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	<title>Red Rooms Pascal Plante &#8211; Clube de Cinema</title>
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		<title>“Red Rooms”: Obsessão, True Crime e a Dark Web no thriller que vai perturbar os nossos ecrãs</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Jun 2025 11:20:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Estreia a 26 de Junho em Portugal o perturbador e fascinante filme de Pascal Plante, que já está a dar que falar entre os amantes de true crime e cinema psicológico. 🩸 Se alguma vez se perguntou até onde pode ir o fascínio pelo true crime,&#160;Red Rooms&#160;promete responder… da forma mais desconfortável possível. O novo [&#8230;]]]></description>
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<p><em>Estreia a 26 de Junho em Portugal o perturbador e fascinante filme de Pascal Plante, que já está a dar que falar entre os amantes de true crime e cinema psicológico.</em></p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1fa78.png" alt="🩸" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Se alguma vez se perguntou até onde pode ir o fascínio pelo true crime,&nbsp;<em>Red Rooms</em>&nbsp;promete responder… da forma mais desconfortável possível. O novo filme do canadiano Pascal Plante, que estreia nas salas portuguesas&nbsp;<strong>a 26 de Junho</strong>, é um thriller psicológico afiado como uma lâmina, que desmonta — e questiona — a nossa obsessão moderna com os monstros da realidade.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>O que se esconde por trás do fascínio pelo horror real?</strong></h3>



<p>Em&nbsp;<em>Red Rooms</em>, seguimos&nbsp;<strong>Kelly-Anne</strong>&nbsp;(brilhantemente interpretada por Juliette Gariépy), uma modelo de comportamentos metódicos e uma vida à superfície irrepreensível. Mas, nos bastidores da sua rotina glamorosa, esconde-se um interesse doentio: Kelly-Anne é absolutamente obcecada pelo julgamento de&nbsp;<strong>Ludovic Chevalier</strong>, um homem acusado de ser um dos assassinos em série mais sádicos da história recente do Canadá — o chamado&nbsp;<em>Demónio de Rosemont</em>&nbsp;— que gravou os assassinatos das suas vítimas e, alegadamente, os difundiu na dark web.</p>



<p>Kelly-Anne assiste religiosamente às sessões de julgamento, lado a lado com Clémentine (Laurie Babin), uma adolescente que partilha a mesma obsessão mórbida. Juntas, vão descer lentamente ao inferno de um voyeurismo digital sem limites, procurando&nbsp;<strong>a peça em falta</strong>: o vídeo desaparecido de um dos assassinatos, uma prova macabra que poderá condenar — ou redimir — Ludovic.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Um thriller elegante e gélido que deixa cicatrizes</strong></h3>



<p>Pascal Plante constrói o filme como uma cirúrgica reflexão sobre a sociedade contemporânea.&nbsp;<em>Red Rooms</em>&nbsp;não é só sobre serial killers — é sobre quem os venera, quem os mitifica e quem, por detrás de um ecrã ou de uma fachada socialmente aceitável, consome o horror como entretenimento. O filme dialoga com fenómenos como os documentários da Netflix, os podcasts de true crime e a estética dos fóruns mais obscuros da internet.</p>



<p>Mas, mais do que julgar,&nbsp;<em>Red Rooms</em>&nbsp;observa. Com uma realização minimalista, fria e precisa, Pascal Plante encena o desequilíbrio emocional de Kelly-Anne como um thriller de câmara lenta: inquietante, mas hipnotizante.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>A dark web como espelho do nosso pior</strong></h3>



<p>Com referências assumidas a obras como&nbsp;<em>The Poughkeepsie Tapes</em>,&nbsp;<em>Zodiac</em>&nbsp;ou mesmo&nbsp;<em>Nightcrawler</em>,&nbsp;<em>Red Rooms</em>&nbsp;mergulha nas profundezas daquilo que a internet permite — e daquilo que cada um de nós é capaz de fazer quando o ecrã se fecha.</p>



<p>E se é verdade que “todos os assassinos em série têm os seus admiradores”, então este filme é o alerta vermelho que nos faz olhar ao espelho. Que voyeurismos cultivamos? Que verdades preferimos ignorar?</p>



<p>A resposta chega a&nbsp;<strong>26 de Junho</strong>, e garantimos: vai dar que falar.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3ac.png" alt="🎬" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />&nbsp;<strong>“Red Rooms”</strong>, de Pascal Plante</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f5d3.png" alt="🗓" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> A  patir de <strong>26 de Junho</strong> no Filmin</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3ad.png" alt="🎭" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Com: Juliette Gariépy, Laurie Babin, Maxwell McCabe-Lokos</p>



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