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	<title>Project Hail Mary crítica portuguesa &#8211; Clube de Cinema</title>
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	<title>Project Hail Mary crítica portuguesa &#8211; Clube de Cinema</title>
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		<title>Project Hail Mary — O Filme Mais Surpreendente do Ano que Ainda Não Viram mas Precisam de Ver</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Apr 2026 17:25:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[Andy Weir adaptação cinema]]></category>
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		<category><![CDATA[Ryan Gosling ficção científica]]></category>
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<p>Há filmes que chegam com o peso das expectativas. E há filmes que chegam sem avisar e ficam.&nbsp;<em>Project Hail Mary</em>, que abriu nos cinemas americanos a 20 de Março e chegou a Portugal nas semanas seguintes, pertence à segunda categoria — e os seus números de bilheteira continuam a crescer de uma forma que desafia quase tudo o que a indústria julgava saber sobre o que o público quer ver.</p>



<p>O argumento tem duas frases e meia. Ryland Grace, professor de biologia molecular, acorda sozinho numa nave espacial a anos-luz da Terra sem se lembrar de nada. Percebe gradualmente que foi enviado numa missão suicida para descobrir porque é que uma substância desconhecida está a consumir o sol. E conhece Rocky — uma criatura alienígena numa nave paralela que está exactamente na mesma situação, vinda de uma estrela diferente, com o mesmo problema. A história é sobre os dois a tentarem salvar os seus planetas enquanto desenvolvem uma amizade improvável através de uma barreira linguística total. É também, por extensão, sobre o que acontece quando toda a pressão do universo pousa sobre uma única pessoa que não se lembrava de ter-se voluntariado.</p>



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<div class="jupiterx-oembed"><iframe title="&quot;Projeto Hail Mary&quot; - Trailer Oficial (Sony Pictures Portugal)" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/m6jLAQVjv4s?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
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<p>O livro de Andy Weir — o mesmo autor de&nbsp;<em>O Marte</em>, que Ridley Scott adaptou em 2015 com Matt Damon — é considerado por muitos leitores de ficção científica como um dos melhores dos últimos anos: rigoroso na ciência, extraordinariamente engraçado, e emocionalmente devastador no último terço. A adaptação ficou a cargo de Phil Lord e Chris Miller — os realizadores de&nbsp;<em>The LEGO Movie</em>&nbsp;e&nbsp;<em>21 Jump Street</em>&nbsp;—, que fizeram com&nbsp;<em>Project Hail Mary</em>&nbsp;exatamente o mesmo que fazem sempre: pegaram num conceito que não devia funcionar e fizeram-no funcionar completamente.</p>



<p>Ryan Gosling como Ryland Grace é a performance do ano até agora. Não pela gravidade dramática que se esperaria de um filme sobre o fim do mundo — mas precisamente pelo oposto. Gosling encontrou em Grace um homem que processa o terror existencial através do humor, da curiosidade científica e de uma incapacidade genética de aceitar a derrota. É uma performance físicamente contida e emocionalmente generosa, e a química entre Gosling e Rocky — que é uma marioneta operada em set, com os efeitos visuais a completar a imagem — é, paradoxalmente, uma das relações mais convincentes que o cinema de 2026 produziu até agora.</p>



<p>O filme tem 94% no Rotten Tomatoes, CinemaScore A, e está neste momento nos 573 milhões mundiais — a caminho de ultrapassar os 600 e posicionar-se como a ficção científica original mais rentável da última década. Em Portugal, está ainda em cartaz nas principais salas. É raro que um artigo de cinema possa dizer isto com honestidade: este é um dos melhores filmes do ano, e ainda há tempo de o ver em ecrã grande, que é a única forma correcta de o ver.</p>
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