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	<title>quem preside júri Cannes 2026 &#8211; Clube de Cinema</title>
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		<title>Cannes 2026: o festival dos autores regressa com Almodóvar, Farhadi, Kore-eda — e Lukas Dhont nas trincheiras da Grande Guerra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 26 Apr 2026 10:40:50 +0000</pubDate>
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<p>Thierry Frémaux gosta de dizer que Cannes depende apenas dos filmes. A edição deste ano, a 79.ª do Festival de Cannes, que decorre de 12 a 23 de Maio na Croisette, parece confirmar exactamente isso: uma competição dominada por cineastas de autor internacionais, poucos blockbusters americanos à vista, e um júri presidido pelo realizador sul-coreano Park Chan-wook. Se 2025 foi o ano em que Hollywood voltou a Cannes com estrondo — Tom Cruise e Spike Lee incluídos —, 2026 é a correcção de rumo.</p>



<p>A selecção oficial foi anunciada a 9 de Abril em Paris. Em Competição pela Palme d&#8217;Or, os nomes mais esperados são Pedro Almodóvar, Asghar Farhadi, Hirokazu Kore-eda, Paweł Pawlikowski e Ryusuke Hamaguchi. Farhadi, Nemes e Hamaguchi apresentam todos filmes em língua francesa — uma presença quase sem precedentes de realizadores estrangeiros a filmar em francês na mesma edição. O único realizador americano em Competição é Ira Sachs, com&nbsp;<em>The Man I Love</em>, um musical de fantasia passado na Nova Iorque dos anos 80 durante a crise da SIDA, com Rami Malek, Tom Sturridge e Rebecca Hall. Rodrigo Sorogoyen representa Espanha com&nbsp;<em>El Ser Querido</em>, com Javier Bardem como um realizador que roda no deserto do Sahara e reencontra a filha.</p>



<p>A surpresa mais comentada da selecção é&nbsp;<em>Coward</em>, do realizador belga Lukas Dhont, que explora o conceito de heroísmo e cobardia a partir da perspectiva de jovens soldados na Primeira Guerra Mundial. O filme foi rodado parcialmente nos campos de batalha reais perto de Ypres, na Bélgica — o mesmo território onde morreram centenas de milhares de combatentes entre 1914 e 1918. Frémaux admitiu que os programadores do festival só viram o filme no dia anterior ao anúncio. Os dois filmes anteriores de Dhont estrearam ambos em Cannes —&nbsp;<em>Girl</em>&nbsp;(2018) em Un Certain Regard e&nbsp;<em>Close</em>(2022) em Competição, este último nomeado para o Óscar de Melhor Filme Internacional.&nbsp;<em>Coward</em>&nbsp;é produzido e vendido internacionalmente pela The Match Factory, e a expectativa é considerável.</p>



<p>O realizador russo em exílio Andrei Zvyagintsev regressa com&nbsp;<em>Minotaur</em>, o seu primeiro filme desde 2017. O filme rodou na Letónia e é descrito como uma fábula política sobre um empresário russo confrontado com crise e trauma. O MUBI já assegurou os direitos para a América do Norte, Reino Unido, Alemanha e América Latina — sinal de que as expectativas no mercado são altas.</p>



<p>Cannes dedica esta edição a dois nomes históricos com Palmas de Ouro honorárias: Peter Jackson e Barbra Streisand. O festival abre a 12 de Maio com&nbsp;<em>La Venus Électrique</em>, de Pierre Salvadori, uma comédia passada nos anos 20. O cartaz oficial da 79.ª edição homenageia&nbsp;<em>Thelma &amp; Louise</em>&nbsp;de Ridley Scott, com uma imagem das suas protagonistas retirada das rodagens de 1991 — 35 anos depois, Geena Davis e Susan Sarandon regressam à Croisette como ícones do festival.</p>



<p>Para o leitor português, há pelo menos um ponto de interesse directo: o IndieLisboa, que arranca a 30 de Abril, apresenta já este ano vários filmes que passarão por Cannes no mês seguinte, numa circulação que demonstra como os dois festivais funcionam em vasos comunicantes dentro do circuito europeu de cinema independente. Os primeiros filmes do mercado de Cannes — que decorre de 12 a 20 de Maio — estão já a ser anunciados, com projectos como&nbsp;<em>The Brigands of Rattlecreek</em>, um western de Park Chan-wook com Matthew McConaughey, Pedro Pascal e Austin Butler, a confirmar que o festival continua a ser o maior palco de negócios do cinema mundial.</p>



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