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	<title>Stephen Schwartz &#8211; Clube de Cinema</title>
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		<title>“Wicked: For Good” Divide Críticos Lá Fora — Ariana Grande Entre o Alvo das Críticas e o Centro dos Elogios</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luisa Jorge]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Nov 2025 17:47:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[As primeiras opiniões internacionais ao segundo filme de Jon M. Chu não podiam ser mais contraditórias — e a performance de Ariana Grande está no centro do furacão. As críticas internacionais a “Wicked: For Good”, a segunda parte da adaptação de Jon M. Chu, chegaram — e o consenso é tudo menos consensual. Enquanto alguns críticos [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong>As primeiras opiniões internacionais ao segundo filme de Jon M. Chu não podiam ser mais contraditórias — e a performance de Ariana Grande está no centro do furacão.</strong><br /><br />As críticas internacionais a <strong>“Wicked: For Good”</strong>, a segunda parte da adaptação de Jon M. Chu, chegaram — e o consenso é tudo menos consensual. Enquanto alguns críticos descrevem Ariana Grande como “monótona” e “dramaticamente pouco interessante”, outros afirmam exactamente o contrário, chamando-lhe “radiante”, “profunda” e até “a verdadeira dona deste segundo capítulo”. Entre aplausos, caretas e teorias, Hollywood está completamente dividida.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="577" src="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/11/2552_D085_00216R-H-2025.jpg-1024x577.webp" alt="" class="wp-image-21484" srcset="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/11/2552_D085_00216R-H-2025.jpg-1024x577.webp 1024w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/11/2552_D085_00216R-H-2025.jpg-300x169.webp 300w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/11/2552_D085_00216R-H-2025.jpg-768x433.webp 768w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/11/2552_D085_00216R-H-2025.jpg.webp 1296w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



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<h3 class="wp-block-heading"><strong>A crítica britânica não perdoa — e Ariana Grande leva o embate frontal</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Robbie Collin, crítico-chefe do&nbsp;<em>The Telegraph</em>, publicou uma das análises mais duras. Para ele, Grande é um problema estrutural no filme:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Ariana tem quatro oitavas de alcance vocal e cerca de 1,6 emoções.”</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">O crítico descreve a actriz como deslocada, lenta nas cenas e “dramaticamente desinteressante”. Nem mesmo as novas canções de Stephen Schwartz o convenceram. Collin lamenta a ausência de um número verdadeiramente épico, afirmando que o filme o deixou “a implorar” por algo com a energia de&nbsp;<em>Popular</em>&nbsp;ou&nbsp;<em>Defying Gravity</em>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E não fica por aqui. Collin lembra que também criticou o primeiro filme — o mesmo que se tornou o&nbsp;<strong>maior sucesso de bilheteira da história entre adaptações de musicais da Broadway</strong>. Ou seja: o público adorou, ele nem por isso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Jake Coyle, da Associated Press, segue a mesma linha: para ele,&nbsp;<em>For Good</em>&nbsp;continua a parecer mais um mega-espectáculo industrial do que um filme vivo. Há talento, diz, sobretudo na força emocional de Cynthia Erivo, mas o resultado permanece “exaustivo” — e o encanto nem sempre vence a sensação de overload visual.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Do outro lado do Atlântico, surgem elogios rasgados — e Ariana transforma-se na estrela da vez</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Em contraste total, a crítica norte-americana elogiou profundamente aquilo que a britânica rejeitou. A análise entusiástica publicada por&nbsp;<em>The Hollywood Reporter</em>&nbsp;afirma que Ariana Grande “ganha o filme”:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Uma Glinda luminosa… Ariana enche cada momento de introspecção e vulnerabilidade.”</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Neste olhar, o filme funciona como um espelho perfeito do primeiro:&nbsp;<strong>o Capítulo 1 era de Elphaba (Cynthia Erivo), o Capítulo 2 pertence a Glinda</strong>. A dupla forma o coração emocional da narrativa — e Grande, dizem, surpreende com profundidade dramática, controle emocional e um retrato mais maturo da personagem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cynthia Erivo, por sua vez, continua a ser unanimidade absoluta. A crítica praticamente concorda em coro: é monumental. Voz, presença, intensidade — tudo no máximo.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>O argumento é apontado como sólido por uns… e mecânico por outros</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">O guião divide-se entre elogios à&nbsp;<strong>evolução emocional das personagens</strong>&nbsp;e críticas à sensação de que tudo é demasiado “orquestrado”, no sentido teatral do termo. O uso de Dorothy como presença sugerida — mas nunca mostrada — foi muito elogiado, tal como a introdução das figuras clássicas do universo de Oz (Leão, Homem de Lata, Espantalho) de forma subtil e inteligente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas há quem ache que o filme quer abraçar demasiado — desde alegorias políticas a fan service — e acaba por deixar algumas subtramas apressadas, como a transformação de Nessarose.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>E a música? Também divide opiniões. Naturalmente.</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">As novas canções de Schwartz —&nbsp;<em>“No Place Like Home”</em>&nbsp;e&nbsp;<em>“The Girl in the Bubble”</em>&nbsp;— foram criticadas por serem “menos memoráveis” do que os temas lendários do primeiro acto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas lá vem novamente a contradição: enquanto Collin as classificou como “lamentações repetitivas”, o&nbsp;<em>Hollywood Reporter</em>&nbsp;defende que Ariana Grande transforma&nbsp;<em>“The Girl in the Bubble”</em>&nbsp;num momento emocional poderosíssimo.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Conclusão possível? Talvez o filme esteja a funcionar exactamente como devia.</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Quando uma obra divide críticas desta forma — metade a elogiar profundamente, metade a detestar com igual intensidade — normalmente isso significa uma coisa:&nbsp;<strong>vai ser um fenómeno cultural</strong>.</p>



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<p class="wp-block-paragraph">E, verdade seja dita,&nbsp;<em>Wicked</em>&nbsp;nunca foi sobre unanimidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Foi sempre sobre emoção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sobre intensidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sobre vozes que fazem tremer as paredes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E, pelo que dizem lá fora,&nbsp;<em>Wicked: For Good</em>&nbsp;tem tudo isso — para o bem e para o “meu Deus, porquê?”.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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