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	<title>Sean Penn One Battle After Another &#8211; Clube de Cinema</title>
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	<title>Sean Penn One Battle After Another &#8211; Clube de Cinema</title>
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		<title>One Battle After Another – Paul Thomas Anderson e Leonardo DiCaprio mergulham no caos da contracultura</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Sep 2025 08:38:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[filme Vineland Thomas Pynchon]]></category>
		<category><![CDATA[Leonardo DiCaprio One Battle After Another]]></category>
		<category><![CDATA[One Battle After Another crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Paul Thomas Anderson One Battle After Another]]></category>
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					<description><![CDATA[Anderson reencontra Pynchon num delírio político Dez anos depois de adaptar&#160;Inherent Vice,&#160;Paul Thomas Anderson&#160;volta a cruzar-se com o universo literário de&#160;Thomas Pynchon. Desta vez, inspira-se livremente no romance&#160;Vineland&#160;(1990) e cria&#160;“One Battle After Another”, uma espécie de thriller pulp e sátira política que mistura contracultura, paranoia e ação desenfreada. O resultado é um filme tão caótico [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong>Anderson reencontra Pynchon num delírio político</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Dez anos depois de adaptar&nbsp;<em>Inherent Vice</em>,&nbsp;<strong>Paul Thomas Anderson</strong>&nbsp;volta a cruzar-se com o universo literário de&nbsp;<strong>Thomas Pynchon</strong>. Desta vez, inspira-se livremente no romance&nbsp;<em>Vineland</em>&nbsp;(1990) e cria&nbsp;<strong>“One Battle After Another”</strong>, uma espécie de thriller pulp e sátira política que mistura contracultura, paranoia e ação desenfreada.</p>



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<p class="wp-block-paragraph">O resultado é um filme tão caótico quanto fascinante: uma fábula moderna sobre resistência, poder e decadência, com a energia visual e sonora que só Anderson parece conseguir manter sempre “com o pedal colado ao fundo”. A banda sonora de&nbsp;<strong>Jonny Greenwood</strong>&nbsp;acentua esse nervosismo constante, vibrando entre o psicadélico e o apocalíptico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/amanda-seyfried-responde-a-criticas-apos-comentario-polemico-sobre-charlie-kirk-%f0%9f%8e%ad/">Amanda Seyfried responde a críticas após comentário polémico sobre Charlie Kirk <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3ad.png" alt="🎭" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></a></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Leonardo DiCaprio, um revolucionário desajeitado</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">No centro da trama está&nbsp;<strong>Leonardo DiCaprio</strong>, que interpreta Bob, um revolucionário desgrenhado, sempre à beira do colapso nervoso. Membro secundário de uma célula armada que ataca prisões de migrantes na fronteira com o México, o seu papel é quase cómico: lançar fogo-de-artifício como distração. Ao lado dele estão figuras mais imponentes, como&nbsp;<strong>Deandra (Regina Hall)</strong>&nbsp;e o intelectual Howard (num cameo de Paul Grimstad).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas o verdadeiro íman da narrativa é&nbsp;<strong>Perfidia (Teyana Taylor)</strong>, companheira e líder nata, capaz de manipular o grotesco coronel Lockjaw (<strong>Sean Penn</strong>, num registo repulsivo e caricato) para virar a máquina militar contra si própria. Uma das imagens mais arrebatadoras do filme mostra Perfidia, grávida de nove meses, a disparar uma metralhadora — cena que Anderson transforma num ícone de resistência e excesso.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Entre a farsa e a tragédia</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A vida de Bob complica-se ainda mais quando se vê forçado a criar a filha adolescente&nbsp;<strong>Willa (Chase Infiniti)</strong>&nbsp;como pai solteiro. Enquanto ele se perde em drogas e cinismo, Willa mostra-se determinada, treinada em artes marciais por um excêntrico mestre (nada menos que&nbsp;<strong>Benicio del Toro</strong>). A relação entre os dois oscila entre ternura e frustração, até desembocar num dilema de paternidade que dá ao filme um inesperado sabor de&nbsp;<em>Mamma Mia!</em>&nbsp;passado no meio da guerrilha.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Anderson no fio da navalha</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">“One Battle After Another” é simultaneamente sério e farsesco, realista e cartoonesco. A ação — com perseguições de automóvel de cortar a respiração — convive com reflexões sobre identidade, poder e o eterno conflito cultural americano. Anderson transforma o caos em espetáculo, questionando se a luta pela contracultura não se tornou apenas mais um capítulo interminável da guerra cultural dos EUA.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/jimmy-kimmel-suspenso-pela-abc-apos-comentarios-sobre-charlie-kirk-%f0%9f%93%ba%f0%9f%94%a5/">Jimmy Kimmel suspenso pela ABC após comentários sobre Charlie Kirk <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4fa.png" alt="📺" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f525.png" alt="🔥" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></a></p>



<p class="wp-block-paragraph">É um filme que não pede consenso: uns vão achá-lo excessivo e desconcertante, outros vão render-se ao seu ritmo alucinado. Mas é impossível negar que&nbsp;<strong>Anderson continua a ser um dos cineastas mais ousados da sua geração</strong>, capaz de fazer cinema político sem abdicar da extravagância visual.</p>
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