal para quem procura mais do que um filme animado — uma verdadeira viagem emocional.

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Não percas esta estreia tocante no TVCine Top, no dia 1 de Junho, às 9h40 e às 21h40. E se o barco já tiver partido, fica descansado: o filme estará disponível no TVCine+.

“Harry Potter”: conheça os jovens escolhidos para dar nova vida ao trio mais mágico da televisão ✨

HBO apresenta os novos Harry, Ron e Hermione para a série que vai durar uma década

Preparem as varinhas, afinem os feitiços e recitem o Alohomora com entusiasmo renovado: já sabemos quem são os novos rostos que vão carregar o peso (e o encanto) da herança deixada por Daniel Radcliffe, Emma Watson e Rupert Grint. A série Harry Potter, que a HBO promete transformar num dos maiores eventos televisivos da próxima década, encontrou o seu trio maravilha. E sim, são quase completos desconhecidos — tal como os seus antecessores há mais de 20 anos.

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Três nomes, mil expectativas

Dominic McLaughlin será o novo Harry Potter. O jovem ator tem ainda uma carreira curta, mas conta com participações em “Gifted”, série da BBC que ainda não chegou ao público, e em “Grow”, uma comédia inédita protagonizada por Nick Frost. Já Arabella Stanton, a nova Hermione Granger, brilhou em palco como protagonista de Matilda The Musical no West End — uma estreia promissora para quem vai agora enfrentar o universo de Hogwarts. Alastair Stout, que interpretará Ron Weasley, entra directamente para o grande palco sem rede: este será o seu primeiro papel de destaque.

A escolha surgiu depois de um processo de casting verdadeiramente mágico. De acordo com a produção, foram mais de 32 mil crianças a fazer testes para integrar esta nova versão do mundo criado por J.K. Rowling.

“Após uma busca extraordinária (…) temos o prazer de anunciar que encontrámos os nossos Harry, Hermione e Ron”, anunciaram com entusiasmo Francesca Gardiner, showrunner e produtora executiva, e Mark Mylod, que realizará vários episódios. O comunicado salienta ainda a gratidão pelas “dezenas de milhares de crianças” que participaram no processo.

Um elenco cheio de veteranos para equilibrar os feitiços

Para além do novo trio, a HBO quis rodear os jovens atores com nomes de peso. John Lithgow — sim, esse mesmo, gigante da televisão e cinema — vai dar vida a Albus Dumbledore. Janet McTeer será a nova Minerva McGonagall, enquanto Paapa Essiedu interpretará um Severus Snape seguramente memorável. E num toque cómico e carismático, Nick Frost encarnará Rubeus Hagrid.

O elenco recorrente contará ainda com Luke Thallon no papel do professor Quirrell e Paul Whitehouse como o rabugento Argus Filch. A diversidade e o talento são apostas claras desta nova abordagem ao universo de Hogwarts.

Um compromisso de uma década com a magia

A série da HBO terá sete temporadas, cada uma dedicada a um livro da saga, e vai estender-se ao longo de dez anos. A produção arranca já este verão, com estreia prevista para 2026. A promessa é clara: uma adaptação fiel aos livros, com a bênção (e supervisão) da própria J.K. Rowling, que assume funções como produtora executiva.

Segundo o comunicado da HBO, esta será uma oportunidade para “chegar a uma nova geração de fãs, com detalhes fantásticos e personagens muito queridas”, sem nunca esquecer os filmes originais, que “permanecerão no centro do franchise”.

A série é produzida por Francesca Gardiner e Mark Mylod (também realizador), em parceria com a Brontë Film and TV e a Warner Bros. Television. Para além de Rowling, também Neil Blair, Ruth Kenley-Letts e David Heyman (produtor dos filmes originais) integram a equipa de produção executiva.

Expectativas nos céus… e em Hogwarts

Ainda falta mais de um ano para vermos o resultado final, mas a expectativa já é digna de uma final de Quidditch. Entre nostalgia, curiosidade e (vá, admitamos) algum ceticismo, resta-nos esperar para perceber se esta geração conseguirá lançar o feitiço certo para conquistar tanto novos fãs como os eternos potterheads.

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Até lá, vamos todos tentar não gritar “Wingardium Leviosa” sempre que ouvirmos os nomes Dominic, Arabella ou Alastair

Tripla Cine.PT: Uma Noite Inteira Dedicada ao Melhor do Cinema Português

🎬 Na última sexta-feira de maio, esquece Hollywood — o protagonismo vai todo para o que é nosso.

No dia 30 de maio, a partir das 18h25, os canais TVCine Edition e TVCine+ oferecem uma sessão especial dedicada ao cinema português contemporâneo. Três filmes recentes, três olhares distintos e uma noite inteira para celebrar o que de melhor se tem feito no grande ecrã nacional. Tripla Cine.PT é o convite perfeito para quem quer descobrir novas histórias, novos talentos e um cinema português que se reinventa a cada fotograma.

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🥃 “O Bêbado” — O Inferno ao Fundo do Copo

Logo a abrir a noite, às 18h25, estreia O Bêbado, a primeira longa-metragem de André Marques, premiada com o Prémio FIPRESCI no Festival Caminhos do Cinema Português. Com um elenco liderado por Vítor Roriz e Ina Esanu, o filme acompanha Rogério, um homem derrotado, perdido no álcool e no remorso, que cruza caminho com uma jovem em fuga. O que começa como um gesto de ajuda transforma-se rapidamente num mergulho num pesadelo muito real.

Realismo cru, sombras urbanas e uma banda sonora de silêncios — O Bêbado promete um início de noite denso e arrebatador.

👑 “UBU” — O Rei Nu e Grotesco

Às 20h30, entra em cena o absurdo com UBU, de Paulo Abreu. Inspirado na peça de Alfred Jarry, este filme reinventa o clássico do teatro com uma estética única e uma crítica mordaz ao poder e à ambição desmedida.

Com interpretações de Miguel LoureiroIsabel Abreu e Sérgio SilvaUBU apresenta-nos uma fábula grotesca onde o trono da Polónia serve de palco para traições, tirania e muito caos. É Shakespeare embriagado em sarcasmo e atualidade, filmado com coragem e ironia. Ideal para quem gosta de cinema com dentes afiados.


🎼 “Dulcineia” — A Música da Memória

Também às 20h30, em emissão paralela, estreia Dulcineia, uma adaptação do romance “O Ano Sabático”, de João Tordo, realizada por Artur Serra Araújo. Depois de 13 anos a viver em Lisboa, Hugo regressa ao Porto para recuperar a sua vida — mas um simples tema ao piano é o suficiente para desestabilizar tudo o que pensava ser sólido.

Com António Parra e Alba Baptista nos papéis principais, Dulcineia mistura jazz, mistério e memória numa história onde a harmonia familiar desafina perante uma revelação perturbadora.

🎞️ O Cinema Português Que Vale Mesmo a Pena Ver

Estes três filmes não são apenas apostas recentes — são a prova de que o cinema português tem muito para dizer, e sabe como dizê-lo. Com olhares distintos, temas fortes e estéticas ousadas, Tripla Cine.PT mostra um panorama diversificado e vibrante da produção nacional atual.

📺 Não percas:

🗓️ Sexta-feira, 30 de maio

🕡 A partir das 18h25

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📍 Em exclusivo no TVCine Edition e no TVCine+

“American Manhunt: Osama bin Laden” — O Novo Documentário da Netflix Que os Críticos Amam (e os Espectadores Nem Tanto)

📺 100% no Rotten Tomatoes… e 56% do público a dizer “meh”. Bem-vindo ao fascinante mundo do streaming em 2025

A Netflix voltou a disparar para o topo com mais uma das suas bombas documentais: American Manhunt: Osama bin Laden. Lançada a 14 de maio, a terceira temporada desta série documental explodiu (sem trocadilhos maliciosos, prometemos) para o primeiro lugar no top global da plataforma, acumulando 12,6 milhões de visualizações na primeira semana.

E a crítica? Em êxtase.

E o público? Em modo “sim, mas…”

100% dos Críticos Dizem “Bravo!”, 56% do Público Diz “Calma lá…”

É verdade: American Manhunt: Osama bin Laden tem 100% de aprovação crítica no Rotten Tomatoes. Um feito raro, digno de medalha de honra da crítica internacional. Já a audiência geral, por outro lado, parece ter ativado o modo “contra-informação”: 56% de aprovação, com algumas queixas muito específicas.

Entre as principais reclamações estão:

  • “Demasiado centrado nos políticos e pouco nos SEALs que arriscaram a vida.”
  • “Porque é que não falaram da relação dos EUA com o Bin Laden antes do 11 de Setembro?”
  • “Muito patriótico, pouco crítico.”

Entretanto, no Reddit, é só elogios e emojis de bandeirinhas e lágrimas. Uma montanha-russa emocional, como quem vê O Resgate do Soldado Ryan enquanto lê um manual da CIA.

Três Episódios, Uma Caça de 10 Anos

Realizado por Daniel Sivan e Mor Loushy, este documentário reconstrói a longa (e secreta) perseguição que culminou com a operação em Abbottabad, no Paquistão, onde Bin Laden foi finalmente “comprometido até ao fim permanente” — uma expressão tão enigmática quanto patriótica.

O doc mergulha nas sombras da guerra contra o terror, com entrevistas a ex-CIA, ex-FBI, ex-Departamento de Defesa e jornalistas que acompanharam os eventos. E claro, muitos corredores, mapas secretos e frases ditas com seriedade à frente de quadros brancos.

Uma Aula de Geopolítica com Edição de Trailer de Ação

Apesar da sua natureza documental, American Manhunt: Osama bin Laden é montado como um thriller de Hollywood. Planos dramáticos, música intensa e cortes rápidos que nos fazem esquecer que estamos a ver uma série documental e não um spin-off do Jason Bourne.

Afinal, vale a pena?

Se gosta de histórias reais, espiões, militares em salas escuras a dizer “We’ve got him”, e de documentários com mais tensão do que muitos filmes de acção, sim. Se procura uma abordagem mais crítica ou uma análise mais profunda da história pré-11 de Setembro, talvez não seja este o conteúdo ideal. Mas uma coisa é certa: está na moda, e é impossível ignorar.

“A Fonte da Juventude”: O Filme Mais Mal Amado… e Mais Visto da Apple TV+ em 2025

🧭 Críticos detestam, o público não quer saber — e a Apple está a rir-se até ao banco.

Num ano recheado de apostas ambiciosas no catálogo da Apple TV+, nenhum título chamou tanta atenção (e tanta polémica) como A Fonte da Juventude, a aventura internacional realizada por Guy Ritchie, protagonizada por John Krasinski e Natalie Portman. O filme? Um sucesso estrondoso… de streaming. As críticas? Um desastre arqueológico digno de museu.

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Sim, senhoras e senhores, temos entre mãos o clássico exemplo de “filme que todos dizem que é mau, mas que todos viram”. E não foi só “meio mundo”. Foi quase o mundo inteiro.

O sucesso que ninguém previu (nem a Rotten Tomatoes)

Com uns mirrados 36% no Rotten Tomatoes — a pior pontuação para uma produção original da Apple TV+ até hoje — A Fonte da Juventude parecia destinada ao esquecimento. As críticas foram unânimes: enredo reciclado, química ausente entre Portman e Krasinski, Guy Ritchie em modo automático e cenas de ação mais previsíveis que uma mensagem de phishing.

Mas como bem sabemos, o gosto do público nem sempre anda de ãos dadas com o snobismo crítico. No dia de estreia, o filme foi o conteúdo mais visto da plataforma em 99 países. Sim, noventa e nove. Nem o iPhone vende assim.

Mas afinal, porquê tanto sucesso?

Talvez porque o trailer prometia uma mistura irresistível de Indiana JonesO Código Da Vinci e National Treasure. Talvez porque John Krasinski continua a ser uma cara simpática, mesmo quando faz de arqueólogo em piloto automático. Talvez porque Natalie Portman ainda nos faz acreditar que algo mágico pode acontecer… mesmo quando não acontece.

Ou talvez, só talvez, porque o público gosta de aventuras leves e previsíveis para uma sexta-feira à noite. E ninguém quer fazer análises semióticas à terceira taça de vinho.

A Apple TV+ ganha, o bom gosto perde (mas quem se importa?)

É difícil explicar este fenómeno sem recorrer a expressões como “prazer culposo”, “filme pipoca” ou “o algoritmo venceu outra vez”. Mas a verdade é que, apesar das críticas negativas, A Fonte da Juventude está no topo do mundo do streaming.

É o maior sucesso da Apple TV+ em 2025, superando títulos aclamados mas ignorados pelo público — porque sejamos sinceros, ninguém quer ver um drama sueco sobre a crise existencial de um carpinteiro solitário às 23h.

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Conclusão? Ria-se quem quiser, conte os cliques quem puder

Se a crítica achava que o filme era um falhanço, a realidade respondeu com números. Milhões de visualizações, memes nas redes sociais, e provavelmente uma sequela em desenvolvimento. Porque, no fim, o que conta é mesmo isto: o filme mais mal amado do ano… é também o mais amado pelo algoritmo.

Richard Linklater homenageia Godard em “Nouvelle Vague” — e Netflix paga um recorde por isso


🎬 Uma carta de amor ao cinema… agora nas mãos da Netflix

Richard Linklater, o realizador norte-americano por trás de obras como Boyhood e Before Sunrise, apresentou no Festival de Cannes 2025 o seu mais recente projeto: Nouvelle Vague. Este filme é uma homenagem ao clássico À Bout de Souffle(1960) de Jean-Luc Godard e à revolução cinematográfica da Nouvelle Vague francesa. Após uma estreia calorosamente recebida, com uma ovação de 11 minutos, a Netflix adquiriu os direitos de distribuição nos EUA por 4 milhões de dólares — um recorde para um filme em língua francesa no mercado norte-americano, ficando apenas atrás de Emilia Pérez no ano anterior . 

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🎥 O filme: recriar a lenda em preto e branco

Filmado em preto e branco e no formato 4:3, Nouvelle Vague mergulha no processo criativo de Godard durante a realização de À Bout de Souffle. Guillaume Marbeck interpreta Jean-Luc Godard, Zoey Deutch dá vida a Jean Seberg e Aubry Dullin assume o papel de Jean-Paul Belmondo. O elenco inclui ainda representações de figuras icónicas como François Truffaut, Claude Chabrol, Agnès Varda e Éric Rohmer . 

Linklater descreveu o filme como “uma carta de amor ao cinema”, capturando o espírito rebelde e inovador da Nouvelle Vague, mas com o seu toque pessoal. A produção recria a Paris dos anos 50 com autenticidade, desde os figurinos até à banda sonora jazzística . 

🏆 Cannes aplaude, Netflix aposta

Apesar de não ter conquistado prémios em Cannes, Nouvelle Vague foi amplamente elogiado pela crítica. A Netflix, que já havia adquirido Hit Man de Linklater em 2023, continua a investir em obras de prestígio, mesmo que estas tenham lançamentos limitados em salas de cinema. Espera-se que o filme tenha uma exibição curta nos cinemas para qualificação a prémios antes de chegar à plataforma . 

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🎞️ Uma reflexão sobre o passado e o presente do cinema

Nouvelle Vague não é apenas uma recriação histórica; é uma meditação sobre a arte de fazer cinema, a paixão dos cineastas e a eterna luta entre inovação e tradição. Linklater convida-nos a revisitar um momento crucial da história cinematográfica, lembrando-nos do poder transformador da sétima arte.

The Last of Us – Temporada 2: Final com 3,7 Milhões de Espectadores e um Futuro Promissor

📉 Audiências do Final: Uma Queda com Potencial de Recuperação

O episódio final da segunda temporada de The Last of Us, intitulado “Convergence”, atraiu 3,7 milhões de espectadores nos EUA na noite de estreia, incluindo transmissões lineares e streaming na Max. Este número representa uma queda de 55% em relação ao final da primeira temporada, que alcançou 8,2 milhões de espectadores. A HBO atribui essa diminuição ao fim de semana do Memorial Day e espera um aumento nas visualizações nos dias seguintes. Apesar disso, a segunda temporada está a superar a primeira em média global, com quase 37 milhões de espectadores por episódio, comparados aos 32 milhões da temporada anterior.  

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⚔️ Um Final Intenso e Cheio de Reviravoltas

O episódio final mergulha profundamente na busca de Ellie por vingança contra Abby, responsável pela morte de Joel. Durante sua jornada, Ellie confronta e mata Nora, Owen e Mel, esta última grávida, o que intensifica sua culpa. A tensão culmina quando Abby surpreende Ellie, Dina, Tommy e Jesse no teatro, resultando na morte de Jesse e um confronto direto com Ellie. O episódio termina com um disparo de arma e a tela escurecendo, deixando o destino de Ellie e Abby em aberto.  

🔄 Mudança de Perspectiva: Abby em Foco na Próxima Temporada

A cena final do episódio sugere uma mudança narrativa significativa para a terceira temporada, com a história sendo contada do ponto de vista de Abby. Esta abordagem espelha a estrutura do jogo The Last of Us Part II, onde os jogadores vivenciam eventos tanto pelos olhos de Ellie quanto de Abby, proporcionando uma compreensão mais profunda das motivações de cada personagem. Os criadores da série confirmaram que a terceira temporada explorará mais a fundo a história de Abby, incluindo sua vida na Frente de Libertação de Washington (WLF) e o conflito com os Serafitas.  

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📺 O Que Esperar da Terceira Temporada

A HBO já confirmou a renovação da série para uma terceira temporada, que continuará a adaptação do jogo The Last of Us Part II. Embora ainda não haja uma data oficial de estreia, espera-se que a produção comece em 2026, com lançamento previsto para o final de 2026 ou início de 2027. A próxima temporada promete aprofundar as histórias de Abby, Ellie e Dina, explorando temas de vingança, redenção e as complexidades das relações humanas em um mundo pós-apocalíptico.  

Godzilla Minus One: o Rei dos Monstros regressa ao trono com fúria atómica

Aclamado pela crítica e vencedor de um Óscar, o épico japonês estreia a 30 de maio no TVCine Top

Ele está de volta. E mais devastador do que nunca. Godzilla Minus One, aclamado como um dos melhores filmes da história do franchise, estreia em televisão portuguesa esta quinta-feira, 30 de maio, às 21h30, no TVCine Top e no TVCine+. Vencedor do Óscar de Melhores Efeitos Visuais, o filme recupera o espírito original do monstro mais famoso do cinema japonês, mas com uma abordagem emocionalmente carregada e visualmente arrebatadora.

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🇯🇵 Japão em ruínas, monstro em ascensão

O Japão encontra-se arrasado pela Segunda Guerra Mundial quando uma nova ameaça emerge das profundezas: Godzilla, símbolo da destruição nuclear e da impotência humana perante o caos. Nesta versão assinada por Takashi Yamazaki, o monstro não é apenas um inimigo colossal, mas uma metáfora para o trauma nacional de um país que tenta reerguer-se… e é de novo esmagado.

“Se o Japão estava na estaca zero, atinge agora um nível negativo nunca antes visto.”

É esse o mote de Godzilla Minus One, título que alude ao facto de a devastação do país ultrapassar até o ponto zero — como se o próprio chão lhe fosse retirado.

🎥 Realismo, emoção e efeitos de cortar a respiração

Com uma impressionante pontuação de 99% no Rotten TomatoesGodzilla Minus One conquistou tanto o público como a crítica. Ao contrário das abordagens ocidentais recentes — onde Godzilla surge como anti-herói ou força da natureza — aqui ele é uma ameaça absoluta, um pesadelo vivo com a potência de uma bomba atómica.

O filme alia um argumento envolvente a efeitos visuais de topo, sem nunca perder de vista o impacto humano do desastre. É um filme de monstros, sim — mas com alma.

O elenco conta com Ryunosuke KamikiMinami HamabeSakura AndôHidetaka Yoshioka e Ippei Sasaki, todos em interpretações carregadas de tensão, desespero e coragem silenciosa.

📺 Uma estreia imperdível no TVCine

Com 37 filmes já lançados ao longo de sete décadas, o legado de Godzilla parecia condenado à repetição. Mas Minus Onetrouxe-lhe uma nova vida — e um novo terror. Este não é o Godzilla dos brinquedos nem das batalhas em CGI colorido. É um filme de guerra, sobrevivência e trauma, em que o monstro encarna todos os medos de uma nação derrotada.

ver também: Fire Country regressa em modo explosivo: casamento, helicópteros e o fogo que nunca dá tréguas

A estreia está marcada para quinta-feira, 30 de maio, às 21h30, no TVCine Top e no TVCine+. Uma oportunidade rara de ver um épico nipónico premiado pela Academia, em casa — e em grande.

Os Mortos Não Morrem e Tempestade Tropical: dois filmes geniais e absurdos no STAR Comedy

Junho traz ao canal STAR Comedy duas comédias irreverentes com elencos de luxo e sátira em estado puro

Se o teu sentido de humor aprecia zombies em farda de polícia, actores vaidosos a morrer em filmagens tropicais e uma boa dose de crítica social embrulhada em caos cinematográfico, então marca na agenda duas datas: 21 e 28 de Junho, quando o STAR Comedy exibe dois dos filmes mais insólitos dos últimos anos: Os Mortos Não Morrem e Tempestade Tropical.

Os Mortos Não Morrem: um apocalipse zombie à maneira de Jim Jarmusch

No dia 21 de Junho, o canal exibe Os Mortos Não Morrem, uma comédia negra realizada por Jim Jarmusch, que subverte por completo o género zombie. Numa pacata cidade americana, os mortos começam inexplicavelmente a regressar à vida — mas em vez de sangue e gritos, o filme oferece-nos olhares apáticos, diálogos mortos-vivos e muita ironia existencial.

Com um elenco de luxo que inclui Bill MurrayAdam DriverTilda SwintonChloë SevignyTom Waits e Iggy Pop, o filme é uma sátira absurda ao consumo, à apatia da sociedade moderna e à obsessão com gadgets (sim, os zombies querem wi-fi e café). É o apocalipse… com banda sonora de Sturgill Simpson e piadas meta.

Tempestade Tropical: quando o making-of é mais caótico que o próprio filme

28 de Junho, é a vez de Tempestade Tropical (Tropic Thunder), a comédia de Ben Stiller que satiriza a indústria de Hollywood com uma precisão quase ofensiva — e hilariante.

O filme acompanha um grupo de actores egocêntricos que, durante as filmagens de um épico de guerra, acabam por ser lançados no meio de um verdadeiro conflito sem se aperceberem. Com Robert Downey Jr. (em modo controverso e brilhante), Jack BlackJay BaruchelSteve Coogan e um quase irreconhecível Tom Cruise como produtor megalómano, o filme desfere golpes certeiros sobre ego, privilégio, clichés de guerra e métodos de representação extrema.


📺 STAR Comedy com programação de culto

Com estas duas escolhas para Junho, o STAR Comedy aposta em cinema de culto moderno, que mistura gargalhadas com crítica e uma boa dose de absurdo. Ideal para quem gosta de rir e pensar — nem que seja sobre o fim do mundo ou a vaidade de Hollywood.

Fire Country regressa em modo explosivo: casamento, helicópteros e o fogo que nunca dá tréguas

A série de acção e redenção que conquistou o público regressa ao STAR Channel com a terceira temporada

Eles combatem fogos, salvam vidas — e tentam salvar-se a si próprios. Fire Country, uma das séries mais intensas e emotivas dos últimos anos, regressa ao STAR Channel a 2 de Junho, trazendo de volta os dilemas morais, as tensões familiares e os incêndios florestais mais perigosos da televisão.

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Com Max Thieriot de volta como o carismático e atormentado Bode Donovan, a nova temporada promete começar com um estrondo… ou melhor, com um acidente de helicóptero que vai virar tudo do avesso.


🚒 O que esperar da terceira temporada?

Depois de uma segunda temporada marcada por reviravoltas emocionais, a nova leva de episódios mergulha directamente nas consequências do dramático final anterior. Segundo os criadores, a nova temporada começa com um casamento prestes a acontecer — e termina com o caos total nas montanhas da Califórnia, cortesia de um incêndio descontrolado e um acidente aéreo.

Os dilemas de Bode entre a redenção e o instinto destrutivo continuam no centro da narrativa, mas a série reforça também o protagonismo dos restantes elementos da equipa de bombeiros, incluindo Gabriela (Stephanie Arcila), cuja relação com Bode continua em suspenso, e o chefe Manny (Kevin Alejandro), que enfrenta os seus próprios demónios.


⛓️ Acção, coração e justiça social

Para além das cenas de acção bem coreografadas, Fire Country destaca-se por abordar temas como reintegração de ex-reclusos, sistema prisional, racismo estrutural e disfunções familiares, sempre através da lente do melodrama televisivo.

A série tem origem na própria vida de Max Thieriot, que cresceu numa comunidade de bombeiros voluntários e criou a história a partir dessa realidade. É essa autenticidade que dá à série a sua chama única.

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📺 Onde e quando ver?

terceira temporada de Fire Country estreia em exclusivo no STAR Channel a 2 de Junho, com novos episódios todas as semanas. Para quem gosta de drama intenso, personagens imperfeitas e acção de cortar a respiração, esta é uma série a não perder.