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	<title>Ricardo Neto biografia &#8211; Clube de Cinema</title>
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		<title>Morreu Ricardo Neto, Pioneiro do Cinema de Animação em Portugal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Jul 2025 11:22:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Realizador de “O Romance da Raposa” e fundador da Topefilme, cineasta deixa legado incontornável na história do audiovisual português O cinema de animação português perdeu uma das suas figuras fundadoras. Ricardo Neto, autor de obras marcantes como O Romance da Raposa e O Tapete Vivo, faleceu esta terça-feira, aos 87 anos, deixando para trás um [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph"><em>Realizador de “O Romance da Raposa” e fundador da Topefilme, cineasta deixa legado incontornável na história do audiovisual português</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">O cinema de animação português perdeu uma das suas figuras fundadoras. <strong>Ricardo Neto</strong>, autor de obras marcantes como <em>O Romance da Raposa</em> e <em>O Tapete Vivo</em>, faleceu esta terça-feira, aos <strong>87 anos</strong>, deixando para trás um legado criativo pioneiro que moldou o percurso da animação em Portugal ao longo de várias décadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A notícia foi avançada pela <strong>Casa da Animação</strong>, entidade que presta tributo ao papel fundamental que Neto teve na construção da identidade animada nacional. “Foi um dos principais pioneiros do cinema de animação português”, lê-se na nota publicada no site da associação.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Um percurso que começou nos anos 60</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Nascido em Lisboa, a <strong>18 de novembro de 1937</strong>, Ricardo Neto iniciou o seu percurso no cinema de animação em <strong>1962</strong>, trabalhando em produtoras de filmes publicitários como a <strong>Prisma</strong>, dirigida por Mário Neves, e a <strong>Êxito</strong>, onde colaborou com <strong>Servais Tiago</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No biénio de 1963-1964 integrou a <strong>Meta Filmes</strong>, onde contribuiu para a criação de uma secção dedicada exclusivamente à animação. Mais tarde, fixou-se na <strong>Telecine-Moro</strong>, outro nome incontornável na história do sector.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Topefilme: o sonho que ganhou forma</h3>



<p class="wp-block-paragraph">O grande marco da sua carreira chegaria em <strong>1973</strong>, quando fundou, juntamente com <strong>Artur Correia</strong> e <strong>Armando Ferreira</strong>, a mítica <strong>Topefilme</strong> — produtora que se tornaria um farol para o desenvolvimento do cinema de animação em Portugal. Segundo o historiador Paulo Cambraia, a Topefilme foi &#8220;um ponto de partida para o cinema de animação tal como hoje o conhecemos&#8221;. A produtora manteve-se activa até março de 1994.</p>



<h3 class="wp-block-heading">“O Romance da Raposa” e a entrada na televisão</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos grandes momentos da carreira de Ricardo Neto foi a criação da série <em>O Romance da Raposa</em>, coassinada com Artur Correia. Baseada no clássico de <strong>Aquilino Ribeiro</strong>, com adaptação de <strong>Maria Alberta Menéres</strong>, a série estreou-se em <strong>1987 na RTP</strong>, tornando-se na <strong>primeira série de animação integralmente portuguesa a ser exibida na televisão pública</strong>. Um verdadeiro marco cultural, que encantou gerações.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Entre o humor, a poesia e a pedagogia</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Além das séries e curtas-metragens, Ricardo Neto deixou a sua marca também no cinema promocional e educativo. Realizou filmes como <em>Torralta &#8211; Sincopado</em>, <em>O Grão de Milho</em>, <em>O Mistério da Semente no Jardim</em>, <em>Os Dez Anõezinhos da Tia Verde-Água</em>, <em>A Lenda do Mar Tenebroso</em> e <em>Patilhas e Ventoinha: O Caso da Mosca da TV</em>, produzido com os icónicos Parodiantes de Lisboa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Combinando técnica, irreverência e um profundo respeito pelo imaginário popular e literário, a sua obra contribuiu decisivamente para que o cinema de animação português tivesse voz própria — e rosto próprio.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Uma vida dedicada a dar vida ao desenho</h3>



<p class="wp-block-paragraph">No comunicado oficial, a Casa da Animação agradece a Ricardo Neto “pela ousadia” de fundar uma produtora para dar vida “aos seus desenhos, às suas histórias e aos seus sonhos”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Hoje, o cinema de animação nacional presta homenagem àquele que, sem computadores ou ferramentas digitais, ousou animar o futuro com traços firmes, ideias visionárias e um talento singular.</p>
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