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	<title>Warner Bros Clockwork Sean Baker indie &#8211; Clube de Cinema</title>
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		<title>CinemaCon 2026: O que Ficou Desta Semana Além do Trailer dos Vingadores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Apr 2026 13:44:27 +0000</pubDate>
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<p>O CinemaCon terminou na quinta-feira em Las Vegas com quatro dias de apresentações que raramente foram tão densas em informação — e tão carregadas de subtext sobre o estado da indústria. <em>Avengers: Doomsday</em> dominou as conversas, como seria expectável. Mas havia outras histórias a acontecer em simultâneo, e algumas delas são mais importantes para o cinema de longo prazo do que qualquer trailer.</p>



<p><strong>A Warner Bros. abriu um novo selo indie — e a primeira aquisição é Sean Baker</strong></p>



<p>A revelação mais surpreendente da apresentação da Warner na terça-feira não foi <em>Supergirl</em> nem <em>Mortal Kombat II</em> nem o primeiro olhar a <em>Practical Magic 2</em> com Nicole Kidman e Sandra Bullock reunidas. Foi o anúncio do Warner Bros. Clockwork, um novo selo de cinema independente criado para distribuir filmes de autor que não se encaixam no calendário de blockbusters. E a primeira aquisição do Clockwork é <em>Ti Amo!</em> — o novo filme de Sean Baker, o realizador de <em>Anora</em>, que ganhou a Palma de Ouro e o Óscar de Melhor Filme em 2025. Baker está, neste momento, no pico da sua relevância artística e comercial, e o facto de a Warner ter ido buscá-lo para inaugurar este selo diz tudo sobre a ambição do projecto.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="578" src="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/04/cinemacon-1046x590-2-1024x578.png" alt="" class="wp-image-25245" srcset="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/04/cinemacon-1046x590-2-1024x578.png 1024w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/04/cinemacon-1046x590-2-300x169.png 300w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/04/cinemacon-1046x590-2-768x433.png 768w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/04/cinemacon-1046x590-2.png 1046w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p><strong>A Paramount prometeu 30 filmes por ano — e ninguém sabe bem o que isso significa</strong></p>



<p>David Ellison, o CEO da Paramount Skydance, subiu ao palco na quinta-feira para fazer aquilo que a Warner se recusou a fazer na terça: falar sobre a fusão Paramount-WBD. Ellison prometeu que a empresa combinada vai lançar até 30 filmes por ano em salas de cinema quando a fusão for finalizada — um número que os exibidores aplaudiram mas que os analistas receberam com cepticismo calculado. O Cinema United aproveitou o CinemaCon para avisar publicamente sobre os riscos de concentração de poder que a fusão representa. Por enquanto, a Paramount trouxe Johnny Depp a apresentar o novo <em>Ebenezer: A Christmas Carol</em> de Tim West e Billie Eilish a promover o seu filme-concerto com James Cameron — dois títulos que coexistem de forma estranha mas confirmam que Ellison quer tanto o prestígio como o populismo.</p>



<p><strong>A Disney revelou que vai fazer o seu próprio IMAX</strong></p>



<p>O anúncio mais estrategicamente importante da semana passou quase despercebido no meio do entusiasmo com <em>Doomsday</em>: a Disney está a lançar o &#8220;Infinity Vision&#8221;, o seu próprio programa de certificação de ecrãs premium, para competir directamente com o IMAX. Significa que a Disney vai deixar de depender de acordos externos para garantir ecrãs de grande formato nas suas estreias — uma independência que tem implicações enormes para a forma como os filmes da Marvel, Star Wars e Pixar vão ser distribuídos nos próximos anos. Para os cinemas portugueses que têm ecrãs certificados IMAX, é uma notícia que merece atenção: a oferta de formatos premium vai diversificar-se, e as salas vão ter de decidir em quais apostam.</p>



<p><strong>O resto do cardápio: de Ridley Scott a <em>Top Gun 3</em></strong></p>



<p>A Universal mostrou <em>The Odyssey</em> de Christopher Nolan — Matt Damon como Ulisses, Tom Holland como Telémaco, Anne Hathaway como Penélope —, e <em>Minions &amp; Monsters</em>, o novo capítulo da franchise com vozes de Christoph Waltz e Jeff Bridges. A Paramount confirmou que <em>Top Gun 3</em> está em desenvolvimento com Tom Cruise — sem data, sem elenco confirmado, mas suficientemente real para gerar aplausos. A Disney revelou <em>Hexed</em>, animação de Acção de Graças com Hailee Steinfeld e Rashida Jones. E o <em>Toy Story 5</em> estreia a 19 de Junho — logo a seguir a <em>The Mandalorian &amp; Grogu</em> a 22 de Maio, o primeiro filme de Star Wars em salas em anos. A 20th Century apresentou o primeiro trailer de <em>The Dog Stars</em>, o novo filme de Ridley Scott.</p>



<p>O que o CinemaCon 2026 confirmou, no fundo, é que o cinema de sala está a recuperar com uma velocidade que surpreendeu os mais pessimistas. O box office já está 20% acima do mesmo período do ano passado. Os estúdios estão a comprometer-se com janelas de exibição mais longas. E há filmes suficientemente grandes no calendário — de <em>Spider-Man: Brand New Day</em> em Julho a <em>Avengers: Doomsday</em> em Dezembro — para fazer de 2026 um dos anos mais movimentados da última década nas salas de cinema.</p>
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