🎭 Pierre Palmade Sai da Prisão com Pulseira Electrónica — Justiça Francesa Autoriza Medida Alternativa para Cumprimento da Pena

O humorista francês Pierre Palmade, figura polémica dos últimos tempos em França, foi autorizado pela justiça a cumprir o resto da sua pena em regime de vigilância electrónica. A decisão foi tomada esta segunda-feira, 15 de abril de 2025, pela Câmara de Aplicação das Penas do Tribunal de Recurso de Bordéus, que confirmou a libertação com pulseira electrónica, revertendo a suspensão imposta em março pelo Ministério Público.

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Um caso que abalou a opinião pública francesa

A origem do processo remonta a fevereiro de 2023, quando Pierre Palmade, sob o efeito de drogas, causou um grave acidente rodoviário nos arredores de Paris. O acidente provocou ferimentos sérios a três vítimas, incluindo uma mulher grávida que viria a perder o bebé.

Em novembro de 2024, o comediante foi condenado a cinco anos de prisão, dos quais dois anos em regime fechado. A sentença incluiu ainda:

  • obrigação de tratamento médico regular;
  • exercício de uma actividade profissional;
  • indemnização das vítimas;
  • e a anulação da carta de condução por cinco anos.

A medida de pulseira electrónica foi inicialmente decidida pelo juiz de aplicação de penas a 26 de março, mas foi contestada pelo Ministério Público, o que levou à suspensão da medida até novo julgamento em sede de recurso. Agora, essa suspensão foi levantada, permitindo que Palmade abandone o estabelecimento prisional — embora sob estrito controlo.

A vigilância como alternativa: reinserção ou privilégio?

A vigilância electrónica em França permite que o condenado permaneça em casa, com horários controlados e sob supervisão, sendo monitorizado em tempo real. Trata-se de uma forma de facilitar a reinserção e evitar sobrelotação prisional, mas nem todos concordam com a sua aplicação em casos mediáticos como este.

A libertação de Palmade tem gerado reações divididas na opinião pública, com alguns a verem a medida como uma oportunidade de reabilitação, enquanto outros consideram que o artista está a beneficiar de um tratamento indulgente, dada a sua notoriedade.

Uma carreira interrompida por escândalos

Antes do escândalo, Pierre Palmade era conhecido pelas suas colaborações com Michèle Laroque, pelo seu talento para o humor corrosivo e pelo sucesso de peças como Ils s’aiment. No entanto, os últimos anos foram marcados por episódios de consumo de substâncias, problemas judiciais e quedas abruptas na popularidade.

Resta saber se o artista regressará algum dia aos palcos — ou se esta será uma retirada definitiva da vida pública.

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🎬 Justiça, celebridade e queda pública: o caso Pierre Palmade é um daqueles episódios em que o mundo do entretenimento colide com o da tragédia real. E onde a fronteira entre o perdão e a responsabilização continua em debate.

😈 The Bondsman: Kevin Bacon Ressuscita (Literalmente) para Caçar Demónios na Nova Série da Prime Video

Sim, leu bem. Kevin Bacon está de volta — e desta vez está morto. Ou melhor: esteve. Em The Bondsman, a nova série original da Prime Video, o actor norte-americano interpreta Hub Halloran, um caçador de recompensas que é assassinado… e logo depois ressuscitado pelo próprio Diabo. O motivo? Uma missão infernal: capturar demónios que escaparam do Inferno e andam à solta na Terra.

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Se isto lhe parece uma mistura entre Ghost RiderJustified e Supernatural, está no bom caminho. Mas The Bondsman vai mais longe, com humor negro, ação, drama familiar e uma estética de faroeste moderno onde o sobrenatural espreita por detrás de cada esquina.

👻 Do Texas ao Inferno — com paragens no passado

A trama acompanha Hub Halloran, que em vida era conhecido por ser um tipo duro e pouco dado a sentimentalismos. Depois de ser morto de forma misteriosa, é ressuscitado com um objectivo claro: caçar e devolver ao Inferno os demónios que escaparam. O problema? Hub terá de lidar não só com criaturas sobrenaturais, mas também com o peso da sua própria história — incluindo a relação quebrada com o filho e os fantasmas emocionais que deixou por resolver.

À medida que persegue cada entidade diabólica, o protagonista vai sendo confrontado com episódios do passado e pecados que não foram apenas cometidos por outros. Redenção, inferno e cigarros — bem-vindos à nova vida de Halloran.

🎭 Elenco recheado de rostos conhecidos (e prometedores)

Para além de Kevin Bacon, o elenco de The Bondsman inclui:

  • Jennifer Nettles como Maryanne Dice, a ex-mulher de Halloran
  • Beth Grant como Kitty Halloran, a mãe do protagonista
  • Maxwell Jenkins como Cade Halloran, o filho em conflito
  • Damon Herriman como Lucky Callahan, o rival com uma agenda oculta
  • Jolene Purdy como Midge Kusatsu, agente funerária e… especialista em ocultismo

A série foi criada por Grainger David e conta com produção executiva de Jason Blum (sim, o da Blumhouse), do próprio Bacon e da sua mulher, Kyra Sedgwick. A mistura de talentos de terror, televisão e drama familiar é uma das razões pelas quais a série está a gerar tanto burburinho.

📺 Onde ver?

The Bondsman estreou na Prime Video a 3 de abril de 2025, com os oito episódios da primeira temporada disponíveis desde o primeiro dia. Cada episódio ronda os 45 minutos e vem com classificação para maiores de 18 anos — não faltam palavrões, sangue e umas quantas almas penadas.

Ainda não foi confirmada uma segunda temporada, mas os rumores indicam que a Prime Video já está em conversações com a equipa criativa, graças ao bom desempenho da série nas primeiras semanas.


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🎬 The Bondsman é daqueles projetos que surpreende: tem o charme decadente de Kevin Bacon, o absurdo necessário de uma boa série de terror e um argumento que mistura ação, emoção e uma pitada de inferno texano. Se está à procura de algo que fuja ao comum, esta é uma aposta certeira.

🍸 Day Drinker: Johnny Depp e Penélope Cruz Voltam a Brilhar Juntos num Thriller de Luxo em Alto Mar

A bordo de um iate privado, sob o calor espanhol e rodeados por mistério e crime, Johnny Depp e Penélope Cruzpreparam-se para mais uma colaboração cinematográfica no thriller Day Drinker. O filme, realizado por Marc Webb (500 Days of SummerThe Amazing Spider-Man), acaba de iniciar rodagem em Espanha e já tem a sua primeira imagem oficial divulgada, revelando Depp com o seu ar enigmático habitual.

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Depois de Blow (2001), Pirates of the Caribbean: On Stranger Tides (2011) e Murder on the Orient Express (2017), esta é a quarta vez que Depp e Cruz partilham o ecrã — e promete ser mais intensa do que nunca.

Um bar, um iate e… uma teia criminal

Em Day Drinker, seguimos Madelyn Cline (Outer BanksGlass Onion) como uma bartender que trabalha num iate de luxo. A bordo, cruza-se com um convidado misterioso (Depp), cuja presença irá desencadear uma série de acontecimentos inesperados. Rapidamente, os dois tornam-se peças centrais numa trama perigosa ligada a uma figura do submundo do crime, interpretada por Penélope Cruz.

O argumento é da autoria de Zach Dean, que escreveu The Tomorrow WarFree Guy e Prisoners, e promete uma história “feroz e emocionante”, nas palavras do realizador.

“Estamos numa localização lindíssima, com uma equipa fantástica e uma história emocionante para contar. Isto vai ser divertido”, declarou Marc Webb.

Um elenco internacional com sabor ibérico

Para além do trio principal, o filme conta agora com quatro novos nomes no elenco:

  • Manu Ríos (conhecido de Elite)
  • Arón Piper (El SilencioO Desassossego Que Deixas)
  • Juan Diego Botto (The Suicide SquadEn Los Márgenes)
  • Anika Boyle, que fará aqui a sua estreia no cinema depois do sucesso em Stranger Things: The First Shadow

A diversidade de origens e percursos dos actores confere ao filme uma identidade marcadamente internacional, com fortes influências do cinema espanhol e anglófono.

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Produção de alto nível

Day Drinker é produzido por Thunder Road Films, o estúdio por detrás da saga John Wick, em colaboração com a IN.2e a Nostromo Pictures, com co-financiamento da 30West. Os produtores incluem nomes como Basil IwanykErica LeeAdam Kolbrenner e o próprio argumentista Zach Dean.

Lionsgate será o estúdio responsável pela distribuição do filme, que marca a segunda colaboração recente entre o estúdio e a 30West, após Power Ballad, protagonizado por Paul Rudd e Nick Jonas.

Ainda não foi divulgada uma data de estreia, mas com um elenco destes, e uma produção a decorrer em Espanha, é de esperar que o filme tenha presença garantida nos grandes festivais de 2025.


🎬 Com um enredo cheio de promessas, uma equipa de luxo e o regresso de dois dos nomes mais carismáticos do cinema contemporâneo, Day Drinker poderá ser um dos thrillers mais aguardados do próximo ano. Um brinde a isso.

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⚖️ Harvey Weinstein Enfrenta Novo Julgamento por Crimes Sexuais em Nova Iorque

Sete anos depois de ter sido o epicentro do movimento #MeToo, Harvey Weinstein, o outrora todo-poderoso produtor de Hollywood, volta ao banco dos réus em Nova Iorque. O novo julgamento teve início a 15 de abril de 2025, com a seleção do júri a decorrer esta semana num tribunal de Manhattan. Trata-se do terceiro processo criminal que enfrenta num espaço de pouco mais de cinco anos.

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Aos 73 anos, com problemas de saúde e visivelmente debilitado (tem estado detido em Rikers Island com múltiplas estadias hospitalares), Weinstein continua a afirmar-se inocente. Mas os factos que se acumulam ao longo da última década contam uma história bem diferente — a de um padrão de abuso de poder e violência sexual, segundo dezenas de mulheres.

O que motivou este novo julgamento?

Este novo processo surge após a anulação da condenação de 2020 em Nova Iorque, quando um tribunal de recurso considerou que o juiz do julgamento original permitiu testemunhos indevidos de mulheres cujas alegações não faziam parte da acusação formal. A decisão levou à revogação da sentença de 23 anos de prisão a que Weinstein tinha sido condenado.

A procuradoria liderada por Alvin Bragg, no entanto, não perdeu tempo: anunciou a intenção de repetir o julgamento e acrescentou uma nova acusação baseada numa denúncia distinta, até então não incluída nos processos anteriores.

Quem são as vítimas neste julgamento?

Três mulheres irão testemunhar neste processo:

  • Jessica Mann, ex-actriz, que já havia prestado depoimento no julgamento de 2020;
  • Miriam “Mimi” Haley, produtora de televisão, também testemunha anterior;
  • Uma terceira mulher, cuja identidade não foi divulgada publicamente, que alega ter sido forçada a praticar sexo oral em Weinstein num hotel, em 2006.

Os depoimentos deverão decorrer ainda este mês, após a seleção do júri, que está a ser cuidadosamente conduzida pelo juiz Curtis Farber, preocupado com o histórico mediático do caso e os preconceitos que os jurados possam trazer consigo.

O homem por trás dos filmes — e por trás das manchetes

Durante décadas, Harvey Weinstein foi um dos homens mais influentes da indústria do cinema. Com uma carreira ligada a sucessos como Pulp FictionShakespeare in LoveO Paciente Inglês e Génio Indomável, o produtor era sinónimo de prestígio nos Óscares… até 2017.

Foi nesse ano que duas investigações bombásticas, uma do The New York Times e outra da The New Yorker, trouxeram a público décadas de alegações de abuso sexual por parte de Weinstein. O impacto foi sísmico: o produtor foi demitido da sua própria empresa, The Weinstein Company, que viria a declarar falência, e o escândalo ajudou a dar origem ao movimento #MeToo.

Desde então, mais de 80 mulheres vieram a público com relatos de comportamentos abusivos e coercivos. Algumas delas, como Ashley JuddRose McGowan e Asia Argento, tornaram-se vozes centrais de uma nova era de denúncia e responsabilização em Hollywood.

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🎬 A história de Harvey Weinstein é agora menos sobre cinema e mais sobre justiça. O novo julgamento pode não só restabelecer a condenação anterior, como adicionar novas camadas ao processo de reparação — judicial, social e simbólica — que se seguiu a um dos maiores escândalos da história do entretenimento.

✝️ Conclave: Intriga, Fé e Segredos no Coração do Vaticano

Prepare-se para mergulhar nos bastidores de uma das instituições mais antigas e secretas do mundo. Conclave, o mais recente thriller político-religioso realizado por Edward Berger (A Oeste Nada de Novo), estreia-se esta sexta-feira, 18 de abril, às 21h30, em exclusivo no TVCine Top e também disponível no TVCine+. Nomeado para oito Óscares, incluindo Melhor Filme, Melhor Ator e Melhor Atriz Secundária, este é um dos títulos incontornáveis desta temporada cinematográfica.

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A cerimónia da entrega dos Óscares acabou por consagrar Conclave com a estatueta de Melhor Argumento Adaptado, assinado por Peter Straughan, a partir do best-seller homónimo de Robert Harris.

Uma eleição papal com sabor a thriller

A ação decorre no seio do Vaticano, onde um grupo de cardeais é reunido num conclave secreto para eleger o novo Papa, após a morte súbita e inesperada do pontífice em funções. No centro da narrativa está o Cardeal Lawrence, interpretado por um brilhante Ralph Fiennes, que é encarregado de liderar o processo de sucessão.

Mas o que parece um ritual espiritual e protocolar rapidamente se transforma num campo minado de alianças políticas, rivalidades antigas e segredos inconfessáveis. O próprio Lawrence vê-se envolvido numa conspiração e descobre uma revelação capaz de abalar os alicerces da Igreja Católica.

Um elenco de eleição

Para além da presença imponente de Fiennes, Conclave conta com interpretações de luxo por parte de Isabella RosselliniStanley TucciJohn Lithgow e Lucian Msamati — todos com papéis cruciais no equilíbrio de poder que define o filme. A encenação de Berger, marcada por uma tensão contida e uma fotografia austera, transforma os salões renascentistas e os corredores labirínticos do Vaticano em cenários dignos de um thriller psicológico.

Fé, poder e humanidade

Conclave é muito mais do que um filme sobre a sucessão de um Papa. É uma reflexão profunda sobre fé, poder, culpa e ambição, num universo onde o silêncio diz tanto como a palavra, e onde os pecados do passado têm um peso inesperado no presente.

A complexidade moral das personagens, a subtileza dos diálogos e a carga simbólica de cada gesto tornam este filme num dos mais ricos e envolventes da temporada. Tal como em A Oeste Nada de Novo, Edward Berger demonstra aqui um olhar clínico sobre instituições em crise e homens à beira da dúvida — desta vez, sob as vestes da religião.


🎬 Se é fã de cinema de prestígio, com interpretações intensas, guião inteligente e atmosfera carregada de tensão, não perca a estreia televisiva de Conclave esta sexta-feira, 18 de abril, às 21h30 no TVCine Top. Uma proposta imperdível para quem procura mais do que entretenimento — procura cinema com alma.

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🎭 Cate Blanchett Anuncia que Vai Abandonar a Representação: “Sou Profundamente Aborrecida”

É o tipo de frase que se espera de alguém em plena crise existencial ou de um artista a ensaiar um monólogo existencial num palco em Viena. Mas foi Cate Blanchett — a atriz de TárBlue Jasmine e O Aviador, duas vezes vencedora do Óscar — quem a disse, e sem ironia:

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“Estou a desistir. Quero fazer outras coisas com a minha vida.”

A revelação foi feita em entrevista à Radio Times, no contexto da estreia da sua primeira grande peça radiofónica na BBC Radio 4, uma adaptação de The Fever, de Wallace Shawn. A atriz interpreta uma mulher que atravessa um despertar político e espiritual. Não podia haver melhor metáfora.

Uma decisão (aparentemente) séria

Apesar de continuar envolvida em vários projetos — no cinema, no teatro, na rádio — Blanchett afirma que a sua decisão é para levar a sério. “A minha família revira os olhos sempre que digo isto, mas falo a sério”, acrescentou.

É verdade que Blanchett já tinha deixado escapar esta ideia em outras ocasiões, mas desta vez o contexto e o tom mudaram. Não se trata de uma pausa. Trata-se de uma vontade real de deixar de representar.

O que a espera do outro lado? A atriz não foi clara, mas referiu que há “muitas outras coisas” que quer fazer com a sua vida.

No auge, mas com desconforto

Curiosamente, Blanchett continua no auge da sua carreira artística. Recentemente terminou uma temporada de cinco semanas no Barbican Theatre em Londres, onde interpretou Arkadina em A Gaivota, de Tchékhov. Em março, estreou-se no cinema ao lado de Michael Fassbender no thriller Black Bag, realizado por Steven Soderbergh.

Está também envolvida em Father, Mother, Sister, Brother, de Jim Jarmusch, com estreia marcada para 2025, embora o filme tenha ficado de fora da seleção oficial do Festival de Cannes — um detalhe que causou alguma surpresa.

Além disso, está atualmente a filmar Alpha Gang, uma comédia de ficção científica dos irmãos David e Nathan Zellner, onde atua e produz. E prepara ainda The Champions, realizado por Ben Stiller, igualmente como atriz e produtora, através da sua empresa Dirty Films.

Uma estrela que não gosta do brilho

Cate Blanchett, que já conquistou todos os prémios possíveis — de dois Óscares a troféus em Veneza, Cannes e BAFTA — diz sentir-se deslocada na pele de estrela de cinema.

“Nunca me senti no centro de nada. Entro em cada ambiente com curiosidade, sem esperar ser aceite. Passei a vida a habituar-me a sentir-me desconfortável.”

E, talvez mais surpreendente ainda:

“Ninguém me aborrece mais do que eu própria. Acho-me profundamente aborrecida. Os outros são sempre mais interessantes.”

É uma afirmação desconcertante, vinda de alguém que interpretou personagens com camadas psicológicas tão densas e arrebatadoras. Mas talvez seja esse o segredo da sua arte: a capacidade de se apagar para dar lugar a algo maior. O problema é que, agora, ela quer mesmo apagar-se de vez do ecrã.

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🎬 Se esta for mesmo a despedida de Cate Blanchett do cinema, então é uma das saídas mais discretas e, paradoxalmente, mais profundas da história recente de Hollywood. E como qualquer grande artista, mesmo a sua saída é uma performance inesquecível.

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Subiram às estrelas… mas foi na internet que explodiram. A mais recente missão da Blue Origin, a empresa aeroespacial de Jeff Bezos, levou um grupo de mulheres famosas — incluindo Katy PerryGayle King e Lauren Sánchez — até à beira do espaço. Mas a verdadeira turbulência aconteceu cá em baixo, nas redes sociais, com reacções que oscilam entre a admiração e o sarcasmo. E quem liderou a investida irónica? Nada mais nada menos do que Olivia Wilde.

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Um meme, uma crítica e um bilhete de mil milhões

A actriz e realizadora partilhou um meme nas suas stories do Instagram, no qual se viam duas fotografias de Katy Perry a sair da cápsula da Blue Origin: numa, segura uma margarida (tributo à filha, Daisy); noutra, beija o chão como se tivesse acabado de sobreviver a um voo Ryanair em hora de tempestade.

A acompanhar as imagens, lia-se o texto:

“A sair de um voo comercial em 2025. #BlueOrigin”

Wilde legendou o post com um comentário certeiro:

“Mil milhões de dólares compraram uns memes porreiros, suponho.”

É claro que a internet entrou em combustão. Perry, com um vestido espacial branco e sorriso triunfante, tornou-se meme em tempo recorde. E se a viagem pretendia ser inspiradora, acabou por dar origem a uma onda de críticas — principalmente pelo seu valor simbólico vs. valor monetário.

Críticas entre estrelas e cientistas

A própria Olivia Munn, em co-apresentação no programa Today, questionou a utilidade da missão:

“Sei que isto provavelmente não é ‘fixe’ dizer, mas há tantas outras coisas mais importantes no mundo agora.”

A modelo e actriz Emily Ratajkowski foi ainda mais directa num TikTok:

“Isto é coisa de fim do mundo. Está para além da paródia.”

Do lado dos protagonistas da missão, no entanto, a resposta foi unânime: isto representa algo maior.

A jornalista Gayle King, uma das passageiras, defendeu a importância simbólica da iniciativa:

“Quem critica não percebe o que isto representa para as mulheres e raparigas que nos contactam diariamente.”

Lauren Sánchez, companheira de Jeff Bezos e também participante, reforçou:

“Convido essas pessoas a visitarem a Blue Origin. Conheçam os engenheiros, os técnicos, os apaixonados que constroem estas naves. Isto é um marco para todos nós.”

Uma missão entre o símbolo e o espetáculo

A missão da passada segunda-feira foi a 11.ª com tripulação da New Shepard e contou com seis mulheres a bordo: Katy Perry, Gayle King, Lauren Sánchez, a ex-cientista da NASA Aisha Bowe, a investigadora em bioastronáutica Amanda Nguyen, e a produtora de cinema Kerianne Flynn.

Mas a pergunta persiste: foi um feito inspirador ou uma exibição de privilégio galáctico?

Para alguns, foi um passo para a representação feminina na exploração espacial. Para outros, um exemplo luxuoso de relações públicas.

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🎬 No fim de contas, seja no espaço ou na timeline, as viagens continuam a ser julgadas pelo impacto que deixam. E se não deixarem pegadas lunares, ao menos que deixem memes com estilo.