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	<title>The Christophers crítica &#8211; Clube de Cinema</title>
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	<title>The Christophers crítica &#8211; Clube de Cinema</title>
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		<title>The Christophers: Ian McKellen é a Alma do Novo Drama Boémio de Steven Soderbergh</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Sep 2025 09:11:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Toronto assiste a um Soderbergh mais íntimo Steven Soderbergh pode ter anunciado a sua “reforma” em 2012, mas o que se viu desde então foi um realizador rejuvenescido, a experimentar géneros e a desafiar convenções. Em estreia no&#160;Festival Internacional de Cinema de Toronto,&#160;The Christophers&#160;confirma essa fase mais pessoal e excêntrica do cineasta: um filme sobre [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong>Toronto assiste a um Soderbergh mais íntimo</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Steven Soderbergh pode ter anunciado a sua “reforma” em 2012, mas o que se viu desde então foi um realizador rejuvenescido, a experimentar géneros e a desafiar convenções. Em estreia no&nbsp;<strong>Festival Internacional de Cinema de Toronto</strong>,&nbsp;<em>The Christophers</em>&nbsp;confirma essa fase mais pessoal e excêntrica do cineasta: um filme sobre arte, falsificação e identidade, que foge ao típico heist movie para mergulhar em questões existenciais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também: <a href="https://www.clubedecinema.pt/spinal-tap-ii-the-end-continues-a-parodia-do-rock-esta-de-volta-entre-gargalhadas-e-melancolia/">Spinal Tap II: The End Continues — A Paródia do Rock Está de Volta, Entre Gargalhadas e Melancolia</a></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Uma história de artistas e falsificações</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">No centro da narrativa está&nbsp;<strong>Julian Sklar</strong>, interpretado por um magistral&nbsp;<strong>Ian McKellen</strong>, um artista britânico em fim de vida, outrora ícone da cena pop-art londrina dos anos 60 e 70. Sklar tem uma série inacabada de retratos, conhecidos como&nbsp;<em>The Christophers</em>, que o mercado da arte deseja avidamente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É então que entra em cena&nbsp;<strong>Lori</strong>&nbsp;(Michaela Coel), restauradora de arte com um passado de falsificadora. Contratada pelos filhos do artista (Jessica Gunning e James Corden), a proposta é simples: terminar as pinturas como se fossem dele. O encontro entre estes dois mundos — a irreverência envelhecida de Sklar e a determinação enigmática de Lori — gera uma relação improvável, feita de cumplicidade, choque e uma verdade desconfortável sobre a autenticidade na arte.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>McKellen como o coração do filme</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A crítica internacional é unânime:&nbsp;<strong>McKellen é a alma do filme</strong>. Aos 86 anos, dá corpo e vulnerabilidade a um homem que se confronta com a mortalidade e com os fantasmas da sua carreira. Há melancolia, humor ácido e até ternura, numa performance que muitos apontam já como digna de nomeação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Michaela Coel oferece o contraponto ideal, embora a personagem nunca seja tão explorada quanto Sklar. Ainda assim, o duelo entre os dois sustenta um filme que, em vez de reviravoltas típicas de Soderbergh, prefere deixar perguntas em aberto:&nbsp;<em>se um artista participa na sua própria falsificação, será ainda falsificação?</em></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Entre sátira e emoção</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">O tom é mais emocional do que se esperaria de Soderbergh. Ao mesmo tempo que satiriza o mundo da arte — com tiradas como a de Sklar, que considera as piores obras do mundo “cães a jogar póquer — e todo o Warhol” —, o realizador questiona a validade da obra e do artista, e o papel da crítica no processo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também :<a href="https://www.clubedecinema.pt/channing-tatum-reinventa-se-em-roofman-da-sindrome-do-impostor-a-nova-vida-como-ator/">Channing Tatum Reinventa-se em Roofman: Da Síndrome do Impostor à Nova Vida como Ator</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Sem a necessidade de um “grande twist”,&nbsp;<em>The Christophers</em>&nbsp;apresenta-se como uma reflexão boémia sobre arte, legado e mortalidade. Se a mensagem pode soar opaca, o resultado é garantido: um filme sustentado na força de McKellen, que prova mais uma vez que é um dos grandes atores vivos.</p>
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