“The Day of the Jackal” Ganha Nova Vida com Série da SkyShowtime

Uma das grandes apostas da SkyShowtime para o final de 2024 é a nova série “The Day of the Jackal”, uma reinvenção moderna do clássico filme de 1973, que por sua vez foi baseado no aclamado livro de Frederick Forsyth. Esta nova produção contará com 10 episódios e será protagonizada por um elenco de peso, incluindo o oscarizado Eddie Redmayne, a talentosa Lashana Lynch, e a estrela espanhola Úrsula Corberó, conhecida pelo seu papel como Tóquioem La Casa de Papel. A série estreia a 6 de dezembro e estará disponível na plataforma de streaming SkyShowtime.

A Reinvenção de um Clássico

A versão original de The Day of the Jackal foi realizada por Fred Zinnemann e lançada em 1973, tornando-se um marco no cinema de suspense e espionagem. A história, inspirada no livro de Forsyth, centra-se num assassino profissional contratado para matar o presidente francês Charles de Gaulle. Agora, esta nova versão da série traz uma abordagem moderna à narrativa, adaptando o enredo para um contexto mais contemporâneo e dinâmico.

Eddie Redmayne interpreta o enigmático Jackal, o assassino implacável cuja identidade verdadeira permanece um mistério. Após o seu último crime, Jackal é perseguido por uma determinada agente dos serviços secretos do Reino Unido, interpretada por Lashana Lynch. Lynch, que tem vindo a ganhar destaque nos últimos anos com papéis em Capitão Marvel e 007: Sem Tempo para Morrer, promete trazer uma performance intensa e cheia de nuances.

Elenco Estrela

Para além de Redmayne e Lynch, a série conta também com a participação de grandes nomes como Charles Dance (A Guerra dos Tronos), Lia Williams (The Crown), Eleanor Matsuura (The Walking Dead), Nick Blood (Slow Horses) e Richard Dormer (A Guerra dos Tronos). A combinação de um elenco diversificado e talentoso com uma narrativa cheia de intriga e suspense faz desta uma das séries mais aguardadas de 2024.

O Que Podemos Esperar?

Com uma produção de alta qualidade e um elenco repleto de estrelas, “The Day of the Jackal” promete conquistar os fãs de espionagem e suspense. A série mantém a essência do livro e do filme original, mas ao mesmo tempo adapta a trama para refletir as realidades políticas e tecnológicas dos dias de hoje. Este projeto é uma excelente oportunidade para revisitar um clássico, oferecendo novas camadas de complexidade e ação.

Para os fãs de thrillers e narrativas de conspiração, esta série será um dos grandes eventos televisivos do final do ano. A estreia a 6 de dezembro marca o início de uma nova era para esta história clássica, que promete manter os espectadores colados ao ecrã do início ao fim.

Ataques Racistas e Sexistas Contra “Caça-Fantasmas” de 2016: Realizador Aponta Culpas a Donald Trump

Em 2016, Hollywood procurou relançar a clássica franquia “Caça-Fantasmas” com uma nova versão protagonizada por mulheres. A nova equipa incluiu grandes estrelas como Melissa McCarthyKristen WiigKate McKinnon, e Leslie Jones, ao lado de Chris Hemsworth e participações especiais de alguns dos atores originais do filme de 1984. No entanto, desde que foi anunciada em 2015, a produção tornou-se alvo de ataques violentos nas redes sociais, com críticas sexistas e racistas dirigidas principalmente às mulheres do elenco, em especial a Leslie Jones, a única atriz negra no grupo.

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O realizador Paul Feig, numa entrevista recente ao The Guardian, afirmou que parte da culpa pelos ataques ao filme se deve à retórica utilizada por Donald Trump, na altura candidato à presidência dos Estados Unidos. Segundo Feig, o clima político de 2016 era especialmente hostil, com Hillary Clinton a concorrer contra Trump, e muitos homens a procurarem confronto nas redes sociais.

Paul Feig recorda ainda que Trump criticou publicamente a ideia de refazer filmes icónicos, incluindo Indiana Jones e Caça-Fantasmas, afirmando que mudar o elenco original era inaceitável. Trump, que tinha uma base de apoiantes vocal e ativa nas redes sociais, acabou por contribuir para a polarização da opinião pública sobre o filme.

Apesar do esforço para revitalizar a franquia, o filme foi um fracasso de bilheteira e enfrentou duras críticas, tanto de espectadores quanto de críticos. Além disso, a atriz Leslie Jones foi alvo de ataques racistas e misóginos nas redes sociais, o que levou a várias discussões sobre racismo e sexismo em Hollywood.

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Feig lamentou o impacto que a retórica de Trump teve na perceção do público sobre o filme, afirmando que os ataques transformaram o projeto numa “declaração política” sobre igualdade de género. O diretor sublinha que a intenção nunca foi dividir o público, mas sim oferecer uma nova perspetiva sobre uma história clássica.

A Saída de Kevin Costner de “Yellowstone” e o Futuro da Série

A popular série Yellowstone, que acompanha a história da família Dutton, dona do maior rancho do Montana, está prestes a voltar com a segunda parte da sua quinta temporada, mas sem o seu protagonista principal, Kevin Costner, que interpretava John Dutton. A saída de Costner foi uma surpresa para muitos, incluindo o próprio elenco, que só descobriu o destino da sua personagem durante as gravações dos novos episódios.

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Kevin Costner revelou recentemente que a razão para deixar Yellowstone se deve à sua dedicação ao seu projeto pessoal, o filme “Horizon: An American Saga”, um épico western que o ator está a realizar. A sua incapacidade de conciliar as filmagens de Yellowstone com o novo filme gerou tensões entre ele e o criador da série, Taylor Sheridan, resultando na decisão de Costner de não regressar à série.

Apesar de o futuro de John Dutton na série ainda ser um mistério, a ausência de Costner será notória, especialmente porque a série tem centrado grande parte da sua narrativa no personagem do patriarca da família Dutton. Até ao momento, pouco se sabe sobre como Taylor Sheridan planeia justificar a saída repentina de Dutton da história.

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A segunda parte da quinta temporada de Yellowstone, composta por seis episódios, estreia a 12 de novembro na plataforma SkyShowtime Portugal, e os fãs aguardam com expectativa para ver como a história da família Dutton vai prosseguir sem a figura central de John Dutton.

Novo Filme Turco Conquista Netflix, Mas Não Críticos

Depois de alguns lançamentos controversos, a Netflix volta a liderar as tabelas de visualizações com um novo filme turco, “Um Verdadeiro Cavalheiro” (A True Gentleman), que se tornou rapidamente o filme mais visto da plataforma a nível global. Embora o filme esteja a conquistar os assinantes, as críticas não têm sido muito positivas, com muitos a considerarem a narrativa desconfortável e aborrecida.

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Realizado por Onur Bilgetay e protagonizado por Çağatay Ulusoy, o filme acompanha a história de Saygın, um homem charmoso e reservado que oferece às mulheres ricas a realização emocional que elas tanto desejam. No entanto, apesar da sua aparência polida, Saygın esconde uma realidade perturbadora e começa a questionar a sua própria felicidade quando conhece Nehir, uma jovem inocente que altera a sua visão da vida.

O filme tem sido descrito como uma exploração desconfortável das relações transacionais e dos traumas pessoais, sem conseguir cativar o público de forma significativa. O site Ready Steady Cut, por exemplo, atribuiu ao filme apenas 2,5 em 5 estrelas, criticando o enredo como aborrecido e previsível.

Em Portugal, “Um Verdadeiro Cavalheiro” ocupa o terceiro lugar nas tabelas de visualizações, mas, dado o seu sucesso internacional, não seria surpreendente vê-lo subir até ao primeiro lugar nos próximos dias. No entanto, o filme continua a ser uma opção polarizadora para os subscritores da Netflix, que parecem estar divididos entre a curiosidade e a decepção.

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DC Anuncia Filme do Bane e Deathstroke com Argumentista de Capitão América

DC Comics está a expandir o seu universo cinematográfico com novos projetos focados em dois dos seus vilões mais icónicos: Bane e Deathstroke. A notícia foi recebida com entusiasmo pelos fãs, já que ambos os personagens ganharam popularidade tanto nos quadradinhos como em adaptações anteriores. O projeto está atualmente em desenvolvimento, com o argumento a cargo de Matthew Orton, conhecido pelo seu trabalho no filme Capitão América: Admirável Mundo Novo.

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Bane: O Vilão Que Quebrou o Morcego

Bane é um dos vilões mais marcantes do universo do Batman, conhecido pela sua força sobre-humana, que adquire através de um esteroide chamado Veneno. Criado nos anos 90 por Chuck Dixon e Graham Nolan, Bane ganhou notoriedade ao protagonizar a história “A Queda do Morcego”, onde consegue literalmente quebrar a coluna do Batman, num dos momentos mais dramáticos da história da banda desenhada.

No cinema, Bane foi interpretado por Tom Hardy no filme O Cavaleiro das Trevas Renasce (2012), de Christopher Nolan, numa performance que ficou gravada na memória dos fãs pela complexidade e brutalidade do personagem.

Exterminador: Um Vilão Multifacetado

Por outro lado, o Deathstroke (Slade Wilson) é um mercenário com habilidades extraordinárias e uma mente estratégica brilhante. Introduzido nos quadradinhos em 1980 por Marv Wolfman e George Perez, o personagem tornou-se rapidamente num dos vilões mais temidos da DC, tendo enfrentado não só os Jovens Titãs como também o Batman e a Liga da Justiça.

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O Exterminador já foi retratado em várias adaptações, incluindo séries animadas, videojogos e em live-action por Joe Manganiello no filme Liga da Justiça de Zack Snyder. Recentemente, também fez uma aparição na série Titans, onde foi interpretado por Esai Morales.

Aposta em Vilões: Uma Tendência da DC

A DC tem investido cada vez mais em explorar as histórias dos seus vilões, como já ficou claro com o sucesso de Joker(2019), que arrecadou mais de 1 mil milhões de dólares nas bilheteiras e foi aclamado pela crítica, incluindo duas vitórias no Óscares. O próximo grande lançamento de vilão será a série Pinguim, estrelada por Colin Farrell, que já está a gerar expectativas muito positivas.

A aposta em personagens como Bane e Exterminador mostra que a DC continua a explorar o lado sombrio do seu universo, oferecendo aos fãs narrativas complexas e personagens com profundidade psicológica.

O Futuro da DC no Cinema

Com a expansão do Universo Cinematográfico da DC (DCU), o estúdio parece focado em construir histórias que vão além dos heróis tradicionais, com um novo foco nos antagonistas e nas suas histórias pessoais. A equipa criativa por trás deste projeto, incluindo Matthew Orton, é uma aposta promissora, dado o seu historial de sucesso com filmes de ação e super-heróis.

Com estes projetos em andamento, fica claro que a DC está a construir uma narrativa mais densa e diversificada, onde heróis e vilões têm o mesmo espaço para brilhar.

Samuel L. Jackson Surpreendido com o Longo Contrato da Marvel

O ator Samuel L. Jackson, famoso pelo seu papel como Nick Fury no universo cinematográfico da Marvel (MCU), revelou recentemente à GQ que ficou surpreendido com a extensão do seu contrato com a Marvel Studios. Quando o presidente da Marvel, Kevin Feige, lhe ofereceu um contrato de nove filmes, Jackson não fazia ideia de quanto tempo teria que se manter no papel.

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Jackson brincou sobre a situação, dizendo: “Quando Kevin disse que íamos fazer um acordo de nove filmes, pensei, ‘Quanto tempo é que eu tenho que ficar vivo para fazer nove filmes?’”. O ator também mencionou que, enquanto assinava o contrato, não fazia ideia de que a Marvel ia produzir tantos filmes num período relativamente curto de tempo. A verdade é que os nove filmes foram filmados ao longo de 11 anos, com a primeira aparição de Jackson como Nick Fury em Iron Man, em 2008, e a nona em Spider-Man: Far From Home, em 2019.

Apesar do longo contrato, Jackson continua a ter um papel ativo no MCU, tendo já participado em 10 filmes, incluindo o mais recente The Marvels, e três séries televisivas: Agents of S.H.I.E.L.D.What If…? e Secret Invasion. Além disso, Jackson expressou o desejo de ver a sua personagem em Wakanda, ao lado de outras estrelas negras do universo Marvel como Don Cheadle e Anthony Mackie.

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A longevidade de Jackson como Nick Fury e o seu contínuo envolvimento no MCU destacam a importância e a popularidade do seu papel na franquia. Além do seu trabalho com a Marvel, Samuel L. Jackson também teve um ano bastante preenchido, com participações em quatro filmes não relacionados com a Marvel, incluindo o seu papel de voz em The Garfield Movie.

O Triunfo de Laura Carreira no Festival de San Sebastián

A realizadora portuguesa Laura Carreira foi distinguida com a Concha de Prata de Melhor Realização no Festival de Cinema de San Sebastián pela sua primeira longa-metragem, “On Falling”. Este filme, que retrata a vida de Aurora, uma jovem portuguesa emigrada na Escócia, aborda temas como a precariedade laboral, a solidão e as dificuldades emocionais de viver num país estrangeiro.

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On Falling teve a sua estreia mundial no Festival Internacional de Cinema de Toronto, antes de competir em San Sebastián, onde a crítica o elogiou pela sua sensibilidade e profundidade emocional. O filme foi produzido pela BRO Cinema em coprodução com o Reino Unido e recebeu ainda uma menção honrosa no Prémio Otra Mirada, atribuído pela televisão pública espanhola RTVE.

Laura Carreira, natural do Porto, começou a sua carreira com as curtas-metragens Red Hill e The Shift, que também exploravam temas relacionados com o trabalho e a subsistência. Agora, com On Falling, a cineasta reafirma o seu compromisso em abordar questões sociais através da ficção, trazendo à tona temas muitas vezes negligenciados no cinema contemporâneo.

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Este prémio, recebido ex-aequo com o realizador espanhol Pedro Martín-Calero por El Llanto, marca o início de uma promissora carreira internacional para Laura Carreira, posicionando-a como uma das novas vozes do cinema europeu a ter em conta.

Morreu John Ashton, o Detetive Sargento de “O Caça Polícias”

John Ashton, o ator veterano de Hollywood conhecido pelo seu papel como detetive sargento John Taggart na saga de filmes O Caça Polícias (Beverly Hills Cop), morreu aos 76 anos. Ashton faleceu em Fort Collins, Colorado, após uma breve luta contra o cancro, de acordo com fontes próximas da sua carreira, que confirmaram a notícia à The Hollywood Reporter.

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Ashton tornou-se famoso em 1984 quando interpretou o parceiro de Judge Reinhold, formando uma dupla icónica ao lado de Eddie Murphy no filme que lançou Murphy para o estrelato internacional. O papel de John Taggart transformou Ashton num rosto familiar para o público, regressando também para a sequela, O Caça Polícias II, em 1987. No entanto, devido a conflitos de agenda, Ashton não pôde participar na terceira parte da saga em 1994. Ainda assim, para alegria dos fãs, o trio voltou a reunir-se no mais recente filme da franquia, O Caça Polícias: Axel Foley, lançado este verão na Netflix, com a personagem de Ashton promovida a chefe de polícia.

Nascido a 22 de fevereiro de 1948, em Springfield, Massachusetts, John Ashton começou a sua carreira na década de 1970, com várias participações em séries de televisão. O seu grande papel no cinema, além da saga O Caça Polícias, foi em Fuga à Meia-Noite (Midnight Run), um filme de 1988 realizado por Martin Brest, onde Ashton interpretou um caçador de recompensas rival de Robert De Niro.

Durante a sua longa carreira, Ashton também participou em vários outros projetos, incluindo o filme Vista pela Última Vez… (Gone Baby Gone) de Ben Affleck, lançado em 2007. Ao longo dos anos, manteve-se ativo no mundo do entretenimento, tanto na televisão como no cinema, conquistando o respeito e a admiração de colegas e fãs.

A morte de John Ashton marca o fim de uma era para muitos fãs de cinema dos anos 80, e o seu contributo para a indústria será sempre recordado. Fica o legado de um ator versátil, que soube dar vida a personagens memoráveis, em particular o icónico John Taggart, que ficará para sempre na memória dos amantes de comédia e ação.