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	<title>The Louis Theroux Podcast &#8211; Clube de Cinema</title>
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	<description>Vá lá! Façam Fitas!</description>
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		<title>Florence Pugh Fala Sem Filtros Sobre as Cenas Íntimas em Hollywood: “Há Coordenadores Bons e Maus”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Nuno Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Nov 2025 17:06:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[As Pessoas]]></category>
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		<category><![CDATA[coordenadores de intimidade]]></category>
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					<description><![CDATA[A atriz britânica aborda os bastidores de um tema sensível Florence Pugh, uma das intérpretes mais talentosas e respeitadas da nova geração, abriu o jogo sobre um tema que continua a gerar debate em Hollywood: o papel dos&#160;coordenadores de intimidade. ler também : Nicole Kidman Junta-se a The Young People — O Novo Thriller de Osgood Perkins [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading"><strong>A atriz britânica aborda os bastidores de um tema sensível</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Florence Pugh, uma das intérpretes mais talentosas e respeitadas da nova geração, abriu o jogo sobre um tema que continua a gerar debate em Hollywood: o papel dos&nbsp;<strong>coordenadores de intimidade</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ler também : <a href="https://clubedecinema.pt/nicole-kidman-junta-se-a-the-young-people-o-novo-thriller-de-osgood-perkins/">Nicole Kidman Junta-se a The Young People — O Novo Thriller de Osgood Perkins</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante uma conversa franca no&nbsp;<em>The Louis Theroux Podcast</em>, a actriz nomeada ao Óscar partilhou as suas experiências com estes profissionais, criados para&nbsp;<strong>assegurar que as cenas de sexo e nudez sejam filmadas com segurança, respeito e consentimento</strong>.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Já trabalhei com bons e maus”, admitiu Pugh. “O objectivo não é complicar, nem tornar tudo mais estranho — é garantir que todos se sintam protegidos. Mas o trabalho ainda está a encontrar o seu equilíbrio.”</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Entre o apoio e o desconforto</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Desde a sua criação, o papel do coordenador de intimidade tem dividido opiniões. Algumas estrelas, como&nbsp;<strong>Jennifer Lawrence</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>Gwyneth Paltrow</strong>, afirmaram recentemente não sentir necessidade de recorrer a esses profissionais. Lawrence revelou que não teve um coordenador em&nbsp;<em>Die My Love</em>, explicando: “Senti-me segura com o Rob [Pattinson]. Ele não é nada inconveniente.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já Paltrow contou que, durante as filmagens de&nbsp;<em>Marty Supreme</em>&nbsp;(ao lado de&nbsp;<strong>Timothée Chalamet</strong>), pediu ao coordenador que “se afastasse um pouco”:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Se alguém me disser ‘agora ele vai pôr a mão aqui’, eu sinto-me limitada como artista. Prefiro que a cena flua com naturalidade.”</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Florence Pugh, por sua vez, reconheceu que o papel ainda se está a definir — e que, como em qualquer função, há profissionais exemplares e outros que “só atrapalham”.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Tive uma má experiência, em que a pessoa tornou tudo tão estranho e tão desconfortável que deixou de ser útil”, confessou. “Parecia apenas querer fazer parte do set, sem perceber o impacto da sua presença.”</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>A importância de encontrar “a dança da intimidade”</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar das críticas, Pugh defende que os bons coordenadores são essenciais — não apenas pela segurança, mas pelo valor artístico que acrescentam à narrativa.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Trabalhar com excelentes coordenadores ensinou-me que uma cena íntima pode ter camadas e significado”, explicou. “Não se trata só de mostrar sexo — é descobrir&nbsp;<em>que tipo de intimidade existe entre aquelas pessoas</em>, quanto tempo estão juntas, o que sentem. É uma dança, não uma coreografia mecânica.”</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">A actriz sublinha que essa abordagem permite&nbsp;<strong>humanizar</strong>&nbsp;o erotismo e proteger os intérpretes, especialmente as mulheres, num meio onde o poder e o abuso de autoridade ainda são temas delicados.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>“Ser mulher no set é mais complicado”</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Florence Pugh também abordou o peso de ser mulher em filmagens emocionalmente intensas, lembrando um episódio em que teve de filmar repetidamente uma cena de choro exaustiva.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Fiz a cena seis vezes, sempre a começar do zero, e o realizador queria mais uma. Eu estava de rastos, mas não consegui dizer que não”, contou.</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Foi o colega masculino quem interveio, pedindo ao realizador que parasse.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Ele disse: ‘Não a faças passar por isto outra vez, já tens o que precisas.’ Nesse momento percebi: eu nunca teria dito isso, porque seria mal recebida.”</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">A actriz reconhece que a cultura do silêncio ainda pesa sobre as mulheres, que temem ser vistas como “difíceis” ou “problemáticas” se impuserem limites. É precisamente aí que, segundo Pugh,&nbsp;<strong>os coordenadores de intimidade podem ser cruciais — funcionando como mediadores de respeito num ambiente onde a vulnerabilidade é inevitável</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Uma voz necessária no debate</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Com apenas 28 anos, Florence Pugh já trabalhou com alguns dos realizadores mais exigentes de Hollywood — de Greta Gerwig (<em>Little Women</em>,&nbsp;<em>Barbie</em>) a Christopher Nolan (<em>Oppenheimer</em>). E o seu testemunho vem reforçar uma ideia que a indústria ainda aprende a aceitar:&nbsp;<strong>filmar cenas de intimidade requer tanto rigor técnico como qualquer outra sequência dramática</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pugh encerrou a entrevista com uma nota de otimismo:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Agora que trabalhei com coordenadores realmente bons, percebo o que tem faltado a muitas cenas — o respeito pela história e pelas pessoas que a contam.”</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Ler também: <a href="https://clubedecinema.pt/sally-kirkland-a-atriz-que-viveu-sem-medo-das-camaras-nem-da-vida/">Sally Kirkland — A Atriz Que Viveu Sem Medo das Câmaras (Nem da Vida)</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Num Hollywood que ainda se ajusta ao pós-<em>#MeToo</em>, a mensagem de Pugh é clara: a intimidade, tal como a arte, exige confiança, empatia e coragem.</p>
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