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	<title>Vingadores: Endgame &#8211; Clube de Cinema</title>
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		<title>🎬 Elizabeth Olsen impõe novas regras a Hollywood: “Não volto a fazer filmes que não passem no cinema”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 26 Oct 2025 09:10:08 +0000</pubDate>
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<p>A estrela da Marvel e intérprete da Feiticeira Escarlate defende o ritual colectivo do cinema e promete dizer “não” a qualquer projecto feito apenas para o streaming.</p>



<p>Numa altura em que o streaming domina a indústria do entretenimento,&nbsp;<strong>Elizabeth Olsen</strong>&nbsp;decidiu remar contra a corrente. A actriz, conhecida por dar vida a&nbsp;<strong>Wanda Maximoff / Feiticeira Escarlate</strong>&nbsp;no Universo Cinematográfico da Marvel (MCU), afirmou numa entrevista à edição norte-americana da revista&nbsp;<em>InStyle</em>&nbsp;que&nbsp;<strong>só voltará a participar em filmes com estreia garantida nas salas de cinema</strong>.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Se um filme é feito de forma independente e só consegue viabilizar-se através de um serviço de streaming, tudo bem. Mas não quero participar em algo em que o streaming seja o objectivo final”, explicou Olsen.</p>
</blockquote>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Acho importante que as pessoas se reúnam como comunidade, que vejam filmes juntas, num mesmo espaço. É por isso que gosto de desporto — é poderoso ver pessoas unidas por algo que as entusiasma.”</p>
</blockquote>



<p>A actriz lamentou ainda o desaparecimento das tradicionais&nbsp;<strong>sessões-teste presenciais</strong>, que em tempos eram uma parte essencial da produção cinematográfica.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Da era do streaming ao regresso ao grande ecrã <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f37f.png" alt="🍿" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></strong></h3>



<p>A</p>



<p> posição de Olsen é, no mínimo, curiosa — e algo paradoxal —, já que protagonizou <strong>vários sucessos em plataformas de streaming</strong>, como <em>WandaVision</em>, da <strong>Disney+</strong>, e a minissérie <em>Amor e Morte</em>, que lhe valeu uma nomeação ao <strong>Globo de Ouro</strong>.</p>



<p>Nos últimos anos, porém, tem-se afastado das grandes produções e apostado em&nbsp;<strong>projectos independentes</strong>, todos lançados exclusivamente nas salas de cinema:&nbsp;<em>Suas Três Filhas</em>&nbsp;(2023),&nbsp;<em>A Avaliação</em>&nbsp;(2024) e&nbsp;<em>Eternity</em>, ainda por estrear, sobre uma mulher que tenta descobrir onde passará a eternidade depois de morrer.</p>



<p></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>“Somos adultos a brincar num recreio” <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f9b8-200d-2640-fe0f.png" alt="🦸‍♀️" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></strong></h3>



<p>Apesar da pausa no universo Marvel, Elizabeth Olsen não descarta a hipótese de regressar como&nbsp;<strong>Feiticeira Escarlate</strong>&nbsp;— uma das personagens mais marcantes e trágicas do MCU.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Fazer esses filmes é divertido. É tolo, é absurdo. Somos adultos a brincar num recreio. Estamos a voar, a disparar contra coisas que não existem. E é uma personagem à qual pude regressar tantas vezes em mais de dez anos. É bom deixá-la para trás… mas depois sinto falta dela. Gostava de ter a oportunidade de voltar a interpretá-la.”</p>
</blockquote>



<p></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Uma defensora convicta do cinema <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f39e.png" alt="🎞" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></strong></h3>



<p>Para Olsen,&nbsp;<strong>ver um filme no cinema é uma experiência insubstituível</strong>&nbsp;— e fala com autoridade. A actriz participou em duas das&nbsp;<strong>dez maiores bilheteiras da história do cinema</strong>,&nbsp;<em>Vingadores: Guerra do Infinito</em>&nbsp;(2018) e&nbsp;<em>Vingadores: Endgame</em>(2019).</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“A consistência de uma comunidade e de um trabalho é algo raro. Há centenas de pessoas num plateau a trabalhar em conjunto. É algo poderoso. As equipas de efeitos visuais são verdadeiros artistas. A alma, o espírito e o coração sentem-se realizados a fazer isto. Significa algo.”</p>
</blockquote>



<p></p>



<p>Num mundo cada vez mais dominado pelos algoritmos, Elizabeth Olsen recorda Hollywood de que&nbsp;<strong>o cinema é — e deve continuar a ser — uma experiência colectiva, partilhada e profundamente humana</strong>.</p>
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