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	<title>Revolução sem Sangue Rui Pedro Sousa &#8211; Clube de Cinema</title>
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	<description>Vá lá! Façam Fitas!</description>
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		<title>Portugal em Destaque no Festival Ibérico de Cinema de Badajoz com “Revolução (sem) Sangue” e Sete Curtas em Competição</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Jul 2025 10:22:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nas Salas]]></category>
		<category><![CDATA[cinema português contemporâneo]]></category>
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					<description><![CDATA[Evento espanhol dá palco ao novo cinema português, abrindo com uma provocação histórica e levando à competição oficial cinco curtas nacionais ver também : Paolo Sorrentino Regressa a Veneza com “La Grazia”, Filme de Abertura do Festival de 2025 O cinema português marca forte presença no&#160;31.º Festival Ibérico de Cinema (FIC), que decorre entre 8 [&#8230;]]]></description>
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<p><em>Evento espanhol dá palco ao novo cinema português, abrindo com uma provocação histórica e levando à competição oficial cinco curtas nacionais</em></p>



<p>ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/paolo-sorrentino-regressa-a-veneza-com-la-grazia-filme-de-abertura-do-festival-de-2025/">Paolo Sorrentino Regressa a Veneza com “La Grazia”, Filme de Abertura do Festival de 2025</a></p>



<p>O cinema português marca forte presença no&nbsp;<strong>31.º Festival Ibérico de Cinema (FIC)</strong>, que decorre entre 8 e 11 de julho em&nbsp;<strong>Badajoz</strong>, Espanha, com extensões nas localidades de&nbsp;<strong>Olivença</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>San Vicente de Alcántara</strong>. Este ano, Portugal assume um papel de verdadeiro protagonista: para além de&nbsp;<strong>abrir o festival com a estreia espanhola de Revolução (sem) Sangue, de Rui Pedro Sousa</strong>, coloca também&nbsp;<strong>sete curtas-metragens em competição</strong>, entre a secção oficial e o programa infantojuvenil&nbsp;<em>Festival dos Miúdos</em>.</p>



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<h3 class="wp-block-heading"><strong>Um arranque provocador com “Revolução (sem) Sangue”</strong></h3>



<p>A sessão de abertura será tudo menos consensual. No Teatro López de Ayala, em Badajoz, será exibido o filme&nbsp;<em>Revolução (sem) Sangue</em>, que segundo o comunicado oficial do festival, surge como “uma proposta corajosa que questiona a narrativa oficial da Revolução dos Cravos”.</p>



<p>Escrito e realizado por&nbsp;<strong>Rui Pedro Sousa</strong>, e com&nbsp;<strong>Rafael Paes</strong>&nbsp;no elenco, o filme revisita os eventos de 25 de Abril de 1974 através de uma perspetiva menos habitual: a das vítimas mortais. Entre os retratados estão&nbsp;<strong>Fernando Giesteira, João Arruda, Fernando Reis e José Barneto</strong>, todos mortos na Rua António Maria Cardoso, em Lisboa, às mãos da PIDE/DGS. O filme inclui também o caso de&nbsp;<strong>António Lage</strong>, funcionário da própria polícia política, baleado por um militar.</p>



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<h3 class="wp-block-heading"><strong>Seis curtas, seis vozes distintas do novo cinema português</strong></h3>



<p>Na&nbsp;<strong>secção oficial de competição</strong>, que selecionou 21 filmes de entre mais de 1200 candidatos,&nbsp;<strong>cinco curtas portuguesas</strong>destacam-se:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>“Porta-te bem”</strong>, de <strong>Joana Alves</strong> – Uma história rural e íntima, sobre Filomena, que vive sozinha e descobre ter pouco tempo de vida.</li>



<li><strong>“O procedimento”</strong>, de <strong>Chico Noras</strong> – Uma reflexão inquietante sobre o direito à morte e a utilidade social das pessoas.</li>



<li><strong>“Bad for a moment”</strong>, de <strong>Daniel Soares</strong> – Um ‘team building’ que corre mal e põe frente a frente o mundo corporativo e a realidade social que o rodeia.</li>



<li><strong>“Atom &amp; Void”</strong>, de <strong>Gonçalo Almeida</strong> – Um mergulho em tom de fábula surrealista, onde um som misterioso perturba a vida de Valya.</li>



<li><strong>“À medida que fomos recuperando a mãe”</strong>, de <strong>Gonçalo Waddington</strong> – Um drama familiar e silencioso, onde um pai de quatro filhos mergulha no luto até à dissolução da estrutura familiar.</li>
</ul>



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<h3 class="wp-block-heading"><strong>Dois filmes portugueses também para os mais novos</strong></h3>



<p>No&nbsp;<strong>Festival dos Miúdos</strong>, secção dedicada ao público infantil e juvenil, Portugal volta a marcar presença com&nbsp;<strong>duas curtas originais e sensíveis</strong>:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>“UPS!”</strong>, de <strong>Galvão Bertazzi e Luís Canau</strong> – Um rapaz tenta encontrar silêncio e sentido numa família disfuncional e barulhenta.</li>



<li><strong>“A menina com os olhos ocupados”</strong>, de <strong>André Carrilho</strong> – Uma crítica contemporânea à distração digital, através da história de uma menina presa ao telemóvel… mesmo quando está fora de casa.</li>
</ul>



<p>ver também: <a href="https://www.clubedecinema.pt/morreu-michael-madsen-a-alma-rebelde-dos-filmes-de-tarantino-tinha-67-anos/">Morreu Michael Madsen: A Alma Rebelde dos Filmes de Tarantino Tinha 67 Anos</a></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Uma ponte cultural reforçada entre Portugal e Espanha</strong></h3>



<p>A presença de tantos filmes portugueses no FIC de Badajoz não é apenas uma boa notícia para os realizadores e produtores envolvidos — é também um sinal claro do interesse crescente pelo cinema português no contexto ibérico. O festival, organizado com o apoio da Junta da Extremadura, tem vindo a destacar o intercâmbio cultural transfronteiriço, e esta 31.ª edição sublinha esse espírito de colaboração artística e partilha de histórias.</p>
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