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	<title>WALL-E &#8211; Clube de Cinema</title>
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	<description>Vá lá! Façam Fitas!</description>
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		<title>Pixar Só Faz Sequelas Se… Toda a Gente Gostar Mesmo Muito (e Houver Uma Boa História, Claro)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Jun 2025 17:18:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[No Meio]]></category>
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					<description><![CDATA[Pete Docter revela os critérios surpreendentemente óbvios para um filme da Pixar se tornar franquia Porque é que&#160;Carros&#160;tem três filmes e spin-offs… mas&#160;Ratatui&#160;ficou a olhar para o forno? A resposta é mais simples do que se pensa — e foi finalmente revelada por quem manda. Pete Docter, actual chefe criativo da Pixar, explicou o que [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong>Pete Docter revela os critérios surpreendentemente óbvios para um filme da Pixar se tornar franquia</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Porque é que&nbsp;<em>Carros</em>&nbsp;tem três filmes e spin-offs… mas&nbsp;<em>Ratatui</em>&nbsp;ficou a olhar para o forno? A resposta é mais simples do que se pensa — e foi finalmente revelada por quem manda. Pete Docter, actual chefe criativo da Pixar, explicou o que é preciso para um filme do estúdio se tornar franquia. E spoiler: não basta ser bom. Tem de ser bom, adorado pelo público e… ainda ter sumo para espremer.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também . <a href="https://www.clubedecinema.pt/batman-begins-o-recomeco-sombrio-que-mudou-o-cinema-de-super-herois-para-sempre/">“Batman Begins”: O Recomeço Sombrio Que Mudou o Cinema de Super-Heróis Para Sempre</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Numa entrevista à&nbsp;<em>Screen Rant</em>, Docter — que realizou clássicos como&nbsp;<em>Monstros e Companhia</em>,&nbsp;<em>Up</em>,&nbsp;<em>Divertida-Mente</em>&nbsp;e&nbsp;<em>Soul</em>&nbsp;— explicou a dança delicada entre sucesso e criatividade:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Se ninguém se importa com o filme, se não corre bem, não exploramos. Mas mesmo que seja um êxito, se não encontrarmos uma boa ideia, também não avançamos.”</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Ou seja, não é só o público a mandar, nem só os criativos. Tem de haver um casamento feliz entre amor dos fãs e uma história digna de ser contada.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Mas então… porque é que Ratatui e WALL-E ficaram de fora?</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Docter, há filmes que foram sucessos absolutos, mas cujas ideias para sequelas nunca passaram de brainstorm criativo. É o caso de&nbsp;<em>Ratatui</em>&nbsp;e&nbsp;<em>WALL-E</em>. Não é que a Pixar não queira voltar a esses mundos — simplesmente não encontraram ainda uma narrativa que valha a pena explorar. O mesmo acontece com&nbsp;<em>A Vida de Insecto</em>, uma raridade da casa que nunca chegou a ter continuação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já outros, como&nbsp;<em>Up</em>, não tiveram sequelas no cinema, mas ganharam curtas no Disney+, como a série&nbsp;<em>Dug Days</em>&nbsp;e o emocionante&nbsp;<em>Carl’s Date</em>&nbsp;— a despedida de Ed Asner, a voz de Carl Fredricksen.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Streaming, pandemia e flops: o que ficou pelo caminho?</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Com a pandemia, a Pixar viu vários dos seus filmes originais serem lançados directamente no Disney+, como&nbsp;<em>Soul</em>,&nbsp;<em>Luca</em>ou&nbsp;<em>Turning Red</em>. E aí entra um novo desafio: como medir o sucesso de um filme sem bilheteiras? Os dados de streaming são opacos, o que dificulta perceber o impacto junto do público — e isso afecta, naturalmente, a hipótese de sequelas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No caso de&nbsp;<em>Elemental</em>, que começou mal mas acabou por se revelar um pequeno sucesso de bilheteira, a dúvida persiste: será que vai ter continuação? A Pixar ainda não decidiu, mas a porta não está fechada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por outro lado, quando a fórmula falha, falha mesmo.&nbsp;<em>Lightyear</em>, tentativa de reinventar o universo&nbsp;<em>Toy Story</em>, foi um fracasso crítico e comercial — e dificilmente voltará a voar.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>O que vem aí?</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Depois do êxito monumental de&nbsp;<em>Divertida-Mente 2</em>, a Pixar entrou novamente no modo franquia:&nbsp;<em>Toy Story 5</em>,&nbsp;<em>Coco 2</em>&nbsp;e&nbsp;<em>Os Incríveis 3</em>&nbsp;já estão em desenvolvimento. Mas calma: os originais não foram esquecidos.&nbsp;<em>Elio</em>&nbsp;chega em breve, seguido de&nbsp;<em>Hoppers</em>&nbsp;(2026) e&nbsp;<em>Gatto</em>&nbsp;(2027). A ideia é simples: os filmes originais são sementes que, se bem regadas, podem tornar-se as próximas grandes sagas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também: <a href="https://www.clubedecinema.pt/han-disparou-primeiro-e-agora-temos-provas-%f0%9f%8c%9f/">Han Disparou Primeiro… e Agora Temos Provas! <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f31f.png" alt="🌟" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></a></p>



<p class="wp-block-paragraph">A Pixar parece ter encontrado o equilíbrio entre inovação e nostalgia. E nós, espectadores, só temos de esperar que a próxima ideia luminosa venha com personagens que queremos rever. Até lá, vamos torcer por mais receitas francesas animadas e menos aviões faladores.</p>
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