Saiba Qual a Comédia Que Pior Envelheceu Segundo a Ciência — E Já Foi Um Sucesso de Bilheteira! 🎬📉

Estudo revela qual o filme que sofreu a maior queda de avaliação entre os espectadores nas últimas décadas

Alguns filmes de comédia resistem ao tempo com charme e graça, enquanto outros… nem por isso. De acordo com uma análise recente da plataforma Stat Significant, que examinou dados do MovieLens, O Professor Chanfrado (1996), protagonizado por Eddie Murphy, é a comédia que mais mal envelheceu nas últimas três décadas. O estudo identificou uma queda de 19,3% nas avaliações do público entre 1995 e 2023, indicando uma mudança significativa na recepção do filme ao longo do tempo. 

De sucesso de bilheteira a alvo de críticas

Na época do seu lançamento, O Professor Chanfrado foi um sucesso comercial e recebeu críticas positivas. Murphy interpretou múltiplos personagens, incluindo o protagonista Sherman Klump e o seu alter ego, Buddy Love. No entanto, com o passar dos anos, o humor baseado em estereótipos de peso e o comportamento misógino de Buddy Love tornaram-se pontos de crítica, refletindo uma mudança nas sensibilidades humorísticas do público. 

A evolução do humor e a percepção contemporânea

O declínio na popularidade de O Professor Chanfrado destaca como o humor pode ser sensível ao contexto cultural e temporal. O que foi considerado engraçado em 1996 pode agora ser visto como insensível ou ofensivo. Este fenómeno não é exclusivo deste filme; outras comédias também enfrentam reavaliações à medida que os valores sociais evoluem.

A importância da reflexão crítica no cinema

Este caso sublinha a importância de reavaliar obras culturais à luz de novos entendimentos sociais. Embora O Professor Chanfrado tenha sido um marco na carreira de Eddie Murphy, é essencial reconhecer e discutir os elementos que hoje são problemáticos, promovendo um consumo de mídia mais consciente e informado. 

“The Hunt for Gollum”: O Regresso à Terra Média com Andy Serkis ao Leme 🎬🧙‍♂️

Um novo capítulo da saga de Tolkien chega aos cinemas em dezembro de 2027, com Serkis a dirigir e a interpretar novamente o icónico Gollum

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A Terra Média volta a chamar-nos! A Warner Bros. anunciou oficialmente que The Lord of the Rings: The Hunt for Gollum chegará às salas de cinema a 17 de dezembro de 2027. Este novo filme marca o regresso de Andy Serkis ao papel de Gollum, mas desta vez também como realizador, numa história que promete explorar territórios ainda pouco visitados do universo de J.R.R. Tolkien. 

Entre Bilbo e Moria: Uma História por Contar

Situado cronologicamente entre a festa de aniversário de Bilbo e a entrada da Irmandade nas Minas de Moria, o enredo de The Hunt for Gollum foca-se na busca de Gandalf e Aragorn por Gollum, numa tentativa de impedir que este revele a Sauron a localização do Um Anel. Este período, que decorre ao longo de cerca de 17 anos, é mencionado nos apêndices de O Senhor dos Anéis e oferece uma oportunidade única para aprofundar personagens e eventos que até agora permaneceram nas entrelinhas da narrativa principal. 

A Equipa dos Sonhos Reunida

Para além de Serkis, o projeto conta com o regresso de nomes bem conhecidos dos fãs da trilogia original: Peter Jackson, Fran Walsh e Philippa Boyens estão a bordo como produtores, garantindo que a visão de Tolkien será tratada com o mesmo cuidado e respeito que caracterizou os filmes anteriores. O argumento está a ser desenvolvido por Walsh, Boyens, Phoebe Gittins e Arty Papageorgiou, prometendo uma história rica e envolvente. 

Elenco por Revelar… com Possíveis Surpresas

Embora o elenco completo ainda não tenha sido anunciado, há rumores de que Viggo Mortensen (Aragorn) e Ian McKellen (Gandalf) possam regressar aos seus papéis, caso o guião o justifique. Dado que a história se desenrola num período anterior aos eventos principais da trilogia, é possível que vejamos versões mais jovens de algumas personagens, o que levanta a questão: teremos novos atores ou tecnologia de rejuvenescimento digital? 

Um Presente de Natal para os Fãs

A escolha da data de estreia para dezembro de 2027 não é coincidência. Tal como os filmes anteriores da saga, que se tornaram tradições natalícias para muitos fãs, The Hunt for Gollum pretende continuar essa tradição, oferecendo uma nova aventura épica para aquecer os corações durante a época festiva.

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Saiba qual é o Filme Favorito dos Britânicos sobre a Segunda Guerra Mundial 🇬🇧🎬

Uma nova sondagem revela que o épico de 2017 ultrapassou clássicos como O Resgate do Soldado Ryan e A Grande Evasão na preferência do público do Reino Unido

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Se pensavas que os britânicos continuavam fiéis aos seus clássicos de domingo à tarde, como A Grande Evasão ou Os Canhões de Navarone, pensa novamente. Uma nova sondagem realizada pela Deltapoll, encomendada pelo podcast War Movie Theatre, revelou que Dunkirk, o filme de 2017 realizado por Christopher Nolan, é agora o filme favorito do Reino Unido sobre a Segunda Guerra Mundial. 

O filme de Nolan, que retrata a evacuação das tropas aliadas da praia de Dunquerque, superou O Resgate do Soldado Ryan (1998) e A Grande Evasão (1963), que ficaram em segundo e terceiro lugar, respetivamente. A lista dos dez filmes mais votados inclui ainda títulos como Os Malditos Heróis de TelemarkA Batalha de InglaterraO Mais Longo dos DiasUma Ponte Longe DemaisPearl HarborA Lista de Schindler e A Ponte do Rio Kwai

A preferência por histórias baseadas em factos reais

Segundo Rob Hutton, jornalista e historiador que apresenta o podcast War Movie Theatre, esta mudança nas preferências do público pode estar relacionada com uma maior valorização de filmes baseados em eventos históricos reais. “Filmes como Os Canhões de Navarone e O Águia Pousou são antigos e parecem antigos, e não têm a vantagem de se poder dizer ‘Isto aconteceu mesmo’”, afirmou Hutton. 

Esta tendência reflete-se na lista dos filmes mais votados, onde a maioria das escolhas são baseadas em factos históricos, como DunkirkO Resgate do Soldado RyanA Lista de Schindler e A Ponte do Rio Kwai

Críticas à escolha de “Dunkirk”

Apesar do sucesso junto do público, Dunkirk não escapou a críticas. O crítico de cinema Kevin Maher, do The Times, considerou que o filme tem personagens pouco desenvolvidas e falta de profundidade narrativa em comparação com outras representações do mesmo evento. Maher argumenta que filmes como The Zone of Interest e The Painted Birdoferecem uma representação mais autêntica do trauma da guerra. 

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Uma nova geração de filmes de guerra?

A ascensão de Dunkirk ao topo da lista pode indicar uma mudança nas preferências do público britânico, com uma maior valorização de filmes que oferecem uma representação mais realista e histórica da Segunda Guerra Mundial. No entanto, como observa Joe Twyman, o responsável pela sondagem, o sucesso de Dunkirk também pode ser atribuído ao facto de ser um filme recente e acessível, que não exige um conhecimento prévio aprofundado sobre a guerra para ser apreciado. 


Ted Está de Volta! E Traz a Voz do Mark Wahlberg na Bagagem 🧸🍻

A nova série de animação do urso mais malcriado do cinema vai juntar-se ao elenco original dos filmes — e promete muita parvoíce de qualidade

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Preparem a cerveja, escondam os bongos e avisem os vizinhos: o Ted está de volta! 🎉 O urso de peluche com a boca mais suja da televisão vai regressar numa série de animação — e sim, há boas notícias para os fãs mais nostálgicos. Segundo confirmou o criador Seth MacFarlane, a nova temporada vai contar com o regresso de várias vozes conhecidas dos filmes, incluindo… Mark Wahlberg! Ou melhor, uma versão animada de Wahlberg. Mas vamos por partes.

Um regresso com cheiro a nostalgia e… charros

A série, lançada este ano na plataforma Peacock, funciona como uma prequela dos dois filmes de sucesso (Ted de 2012 e Ted 2 de 2015), explorando os tempos de adolescência de John Bennett (interpretado originalmente por Wahlberg) e a amizade com o seu urso falante que, apesar do aspecto fofo, tem o vocabulário de um camionista e os hábitos de um universitário em semana de praxes.

A primeira temporada teve sete episódios e funcionou como uma espécie de origem mitológica do ursinho rebelde. Agora, a Peacock confirmou uma nova temporada — e MacFarlane, que dá voz ao Ted (e também é o cérebro por trás de Family Guy e American Dad!), revelou que esta nova fornada de episódios vai trazer de volta personagens dos filmes originais.

Mark Wahlberg de volta? Sim… e não

Embora ainda não esteja confirmada a participação direta de Mark Wahlberg na dobragem, MacFarlane prometeu que “alguns actores dos filmes vão regressar”, deixando no ar a possibilidade de Wahlberg pelo menos emprestar a sua voz em algum momento. Também Mila Kunis poderá voltar a surgir — tudo depende de como a narrativa irá ligar os pontos entre a série animada e os filmes em imagem real.

Uma coisa é certa: a equipa criativa quer mesmo construir uma ponte sólida entre o universo televisivo e o cinematográfico. “Estamos a preparar terreno para algo muito divertido. A ideia é fazer com que os fãs sintam que isto é o mesmo universo, apenas com mais liberdade para a loucura animada”, disse MacFarlane.

Ted, o herói que ninguém pediu… mas todos adoram

Criado originalmente como uma sátira absurda ao clássico conto do brinquedo mágico, Ted rapidamente se tornou um fenómeno cultural. Mistura de comédia adulta, amizade improvável e gags passados dos limites, o filme foi um sucesso imediato — e a sequela, apesar de menos fresca, manteve o tom irreverente.

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A série animada vem prolongar esse legado, oferecendo aos fãs mais episódios cheios de referências pop, piadas politicamente incorretas e momentos de puro delírio à la MacFarlane. E agora, com o reforço de vozes conhecidas, a fasquia subiu. Resta saber se os criadores vão conseguir equilibrar a nostalgia com inovação ou se estaremos apenas a assistir ao urso a repetir piadas de há dez anos. Mas uma coisa é certa: vai ser divertido.

“Nonna’s”: A Nova Comédia da Netflix Que Derrete o Coração (e Pede um Prato de Massa 🍝❤️)

Vince Vaughn troca o sarcasmo pelas emoções numa história com avós que são um verdadeiro prato cheio de alma

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Pode preparar os guardanapos — não só para limpar os olhos, mas também a boca. 🍝 Nonna’s, o novo filme da Netflix protagonizado por Vince Vaughn, chega como uma surpresa doce e calorosa no meio de tanta oferta esquecível da plataforma. Sim, estamos a falar de uma comédia sentimental sobre… avós italianas. E acreditem: funciona.

Realizado por Stephen Chbosky (o mesmo de As Vantagens de Ser Invisível e Querido Evan Hansen), o filme junta uma dose generosa de humor, nostalgia e molho de tomate. Mas o ingrediente secreto? A alma. E não, não estamos a exagerar.

Vince Vaughn, o homem improvável da emoção

Conhecido pelas suas personagens cínicas e desbocadas em comédias como Old School ou Wedding Crashers, Vaughn assume aqui um papel mais contido — mas igualmente carismático — como Joe, um homem de meia-idade em crise que, após perder o emprego e se sentir à deriva, decide abrir um restaurante italiano… com um grupo de nonnas reformadas. Sim, é tão inesperado como parece.

E é precisamente neste contraste entre o caos da sua vida e a sabedoria tranquila das nonnas que o filme brilha. Joe não está à procura apenas de uma nova carreira: está à procura de propósito, de calor humano, de uma família escolhida — e encontra tudo isso entre receitas, risos e muito amor de avó.

Um elenco de luxo com senhoras de respeito

O verdadeiro trunfo de Nonna’s é o seu elenco feminino sénior. As nonnas, interpretadas por actrizes como Barbara Barrie, Linda Lavin e June Squibb, não são meros acessórios na jornada do protagonista — são as donas do filme. Cada uma com o seu temperamento, as suas histórias e os seus pratos especiais, criam um mosaico de experiências que nos faz rir e, inevitavelmente, emocionar.

A dinâmica entre elas é deliciosa — ora se picam com ironias típicas de quem já não tem paciência para rodeios, ora se protegem como uma matilha adorável de velhotas mafiosas. E tudo isto com uma naturalidade que raramente vemos em filmes sobre a terceira idade.

Uma história reconfortante… mas sem ser xaroposa

Apesar do tema ser claramente feito para tocar o coração, Nonna’s evita a tentação da lágrima fácil. O argumento, com um equilíbrio admirável entre leveza e profundidade, nunca força as emoções. Em vez disso, deixa-as vir naturalmente — através dos pequenos gestos, das memórias partilhadas e, claro, da comida.

Stephen Chbosky, que já demonstrou talento em contar histórias sensíveis com alma, volta aqui a mostrar que é possível falar de amor, perda, envelhecimento e família sem cair no cliché. O resultado é um filme que se vê com um sorriso, que nos faz querer telefonar à avó (ou ir a correr aprender a fazer lasanha).

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Netflix, fizeste uma boa!

Num catálogo cada vez mais sobrecarregado de thrillers genéricos, comédias sem graça e dramas pretensiosos, Nonna’sdestaca-se como um filme honesto, bem escrito e executado com carinho. Não vai revolucionar o cinema, mas também não quer. Quer apenas aquecer-lhe o coração — e isso, meus amigos, já é um belo serviço.

Megalopolis Só no Grande Ecrã: Coppola Diz “Não” ao Streaming nos EUA! 🎥🚫📱

O lendário realizador quer que o seu épico futurista seja vivido como um verdadeiro evento cinematográfico — e não visto no telemóvel, entre um scroll e outro

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Francis Ford Coppola, o mestre por detrás de O Padrinho e Apocalypse Now, voltou a mostrar que continua a remar contra a maré. O seu novo filme, Megalopolis, vai estrear mundialmente no Festival de Cannes, mas o realizador já avisou: nos Estados Unidos, não haverá streaming. Nem Netflix, nem Prime, nem HBO — o único lugar onde os americanos poderão ver o filme será… nas salas de cinema.

Num mundo onde tudo é “on demand”, Coppola decidiu pôr o pé no chão. “Este filme é para ser vivido, não apenas assistido”, disse. E com isto, junta-se a um pequeno mas resistente grupo de cineastas que ainda acreditam que o cinema, enquanto experiência colectiva e sensorial, não pode ser substituído por uma TV no quarto.

Um épico financiado do próprio bolso 💰

Megalopolis é um projecto pessoal que Coppola acalentava há mais de quatro décadas. Quando finalmente decidiu avançar, não quis saber de Hollywood nem de grandes estúdios: investiu mais de 120 milhões de dólares do seu próprio dinheiro para fazer o filme exactamente como queria. Resultado? Um épico futurista, ambicioso e visualmente ousado, com Adam Driver, Giancarlo Esposito, Nathalie Emmanuel, Aubrey Plaza e Forest Whitaker nos papéis principais.

O filme será apresentado em competição em Cannes, e as primeiras imagens sugerem algo entre Metropolis e Blade Runner, mas com o toque inconfundível de Coppola: política, paixão e grandiosidade.

“Não fiz isto para ser visto no telemóvel”

O realizador deixou claro que a sua decisão de manter Megalopolis longe do streaming nos EUA não é apenas uma questão de distribuição — é uma posição artística e filosófica. “As salas de cinema estão a desaparecer, e os estúdios perderam o respeito pelo cinema enquanto arte. Eu não fiz este filme para ser visto no telemóvel, nem para estar perdido no meio de um catálogo algorítmico.”

A distribuidora americana ainda não foi anunciada, mas Coppola está disposto a esperar por parceiros que valorizem a experiência cinematográfica. Em França, o filme já tem distribuição assegurada pela Le Pacte, e em Portugal é provável que também tenha estreia em sala — embora a data ainda não esteja confirmada.

Uma provocação ou um gesto heróico?

Enquanto uns acusam Coppola de estar desligado da realidade, outros vêem neste gesto uma verdadeira declaração de amor ao cinema. Numa altura em que até grandes estreias chegam ao streaming em simultâneo com as salas, Coppola quer fazer de Megalopolis um acontecimento, um regresso ao tempo em que ver um filme no cinema era uma escolha consciente e envolvente.

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Com 85 anos e uma carreira imortal, Coppola não tem nada a provar. Mas talvez tenha ainda algo a ensinar — sobretudo a uma indústria cada vez mais refém do imediato. Se Megalopolis será ou não um sucesso, logo se verá. Mas pelo menos, já é o filme que se recusa a encolher para caber num ecrã de bolso.

“A Velha Guarda 2” Chegou com Trailer Explosivo: Charlize Theron vs Uma Thurman 💥🔥

O regresso das mercenárias imortais promete sangue, pancadaria e um confronto de titãs no feminino

Preparem-se para mais ossos partidos e balas a voar: A Velha Guarda 2 (The Old Guard 2) já tem trailer — e tudo indica que vem aí um dos filmes de acção mais aguardados da Netflix em 2025. Charlize Theron regressa como Andy, a imortal de poucas palavras e muitos murros, mas desta vez o grande destaque vai para a nova vilã da história: Uma Thurman. Sim, leram bem. A Noiva de Kill Bill agora está do lado negro da força — e nós estamos aqui para isso.

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Immortais, mas não imunes a problemas…

Na primeira parte, lançada em 2020, acompanhámos um grupo de mercenários com a peculiar habilidade de não morrerem. Literalmente. Séculos de batalhas, cicatrizes e conflitos internos não lhes roubaram a vida — mas deixaram marcas profundas. E se pensavam que a história tinha fechado em tom de redenção, desenganem-se: A Velha Guarda 2traz novas ameaças, traições antigas e, claro, combates com coreografias de fazer inveja a qualquer John Wick.

A realização passou para Victoria Mahoney (a primeira mulher negra a realizar um Star Wars, ainda que em segunda unidade), e a argumentista original, Gina Prince-Bythewood, continua como produtora. O elenco mantém-se de luxo: KiKi Layne, Matthias Schoenaerts, Marwan Kenzari e Luca Marinelli também regressam. Mas é a chegada de Uma Thurman que faz disparar as expectativas.

Charlize vs Uma: já temos favorita?

Charlize Theron provou em Atomic Blonde que é uma força da natureza no cinema de acção. Já Uma Thurman marcou para sempre o género com o seu papel icónico em Kill Bill. Agora, estas duas gigantes vão cruzar espadas — ou metralhadoras — num duelo que promete ser o ponto alto do filme.

O trailer mostra o essencial: cenas de acção estilizadas, diálogos carregados de tensão, viagens por meio mundo e uma aura de mitologia à mistura. Há rumores de que a personagem de Thurman terá ligações profundas ao passado de Andy, tornando o confronto mais pessoal do que alguma vez imaginámos.

Netflix quer blockbuster… e nós também

A Velha Guarda foi um dos grandes sucessos da Netflix em plena pandemia. E a sequela, com maior orçamento e um elenco reforçado, vem para cimentar a saga como uma das franquias de acção mais bem-sucedidas da plataforma. Numa altura em que os estúdios apostam em sagas juvenis e super-heróis cansados, esta proposta adulta, brutal e com personagens femininas complexas é mais do que bem-vinda.

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Ainda não há data exacta para a estreia, mas o filme deverá chegar à Netflix no final de 2025. Até lá, vamos ver o trailer em loop e preparar-nos para um combate que promete entrar directamente para o panteão das grandes rivalidades do cinema de acção.

Minecraft: O Filme Lidera as Bilheteiras e Abril Bate Recordes nas Salas de Cinema Portuguesas 🧱🎬

Com mais de um milhão de espectadores em abril, as salas de cinema em Portugal vivem o seu melhor momento desde antes da pandemia — e um certo jogo de blocos tem grande parte da culpa

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Parece que os blocos não servem só para construir casas digitais — também ajudam a construir recordes de bilheteira. Minecraft: O Filme, a adaptação cinematográfica do fenómeno mundial dos videojogos, foi o filme mais visto em Portugal durante o mês de abril, puxando o público para as salas e ajudando o país a ultrapassar a fasquia simbólica de 1 milhão de espectadores mensais pela primeira vez desde o fim da pandemia.

Segundo os dados do Instituto do Cinema e do Audiovisual (ICA), abril de 2025 foi o mês com maior afluência às salas de cinema desde dezembro de 2019, com 1,03 milhões de bilhetes vendidos. Um crescimento de cerca de 20% face ao mês anterior, e um sinal claro de que o cinema está, finalmente, a reconquistar o seu público — com a ajuda de creepers, cubos e muita nostalgia pixelizada.

Um filme quadrado… mas com impacto redondo

Lançado a 4 de abril, Minecraft: O Filme somou mais de 300 mil espectadores só no primeiro mês de exibição, dominando facilmente o top de bilheteiras. O filme, que mistura live-action e animação, conta com Jason Momoa e Jack Black nos papéis principais — um empurrão de peso para convencer miúdos e graúdos a sair de casa.

Embora a crítica esteja dividida, o público respondeu com entusiasmo. A base de fãs do jogo (que é um dos mais vendidos de sempre) mostrou que está viva e bem activa — e que ainda há espaço para adaptações bem-sucedidas, mesmo quando o material original não tem propriamente uma narrativa clássica.

Abril foi mês de colossos

Para além de Minecraft, outros títulos contribuíram para o excelente desempenho de abril. Entre eles, Ghostbusters: Apocalipse de GeloGodzilla x Kong: O Novo ImpérioGuerra Civil de Alex Garland, e ainda o filme português Palácio do Cidadão, de Rui Pires. A diversidade de géneros, públicos e propostas foi um dos segredos para este sucesso, mostrando que há (finalmente) uma oferta cinematográfica capaz de competir com o sofá e o streaming.

O número de sessões também cresceu, com várias salas a aumentarem a programação diária e a reforçarem horários nos fins de semana — sobretudo nos grandes centros urbanos, onde o público jovem e familiar voltou em força.

Que venha o verão (e mais blockbusters)

Com a chegada dos meses de verão e estreias aguardadas como Deadpool & WolverineInside Out 2 e Twisters, espera-se que esta tendência positiva continue. Os cinemas voltaram a encher, e a magia da sala escura — com ecrã gigante, som envolvente e pipocas no colo — parece estar, finalmente, a recuperar o seu lugar no coração dos portugueses.

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E sim, pode ser que Minecraft: O Filme não seja uma obra-prima cinematográfica… mas se foi o catalisador de um regresso em força ao cinema, já merece a nossa salva de palmas. 🧱👏