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	<title>Tubarão &#8211; Clube de Cinema</title>
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		<title>John Williams surpreende: “Nunca gostei muito de música de cinema”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Aug 2025 08:48:15 +0000</pubDate>
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<p class="wp-block-paragraph">É impossível imaginar a história do cinema sem as notas de&nbsp;<strong>John Williams</strong>. Do suspense inconfundível de&nbsp;<em>Tubarão</em>&nbsp;ao tema épico de&nbsp;<em>Star Wars</em>, passando pela magia de&nbsp;<em>Harry Potter</em>&nbsp;e pelas aventuras de&nbsp;<em>Indiana Jones</em>, a sua música moldou a memória coletiva de gerações de espectadores. Aos 93 anos, o compositor soma mais de 100 bandas sonoras, cinco Óscares e o título de pessoa viva mais nomeada da história da Academia (54 vezes). Ainda assim, o mestre tem uma visão desconcertante sobre o seu próprio legado:&nbsp;<strong>“Nunca gostei muito de música de cinema”</strong>, confessou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/daniela-melchior-junta-se-ao-pai-natal-mais-letal-do-cinema-em-noite-violenta-2/">Daniela Melchior junta-se ao Pai Natal mais letal do cinema em “Noite Violenta 2”</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">A revelação surge numa nova biografia escrita por&nbsp;<strong>Tim Greiving</strong>, que se mostrou “chocado” com a sinceridade do compositor. Williams descreveu a música de cinema como “efémera” e “fragmentária”, considerando que só raramente atinge uma verdadeira grandeza. Para ele, muitas das bandas sonoras mais aclamadas não passam de “um trabalho” — frases que surpreendem ainda mais quando vêm do homem que revolucionou a própria ideia do que uma banda sonora pode ser.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda assim, Greiving alerta para não levar as palavras demasiado à letra. Williams pode desvalorizar o género, mas a sua carreira prova o contrário: a forma meticulosa como compôs para&nbsp;<em>E.T.</em>,&nbsp;<em>A Lista de Schindler</em>&nbsp;ou&nbsp;<em>Star Wars</em>&nbsp;mostra que encarou o cinema com a mesma seriedade e exigência de um compositor de música clássica. Como nota o biógrafo, Williams&nbsp;<strong>“elevou a música de cinema a uma forma de alta cultura”</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O compositor também refletiu sobre o que faria de forma diferente se pudesse recomeçar: gostaria de ter unificado melhor a sua música de concerto e a música para cinema, tornando-as mais “suas”. Mas admite que, na altura, a composição para filmes era, sobretudo, uma oportunidade de trabalho — uma visão pragmática que contrasta com a reverência dos críticos e do público.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Há, no entanto, um espaço onde Williams não esconde entusiasmo: a sua colaboração de meio século com&nbsp;<strong>Steven Spielberg</strong>. Desde&nbsp;<em>Tubarão</em>&nbsp;(1975), apenas três filmes do realizador não contaram com a sua música. Williams descreve Spielberg como um parceiro criativo com formação musical rara entre cineastas, alguém que sabia ouvir e compreender a música como parte integrante da narrativa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também: <a href="https://www.clubedecinema.pt/vingadores-doomsday-rumores-de-egos-e-conflitos-no-set-aumentam-pressao-sobre-o-regresso-da-marvel/">“Vingadores: Doomsday”: rumores de egos e conflitos no set aumentam pressão sobre o regresso da Marvel</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Seja visto como trabalho “funcional” ou como arte sublime, a verdade é que John Williams&nbsp;<strong>definiu a identidade sonora de Hollywood</strong>&nbsp;como poucos antes dele. As suas partituras são mais do que acompanhamento: são personagens invisíveis que respiram dentro das histórias. E mesmo que o próprio prefira desvalorizar, para o cinema será sempre impossível ouvir aquelas primeiras notas de&nbsp;<em>Star Wars</em>&nbsp;sem sentir que estamos diante de algo maior que a vida.</p>
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