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	<title>Um Filme Minecraft &#8211; Clube de Cinema</title>
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		<title>Cinema português em queda nas bilheteiras: apenas 1% dos espectadores viu filmes nacionais em 2025</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 07 Jun 2025 17:09:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nas Salas]]></category>
		<category><![CDATA[Ainda Estou Aqui Walter Salles]]></category>
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					<description><![CDATA[“On Falling”, de Laura Carreira, lidera entre as produções nacionais, mas o domínio de Hollywood mantém-se esmagador O cinema português continua a lutar por atenção nas salas nacionais. De acordo com os dados divulgados pelo&#160;Instituto do Cinema e do Audiovisual (ICA), os filmes portugueses ou com coprodução nacional conseguiram apenas&#160;1,1% dos 4,5 milhões de espectadores&#160;que [&#8230;]]]></description>
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<h3 class="wp-block-heading"><strong>“On Falling”, de Laura Carreira, lidera entre as produções nacionais, mas o domínio de Hollywood mantém-se esmagador</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">O cinema português continua a lutar por atenção nas salas nacionais. De acordo com os dados divulgados pelo&nbsp;<strong>Instituto do Cinema e do Audiovisual (ICA)</strong>, os filmes portugueses ou com coprodução nacional conseguiram apenas&nbsp;<strong>1,1% dos 4,5 milhões de espectadores</strong>&nbsp;que foram ao cinema entre Janeiro e Maio de 2025. Em termos de receita de bilheteira, a quota ainda é mais baixa:&nbsp;<strong>0,8%</strong>, equivalente a 228 mil euros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Num período em que as&nbsp;<strong>salas de cinema registaram um crescimento global de 13%</strong>&nbsp;em espectadores e&nbsp;<strong>16,5% em receitas</strong>, com um total de&nbsp;<strong>28,5 milhões de euros</strong>, o cinema nacional ficou, mais uma vez, à margem deste entusiasmo crescente. Mesmo com o incentivo da campanha “<strong>Cinema em Festa</strong>”, que vendeu bilhetes a&nbsp;<strong>3,5 euros</strong>&nbsp;em mais de&nbsp;<strong>420 salas</strong>&nbsp;durante três dias de Maio, a repercussão sobre os filmes portugueses foi praticamente residual.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Hollywood domina, Portugal resiste</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os&nbsp;<strong>172 filmes estreados até Maio</strong>, apenas&nbsp;<strong>44 foram de produção ou coprodução norte-americana</strong>. No entanto, esses mesmos filmes foram responsáveis por mais de&nbsp;<strong>67% do total da exibição</strong>, tanto em&nbsp;<strong>receita de bilheteira como em número de espectadores</strong>. Ou seja, os blockbusters continuam a dominar por completo a preferência do público português.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O filme mais visto do ano nos cinemas foi, até agora,&nbsp;<strong>“Um Filme Minecraft”</strong>, de Jared Hess, que somou&nbsp;<strong>498.120 espectadores</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>três milhões de euros</strong>&nbsp;em receitas. Em segundo lugar, surge&nbsp;<strong>“Ainda estou aqui”</strong>, de Walter Salles, com&nbsp;<strong>383.829 bilhetes vendidos</strong>.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>O melhor português do ano? “On Falling”</strong></h3>



<iframe width="560" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/rZdDO3vsyTU?si=7AwqYxlKOfXZuTy3" title="YouTube video player" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>



<p class="wp-block-paragraph">Na frente do cinema nacional está&nbsp;<strong>“On Falling”</strong>, da realizadora&nbsp;<strong>Laura Carreira</strong>, que reuniu&nbsp;<strong>12.531 espectadores</strong>&nbsp;e cerca de&nbsp;<strong>75 mil euros</strong>&nbsp;de receita. Um número modesto face ao panorama geral, mas ainda assim representativo da dificuldade crónica do cinema português em conquistar o público nacional, mesmo quando há reconhecimento internacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar do talento e da diversidade de abordagens do cinema nacional, a verdade é que continua a existir uma&nbsp;<strong>dificuldade estrutural</strong>&nbsp;em atrair público para as salas. O mercado continua polarizado e dominado por grandes estúdios internacionais, com uma capacidade de promoção e distribuição incomparável face à realidade portuguesa.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Reflexões para o futuro</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Os dados agora divulgados colocam mais uma vez a questão:&nbsp;<strong>como reconquistar o público para o cinema português?</strong>Será necessária uma maior aposta na promoção e acessibilidade? Uma revisão das estratégias de exibição? Ou até um questionamento do modelo de financiamento e distribuição?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma coisa é certa: há filmes portugueses a estrear e a circular — muitos deles aplaudidos em festivais internacionais —, mas&nbsp;<strong>continuam a ser invisíveis para a maioria dos espectadores nacionais</strong>. Talvez esteja na hora de pensar não apenas no que se faz, mas também&nbsp;<strong>em como se faz chegar</strong>&nbsp;o cinema português ao seu próprio público.</p>
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		<title>🎮 De Leiria para Hollywood: Tecnologia Portuguesa Dá Som a Um Filme Minecraft</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 13 Apr 2025 12:30:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema Português]]></category>
		<category><![CDATA[filme Minecraft 2025]]></category>
		<category><![CDATA[inovação em Leiria]]></category>
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		<category><![CDATA[tecnologia áudio 3D]]></category>
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					<description><![CDATA[Num mundo onde Hollywood raramente olha para Portugal como fornecedor de inovação tecnológica, há uma empresa que está a virar o jogo — com som tridimensional. Chama-se Sound Particles, é sediada em Leiria e a sua mais recente conquista chama-se Um Filme Minecraft, a aguardada adaptação cinematográfica do fenómeno global dos videojogos. ver mais : Wolfgang: Quando o Silêncio Diz [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Num mundo onde Hollywood raramente olha para Portugal como fornecedor de inovação tecnológica, há uma empresa que está a virar o jogo — com <em>som tridimensional</em>. Chama-se <strong>Sound Particles</strong>, é sediada em <strong>Leiria</strong> e a sua mais recente conquista chama-se <strong><em>Um Filme Minecraft</em></strong>, a aguardada adaptação cinematográfica do fenómeno global dos videojogos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver mais : <a href="https://www.clubedecinema.pt/wolfgang-quando-o-silencio-diz-tudo-a-emocao-chega-em-forma-de-cinema-catalao/">Wolfgang: Quando o Silêncio Diz Tudo — A Emoção Chega em Forma de Cinema Catalão</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">O filme, que estreou nos cinemas portugueses entre 3 e 6 de abril de 2025, foi o mais visto no fim de semana de estreia, com&nbsp;<strong>104.164 espectadores</strong>, segundo dados do ICA. E há ali um bocadinho de Portugal em cada explosão de TNT e cada passo pixelado no universo cúbico da Minecraftlandia.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Sons que nos envolvem — literalmente</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">A&nbsp;<strong>Sound Particles</strong>&nbsp;desenvolveu um&nbsp;<em>software de som 3D inovador</em>&nbsp;que tem vindo a conquistar os bastidores de Hollywood. Ao aplicar&nbsp;<strong>conceitos de computação gráfica ao áudio</strong>, a tecnologia permite criar&nbsp;<strong>sons tridimensionais complexos e realistas</strong>, proporcionando uma experiência auditiva imersiva e dinâmica — ideal para mundos onde a física desafia a lógica, como acontece em&nbsp;<em>Minecraft</em>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o filme realizado por&nbsp;<strong>Jared Hess</strong>&nbsp;(conhecido por&nbsp;<em>Napoleon Dynamite</em>) e protagonizado por&nbsp;<strong>Jack Black</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>Jason Momoa</strong>, esta tecnologia portuguesa foi a escolha natural. A complexidade visual e rítmica do universo&nbsp;<em>Minecraft</em>&nbsp;exigia uma banda sonora rica em texturas e movimentos sonoros — algo que a Sound Particles oferece como ninguém.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Não é caso único: já estiveram em Dune</strong> <strong>, </strong> <strong>Frozen II</strong> <strong>e Oppenheimer</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar de ainda pouco conhecida fora dos círculos profissionais, a&nbsp;<strong>Sound Particles</strong>&nbsp;tem currículo de luxo: as suas ferramentas já foram usadas em produções como&nbsp;<em>Oppenheimer</em>&nbsp;(2023),&nbsp;<em>Dune – Duna</em>&nbsp;(2021),&nbsp;<em>Frozen II</em>&nbsp;(2019),&nbsp;<em>Stranger Things</em>,&nbsp;<em>House of the Dragon</em>&nbsp;e&nbsp;<em>A Guerra dos Tronos</em>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Criada em 2016 por&nbsp;<strong>Nuno Fonseca</strong>, engenheiro e compositor com ligação ao&nbsp;<strong>Instituto Politécnico de Leiria</strong>, a empresa conta hoje com mais de 30 colaboradores e um portefólio tecnológico em constante expansão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já foi nomeada para os&nbsp;<strong>Cinema Audio Society Awards</strong>&nbsp;e finalista dos&nbsp;<strong>Prémios Científicos da Academia de Hollywood</strong>em 2018. Um feito notável para uma empresa portuguesa com raízes académicas e ambição global.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>O que esperar de Um Filme Minecraft</strong> <strong>?</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Para os fãs do videojogo, o filme promete uma adaptação irreverente e cheia de energia. Com&nbsp;<strong>Jack Black</strong>&nbsp;no registo cómico que tão bem domina e&nbsp;<strong>Jason Momoa</strong>&nbsp;a liderar um grupo de heróis improvisados,&nbsp;<em>Minecraft</em>&nbsp;quer ser mais do que um mero filme infantil. E se o som for um dos seus trunfos — já sabemos quem agradecer.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p class="wp-block-paragraph"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3ac.png" alt="🎬" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> O cinema é feito de imagem, mas nunca subestimemos o som. E quando esse som é feito em Leiria e escutado nas maiores salas de cinema do mundo, há motivo para orgulho nacional. A&nbsp;<em>Sound Particles</em>&nbsp;continua a provar que Portugal não é só talento criativo — também é músculo tecnológico de primeira linha.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também :  <a href="https://www.clubedecinema.pt/%f0%9f%8c%8d-orbe-sobre-os-movimentos-da-terra-o-anime-de-2024-que-abala-crencas-e-conquista-a-netflix/"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f30d.png" alt="🌍" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Orbe: Sobre os Movimentos da Terra  — O Anime de 2024 que Abala Crenças e Conquista a Netflix</a></p>
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