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	<title>Shanty Harmayn &#8211; Clube de Cinema</title>
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		<title>Mothernet: Quando o Luto e a Inteligência Artificial se Cruzam no Cinema Asiático 🤖💔</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Sep 2025 09:37:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nas Salas]]></category>
		<category><![CDATA[Ali Fikry]]></category>
		<category><![CDATA[Busan International Film Festival]]></category>
		<category><![CDATA[cinema indonésio]]></category>
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					<description><![CDATA[O&#160;Festival Internacional de Cinema de Busan&#160;revelou em estreia mundial um dos títulos mais comentados da sua secção Vision-Asia:&#160;Mothernet, drama indonésio realizado por&#160;Ho Wi Ding&#160;e produzido por&#160;Shanty Harmayn, que mergulha no impacto emocional da tecnologia num contexto de perda familiar. ver também : Christopher Nolan Assume Presidência do Sindicato dos Realizadores de Hollywood A narrativa, escrita [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O&nbsp;<strong>Festival Internacional de Cinema de Busan</strong>&nbsp;revelou em estreia mundial um dos títulos mais comentados da sua secção Vision-Asia:&nbsp;<em>Mothernet</em>, drama indonésio realizado por&nbsp;<strong>Ho Wi Ding</strong>&nbsp;e produzido por&nbsp;<strong>Shanty Harmayn</strong>, que mergulha no impacto emocional da tecnologia num contexto de perda familiar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/christopher-nolan-assume-presidencia-do-sindicato-dos-realizadores-de-hollywood/">Christopher Nolan Assume Presidência do Sindicato dos Realizadores de Hollywood</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">A narrativa, escrita por&nbsp;<strong>Gina S. Noyer</strong>, desenrola-se num futuro próximo e acompanha um pai (Ringgo Agus Rahman) e um filho adolescente (Ali Fikry) que tentam reconstruir a vida após a morte repentina da mãe (Dian Sastrowardoyo). Num momento de desespero, um amigo sugere a recriação da figura materna através de um programa de Inteligência Artificial. Primeiro o filho, depois o pai, cedem à tentação, mergulhando numa dependência cada vez mais insustentável da aplicação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar de conter elementos de ficção científica, o realizador sublinha que o coração do filme está no drama humano. “O que me atraiu foi a relação entre pai e filho. Em muitas famílias asiáticas, a mãe é a ponte que facilita a comunicação. Quando desaparece, pai e filho ficam forçados a enfrentar-se diretamente, em plena dor”, explica Ho Wi Ding.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão criativa foi clara: evitar excessos de “world-building” típicos do sci-fi e colocar a emoção em primeiro plano. O resultado é um filme onde os vislumbres do futuro se integram num quotidiano reconhecível, filmado sobretudo em localizações indonésias, mas com apoio de produção virtual em Singapura para criar ambientes mais futuristas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A produção tem ainda o mérito de ser a primeira a beneficiar do&nbsp;<strong>Virtual Production Innovation Fund</strong>&nbsp;da Infocomm Media Development Authority (IMDA) de Singapura. O projeto envolveu também a Refinery Media como co-produtora, sinal da crescente aposta da região em novas tecnologias de rodagem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para Shanty Harmayn, o ritmo vertiginoso da inovação tecnológica foi um desafio: quando começaram a desenvolver&nbsp;<em>Mothernet</em>, antes da pandemia, a ideia de recriar entes queridos com IA parecia distante. “Estávamos a pensar em 2035, mas rapidamente percebemos que tinha de ser passado no futuro imediato. A vida real apanhou-nos de surpresa.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">A argumentista Gina S. Noyer acrescenta que o isolamento pandémico alterou a forma como entendemos a ligação humana: “As pessoas procuram na IA não só respostas, mas também companhia. Mas no fundo o que desejamos é presença. As máquinas calculam, mas só os humanos conseguem ouvir e dar sentido ao sofrimento.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com atuações de peso de alguns dos nomes mais reconhecidos do cinema indonésio — Dian Sastrowardoyo, Ringgo Agus Rahman e o jovem Ali Fikry —,&nbsp;<em>Mothernet</em>&nbsp;posiciona-se como um drama íntimo que utiliza a ficção científica como espelho do presente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/whitney-wolfe-herd-quis-travar-filme-sobre-a-sua-vida-mas-acabou-por-ficar-honrada-com-lily-james-no-papel-%f0%9f%8e%ac%f0%9f%92%9b/">Whitney Wolfe Herd Quis Travar Filme Sobre a Sua Vida, Mas Acabou Por Ficar “Honrada” com Lily James no Papel <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3ac.png" alt="🎬" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f49b.png" alt="💛" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></a></p>



<p class="wp-block-paragraph">É, no fundo, um filme sobre o que significa ser humano numa era em que a tecnologia promete substituir até os laços mais profundos. E, como lembra Noyer, “a humanidade floresce quando escolhemos estar presentes uns para os outros”.</p>
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