Ice Age 6 Confirmado: Ray Romano, Queen Latifah e John Leguizamo Regressam para Nova Aventura Pré-Histórica

Os fãs de Ice Age podem celebrar, pois foi confirmado que a adorada franquia de animação regressará com um novo filme, Ice Age 6. O anúncio foi feito durante o evento D23 no Brasil, onde os atores Ray Romano, Queen Latifah e John Leguizamo – vozes icónicas de Manny, Ellie e Sid, respetivamente – participaram num vídeo especial que foi depois partilhado nas redes sociais da Disney. O filme está atualmente em produção e marca o primeiro lançamento nos cinemas da série desde a aquisição dos direitos pela Disney em 2019.

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No vídeo de anúncio, Ray Romano é visto a tremer de frio, coberto por uma manta, enquanto diz: “Ray Romano aqui com grandes notícias! Está frio aqui… O ar condicionado quebrou?” A brincadeira é interrompida quando Queen Latifah liga para ele e lhe pergunta se está pronto para dar a “grande novidade”, revelando que Ice Age 6 está em preparação. O vídeo termina com Leguizamo a declarar entusiasmado: “O grupo está de volta, pessoal! Preciso ligar a todos que conheço.”

Desde o primeiro filme, lançado em 2002, Ice Age tem cativado audiências de todas as idades com histórias que misturam humor, aventura e uma mensagem de amizade e resiliência. Além dos personagens principais, a franquia conta com figuras icónicas como o azarado esquilo Scrat e Diego, o tigre dente-de-sabre. Ice Age 6 será o primeiro filme da série a estrear nos cinemas sob a supervisão da Disney, o que promete trazer novas possibilidades para a expansão deste universo pré-histórico.

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Embora ainda não exista uma data oficial de lançamento, as expectativas são elevadas. A série, que inclui cinco filmes e várias produções derivadas, como The Ice Age Adventures of Buck Wild e a série Ice Age: Scrat Tales no Disney+, mantém uma legião de fãs fiel que acompanha as aventuras destes animais desde o início. Com a promessa de uma nova história, Ice Age 6 vem renovar o espírito de aventura e diversão que sempre caracterizou a franquia.

A produção de Ice Age 6 é um sinal de que a Disney continua comprometida em expandir o legado deste universo animado, trazendo de volta a magia e a nostalgia para uma nova geração de espectadores. Fãs antigos e novos podem esperar mais uma épica jornada na pré-história, repleta de humor e situações imprevisíveis.

Anthony Mackie Enfrenta o Red Hulk no Novo Filme Captain America: Brave New World

Os fãs do Universo Cinematográfico da Marvel (MCU) estão em contagem decrescente para a estreia de Captain America: Brave New World, com Anthony Mackie a assumir o papel de Sam Wilson, o novo Capitão América. No trailer recentemente apresentado no evento D23 Brasil, Mackie surge ao lado de Danny Ramirez, que interpreta Joaquin Torres, o novo Falcon. O filme promete ação intensa e reviravoltas, especialmente quando Mackie enfrenta o Red Hulk, uma versão monstruosa do personagem Thaddeus “Thunderbolt” Ross, agora Presidente dos Estados Unidos, interpretado por Harrison Ford.

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A narrativa de Captain America: Brave New World explora a complexa relação entre Wilson e Ross. Após ser eleito presidente, Ross tenta recrutar o Capitão América para uma posição oficial no governo. Contudo, Wilson encontra-se perante uma decisão difícil quando descobre um plano global perigoso e decide agir independentemente. No trailer, a tensão entre os dois é evidente, com Ross a lembrar-lhe que “não és o Steve Rogers”, ao que Wilson responde de forma convicta: “Tens razão. Não sou.”

O elenco de Brave New World inclui também Carl Lumbly como Isaiah Bradley, Shira Haas como a super-heroína israelita Sabra, e Liv Tyler no papel de Betty Ross, entre outros nomes notáveis como Tim Blake Nelson, que interpreta o vilão The Leader. A introdução de novos heróis e vilões promete trazer uma perspetiva renovada ao legado de Capitão América, continuando o enredo da série The Falcon and the Winter Soldier, onde Wilson finalmente aceitou o escudo deixado por Steve Rogers.

Para Anthony Mackie, este filme representa uma nova fase na sua carreira e no MCU, onde assume o manto de Capitão América com uma abordagem própria, sem tentar imitar o icónico Rogers. O realizador Julius Onah, conhecido por criar personagens complexos e tramas intensas, está encarregado de dirigir o filme, que está previsto estrear nas salas de cinema a 14 de fevereiro de 2025.

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Com uma combinação de ação, intriga política e um novo confronto com um dos vilões mais aguardados do MCU, Captain America: Brave New World promete ser um capítulo memorável na saga dos super-heróis e uma reflexão sobre o que significa realmente ser o Capitão América nos dias de hoje.

SNL Traz Paródia de Trump e Musk com Humor Sarcástico e Críticas Sociais

O programa Saturday Night Live (SNL) voltou a captar a atenção dos espectadores com uma paródia hilariante de Donald Trump e Elon Musk, transmitida na estreia da 50ª temporada. Em tom sarcástico, o elenco de SNL abriu o episódio com uma “homenagem” a Trump, onde cada membro fingia apoiar o ex-presidente de forma exagerada e cómica. Enquanto os comediantes abordavam de forma leve e irónica temas da política americana, Dana Carvey surpreendeu ao estrear uma imitação de Elon Musk, acrescentando uma nova camada de humor ao sketch.

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O segmento inicial começou com os atores a refletirem “sombramente” sobre a vitória política de Trump, referindo que, agora, “graças ao Supremo Tribunal, já não há guardrails” — um toque subtil sobre a perceção de ausência de limites e controle na política atual. Num tom de falsa devoção, Kenan Thompson declarou com seriedade que o programa sempre esteve ao lado de Trump, e que “nunca vacilou no apoio” ao ex-presidente. O sarcasmo atingiu o auge quando outros membros do elenco reforçaram este ponto, com declarações como “Cada pessoa neste palco acreditou em ti, Trump” e “Todos aqui votaram em ti!”.

A paródia elevou-se ainda mais quando Carvey surgiu a interpretar Elon Musk, assumindo a postura excêntrica e ligeiramente perturbadora que Musk é conhecido por ter nas redes sociais. Vestido de preto, a imitar o estilo característico de Musk, Carvey representou o empresário com uma dança desajeitada, afirmando num exagerado sotaque sul-africano: “América será como um dos meus foguetões: super fixe e super divertido, mas com uma pequena hipótese de explodir e matar toda a gente, haha!”

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A imitação de Musk e a representação de Trump como figuras satíricas refletem a capacidade de SNL de lidar com temas sérios e polémicos, usando o humor para criticar a cultura de celebridades e a política americana. A temporada 50 de SNLjá começou a estabelecer um elenco de estrelas para as eleições de 2024, preparando-se para abordar os próximos desenvolvimentos políticos com o seu estilo icónico de comédia e sátira.

June Squibb, Estrela de 95 Anos, Mostra Que a Idade Não é Limite no Cinema

Aos 95 anos, June Squibb continua a conquistar Hollywood com papéis que desafiam a sua idade e surpreendem o público. No seu mais recente filme, Thelma, Squibb interpreta uma avó aparentemente doce que, contra todas as expectativas, se revela mais dura e implacável do que qualquer um imaginaria. Thelma, inspirado na avó do argumentista e realizador Josh Margolin, estreou no Sundance Film Festival deste ano e desde então tem encantado audiências e críticos. Se a atriz conseguir uma nomeação para o Óscar de Melhor Atriz pelo papel, será a mais velha a receber uma nomeação, solidificando o seu estatuto como uma lenda viva do cinema.

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Com um toque de humor, Squibb tem promovido Thelma de forma irreverente, publicando vídeos em que brinca com a sua personagem e desafia figuras como Ryan Reynolds e Austin Butler para “combates”, afirmando que lhes daria “uma lição” se tentassem enfrentar a sua personagem. Quando questionada se os desafiados responderam, a atriz ri-se, revelando que, embora não tenha recebido respostas diretas, os vídeos suscitaram muitas risadas e entusiasmo entre os fãs.

A carreira de Squibb tem sido um percurso singular e inspirador. Depois de décadas no teatro, estreou-se no cinema aos 61 anos, com o filme Alice de Woody Allen, e alcançou o seu primeiro grande reconhecimento com uma nomeação ao Óscar pelo papel em Nebraska (2013), onde interpretou a mãe sem filtros do protagonista. Ironia das ironias, Squibb quase não foi considerada para o papel devido à perceção de que era demasiado “meiga” para uma personagem tão irreverente. Segundo a própria atriz, o realizador Alexander Payne relutava em vê-la como a “matriarca de língua afiada” em Nebraska, pois associava-a ao papel de esposa doce que tinha interpretado em About Schmidt.

Para Squibb, o seu estilo direto e ousado sempre foi um trunfo. Recorda com orgulho os tempos de teatro, onde a apelidaram de “A Boca Mais Suja da Broadway”, um título que a atriz considera ainda hoje “um elogio divertido e verdadeiro.” O reconhecimento e o carinho do público têm acompanhado Squibb nos seus papéis posteriores, como em Hubie Halloween (2020), ao lado de Adam Sandler, onde interpretou uma avó com camisolas provocadoras e diálogos mordazes. Squibb fala com admiração de Sandler, destacando-o como um líder no set, sempre atento e com um talento especial para criar um ambiente familiar entre a equipa.

Atualmente, Squibb continua a diversificar a sua filmografia com papéis desafiantes. Recentemente, participou no filme Lost & Found in Cleveland ao lado de Martin Sheen e Dennis Haysbert, e será a protagonista de Eleanor the Great, a primeira longa-metragem de Scarlett Johansson como realizadora. No filme, interpreta uma mulher que vive com o peso de uma mentira complexa, num papel que, segundo Squibb, é “especial e comovente”. Com projetos em curso e um entusiasmo inesgotável pela arte de representar, Squibb prova que, mesmo na casa dos 90, ainda há espaço para surpreender e desafiar o público.

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Para muitos, June Squibb é mais do que uma atriz; é um exemplo de resiliência e paixão pela arte. Em cada papel, leva um toque de humor e profundidade que conquistam audiências e fazem de cada uma das suas personagens uma figura inesquecível. A sua carreira tardia no cinema continua a inspirar tanto jovens talentos quanto veteranos, mostrando que o talento não tem limite de idade.

Heretic: Realizadores Enviam Mensagem a Hollywood Contra o Uso de Inteligência Artificial

O novo filme Heretic, dos realizadores Scott Beck e Bryan Woods, vai além da narrativa tradicional ao incluir uma mensagem especial nos créditos finais: “Não foi utilizada Inteligência Artificial generativa na produção deste filme.” Este gesto, uma advertência invulgar no cinema, foi cuidadosamente planeado para gerar uma reflexão sobre os perigos da IA na indústria do entretenimento e os possíveis impactos dessa tecnologia na criatividade humana.

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Heretic, lançado pela A24, aborda a história de dois missionários mórmons (interpretados por Sophie Thatcher e Chloe East) que ficam presos na casa de um homem misterioso (Hugh Grant). A trama é mais do que uma simples ficção; Beck e Woods viram nesta obra uma oportunidade para abrir uma discussão crítica sobre o papel da IA generativa, uma tecnologia que pode criar conteúdos, desde imagens e vídeos até textos, com base em modelos computacionais avançados.

Scott Beck comenta que, embora Heretic não suscite dúvidas quanto ao uso de IA, a escolha de incluir esta mensagem nos créditos finais foi uma forma de alertar o público. “Acreditamos que as pessoas devem começar a refletir sobre o impacto da IA, especialmente na criação artística,” afirmou. A tecnologia de IA generativa, que já foi usada em produções de grande escala como Furiosa e Alien: Romulus, pode modificar praticamente qualquer aspeto da pós-produção, ao ponto de gerar vídeos completos sem intervenção humana. Para Beck, este avanço representa uma ameaça à autenticidade do cinema, sendo “quase um roubo” do processo criativo humano.

Bryan Woods não hesita em expressar as suas preocupações, afirmando que a IA tem potencial para substituir empregos de forma massiva, e que o setor das artes pode ser um dos mais atingidos. “Estamos numa indústria que, por natureza, é motivada pelo lucro, e as decisões são frequentemente tomadas em prol dos resultados financeiros e não do processo criativo,” refere Woods, sublinhando que o problema é agravado pelo facto de a IA poder facilmente preencher lacunas criativas com base em algoritmos, tornando-se uma alternativa mais barata para estúdios.

Os realizadores destacam o papel fundamental da A24, que apoiou a decisão de incluir esta mensagem, respeitando a sua visão artística e as preocupações éticas envolvidas. Segundo Beck, a A24 é um estúdio que valoriza a individualidade artística, o que facilitou a integração desta mensagem. “A A24 é um espaço onde sentimos que trabalhamos com pessoas, não com algoritmos,” acrescenta.

O uso crescente de IA em Hollywood levanta questões profundas sobre o futuro da arte cinematográfica e dos próprios artistas. A parceria recente entre estúdios como a Blumhouse e a Meta, para explorar ferramentas de IA na produção, e a criação de um grupo de supervisão da IA pela Disney, são exemplos de como a tecnologia está a integrar-se rapidamente no setor. No entanto, realizadores como Beck e Woods acreditam que há necessidade de um debate sério antes de se permitir que a IA interfira profundamente na produção cinematográfica.

Para Woods, embora a tecnologia de IA seja uma realização impressionante, há riscos consideráveis envolvidos. Ele cita um estudo da Goldman Sachs, segundo o qual a IA poderia substituir até 300 milhões de empregos a tempo inteiro globalmente. A sua conclusão é, ao mesmo tempo, divertida e alarmante: “A IA é incrível e pode fazer coisas bonitas, mas talvez devêssemos enterrá-la debaixo de ogivas nucleares – pode muito bem destruir-nos.”

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Heretic não é apenas um filme que explora o conflito entre fé e humanidade, mas também um marco para os realizadores que desafiam Hollywood a refletir sobre o papel da tecnologia e a necessidade de manter o fator humano no processo criativo.

Caso Alec Baldwin: Testemunho de “Bom Samaritano” Revela Provas Inesperadas e Levanta Questões sobre o Incidente de “Rust”

No que se tornou um dos julgamentos mais controversos de Hollywood, o caso de Alec Baldwin sobre a morte da diretora de fotografia Halyna Hutchins no set do filme Rust deu uma nova reviravolta graças ao depoimento de Troy Teske. Este “bom samaritano”, um ex-polícia de Bullhead City, Arizona, surgiu inesperadamente como uma peça-chave no julgamento ao fornecer provas que viriam a influenciar diretamente a decisão do juiz. Teske, que entrou em cena ao entregar um conjunto de balas que possuía, viu o caso “explodir” ao ponto de gerar reações que descreve como “hilariantes” de acompanhar.

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Baldwin, que enfrentava acusações de homicídio negligente, foi acusado de disparar acidentalmente a arma que matou Hutchins. Em julho, no tribunal, a juíza Mary Marlowe Sommer analisou as balas entregues por Teske, descobrindo que três delas correspondiam exatamente às balas reais encontradas no set de Rust, incluindo a que causou a morte de Hutchins. A revelação foi suficiente para que o caso contra Baldwin fosse arquivado, com a juíza argumentando que o ator tinha sido privado de um julgamento justo.

O papel de Teske, no entanto, levanta novas questões sobre a origem das balas reais no set. A presença destas balas sustentava a teoria de que poderiam ter sido fornecidas por Seth Kenney, o responsável pelo fornecimento de armas e munições para o filme. Kenney, no entanto, sempre negou envolvimento, e tanto os investigadores quanto a acusação apontaram para Hannah Gutierrez Reed, a armeira de Rust, que cumpre uma sentença de 18 meses pela sua participação no incidente.

Teske, amigo de longa data do pai de Gutierrez Reed, contou que guardava as balas deixadas por Thell Reed, também um armeiro respeitado em Hollywood, após um treino com armas no rancho de Taylor Sheridan, usado para preparar os atores para a série 1883. Supostamente, parte das balas remanescentes teria sido levada para o set de Rust. Contudo, investigações subsequentes refutaram esta teoria, pois as munições encontradas com Kenney não correspondiam às de Rust.

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Durante o julgamento de Baldwin, Teske percebeu que algumas das balas que ainda tinha poderiam ser cruciais para o caso. Ao entregar o material, Teske diz que foi ignorado e que a prova foi registada sob um novo número de processo, o que a tornou inacessível para a defesa de Baldwin. Quando a questão finalmente foi levantada em tribunal, a juíza Marlowe Sommer pediu para examinar as balas, e foi então que se descobriu a correspondência.

Este desenrolar surpreendente do caso levou Teske a expressar descontentamento pelo facto de Baldwin ter sido libertado, enquanto Gutierrez Reed cumpre pena, mesmo quando surgiram provas ocultas durante o seu julgamento. “Ela está a tentar sobreviver na prisão,” comenta Teske, revelando que a vida para Gutierrez Reed é difícil, com conflitos constantes devido à sua fama no caso de Rust.

A questão de como as balas reais acabaram no set permanece sem uma resposta definitiva. O testemunho de Teske adiciona uma camada de complexidade, mas também sublinha a incerteza e as falhas no sistema de justiça. Para Teske, o caso já não é uma prioridade. “Estou cansado disso – já chega,” conclui, sugerindo que a busca por respostas pode nunca encontrar uma resolução clara.