Ninguém estava à espera disto: Sydney Sweeney continua em Portugal — e agora foi vista em Óbidos

A estrela de “Euphoria” não resiste ao encanto português 🇵🇹🍫

Depois de surpreender fãs ao aparecer em Lisboa e Sintra, Sydney Sweeney voltou a dar sinais de que está completamente rendida a Portugal. Desta vez, a actriz foi vista num cenário bem diferente — mas igualmente irresistível: o Festival Internacional de Chocolate de Óbidos.

A presença da estrela de Euphoria e The Handmaid’s Tale (conhecida em Portugal como A Criada) foi registada pela própria organização do evento, que partilhou imagens da actriz a explorar as impressionantes esculturas de chocolate.

E sim — parece que ficou tão fascinada quanto qualquer visitante.

Entre Einstein… e a Mona Lisa (feitos de chocolate)

O festival deste ano tem como tema “Arte” — e leva esse conceito muito a sério. Entre as obras em exposição, destacam-se recriações detalhadas de figuras históricas como Albert Einstein, bem como versões em chocolate de obras clássicas como a Mona Lisa de Leonardo da Vinci.

Há também um verdadeiro “museu” inteiramente esculpido em chocolate, com dezenas de peças que cruzam escultura, pintura e joalharia, tudo feito a partir do ingrediente mais doce do mundo.

Um cenário perfeito para qualquer visitante… e aparentemente também para uma estrela de Hollywood.

Uma visita que pode não ser apenas turismo

A presença de Sydney Sweeney em Portugal não parece ser coincidência. A actriz foi vista pela primeira vez no país a 27 de Fevereiro, tendo assistido a um jogo no Estádio de Alvalade, em Lisboa, ao lado de Leo Woodall.

Pouco depois, visitou o icónico Palácio da Pena, um dos locais mais emblemáticos do país — e agora surge em Óbidos.

Tudo indica que a sua estadia está ligada ao novo projecto cinematográfico Custom of the Country, uma produção da HBO Max realizada por Josie Rourke, baseada no romance clássico de Edith Wharton.

Portugal como cenário de cinema internacional

O filme irá acompanhar a ascensão social da protagonista Undine Spragg, interpretada por Sweeney, numa narrativa que atravessa várias cidades europeias durante a Belle Époque.

E Portugal desempenha aqui um papel importante.

Locais como Lisboa e Sintra foram escolhidos para recriar ambientes aristocráticos europeus, funcionando como cenário para uma história de luxo, ambição e transformação social.

A arquitectura histórica e a luz única do país continuam, assim, a atrair produções internacionais — e a colocar Portugal cada vez mais no mapa do cinema global.

Uma estrela que parece estar a gostar da experiência

Para já, não há confirmação oficial sobre o motivo exacto da presença prolongada de Sydney Sweeney em Portugal. Mas uma coisa é evidente: a actriz está a aproveitar.

Entre futebol, palácios históricos e festivais de chocolate, a visita já parece um pequeno roteiro turístico de luxo — com direito a alguns dos melhores cenários que o país tem para oferecer.

E se isto for apenas o início das filmagens… então ainda vamos ouvir falar muito mais de Portugal nos próximos meses

Uma despedida que deixa marca: elenco de Buffy homenageia Nicholas Brendon
Depois do Óscar, o próximo passo: David Borenstein já prepara novo documentário ambicioso
O fim está à vista: Vin Diesel fala do peso emocional do último “Velocidade Furiosa”

Uma despedida que deixa marca: elenco de Buffy homenageia Nicholas Brendon

O actor que deu vida a Xander Harris morreu aos 54 anos

O universo de Buffy the Vampire Slayer está de luto. Nicholas Brendon, conhecido por interpretar Xander Harris, morreu no passado dia 20 de Março, aos 54 anos.

A notícia abalou fãs e colegas de elenco, que rapidamente recorreram às redes sociais para prestar homenagem a um actor que marcou uma geração — não apenas pelo humor e humanidade da sua personagem, mas também pela ligação genuína que criou com quem com ele trabalhou.

Xander Harris: o herói improvável que conquistou todos

Durante sete temporadas, Nicholas Brendon deu vida a Xander Harris, o único membro “normal” do grupo liderado por Buffy — sem poderes, sem magia, mas com coragem, lealdade e um humor inconfundível.

Num universo de vampiros e demónios, Xander era o ponto de ligação com a realidade. E talvez por isso tenha sido uma das personagens mais queridas da série.

A sua importância foi reconhecida por Sarah Michelle Gellar, que recordou uma das falas mais marcantes da personagem para homenagear o colega: um discurso sobre ser “aquele que não é escolhido”, mas que vê tudo.

“Eu via-te, Nicky”, escreveu a actriz, numa mensagem carregada de emoção.

Mensagens que mostram uma ligação real

As reacções do elenco não foram meramente formais — foram profundamente pessoais.

Alyson Hannigan, que interpretava Willow, destacou os anos de amizade e momentos partilhados: “Obrigada pelas risadas, pelo amor… vou pensar em ti sempre.”

Emma Caulfield, que deu vida a Anya, partilhou um vídeo do actor e confessou não conseguir expressar por palavras o impacto da perda.

Já David Boreanaz, o eterno Angel, deixou uma das mensagens mais tocantes. Falou de Brendon como alguém verdadeiro, imperfeito mas genuíno — qualidades raras numa indústria muitas vezes superficial.

“Nem sempre podemos escolher quanto tempo alguém fica na história… apenas que esteve lá”, escreveu.

Muito mais do que uma personagem

Para muitos fãs, Nicholas Brendon será sempre Xander. Mas para quem trabalhou com ele, era muito mais do que isso.

As homenagens deixam claro que a sua presença ia além do ecrã — estava nos bastidores, nos momentos entre cenas, nas pequenas cumplicidades que constroem relações duradouras.

O legado de uma série… e de um actor

Buffy a Caça-Vampiros continua a ser uma das séries mais influentes da televisão, e parte desse legado deve-se ao equilíbrio entre o sobrenatural e o humano.

Xander Harris era esse lado humano.

E Nicholas Brendon foi quem lhe deu vida.

Hoje, fãs e colegas despedem-se de um actor que pode não ter sido “o escolhido” dentro da narrativa… mas que foi, sem dúvida, essencial para que ela funcionasse.

Depois do Óscar, o próximo passo: David Borenstein já prepara novo documentário ambicioso

O realizador de “Mr. Nobody Against Putin” não perdeu tempo — e já tem novo projecto em marcha

A vitória nos Óscares costuma ser um ponto de chegada. Para David Borenstein, foi apenas o início de um novo capítulo.

Poucos dias depois de conquistar a estatueta dourada com Mr Nobody Against Putin, o realizador norte-americano já está a trabalhar no seu próximo filme: Living in Our Heads, um projecto que promete continuar a explorar os limites do documentário contemporâneo.

E há uma certeza desde já — este novo trabalho será profundamente influenciado pela experiência que lhe valeu o reconhecimento da Academia.

Um método que veio para ficar

Um dos grandes ensinamentos de Mr Nobody Against Putin foi a importância da colaboração. Borenstein dividiu a realização com Pavel Talankin, uma escolha pouco convencional que acabou por se revelar decisiva para o sucesso do filme.

“Se me tivessem dito que iria co-realizar um filme com um professor russo de uma pequena cidade, não teria acreditado”, confessou o realizador. Mas foi precisamente essa parceria improvável que deu autenticidade e profundidade ao projecto.

Essa abordagem — abrir o processo criativo a vozes inesperadas — deverá continuar a marcar o seu próximo trabalho.

Um novo documentário… ainda envolto em mistério

Sobre Living in Our Heads, os detalhes são escassos. O projecto está a ser desenvolvido em colaboração com a produtora Helle Faber e a empresa Made in Copenhagen, com quem Borenstein já trabalhou anteriormente.

Ainda assim, há pistas interessantes. O realizador revelou estar particularmente interessado na forma como vivemos numa era saturada de imagens — onde tudo é registado, partilhado e reinterpretado constantemente.

Essa ideia foi também explorada por outros documentários recentes que o inspiraram, como obras de cineastas contemporâneos que têm vindo a redefinir o género.

O impacto do Óscar — e os novos desafios

Ganhar um Óscar muda tudo — e não apenas em termos de visibilidade.

Segundo Helle Faber, o interesse da indústria no novo projecto aumentou significativamente após a vitória. “Quando temos o projecto certo, todos querem participar. E agora, com este reconhecimento, ainda mais”, afirmou.

Mas essa exposição traz também desafios.

Borenstein admite que parte do seu método sempre dependeu de alguma invisibilidade — de conseguir aceder a ambientes e pessoas sem grande atenção mediática. Com o estatuto reforçado, esse equilíbrio poderá tornar-se mais difícil.

Uma ligação forte à televisão pública

Enquanto desenvolve o novo filme, Borenstein prepara também uma colaboração com a PBS, uma das instituições mais importantes da televisão pública norte-americana.

O realizador destacou a importância deste tipo de projectos, sublinhando o seu impacto educativo e o alcance junto de audiências mais jovens. A colaboração inclui o regresso ao programa científico Nova, onde já trabalhou anteriormente.

Num contexto em que o financiamento e o papel da televisão pública têm sido alvo de debate, Borenstein mostrou-se empenhado em apoiar este tipo de iniciativas.

O futuro do documentário passa por aqui?

Com Living in Our Heads, David Borenstein parece querer dar continuidade a uma abordagem mais contemporânea e experimental do documentário — onde a realidade não é apenas observada, mas também interpretada através de múltiplas perspectivas.

Depois de um Óscar, as expectativas são inevitavelmente altas.

Mas se há algo que a sua carreira recente demonstra, é que os caminhos menos óbvios podem levar aos resultados mais surpreendentes.

E tudo indica que este será mais um desses casos.


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Contagem de palavras: 722

O fim está à vista: Vin Diesel fala do peso emocional do último “Velocidade Furiosa”

A saga que marcou gerações prepara-se para a despedida

Durante mais de duas décadas, a saga Fast & Furious tornou-se um dos pilares do cinema de acção moderno. Agora, aproxima-se o momento inevitável: o final.

Vin Diesel recorreu recentemente às redes sociais para prestar homenagem à longa jornada da franquia — e, ao mesmo tempo, lançar pistas sobre aquilo que será o último capítulo, com estreia prevista para 17 de Março de 2028.

E pelas suas palavras, uma coisa é clara: este não será apenas mais um filme.

“Há um peso especial em fazer um final”

No longo texto partilhado, Diesel reflecte sobre os 25 anos da saga, sublinhando o esforço colectivo que permitiu manter viva uma das franquias mais duradouras de Hollywood.

“Há um peso particular em entregar um final”, escreveu o actor, destacando o sentido de responsabilidade para com todos os envolvidos — desde a equipa técnica aos fãs que acompanharam a história desde o início.

Mais do que encerrar uma narrativa, trata-se de honrar um legado.

Um regresso às origens… para fechar o círculo

Um dos elementos mais interessantes revelados por Diesel é o regresso a Los Angeles, cidade onde tudo começou com o primeiro filme em 2001.

A decisão não é apenas simbólica — é quase emocional.

Segundo o actor, voltar às ruas que deram vida à saga é essencial para garantir um final autêntico, que respeite as raízes da história: corridas ilegais, cultura automóvel e a sensação de família que sempre definiu a franquia.

Depois de anos marcados por sequências cada vez mais grandiosas, o último capítulo poderá apostar numa abordagem mais próxima das origens.

Novo argumentista, nova energia

Michael Lesslie foi confirmado como o mais recente reforço da equipa criativa. Conhecido por trabalhos como The Hunger Games: The Ballad of Songbirds & Snakes, o argumentista chega com a missão de dar os últimos retoques à história final.

Diesel mostrou-se entusiasmado com a colaboração, sugerindo que o novo capítulo terá uma narrativa com “algo real a bater no seu interior” — uma promessa de maior profundidade emocional, para lá da habitual adrenalina.

Um final que tem de responder a muitas perguntas

O próximo filme surge como continuação directa de Fast X, que deixou várias histórias em aberto e o destino de várias personagens em suspenso.

Com tantos arcos narrativos por fechar, a expectativa é enorme. Como terminar uma saga que cresceu exponencialmente ao longo dos anos? Como equilibrar espectáculo e emoção? Como dizer adeus a personagens que marcaram gerações?

São perguntas que tornam este final particularmente desafiante.

Muito mais do que carros e velocidade

Ao longo dos anos, Velocidade Furiosa deixou de ser apenas sobre corridas. Tornou-se uma história sobre família, lealdade e união — temas que Vin Diesel faz questão de destacar.

No final do seu texto, o actor reforça uma ideia central: nenhum destes filmes foi feito sozinho. A saga é o resultado de um esforço colectivo, de uma equipa que construiu algo maior do que qualquer indivíduo.

E talvez seja isso que torna este último capítulo tão importante.

A despedida de uma era

Ainda faltam dois anos para a estreia, mas o sentimento já está no ar: estamos a aproximar-nos do fim de uma das sagas mais populares da história recente do cinema.

E se há algo que Vin Diesel parece determinado a garantir, é isto:

Que o final seja digno de tudo o que veio antes

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Um diagnóstico, duas despedidas e uma luta silenciosa: Amanda Peet revela batalha contra o cancro

A actriz partilha um dos momentos mais difíceis da sua vida

A actriz Amanda Peet revelou que foi diagnosticada com cancro da mama, numa confissão profundamente pessoal publicada na revista The New Yorker. O texto, intitulado My Season of Ativan, expõe não só o impacto do diagnóstico, mas também um período emocionalmente devastador, marcado pela doença e morte dos seus pais.

Entre nós, Amanda Peet tornou-se particularmente conhecida pelas suas participações em Seinfeld, Law & Order e no filme Syriana, construindo ao longo dos anos uma carreira sólida entre televisão e cinema.

Conhecida também por filmes como Something’s Gotta Give e pela série The Chair, Peet descreve agora uma fase da sua vida onde várias crises se cruzaram, obrigando-a a lidar simultaneamente com a sua própria fragilidade e a despedida de quem lhe era mais próximo.

Um momento aparentemente rotineiro que mudou tudo

Tudo começou com um exame de rotina. Amanda Peet fazia consultas regulares com um cirurgião mamário, mas desta vez algo foi diferente.

Durante a ecografia, o silêncio da médica foi o primeiro sinal de alerta. Seguiu-se uma biópsia — e a percepção de que algo não estava bem.

Pouco depois, a confirmação: um pequeno tumor.

A actriz descreve o processo como uma sucessão lenta de revelações, onde cada novo exame trazia mais ansiedade. “Os diagnósticos de cancro chegam em gotas”, escreveu, ilustrando a forma como o medo se instala gradualmente.

Entre o medo e o alívio

Ao lado do marido, David Benioff, conhecido por ser um dos criadores de Game of Thrones, Peet enfrentou dias de espera angustiante pelos resultados.

Quando recebeu a notícia de que o tumor apresentava características mais tratáveis — sendo positivo para receptores hormonais e negativo para HER2 — o alívio foi imediato, quase eufórico.

Mas essa sensação durou pouco.

A necessidade de novos exames, incluindo uma ressonância magnética, trouxe de volta o medo. E como se não bastasse, foi detectada uma segunda massa, obrigando a mais testes e prolongando a incerteza.

Um tratamento difícil… mas com boas notícias

Felizmente, a segunda massa revelou-se benigna. O diagnóstico final foi cancro da mama em estágio I, sem propagação para os gânglios linfáticos — um cenário mais favorável.

O tratamento passou por uma cirurgia conservadora (lumpectomia) e radioterapia, evitando procedimentos mais agressivos como quimioterapia ou mastectomia.

Ainda assim, o processo não foi fácil. A actriz descreve a radioterapia com uma honestidade desarmante, incluindo os efeitos físicos dolorosos nas fases finais do tratamento.

Apesar de tudo, no início deste ano recebeu uma notícia fundamental: exames limpos.

Uma dor que vai além da doença

Se a luta contra o cancro já seria, por si só, um enorme desafio, o contexto pessoal tornou tudo ainda mais pesado.

Durante este período, Amanda Peet acompanhou os seus pais em cuidados paliativos, em lados opostos dos Estados Unidos. Após a morte do pai, teve ainda de preparar a despedida da mãe, vivendo momentos de grande intensidade emocional.

No texto, recorda os últimos instantes com a mãe com uma delicadeza tocante, sublinhando a comunicação silenciosa que partilharam quando as palavras já não eram necessárias.

Um testemunho de vulnerabilidade e força

O ensaio de Amanda Peet não é apenas um relato médico — é uma reflexão sobre a fragilidade da vida, a resistência emocional e a forma como diferentes perdas se entrelaçam.

Sem dramatismos excessivos, mas com uma honestidade rara, a actriz oferece um testemunho poderoso sobre o que significa enfrentar o desconhecido, lidar com o medo e continuar.

Num mundo onde as histórias de celebridades são muitas vezes superficiais, este é um raro momento de verdade.

E talvez por isso seja tão impactante.

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Mais sangue, mais loucura e… um lança-foguetes: Ready or Not 2 promete subir a fasquia

O regresso de um culto do terror vem com reforços de peso

Seis anos depois do sucesso inesperado de Ready or Not, o regresso está finalmente a caminho — e promete ser ainda mais caótico, violento e divertido. Ready or Not 2: Here I Come volta a juntar os realizadores Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett, os nomes por detrás de alguns dos títulos mais interessantes do terror recente.

E há uma novidade que está a entusiasmar os fãs: Sarah Michelle Gellar entra no elenco… e traz consigo todo o seu legado de caçadora de monstros.

Uma nova caça — e desta vez ninguém está a salvo

No centro da história está novamente Samara Weaving, a icónica “final girl” do primeiro filme, que regressa para enfrentar um novo jogo mortal. Desta vez, não está sozinha: junta-se-lhe a sua irmã, interpretada por Kathryn Newton.

As duas acabam perseguidas por uma elite sedenta de sangue, numa nova versão ainda mais brutal do jogo de “escondidas” que marcou o filme original.

Mas há um detalhe que muda tudo: entre os caçadores está a personagem de Sarah Michelle Gellar, uma presença que promete elevar o nível de perigo… e de nostalgia.

Quando Buffy entra em cena… as armas deixam de ser suficientes

Durante uma sessão especial com fãs, os realizadores revelaram um dos maiores desafios do filme: encontrar armas que Gellar nunca tivesse usado.

Sim, leste bem.

A actriz, eternamente associada a Buffy the Vampire Slayer, já tinha praticamente esgotado todo o arsenal possível ao longo da sua carreira. Cada nova ideia era imediatamente reconhecida por ela.

“Demos-lhe uma besta… e ela disse: ‘Buffy já usou uma besta’”, contaram os realizadores. A solução? Subir a fasquia.

Resultado: Ready or Not 2 vai incluir um lança-foguetes.

E, claro, Gellar também já tinha usado um.

Um elenco de luxo… coberto de sangue

Além de Gellar, o filme junta um conjunto impressionante de nomes. Os realizadores, que já trabalharam com Courteney Cox e Neve Campbell na saga Scream, continuam a construir um verdadeiro “who’s who” do género.

Desta vez, juntam-se também David Cronenberg e Elijah Wood, reforçando o lado mais inesperado e irreverente do projecto.

Segundo Tyler Gillett, trabalhar com estes nomes tem sido uma experiência surpreendentemente positiva: “Só temos conhecido os nossos heróis… e todos têm sido incríveis.”

Mesmo quando acabam cobertos de sangue.

Um dos regressos mais aguardados do terror moderno

O primeiro Ready or Not tornou-se um fenómeno de culto graças à sua mistura de humor negro, violência estilizada e crítica social. A sequela parece querer pegar nessa fórmula… e levá-la ainda mais longe.

Com mais acção, mais gore e um elenco ainda mais ambicioso, Ready or Not 2: Here I Come posiciona-se como um dos filmes de terror mais aguardados dos próximos tempos.

E se há algo que já ficou claro, é isto:

Neste jogo… ninguém joga limpo.

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A polémica que está a abalar Hogwarts: novo Snape recebe ameaças de morte

Paapa Essiedu fala pela primeira vez sobre a reacção extrema ao seu casting

A nova série de Harry Potter ainda nem estreou… e já está envolta em polémica. O actor Paapa Essiedu, escolhido para interpretar o icónico Professor Snape, revelou ter recebido ameaças de morte motivadas por reacções negativas ao seu casting.

Numa entrevista recente ao The Sunday Times, o actor foi directo: “Disseram-me ‘desiste ou eu mato-te’.” Uma frase que, por si só, revela o nível extremo de hostilidade que tem enfrentado desde que foi anunciado para o papel.

E não se trata de casos isolados.

Quando o fandom ultrapassa todos os limites

Segundo Essiedu, basta abrir redes sociais como o Instagram para encontrar mensagens com ameaças explícitas. Comentários que vão muito além da crítica e entram num território perigoso e inaceitável.

A controvérsia está ligada, em grande parte, à substituição de Alan Rickman, cuja interpretação de Snape nos filmes originais é considerada por muitos fãs como definitiva.

No entanto, o actor sublinha um ponto essencial: ninguém deveria ser alvo de ameaças por aceitar um papel.

“Estou a interpretar um feiticeiro em Harry Potter”, disse, lembrando o absurdo da situação. Ainda assim, admitiu que o impacto emocional é real — e impossível de ignorar.

Um novo Snape para uma nova geração

A escolha de Paapa Essiedu faz parte de uma abordagem mais ampla para reinventar o universo de Harry Potter para uma nova geração. A série, prevista para estrear na HBO Max em 2027, contará com um elenco praticamente renovado.

Dominic McLaughlin será o novo Harry, enquanto Arabella Stanton interpretará Hermione e Alastair Stout dará vida a Ron.

Neste contexto, a reinterpretação de personagens clássicas é inevitável — e, para muitos, necessária.

Essiedu, conhecido por trabalhos em Black Mirror e I May Destroy You, encara o desafio com determinação. Aliás, revelou que as críticas, por mais duras que sejam, acabam por funcionar como combustível.

Representação e responsabilidade

Um dos pontos mais interessantes das declarações do actor é a forma como liga este papel à sua própria infância. Essiedu recorda-se de crescer a ler os livros de J.K. Rowling e de imaginar-se naquele mundo.

Agora, tem a oportunidade de oferecer essa mesma sensação a uma nova geração de espectadores — incluindo aqueles que, como ele, talvez nunca se tenham visto representados naquele universo.

“Se uma criança se conseguir ver em Hogwarts por minha causa, isso já vale a pena”, sugere implicitamente o seu discurso.

Um compromisso de uma década

O projecto não é apenas mais um papel. Essiedu assinou um contrato de dez anos com a produção, o que significa que a sua vida ficará profundamente ligada a este universo durante a próxima década.

“Vou ter 45 anos quando isto terminar”, afirmou, reconhecendo o impacto que esta decisão terá na sua vida pessoal e profissional.

Entre a paixão e a toxicidade

Este episódio levanta uma questão cada vez mais актуal em Hollywood: até que ponto o entusiasmo dos fãs pode transformar-se em toxicidade?

O universo de Harry Potter sempre foi marcado por uma comunidade apaixonada. Mas casos como este mostram que essa paixão pode, por vezes, ultrapassar limites perigosos.

Para já, Paapa Essiedu mantém-se firme.

E talvez seja precisamente isso que Snape faria

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