“A Rapariga que Desapareceu”: o thriller finlandês que vai prender Portugal ao ecrã

Filmin prepara-se para trazer mais um título de peso ao catálogo português. A 19 de agosto estreia-se em exclusivo A Rapariga que Desapareceu, uma minissérie finlandesa de quatro episódios que promete agarrar o público até ao último minuto.

Do romance ao suspense televisivo

Criada pelo romancista e cineasta Simo Halinen, a série adapta o seu próprio livro Nainen joka katosi (ainda inédito em Portugal), distinguido com o prémio da Associação Finlandesa de Histórias Policiais para melhor romance de estreia. A adaptação marca também a primeira vez que Halinen leva para o ecrã uma das suas obras literárias.

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Segundo o próprio, o processo foi desafiante mas libertador:

“Foi interessante ver como a obra se foi distanciando do material original do livro e se tornou algo novo e independente.”

Uma relação perfeita… até deixar de o ser

A narrativa acompanha Aaro (Johannes Holopainen), um jovem carismático que conhece Maura (Saga Sarkola). O romance entre ambos começa como um conto de fadas moderno, mas depressa se transforma em pesadelo: Maura desaparece subitamente, sem deixar rasto.

Na tentativa de descobrir o que aconteceu, Aaro percebe que a mulher que julgava conhecer escondeu a sua verdadeira identidade. As respostas levam-no a um crime do passado, cujas repercussões se revelam muito mais vastas do que podia imaginar.

Produção com selo de qualidade nórdica

A Rapariga que Desapareceu foi filmada na região de Turku, no sudoeste da Finlândia, e é produzida pela ReelMediapara a C More e a MTV. O produtor Jani Hartikainen descreve a obra como uma “série de suspense de grande qualidade e muito estilo,que mantém o espectador em suspenso até ao seu desfecho surpreendente”.

Com apenas quatro episódios, o formato promete intensidade, ritmo e uma atmosfera carregada, características que têm feito do Nordic Noir um fenómeno global.

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A 19 de agosto, os subscritores portugueses da Filmin terão a oportunidade de mergulhar neste mistério finlandês que mistura romance, identidade e crime num cocktail de tensão.

Cillian Murphy Troca Oppenheimer por Professor em Colapso no Novo Drama da Netflix Steve

O actor irlandês interpreta um director escolar em crise num filme intenso que chega em setembro ao cinema e em outubro à Netflix.

Depois de conquistar o Óscar pela sua interpretação magistral em Oppenheimer, de Christopher NolanCillian Murphycontinua a surpreender com as suas escolhas. Após o intimista Small Things Like These, sobre os horrores das lavanderias de Magdalene, Murphy volta a trabalhar com o realizador Tim Mielants num drama intenso e claustrofóbico: Steve.

Baseado no livro Shy, de Max Porter, o filme transporta-nos para meados dos anos 90, onde Murphy interpreta Steve, director de um colégio interno de reabilitação em dificuldades. A história decorre ao longo de um único e decisivo dia para a escola, num ambiente carregado de tensão e confrontos verbais nada dignos de O Clube dos Poetas Mortos.

Um professor à beira do limite

Na sinopse oficial, Steve acompanha “um dia crucial na vida do director Steve (Murphy) e dos seus alunos, numa escola de última oportunidade num mundo que já os abandonou. Enquanto luta para preservar a integridade da instituição e impedir o seu encerramento, Steve confronta-se com os seus próprios problemas de saúde mental.”

Paralelamente, conhecemos Shy (interpretado por Jay Lycurgo), um adolescente problemático preso entre um passado marcado por dor e um futuro incerto, tentando reconciliar a sua fragilidade interior com impulsos de autodestruição e violência.

Reencontro criativo

O filme marca a segunda colaboração entre Murphy e Tim Mielants, depois de Small Things Like These. Ao contrário da abordagem centrada no estudante presente no livro original, a adaptação muda a perspetiva para o professor, abrindo espaço para uma análise profunda de um homem que tenta desesperadamente chegar a jovens que nunca foram realmente ouvidos — mas que sempre fizeram demasiado barulho para escutar os outros.

O elenco conta ainda com Tracey Ullman e Emily Watson, acrescentando peso dramático a esta narrativa já carregada de intensidade.

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Estreia em sala antes de chegar à Netflix

Steve terá estreia limitada nos cinemas a 19 de setembro, antes de chegar à Netflix a 3 de outubro, para distribuição global.

Na Lama: A Nova Série Argentina da Netflix Que Mergulha na Sobrevivência e Solidariedade Atrás das Grades

O drama realista acompanha três mulheres condenadas a prisão perpétua e a luta diária por um lugar num universo hostil.

A Netflix volta a apostar no drama de alta intensidade com Na Lama, a nova série argentina que estreou no passado dia 14 de agosto e que promete não deixar ninguém indiferente. Ao longo de oito episódios, o espectador é conduzido a um mundo fechado e claustrofóbico, onde a liberdade é uma memória distante e a sobrevivência se constrói passo a passo.

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Um trio de protagonistas em circunstâncias extremas

A história acompanha La Borges (Gladys Guerra), La Gallega e La Zurda, interpretadas respectivamente por Carolina RamírezValentina Zenere e Ana Rujas. As três mulheres, condenadas a prisão perpétua, encontram-se num momento decisivo das suas vidas: a caminho da prisão de La Quebrada, um incidente inesperado marca o destino do grupo e cria um laço indestrutível entre elas e outras reclusas sem historial de detenções.

Esse elo inicial será fundamental para o que se segue: a adaptação a uma realidade onde o dia a dia é regido por regras não escritas e por “tribos” que dominam cada recanto do estabelecimento prisional.

Sobreviver, resistir e encontrar um lugar

Mais do que um simples drama carcerário, Na Lama explora as estratégias de sobrevivência física e emocional num ambiente que desafia constantemente os limites das protagonistas. Ao longo da temporada, vemos como a experiência pessoal de cada uma — com as suas forças e fragilidades — se transforma numa arma para enfrentar o regime e conquistar algum espaço de autonomia.

O confinamento e a ausência total de liberdade não são apenas o pano de fundo, mas o motor narrativo que obriga estas mulheres a reinventar-se. O confronto com outras “tribos”, a luta por direitos e regalias e o peso da rotina opressiva moldam cada decisão e alimentam tensões permanentes.

Laços que resistem às grades

Se no interior as batalhas são diárias, no exterior existe uma guerra silenciosa para manter vivas as ligações com quem ficou de fora. A série dá especial atenção a esses fios de esperança: telefonemas, visitas e lembranças que se tornam âncoras emocionais. É este contacto com a família e com as pessoas amadas que sustenta a resistência e mantém acesa a possibilidade — ainda que remota — de recuperar a liberdade.

“Las embarradas” e o significado de uma nova identidade

Mesmo sem procurarem destaque, La Borges, La Gallega e La Zurda acabam por ganhar uma alcunha: “Las embarradas”. Um nome que, mais do que rótulo, simboliza a transformação inevitável provocada pela prisão. As antigas motivações e planos de vida dão lugar a um instinto primário de adaptação e resiliência, onde a sobrevivência e a união do grupo se tornam prioridades absolutas.

Uma aposta forte da Netflix no drama social

Ao apostar num enredo carregado de realismo, Na Lama distancia-se de produções glamorizadas e aproxima-se de uma representação crua da vida atrás das grades. É um retrato duro e sem filtros de como o sistema prisional molda — e por vezes destrói — a identidade de quem nele vive.

Com interpretações intensas e uma narrativa que não foge à dureza do tema, esta série argentina insere-se na linha de produções que usam o drama como ferramenta de reflexão social.

Harry e Meghan Renovam Parceria com a Netflix… Mas Com Menos Poder e Menos Milhões

O príncipe Harry e Meghan Markle vão continuar a trabalhar com a Netflix, mas o novo contrato vem com mudanças significativas: menos dinheiro, menos exclusividade e mais liberdade criativa para o casal.

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Um novo acordo com menos glamour… e menos milhões

Desde 2020, Harry e Meghan colaboram com a Netflix, assinando na altura um contrato estimado em 100 milhões de dólares (cerca de 91 milhões de euros) – embora o valor nunca tenha sido oficialmente confirmado. Esse acordo garantia exclusividade absoluta das produções do casal para a plataforma.

Agora, a situação muda. No novo modelo, a Netflix passa a ter direito de primeira escolha (first-look deal) sobre os projetos da produtora Archewell Productions: se recusar, Harry e Meghan ficam livres para oferecer o conteúdo a outros estúdios. Este tipo de contrato costuma ser menos lucrativo, mas dá mais flexibilidade criativa.


O que aí vem para os fãs

A parceria já deu origem ao documentário de sucesso Harry & Meghan, que bateu recordes ao alcançar 23 milhões de visualizações nos primeiros quatro dias, e à série de culinária With Love, Meghan, que ultrapassou os 5 milhões de visualizações no primeiro semestre de 2025, tornando-se o programa de culinária mais visto da Netflix.

Entre os próximos lançamentos confirmados estão:

  • Segunda temporada de With Love, Meghan.
  • Especial de Natal com Meghan a receber amigos e familiares, a preparar banquetes, criar presentes personalizados e… a rir muito.
  • Documentário sobre um pequeno orfanato no Uganda.
  • Adaptação do romance Vem Ter Comigo Ao Lago, de Carley Fortune (ainda sem data de estreia).

Meghan expande a sua marca

Meghan destacou, no anúncio, que a nova fase vai também incluir colaborações com a sua recente marca de lifestyle, As Ever, que abrange desde vinhos a compotas artesanais.

Já Bela Bajaria, diretora de conteúdo da Netflix, elogiou o casal, descrevendo-os como “vozes influentes, cujas histórias têm repercussão junto do público em todo o mundo”.

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Se o acordo é menos rentável? Sim. Se abre portas para que Harry e Meghan levem as suas histórias para outros ecrãs? Também. No fim, o casal mantém a ligação à Netflix, mas sem estar preso apenas a um canal — e, no jogo mediático, isso pode ser mais valioso do que qualquer cheque de Hollywood.

Cinanima 2025: 110 Filmes, Novos Talentos e uma Categoria Inovadora para Linguagens Híbridas 🎬✨

Cinanima – Festival Internacional de Cinema de Animação de Espinho regressa para a sua 49.ª edição, entre 7 e 16 de novembro, com uma programação robusta: 110 filmes em competição, vindos de 25 países, e a estreia de uma nova categoria dedicada a obras que cruzam diferentes formas de expressão visual.

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“Todos a Bordo” para a criatividade sem fronteiras

A grande novidade deste ano é a secção “All Aboard / Todos a Bordo”, criada para destacar produções que explorem linguagens híbridas — combinações visuais que expandem o território tradicional da animação e promovem uma visão plural e dinâmica desta arte. Segundo a organização, trata-se de celebrar “a riqueza criativa e a diversidade formal da animação contemporânea”.


Competição internacional: curtas e longas na corrida

Na competição internacional de curtas-metragens, 30 obras disputam o prémio, incluindo três produções portuguesas:

  • Cão Sozinho, de Marta Reis Andrade
  • Porque Hoje é Sábado, de Alice Eça Guimarães
  • Sequencial, de Bruno Caetano

Já a competição internacional de longas-metragens contará com cinco títulos (ainda por anunciar), que irão disputar o galardão de melhor longa.

Competição nacional e o Prémio António Gaio

A nível nacional, oito obras vão concorrer ao Prémio António Gaio, incluindo as três curtas que também integram a competição internacional, e ainda:

  • Maleza, de Carina Pierro Corso
  • Pietra, de Cynthia Levitan
  • Saudade, talvez…, de José-Manuel Xavier
  • SweetSpot, de Jorge Ribeiro e Paulo Patrício
  • The Hunt, de Diogo Costa

Olhar para o futuro: jovens cineastas em destaque

O Cinanima mantém a aposta em novos talentos com duas secções competitivas dedicadas a cineastas jovens: uma para menores de 18 anos e outra para realizadores dos 18 aos 30. Ao todo, estão em competição 23 filmes de estudantes e 28 obras de jovens realizadores, oriundos de várias regiões do mundo, da Europa ao Chile, passando pela China e Singapura.

Estas categorias têm sido, segundo a organização, “terreno fértil para o surgimento de novos criadores”, muitos dos quais veem na animação uma poderosa ferramenta de expressão artística.

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Com uma programação que combina veteranos consagrados e novas vozes criativas, o Cinanima 2025 promete mais uma edição que reafirma Espinho como epicentro internacional do cinema de animação.

Bridget Jones está de volta – e mais atrevida do que nunca!

Preparem os corações (e o balde de pipocas): quase dez anos depois da sua última aventura, Bridget Jones regressa aos ecrãs para mais trapalhadas, gargalhadas e… romance! Bridget Jones 4: Louca Por Ele estreia a 15 de agosto, às 21h30, no TVCine Top e TVCine+, e promete mostrar que a vida não acaba aos 40… nem aos 50!

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Agora com 51 anos, Bridget (Renée Zellweger) continua a ser aquela mistura irresistível de charme, gafe e coração enorme – mas a vida não tem sido fácil. Depois da perda trágica de Mark (Colin Firth), o amor da sua vida, em plena missão humanitária, ela enfrenta o desafio de educar dois filhos, manter uma carreira exigente e sobreviver num mundo obcecado pela juventude. E claro… o caos do mundo dos encontros não poderia faltar.

E é aí que tudo se complica: Bridget vê-se no meio de um triângulo amoroso explosivo entre Roxster McDuff (Leo Woodall), um sedutor vinte anos mais novo, e Scott Wallaker (Chiwetel Ejiofor), o simpático professor de ciências do filho. Resultado? Situações hilariantes, momentos ternurentos e aquela boa dose de drama romântico que só ela sabe viver.

Renée Zellweger volta a vestir a pele da eterna solteira mais famosa do cinema, ao lado de Hugh Grant, Emma Thompson e novas caras que vão surpreender. A realização fica a cargo de Michael Morris, que traz frescura a este regresso tão esperado.

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E para aquecer motores, o TVCine Emotion vai exibir os três filmes anteriores nos dias 12, 13 e 14 de agosto. Uma verdadeira maratona para rever todas as aventuras (e desventuras) de Bridget antes do grande dia.

Marquem na agenda: 15 de agosto, 21h30. Bridget está de volta – e, spoiler alert, continua absolutamente irresistível.

Seth MacFarlane Critica o Pessimismo de Hollywood: “Precisamos de Dar Esperança às Pessoas” 🚀

O criador de Family Guy e The OrvilleSeth MacFarlane, deixou uma mensagem clara à indústria televisiva e cinematográfica: está na hora de equilibrar o pessimismo com histórias que inspirem esperança.

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Em entrevista ao podcast Where Everybody Knows Your Name, o actor, realizador e produtor — nomeado para um Óscar — lamentou a predominância de narrativas distópicas e negativas, defendendo que Hollywood deveria voltar a oferecer ao público “planos para um futuro melhor”, tal como acontecia quando era criança.

“Tudo é distópico e pessimista”

MacFarlane apontou o contraste entre o entretenimento actual e as produções que marcaram o seu crescimento.

“Quando eu era miúdo, Hollywood oferecia vozes de esperança. Agora, os pratos que estamos a servir são tão distópicos e pessimistas… Sim, há muito para estar pessimista, mas está tudo tão desequilibrado. Onde estão os planos para fazermos as coisas da forma certa?”, questionou.

O criador de The Orville — série que assumidamente presta tributo ao espírito optimista de Star Trek — comparou a actual avalanche de produções como The Handmaid’s Tale com a falta de histórias que, segundo ele, mostrem “o que podemos alcançar se mudarmos o nosso caminho”.

A era do anti-herói

Para MacFarlane, uma das mudanças mais visíveis começou com The Sopranos, quando Hollywood se apaixonou pelo conceito de anti-herói.

“Desde The Sopranos que tudo gira em torno do anti-herói, em vez de personagens que dão esperança.”

O criador sublinha que, num mundo em que “ninguém quer saber o que as celebridades pensam” sobre política ou temas sociais, a melhor forma de influenciar é através das histórias que se contam. E, neste momento, considera que a indústria “não está a fazer o melhor trabalho” nesse aspecto.

O futuro de The Orville

Apesar das críticas, MacFarlane mostrou algum optimismo quanto ao futuro da sua série de ficção científica. Embora a Disney “ainda não tenha confirmado uma quarta temporada”, o criador acredita que The Orville ainda poderá regressar. A produção estreou em 2017 na Fox e mudou-se para a Hulu na terceira temporada.

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Para MacFarlane, a missão mantém-se: criar ficção que não se limite a avisar sobre os perigos que nos esperam, mas que também ofereça visões do que pode ser alcançado quando as coisas são feitas da forma certa.

Hayden Christensen Quer Voltar a “Star Wars” Para Além de Ahsoka

De Anakin a fantasma orientador

Hayden Christensen, que regressa na 2.ª temporada de Ahsoka, não esconde que adoraria voltar ao universo Star Warspara além da série. O actor interpretou Anakin Skywalker na trilogia-prequela entre 2002 e 2005, e voltou a vestir a pele do personagem em Ahsoka (2023), surgindo como presença fantasmagórica para a sua antiga Padawan.

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Christensen já tinha feito pequenas participações em Star Wars: The Rise of Skywalker (2019) e na série Obi-Wan Kenobi(2022), mas a sua presença continuada em Ahsoka reacendeu a conversa sobre um possível novo projecto centrado no personagem.


“Estaria lá num piscar de olhos”

Durante um painel no Fan Expo Boston, citado pela Screen Rant, Christensen foi claro: “Cem por cento… adorava, sim. Se as entidades responsáveis decidirem que é algo que querem ver, eu estaria lá num piscar de olhos”.

Embora sublinhe que a decisão não está nas suas mãos, o actor mostrou-se entusiasmado com a hipótese de voltar a interpretar Anakin — seja como Jedi, seja na sua temível encarnação como Darth Vader.


Possibilidades para o futuro

A ligação de Anakin a Ahsoka é evidente, mas o seu impacto no universo Star Wars vai muito além disso. Como Darth Vader, foi responsável por devastar mundos e mudar o destino de inúmeras personagens.

Caso viesse a liderar uma produção própria, não faltaria material para explorar. As histórias em banda desenhada e romances oficiais poderiam servir de base para aprofundar os primeiros anos de Vader, permitindo ao director criativo Dave Filoni expandir ainda mais o arco do personagem.


Entre a nostalgia e a nova era de Star Wars

Christensen não confirmou envolvimento noutros projectos, mas também não fechou a porta a surpresas. Com várias produções da saga em desenvolvimento — nem todas ainda reveladas ao público — existe sempre a possibilidade de um regresso mais ambicioso.

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Para muitos fãs que cresceram com o Anakin de Christensen, ver o actor liderar uma série ou filme centrado em Vader seria um verdadeiro evento. Resta saber se a nova estratégia da Lucasfilm, focada mais na qualidade do que na quantidade, vai abrir espaço para concretizar esse desejo.

Disney em Alta: Mais Lucros, Mais Assinantes e Parques Cheios de Magia 💸🏰

O império do rato Mickey está mais forte do que nunca — e os números do terceiro trimestre fiscal provam-no

Disney teve mais um trimestre de sonho — e não estamos a falar de castelos encantados nem de princesas a cantar com passarinhos. Esta quarta-feira, 6 de Agosto, o gigante do entretenimento revelou resultados sólidos no terceiro trimestre do seu ano fiscal, superando as expectativas e levando a uma revisão em alta das previsões de lucros anuais.

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A crescer em todas as frentes — do streaming aos parques temáticos —, a Disney volta a mostrar que, mesmo num mercado desafiante, sabe como manter a magia a render… e muito.

Disney+ ganha fôlego e mais 1,8 milhões de assinantes

Entre Abril e Junho, o serviço Disney+ conquistou mais 1,8 milhões de subscrições, uma subida de 1% em apenas três meses, elevando o total para 128 milhões de assinantes. Juntando os números da plataforma Hulu, o grupo atinge agora os 183 milhões de subscritores — uma base de fãs global que continua a crescer.

As receitas de streaming aumentaram 6%, totalizando 6,2 mil milhões de dólares (cerca de 5,7 mil milhões de euros), consolidando esta área como um dos motores mais importantes da empresa.

Parques temáticos continuam a ser um sucesso

A recuperação pós-pandemia mantém-se firme e os parques temáticos e cruzeiros Disney voltaram a ser um sucesso, com um aumento de 8% nas receitas em relação ao mesmo período do ano passado. No total, este segmento gerou 9,1 mil milhões de dólares (aproximadamente 8,3 mil milhões de euros).

O resultado? Famílias continuam a encher os parques da Disney, numa procura que mistura nostalgia, experiências imersivas e, claro, aquele toque de polvo que o merchandising da marca domina como ninguém.

Lucros duplicaram graças à magia… e à fiscalidade

Um dos dados mais impressionantes do trimestre foi o lucro líquido5,3 mil milhões de dólares (cerca de 4,9 mil milhões de euros), praticamente o dobro dos 2,6 mil milhões registados no ano anterior. Segundo o relatório, este aumento foi impulsionado por uma significativa vantagem fiscal, mas não deixa de mostrar a solidez do modelo de negócio da Disney.

Com uma receita total de 23,6 mil milhões de dólares (cerca de 21,7 mil milhões de euros), o grupo sediado em Burbank, Califórnia, mantém-se em linha com as previsões dos analistas, segundo dados da Bloomberg.

Conclusão: o império continua firme — e lucrativo

Mesmo num sector em constante mutação, onde plataformas de streaming lutam por atenção e parques enfrentam desafios logísticos, a Disney mostra-se resiliente e adaptável. Com as suas múltiplas frentes — cinema, TV, experiências físicas, produtos e streaming —, a empresa continua a reinventar-se e a conquistar públicos de todas as idades.

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E pelos vistos, a força continua a estar com eles.

“Hannah Montana” Faz 20 Anos e Miley Cyrus Promete Surpresa Especial 🎤💫

A estrela que conquistou o mundo com uma peruca loira prepara-se para celebrar o legado da série que mudou a sua vida (e a de milhões de fãs)

É difícil acreditar, mas já passaram quase duas décadas desde que ouvimos pela primeira vez “You get the best of both worlds”. Em Março de 2006, o Disney Channel estreava Hannah Montana, e nada voltaria a ser como antes — nem para Miley Cyrus, nem para uma geração inteira que cresceu ao som das suas canções, entre vidas duplas e roupas com purpurinas.

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Agora, prestes a comemorar os 20 anos da série, Miley Cyrus promete uma surpresa à altura do fenómeno que a catapultou para o estrelato.

“Sem a Hannah, provavelmente não existiria esta versão de mim”

Em entrevista à rádio SiriusXM, a cantora revelou que está a planear algo especial para assinalar o marco:

“Quero criar algo mesmo, mesmo especial para assinalar a data, porque foi realmente o início de tudo isto que existe aqui hoje.”

Apesar de não ter revelado ainda o que será essa surpresa, os rumores já tomaram conta das redes sociais — com fãs a especularem desde um episódio especial até à possibilidade de uma curta-metragem nostálgica ou um documentário comemorativo.

De personagem difícil de largar a ícone cultural

Miley Cyrus tem falado cada vez mais abertamente sobre a complexa relação que teve com a personagem. Durante anos, procurou distanciar-se da imagem juvenil e colorida de Hannah Montana, numa tentativa de afirmar a sua identidade artística adulta. Mas agora, vê a personagem com outros olhos:

“É tão estranho pensar que comecei com uma personagem que achava que ia ser impossível de largar. E agora é algo que, quando entro num espaço, é visto como um símbolo de nostalgia, algo da vossa infância — mas que, de certa forma, passou a estar tão integrado na vida das pessoas quanto a própria personagem.”

Este regresso emocional ao universo de Hannah Montana representa também uma espécie de reconciliação com o passado, numa altura em que Miley — com uma carreira consolidada e vários álbuns de sucesso — pode olhar para trás com carinho e sem pressões.

Uma celebração… mas sem digressões

Apesar da expectativa dos fãs, a cantora já deixou claro que continua sem vontade de voltar às grandes digressões. “Não é algo que esteja nos meus planos”, afirmou recentemente, sublinhando a importância de equilibrar carreira e bem-estar pessoal.

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Ainda assim, a promessa de um tributo especial ao universo de Hannah Montana está de pé — e nós, como muitos outros, estamos prontos para cantar cada refrão e reviver o drama adolescente com um sorriso nostálgico no rosto.

“A Força Está em Paz”: Gina Carano Faz as Pazes com a Disney e Pode Regressar ao Universo Star Wars ⚖️🌌

Depois de três anos de polémica, despedimento e batalhas judiciais, Carano e a Disney chegam a acordo — e há portas que voltam a abrir-se numa galáxia muito, muito distante

Contra todas as expectativas — e depois de muita tensão digna de um duelo de sabres de luz — Gina Carano e a Disney/Lucasfilm anunciaram oficialmente o fim da batalha legal que opunha as duas partes desde 2021. A antiga estrela de The Mandalorian, afastada na sequência de publicações polémicas nas redes sociais, viu o seu processo por discriminação ser arquivado por mútuo acordo com a gigante do entretenimento.

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Mais do que um simples acordo, a resolução representa um recomeço possível: em comunicado, a Disney afirmou que espera “voltar a trabalhar com Gina Carano num futuro próximo”. Uma frase que, há pouco tempo, seria inimaginável.

De persona non grata a colaboradora possível

Recordemos: Carano foi afastada de forma pública e abrupta após comparações controversas entre a perseguição a conservadores políticos e o Holocausto — uma analogia que Disney e Lucasfilm classificaram como “aberrante e inaceitável”.

Mas agora, com a chegada de Donald Trump de volta à Casa Branca, um novo tom parece ter-se instalado em várias grandes corporações norte-americanas, Disney incluída. No comunicado divulgado esta semana, a empresa elogia o profissionalismo de Carano, a sua dedicação ao trabalho e até a forma como tratava colegas com “gentileza e respeito”.

Elon Musk, o Jedi inesperado

Surpreendentemente, grande parte da reviravolta deve-se ao apoio jurídico financiado por Elon Musk, que Carano agradeceu publicamente na rede X:

“Um homem que nunca conheci, que fez este acto de bom samaritano ao financiar o meu processo judicial.”

Com o apoio de uma equipa legal experiente, Carano apresentou uma queixa por discriminação política e ideológica, argumentando que foi despedida por expressar opiniões conservadoras — ao contrário de outros colegas com visões políticas progressistas, como Pedro Pascal e Mark Hamill.

Ao longo de mais de um ano de litígios, o processo passou de um caso polémico para uma espécie de símbolo de liberdade de expressão para muitos apoiantes da actriz — e agora termina com um sorriso no rosto de Carano (literalmente, como disse na sua declaração final).

E agora? Regressa Cara Dune?

Apesar de ainda não haver confirmação oficial, os rumores sobre o possível regresso de Gina Carano ao universo Star Wars já começaram a circular. Com o filme de The Mandalorian a ser filmado na Califórnia, e novas séries no horizonte da Lucasfilm, é cada vez mais plausível que Cara Dune possa voltar a aparecer — ou que Carano integre novos projectos no seio da galáxia criada por George Lucas.

Depois de ter protagonizado produções apoiadas pela Daily Wire e pela Breitbart News, Carano parece agora pronta para “virar a página”, como escreveu no seu comunicado:

“Os meus desejos continuam a ser nas artes, e é aí que espero que se juntem a mim.”

Conclusão: quando a Força (e os advogados) equilibram o universo

Este acordo entre Gina Carano e a Disney marca um momento importante na intersecção entre cultura pop, política e liberdade de expressão. Para os fãs de The Mandalorian, abre-se uma porta que se julgava fechada. Para Carano, é uma vitória pessoal — e talvez um bilhete de volta para o ecrã.

E como ela própria escreveu:

“Espero que isto traga alguma cura à Força.”

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Pedro Costa em Foco no Japão: Tóquio Dedica Grande Exposição ao Realizador Português 🎥🇯🇵


“Innervisions” celebra 25 anos de cinema, fotografia e instalações de um dos nomes maiores do cinema de autor contemporâneo

O cinema português continua a conquistar admiradores nos quatro cantos do mundo — e o Japão não é exceção. O Museu de Arte Fotográfica de Tóquio inaugura a 28 de Agosto uma exposição dedicada ao universo estético e poético de Pedro Costa, um dos mais aclamados realizadores do cinema de autor europeu. Intitulada “Innervisions”, a mostra ficará patente até 7 de Dezembro e é uma verdadeira homenagem à obra do cineasta português nos últimos 25 anos.

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Stevie Wonder como ponto de partida

O título da exposição não surge por acaso: Innervisions remete para o álbum homónimo de Stevie Wonder, lançado em 1973, e que, segundo o museu, foi uma influência marcante para Pedro Costa durante a adolescência.

“O espírito deste álbum, que sabe equilibrar a mais genial música moderna popular com o comentário social, ressoou profundamente com a práxis cinematográfica de Costa”, pode ler-se na descrição da exposição.

Tal como a música de Wonder, também o cinema de Pedro Costa mergulha em zonas profundas da condição humana, equilibrando a contemplação estética com uma clara consciência social.

Um universo singular em exposição

A mostra “Innervisions” inclui não só excertos dos filmes de Pedro Costa, mas também instalações, fotografias e materiais inéditos, num mergulho sensorial no seu universo criativo. Estarão em destaque as personagens, lugares e ambientes que marcaram a sua obra — com especial destaque para a Fontainhas, bairro lisboeta que o realizador eternizou com uma sensibilidade única.

Simultaneamente, a sala de cinema do museu exibirá filmes selecionados pelo próprio Pedro Costa, assim como uma retrospetiva integral da sua filmografia, que tem sido redescoberta por novas gerações em todo o mundo.

Portugal no grande ecrã japonês

Em antecipação à exposição, algumas das principais salas de cinema do Japão — em Tóquio, Osaka, Nagoya e Kyoto — começaram já a exibir versões restauradas de “O Sangue” (1989), “Casa de Lava” (1994) e “Ossos” (1997). Obras que mostram o percurso singular de um autor que nunca abdicou da sua linguagem própria, entre o realismo e o onírico.

Pedro Costa, nascido em Lisboa em 1959, é um cineasta profundamente ligado às margens, não só sociais, mas também estéticas. Formado na Escola Superior de Teatro e Cinema, começou por trabalhar como assistente de Jorge Silva Melo e João Botelho, antes de assinar obras que hoje figuram entre os grandes marcos do cinema europeu contemporâneo, como Vitalina Varela (vencedor do Leopardo de Ouro em Locarno), Juventude em Marcha ou Ne Change Rien.

Um autor português de culto… em ascensão mundial

Com exibições e retrospectivas em museus de referência como o Centro Pompidou (França) ou o Museu de Arte Contemporânea de Serralves, Pedro Costa tem vindo a expandir o alcance do seu trabalho muito para além do circuito cinematográfico tradicional. Innervisions, no Japão, representa mais um passo na consolidação internacional de um autor que, com voz própria e estética rigorosa, continua a emocionar e a desafiar públicos um pouco por todo o mundo.

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“Chá Preto”: O Romance Que Se Serve Quente na Nova Jóia de Abderrahmane Sissako ☕💔

Estreia no Filmin o novo filme do realizador nomeado ao Óscar, um drama sensorial sobre amor, cultura e… bules de chá?

Preparem a chaleira e deixem o coração ferver: Chá Preto (Black Tea, no original) acaba de estrear no catálogo da Filmin e promete ser uma das experiências cinematográficas mais aromáticas do ano. Realizado por Abderrahmane Sissako, o cineasta mauritano nomeado ao Óscar por Timbuktu, este novo trabalho é um convite a saborear o amor com a delicadeza de um ritual ancestral.

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Mas não se deixem enganar pela doçura do título — este Chá Preto vem carregado de notas fortes: desejo, identidade, pertença e escolhas difíceis. Tudo servido com a sensibilidade poética a que Sissako já nos habituou.

Amor (quase) proibido entre porcelana e tradição

O filme conta a história de Aya, uma mulher da Costa do Marfim que rompe com o seu casamento arranjado e viaja para a cidade chinesa de Guangzhou. Ali, começa a trabalhar numa loja de chá pertencente a Cai, um homem reservado e solitário. O que se segue é uma delicada dança de aproximação, num espaço onde a tradição chinesa e a herança africana se encontram — entre bules, infusões e silêncios carregados de significado.

Sissako usa o universo do chá como metáfora visual e sensorial para explorar o amor, a migração e o confronto (ou fusão) entre culturas. O romance entre Aya e Cai desenvolve-se lentamente, com a mesma paciência com que se prepara um bom chá — e com a mesma intensidade no sabor final.

Um filme que se vê com os sentidos

Visualmente deslumbrante, com uma paleta quente e uma mise-en-scène cuidada, Chá Preto é cinema que apela aos sentidos. Cada cena parece pensada para nos fazer sentir o aroma da infusão, o calor das mãos em redor da chávena, o peso da memória e do desejo.

É também um filme sobre escuta — entre pessoas, entre culturas, entre silêncios. Com interpretações contidas mas profundamente humanas, Sissako cria um universo onde os gestos mais pequenos carregam a força de uma revolução interior.

Entre o realismo e a fábula

Apesar do seu enraizamento em temas sociais reais — migração, racismo, solidão — Chá Preto nunca se torna panfletário. Antes, aproxima-se da fábula, sem nunca perder a ligação à realidade. Como em Timbuktu, há uma elegância na forma como o realizador filma a dor e a beleza do mundo.

É um romance, sim. Mas também é um filme sobre resistência, escolhas e encontros improváveis. Um lembrete de que o amor pode nascer mesmo nos lugares mais inesperados — como uma loja de chá, numa cidade onde ninguém parece falar a mesma língua.

Uma estreia discreta, um impacto profundo

A estreia discreta em plataformas como o Filmin não deve enganar ninguém: Chá Preto é um dos grandes filmes do ano. Uma obra que merece ser descoberta com tempo, atenção e um coração aberto. E, claro, com uma chávena de chá na mão.

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George Clooney em Espiral Existencial no Primeiro Teaser de Jay Kelly , da Netflix 🎬

Realizado por Noah Baumbach, o filme junta Clooney a Adam Sandler numa viagem melancólica pela fama e identidade

George Clooney está em crise. Mas uma crise daquelas que promete dar cinema da melhor qualidade. Jay Kelly, o novo filme de Noah Baumbach para a Netflix, acaba de ganhar o seu primeiro teaser — e as imagens reveladas são suficientes para percebermos que este não será apenas mais um drama sobre celebridades. Estamos perante uma meditação cinematográfica sobre identidade, fama e o eterno dilema entre quem somos e quem mostramos ser.

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Clooney como nunca o vimos, Sandler em modo sério (de novo)

A trama centra-se em Jay Kelly (George Clooney), um actor veterano cuja carreira vive dias de turbulência emocional. Ao seu lado está Ron (Adam Sandler), o seu manager incansavelmente leal, que o acompanha numa viagem atribulada pela Europa. Ao longo do percurso, ambos vão sendo confrontados com os fantasmas das suas escolhas e com a natureza ambígua das suas identidades.

Laura Dern também integra o elenco, reforçando ainda mais o peso dramático de um filme que promete ser um dos grandes acontecimentos cinematográficos do final de 2025.

Uma frase, um murro no estômago

O teaser, curto mas impactante, oferece uma das linhas mais memoráveis dos últimos tempos. Numa conversa com uma jovem crítica, Jay é confrontado com a pergunta:

“O que responde às pessoas que dizem que só interpreta a si próprio?”

A resposta de Clooney, pausada e certeira:

“Sabes o quão difícil é seres tu mesmo? Tenta.”

Com esta simples frase, o filme promete explorar o lado mais humano por detrás da máscara da fama, num tom íntimo, irónico e profundamente tocante — tudo aquilo que esperamos de um filme de Noah Baumbach.

Quando e onde podemos ver Jay Kelly?

A estreia nos cinemas está marcada para 14 de Novembro de 2025, em lançamento limitado, e a chegada à Netflix acontece a 5 de Dezembro de 2025. Um mês ideal para mergulhar numa história sobre identidade, amizade e os altos e baixos da vida sob os holofotes.

Baumbach volta ao centro do palco

Depois de títulos como Marriage Story e White Noise, Baumbach regressa com a sua assinatura inconfundível: diálogos cortantes, sensibilidade emocional e personagens com falhas profundas, mas inesquecíveis. Desta vez, junta-se a dois pesos-pesados do cinema norte-americano que, à partida, parecem improváveis juntos — mas que, precisamente por isso, despertam tanta curiosidade.

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Com Jay Kelly, a Netflix volta a apostar em pares improváveis para contar histórias que desafiam convenções. E nós, do Clube de Cinema, já estamos com o bilhete (ou comando) na mão.

A Nova “War of the Worlds” com Ice Cube Está a Ser Destruída… Mas Não Pelos Aliens 👽🔥

0% no Rotten Tomatoes, memes nas redes sociais e… um estafeta da Amazon a salvar o mundo?

Há coisas difíceis de imaginar. Ice Cube como agente de segurança informática do Departamento de Segurança Interna dos EUA a combater uma invasão alienígena, por exemplo. Mas mais surpreendente ainda: o filme em questão, War of the Worlds, é neste momento o número 1 no Amazon Prime Video… apesar de ter conseguido a proeza quase sobrenatural de levar um redondo 0% no Rotten Tomatoes. Sim, leu bem. Zero. Bola. Nicles.

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Guerra dos Mundos… ou Guerra Contra o Bom Gosto?

A nova adaptação da icónica obra de H.G. Wells, realizada por Rich Lee (estreante em longas-metragens mas com experiência em videoclipes de Billie Eilish, Eminem ou Lana Del Rey), tenta colocar a invasão extraterrestre num contexto moderno — e ultra digital. Toda a história é contada através de ecrãs de computadores, como se fosse uma chamada de Zoom com o apocalipse em fundo.

No centro da narrativa está Ice Cube, acompanhado por um elenco que inclui Eva LongoriaClark GreggAndrea Savage e Henry Hunter Hall. A premissa? Um agente cibernético (Ice Cube) tenta parar os alienígenas… com a ajuda de videoconferências, product placement da Amazon e expressões faciais dignas de um emoji congelado.

A Crítica Está a Derreter de Vergonha

As críticas não podiam ser mais devastadoras. Variety descreve o filme como um “thriller barato”, apontando que Ice Cube tem apenas duas expressões: “carranca de serviço” e “reacção nuclear”. O Daily Telegraph vai mais longe, chamando-o “uma das coisas mais trágicas que a Prime alguma vez colocou no ecrã”.

E depois há os detalhes absolutamente surreais, como um diálogo onde alguém diz:

“Preciso que faças uma encomenda oficial na Amazon para activar o drone.”

Sim, e há mesmo um estafeta da Amazon que salva o dia. Spielberg está algures a revirar os olhos.

O Público Também Não Está a Perdoar

Nas redes sociais, o filme tornou-se viral pelas piores razões. O youtuber penguinz0, com 17 milhões de subscritores, disse que o filme “é um insulto ao próprio conceito de fazer cinema” e que se resume a “um grande anúncio da Amazon”. Um clip em particular — onde um estafeta entrega uma pen USB ao protagonista — tornou-se alvo de milhares de piadas e memes.

Com uma pontuação de 17% do público no Rotten Tomatoes (um pouco menos terrível que a da crítica), War of the Worlds parece estar a competir para o troféu de “Pior Filme da Década”.

Uma Guerra Que Já Foi Vencida… Noutros Tempos

Convém lembrar que esta não é a primeira vez que a obra de H.G. Wells chega ao grande ecrã. Em 2005, Steven Spielberg trouxe-nos uma versão épica com Tom Cruise e Dakota Fanning, que arrecadou 76% no Rotten Tomatoes e 3 nomeações aos Óscares. Já em 1953, a versão clássica venceu mesmo o Óscar de Melhores Efeitos Visuais.

Esta nova versão… bem, talvez venha a ganhar um prémio diferente — o de filme mais ridiculamente patrocinado pela Amazon.

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Conclusão? Foge, Ice Cube, os aliens não são o maior problema aqui

Com um conceito visual interessante mas mal executado, War of the Worlds (2025) é mais um exemplo de como nem todas as ideias precisam de sair do PowerPoint para o streaming. Um filme que nos faz perguntar: Se os aliens invadissem a Terra hoje… será que lhes chegaríamos com um estafeta e um código de desconto da Amazon?

“Histórias de Bondade”: Yorgos Lanthimos Volta a Surpreender com Três Fábulas Inquietantes Sobre o Livre-Arbítrio

Emma Stone, Willem Dafoe e Jesse Plemons protagonizam a nova viagem provocadora do realizador de Pobres Criaturas

Preparem-se para mergulhar em mais um universo estranho e fascinante criado por Yorgos Lanthimos. O realizador grego, responsável por obras como A Favorita e Pobres Criaturas, regressa com Histórias de Bondade, um tríptico cinematográfico desconcertante que estreia em exclusivo no TVCine Top, no domingo 10 de agosto, às 21h00.

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Três histórias, um mundo em colapso

Em Histórias de Bondade, Lanthimos volta a explorar os limites da identidade, da moral e da liberdade. O filme apresenta três histórias entrelaçadas que desafiam convenções e nos confrontam com os abismos da psique humana:

  • Um homem aparentemente sem escolha tenta desesperadamente assumir o controlo da própria vida;
  • Um polícia é atormentado pela suspeita de que a sua mulher — outrora desaparecida — já não é a mesma pessoa;
  • E uma mulher embarca numa procura surreal por alguém destinado a tornar-se um líder espiritual.

Tudo isto com o habitual toque de humor negro, um estilo visual inconfundível e um ritmo narrativo que deixa o espectador permanentemente em alerta.

Um elenco de luxo e prémios já conquistados

Como se a assinatura de Lanthimos não bastasse, o elenco eleva ainda mais a fasquia. A sua colaboradora habitual Emma Stone volta a brilhar, acompanhada por Willem DafoeMargaret QualleyHong Chau e um absolutamente extraordinário Jesse Plemons, cuja performance valeu o Prémio de Melhor Ator em Cannes 2024 e uma nomeação ao Globo de Ouro de Melhor Actor.

É mais uma demonstração do talento caleidoscópico de Plemons, aqui a interpretar múltiplas facetas com uma subtileza e intensidade notáveis.

Para quem gosta de ser desafiado

Histórias de Bondade não é um filme “fácil” — e ainda bem. É cinema que provoca, que inquieta e que recusa dar respostas prontas. Para os fãs de Lanthimos (e para quem procura experiências cinematográficas fora do convencional), esta é uma estreia obrigatória.

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Marque na agenda: domingo, 10 de agosto, às 21h00, no TVCine Top e no TVCine+. Prepare-se para questionar tudo — até a própria noção de bondade.

De Targaryen a Vilão Galáctico: Matt Smith Junta-se a Ryan Gosling em Star Wars: Starfighter🌌🛸

O novo filme de Shawn Levy já tem o seu grande vilão — e promete reinventar o universo Star Wars com um elenco de luxo

Matt Smith está pronto para trocar dragões por caças estelares. O actor britânico, conhecido pelo seu papel como Daemon Targaryen em House of the Dragon, acaba de ser confirmado como vilão no novo filme da saga Star Wars, intitulado Starfighter. A produção, liderada por Ryan Gosling e com Mia Goth também no elenco, será realizada por Shawn Levy, com estreia marcada para 28 de Maio de 2027.

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É o regresso da Lucasfilm às salas de cinema com uma nova entrada na galáxia muito, muito distante — agora com sangue novo e ambição renovada.

Um novo capítulo, cinco anos depois de 

The Rise of Skywalker

Anunciado oficialmente durante o Star Wars Celebration em Tóquio, Starfighter situa-se cronologicamente cinco anos após os eventos de Star Wars: Episódio IX – A Ascensão de Skywalker. O argumento está a cargo de Jonathan Tropper, e, embora os detalhes da narrativa estejam ainda envoltos em mistério, tudo indica que o foco estará em novos personagens — e em ameaças igualmente inéditas.

É precisamente aqui que entra Matt Smith. Segundo fontes citadas pelo Deadline, o actor foi escolhido após semanas de audições e reuniões com o realizador Shawn Levy, sendo descrito como “o próximo grande vilão do universo Star Wars”.

Ryan Gosling e Mia Goth também embarcam nesta aventura

A presença de Ryan Gosling como protagonista já havia sido confirmada, sendo este um dos seus projectos mais aguardados desde Barbie e The Fall Guy. Mia Goth, estrela de Pearl e Infinity Pool, junta-se ao elenco principal, consolidando o tom mais ousado e adulto que se espera desta nova fase da franquia.

Ainda não há confirmações oficiais sobre os papéis de Gosling ou Goth, mas tudo indica que será uma história com tons mais sombrios e complexos, muito ao estilo da actual tendência sci-fi de grandes estúdios.

Matt Smith: de Westeros para as estrelas

Com uma carreira em constante ascensão, Matt Smith parece ter encontrado um novo terreno fértil para explorar o lado negro da força. Depois de brilhar em Doctor Who, impressionar em The Crown e assumir um papel central em House of the Dragon, o actor prepara-se agora para encarnar o antagonista de uma das maiores sagas do cinema.

Antes de Starfighter, Smith será visto no thriller Caught Stealing, ao lado de Austin Butler, com produção de Darren Aronofsky, e na minissérie The Death of Bunny Munro.

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A rodagem de Starfighter arranca já neste outono, em localizações ainda por revelar, mas as expectativas são galácticas.

A Nova Temporada de “Star Trek: Strange New Worlds” Já Aterrou na SkyShowtime e na Prime 🖖🚀

Aventuras, mistério e um novo vilão na terceira temporada da série mais entusiasmante do universo Star Trek

Preparar para velocidade de dobra: a terceira temporada de Star Trek: Strange New Worlds já estreou na SkyShowtime, com os novos episódios a chegar no domingo, 4 de Agosto. A série, que conquistou tanto os fãs de longa data como novos exploradores da galáxia Star Trek, regressa com mais acção, mais emoção — e com a confirmação oficial de que já tem quarta temporada garantida.

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De volta à ponte da U.S.S. Enterprise

Nesta nova fase, a tripulação da U.S.S. Enterprise, ainda sob o comando do Capitão Pike (Anson Mount), enfrenta as consequências do confronto com os Gorn, os hostis inimigos reptilianos que deixaram a anterior temporada em suspenso.

Mas como a própria SkyShowtime adianta, o universo continua em expansão:

“Novas vidas e civilizações aguardam, incluindo um vilão que irá pôr à prova a coragem e a determinação das personagens. Numa reviravolta entusiasmante no clássico Star Trek, a terceira temporada leva as personagens – novas e adoradas – a novos patamares e mergulha em aventuras repletas de fé, dever, romance, comédia e mistério, com géneros variados nunca antes vistos em nenhuma outra série Star Trek”.

Um elenco firme… e convidados de luxo

Produzida pela CBS StudiosSecret Hideout e Roddenberry EntertainmentStrange New Worlds mantém o seu elenco principal, composto por:

Anson MountRebecca RomijnEthan PeckJess BushChristina ChongCelia Rose GoodingMelissa NaviaBabs Olusanmokun e Martin Quinn.

A esta tripulação juntam-se convidados especiais de peso, entre os quais se destacam Rhys DarbyPatton OswaltCillian O’SullivanMelanie ScrofanoCarol Kane e ainda o muito aguardado regresso de Paul Wesley.

Uma viagem entre o clássico e o inesperado

Strange New Worlds tem-se distinguido no panorama televisivo por recuperar o espírito episódico das séries clássicas de Star Trek, ao mesmo tempo que arrisca com episódios de género variado — desde o drama intenso à comédia leve, passando pelo romance ou até momentos mais experimentais.

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Com a terceira temporada já a decorrer e uma quarta a caminho, é caso para dizer: longa vida à Enterprise!

Jason Momoa Traz Sangue, Honra e História em “Chief of War”, a Nova Série da Apple TV+ ⚔️🌺

Uma saga épica sobre o Havai do século XVIII, contada a partir de dentro

Jason Momoa está de volta ao pequeno ecrã — e desta vez, troca os oceanos de Aquaman pelos campos de batalha do seu Havai natal. Chief of War, a nova série da Apple TV+, estreou-se a 1 de agosto com os dois primeiros episódios já disponíveis na plataforma, prometendo uma temporada marcada por drama, sangue, cultura e resistência indígena.

Com um total de nove episódios, a série lança novos capítulos todas as sextas-feiras até 19 de setembro, e tem tudo para ser uma das apostas mais ambiciosas do serviço de streaming este ano.

Um épico histórico contado do lado dos vencidos

Baseada em eventos reaisChief of War segue a jornada de Ka‘iana, um guerreiro havaiano que tenta unificar as ilhas do arquipélago antes da chegada das potências colonizadoras ocidentais, no final do século XVIII. Jason Momoa, além de protagonizar, também co-escreveu e produziu a série, num projeto profundamente pessoal e identitário.

A história é contada a partir de uma perspetiva indígena, algo raro em séries históricas deste calibre. Momoa desenvolveu o argumento em parceria com Thomas Pa‘a Sibbett, seu colaborador de longa data e também descendente de nativos havaianos, com quem partilha o desejo de dar visibilidade à história apagada do seu povo.

Gravada inteiramente no Havai, Chief of War distingue-se não só pela autenticidade visual e linguística, mas também por contar com um elenco maioritariamente polinésio, dando voz e corpo às comunidades que, durante séculos, foram retratadas através do olhar do colonizador.

Um elenco que honra a herança

A série conta com Luciane BuchananTemuera Morrison (sim, o Jango Fett do universo Star Wars), Cliff CurtisTe Ao o HinepehingaKaina MakuaMoses GoodsSiua Ikale‘oBrandon FinnJames UdomMainei KinimakaTe Kohe Tuhaka e Benjamin Hoetjes, num elenco repleto de nomes com ligações culturais e familiares profundas ao Pacífico.

Momoa, que já tinha expressado várias vezes a vontade de fazer um projeto sobre o Havai, cumpre aqui um sonho antigo: criar uma narrativa de resistência e identidade, ao estilo das grandes epopeias televisivas, mas com alma indígena.

Apple TV+ reforça aposta em histórias globais

Com Chief of War, a Apple TV+ volta a mostrar que está disposta a sair da sua zona de conforto e a investir em histórias fora do circuito anglo-saxónico, dando palco a vozes que raramente se ouvem na televisão de grande orçamento.

Esta é uma série que combina ação visceral, drama histórico e um olhar político sobre o impacto da colonização — mas sempre com o foco na dignidade e força do povo havaiano. Um épico visual e emocional que, ao que tudo indica, fará ondas no mundo do streaming.

O Reencontro com a ‘Ohana’: “Lilo & Stitch” Chega ao Disney+ Depois de Bater a Marca dos Mil Milhões 🎉


A versão em imagem real do clássico da Disney estreia a 3 de Setembro na plataforma de streaming

Depois de conquistar o coração das salas de cinema por todo o mundo, Lilo & Stitch, a adaptação em imagem real do clássico animado da Disney, prepara-se para chegar às salas… da tua casa. A estreia no Disney+ está marcada para o dia 3 de Setembro, e chega com pompa, circunstância — e uma conta recheada: o filme já ultrapassou a marca simbólica dos mil milhões de dólares de receita mundial. 🤑

Um sucesso inesperado… ou talvez não

Durante dois meses de exibição nos cinemas, a nova versão de Lilo & Stitch arrecadou 416,1 milhões de dólares na América do Norte e mais 584,8 milhões no mercado internacional, o que perfaz um total global impressionante de 1,001 mil milhões de dólares (cerca de 860 milhões de euros). Nada mau para um filme que, à partida, parecia apenas uma aposta nostálgica da Disney.

E se dúvidas houvesse, a própria plataforma de streaming não as deixa no ar:

“A onda de diversão e gargalhadas continua agora que o sucesso de bilheteira de mil milhões de dólares Lilo & Stitch chega finalmente ao Disney+ a 3 de setembro. Partilha esta comédia fora deste mundo com a tua ‘ohana’, a qualquer hora e em qualquer lugar, e desfruta de uma aventura inesquecível cheia de caos, charme e fofura”, pode ler-se no comunicado oficial da Disney.

A história de sempre, com nova cara

Apesar do visual atualizado e do elenco de carne e osso, a história mantém-se fiel ao espírito do filme original de 2002: Lilo, uma pequena havaiana rebelde e irrequieta, adota o que parece ser um animal de estimação adorável… que, afinal, é um perigoso extraterrestre foragido, criado em laboratório e caçado pelas autoridades intergalácticas.

É essa mistura de caos e ternura que tornou Lilo & Stitch num verdadeiro caso de culto. E apesar de não ter sido um êxito imediato aquando da sua estreia em 2002, o filme animado foi considerado uma das pérolas isoladas da Disney num período em que os gigantes da animação eram a Pixar e a DreamWorks (com o seu Shrek a dominar a época).

Cresceu com o tempo (e com o streaming)

Tal como Stitch, o sucesso deste franchise parecia imprevisível… até que começou a revelar todo o seu potencial. Ao longo dos anos, Lilo & Stitch deu origem a várias sequelas lançadas diretamente em vídeo, bem como a séries de televisão. Mas foi com o lançamento do Disney+ em 2019 que o filme ganhou nova vida: fontes da própria Disney admitem que a popularidade do original disparou, criando a base perfeita para esta adaptação em imagem real.

E para os fãs mais devotos, há mais boas notícias: o Disney+ irá também disponibilizar toda a colecção da franquia, incluindo os filmes e séries anteriores. Perfeito para uma maratona cheia de aloha. 🌺