Patos! Estreia no TVCine Top com Dupla Sessão em Agosto


Uma viagem hilariante e comovente para toda a família, com direito a aventura, ternura e vozes de luxo

Se está à procura de um serão familiar com risos, emoção e penas pelo ar, marque já na agenda: Patos! estreia dia 1 de agosto às 21h30 no TVCine Top, em versão original, e no dia seguinte, sábado 2 de agosto às 9h40, na versão dobrada em português. Uma história animada que promete conquistar miúdos e graúdos — literalmente com o pé fora do lago.

Quando sair da rotina pode ser a maior aventura

Mack é um pato que gosta de estabilidade. Vida calma, lago tranquilo, nada de surpresas. Mas quando a sua companheira Pam sugere uma migração até à ensolarada Jamaica, a família Maillard vê-se metida numa aventura de proporções épicas. Atravessando Nova Iorque e outras paragens inesperadas, a viagem transforma-se numa verdadeira lição de vida — com humor, ação, ternura e muitos percalços com asas.

Uma história de família com coração (e penas)

Realizado por Benjamin Renner, nomeado ao Óscar por Ernest & CelestinePatos! é mais do que uma comédia animada: é uma celebração da importância da família e do crescimento que vem com os desafios. Uma homenagem à coragem de mudar e à beleza do desconhecido.

Na versão original, o filme conta com vozes de luxo: Kumail NanjianiElizabeth BanksAwkwafina e Danny DeVito. Já na versão portuguesa, o talento não fica atrás, com Manuel MarquesInês Castel-BrancoCarla ChambelMarco Horácio e Diogo Valsassina a darem voz à irreverente família de patos.

Sessões a não perder

🟡 1 de agosto, sexta-feira – 21h30 – Versão Original

🟡 2 de agosto, sábado – 9h40 – Versão Dobrada em Português

📍 Em exclusivo no TVCine Top e também disponível no TVCine+

Catherine Breillat em Destaque: TVCine Edition Exibe Especial Dedicado à Realizadora Francesa

De Romance a No Verão Passado, uma retrospetiva ousada e provocadora todas as sextas e sábados de agosto, à meia-noite

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Agosto promete noites intensas no TVCine Edition. O canal vai dedicar todas as sextas e sábados do mês, à meia-noite, ao cinema provocador e visceral de Catherine Breillat, com uma seleção de filmes que exploram o erotismo, o desejo, a sexualidade feminina e o poder nas relações humanas com a frontalidade característica da realizadora francesa.

De obras clássicas como Romance e Para a Minha Irmã até ao recente No Verão Passado, a retrospetiva convida os espectadores a mergulhar no chamado “cinema do corpo”, género onde Breillat é figura central — sempre disposta a desafiar convenções e a pôr o dedo nas feridas da moralidade social.

Uma realizadora que provoca e transforma

Catherine Breillat é cineasta, argumentista e romancista. Ao longo da sua carreira, foi premiada em festivais como Cannes, Berlim e Veneza, sendo frequentemente elogiada pela ousadia com que aborda temas como sexualidade, abuso, desigualdade e relações de poder — e também criticada pela crueza visual das suas imagens.

A retrospetiva inclui nove dos seus filmes mais marcantes, entre histórias contemporâneas e reinterpretações feministas de contos clássicos, como A Bela Adormecida e Barba Azul.

Destaques da programação

🟣 1 de agosto – Romance

Uma professora procura satisfação sexual fora da relação com o namorado, mergulhando em práticas BDSM. Com Caroline Ducey e Rocco Siffredi.

🟣 2 de agosto – Para a Minha Irmã

Duas irmãs confrontam-se com a descoberta da sexualidade durante as férias. Prémio Manfred Salzgeber em Berlim.

🟣 8 de agosto – Sex Is Comedy

Uma sátira aos bastidores da rodagem de uma cena de sexo, inspirada nas experiências da própria realizadora.

🟣 9 de agosto – Anatomia do Inferno

Uma mulher paga a um homem gay para a observar nua durante quatro noites, numa reflexão profunda sobre o corpo feminino.

🟣 15 de agosto – A Última Amante

Drama histórico sobre um triângulo amoroso parisiense do século XIX. Com Asia Argento.

🟣 16 de agosto – Barba Azul

Reinterpretação do conto clássico com um subtexto feminista e psicológico.

🟣 22 de agosto – A Bela Adormecida

Uma versão onírica e subversiva do conto de fadas, com uma heroína à procura de identidade.

🟣 23 de agosto – Uma Relação Abusiva

Inspirado na experiência real de Breillat após sofrer um AVC. Com Isabelle Huppert.

🟣 29 de agosto – No Verão Passado

O mais recente filme da cineasta, sobre uma advogada que se envolve com o enteado adolescente. Uma obra polémica e intensa.

A não perder

O especial O Cinema de Catherine Breillat será exibido de 1 a 29 de agostosempre à meia-noite às sextas e sábados, em exclusivo no TVCine Edition e no serviço de streaming TVCine+.

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Para quem nunca viu um filme de Breillat, esta é a oportunidade ideal para descobrir uma voz única e corajosa no cinema contemporâneo. Para os fãs, é o regresso a um universo que continua, décadas depois, a provocar, a questionar — e a deixar marca.

Diário de um Banana: Férias em Família Vai Ser o Próximo Filme da Saga na Disney+

Greg Heffley prepara-se para trocar a escola por um resort tropical… mas os problemas viajam com ele

A Disney+ confirmou oficialmente o desenvolvimento de um novo capítulo animado da saga Diário de um Banana, e desta vez, o cenário vai ser bem mais solarengo: o filme chama-se Diary of a Wimpy Kid: The Getaway — que deverá chegar a Portugal como Diário de um Banana: Férias em Família — e será baseado no 12.º livro da popular série de Jeff Kinney.

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A história segue Greg e a família Heffley numa viagem natalícia até ao luxuoso resort Isla de Corales, o mesmo onde os pais passaram a lua-de-mel. Mas quem conhece esta família sabe que nem mesmo um destino paradisíaco consegue evitar o caos absoluto.

Novo realizador, nova voz… mesmas trapalhadas

A produção arranca já nas próximas semanas, com estreia prevista para 2026 na plataforma Disney+. A equipa criativa traz algumas novidades: Matt Danner, conhecido por Muppet Babies, assume a realização, enquanto o próprio Jeff Kinney regressa como argumentista e produtor.

O estúdio está actualmente à procura de um novo actor para dar voz a Greg Heffley, o eterno adolescente azarado que continua a conquistar gerações com as suas aventuras (e vergonhas).

O sucesso da animação continua

Esta será a quarta longa-metragem animada da saga Diário de um Banana na Disney+. Tudo começou com o reboot animado de Diary of a Wimpy Kid (2021), seguindo-se Rodrick Rules (2022), centrado na relação atribulada entre Greg e o irmão mais velho, e Christmas: Cabin Fever (2023), com Greg a tentar desesperadamente manter-se na lista dos “meninos bem comportados” do Pai Natal.

O novo capítulo promete manter o humor característico da série, agora com uma boa dose de sol, praia, acidentes embaraçosos, refeições estragadas e… provavelmente, muitas diarreias tropicais.

O que esperar de Férias em Família?

Quem leu o livro original sabe que Greg tem grandes expectativas para estas férias — e que tudo corre horrivelmente mal: desde problemas com o hotel, refeições exóticas (e suspeitas), actividades obrigatórias com outros hóspedes e claro… uma série de infortúnios que só podem acontecer aos Heffley.

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Se há algo garantido, é que Greg não vai descansar nem em férias.

Primeiras Imagens de Frankenstein de Guillermo del Toro Revelam Jacob Elordi Como a Criatura

O aguardado filme da Netflix estreia em Novembro e promete ser a obra mais pessoal de sempre do realizador mexicano

Guillermo del Toro não esconde o entusiasmo — e nós também não conseguimos. A quatro meses da estreia de Frankenstein, o realizador partilhou as primeiras imagens do seu novo filme com a Vanity Fair, revelando finalmente o visual de Jacob Elordi como a icónica Criatura. E, como era de esperar, não é apenas um filme de terror: é uma confissão artística. Quase uma missa profana.

“Não estamos a fazer Karloff, nem Bernie [Wrightson], nem Mary [Shelley],” disse del Toro. “Mas eles são tão importantes para mim como os meus pais. Deram-me vida.”

Um projecto de 25 anos (e uma obsessão pessoal)

Frankenstein estreia em Novembro de 2025 na Netflix e marca o culminar de um percurso que del Toro descreve como “uma viagem que consumiu a maior parte da minha vida”. O cineasta leu Mary Shelley em criança, viu Karloff com reverência quase religiosa e, desde então, tem explorado a relação entre monstros e humanidade em filmes como CronosBlade IIHellboy e, mais recentemente, Pinóquio.

“Queria fazer este filme antes mesmo de ter uma câmara,” revelou no evento Tudum da Netflix. “E agora tornou-se numa espécie de autobiografia.”

O elenco é monstruosamente bom

A nova adaptação de Frankenstein conta com um elenco de luxo:

  • Oscar Isaac interpreta Victor Frankenstein, o cientista genial e obcecado.
  • Jacob Elordi, num papel radicalmente diferente de Saltburn ou Euphoria, é a Criatura — trágica, ameaçadora, e profundamente humana.
  • Mia Goth será Elizabeth Lavenza, num regresso ao terror que parece escrito à sua medida.
  • Christoph Waltz interpreta o misterioso Dr. Pretorius.

O elenco secundário inclui ainda nomes de peso como Felix Kammerer (All Quiet on the Western Front), Lars MikkelsenDavid BradleyChristian ConveryRalph Ineson e Charles Dance.

O filme recebeu a classificação de Rated R, por conter “violência sangrenta e imagens macabras”. Sim, é mesmo del Toro.

Frankenstein: entre criador e criatura

A história permanece fiel à essência do romance de Mary Shelley: um cientista ultrapassa os limites da ciência ao criar vida — e sofre as consequências dessa arrogância. Mas, nas mãos de del Toro, a narrativa ganha uma dimensão mais íntima, quase espiritual.

“Há traços de Frankenstein em quase todos os meus filmes. A relação entre criador e criação, pai e filho, é um tema que me consome repetidamente,” confessou o realizador.

E com Jacob Elordi agora na pele (e nas cicatrizes) da Criatura, é seguro dizer que esta versão promete marcar uma nova geração — tal como Karloff fez há quase um século.

“Predator: Badlands” Arrebata a Comic-Con com Predadores Rebeldes, Androids às Cavalitas e um Final Secreto com Schwarzenegger e Danny Glover

Dan Trachtenberg apresenta 15 minutos de cortar a respiração… e revela surpresa épica para fãs de longa data da saga

A San Diego Comic-Con é conhecida por proporcionar momentos lendários a quem enche a mítica sala Hall H — e este ano, Dan Trachtenberg decidiu retribuir tudo o que viveu no passado com um painel absolutamente explosivo. O realizador, que chegou a acampar durante anos seguidos para assistir às pré-estreias de filmes como Iron Man ou Avengers, regressou agora como protagonista… e trouxe com ele dois predadores, um android, muita violência alienígena e, surpresa das surpresas, um final alternativo com Arnold Schwarzenegger e Danny Glover.

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Killer of Killers: O final que todos queríamos… e agora podemos ver

A apresentação começou com um momento de nostalgia cinéfila: um clipe nunca antes visto de Predator: Killer of Killers, actualmente disponível na Hulu, onde foi reintegrado um pós-créditos originalmente cortado. Neste novo segmento, a câmara avança para além da breve aparição de Amber Midthunder (a Naru de Prey)… e revela dois gigantes do passado da franquia: Danny Glover como o tenente Harrigan e Arnold Schwarzenegger como Dutch.

“Tomei o pequeno-almoço com o Arnold e fiquei super nervoso com o que pedi,” contou Trachtenberg com humor. “Mas ele foi impecável, aprovou o cameo e agora temos liberdade para cozinhar novas ideias para esse tipo.”

Sim, caros leitores: Dutch está de volta.

Badlands: Uma aventura sem humanos, mas com coração… e ombros doridos

A estrela do painel foi Predator: Badlands, o novo capítulo da saga, passado num futuro longínquo, sem humanos à vista. O protagonista? Um jovem Predador, Dek (interpretado por Dimitrius Schuster-Koloamatangi), expulso da sua tribo e forçado a fazer equipa com uma andróide, Thia (Elle Fanning), numa busca por redenção e por um adversário digno.

A dinâmica é tudo menos convencional: Fanning passa boa parte do filme literalmente às cavalitas de Schuster-Koloamatangi, numa cena inspirada na imagem de Chewbacca a transportar C-3PO em O Império Contra-Ataca.

“Mas isto não é o Chewbacca. É o Predador. Ele é feroz, impiedoso, um anti-herói total,” frisou o realizador.

Fanning revelou que, para facilitar as filmagens, chegou a sugerir uma técnica engenhosa (e hilariante): andar para trás de forma a simular que estava a ser transportada às costas. A ideia surgiu… uma semana antes de terminarem as filmagens.

“A melhor parte do filme parece mais real porque sou só eu a andar para trás,” riu-se.

15 minutos de acção crua e selvagem — e um elo com 

Alien

O público teve direito aos primeiros 15 minutos do filme, ainda com efeitos inacabados, mas com brutalidade bem afinada. A sequência mostra Dek a ser preparado pelo irmão para uma missão iniciática na sua espécie, os Yautja, culminando numa batalha intensa que define o seu percurso. E sim, Predator: Badlands pisca o olho ao universo Alien, com referências claras à sinistra Weyland-Yutani Corporation.

Apesar disso, Trachtenberg foi claro:

“Não quero fazer o típico universo cinematográfico onde se juntam todos os bonecos. Quero algo mais elegante.”

Ainda assim, quando pressionado sobre um eventual Alien vs. Predator oficial, deixou escapar:

“Isso seria fixe.”

Máscaras, selfies e uma ovação

O painel terminou com uma selfie gigante com o público — todos equipados com máscaras de Yautja oferecidas à entrada. Foi um daqueles momentos à Comic-Con: barulhento, nerd, suado… e absolutamente memorável.

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Com estreia marcada para 7 de Novembro, Predator: Badlands promete reinventar a franquia com uma história improvável de amizade, redenção, e criaturas que não precisam de palavras para conquistar o ecrã. E se Dutch voltar mesmo… que venham mais caçadas.

Wednesday Está de Volta: Netflix Confirma Terceira Temporada da Série Mais Popular de Sempre em Inglês

Com Lady Gaga a chegar à Academia Nevermore e segredos da Família Addams à espreita, o caos continua delicioso — e inevitável.

“Não há duas sem três” — e no caso de Wednesday, não há escuridão suficiente para deter o entusiasmo dos fãs. A Netflix confirmou oficialmente que a série criada por Tim Burton e protagonizada por Jenna Ortega vai ter terceira temporada, duas semanas antes da estreia da segunda, marcada para 6 de agosto.

Com 252,1 milhões de visualizações, a primeira temporada de Wednesday tornou-se na série original em inglês mais vista da história da Netflix, superando todas as expectativas e consolidando o fascínio global por uma das figuras mais icónicas e irreverentes da cultura pop: Wednesday Addams.

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Mais Nevermore, mais segredos… e Lady Gaga

A segunda temporada estreia dividida em dois actos: a Parte 1, com quatro episódios, chega a 6 de agosto; a Parte 2, com outros quatro, a 3 de setembro. Mas já se sabe que a Temporada 3 está em andamento, como anunciou a própria plataforma: “A Temporada 2 estreia daqui a duas semanas. A Temporada 3 é o próximo presságio. Já em andamento e inevitável”, escreveu a Netflix Portugal.

O novo ano traz Lady Gaga no papel da misteriosa professora Rosaline Rotwood, numa performance envolta em secretismo que promete causar furor. A ela juntam-se Steve Buscemi, agora como o novo diretor da Academia Nevermore, e os rostos familiares Catherine Zeta-Jones, Luis Guzmán, Isaac Ordonez, Victor Dorobantu e Fred Armisen, entre outros.

Mistério, humor negro e segredos de família

Na sinopse oficial, Wednesday regressa para enfrentar novos inimigos, lidar com família e velhos adversários e mergulhar num novo mistério sobrenatural digno de arrepios. Como sempre, conta com a sua sagacidade cortante, charme inexpressivo e uma capacidade quase sobrenatural para atrair confusão — e resolvê-la com um piscar de olho impassível.

Segundo os criadores Alfred Gough e Miles Millar, os objectivos continuam ambiciosos. “Queremos continuar a mergulhar nas nossas personagens enquanto expandimos o mundo de Nevermore e Wednesday”, explicam. E mais: “Vamos ver mais membros da Família Addams e descobrir mais segredos da família!”

A ascensão de Wednesday… e de Jenna Ortega

Para Jenna Ortega, que também assume um papel de produtora nesta nova temporada, o fenómeno Wednesday cimentou o seu estatuto como um dos grandes nomes da nova geração de Hollywood. A sua interpretação transformou a personagem numa mistura de ícone de moda gótica, símbolo feminista e meme ambulante — e não mostra sinais de abrandar.

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Com uma terceira temporada já garantida, Wednesday é mais do que um sucesso: é uma obsessão cultural, e uma aposta forte da Netflix para continuar a dominar o panorama do streaming com uma série que mistura humor negro, horror juvenil e mistério gótico com um toque deliciosamente excêntrico.

Wakanda Espreita o Mundo: Nova Série Animada da Marvel Estreia em Agosto no Disney+

“Olhos de Wakanda” promete aventura global, arte vibrante e o regresso ao vibrânio como motor do enredo

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A Marvel Animation está de volta em grande e com selo de estreia marcada para o dia 1 de agosto no Disney+: “Olhos de Wakanda” é o novo capítulo do universo expandido de Black Panther, mas agora em formato animado e com uma escala narrativa que atravessa fronteiras e séculos.

A série foca-se nos lendários Cães de Guerra, membros da organização secreta Hatut Zareze, cuja missão é simples de enunciar, mas mortalmente complexa de executar: recuperar artefactos de vibrânio espalhados pelo mundo. E fazem-no com a discrição de sombras e a eficácia de uma força de elite — porque em Wakanda, nada é deixado ao acaso.

Missões pelo mundo, com passado e futuro à mistura

Apesar de ainda envolta em mistério, “Olhos de Wakanda” deixa antever uma estrutura episódica que nos levará a várias épocas da História, enquanto seguimos estes agentes secretos wakandianos em operações de alto risco. Desde mercados negros a laboratórios clandestinos, tudo pode servir de palco para estas aventuras que cruzam espionagem, política e ficção científica com o estilo único da Marvel.

E embora T’Challa (o nosso eterno Pantera Negra) não seja protagonista, espera-se que a sua sombra paire sobre a narrativa — seja pela mitologia que deixou ou pela força simbólica que o seu legado representa. Afinal, esta é a história de um povo que sempre protegeu os seus segredos, e agora luta para resgatar aquilo que o mundo insiste em roubar-lhe.

Animação com assinatura visual distinta

Produzida pela Marvel Animation, “Olhos de Wakanda” segue o traço vibrante e estilizado que tem caracterizado os seus projetos mais recentes, como What If…? ou X-Men ’97. Aqui, a paleta cromática de Wakanda volta a brilhar em tons quentes, tribais e futuristas, com o vibrânio a pulsar em azul néon entre espadas, armaduras e mapas secretos. A expectativa é que a série aposte forte na estética, mantendo-se fiel ao espírito visual de Black Panther mas com liberdade suficiente para experimentar — porque em animação, quase tudo é possível.

Uma aposta do Disney+ para este verão

Com estreia marcada para 1 de agosto, a série junta-se à programação de verão do Disney+, que inclui também novidades como Alien: Planeta TerraO Estranho Caso de Amanda Knox e a nova temporada de Bob’s Burgers. “Olhos de Wakanda” estreia diretamente na plataforma, acessível a todos os subscritores sem custos adicionais.

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Seja pela nostalgia da primeira vez que vimos Wakanda no grande ecrã, seja pela curiosidade de explorar os seus bastidores secretos através destes Cães de Guerra, uma coisa é certa: este verão, os olhos estarão postos em Wakanda.

“O Último Destino: Descendência” — Terror de Sucesso Já Tem Estreia Marcada na HBO Max

🎬 Sexto filme da saga chega ao streaming a 1 de agosto e promete continuar a alimentar pesadelos com estilo

A morte não falha. Mas, pelos vistos, os subscritores da HBO Max não terão de pagar mais um cêntimo para a ver chegar com toda a fúria. “O Último Destino: Descendência”, o mais recente capítulo da clássica saga de terror, estreia-se a 1 de agosto na plataforma de streaming78 dias após a estreia nos cinemas — e chega sem custos adicionais para quem já subscreve o serviço.

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A Morte tem nova geração para caçar

Desde que a série de filmes Final Destination nos traumatizou com premonições mortais no virar do milénio, que milhões de espectadores passaram a encarar aviões, autoestradas, parques de diversões e… tudo o resto, com uma saudável dose de paranóia.

Depois de um hiato de 14 anos, “O Último Destino: Descendência” chega para provar que a fórmula continua afiada — ou mortalmente cortante. O novo filme apresenta Kaitlyn Santa Juana no papel de uma jovem universitária perseguida por um violento pesadelo que insiste em repetir-se. Ao regressar a casa, procura ajuda junto da avó, uma mulher misteriosa que escapou à Morte décadas antes e que poderá deter o segredo para quebrar o ciclo que ameaça exterminar toda a família.

A saga mais rentável (e criativa) da Morte

Estreado entre maio e junho de 2025, o sexto filme superou todas as expectativas, tornando-se o maior sucesso comercial da saga: com 285 milhões de dólares de receita mundial, é já o 12.º maior sucesso de bilheteira do ano.

E se tivermos em conta o orçamento de apenas 50 milhões de dólares, seria difícil encontrar outra produção com retorno tão eficiente em 2025. Tudo isto sem nomes de peso no elenco — um feito que prova a força da marca e da sua legião de fãs, sempre prontos a serem surpreendidos por novas e imaginativas formas de a Morte fazer o seu trabalho.

O regresso da fórmula (im)parável

Com base no mesmo princípio que tornou a saga um sucesso — alguém escapa a uma tragédia por premonição, só para descobrir que a Morte tem um plano — Descendência renova o universo da série com elementos de legado familiar, superstição antiga e um toque mais íntimo, sem perder o prazer perverso das suas coreografias fatais.

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Preparem-se para mais acidentes em cadeia, olhares paranoicos para objectos inofensivos e a certeza de que ninguém escapa.

Bertrand Cantat volta a ser investigado após documentário da Netflix expor novos testemunhos

Ex-vocalista dos Noir Désir, condenado pela morte de Marie Trintignant, está novamente sob escrutínio pelas circunstâncias da morte da ex-mulher Krisztina Rady.

O nome de Bertrand Cantat, outrora sinónimo de culto no rock francês, volta a ser manchete pelos piores motivos. O Ministério Público de Bordéus anunciou a reabertura de uma investigação criminal sobre alegados actos de violência cometidos pelo cantor contra a sua ex-mulher, Krisztina Rady, antes do seu suicídio em 2010.

A decisão surge na sequência do documentário “De Rockstar a Assassino”, lançado pela Netflix, que relança o debate em torno do comportamento de Cantat e traz à luz testemunhos inéditos que não constam dos quatro processos já arquivados relacionados com a morte de Rady.

Do estrelato à prisão

Bertrand Cantat foi condenado em 2003 pela morte da actriz Marie Trintignant, filha de Jean-Louis Trintignant, após um episódio de violência em Vilnius, na Lituânia. O caso teve forte repercussão internacional e resultou numa pena de oito anos de prisão, da qual cumpriu apenas quatro, tendo sido libertado em 2007.

O cantor tentou regressar à vida pública em 2010, ano em que lançou um novo álbum com a banda Détroit e regressou aos palcos. Mas o seu regresso nunca deixou de ser controverso: digressões canceladas, protestos feministas e uma relação tensa com os media foram constantes nos anos seguintes.

Um novo elemento: a voz de uma enfermeira

A nova investigação foca-se na morte de Krisztina Rady, ex-companheira de Cantat, encontrada enforcada na sua casa, em Bordéus, em janeiro de 2010. Na altura, a morte foi considerada suicídio, mas Yael Mellul, ex-advogada do companheiro de Rady e presidente da associação Femme et Libre, sempre defendeu que existiam indícios de violência doméstica que não foram devidamente considerados.

No documentário da Netflix, uma enfermeira anónima relata que Rady foi atendida nas urgências com lesões graves, incluindo descolamento do couro cabeludo, após uma “discussão violenta” com Cantat. Terá sido após o seu regresso da prisão na Lituânia, quando voltou a viver com a ex-mulher.

Também se recorda uma mensagem de voz deixada por Rady aos pais, citada no livro de investigação “Bertrand Cantat, Marie Trintignant: L’Amour à Mort”, onde descrevia a convivência com Cantat como “um pesadelo que ele chama de amor”.

Reacção e polémica permanente

A reabertura do processo é vista como uma mudança de postura das autoridades francesas, que anteriormente encerraram todos os inquéritos sem apresentar acusações. Mellul afirma ter ainda novas provas, que serão entregues em breve ao Ministério Público.

Cantat, por sua vez, tem mantido uma postura pública defensiva. Em concertos, chegou a atacar os jornalistas que o criticam. Em 2018, enfrentou gritos de “assassino” em várias cidades francesas, o que o levou a cancelar parte da digressão. Projectos posteriores com envolvimento artístico também geraram protestos.

Ainda assim, o cantor continua activo: lançou um novo álbum com os Détroit em dezembro passado, mantendo um grupo fiel de seguidores, apesar da crescente contestação social e mediática.

Entre o génio e a tragédia

A trajectória de Bertrand Cantat é hoje o exemplo extremo do que significa separar — ou não — o artista da sua vida pessoal. A sua contribuição para a música francesa é inegável, mas o seu passado violento e as consequências trágicas continuam a levantar perguntas que nem o tempo nem a arte parecem conseguir calar.

Nova Temporada de Only Murders in the Building Estreia a 9 de Setembro com Três Episódios de Uma Só Vez

Selena Gomez, Steve Martin e Martin Short voltam à carga para resolver um novo mistério no Arconia — agora com mafiosos, bilionários e… Meryl Streep

O mistério está de volta ao Arconia. A quinta temporada de Only Murders in the Building, a popular comédia criminal da Hulu (em Portugal disponível através da Disney+), tem estreia marcada para o dia 9 de setembro — e para alegria dos fãs, logo com três episódios de uma só vez. Os restantes serão lançados semanalmente.

ver também: “Instinto Fatal” Vai Ter Remake Anti-Woke — E o Argumentista Original Está de Volta

O anúncio foi feito nas redes sociais com um vídeo protagonizado pelos carismáticos protagonistas Steve Martin, Martin Short e Selena Gomez, que interpretam Charles, Oliver e Mabel — três vizinhos excêntricos unidos pela paixão por podcasts de crimes reais… e pela tendência de se verem envolvidos nos próprios crimes.

Uma morte, muitos segredos

A nova temporada centra-se na morte de Lester, o porteiro do icónico edifício Arconia, cuja morte misteriosa encerrou a quarta temporada. Mas este caso está longe de ser apenas um acidente trágico — segundo a sinopse revelada, a investigação irá mergulhar os três amigos “numa perigosa teia de segredos que liga bilionários poderosos, mafiosos da velha guarda e os enigmáticos moradores do Arconia”.

Parece que o charme excêntrico da série vai continuar a encontrar formas criativas (e hilariantes) de fundir o crime com o absurdo.

Quem está de volta (e quem chega de novo)?

Para além do trio protagonista, regressam também Meryl Streep (como Loretta), Michael Cyril Creighton (Howard), Da’Vine Joy Randolph (detective Williams) e Richard Kind (Vince).

Mas há caras novas a entrar em cena — e que elenco! Entre os nomes já confirmados estão Tea Leoni, Keegan-Michael Key, Christoph Waltz, Renée Zellweger, Logan Lerman, Jermaine Fowler, Bobby Cannavale, Dianne Wiest e Beanie Feldstein.

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Com tantos talentos reunidos, mistérios para resolver e piadas certeiras, Only Murders in the Building parece pronta para mais uma temporada cheia de reviravoltas, pistas falsas e, claro, muito humor.

“Instinto Fatal” Vai Ter Remake Anti-Woke — E o Argumentista Original Está de Volta

Joe Eszterhas regressa aos 80 anos para escrever nova versão do clássico erótico de 1992. Sharon Stone pode voltar como Catherine Tramell.

O descruzar de pernas mais célebre da história do cinema poderá ganhar nova vida — com a mesma caneta e um espírito declaradamente “anti-woke”. A Amazon MGM Studios acaba de fechar um acordo milionário para desenvolver um remake de “Instinto Fatal”, e contratou ninguém menos que Joe Eszterhas, o argumentista do filme original de 1992, para o escrever.

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O novo projecto, ainda envolto em segredo, será produzido pela United Artists, e pretende marcar um regresso às origens do thriller erótico, apostando numa abordagem “sem filtros” e “não politicamente correcta”, segundo avançou o site The Wrap.

Um regresso provocador

“Para aqueles que questionam o que um homem de 80 anos está a fazer a escrever um thriller sexy e erótico: os rumores sobre a minha impotência cinematográfica são exagerados e preconceituosos”, brincou Eszterhas, autor de sucessos como Flashdance, O Fio do Suspeito e o polémico Showgirls.

O argumentista explicou ainda que trabalha em parceria com o seu “homenzinho retorcido interior”, que tem 29 anos e “vive no fundo de mim”. Juntos, prometem criar “uma viagem selvagem e orgástica”.

O novo argumento foi vendido como spec script — um guião não encomendado — e já valeu dois milhões de dólares à partida, podendo atingir os quatro milhões caso o filme avance para produção, tornando-se o maior acordo do género em 2025.

Curiosamente, o primeiro Instinto Fatal também nasceu como spec script, escrito em apenas 13 dias e vendido por três milhões, um recorde à época.

Sharon Stone de volta?

Outra grande novidade: Sharon Stone poderá regressar ao papel de Catherine Tramell, a enigmática escritora com instintos perigosamente sedutores. A actriz protagonizou o original ao lado de Michael Douglas, tornando-se instantaneamente numa estrela global.

Apesar de ter repetido o papel numa sequela em 2006 (sem o envolvimento de Eszterhas e sem sucesso), fontes próximas da produção indicam que o regresso de Stone está a ser considerado seriamente — talvez até como passagem simbólica de testemunho.

Uma cena, duas versões

A cena mais icónica do filme — o interrogatório policial e o descruzar de pernas — tornou-se, com o tempo, motivo de controvérsia. Sharon Stone tem uma versão muito clara dos acontecimentos, revelada na sua autobiografia: Verhoeven, o realizador, pediu-lhe que retirasse a roupa interior e garantiu que nada seria visível na versão final. Mais tarde, na sala de montagem, descobriu que a promessa não tinha sido cumprida.

Ainda assim, Stone decidiu deixar a cena, “porque era o melhor para o filme”, mesmo que essa decisão tenha demorado a amadurecer. Já Paul Verhoeven nega essa narrativa e garante que “ela sabia exactamente o que estávamos a fazer”.

Um remake com intenções claras

O novo filme é descrito como uma resposta ao actual clima cultural de Hollywood. “Anti-woke” é a palavra de ordem — num género que, nos últimos anos, praticamente desapareceu do grande ecrã. A Amazon quer recuperar o espírito ousado e provocador dos anos 90, com Eszterhas de volta ao leme.
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O original foi um sucesso de bilheteira e gerou polémica, críticas de grupos LGBTQ+ e feministas, mas também uma legião de fãs e uma marca indelével na cultura pop. Agora, mais de 30 anos depois, os produtores parecem determinados em reacender esse mesmo fogo — ou, quem sabe, incendiá-lo ainda mais.

“Cartas do Passado”: Minissérie Turca da Netflix Explora o Amor, Segredos e Segundas Oportunidades

Produção emocional estreou a 23 de julho e já está disponível no catálogo da plataforma

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A pergunta é simples mas carregada de significado: “Uma carta do passado pode mudar o presente?” É com esta premissa que a Netflix estreia “Cartas do Passado”, a mais recente minissérie turca a entrar no catálogo da plataforma, disponível desde 23 de julho.

Ao longo dos episódios, a trama conduz os espectadores por uma teia de emoções, memórias e revelações inesperadas, centrando-se nas cartas escritas por alunos em 2003 e que, só agora, duas décadas depois, chegam aos seus destinatários — provocando ondas de impacto nas suas vidas atuais.

Uma professora, um clube de literatura e um segredo adormecido

Tudo começa em 2003, quando Fatma Ayar, professora de uma escola privada, desafia os seus alunos do clube de literatura a escreverem cartas para o “eu futuro” como parte de um projecto chamado Cartas do Passado. As cartas deveriam ser entregues em 2023, mas foram esquecidas — até que a filha de Fatma, Elif, as encontra por acaso.

À medida que as cartas começam a ser entregues, os segredos do passado ressurgem, reacendendo relações antigas, confrontos dolorosos e verdades enterradas. Paralelamente, Elif vê-se forçada a enfrentar uma revelação que mudará por completo o rumo da sua vida.

Elenco forte e narrativa comovente

Com um elenco turco de prestígio — Gökçe Bahadır, Onur Tuna, Selin Yeninci, Erdem Şenocak, Saygın Soysal, İpek Türktan, Banu Fotocan, Pelin Karahan e Yusuf Akgün — a série constrói uma narrativa envolvente e emocional sobre o tempo, a memória, o amor e as oportunidades que julgávamos perdidas.

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“Cartas do Passado” é mais uma aposta da Netflix no talento turco e promete emocionar todos os que alguma vez guardaram uma carta — ou uma parte de si — no tempo.

Alexander Skarsgård Conta Como Desistiu da Representação Aos 13 Anos: “Só Queria Conduzir um Saab”

Protagonista de “Murderbot” recorda fama precoce na Suécia e explica por que deixou tudo para trás durante uma década

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Alexander Skarsgård está hoje no auge da sua carreira internacional, mas poucos sabem que, em tempos, jurou nunca mais voltar à representação. O actor sueco, conhecido por séries como True Blood, Big Little Lies e, mais recentemente, Murderbot, revelou no podcast Armchair Expert de Dax Shepard que desistiu da representação aos 13 anos, depois de ter alcançado fama repentina na Suécia com o telefilme Hunden som log (O Cão que Sorriu), em 1989.

“Era um filme para televisão com 50 minutos. Mas nos anos 80 só havia dois canais na Suécia, muito antes da televisão por cabo. Quando algo passava, o país inteiro via”, contou Skarsgård, agora com 48 anos.

Um sucesso que se tornou um fardo

O actor descreveu como o sucesso inesperado daquela produção lhe trouxe algo que não estava preparado para enfrentar: notoriedade. “Tinha 13 anos e, de repente, toda a gente me reconhecia por causa daquilo. Tornar-me ‘uma estrela’ deixou-me incrivelmente auto-consciente”, confessou.

Skarsgård admitiu que a fama precoce contrastava com os seus desejos mais simples: “Para alguém que sonhava com um pai de fato cinzento, num Saab cinzento a caminho de um escritório cinzento… aquilo foi duro.” A fama incomodava-o, e o desconforto tornou-se insuportável quando começou a sentir-se observado pelos colegas de escola: “Não gostava de ser reconhecido. Não gostava que os miúdos dissessem: ‘Vi-te naquele filme.’”

A pressão acabou por arrasar a sua autoconfiança. “Aquilo arrasou-me. Pensei: ‘Isto é horrível. Não quero continuar.’ Reformei-me. Larguei tudo aos 13 anos.”

Uma pausa de 10 anos… e o regresso inesperado

Durante uma década, Skarsgård afastou-se completamente da representação. E não teve dúvidas: “Não foi uma decisão difícil. Pensei: ‘Eu nem quero ser actor. Só quero conduzir um Saab.’ E parei.”

Acabaria por regressar ao ecrã em 2001, com uma participação em Zoolander. Desde então, construiu uma carreira sólida tanto na Europa como nos EUA, conquistando reconhecimento em dramas intensos e ficção científica. Ainda assim, o actor acredita que aquela pausa foi essencial para preservar a sua sanidade e reencontrar-se consigo mesmo.

Hoje, com a estreia de Murderbot a reforçar a sua presença no universo da ficção especulativa, Alexander Skarsgård parece ter encontrado o equilíbrio entre fama e autenticidade — e talvez até um Saab.

Capitão Planeta Está de Volta — E Leonardo DiCaprio Vai Ajudá-lo a Salvar o Mundo

Netflix prepara versão em imagem real da icónica série ecológica dos anos 90 com Tara Hernandez no argumento e Greg Berlanti na produção

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Preparem os anéis mágicos e a frase “Let our powers combine”, porque Capitão Planeta está de regresso — e desta vez em imagem real, com o selo da Netflix e o apoio ambientalista de Leonardo DiCaprio. Depois de anos de tentativas falhadas em Hollywood, o projecto baseado na série de animação que marcou os anos 90 vai finalmente avançar.

Segundo a imprensa norte-americana, foi a Netflix quem ganhou a corrida pelos direitos de adaptação, numa produção conjunta da Appian Way (a produtora de DiCaprio) e da Berlanti Productions, de Greg Berlanti, o homem por detrás do universo DC no canal CW (Arrow, The Flash, Supergirl).

Um clássico com mensagem (ainda) urgente

Capitão Planeta nasceu em 1990 pelas mãos de Ted Turner, o magnata dos media que queria levar às crianças uma mensagem de activismo ecológico e multiculturalismo. Durante seis temporadas, a série animada (titulada originalmente Captain Planet and the Planeteers) seguiu um grupo de jovens de diferentes partes do mundo que recebiam anéis mágicos com poderes sobre os elementos da natureza — Terra, Fogo, Vento, Água e Coração. Juntos, podiam invocar o Capitão Planeta, um super-herói verde-azulado pronto a enfrentar poluidores e vilões ambientais.

Em Portugal, a série foi transmitida nas manhãs de sábado da RTP com o título Capitão Planeta, e chegou mesmo a ter uma adaptação em banda desenhada com o curioso título Capitão América e os Planetários.

Tara Hernandez no leme e nova visão para o século XXI

O argumento da nova série ficará a cargo de Tara Hernandez, co-criadora da irreverente Mrs. Davis. A expectativa é que a série combine humor, acção e uma forte consciência ecológica, ajustada aos tempos que correm. Afinal, se os anos 90 falavam de lixo tóxico e desflorestação, o mundo de hoje vive sob a ameaça das alterações climáticas, das crises energéticas e de um colapso ambiental cada vez mais iminente.

A versão Netflix terá como base o espírito da série original, mas com uma abordagem mais madura e contemporânea — embora ainda não se saiba se o próprio Capitão Planeta manterá o seu visual peculiar (azul, verde, e com cabelo de super-herói dos anos 80) ou se ganhará uma repaginada moderna.

Um herói à espera de redenção

Esta não é a primeira tentativa de ressuscitar o Capitão. A Sony tentou desenvolver um filme durante vários anos, mas acabou por perder os direitos. Em 2016, a Paramount chegou a anunciar um projecto com Glen Powell como argumentista e potencial protagonista, mas também ficou pelo caminho.

Agora, com o impulso da Netflix e o envolvimento de nomes influentes como DiCaprio e Berlanti, o Capitão Planeta pode finalmente regressar ao combate — e desta vez com meios para chegar a uma nova geração de espectadores, mais informada e mais preocupada com o planeta.

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O poder é vosso!

Ainda não há data de estreia definida, nem elenco confirmado, mas uma coisa é certa: o mundo está a precisar urgentemente de um herói ambientalista. E, se tudo correr bem, Capitão Planeta poderá voltar para lembrar-nos que salvar o planeta é uma missão colectiva — e possível.

“Assassin’s Creed” Vai Mesmo Avançar na Netflix — E Desta Vez Promete Redenção

“Assassin’s Creed” Vai Mesmo Avançar na Netflix — E Desta Vez Promete Redenção Após o Fracasso no CinemaA série live-action está finalmente em marcha com novo showrunner, nova visão e a bênção da Ubisoft

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A saga Assassin’s Creed vai ganhar uma nova vida na Netflix. Após anos de silêncio e quase cinco anos depois do anúncio do acordo com a Ubisoft, a série em imagem real está oficialmente em desenvolvimento — e promete ser uma reinterpretação ambiciosa de um dos universos mais ricos e adorados da história dos videojogos.

O anúncio foi confirmado pela Netflix e divulgado pela The Hollywood Reporter. Os showrunners e produtores executivos serão Roberto Patino (Westworld, Sons of Anarchy) e David Wiener (Halo, The Killing), dois nomes bem experientes no campo da ficção científica e do drama televisivo.

Livre-arbítrio ou controlo total?

A nova série será, segundo a sinopse oficial, um “thriller eletrizante” centrado na guerra milenar entre duas fações obscuras: uma que luta para controlar e manipular o futuro da humanidade, e outra que procura proteger o livre-arbítrio. Tudo isto emoldurado por eventos históricos cruciais, tal como nos jogos — onde é possível viajar no tempo através da tecnologia do Animus e reviver as memórias genéticas dos antepassados.

Peter Friedlander, vice-presidente das séries originais da Netflix, sublinhou o peso deste projecto para a plataforma:

“Quando anunciámos a nossa parceria com a Ubisoft em 2020, partimos com o objectivo ambicioso de dar vida ao mundo rico e expansivo de Assassin’s Creed de formas novas e ousadas. Agora, após anos de colaboração dedicada, é inspirador ver o quão longe essa visão chegou.”

Depois da desilusão no cinema, nova esperança no streaming

Apesar da popularidade dos jogos — mais de 230 milhões de cópias vendidas desde o primeiro lançamento em 2007 — a adaptação para o grande ecrã, lançada em 2016 com Michael Fassbender, deixou os fãs decepcionados. O filme, que contava a história de Callum Lynch e do seu antepassado Aguilar na Espanha do século XV, falhou em captar a essência do jogo e ficou aquém das expectativas críticas e comerciais.

Agora, a Netflix quer dar a volta por cima. A série em imagem real será apenas o primeiro passo: o acordo de 2020 entre a plataforma de streaming e a Ubisoft inclui também planos para séries de animação e animé — uma abordagem que pode explorar ainda mais profundamente a mitologia dos Assassinos e Templários.

Um legado com potencial (quase) infinito

Com viagens temporais, confrontos ideológicos e uma estética visual sempre marcada por grandes cidades históricas e acrobacias de cortar a respiração, Assassin’s Creed tem todos os ingredientes para se tornar um sucesso no pequeno ecrã. E agora, com uma nova equipa criativa ao leme e anos de maturação do projecto, a série tem finalmente luz verde para provar o seu verdadeiro valor.

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Resta saber: conseguirão os Assassinos redimir-se da sua falhada incursão cinematográfica? A julgar pelo entusiasmo da Netflix e da Ubisoft… talvez a vingança esteja próxima.

Adam Sandler Revela Como a Morte de Carl Weathers Mudou Radicalmente Happy Gilmore 2

Chubbs estava de volta. Tinha um filho. E ia visitar Happy em sonhos. Mas o guião teve de ser reescrito após a perda do lendário actor

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A sequela de Happy Gilmore, o clássico de comédia desportiva de 1996, sofreu uma reviravolta emocional nos bastidores. Adam Sandler, que volta a encarnar o temperamental jogador de golfe, revelou que teve de reescrever uma parte significativa do guião de Happy Gilmore 2 após a morte de Carl Weathers, o inesquecível Chubbs Peterson.

Em entrevista ao Collider, Sandler contou que Weathers estava entusiasmado com o regresso do seu personagem e tinha um papel “massivo” na nova história. “Foi uma mudança dolorosa. Eu falava com o Carl, estávamos os dois entusiasmados. Depois, ele morreu. Tivemos de reescrever grande parte do filme — até a própria história mudou”, confessou.

Um regresso com emoção… que ficou por acontecer

Na primeira versão do argumento, Chubbs surgia frequentemente nos sonhos de Happy e tinha até um filho com papel central na trama. “O filho dele estava revoltado com o Happy por ter causado a morte do pai”, explicou Sandler. Seria uma maneira de homenagear o legado de Chubbs e aprofundar emocionalmente a narrativa. Em vez disso, a nova versão do filme optou por prestar uma série de referências sentidas ao personagem, celebrando o seu impacto sem o trazer literalmente de volta ao ecrã.

Chubbs, recorde-se, era o ex-golfista que perdeu a mão num ataque de jacaré — e que se tornou mentor de Happy Gilmore, num dos papéis mais queridos da carreira de Carl Weathers. A sua morte em 2023, aos 76 anos, foi sentida em Hollywood e especialmente por Sandler, que lhe prestou homenagem nas redes sociais: “Um verdadeiro grande homem. Grande actor, grande atleta, grande pai. Leal, inteligente, hilariante. O que mais amava neste mundo eram os filhos. Que homem!”

Elenco de peso para o regresso ao green

Happy Gilmore 2, realizado por Kyle Newacheck, estreia na Netflix a 25 de julho e conta com o regresso de várias caras familiares: Christopher McDonald como o vilão Shooter McGavin, Julie Bowen como Virginia Venit, e Ben Stiller. A comédia contará ainda com novas adições improváveis e surpreendentes: Bad Bunny, Margaret Qualley, Benny Safdie, Travis Kelce e Kym Whitley juntam-se ao torneio mais imprevisível do golfe cinematográfico.

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Apesar do peso da ausência de Carl Weathers, Sandler promete um filme repleto de energia, nostalgia e reverência pelo legado de um dos personagens mais carismáticos da comédia dos anos 90.

O Criador: A Guerra do Futuro Chega à Televisão

Prepare-se para o Confronto Entre Humanos e Inteligência Artificial. Estreia dia 25 de julho, às 21h30, no TVCine Top

E se a arma mais perigosa alguma vez criada pela humanidade tivesse… rosto de criança? Essa é a premissa perturbadora e visualmente arrebatadora de O Criador, o épico de ficção científica de Gareth Edwards que estreia em exclusivo na televisão portuguesa no próximo dia 25 de julho, às 21h30, no TVCine Top.

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Inteligência Artificial vs. Humanidade

Num cenário pós-apocalíptico em que os humanos estão em guerra contra as forças da inteligência artificial, O Criador apresenta-nos Joshua (John David Washington), um ex-agente das forças especiais a quem a dor do passado ainda corrói o presente. Recrutado para uma missão aparentemente impossível — localizar e eliminar o misterioso Criador, responsável por desenvolver uma arma de IA que pode pôr fim à guerra — Joshua vê-se forçado a atravessar as linhas inimigas numa missão que desafia as fronteiras entre dever, moralidade e humanidade.

Só que a arma que deveria destruir é tudo menos o que esperava: trata-se de uma IA altamente avançada… com a forma de uma criança.

Um épico moderno sobre um dos maiores dilemas da actualidade

Realizado por Gareth Edwards, conhecido por Rogue One: Uma História de Star Wars e Godzilla, O Criador é um filme que combina acção intensa com uma reflexão profunda sobre o papel da tecnologia no futuro da humanidade. O elenco inclui nomes como Madeleine Yuna Voyles, Gemma Chan, Allison Janney e Ken Watanabe, numa produção nomeada para os Óscares de Melhor Som e Melhores Efeitos Visuais.

Visualmente impressionante, emocionalmente denso e tematicamente relevante, este é um filme que vai muito além dos tiros e explosões habituais do género. O Criador propõe-se a fazer-nos pensar — enquanto nos prende ao ecrã do primeiro ao último minuto.

A não perder: estreia em televisão

Se ainda não viu esta viagem cinematográfica entre o humano e o artificial, entre o lógico e o emocional, esta é a oportunidade ideal. O Criador estreia dia 25 de julho, sexta-feira, às 21h30, em exclusivo no TVCine Top e no TVCine+.

Cancelamento de Colbert Abala o Mundo da Comédia: Jimmy Kimmel e Jimmy Fallon Defendem o Colega, Trump Celebra

🎭 O universo dos late-night shows norte-americanos sofreu um verdadeiro terramoto com o anúncio do fim do programa The Late Show with Stephen Colbert. A decisão da CBS apanhou de surpresa fãs, colegas e até o próprio apresentador, e o ambiente entre bastidores está longe de ser pacífico. O apoio entre humoristas não se fez esperar — com Jimmy Kimmel e Jimmy Fallon a saírem em defesa do colega — mas, claro, Donald Trump festejou o cancelamento com sarcasmo venenoso.

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Kimmel sem papas na língua: “Que se f**** vocês da CBS”

Foi nas stories do Instagram que Jimmy Kimmel, anfitrião do Jimmy Kimmel Live! da ABC, reagiu com uma mistura de emoção e fúria à notícia.

“Amo-te, Stephen. Que se f**** vocês da CBS”, escreveu, num apoio claro ao amigo e numa crítica directa à estação que, segundo se sabe agora, não avisou Colbert da decisão até à véspera do anúncio oficial.

Fallon também não ficou calado

Jimmy Fallon, do The Tonight Show, também recorreu às redes sociais para mostrar o seu espanto e tristeza:

“Stephen é um dos apresentadores mais espertos e engraçados que já fizeram isto. Pensei que continuaria por muitos anos. Estou triste porque a minha família e amigos vão precisar de um programa novo às 23h30. Mas tenho a certeza de que tudo o que fizer a seguir será brilhante.”

Uma decisão “financeira”… ou algo mais?

O cancelamento de The Late Show, com data marcada para maio de 2026, foi oficialmente justificado pela CBS com “motivos financeiros”. No entanto, a proximidade com uma polémica recente levanta suspeitas: dias antes, Stephen Colbert criticou em directo o pagamento de 16 milhões de dólares feito pela Paramount (dona da CBS) a Donald Trump, no âmbito de um processo judicial durante a campanha presidencial de 2024.

Coincidência ou retaliação encapotada? Muitos apontam o dedo à gestão da cadeia televisiva e questionam se esta decisão não será uma tentativa de evitar mais atritos com figuras políticas poderosas.

Trump rejubila com a saída de cena de Colbert

Na sua plataforma Truth Social, o ex-presidente norte-americano Donald Trump não perdeu tempo a celebrar a notícia com um dos seus habituais insultos personalizados:

“Adoro que o Colbert tenha sido despedido. O seu talento era ainda menor do que as suas audiências.”
E ainda deixou uma ameaça no ar:
“Ouvi dizer que o Jimmy Kimmel é o próximo. Tem ainda menos talento do que o Colbert!”

A animosidade entre Trump e os late-night hosts já vem de longe. Colbert, Kimmel e outros têm sido críticos frequentes do ex-presidente, com monólogos incisivos e sátiras constantes. Trump, por sua vez, não se cansa de os acusar de “falhar nas audiências” e de “não terem graça nenhuma”.

Humor em risco?

O cancelamento do programa de Colbert levanta questões sobre a liberdade criativa na televisão norte-americana. Poderá a pressão política ou económica estar a sufocar a sátira televisiva? E estará o modelo clássico dos late-night shows a viver os seus últimos dias perante as novas dinâmicas das redes sociais e plataformas de streaming?

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Uma coisa é certa: Stephen Colbert não ficará calado. E os seus colegas de palco também não. Kimmel, Fallon e outros humoristas estão agora mais unidos que nunca — até porque sabem que, num mundo cada vez mais sensível ao sarcasmo, o próximo alvo pode ser qualquer um deles.

“Dead City” Vai Sobreviver Mais Um Inverno: Spin-off de The Walking Dead Renovado Para Terceira Temporada

🧟‍♂️ Não há apocalipse que os pare! A AMC Networks anunciou oficialmente que The Walking Dead: Dead City vai regressar para uma terceira temporada, consolidando-se como um dos spin-offs mais bem-sucedidos do universo de zombies mais popular da televisão.

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Uma Nova Era em Manhattan (com velhos fantasmas à espreita)

A série, disponível em Portugal através do serviço de streaming AMC Selekt, acompanha Maggie Rhee (Lauren Cohan) e Negan Smith (Jeffrey Dean Morgan), duas personagens que passaram de inimigos mortais a aliados relutantes, numa caminhada emocional por um mundo em ruínas. A primeira temporada mergulhou-nos numa Manhattan pós-apocalíptica, isolada do continente, onde o caos, a violência e um inesperado sentido de comunidade convivem num frágil equilíbrio.

Agora, a terceira temporada promete elevar a fasquia. Segundo o anúncio oficial, Maggie e Negan tentam fundar a primeira comunidade próspera em Manhattan desde o apocalipse. Mas, como seria de esperar no mundo de The Walking Dead, a paz tem sempre prazo de validade. O caos irrompe e a pergunta impõe-se: será que os traumas do passado vão condenar o futuro?

Novo showrunner, velha experiência

Para esta nova etapa, a série terá um novo timoneiro criativo: Seth Hoffman, argumentista veterano da série original, responsável por episódios marcantes como ‘JSS’ e ‘Sem Saída’, além de passagens por Dr. House e Prison Break. A produção da nova temporada arranca no outono, em Boston (Massachusetts).

Dan McDermott, presidente da AMC Studios, expressou gratidão a Eli Jorné, showrunner das duas primeiras temporadas, e mostrou entusiasmo com o regresso de Hoffman:

“Estamos muito satisfeitos por poder contar com um veterano de The Walking Dead à frente de uma nova temporada que, acompanhada dos brilhantes Lauren Cohan e Jeffrey Dean Morgan, trará novos adversários e alianças”.

Já o próprio Hoffman confessou estar entusiasmado com o desafio:

“É uma verdadeira honra construir o seguinte capítulo para as icónicas aventuras de Maggie e Negan em Dead City”.

Uma cidade, duas forças em colisão

A dinâmica entre Maggie e Negan continua a ser o coração pulsante de Dead City. Desde o assassinato brutal de Glenn até à tensa aliança em tempos de crise, os dois personagens protagonizam uma das relações mais complexas e imprevisíveis de todo o universo TWD — e é precisamente essa tensão emocional que mantém os fãs colados ao ecrã.

A renovação para uma terceira temporada não só reforça o sucesso da série, como também demonstra o fôlego de um universo pós-The Walking Dead, que continua a expandir-se com histórias mais localizadas, intensas e emocionalmente ricas.

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Preparem-se: os mortos continuam a andar… e Maggie e Negan também.

Sean Baker em Dose Dupla no TVCine Edition: O Realizador de “Anora” Revisitado em “The Florida Project” e “Tangerine”

🎬 Depois de conquistar o Óscar de Melhor Realizador por Anora, Sean Baker está de regresso ao pequeno ecrã português numa sessão especial que mostra o melhor do seu percurso no cinema independente norte-americano. Este sábado, 20 de julho, o TVCine Edition dedica-lhe uma sessão dupla imperdível, com exibição dos filmes The Florida Project e Tangerine — duas obras aclamadas que anteciparam o estilo único que Baker viria a aperfeiçoar em Anora.

20h10 — The Florida Project: A infância nos bastidores da fantasia

Nomeado para um Óscar, um BAFTA e um Globo de Ouro, este delicado drama acompanha Moonee, uma menina de seis anos que vive com a mãe num motel barato às portas dos parques temáticos de Orlando. Apesar das dificuldades económicas, Moonee e os seus amigos vivem um verão cheio de descobertas, pequenas rebeldias e aventuras inesquecíveis.

Com uma interpretação comovente de Willem Dafoe (um dos grandes momentos da sua carreira), e a frescura contagiante da jovem Brooklynn Prince, The Florida Project é um retrato terno, mas cru, sobre os esquecidos da terra do sonho americano.

22h00 — Tangerine: Caos, cor e raiva nas ruas de LA

Filmado inteiramente com um iPhone, este explosivo e irreverente filme de 2015 acompanha Sin-Dee Rella, uma trabalhadora do sexo transexual que, na véspera de Natal, descobre que foi traída pelo namorado e chulo. Ao lado da sua melhor amiga, Alexandra, parte numa jornada furiosa pelas ruas de Los Angeles — e pelas suas múltiplas subculturas.

Comédia dramática com coração punk, Tangerine foi um verdadeiro fenómeno em Sundance e em dezenas de festivais internacionais, onde arrecadou mais de 20 prémios. É protagonizado por Kiki Rodriguez, Mya Taylor e James Ransone, e marcou uma viragem na forma como o cinema indie encara a tecnologia e a representatividade.


📺 Sessão Dupla Sean Baker
🗓️ Sábado, 20 de julho
🕗 A partir das 20h10
📍 TVCine Edition e TVCine+

Uma noite para celebrar um dos grandes autores do cinema contemporâneo — antes de Anora, houve Tangerine e The Florida Project. E agora podemos revê-los em casa.