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	<title>Sequoia Capital &#8211; Clube de Cinema</title>
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	<description>Vá lá! Façam Fitas!</description>
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		<title>Cineastas Contra a MUBI: Miguel Gomes Entre os Signatários que Condenam Financiamento Ligado a Israel</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Aug 2025 10:24:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Em Casa]]></category>
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					<description><![CDATA[Plataforma de streaming e distribuidora independente é acusada de estar a lucrar com o “genocídio em Gaza” após aceitar investimento da Sequoia Capital 🎬 A MUBI, conhecida pela sua curadoria de cinema independente e por apoiar vozes autorais de todo o mundo, está no centro de uma polémica internacional.&#160;Mais de 30 cineastas, incluindo os portugueses&#160;Miguel [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong>Plataforma de streaming e distribuidora independente é acusada de estar a lucrar com o “genocídio em Gaza” após aceitar investimento da Sequoia Capital</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3ac.png" alt="🎬" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> A MUBI, conhecida pela sua curadoria de cinema independente e por apoiar vozes autorais de todo o mundo, está no centro de uma polémica internacional.&nbsp;<strong>Mais de 30 cineastas</strong>, incluindo os portugueses&nbsp;<strong>Miguel Gomes</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>Maureen Fazendeiro</strong>, assinaram uma carta aberta onde criticam abertamente a empresa por ter aceite&nbsp;<strong>100 milhões de dólares em financiamento da Sequoia Capital</strong>, uma firma norte-americana com&nbsp;<strong>ligações a interesses militares israelitas</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também: <a href="https://www.clubedecinema.pt/2-000-metros-para-andriivka-o-documentario-que-mostra-a-guerra-da-ucrania-como-nunca-a-viu/">“2.000 Metros para Andriivka”: O Documentário Que Mostra a Guerra da Ucrânia Como Nunca a Viu</a></p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“A decisão da MUBI de fazer parceria com a Sequoia Capital demonstra uma total falta de responsabilidade para com os artistas e comunidades que ajudaram a empresa a prosperar”, lê-se na carta publicada esta semana pela&nbsp;<em>Variety</em>.</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os signatários estão também nomes como&nbsp;<strong>Aki Kaurismäki</strong>,&nbsp;<strong>Radu Jude</strong>,&nbsp;<strong>Joshua Oppenheimer</strong>,&nbsp;<strong>Levan Akin</strong>,&nbsp;<strong>Jessica Beshir</strong>,&nbsp;<strong>Courtney Stephens</strong>,&nbsp;<strong>Camilo Restrepo</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>Neo Sora</strong>&nbsp;— vozes influentes no circuito do cinema autoral e de festivais.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Do prestígio à contestação</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A MUBI tem construído uma reputação sólida como plataforma que valoriza o cinema ousado, alternativo e de autor. Ao longo dos anos, estabeleceu relações próximas com realizadores independentes e com um público exigente, tornando-se uma referência entre os cinéfilos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas a revelação, em Maio, do financiamento da&nbsp;<strong>Sequoia Capital</strong>&nbsp;— uma empresa com ligações a tecnologias de vigilância e a fabricantes de ‘drones’ militares israelitas — veio abalar essa imagem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a&nbsp;<em>Variety</em>, a Sequoia está envolvida com empresas como a start-up&nbsp;<strong>Kela</strong>, fundada por ex-membros de unidades de segurança israelitas, criada na sequência dos ataques do Hamas em Outubro de 2023.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“O crescimento financeiro da MUBI está agora explicitamente ligado ao genocídio em Gaza”, afirmam os realizadores. “E isso implica todos nós que trabalhamos com a MUBI.”</p>
</blockquote>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Os pedidos dos cineastas</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Na carta aberta, os signatários exigem à MUBI três coisas concretas:</p>



<ol start="1" class="wp-block-list">
<li>Uma <strong>condenação pública</strong> da Sequoia Capital e dos seus lucros associados à guerra;</li>



<li>A <strong>retirada da Sequoia</strong> dos cargos de direcção da MUBI;</li>



<li>A adopção de uma <strong>política ética rigorosa</strong> para futuros investimentos.</li>
</ol>



<p class="wp-block-paragraph">A posição é clara: o financiamento pode comprometer a integridade de uma plataforma que se construiu com base na confiança de artistas que rejeitam a normalização da violência — especialmente quando ligada a conflitos armados e violações de direitos humanos.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A resposta da MUBI: insuficiente?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Em Junho, após os primeiros protestos, a MUBI respondeu dizendo que o investimento da Sequoia tinha como objectivo “acelerar a missão de fazer chegar filmes ousados e visionários a mais públicos”, e que “as crenças de cada investidor não reflectem as opiniões da MUBI”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para os signatários, essa justificação é insuficiente. E a questão torna-se ainda mais sensível num momento em que a ofensiva israelita em Gaza já provocou, segundo a ONU e várias ONG,&nbsp;<strong>mais de 59 mil mortos</strong>, a maioria civis, bem como&nbsp;<strong>fome extrema e colapso de infraestruturas básicas</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/sirat-oliver-laxe-convida-nos-a-caminhar-no-inferno-para-encontrar-qualquer-coisa-parecida-com-esperanca/">Sirat: Óliver Laxe Convida-nos a Caminhar no Inferno (Para Encontrar Qualquer Coisa Parecida com Esperança)</a></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Cinema e consciência</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Miguel Gomes e Maureen Fazendeiro, dois nomes fundamentais do novo cinema português, juntam-se assim a uma crescente onda de contestação que exige&nbsp;<strong>mais responsabilidade ética das empresas culturais e mediáticas</strong>. Num mundo cada vez mais polarizado, onde os conflitos armados se cruzam com interesses financeiros e plataformas globais,&nbsp;<strong>os artistas recusam ser cúmplices silenciosos</strong>.</p>
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