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	<title>Wall Street Pixar Elio &#8211; Clube de Cinema</title>
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	<title>Wall Street Pixar Elio &#8211; Clube de Cinema</title>
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		<title>🎬 Elio e o Fim da Magia Original? O Fracasso da Pixar que Abala Hollywood</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Jun 2025 08:47:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Quando nem um filme bonito e elogiado escapa ao apocalipse dos IPs, está na hora de perguntar: a culpa é dos estúdios ou do público? ver também : A Magia do Tempo: Disney Celebra 55 Anos dos Seus Arquivos com Curta-Metragem Fantástica A Pixar já nos habituou a maravilhas. De&#160;Toy Story&#160;a&#160;Soul, passando por obras-primas como&#160;Ratatui&#160;ou&#160;Inside [&#8230;]]]></description>
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<p><strong>Quando nem um filme bonito e elogiado escapa ao apocalipse dos IPs, está na hora de perguntar: a culpa é dos estúdios ou do público?</strong></p>



<p>ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/a-magia-do-tempo-disney-celebra-55-anos-dos-seus-arquivos-com-curta-metragem-fantastica/">A Magia do Tempo: Disney Celebra 55 Anos dos Seus Arquivos com Curta-Metragem Fantástica</a></p>



<p>A Pixar já nos habituou a maravilhas. De&nbsp;<em>Toy Story</em>&nbsp;a&nbsp;<em>Soul</em>, passando por obras-primas como&nbsp;<em>Ratatui</em>&nbsp;ou&nbsp;<em>Inside Out</em>, o estúdio foi durante décadas sinónimo de criatividade e risco. Mas agora? Bem… parece que até os mestres da animação estão a ser vítimas da era dos franchisings e dos reboots sem fim. O mais recente exemplo chama-se&nbsp;<em>Elio</em>&nbsp;— e o seu desastroso arranque nas bilheteiras pode ter consequências muito para além da Pixar.</p>



<p></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>O pior arranque da história da Pixar</strong></h3>



<p>Com uma pontuação bem respeitável de 84% no Rotten Tomatoes,&nbsp;<em>Elio</em>&nbsp;parecia ter tudo para triunfar: conceito original, visual deslumbrante e aquele toque emocional que a Pixar tão bem domina. Mas não chegou. O filme estreou com apenas 21 milhões de dólares nas bilheteiras norte-americanas — o PIOR arranque de sempre para uma longa-metragem da Pixar.</p>



<p>Doug Creutz, analista da TD Cowan, não tem dúvidas: este flop não é um caso isolado, é um sintoma. “Desde a pandemia, a diferença entre filmes de animação originais e sequelas ou adaptações tornou-se gigantesca”, alertou o especialista de Wall Street. E acrescenta com ironia: “Não culpem os executivos dos estúdios… culpem o público.”</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Porque é que isto interessa (muito) à Disney?</strong></h3>



<p>A Disney não faz animação apenas para encher salas de cinema. Cada filme é uma peça de uma engrenagem maior — o chamado “flywheel” que liga animação, parques temáticos e produtos licenciados. E aqui está o problema: um filme como&nbsp;<em>Elio</em>&nbsp;não gera brinquedos, não inspira brinquedos de peluche, não tem potencial de montar uma montanha-russa no Magic Kingdom.</p>



<p>Se os filmes originais falham, o parque temático não ganha atrações novas e o merchandising não sai das prateleiras. O impacto é profundo — e a Disney sabe-o bem. Por isso, não é surpresa que tenha adiado&nbsp;<em>Elio</em>&nbsp;de 2024 para 2025, tentando evitar que um fracasso coincida com momentos sensíveis para a administração da empresa, nomeadamente o já famoso “proxy fight” envolvendo Bob Iger.</p>



<p></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>A guerra das sequelas vs. originais</strong></h3>



<p>Os números são assustadores. Desde 2022, as longas-metragens de animação originais da Disney (e da Universal/Illumination) arrecadaram, em média, 412 milhões de dólares. Pode parecer bom… até percebermos que as sequelas no mesmo período arrecadaram, em média, 844 milhões — mais do dobro.</p>



<p>E isto com um pequeno truque contabilístico:&nbsp;<em>Super Mario Bros.</em>&nbsp;entra nas contas como “original”, apesar de ser um produto da nostalgia e de uma marca com décadas de história. Ou seja: a animação original&nbsp;<em>verdadeira</em>, aquela que inventa novos mundos e personagens, está a perder terreno — e a perder feio.</p>



<p></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Elio é um aviso. Vamos ouvir?</strong></h3>



<p>A grande questão é esta: se nem a Pixar consegue convencer o público a arriscar numa ideia nova, quem conseguirá? Será o futuro da animação um eterno ciclo de&nbsp;<em>Toy Story 27</em>&nbsp;e&nbsp;<em>Frozen: O Retorno da Tia da Elsa</em>?</p>



<p>No meio deste cenário sombrio, vale lembrar uma frase de Walt Disney:&nbsp;<em>“We keep moving forward, opening new doors, and doing new things…”</em>&nbsp;Pois bem. A Pixar tentou abrir uma nova porta com&nbsp;<em>Elio</em>&nbsp;— e o público, desta vez, preferiu ficar na sala do costume. O problema? Se continuarmos a rejeitar o novo, em breve já nem haverá portas para abrir.</p>



<p>ver também . <a href="https://www.clubedecinema.pt/michael-b-jordan-em-dose-dupla-pecadores-chega-a-max-e-e-o-primeiro-grande-candidato-aos-oscares/">Michael B. Jordan em Dose Dupla: “Pecadores” Chega à Max e É o Primeiro Grande Candidato aos Óscares</a></p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3a5.png" alt="🎥" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />&nbsp;<em>Elio</em>&nbsp;pode ter fracassado nas bilheteiras, mas talvez mereça uma segunda oportunidade — pelo bem da imaginação coletiva. Se não for por ti, que seja pelas gerações futuras que não merecem crescer apenas com sequelas.</p>



<p></p>
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