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	<title>televisão americana &#8211; Clube de Cinema</title>
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	<title>televisão americana &#8211; Clube de Cinema</title>
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		<title>Tulsa King Sofre Abalo com Saída de 26 Membros da Equipa — Incluindo o Duplo de Sylvester Stallone</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Nuno Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 01 Nov 2025 14:06:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[As mudanças internas na Paramount continuam a causar ondas em Hollywood. A série de Taylor Sheridan perde elementos-chave — e até o lendário duplo de Stallone — a poucas semanas do início das filmagens da nova temporada. A poderosa máquina televisiva da Paramount atravessa tempos turbulentos — e o impacto chegou agora a&#160;Tulsa King, uma [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong>As mudanças internas na Paramount continuam a causar ondas em Hollywood. A série de Taylor Sheridan perde elementos-chave — e até o lendário duplo de Stallone — a poucas semanas do início das filmagens da nova temporada.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A poderosa máquina televisiva da Paramount atravessa tempos turbulentos — e o impacto chegou agora a&nbsp;<em>Tulsa King</em>, uma das séries mais populares do estúdio. De acordo com informações exclusivas do&nbsp;<em>Deadline</em>, cerca de 26 membros da equipa técnica foram dispensados antes do início das filmagens da quarta temporada, incluindo Freddie Poole, o duplo e coordenador de acrobacias de Sylvester Stallone.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também : <a href="https://clubedecinema.pt/south-park-ri-se-de-si-propria-a-serie-esta-horrivel-por-causa-da-politica-diz-stan-no-episodio-especial-de-halloween/">South Park Ri-se de Si Própria: “A Série Está Horrível Por Causa da Política” — Diz Stan no Episódio Especial de Halloween</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">O corte faz parte de uma vaga mais ampla de despedimentos e saídas voluntárias que têm afectado vários departamentos da empresa, desde operadores de câmara a profissionais de caracterização, transporte e elenco. Segundo fontes próximas da produção, os trabalhadores tinham sido previamente informados de que os seus cargos estavam garantidos, depois de&nbsp;<em>Tulsa King</em>&nbsp;ter sido renovada para mais duas temporadas — o que tornou o choque ainda maior.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>O Duplo de Stallone Fica de Fora</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Freddie Poole, nomeado aos Emmy e conhecido por mais de uma década de colaboração com Stallone, foi surpreendido pela decisão poucas semanas antes do início das gravações. Oficialmente, foi-lhe comunicado que a saída se devia a “razões criativas”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Paramount terá proposto a Poole um novo cargo como “duplo fotográfico”, mas o veterano acabou por recusar. “Estou neste negócio há 30 anos e nunca vi uma rotatividade assim”, comentou, lamentando o estado actual da indústria.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Poole tem uma longa relação profissional com Stallone, tendo trabalhado em produções como&nbsp;<em>Rambo: Last Blood</em>,&nbsp;<em>The Expendables 3</em>&nbsp;e&nbsp;<em>Tulsa King</em>, onde era responsável por coordenar as cenas de acção e substituir o actor nas sequências mais arriscadas.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Turbulência na Casa Sheridan</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">As mudanças em&nbsp;<em>Tulsa King</em>&nbsp;ocorrem num momento particularmente delicado para a Paramount. O criador da série, Taylor Sheridan — também responsável por sucessos como&nbsp;<em>Yellowstone</em>,&nbsp;<em>1883</em>&nbsp;e&nbsp;<em>Mayor of Kingstown</em>&nbsp;— anunciou recentemente que deixará o estúdio quando o seu contrato expirar, tendo já assinado um acordo multimilionário com a NBCUniversal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A incerteza em torno da direcção criativa da série preocupa os fãs, especialmente porque&nbsp;<em>Tulsa King</em>&nbsp;é uma das apostas mais fortes do estúdio no género criminal televisivo, com Stallone no papel de Dwight “The General” Manfredi, um mafioso que tenta reconstruir a sua vida em Tulsa, Oklahoma, após anos de prisão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com as filmagens da nova temporada prestes a começar e parte da equipa técnica afastada, resta saber como estas mudanças irão afectar a produção e o futuro da série.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também : <a href="https://clubedecinema.pt/novo-filme-de-the-conjuring-em-desenvolvimento-prequela-ira-explorar-as-origens-dos-warren-apos-o-sucesso-de-last-rites/">Novo Filme de The Conjuring em Desenvolvimento — Prequela Irá Explorar as Origens dos Warren Após o Sucesso de Last Rites</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Por agora,&nbsp;<em>Tulsa King</em>&nbsp;continua confirmada para uma quarta temporada — mas com menos rostos atrás das câmaras e um clima de incerteza que nem o próprio “Rei de Tulsa” pode controlar.</p>
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		<title>Saiba porque Taylor Sheridan Abandona a Paramount</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luisa Jorge]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Oct 2025 17:58:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[Dutton Ranch]]></category>
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					<description><![CDATA[O arquitecto do universo Yellowstone prepara uma nova era longe da Paramount — mas o que significa isto para o futuro dos Dutton? Num verdadeiro enredo digno das suas próprias séries,&#160;Taylor Sheridan, o homem por detrás do império&#160;Yellowstone, surpreendeu Hollywood ao anunciar que&#160;vai deixar a Paramount&#160;para assinar um&#160;acordo multimilionário com a NBCUniversal. Segundo o site&#160;Puck, o criador [&#8230;]]]></description>
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<h3 class="wp-block-heading"><strong>O arquitecto do universo Yellowstone prepara uma nova era longe da Paramount — mas o que significa isto para o futuro dos Dutton?</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Num verdadeiro enredo digno das suas próprias séries,&nbsp;<strong>Taylor Sheridan</strong>, o homem por detrás do império&nbsp;<em>Yellowstone</em>, surpreendeu Hollywood ao anunciar que&nbsp;<strong>vai deixar a Paramount</strong>&nbsp;para assinar um&nbsp;<strong>acordo multimilionário com a NBCUniversal</strong>. Segundo o site&nbsp;<em>Puck</em>, o criador começará a desenvolver novos projetos cinematográficos para o estúdio já no próximo ano, enquanto os projetos televisivos só avançarão depois de terminar o contrato atual com a Paramount, em&nbsp;<strong>2028</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também : <a href="https://clubedecinema.pt/colin-farrell-fala-sobre-uma-possivel-segunda-temporada-de-the-penguin-e-revela-como-a-serie-se-liga-a-the-batman-part-ii/">Colin Farrell fala sobre uma possível segunda temporada de The Penguin — e revela como a série se liga a The Batman Part II</a></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Uma mudança que já se adivinhava</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Fontes próximas de Sheridan revelam que o afastamento vinha sendo preparado há algum tempo. Desde a fusão da Paramount com a Skydance, liderada por&nbsp;<strong>David Ellison</strong>, várias figuras que tinham apoiado o argumentista foram afastadas — incluindo&nbsp;<strong>Chris McCarthy</strong>, um dos principais defensores do universo&nbsp;<em>Yellowstone</em>. Paralelamente, começaram a surgir&nbsp;<strong>restrições orçamentais</strong>&nbsp;nas produções do criador, conhecido pelos seus orçamentos generosos e pela escala cinematográfica das suas séries.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ellison chegou a dizer no verão que o seu objetivo era “ter Taylor na Paramount enquanto ele quiser contar histórias”, mas o ambiente interno mudou e Sheridan, segundo o&nbsp;<em>Puck</em>,&nbsp;<strong>nunca se sentiu confortável com a nova administração</strong>.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Dinheiro não é tudo — mas ajuda</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Embora os valores do novo contrato não tenham sido divulgados, sabe-se que o acordo com a NBCUniversal é&nbsp;<strong>um dos mais ambiciosos da indústria</strong>. Ainda assim, o dinheiro não terá sido o fator determinante. A NBCUniversal é atualmente o lar criativo de nomes como&nbsp;<strong>Steven Spielberg</strong>,&nbsp;<strong>Christopher Nolan</strong>,&nbsp;<strong>Jordan Peele</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>Dick Wolf</strong>&nbsp;— e, ao que tudo indica, o ambiente artístico e a liberdade criativa pesaram mais do que o cheque.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>O que acontece ao universo</strong> <strong>Yellowstone?</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">A principal dúvida entre os fãs é o destino das séries que compõem o universo&nbsp;<em>Yellowstone</em>. A boa notícia:&nbsp;<strong>todas as produções atuais continuam na Paramount</strong>, que detém os direitos de propriedade intelectual. Isso inclui&nbsp;<em>1883</em>,&nbsp;<em>1923</em>,&nbsp;<em>Tulsa King</em>,&nbsp;<em>Mayor of Kingstown</em>,&nbsp;<em>Lioness</em>&nbsp;e a futura&nbsp;<em>NOLA King</em>, derivada de&nbsp;<em>Tulsa King</em>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sheridan deverá continuar envolvido em&nbsp;<strong>Dutton Ranch</strong>, o aguardado sucessor de&nbsp;<em>Yellowstone</em>, centrado nas personagens Rip e Beth. A nova série — ainda em fase de desenvolvimento — deverá estrear em&nbsp;<strong>2026</strong>&nbsp;e poderá contar com&nbsp;<strong>algumas temporadas sob a supervisão direta do criador</strong>&nbsp;antes de este mudar de estúdio.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Um império que redefine a televisão americana</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Taylor Sheridan, antigo ator e agora um dos showrunners mais poderosos de Hollywood, construiu em menos de uma década um império narrativo centrado na América profunda, com histórias de <strong>honra, violência e sobrevivência rural</strong>. O seu estilo inconfundível — misto de western moderno e tragédia familiar — transformou <em>Yellowstone</em> num fenómeno global e fez de Sheridan o nome mais valioso da televisão norte-americana.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também : <a href="https://clubedecinema.pt/regina-pessoa-regressa-ao-pico-para-celebrar-10-anos-do-animapix/">Regina Pessoa regressa ao Pico para celebrar 10 anos do AnimaPIX</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Agora, ao juntar-se à NBCUniversal, o autor promete uma&nbsp;<strong>nova fase criativa</strong>, talvez com menos cowboys, mas certamente com o mesmo espírito de grandeza que o tornou uma figura incontornável.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como nas suas séries, uma coisa é certa:&nbsp;<strong>as mudanças nunca vêm sem drama</strong>.</p>
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		<title>Taylor Sheridan e Blake Shelton Criam “The Road” — Mas Keith Urban Acaba Esquecido no Caminho 🎸📺</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Oct 2025 10:46:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filmes]]></category>
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					<description><![CDATA[A nova série mistura reality show, documentário e música country — mas deixa o seu maior nome quase em segundo plano Quando o rei do western televisivo, Taylor Sheridan (Yellowstone, 1883, Lawmen: Bass Reeves), se junta à estrela country Blake Shelton para criar uma série, a expectativa é imediata: algo grandioso, intenso e cheio de personalidade. No entanto, a sua nova aposta, “The Road”, estreada [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>A nova série mistura reality show, documentário e música country — mas deixa o seu maior nome quase em segundo plano</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando o rei do <em>western</em> televisivo, <strong>Taylor Sheridan</strong> (<em>Yellowstone</em>, <em>1883</em>, <em>Lawmen: Bass Reeves</em>), se junta à estrela country <strong>Blake Shelton</strong> para criar uma série, a expectativa é imediata: algo grandioso, intenso e cheio de personalidade. No entanto, a sua nova aposta, <strong>“The Road”</strong>, estreada na CBS e disponível na Paramount+, está a deixar o público dividido — e muitos fãs garantem que <strong>Keith Urban ( o ex marido de Nicole Kidman)  está a ser completamente desperdiçado</strong>.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Um formato confuso entre competição e documentário</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Em teoria,&nbsp;<em>The Road</em>&nbsp;é uma competição entre&nbsp;<strong>12 aspirantes a músicos country</strong>&nbsp;que disputam o sonho de se tornar&nbsp;<strong>acto de abertura nos concertos de Keith Urban</strong>. O conceito parece simples, mas o resultado é um híbrido estranho entre&nbsp;<em>reality show</em>&nbsp;e documentário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/armadilha-m-night-shyamalan-transforma-um-concerto-pop-num-pesadelo-no-tvcine-top-%f0%9f%8e%a4%f0%9f%a9%b8/">“Armadilha”: M. Night Shyamalan Transforma um Concerto Pop num Pesadelo no TVCine Top <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3a4.png" alt="🎤" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1fa78.png" alt="🩸" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></a></p>



<p class="wp-block-paragraph">A cantora&nbsp;<strong>Gretchen Wilson</strong>&nbsp;orienta os concorrentes em breves ensaios antes de cada actuação, e, após as performances,&nbsp;<strong>Urban e Shelton assistem discretamente ao espetáculo</strong>&nbsp;— julgando em segredo os participantes. No final, decidem qual dos três menos votados será eliminado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas aqui surge o problema:&nbsp;<strong>Keith Urban praticamente não faz nada</strong>. O público vai ao concerto para o ver, mas ele passa o programa quase todo sentado, a observar e sorrir. Só no final sobe ao palco para cantar uma única música e agradecer à plateia por ter aguentado as doze actuações anteriores.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Entre o brilho do palco e o tédio do ecrã</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Em vez de um programa vibrante sobre música,&nbsp;<em>The Road</em>&nbsp;parece um&nbsp;<strong>bastidor prolongado de um concurso de talentos</strong>. A audiência de casa não tem voz nas votações, o que retira qualquer sensação de envolvimento. É um formato mais próximo de um documentário de bastidores do que de um verdadeiro concurso musical.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na estreia, filmada em&nbsp;<strong>Fort Worth, Texas</strong>, o primeiro eliminado foi&nbsp;<strong>Blaine Bailey</strong>, um dos últimos a actuar antes de Urban subir ao palco. Como muitos apontaram, “ninguém quer ouvir o penúltimo concorrente quando sabe que o headliner está a seguir”.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Um desperdício de talento… e de Keith Urban</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">O que torna&nbsp;<em>The Road</em>&nbsp;frustrante é que&nbsp;<strong>o seu elemento mais valioso — Keith Urban — é usado apenas como isco publicitário</strong>. O público vai para o ver, mas o programa prefere concentrar-se em subtramas e formatos confusos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Há talento nos 12 participantes, sem dúvida, e até uma mensagem interessante sobre as dificuldades de ser&nbsp;<em>opening act</em>para um artista de renome. Mas o espectáculo falha em dar espaço a essas vozes:&nbsp;<strong>as actuações são curtas, fragmentadas e sem impacto real</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/a-memoria-do-cheiro-das-coisas-o-novo-filme-de-antonio-ferreira-e-um-retrato-profundo-sobre-culpa-envelhecimento-e-redencao-%f0%9f%8e%ac/">“A Memória do Cheiro das Coisas”: O Novo Filme de António Ferreira é um Retrato Profundo Sobre Culpa, Envelhecimento e Redenção <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3ac.png" alt="🎬" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></a></p>



<p class="wp-block-paragraph">O resultado? Um programa que&nbsp;<strong>“podia existir sem Keith Urban”</strong>, como já se lê em várias críticas americanas. Sheridan e Shelton quiseram reinventar o formato de&nbsp;<em>reality musical</em>, mas acabaram por criar&nbsp;<strong>um híbrido sem identidade</strong>, que nem satisfaz o fã de música nem o espectador de televisão.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4c5.png" alt="📅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <em>The Road</em> vai para o ar aos <strong>domingos, às 21h30</strong>, na <strong>CBS</strong>, com episódios disponíveis na <strong>Paramount+</strong>&#8211;  Em Portugal, desconhecemos por enquanto se algum dos serviços de streaming quererá pegar neste conceito dado o sucesso das séries de Taylor Sheridan.</p>
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		<title>South Park Entra Subitamente na 28.ª Temporada — e os Fãs Ainda Tentam Perceber Porquê 🌀</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Oct 2025 08:09:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Em Casa]]></category>
		<category><![CDATA[Prime]]></category>
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		<category><![CDATA[Trey Parker]]></category>
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					<description><![CDATA[Sem aviso prévio, a série de Trey Parker e Matt Stone saltou de temporada — e até os fãs mais atentos ficaram baralhados. Há poucas séries capazes de desconcertar o público e continuar a ser adoradas por isso.&#160;South Park&#160;é uma delas. Depois de uma&#160;27.ª temporada triunfal, com audiências recorde e sátira política em plena forma, [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong>Sem aviso prévio, a série de Trey Parker e Matt Stone saltou de temporada — e até os fãs mais atentos ficaram baralhados.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Há poucas séries capazes de desconcertar o público e continuar a ser adoradas por isso.&nbsp;<em>South Park</em>&nbsp;é uma delas. Depois de uma&nbsp;<strong>27.ª temporada triunfal</strong>, com audiências recorde e sátira política em plena forma, a série animada da Comedy Central deixou os fãs de boca aberta esta semana: o episódio mais recente foi listado como o&nbsp;<strong>primeiro da 28.ª temporada</strong>, sem qualquer aviso, trailer ou mudança de tom que o justificasse.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também: <a href="https://www.clubedecinema.pt/after-the-hunt-o-filme-que-2025-precisava-e-que-nao-tem-medo-de-mexer-nas-feridas/">“After the Hunt”: o filme que 2025 precisava — e que não tem medo de mexer nas feridas</a></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Um salto de temporada… sem explicação oficial <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f9d0.png" alt="🧐" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">O episódio em questão — que abordou temas como&nbsp;<strong>vigilância governamental, o controlo das redes sociais</strong>&nbsp;e o viral&nbsp;<strong>“6, 7” meme</strong>&nbsp;— chegou às televisões como se nada fosse. Só que, em vez de ser o sexto episódio da temporada em curso (como toda a gente esperava), apareceu rotulado como&nbsp;<strong>“Season 28, Episode 1”</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A confusão não tardou a incendiar o Reddit e o X (ex-Twitter). “Erro de catálogo?”, “Estratégia contratual?”, “Piada interna?” — perguntavam os fãs, tentando ligar os pontos entre&nbsp;<em>Jesus como conselheiro escolar</em>&nbsp;e&nbsp;<em>o filho secreto de Donald Trump e Satanás</em>, duas tramas deixadas em aberto no episódio anterior.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Afinal, não foi um erro (só parecia)</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo fontes citadas pela&nbsp;<em>The Hollywood Reporter</em>,&nbsp;<strong>não houve engano algum</strong>. Um representante da Comedy Central esclareceu que&nbsp;<strong>a 27.ª temporada nunca foi pensada para ter 10 episódios</strong>, como muitos meios reportaram no verão. O plano — aparentemente desde o início — era lançar&nbsp;<strong>duas temporadas de cinco episódios cada</strong>, mantendo o formato compacto que&nbsp;<em>South Park</em>&nbsp;vem adoptando nos últimos anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ou seja: o que o público achava ser uma “metade” de temporada era, afinal, o fim. O episódio de 24 de Setembro encerrou oficialmente a 27.ª, e três semanas depois estreou-se, sem pompa nem circunstância, a 28.ª.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Uma série que faz o que quer — e os fãs agradecem</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">A verdade é que, para Parker e Stone, a previsibilidade nunca fez parte do plano. A produção já passou por&nbsp;<strong>hiatos irregulares, calendários bi-semanais</strong>&nbsp;e até episódios escritos e animados em&nbsp;<strong>menos de uma semana</strong>. Desta vez, o caos foi administrativo — mas continua a servir o mesmo propósito: manter&nbsp;<em>South Park</em>&nbsp;imprevisível.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E o público? Queixa-se, comenta, teoriza… mas não desliga. A longevidade da série — que se prepara para ultrapassar os&nbsp;<strong>300 episódios</strong>&nbsp;— é a prova de que&nbsp;<strong>ninguém satiriza o absurdo da vida moderna melhor do que duas crianças de papel e cartolina</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também: <a href="https://www.clubedecinema.pt/quando-keanu-reeves-quase-se-chamou-chuck-spadina-o-dia-em-que-hollywood-tentou-mudar-o-seu-nome/">Quando Keanu Reeves Quase Se Chamou “Chuck Spadina” — O Dia em Que Hollywood Tentou Mudar o Seu Nome <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f605.png" alt="😅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></a></p>



<p class="wp-block-paragraph">No fim de contas, pouco importa se estamos na 27.ª ou na 28.ª temporada. Enquanto&nbsp;<strong>Cartman continuar a insultar a humanidade com razão</strong>, o número é o menor dos problemas.</p>
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		<title>Emmys 2025: Favoritos, Surpresas e a Luta Pelo Regresso da Glória Televisiva</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Jul 2025 11:48:51 +0000</pubDate>
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<p class="wp-block-paragraph">À medida que se aproxima a cerimónia dos Emmys de 2025, a indústria televisiva entra em modo de campanha total, com estratégias de bastidores, projeções, estatísticas e uma avalanche de expectativas. Este ano, os três grandes contendores são <em>Severance</em> (Apple TV+), <em>The Studio</em> (Apple TV+) e <em>The Penguin</em> (HBO Max), com nomeações impressionantes. No entanto, há surpresas a emergir — como <em>Adolescence</em>, uma produção britânica da Netflix que entrou directamente na corrida ao topo com 13 nomeações e excelentes probabilidades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/spider-man-4-promete-corrigir-o-maior-erro-do-mcu-palavra-de-tom-holland/" data-type="post" data-id="17680">Spider-Man 4 promete corrigir o maior erro do MCU — palavra de Tom Holland</a></p>



<h3 class="wp-block-heading"><em>The Studio</em> e Seth Rogen lideram a comédia</h3>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="352" height="264" src="https://www.clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/05/p29433043_b_h9_aa.jpg" alt="" class="wp-image-15521" srcset="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/05/p29433043_b_h9_aa.jpg 352w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/05/p29433043_b_h9_aa-300x225.jpg 300w" sizes="(max-width: 352px) 100vw, 352px" /></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">A sátira <em>The Studio</em> não só quebrou o recorde de nomeações numa estreia (23 nomeações!), como se tornou a nova menina-dos-olhos da crítica e da Academia. Seth Rogen, que escreve, realiza, produz e protagoniza, pode juntar-se ao restrito clube de artistas que venceram quatro Emmys numa só noite. Entre os rivais, <em>The Bear</em> ainda tem presença forte, mas o seu impacto crítico parece ter abrandado na terceira temporada. <em>Hacks</em> continua firme, apesar da ausência de Paul W. Downs na categoria de actor secundário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Catherine O’Hara, nomeada tanto por <em>The Studio</em> como por <em>The Last of Us</em>, poderá ser uma das surpresas da noite. E numa época de viragem, é possível que Hannah Einbinder (<em>Hacks</em>) ou Janelle James (<em>Abbott Elementary</em>) consigam finalmente o prémio merecido.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><em>Severance</em> vs. <em>The Pitt</em> no drama</h3>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="536" data-id="17693" src="https://www.clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/07/severance-apple-tv-serie-1024x536.jpg" alt="" class="wp-image-17693" srcset="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/07/severance-apple-tv-serie-1024x536.jpg 1024w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/07/severance-apple-tv-serie-300x157.jpg 300w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/07/severance-apple-tv-serie-768x402.jpg 768w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/07/severance-apple-tv-serie.jpg 1268w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
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<p class="wp-block-paragraph">Com 27 nomeações, <em>Severance</em> continua a ser o colosso da categoria de drama, mas terá de enfrentar a revelação do ano: <em>The Pitt</em> (HBO Max), que soma 13 nomeações e entusiasmo crescente. Adam Scott e Noah Wyle estão frente a frente na corrida para Melhor Actor Principal em Drama, enquanto Britt Lower poderá fazer história como Melhor Actriz Principal — se conseguir vencer a lendária Kathy Bates, a única nomeada por <em>Matlock</em>, o que pode jogar contra si.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="678" src="https://www.clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/07/thepitt-1200x794-1-1024x678.jpg" alt="" class="wp-image-17694" srcset="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/07/thepitt-1200x794-1-1024x678.jpg 1024w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/07/thepitt-1200x794-1-300x199.jpg 300w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/07/thepitt-1200x794-1-768x508.jpg 768w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/07/thepitt-1200x794-1.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Tramell Tillman poderá marcar um momento histórico, ao tornar-se o primeiro actor negro a vencer o prémio de Melhor Actor Secundário em Drama, graças ao seu enigmático Milchik em <em>Severance</em>.</p>



<h3 class="wp-block-heading">A categoria limitada: <em>Adolescence</em> rouba o protagonismo</h3>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="538" src="https://www.clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/03/stephangraham-1024x538.webp" alt="" class="wp-image-14192" srcset="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/03/stephangraham-1024x538.webp 1024w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/03/stephangraham-300x158.webp 300w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/03/stephangraham-768x403.webp 768w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/03/stephangraham.webp 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Embora <em>The Penguin</em> tenha confirmado o favoritismo com 24 nomeações, o verdadeiro choque veio de <em>Adolescence</em>. Esta série britânica, protagonizada por Stephen Graham, é apontada como favorita em seis categorias, incluindo Direcção, Argumento e Actores Secundários. Owen Cooper e Erin Doherty são apostas fortes, enquanto Michelle Williams (<em>Dying for Sex</em>) e Cristin Milioti (<em>The Penguin</em>) travam uma batalha renhida pelo troféu de Melhor Actriz Principal em Série Limitada.</p>



<h3 class="wp-block-heading">A diversidade em destaque (e em dívida)</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Os Emmys deste ano poderão quebrar algumas barreiras. Além de Tramell Tillman, Liza Colón-Zayas pode repetir a vitória como Melhor Actriz Secundária em Comédia, sendo a primeira latina a ganhar nesta categoria no ano passado. Catherine O’Hara, Harrison Ford (pela primeira nomeação da carreira!), e Bryan Cranston (nomeado por <em>The Studio</em>) adicionam prestígio e emoção ao conjunto dos candidatos.</p>



<h3 class="wp-block-heading">E as previsões?</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Se a tendência se mantiver, <em>The Studio</em> poderá dominar a comédia com um misto de inovação e nostalgia. <em>Severance</em>, com a sua realização meticulosa por Ben Stiller e Jessica Lee Gagné, tentará consolidar-se como a série de drama mais relevante do pós-<em>Succession</em>. E <em>Adolescence</em>, com o seu realismo cru e emoção contida, pode ser a surpresa da noite, roubando troféus à produção mais “pesada” de Colin Farrell, <em>The Penguin</em>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ver também: <a href="https://www.clubedecinema.pt/a-vida-entre-nos-stephane-brize-regressa-com-um-retrato-terno-e-melancolico-do-amor-que-persiste-no-tempo/" data-type="post" data-id="17684">“A Vida Entre Nós”: Stéphane Brizé regressa com um retrato terno e melancólico do amor que persiste no tempo</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">A contagem decrescente para os Emmys termina a 14 de Setembro, e até lá, espera-se muita campanha, controvérsia e especulação.</p>
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		<title>Judy Greer e a Decisão que Mudou o Rumo de Modern Family</title>
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		<dc:creator><![CDATA[CDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Dec 2024 10:32:54 +0000</pubDate>
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<p class="wp-block-paragraph">Judy Greer, atriz reconhecida pela sua versatilidade, revelou recentemente ter recusado a oportunidade de interpretar Claire Dunphy na icónica série&nbsp;<em>Modern Family</em>. Durante o podcast&nbsp;<em>“Dinner’s on Me”</em>, apresentado por Jesse Tyler Ferguson, Greer explicou as razões por trás da decisão que poderia ter alterado o rumo da sua carreira.</p>



<h4 class="wp-block-heading">A escolha de priorizar liberdade criativa</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Greer admitiu que, na altura, sentia que o papel de Claire, matriarca da família Dunphy, seria limitador para o seu crescimento artístico. “Não queria ser vista como a ‘mãe da América’. Na televisão, essa imagem torna-se difícil de desvincular,” afirmou. A atriz, que não tinha filhos na vida real, mencionou ainda que a personagem representava uma mudança drástica em relação aos papéis dinâmicos e variados que desempenhava no cinema.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/the-performance-jeremy-piven-brilha-em-drama-intenso-sobre-a-alemanha-nazi/">“The Performance”: Jeremy Piven Brilha em Drama Intenso sobre a Alemanha Nazi</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar de ter recusado a audição, Greer eventualmente participou da primeira temporada de&nbsp;<em>Modern Family</em>, interpretando Denise, uma ex-namorada de Phil Dunphy. Este papel menor permitiu-lhe colaborar com o elenco, sem comprometer a sua liberdade artística.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Uma carreira diversificada</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Embora a decisão tenha levantado dúvidas na altura, Greer destacou que priorizou projetos que a mantinham criativamente desafiada. A atriz participou em várias produções de destaque, incluindo&nbsp;<em>“Reboot”</em>, série criada por Steven Levitan, co-criador de&nbsp;<em>Modern Family</em>. Além disso, o seu trabalho em cinema e televisão continua a demonstrar o seu talento para equilibrar humor e drama.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Hoje, Judy Greer reflete sobre a sua decisão com serenidade, destacando como foi essencial para manter a sua autenticidade como atriz. A escolha de recusar um papel tão icónico serve como um exemplo de como valorizar liberdade criativa pode moldar uma carreira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/demi-moore-reflete-sobre-ghost-e-o-risco-nos-papeis-que-escolhe/">Demi Moore Reflete sobre “Ghost” e o Risco nos Papéis que Escolhe</a></p>
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