Lady Gaga reage ao fracasso de “Joker: Loucura a Dois” – “Às vezes, as pessoas não gostam”

Nem todas as sequências conseguem repetir o sucesso do original, e “Joker: Loucura a Dois” foi um exemplo inesperado disso. Depois de meses de grande antecipação, a sequela do aclamado Joker (2019) acabou por se revelar uma desilusão comercial e crítica, algo que nem o carisma de Lady Gaga como Harley Quinn conseguiu evitar.

Agora, pela primeira vez desde o lançamento do filme, a atriz e cantora quebra o silêncio e comenta o impacto deste insucesso na sua carreira e na sua forma de encarar a arte.

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O desastre de Joker: Loucura a Dois

Lançado em outubro de 2024, Joker: Loucura a Dois tinha todos os ingredientes para ser um grande êxito. O primeiro filme arrecadou mais de mil milhões de dólares, venceu o Leão de Ouro em Veneza e levou Joaquin Phoenix a ganhar o Óscar de Melhor Ator. A chegada de Lady Gaga como Harley Quinn, ao lado do aclamado Phoenix, prometia elevar ainda mais o estatuto da franquia.

No entanto, a receção foi bem diferente do esperadoA crítica destruiu o filme, e a sua performance nas bilheteiras foi um fracasso: apenas 207 milhões de dólares arrecadados a nível mundial, um número muito distante do primeiro Joker. A produção também se tornou recordista nos Razzies, os prémios que distinguem os piores do ano, com seis nomeações.

Em Portugal, os números também decepcionaram. Enquanto Joker conquistou um lugar no top 10 dos filmes mais vistos desde 2004, com 916.363 espectadores e 5.07 milhões de euros de bilheteira, Loucura a Dois ficou muito aquém, com apenas 211.204 espectadores e 1.36 milhões de euros.

Lady Gaga: “Às vezes, as pessoas não gostam”

A reação de Lady Gaga ao fracasso do filme veio numa entrevista recente à revista Elle, onde a atriz e cantora demonstrou uma visão pragmática sobre o insucesso.

“Às vezes, as pessoas não gostam de algumas coisas. Tão simples como isso. E para ser uma artista, acho que tem de se aceitar que as pessoas às vezes não vão gostar. E segue-se em frente, mesmo que algo não tenha sido recebido como se esperava.”

Estas palavras revelam a sua postura resiliente e a forma como encara os desafios da sua carreira artística. Atualmente, Gaga está focada na promoção do seu novo álbum, que será lançado em março, e garante que não permitirá que o medo do fracasso condicione as suas decisões criativas:

“Quando isso entra na tua vida, pode ser difícil controlá-lo. Faz parte do caos.”

O que correu mal com Joker: Loucura a Dois?

Os motivos do fracasso da sequela foram amplamente debatidos, mas há três fatores principais que podem ter sido determinantes:

1️⃣ O tom inesperado – A aposta num formato musical e numa história de amor entre Joker e Harley Quinn não agradou ao público que esperava uma continuação sombria e intensa.

2️⃣ Expectativas demasiado altas – O sucesso esmagador do primeiro filme criou um padrão difícil de igualar, e a comparação acabou por prejudicar a sequela.

3️⃣ Reação negativa da crítica – Muitos analistas apontaram que Loucura a Dois não trouxe nada de inovador e que a narrativa parecia mais uma experiência artística do realizador Todd Phillips do que um filme coeso e bem estruturado.

O futuro de Lady Gaga no cinema

Apesar do desaire de Joker, Lady Gaga não dá sinais de abandonar a sua carreira como atriz. Depois de estrelar Assim Nasce Uma Estrela (2018), onde venceu o Óscar de Melhor Canção Original, e de impressionar como Patrizia Reggiani em Casa Gucci (2021), a artista já demonstrou que tem talento para continuar no cinema.

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Por enquanto, a cantora regressa ao mundo da música com o seu novo álbum em março, mas não seria surpreendente vê-la voltar ao grande ecrã nos próximos anos. Afinal, como ela própria disse:

“Segue-se em frente, mesmo que algo não tenha sido recebido como se esperava.”

Tom Hardy e o Ouro no Jiu-Jitsu: Quando a Ficção Encontra a Realidade

Tom Hardy, conhecido pelo seu talento camaleónico no cinema e pelos papéis icónicos em filmes como Mad Max: Estrada da Fúria (2015), Venom (2018) e O Cavaleiro das Trevas Renasce (2012), surpreendeu o mundo em 2022 ao demonstrar as suas habilidades numa área bem diferente do grande ecrã: o Jiu-Jitsu brasileiro.

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O ator britânico, que atende pelo seu nome verdadeiro, Edward Hardy, inscreveu-se anonimamente num torneio de artes marciais em Milton Keynes, Reino Unido, e deixou todos boquiabertos ao conquistar o primeiro lugar na sua divisão.

O talento de Hardy nas artes marciais

Embora seja mundialmente conhecido pelo seu trabalho em Hollywood, Hardy há muito que treina Jiu-Jitsu brasileiro (BJJ) e chegou a obter a graduação de faixa azul. A disciplina e a exigência física do desporto não são novidade para o ator, que já teve de submeter-se a treinos intensivos para papéis como Bane, em O Cavaleiro das Trevas Renasce, ou Tommy Conlon, o lutador de MMA em Warrior (2011).

No torneio de Milton Keynes, Hardy entrou na competição sem alarde, sendo apenas mais um lutador entre muitos. No entanto, quando os participantes perceberam quem era, ficaram incrédulos. Segundo testemunhas, o ator manteve-se humilde, educado e acessível, tirando fotos e conversando com os outros competidores após as lutas.

Apesar da surpresa, o que mais impressionou foi o seu desempenho excecional nos combates, vencendo todas as suas lutas para levar o ouro na sua categoria.

O Jiu-Jitsu e a saúde mental

Para Hardy, o Jiu-Jitsu é mais do que um desporto – é uma ferramenta essencial para a sua saúde mental e bem-estar. O ator já falou abertamente sobre as suas batalhas com a ansiedade e a depressão, e como as artes marciais o ajudam a encontrar um equilíbrio.

“O Jiu-Jitsu ensina-te disciplina, paciência e humildade. É um desporto de controlo e estratégia, e ajuda-me a manter a mente focada,” explicou Hardy em entrevistas passadas.

A sua dedicação ao desporto também não se limita a torneios. Em 2022, Hardy foi nomeado embaixador da organização REORG, que usa o Jiu-Jitsu para ajudar veteranos das forças armadas e socorristas a lidarem com o stress pós-traumático e outras dificuldades psicológicas.

Tom Hardy no cinema e no tatame

A paixão de Tom Hardy pelo Jiu-Jitsu parece ser algo duradouro, e quem sabe se no futuro não veremos o ator a incorporar ainda mais as suas habilidades em filmes de ação. O seu desempenho em Warrior já tinha demonstrado a sua dedicação às artes marciais, mas agora sabemos que o seu talento no tatame não é apenas encenação – é bem real.

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“When the Light Breaks” vence o prémio máximo do Festival de Gotemburgo 2024

Festival Internacional de Cinema de Gotemburgo chegou ao fim e os vencedores da sua 48.ª edição já são conhecidos. O grande destaque foi para When the Light Breaks, do realizador islandês Rúnar Rúnarsson, que levou para casa o Dragon Award de Melhor Filme Nórdico, o maior prémio do festival.

O filme, protagonizado por Elín Hall, é um delicado drama coming-of-age que acompanha uma jovem estudante de arte num longo dia de verão na Islândia, explorando temas como o amor, a amizade e o luto. O júri, composto por nomes como Ella Lemhagen, Philippe Lesage e Athina Rachel Tsangari, justificou a escolha pela “sensibilidade e leveza delicada” do filme, que oferece uma abordagem inesperadamente esperançosa sobre o sofrimento.

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O grande destaque do cinema internacional

Na competição internacional, o vencedor foi Memoir of a Snail, uma trágico-comédia de Adam Elliot, vencedor do Óscar. O júri destacou a obra como um filme que “capta com nuances e ternura a alegria e a tristeza da vida quotidiana, iluminada por atuações que evidenciam os laços profundos e não ditos entre mães, filhas e as suas comunidades”.

O festival também premiou Andrea Bræin Hovig, que venceu o prémio de interpretação pelo seu desempenho em Love, de Dag Johan Haugerud. O filme, que estreou no Festival de Veneza, faz parte de uma trilogia sobre temas íntimos e relacionamentos contemporâneos.

Outro dos filmes mais falados da edição foi o Oscar-nomeado The Girl with the Needle, de Magnus von Horn, que recebeu o prémio FIPRESCI pelo seu “domínio absoluto da forma cinematográfica”. Este drama psicológico a preto e branco retrata a luta de uma mulher pela sua integridade num ambiente hostil.

Documentários e estreias promissoras

O prémio de Melhor Documentário foi para Trans Memoria, de Victoria Verseau, que aborda a transição de género da realizadora, feita na Tailândia. O júri elogiou a “abordagem subtil e cativante” e a forma como a narrativa visual se entrelaça com a experiência pessoal da cineasta.

Na categoria de melhor estreia, o prémio Ingmar Bergman International Debut foi entregue a Denise Fernandes pelo filme Hanami. O júri descreveu-o como uma obra “impossível de encaixar nas estruturas narrativas convencionais”, destacando a sua abordagem artística singular.

Um festival de cinema com ativismo e impacto social

O Festival de Gotemburgo sempre se destacou pela sua postura provocadora e de questionamento sobre o papel do cinema na sociedade. Este ano, o evento foi inaugurado sob o tema “Desobediência”, incluindo uma seleção de filmes que abordavam o ativismo e a resistência social.

Destaque para No Other Land, documentário palestiniano-norueguês nomeado para o Óscar, que foi ovacionado pelo público. O festival também organizou protestos artísticos, como uma instalação secreta para denunciar a desflorestação, criada em parceria com a Greenpeace e a comunidade indígena Sami.

No total, 270 filmes de 83 países foram exibidos, atraindo mais de 270 mil visitantes tanto em salas de cinema como online. O evento também contou com a participação de 2.368 profissionais da indústria, consolidando o Festival de Gotemburgo como um dos mais importantes do panorama europeu.

O futuro do cinema nórdico

Com um alinhamento sólido de filmes inovadores e um forte compromisso com as causas sociais, o Festival de Gotemburgo demonstrou, mais uma vez, a sua relevância na cena cinematográfica internacional. Os vencedores desta edição refletem a crescente diversidade e complexidade do cinema nórdico e global, mostrando que há sempre novas histórias a serem contadas e novos talentos a serem descobertos.

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Romy e Michele estão de volta! Mira Sorvino e Lisa Kudrow preparam-se para a aguardada sequela

Mais de 25 anos depois da estreia de Romy e Michele – Loiras ao Ataque (Romy and Michele’s High School Reunion, 1997), as inesquecíveis amigas interpretadas por Mira Sorvino e Lisa Kudrow estão prestes a regressar ao grande ecrã! As atrizes estão em negociações finais para protagonizar a tão aguardada sequela da comédia de culto.

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O que esperar do novo filme?

A sequela será realizada por Tim Federle, conhecido por criar High School Musical: The Musical: The Series e por dirigir Better Nate Than Never (2022). O argumento estará novamente a cargo de Robin Schiff, a mesma guionista do filme original, garantindo que a essência e o humor peculiar de Romy e Michele serão preservados.

O produtor Laurence Mark, que esteve envolvido no primeiro filme, também regressa para este novo projeto, acompanhado por Barry Kemp.

O impacto de “Romy e Michele” e o culto à volta do filme

Lançado em 1997, Romy e Michele – Loiras ao Ataque segue duas amigas inseparáveis e desajeitadas que, ao receberem o convite para o reencontro de 10 anos da escola secundária, percebem que as suas vidas não são exatamente um exemplo de sucesso. Para impressionar os antigos colegas, decidem inventar carreiras glamorosas, mas rapidamente se veem enredadas nas suas próprias mentiras.

Apesar de um sucesso moderado nas bilheteiras, o filme tornou-se um clássico de culto, especialmente entre fãs de comédias excêntricas dos anos 90. O humor absurdo, as personagens carismáticas e os momentos icónicos – como a famosa dança ao som de Time After Time – conquistaram uma legião de admiradores ao longo das décadas.

Em 2022, Kudrow e Sorvino reacenderam o entusiasmo dos fãs ao aparecerem juntas nos SAG Awards, usando trajes inspirados nos famosos vestidos metálicos das personagens. Durante essa altura, ambas confirmaram em entrevistas que uma sequela estava mais perto do que nunca de acontecer.

A nostalgia dos anos 90 está mais forte do que nunca

O regresso de Romy e Michele insere-se numa tendência crescente de reviver sucessos dos anos 90 e 2000, aproveitando a nostalgia de uma geração que cresceu com estas histórias. No caso desta comédia, há uma enorme expectativa sobre o que aconteceu às duas amigas depois do final do primeiro filme.

Será que as suas vidas mudaram ou continuam a ser as mesmas mulheres despreocupadas e espontâneas? Será que o reencontro será com os mesmos colegas ou será um evento ainda mais desastroso?

Ainda sem data de estreia, mas com muito entusiasmo

Apesar de ainda não existir uma data oficial de lançamento, as negociações avançadas indicam que a produção poderá arrancar em breve. Com a presença de Mira Sorvino e Lisa Kudrow e a equipa criativa original a bordo, a sequela promete trazer de volta o humor irreverente e o espírito divertido que fizeram do primeiro filme um sucesso entre os fãs.

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Sundance 2024: Os destaques e o futuro do festival

Sundance Film Festival 2024 chegou ao fim e, como sempre, trouxe consigo novos talentos, filmes inovadores e muitas discussões dentro e fora do grande ecrã. No entanto, este ano, o festival não foi apenas sobre cinema – houve também grandes temas paralelos a dominar as conversas em Park City, desde os incêndios na Califórnia até à iminente mudança de cidade do festival em 2027.

Mas o cinema, claro, continuou a ser o grande protagonista, e a edição deste ano deixou-nos com várias surpresas e novas apostas que devem marcar o panorama cinematográfico nos próximos meses.

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O futuro incerto de Sundance: adeus a Park City?

Uma das conversas mais frequentes entre críticos, cineastas e público foi o futuro do festival. Sundance, que desde os anos 80 tem sido realizado em Park City, Utah, está prestes a mudar de cidade. 2025 será o último ano em que o evento terá Park City como sede, e as cidades finalistas para o futuro do festival incluem Salt Lake City (Utah), Boulder (Colorado) e Cincinnati (Ohio).

A mudança gera muitas incertezas e dúvidas, mas também oportunidades. Tessa Thompson, atriz e membro da direção do festival, destacou que o espírito de Sundance vai além da sua localização geográfica:

“Acredito que Sundance tem a ver com a sua comunidade e a sua essência, e isso é algo intemporal.”

Resta saber como será o festival num novo local e como essa transição afetará a sua identidade.

Cinema político: menos protestos, mais reflexão

Se em 2017 Sundance foi palco de marchas e protestos durante a tomada de posse de Donald Trump, este ano a política esteve mais presente nos filmes do que nas ruas. Algumas produções abordaram temas urgentes e polémicos, como os direitos das pessoas trans nos EUA (Heightened Scrutiny), os abusos no sistema prisional do Alabama (The Alabama Solution) e a guerra na Ucrânia (2000 Meters to Andriivka).

A política também esteve presente de forma mais subtil. Durante a exibição do seu novo filme, Bill Condon, realizador de Kiss of the Spider Woman, referiu-se às declarações de Trump sobre a existência de apenas “dois géneros”, deixando claro que o seu filme tem um ponto de vista bem diferente.

Um mercado mais lento, mas com grandes apostas

Em termos de negócios, Sundance 2024 registou menos vendas imediatas, mas isso não significa que os filmes não tenham futuro garantido. Netflix adquiriu Train Dreams, um drama estrelado por Joel Edgerton e Felicity Jones, enquanto Neon comprou Together, um thriller de terror protagonizado por Dave Franco e Alison Brie.

Muitos outros filmes já tinham distribuição garantida antes do festival, incluindo The Ballad of Wallis Island (Focus Features), The Wedding Banquet (Bleecker Street), Magic Farm (MUBI) e Deaf President Now! (Apple).

Entre os filmes mais caros, a adaptação de Kiss of the Spider Woman, estrelada por Jennifer Lopez, foi apontada como uma produção muito dispendiosa para um estúdio tradicional e, por isso, poderá acabar nas mãos de uma plataforma de streaming.

Os grandes destaques do festival

Entre as surpresas do ano, “Sorry, Baby”, de Eva Victor, foi o grande destaque. Este drama cómico sobre o impacto psicológico da violência sexual foi comparado ao trabalho de Greta Gerwig e Phoebe Waller-Bridge, estabelecendo Victor como uma realizadora promissora.

Outro sucesso foi “Twinless”, de James Sweeney, que venceu o prémio de melhor filme dramático do público e recebeu um prémio especial para Dylan O’Brien, que brilha na história de dois homens que se ligam num grupo de apoio a pessoas que perderam gémeos.

No campo dos documentários, “André Is an Idiot”, que segue um “idiota brilhante” a viver os seus últimos dias após não ter tratado um problema de saúde, foi um dos mais comentados do festival.

O grande vencedor do prémio do júri foi “Atropia”, um filme satírico de guerra realizado por Hailey Gates. Apesar das críticas mistas, o público nas exibições presenciais mostrou entusiasmo, consolidando o filme como um dos mais comentados do festival.

Entre os outros filmes que tiveram uma receção positiva, destacam-se:

• If I Had Legs I’d Kick You

• DJ Ahmet

• Cactus Pears

• The Stringer

• Prime Minister

• East of Wall

• Folktales

• Selena y Los Dinos

Conclusão: Sundance continua a definir tendências

Mesmo com as incertezas sobre a sua localização futura e as dificuldades do mercado, Sundance 2024 provou que continua a ser um dos festivais mais importantes do mundo para a descoberta de novas vozes no cinema. Muitos dos filmes que estrearam em Park City devem marcar presença ao longo do ano, tanto nos festivais internacionais como nas plataformas de streaming.

Agora, resta acompanhar os próximos meses para ver quais filmes conquistam público e crítica e quais se tornarão sucessos duradouros.

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