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	<title>Talk to Me realizadores &#8211; Clube de Cinema</title>
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		<title>Bring Her Back — O Novo Terror da A24 que Está a Chocar o Mundo (e a Fazer Espectadores Desmaiar)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 26 Jul 2025 13:57:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A24 volta a provocar arrepios com um filme onde Sally Hawkins brilha no meio da insanidade… e do terror físico mais grotesco ⚠️&#160;Aviso: este filme não é para os fracos de estômago. Literalmente. Depois do sucesso surpreendente de&#160;Talk to Me, os irmãos australianos&#160;Danny e Michael Philippou&#160;estão de regresso com&#160;Bring Her Back, o seu novo mergulho [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong>A24 volta a provocar arrepios com um filme onde Sally Hawkins brilha no meio da insanidade… e do terror físico mais grotesco</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/26a0.png" alt="⚠" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />&nbsp;<strong>Aviso: este filme não é para os fracos de estômago. Literalmente.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Depois do sucesso surpreendente de&nbsp;<em>Talk to Me</em>, os irmãos australianos&nbsp;<strong>Danny e Michael Philippou</strong>&nbsp;estão de regresso com&nbsp;<em>Bring Her Back</em>, o seu novo mergulho no terror sobrenatural — e este vem com tudo: cultos, sangue, gritos, crianças problemáticas, e uma&nbsp;<strong>Sally Hawkins absolutamente arrepiante</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/tim-burton-rejeita-o-rotulo-gotico-e-elogia-jenna-ortega-como-atriz-de-cinema-mudo/">Tim Burton Rejeita o Rótulo “Gótico” e Elogia Jenna Ortega como Atriz de Cinema Mudo</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Aliás, para os mais sensíveis, talvez o nome da atriz britânica — duas vezes nomeada ao Óscar — seja a última âncora emocional antes do filme se transformar numa espiral de loucura, dor e horror visceral. Literalmente visceral. Num dos momentos mais marcantes da obra (e não é um exagero), houve quem desmaiasse nas salas de cinema nos EUA e na Austrália. Agora, é a vez dos britânicos — e, esperemos, dos portugueses em breve — enfrentarem este desafio sensorial.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Um filme que começa com uma forca… e só piora a partir daí</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">A primeira cena já dá o tom: imagens granuladas de rituais de um culto com pessoas torturadas e enforcadas. Não há aquecimento, não há “introdução simpática” —&nbsp;<em>Bring Her Back</em>&nbsp;mergulha-nos imediatamente numa atmosfera de pânico, acompanhada por uma banda sonora dissonante e um design sonoro de Emma Bortignon que é, sem exagero,&nbsp;<strong>perturbador</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A história segue&nbsp;<strong>Andy</strong>&nbsp;(Billy Barratt) e&nbsp;<strong>Piper</strong>&nbsp;(Sora Wong), dois meios-irmãos que encontram o pai morto na banheira. Passam a viver com&nbsp;<strong>Laura</strong>, uma ex-orientadora educacional interpretada por Hawkins com um entusiasmo quase psicótico. A casa é caótica, cheia de tralha, isolada nas colinas, e habitada também por&nbsp;<strong>Oliver</strong>, um menino mudo com comportamentos… digamos, não recomendados para antes de jantar.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Sally Hawkins: de musa de Del Toro a encarnação do desassossego</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">A prestação de Sally Hawkins é, como seria de esperar,&nbsp;<strong>brilhante e desconfortável</strong>. A sua personagem oscila entre o acolhimento maternal e o desequilíbrio absoluto, tratando Piper como substituta da filha falecida e desfazendo Andy com comentários passivo-agressivos cada vez mais inquietantes. Mas o verdadeiro motor do horror é&nbsp;<strong>Oliver</strong>. Desde comer moscas a bater nos vidros como um animal selvagem, o rapaz protagoniza a tal cena que levou alguns a saírem da sala.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não a vamos descrever aqui. Mas a crítica britânica resume bem: é&nbsp;<strong>“body horror clássico, daqueles que nos fazem ter pesadelos com a quebra de ossos e o som de algo a rasgar por dentro”</strong>.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Entre o terror puro e a metáfora do luto</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Tal como já vimos em obras recentes da A24, como&nbsp;<em>Hereditário</em>&nbsp;ou&nbsp;<em>A Lenda do Demónio</em>, o terror não é só estético: é existencial.&nbsp;<em>Bring Her Back</em>&nbsp;é também um retrato cru do luto, da culpa, da necessidade de substituição e da erosão emocional que certos traumas podem provocar.&nbsp;<strong>É um filme sobre dor, mas contado como um pesadelo febril</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda assim, nem tudo é perfeito. O argumento por vezes escorrega em soluções óbvias — há uma porta trancada que é tão previsível como inevitável — e o título talvez prometa mais mistério do que realmente entrega. Mas a&nbsp;<strong>viagem é intensa o suficiente para que o destino final nem incomode tanto.</strong></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Conclusão</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Se procuras terror de fácil digestão,&nbsp;<em>Bring Her Back</em>&nbsp;<strong>não é o teu filme</strong>. Mas se és daqueles que ainda tem pesadelos com&nbsp;<em>The Ring</em>,&nbsp;<em>The Babadook</em>&nbsp;ou&nbsp;<em>Talk to Me</em>, então prepara-te: este filme vai ficar contigo durante dias — ou pelo menos até te esqueceres do som daquele estalido ósseo horrível.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também: <a href="https://www.clubedecinema.pt/wednesday-esta-de-volta-netflix-confirma-terceira-temporada-da-serie-mais-popular-de-sempre-em-ingles/">Wednesday Está de Volta: Netflix Confirma Terceira Temporada da Série Mais Popular de Sempre em Inglês</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">A24 volta a entregar um filme visualmente marcante, psicologicamente devastador e, claro, com aquele toque de&nbsp;<strong>terror físico que desafia os limites do que se pode mostrar no grande ecrã</strong>. E se achavas que Sally Hawkins não podia ser assustadora… é porque ainda não viste este filme.</p>
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