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	<title>Sentimental Value &#8211; Clube de Cinema</title>
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		<title>Skarsgård contra Skarsgård: pai e filho, cinema, feridas antigas e uma improvável rivalidade na época dos prémios</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Dec 2025 17:27:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[No Meio]]></category>
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<p class="wp-block-paragraph">Há conversas que parecem escritas por um argumentista particularmente inspirado, mas que só podem acontecer porque a vida real, por vezes, é mais complexa — e mais interessante — do que qualquer guião. A longa conversa entre&nbsp;<strong>Stellan Skarsgård</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>Alexander Skarsgård</strong>, publicada no contexto da actual temporada de prémios, é uma dessas raridades: íntima, divertida, brutalmente honesta e atravessada por décadas de cinema, expectativas familiares e escolhas artísticas arriscadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ler também : <a href="https://clubedecinema.pt/jason-momoa-muda-de-planeta-e-de-atitude-o-primeiro-olhar-sobre-lobo-no-novo-dcu-ja-esta-ai/">Jason Momoa muda de planeta e de atitude: o primeiro olhar sobre Lobo no novo DCU já está aí</a><br /></p>



<p class="wp-block-paragraph">Para Stellan Skarsgård,&nbsp;<em>Sentimental Value</em>&nbsp;marca um regresso particularmente significativo. O actor sueco, hoje com 74 anos, sofreu um AVC em 2022 e admite que, durante algum tempo, ponderou seriamente se a sua carreira estaria a chegar ao fim. A recuperação coincidiu com projectos exigentes como&nbsp;<em>Andor</em>&nbsp;e&nbsp;<em>Dune: Part Two</em>, mas foi o convite de&nbsp;<strong>Joachim Trier</strong>&nbsp;que reacendeu algo mais profundo. Em&nbsp;<em>Sentimental Value</em>, Stellan interpreta um artista consagrado e emocionalmente distante, pai de filhos actores — uma coincidência temática que ele próprio não deixa de sublinhar, ainda que a relação com Alexander esteja longe da frieza da personagem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O filme surge como um dos trabalhos mais elogiados da sua carreira tardia, precisamente por fugir aos estereótipos frequentemente associados a personagens mais velhas no cinema contemporâneo. Stellan fala com franqueza sobre o desinteresse que sente por papéis que reduzem a velhice à demência ou à fragilidade, e vê em&nbsp;<em>Sentimental Value</em>&nbsp;um raro retrato de um homem envelhecido tratado como pessoa, não como categoria.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Do outro lado da conversa está Alexander Skarsgård, num momento muito diferente da carreira, mas igualmente desafiante. Em&nbsp;<em>Pillion</em>, o actor mergulha num território raramente explorado no cinema de autor contemporâneo: uma história de amor gay ambientada no universo BDSM, onde interpreta uma figura dominante, opaca e emocionalmente enigmática. O risco não é apenas temático, mas também de exposição — física e emocional — algo que Alexander encara com naturalidade, desde que o texto e a visão do realizador justifiquem o salto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Longe de ser provocatório por provocação,&nbsp;<em>Pillion</em>&nbsp;surpreende pela delicadeza com que aborda intimidade, poder e vulnerabilidade. Alexander confessa que não esperava encontrar um guião tão terno, tão humano, e que a confiança no realizador&nbsp;<strong>Harry Lighton</strong>, num primeiro filme, foi decisiva para aceitar o papel. Para ele, o verdadeiro risco está em aceitar projectos em que não acredita totalmente — não em enfrentar tabus.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A conversa entre pai e filho oscila constantemente entre o humor auto-depreciativo e reflexões profundas sobre o acto de representar. Ambos falam da necessidade de “desaparecer” dentro da personagem, da importância do acidente, do erro e da espontaneidade no plateau. Stellan compara o método de Trier ao de Lars von Trier, sublinhando essa abertura ao imprevisível que transforma cada cena num acto vivo, quase perigoso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas há também espaço para uma rivalidade muito particular. Pai e filho concorreram na mesma categoria nos Gotham Awards, situação que ambos tratam com ironia mordaz. A “campanha de difamação”, como lhe chamam em tom de brincadeira, revela-se afinal uma celebração rara: dois actores de gerações diferentes, a partilhar o mesmo espaço artístico, sem condescendência nem paternalismo. Quando Stellan elogia&nbsp;<em>Pillion</em>, fá-lo com genuíno espanto, admitindo que viu no filho lados que desconhecia — “literalmente”, acrescenta, arrancando gargalhadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No fundo, esta conversa não é apenas sobre cinema, prémios ou performances extremas. É sobre herança, identidade e continuidade. Sobre como uma família profundamente artística tenta, geração após geração, encontrar o seu próprio caminho sem negar o passado. E sobre como o cinema, quando feito com verdade, ainda consegue ser um espaço de risco real — emocional, físico e existencial.</p>



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<p class="wp-block-paragraph">Num tempo em que tantas entrevistas parecem ensaiadas ao milímetro, ouvir Stellan e Alexander Skarsgård a falar sem rede é um lembrete poderoso de porque é que continuamos a acreditar no cinema como forma de expressão humana. Imperfeita, contraditória e, por vezes, desconfortável — exactamente como eles próprios.</p>
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		<title>🎬 Festival de Cannes 2025: Três Novos Filmes Entram na Corrida pela Palma de Ouro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 May 2025 09:30:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[Carla Simón]]></category>
		<category><![CDATA[cinema internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Festival de Cannes 2025]]></category>
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					<description><![CDATA[Carla Simón, Oliver Hermanus e Joachim Trier apresentam obras que exploram memória, amor e reconciliação O Festival de Cannes continua a surpreender com a adição de três novos filmes à sua mostra competitiva. As obras “Romería”, “The History of Sound” e “Sentimental Value” trazem narrativas profundas e emocionantes, reforçando a diversidade e qualidade da seleção [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong>Carla Simón, Oliver Hermanus e Joachim Trier apresentam obras que exploram memória, amor e reconciliação</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O Festival de Cannes continua a surpreender com a adição de três novos filmes à sua mostra competitiva. As obras “Romería”, “The History of Sound” e “Sentimental Value” trazem narrativas profundas e emocionantes, reforçando a diversidade e qualidade da seleção deste ano.&nbsp;</p>



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<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="819" height="1024" src="https://www.clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/05/ems.cHJkLWVtcy1hc3NldHMvbW92aWVzL2NjZmVlNjFjLTljZjctNGM5MS1hZTFmLTAxODNhM2E3M2Q0ZS5qcGc-819x1024.jpeg" alt="" class="wp-image-16035" srcset="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/05/ems.cHJkLWVtcy1hc3NldHMvbW92aWVzL2NjZmVlNjFjLTljZjctNGM5MS1hZTFmLTAxODNhM2E3M2Q0ZS5qcGc-819x1024.jpeg 819w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/05/ems.cHJkLWVtcy1hc3NldHMvbW92aWVzL2NjZmVlNjFjLTljZjctNGM5MS1hZTFmLTAxODNhM2E3M2Q0ZS5qcGc-240x300.jpeg 240w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/05/ems.cHJkLWVtcy1hc3NldHMvbW92aWVzL2NjZmVlNjFjLTljZjctNGM5MS1hZTFmLTAxODNhM2E3M2Q0ZS5qcGc-768x960.jpeg 768w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/05/ems.cHJkLWVtcy1hc3NldHMvbW92aWVzL2NjZmVlNjFjLTljZjctNGM5MS1hZTFmLTAxODNhM2E3M2Q0ZS5qcGc.jpeg 1080w" sizes="(max-width: 819px) 100vw, 819px" /></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f1ea-1f1f8.png" alt="🇪🇸" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> “Romería” de Carla Simón: Uma Viagem às Raízes Familiares</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A realizadora espanhola Carla Simón apresenta “Romería”, encerrando a sua trilogia sobre memória familiar. O filme segue Marina, uma adolescente que viaja até à Galiza para conhecer os parentes do seu pai, falecido devido à SIDA. Com a ajuda do diário da mãe, também vítima da mesma doença, Marina confronta as lembranças e segredos da família. Simón, que já havia conquistado o Urso de Ouro em Berlim com “Alcarràs”, volta a emocionar com uma narrativa íntima e pessoal.&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="819" height="1024" src="https://www.clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/05/488613224_17985920150802537_1114465933632751504_n-819x1024.jpg" alt="" class="wp-image-16036" srcset="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/05/488613224_17985920150802537_1114465933632751504_n-819x1024.jpg 819w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/05/488613224_17985920150802537_1114465933632751504_n-240x300.jpg 240w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/05/488613224_17985920150802537_1114465933632751504_n-768x960.jpg 768w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/05/488613224_17985920150802537_1114465933632751504_n-1228x1536.jpg 1228w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/05/488613224_17985920150802537_1114465933632751504_n.jpg 1237w" sizes="(max-width: 819px) 100vw, 819px" /></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f1fa-1f1f8.png" alt="🇺🇸" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> “The History of Sound” de Oliver Hermanus: Amor em Tempos de Guerra</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">O sul-africano Oliver Hermanus traz “The History of Sound”, protagonizado por Paul Mescal e Josh O’Connor. Ambientado nos Estados Unidos durante a Primeira Guerra Mundial, o filme explora a relação entre dois homens numa área rural, destacando a conexão humana em tempos de conflito. Hermanus, conhecido por “Moffie”, continua a abordar temas complexos com sensibilidade e profundidade.&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="683" height="1024" src="https://www.clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/05/MV5BNDcwMmIwMTUtZGNkZC00Nzk0LTgzOWQtYTJiMTVlMzRlMmJkXkEyXkFqcGc@._V1_FMjpg_UY3000_-683x1024.jpg" alt="" class="wp-image-16037" srcset="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/05/MV5BNDcwMmIwMTUtZGNkZC00Nzk0LTgzOWQtYTJiMTVlMzRlMmJkXkEyXkFqcGc@._V1_FMjpg_UY3000_-683x1024.jpg 683w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/05/MV5BNDcwMmIwMTUtZGNkZC00Nzk0LTgzOWQtYTJiMTVlMzRlMmJkXkEyXkFqcGc@._V1_FMjpg_UY3000_-200x300.jpg 200w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/05/MV5BNDcwMmIwMTUtZGNkZC00Nzk0LTgzOWQtYTJiMTVlMzRlMmJkXkEyXkFqcGc@._V1_FMjpg_UY3000_-768x1152.jpg 768w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/05/MV5BNDcwMmIwMTUtZGNkZC00Nzk0LTgzOWQtYTJiMTVlMzRlMmJkXkEyXkFqcGc@._V1_FMjpg_UY3000_-1024x1536.jpg 1024w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/05/MV5BNDcwMmIwMTUtZGNkZC00Nzk0LTgzOWQtYTJiMTVlMzRlMmJkXkEyXkFqcGc@._V1_FMjpg_UY3000_-1365x2048.jpg 1365w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/05/MV5BNDcwMmIwMTUtZGNkZC00Nzk0LTgzOWQtYTJiMTVlMzRlMmJkXkEyXkFqcGc@._V1_FMjpg_UY3000_-scaled.jpg 1707w" sizes="(max-width: 683px) 100vw, 683px" /></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f1f3-1f1f4.png" alt="🇳🇴" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> “Sentimental Value” de Joachim Trier: Reconstruindo Laços Familiares</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">O norueguês Joachim Trier apresenta “Sentimental Value”, sua terceira participação em Cannes. Com um elenco de peso, incluindo Stellan Skarsgård, Elle Fanning e Renate Reinsve, o filme narra a tentativa de um cineasta em reconstruir os laços com as suas filhas. Trier, conhecido por “The Worst Person in the World”, continua a explorar as complexidades das relações humanas com uma abordagem única.&nbsp;</p>



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<h2 class="wp-block-heading"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3c6.png" alt="🏆" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> A Competição Aquece</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Com estas adições, a competição pela Palma de Ouro torna-se ainda mais acirrada. Entre os favoritos da crítica estão o brasileiro “O Agente Secreto”, de Kleber Mendonça Filho, o ucraniano “Two Prosecutors”, de Sergei Loznitsa, e “It Was Just an Accident”, do iraniano Jafar Panahi. A diversidade de temas e estilos promete uma decisão difícil para o júri.&nbsp;</p>
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